sábado, 30 de maio de 2009

Um feitiço por R$ 60 mil


Vidente disse que iria abençoar quantia amaldiçoada e sumiu com os valores

Um bilhete que foi colocado embaixo da porta da residência de uma dona-de-casa de 50 anos, no último dia 18, em Caçapava do Sul, RS, foi o começo do que ela considera, hoje, uma tragédia para a sua família.

Ela e a mãe, de 72 anos, acabaram deixando R$ 60 mil com a “astróloga” que o panfleto anunciava.

Só que a “esotérica” sumiu com os valores, referentes a uma herança que a idosa recebeu, e agora é procurada pela Polícia Civil. Se encontrada, deve responder por estelionato.

Tudo começou quando a dona-de-casa viu o anúncio. Ela foi até o apartamento que a “astróloga” alugava, no Centro. Para a surpresa da vítima, que achava que a vida ia bem, as previsões eram que a mãe dela adoeceria.

Segundo a dona-de-casa, a suposta astróloga disse que ela teria de voltar com a idosa, para quebrar um feitiço.

Quando a vítima voltou para casa, a mãe estava com febre. A coincidência fez com que ela contasse à mãe o que a vidente havia dito. As duas voltaram ao consultório.

Na visita, a mulher repetiu a “profecia” e acrescentou que uma criança da família morreria caso não fosse feita uma magia para quebrar o feitiço de um dinheiro que haviam recebido de herança.

Ao voltar novamente ao local, com os valores, a mulher teria dito que os R$ 60 mil tinham de ficar, para que rituais fossem feitos.

– Ela dizia que as vidas da minha mãe e do meu neto estavam na minha mão. Eu estava meio tonta e deixei o dinheiro – conta a vítima.

No outro dia, como estava combinado, a dona-de-casa foi até o consultório para buscar os valores. Só que a esotérica e o seu companheiro haviam sumido, de madrugada, com todos os seus pertences e o dinheiro.

– Acho que nem a suspeita imaginava que conseguiria uma quantia tão alta em tão pouco – comentou a delegada Fabiane Bittencourt, que ainda não sabe o paradeiro do casal.


Fonte: Diário de Santa Maria

Telescópio estudará o Sol em balão maior que estádio

O observatório Sunrise viajará em um gigantesco balão de 1 milhão de m³ de hélio para estudar o Sol


A Nasa, agência espacial americana, recorrerá ao antiquado método de transporte em balões para lançar um telescópio que estudará o Sol em uma travessia que vai da Suécia ao Canadá.

O observatório Sunrise ("Nascer-do-sol", na tradução em inglês) permanecerá em vôo sobre o Ártico por quase uma semana suspenso por um gigantesco balão maior que um estádio, com quase 1 milhão de m³ de gás hélio.

O telescópio e a gôndola onde serão carregados os instrumentos científicos pesam cerca de 2 t. A Nasa informou que a missão - integrada também por Espanha e Alemanha - fazem parte de um experimento com o propósito de captar imagens em alta resolução da superfície solar.

O lançamento, programado para 1º de junho, ocorrerá no Centro Espacial Esrange, na Suécia. O destino final será o Canadá. O Sunrise deverá cruzar o Ártico a quase 37 mil m de altura para observar o Sol enquanto flutua sobre a Terra.

A gôndola possui um sistema de orientação que permite ao equipamento se movimentar horizontalmente. Os cientistas esperam que o observatório e outros instrumentos flutuantes similares expliquem os fenômenos causados pelos campos magnéticos na superfície do maior astro do nosso sistema solar, como as manchas solares e as ejeções de massa coronal.

Estes processos são os responsáveis pela intensa variação climática da Terra. Outro objetivo de Alemanha, Espanha e Estados Unidos é utilizar os balões para reduzir o custo de lançamento de satélites. O valor do Sunrise é estimado entre 60 a US$ 80 milhões, enquanto um similar colocado em órbita custaria US$ 500 milhões.


Fonte: Terra

Descoberto exoplaneta com massa 6 vezes maior que Júpiter

Concepção artística mostra o gigante gasoso VB 10b (à esq.), que pode ser um planeta frio por orbitar longe de sua estrela


Astrônomos da Nasa, agência espacial americana, descobriram um novo exoplaneta que possui massa seis vezes superior à de Júpiter e fica a 20 anos-luz da Terra, na constelação de Aquila, informou nesta quinta-feira o Laboratório de Propulsão a Jato (JPL).

O gigante gasoso VB 10b pode ser um planeta frio porque orbita consideravelmente longe de sua estrela, de acordo com os cientistas. As informações são do Terra Chile.

Para descobri-lo, os especialistas utilizaram um método desenvolvido há mais de 50 anos chamado astrometria, ramo da astronomia que trata das medidas dos corpos celestes.

A técnica é responsável por buscar novos exoplanetas - corpos que giram em torno de uma estrela (como a Terra ao redor do Sol) - em outros sistemas solares. Até o momento, foram encontrados mais de 300 exoplanetas.

A astrometria consiste basicamente em medir precisamente os movimentos de uma estrela junto à influência gravitacional de planetas que ainda não foram observados. O método requer medições exatas durante longos períodos de tempo.

Segundo o autor das observações, Steven Pravdo, do JPL, a técnica é ótima para encontrar configurações similares às do Sistema Solar conhecido, podendo haver outros planetas com características como às da Terra.

Pravdo explicou que o planeta parecido com Júpiter relativamente possui quase a mesma distância do original. "A diferença é que orbita em torno de uma estrela muito menor", afirmou.

O pesquisador também sugeriu a possibilidade de existência de planetas rochosos, como a Terra, em torno da estrela do VB 10b.


Fonte: Terra

Caçadores do Pé-Grande encontram pegada em Oklahoma


Pesquisadores acreditam que uma pegada que descobriram durante o fim de semana nas montanhas Kiamichi no sudeste de Oklahoma é da criatura.

D.W. Lee, diretor do Centro de Pesquisa Meio-Americano do Pé-Grande, disse que a pegada foi descoberta a cerca de oito quilômetros dentro da floresta.

Eles fizeram um molde da impressão, que mede 40 centímetros de comprimento, e 12 centímetros de largura. "Os dedos eram claramente visíveis no molde depois que foi levantado", disse Lee.

Além disso, Lee ouviu ruídos de batidas em madeiras, vocalizações na floresta, e tentativas de imitação de animais como curiangos, corujas e pombos, que ele reconheceu como sendo do Pé-Grande.

Um membro da equipe foi atingido por uma pedra durante uma caminhada a noite, momentos após dois grandes animais serem vistos caminhando sobre duas patas em uma trilha.

"Muitas pessoas realmente não ficam até o amanhecer quando pedras são atiradas nelas, quando o responsável poderia ser o Pé-Grande", disse Lee.

Lee e sua equipe estão avaliando centenas de fotografias e horas de gravações em vídeo feitas durante o fim de semana por cerca de 30 pesquisadores.

O biólogo Scott Simmons do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos E.U.A. disse que ele não se envolveu em qualquer expedição de busca do Pé-Grande, mas que as pessoas são capazes de coletar e analisar dados, e fazem isso durante anos devido o fascínio da possibilidade de encontrar uma espécie desconhecida de primata.

"Não vou dizer para alguém que viu ou não viu alguma coisa ", disse ele.


Fonte: Tulsa World

OVNI intercepta avião em Edimburgo, Escócia





Dois OVNIs foram filmados por Jackie Gillies e aparecem sobre a localidade de Gorebridge interceptando um avião de passageiros no Aeroporto Internacional de Edimburgo. O controlador de Tráfego Aéreo David Morley informou o MoD (Ministério da Defesa Britânico). O vídeo pode ser visto no link abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=VaRMdy_RIfA

Cientistas descobrem nova espécie de cobra-de-duas-cabeças no Cerrado


Animal, nativo de Goiás, apareceu durante obras de usina hidrelétrica. Anfisbênios são grupo ainda pouco estudado de répteis.

A construção de uma hidrelétrica no sudoeste de Goiás acabou trazendo à superfície uma nova espécie de cobra-de-duas-cabeças, ou anfisbênio.

Esses répteis, que passam a maior parte de sua vida debaixo da terra, ainda são relativamente misteriosos para os biólogos, e sua diversidade ainda é pouco conhecida -- tanto que muitas outras espécies ainda podem estar esperando para serem descobertas.

"Em regiões mais quentes eles parecem ser de difícil acesso, havendo poucos registros de encontros ocasionais para muitas das espécies de anfisbênios.

Em lugares nos quais alguns meses do ano são mais frios, é possível encontrá-los mais facilmente perto da superfície para tentar se aquecer.

No entanto, obras grandes para construções ou para abertura de áreas para plantio estão revelando animais desconhecidos com frequência no Cerrado e na Caatinga", contou ao G1

a bióloga Síria Ribeiro, doutoranda da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

Ribeiro e seus colegas Alfredo Santos-Jr., também da PUC-RS, e Willian Vaz-Silva, da Universidade Federal de Goiás, descreveram formalmente o novo réptil em artigo na revista científica "Zootaxa".

A criatura ganhou o nome de Leposternon cerradensis por ser, por enquanto, o primeiro membro de seu gênero, o Leposternon, a ser encontrado apenas no Cerrado.

Os pesquisadores ainda não têm dados precisos sobre as profundidades que ele habita, sua dieta (provavelmente composta por pequenos insetos também subterrâneos, como formigas, cupins ou larvas deles) ou mesmo sua distribuição geográfica.

"Normalmente, o que acontece é que, quando a terra está sendo escavada durante determinada obra, os bichos são encontrados.

Também pode acontecer de eles subirem à superfície quando o reservatório de uma hidrelétrica está se enchendo", fugindo da água, explica Ribeiro.

Por isso mesmo, os biólogos acabam dependendo de um golpe de sorte (ou de azar, levando em conta a bagunça no habitat do animal) para conseguir observar as criaturas.

Foi Vaz-Silva, que acompanhava a construção da Usina Hidrelétrica de Espora no município de Aporé (GO), o responsável por recolher os espécimes da cobra-de-duas-cabeças durante um procedimento de resgate de fauna.

"Ele me mandou as fotos e eu logo notei que se tratava de um bicho novo, porque morfologicamente ele é muito diferentes das outras espécies de Leposternon", diz a bióloga da PUC-RS.

Cabeças


Ribeiro explica que "cobra-de-duas-cabeças" está longe de ser um nome popular adequado. "Na verdade a cabeça verdadeira é bem característica.

O problema é que as pessoas têm tanto medo de serpentes e assemelhados que não conseguem olhar direito", brinca.

Bobabem: para humanos, os anfisbênios são inofensivos. Na verdade, o que confunde o observador casual, diz ela, além da leve semelhança no formato das duas extremidades, é o fato de que a locomoção do animal envolve o movimento de ambas as pontas do corpo, de forma que a cauda pode dar a impressão de ser a cabeça.

A nova espécie tem uma conformação especial da cabeça que faz com que ela funcione como pá, escavando o caminho adiante no subsolo.

As principais diferenças do bicho em relação a seus parentes próximos estão em detalhes como as escamas da cabeça, nos chamados poros pré-cloacais e no número de meio-anéis dorsais e ventrais e anéis caudais que recobrem o corpo.

Os poros, como o nome diz, ficam perto da cloaca (abertura que, nos répteis, serve para todas as funções fisiológicas, como expelir urina e fezes e copular).

"Não temos dados diretos sobre a função dos poros nessa espécie. Mas, em outros anfisbênios, estudos morfológicos indicaram que eles podem estar relacionados com a comunicação entre indivíduos da mesma espécie e de espécies distintas", diz Ribeiro.

A cor rosada do bicho não significa que ele seja albino, explica ela. "Ainda não sabemos muito a respeito disso, mas o Leposternon cerradensis compartilha com as demais espécies com poros a ausência de coloração escura, e essas espécies estão presentes, principalmente, em áreas abertas, podendo a coloração estar relacionada com o solo utilizado ou até mesmo um determinado ambiente", afirma a bióloga.

É mais um mistério ainda não-elucidado sobre os anfisbênios, como o de sua distribuição geográfica -- ninguém sabe se as espécies encontradas num só lugar até hoje, como a nova, são mesmo únicas daquela região ou apenas muito discretas e comuns em outras.


Fonte: G1

China lançará sonda para Marte ainda este ano

A sonda Yinghuo-1 deve chegar a Marte em 2010


Vida útil da sonda é de dois anos e ela deve chegar à órbita de Marte em 2010, após viagem de dez meses.

A primeira sonda chinesa para Marte deve ser lançada no segundo semestre deste ano, junto com um foguete russo, disse a agência Xinhua nesta quinta-feira, 28, em mais um marco para o ambicioso programa espacial do país.

A sonda Yinghuo-1 (Vagalume-1) pesa 115 quilos e já passou por um teste importante, disse à Xinhua o subsecretário da Academia de Tecnologia de Voo Espacial de Xangai, Zhang Weiqiang.

Sua vida útil esperada é de dois anos, e ela deve chegar à órbita de Marte em 2010, após uma viagem de dez meses e 380 milhões de quilômetros, segundo Zhang. A sonda não irá pousar no planeta -- apenas circundá-lo e monitorá-lo.

Há alguns meses, uma sonda chinesa caiu na superfície lunar após uma missão de 16 meses, primeiro passo para o envio de um veículo que deverá pousar na Lua em 2012.

No ano passado, a China lançou sua terceira missão tripulada, a primeira com uma caminhada espacial.

Pequim espera um dia levar astronautas à Lua, mas o governo não anunciou prazos para isso.


Fonte: Estadão

Estudo: vulcão causou tragédia ambiental há 260 milhões de anos



Estudo divulgado nesta quinta-feira pela revista Science revelou que uma enorme erupção vulcânica causou a extinção da vida marinha no planeta há 260 milhões de anos.

A erupção ocorreu no sudoeste da China e lançou um milhão de quilômetros cúbicos de lava, de acordo com paleontólogos da Universidade de Leeds, no Reino Unido.

Os cientistas conseguiram estabelecer o momento da erupção porque ela ocorreu em águas pouco profundas, onde a lava permanece como uma camada de rocha, com fósseis de animais marítimos.

A camada que se fossilizou apresenta diferentes formas de vida, permitindo a vinculação dessa atividade vulcânica com uma grande catástrofe ambiental.

A erupção teve um efeito global, já que uma violenta explosão liberou grandes quantidades de dióxido sulfúrico na atmosfera.

"O encontro do magma de baixa viscosidade que flui de forma acelerada ao encontro das águas rasas é como jogar água em uma frigideira quente.

A explosão é espetacular e produz nuvens gigantescas de vapor", disse Paul Wignall, um dos autores do relatório.

Segundo os cientistas, o lançamento do dióxido sulfúrico na atmosfera formou uma nuvem que cobriu todo o planeta e o esfriou.

O processo acabou causando uma chuva ácida. "A extinção abrupta de vida marinha pôde ser vista claramente no registro fóssil, e vincula as erupções vulcânicas com as extinções maciças e uma catástrofe ecológica", afirmou.


Fonte: Terra

sexta-feira, 29 de maio de 2009

O próximo jipe marciano da Nasa

Concepção artística do novo jipe, o Curiosity (Foto: Nasa)


Depois do Spirit e do Oportunity, será a vez do Curiosity. O nome será dado ao Mars Science Laboratory, novo jipe robótico que a Nasa enviará a Marte em 2011.

O jipe, ou rover, como os americanos o chamam, estará equipado com sistemas destinados a procurar sinais de vida passada ou até moderna no planeta vermelho.


Fonte: G1

Museu peruano mantém 230 múmias de índios amazônicos


Corpos foram embalsamados por povo chachapoya. Tecnologia usada para conservar cadáveres ainda é desconhecida.

Bucólica, de gente simples e de uma riqueza incalculável, a cidade de Leymebamba, na Amazônia peruana é guardiã de um tesouro.

Em um museu, um impressionante acervo atrai os olhos do mundo. O homem contemporâneo reuniu um dos maiores achados da história sobre o homem primitivo das Américas. Nenhum outro lugar concentra tanta informação sobre os povos chachapoyas e incas.



São 230 múmias. Algumas de autoridades, segundo a arqueóloga Sonia Guillén, diretora do museu. Havia uma hierarquia. Quem representava os deuses, ou exercia algum poder, merecia túmulos melhores.

As pesquisas ainda são limitadas, ela diz. Mas já é possível saber, por exemplo, que a tuberculose matava muita gente naquela época.

Sônia mostra a múmia de uma jovem, de uns 13 anos. Pela expressão, ela teria morrido de um golpe violento, talvez um sacrifício de ritual religioso. A posição fetal simboliza a volta ao ventre para o recomeço da vida.



Há imagens gravadas durante o resgate, há dez anos, na laguna de Los Condores, região de acesso difícil, onde o cavalo é o único meio de transporte.



As múmias estavam bem escondidas, a quase três mil metros de altura. A operação para transportar achados tão valiosos foi delicada e durou várias semanas.

A tecnologia dos chachapoyas é o lado mais surpreendente da história, diz a arqueóloga. Até hoje, ninguém conseguiu desvendar esse mistério. Talvez tenham desenvolvido algum produto de conservação à base de ervas e plantas da floresta.



A única certeza é que, há 1,2 mil anos mais ou menos, além de dominar a tecnologia da mumificação, o homem desta região da Amazônia sabia preservar a sua própria história, respeitando a natureza.


Fonte: Globo.com

Barco com atriz britânica capta misterioso sinal no sonar navegando no Loch Ness

Os estranhos sinais no sonar


A atriz britânica Vicki Michelle, estrela da série televisiva "Allo, Allo!", estava com o elenco do programa em um cruzeiro no Loch Ness no barco Jacobite Queen, no dia 21 de maio, quando próximo do Castelo Urquhart o sonar do Jacobite Queen captou cinco sinais estranhos, "em forma de arco" na tela.


Castelo Urquhart


O capitão do barco, John Askew, disse que nunca havia visto nada assim em 15 anos de navegação no lago. Caçadores do monstro planejam investigar o avistamento mais a fundo.


Vicki Michelle


Adrian Shine
pesquisador do Loch Ness, que passou anos investigando o misterioso monstro, disse: "Isto me intrigou". "Tem toda a aparência de um verdadeiro contato no sonar".

"Certamente acrescenta mais mistério ao Loch Ness e será objeto de uma investigação mais aprofundada."


Fonte: Daily record


Cientista russo afirma que OVNI salvou a Terra em 1908




Um OVNI deliberadamente se chocou com um meteoro para salvar a Terra há 100 anos atrás? Isso é o que alega um cientista russo.

O Dr. Yuri Labvin, presidente da Fundação Fenômeno Espacial Tunguska , insiste que uma nave alienígena sacrificou-se para evitar que um gigantesco meteoro batesse no planeta, se autodestruindo acima da Sibéria em 30 de junho de 1908.

O resultado foi o eventoTunguska, uma enorme explosão estimada em 15 megatoneladas, que abateu 80 milhões de árvores em 100 milhas quadradas.



Testemunhas oculares relataram uma luz brilhante e uma enorme onda de choque, mas o espaço era tão escassamente povoado, que ninguém morreu.

Cristais de Tunguska

A maioria dos cientistas acha que a explosão foi causada por um meteorito que explodiu várias milhas acima da superfície. Mas Labvin pensa que o quartzo com marcações estranhas encontrado no lugar é remanescente de um painel de controle alien, que caiu no chão após o OVNI bater na rocha gigante.

"Nós não temos quaisquer tecnologias que possam imprimir este tipo de desenhos em cristais," disse Labvin a Macedonian International News Agency. "Encontramos também silicato de ferro que não pode ser produzido em qualquer lugar, exceto no espaço." Concluiu.


Fonte: Fox News/Macedonia Online

Cientistas completam sequenciamento do genoma do camundongo


O camundongo (Mus musculus) é o principal modelo animal usado como base para a pesquisa de doenças que atingem o homem, mas até onde vão as semelhanças entre os dois organismos?

Para um grupo internacional de pesquisadores, o melhor entendimento da biologia do camundongo somente seria possível a partir da disponibilidade do genoma completo do roedor. E é justamente isso que acaba de ser concluído.

Em artigo publicado na PLoS Biology, cientistas que compõem o Consórcio para Sequenciamento do Genoma do Camundongo descrevem o sequenciamento e comparam o genoma resultante com o humano. Segundo o estudo, há mais diferenças genéticas do que se imaginava.

Essas grandes diferenças, apontam os pesquisadores, refletem muitas das particularidades que distinguem as duas espécies.

Um quinto dos genes do camundongo é composto de cópias novas que surgiram nos últimos 90 milhões de anos.

“Nosso retrato do genoma do camundongo até então estava incompleto. Quando conseguimos juntar todas as peças que faltavam no quebra-cabeça percebemos que estávamos deixando de lado um grande número de genes encontrados apenas no camundongo, e não em humanos”, disse Leo Goodstadt, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, um dos autores do estudo.

Do outro lado, o estudo verificou que homem e camundongo têm em comum cerca de 80% de seus genes e a identificação de tais genes amplia diretamente a capacidade de empregar alvos específicos e mais adequados para o estudo de doenças humanas.

O sequenciamento permite distinguir exatamente como separar a biologia humana da biologia do camundongo.

Ao preencher as lacunas deixadas por versões anteriores do genoma do roedor da família dos murídeos, os pesquisadores do consórcio conseguiram identificar muitos genes até então desconhecidos.

Na comparação com o mais recente esboço do sequenciamento que foi publicado, o genoma completo apresenta 1.1259 genes que são específicos do camundongo – não compartilhados com o homem.

Segundo o estudo, muitos dos genes agora descobertos estão evoluindo em velocidade absolutamente inusitada, provavelmente como resultado de uma espécie de combate evolucionário entre o camundongo e suas células reprodutivas.

“O grande esforço coletivo para completar o sequenciamento valeu a pena. A partir de agora, as novas descobertas que serão feitas permitirão deixar de lado equívocos que vínhamos cometendo e revelar muitos segredos da biologia do camundongo”, disse Deanna Church, dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, outra autora da pesquisa.


Fonte: Agência FAPESP

Buraco negro com certeza


A galáxia M 94, na constelação dos Cães Caçadores, há décadas instiga a curiosidade de astrônomos e astrofísicos. A região central da galáxia emite uma luz diferente da produzida pelas estrelas, mas muito intensa.

Esse tipo de brilho costuma indicar a presença de um gigantesco buraco negro, mas até agora não havia sido encontrada a menor evidência dessa existência.

Depois de quase três anos analisando imagens obtidas com um dos maiores telescópios ópticos em terra – o Gemini Norte, instalado nas montanhas de Mauna Kea, no Havaí –, o astrofísico brasileiro João Steiner finalmente obteve provas inequívocas de que a M 94 abriga de fato um buraco negro voraz, um dos mais próximos do Sistema Solar.

Em entrevista ao programa de rádio Pesquisa Brasil do próximo fim de semana, Steiner, professor titular do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Astrofísica, detalha o método inovador que sua equipe usou para encontrar evidências do buraco negro.

Outro destaque do programa será uma entrevista com Odo Primavesi, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, que falará sobre alternativas para a alimentação bovina que diminuam a emissão de gases causadores do esfeito estufa, como dióxido de carbono e metano.


Fonte: Agência FAPESP

quinta-feira, 28 de maio de 2009

EUA inauguram o maior laser do mundo, para fundir átomos


A câmara de alvo do NIF, com um técnico à esquerda e o apoio do alvo à direita


Dois meses depois de ter sido declarado seguro, conjunto de 192 raios será inaugurado nesta sexta-feira.

Dois meses depois de ter sido certificado como seguro por autoridades federais americanas, o maior laser do mundo - na verdade, uma instalação composta por 192 feixes independentes, calibrados para atingir um mesmo alvo no mesmo instante - será oficialmente inaugurado nesta sexta-feira, 29.

Em 2010, os raios gerados pelo laser da National Ignition Facilty (NIF, ou Instalação Nacional de Ignição) serão disparados de encontro a uma cápsula de hidrogênio, na esperança de produzir uma fusão atômica que, acreditam os responsáveis pelo projeto, liberará muito mais energia que a usada para ativar os raios.

A fusão nuclear é o modo de geração de energia que ocorre no interior das estrelas, incluindo o Sol, e nas bombas de termonucleares de hidrogênio.

No caso do NIF, a fusão deverá ser gerada quando os raios laser aquecerem um invólucro de ouro, chamado hohlraum, que conterá a cápsula de hidrogênio.

Aquecido, o invólucro então passará a emitir raios-X que banharão a cápsula, comprimindo o combustível até uma densidade de 20 vezes a do chumbo, gerando uma temperatura de 100 milhões de graus Celsius.

Como resultado, os átomos de isótopos pesados de hidrogênio - deutério e trítio - fundem-se, produzindo hélio.



O hélio gerado, no entanto, tem massa inferior à do hidrogênio que o originou. A diferença é convertida em energia, que deverá ser de dez a 100 vezes maior que a consumida na ativação dos lasers.

Todo o processo deve se consumar em 20 bilionésimos de segundo, e com margem mínima para erro: a fim de causar o colapso do hidrogênio, os lasers têm de atingir o hohlraum com simultaneidade quase absoluta, numa coordenação da ordem de trilionésimos de segundo.

O NIF fica no Laboratório Nacional Lawrence Livermore, uma instalação de pesquisas científicas do governo dos Estados Unidos, localizada na Califórnia.

Além de tomar parte no experimento de fusão nuclear, os 192 lasers serão usados na realização de outros experimentos científicos, criando pressões e temperaturas que existem em estrelas, no núcleo de planetas gigantes e durante explosões nucleares.

Parte do mandado definido para o NIF pelo Congresso americano inclui a realização de cálculos e experimentos para avaliar o estado do arsenal nuclear do país.


Fusão


O uso da fusão nuclear para gerar energia de forma controlada - e não destrutiva, como no caso das armas nucleares - é perseguido há décadas.

No sul da França, um consórcio internacional (do qual os EUA também fazem parte) constrói o Iter, um reator que usará campos magnéticos para aquecer e confinar o hidrogênio. O desafio do Iter será produzir pelo menos dez vezes mais energia que a consumida pelo reator.

A fusão nuclear, caso se mostre viável, seria uma alternativa "limpa" tanto aos combustíveis fósseis quanto à energia nuclear convencional, obtida por meio da fissão - quebra - de átomos.

Além de gerar muito menos lixo radioativo, as reações de fusão não requerem tecnologias que também podem ter aplicação bélica, como o enriquecimento de urânio, e nem geram subprodutos - como o plutônio, produzido em alguns reatores de fissão - que podem ser usados na fabricação de armas atômicas.

Os custos dos projetos de fusão, no entanto, são altos. O NIF, que usa uma área do tamanho de um estádio de futebol para focar seus 192 lasers num alvo de meio milímetro, no centro de uma câmara de vácuo de 10 metros, tem um custo de US$ 3,5 bilhões (R$ 7 bilhões).

O Iter, por sua vez, ocupa uma área de 180 hectares, dos quais 42 - 1 quilômetro de comprimento por 400 de largura - serão cobertos por edifícios. O reator terá 57 metros de altura, e o custo total de construção e operação é estimado em 10 bilhões de euros (R$ 28 bilhões).


Fonte: Estadão


Cientistas conseguem observar 'fases' de planeta fora do Sistema Solar

Concepção artística das 'fases' de planeta extra-solar (Foto: Observatório de Leiden)


Feito foi possível com o satélite franco-europeu CoRoT. Objeto é grande como Júpiter, mas gira próximo à estrela.

Quatro séculos atrás, o célebre astrônomo Galileu Galilei ficou famoso por, entre outras coisas, apontar um telescópio na direção de Vênus e constatar que o planeta, magnificado, apresentava fases, iguais às que a Lua apresenta em seu movimento ao redor da Terra.

Agora, astrônomos do Observatório de Leiden, na Holanda, fizeram exatamente a mesma coisa, mas com um planeta localizado fora do Sistema Solar.

Pode parecer pouca coisa, mas não é. Enquanto Vênus, o astro observado por Galileu, é o vizinho mais próximo da Terra e aparece no céu, a olho nu, como um objeto bastante brilhante, o planeta HD 189733b está tão distante que nem mesmo com o auxílio dos mais poderosos telescópios é possível observá-lo com clareza.

O objeto em questão está na categoria dos Hot Jupiters, assim chamados porque são gigantescos como Júpiter, mas orbitam muito próximos a suas estrelas-mães, o que faz deles incrivelmente quentes, inabitáveis, portanto.

O feito foi obtido graças ao poder do telescópio espacial CoRoT, satélite franco-europeu que conta com participação brasileira e tem como uma de suas missões principais descobrir planetas fora do Sistema Solar.

Ele monitorou o HD 189733b por 55 dias seguidos. Nessas circunstâncias, era impossível observar a luz vinda do planeta evitando a luz proveniente da estrela vizinha.

Por conta disso, a descoberta e o monitoramento de planetas pelo CoRoT envolve uma complexa análise da luz vinda daquela região, que permite dizer quando um astro planetário passa à frente da estrela e, com análises subsequentes, observar a contribuição luminosa do planeta para a luz total que chega à Terra.

Por meio dessa análise, os cientistas liderados por Ignas Snellen conseguiram detectar uma flutuação gradual da luz vinda do planeta, conforme ele passava pelas fases crescente, minguante e nova.

Esta última ocorria durante o chamado "trânsito", quando o planeta passa à frente da estrela. Já a fase cheia, não é visível porque nesse momento o planeta estaria passando atrás da estrela.

Os resultados foram publicados na edição desta semana do periódico científico britânico "Nature".


Fonte: G1

Gorilas são mais espertos do que se pensava, diz estudo

Gorilas raramente utilizam ferramentas e, como resultado, raramente foram estudados cognitivamente


Embora os pesquisadores testem rigorosamente a inteligência de chimpanzés há anos, os gorilas recebem bem menos atenção.

Isso porque os gorilas raramente usam instrumentos, o que fez com que cientistas presumissem que os grandes primatas não fossem tão astutos mentalmente.

Mas uma pesquisa em andamento no Zoológico Lincoln, de Chicago, sugere algo diferente. Há quatro anos, cientistas no local instalaram um terminal de computador com tela sensível ao toque na lateral da jaula de um gorila fêmea chamado Rollie.

Ao aproximar-se do aparelho, o gorila via o número 1 apresentado na tela. Quando Rollie tocava o símbolo, um toque soava e a máquina liberava um doce de blueberry.

Não precisou muito tempo para o gorila entender que pressionar o número traria benefícios. Após um tempo, a tela do computador passou a apresentar a Rollie dois símbolos: os numerais 1 e 2. Por tentativa e erro, Rollie compreendeu que, ao tocá-los na ordem correta, ela recebia o prêmio.


O atraso dos chimpanzés


No ano passado, o primatologista do zoológico Steve Ross relatou que Rollie conseguia seqüenciar até sete números por vez, enquanto chimpanzés na instalação demoravam duas vezes mais para aprender a seqüência.

"Gorilas raramente utilizam ferramentas e, como resultado, raramente foram estudados cognitivamente. Então não esperávamos que alcançassem desempenhos tão bons", disse Ross.

A despeito do sucesso de Rollie, Ross e seus colegas questionavam se ela não seria uma exceção muito inteligente e se tal intelecto poderia ser encontrado em outros gorilas.

Os cientistas iniciaram testes em outros espécimes de seu zoológico. O mais jovem do grupo, um gorila de cinco anos chamado Azizi, também vem demonstrando aprendizado rápido.

Até agora, o gorila macho aprendeu apenas a seqüenciar cinco números por vez, mas seu progresso é tão veloz quanto o de Rollie.

No Japão, estudos similares estão sendo conduzidos com chimpanzés, mandris e gibões. Nenhum conseguiu passar do número 5.

"Esse é o primeiro estudo a demonstrar uma inteligência gorila como essa", disse Tetsuro Matsuzawa, diretor do Instituto de Pesquisa de Primatas da Universidade de Kyoto.

"Quero muito saber como será o progresso das próximas pesquisas com esses gorilas."


Intolerância Social


A descoberta levanta questões sobre a razão de gorilas não usarem ferramentas com mais freqüência.

"Estamos começando a pensar que a intolerância social do gorila impede que comportamentos inovadores, como o uso de ferramentas, se disseminem em um grupo", disse a primatologista Elizabeth Lonsdorf, também do Zoológico Lincoln.

Se gorilas se reunissem e se estudassem - como os chimpanzés - o uso de ferramentas seria bem mais comum, observou Lonsdorf.

Outro fator poderia ser o comportamento alimentar. Gorilas são muito dependentes de gramas e ervas, que são de fácil obtenção e não exigem instrumentos para a coleta, enquanto chimpanzés normalmente se alimentam de frutas e nozes, cujo acesso é difícil sem ferramentas.

"O desafio da obtenção de alimento", disse Matsuzawa, "pode ser uma segunda razão de chimpanzés inventarem ferramentas e gorilas não".


Fonte: Terra

Imagem de raro golfinho albino é divulgada nos EUA

O golfinho albino foi fotografado nadando ao lado de outro animal da espécie

A imagem de um raro golfinho albino nadando no lago Charles, na cidade de Los Angeles, EUA, foi divulgada nesta quarta-feira. O golfinho foi visto no dia 18 de maio na companhia de outro animal da mesma espécie com coloração normal. As informações são da agência AP.

Segundo biólogos, os golfinho albinos são extremamente raros, sendo este o 14º encontrado e registrado em todo o mundo e o terceiro no Golfo do México.


Fonte: Terra

Piranha encontrada em um rio siberiano


Uma piranha foi encontrada no Rio Ob na Russia Siberiana. O peixe amazônico com 634 gramas foi mostrado na televisão local Altai, após ter sido capturado por um pescador e identificado por zoólogos.

No vídeo, Sergey Kolmakov, que teve a sorte de pescar a piranha no Rio Ob, mostra suas barbatanas e dentes afiados para a câmera. "Isto é horrível de encontrar", disse ao canal de televisão. "Eu nunca pensei que houvesse esse peixe horrível nas nossas águas."

Zoólogos da Universidade Estadual de Altai admitiram que o peixe era uma piranha preta ou comum, típica dos rios sul-americanos, embora eles não possam explicar como o peixe poderia ter conseguido sobreviver em um rio da Sibéria.

Fonte: Mosnews

quarta-feira, 27 de maio de 2009

OVNI filmado em Gales do Sul, Reino Unido

video


Mãe e filha, Fiona e Myfanwy George-Veale, certamente pensam que há algo estranho acontecendo.

Elas avistaram uma série de luzes no céu sobre sua casa na noite de domingo, e dizem que ainda não encontraram uma explicação satisfatória do que eram os objetos brilhantes.

A mãe, Fiona, que vive em Llandaff, Cardiff, disse: "Era cerca de 10:30 hs. e as minhas filhas me chamaram para olhar os objetos que podiam ser vistos no céu. "Eles eram laranja e brilhantes, e alguns deles eram vermelho vivo.

"Obviamente eu nunca vi um OVNI antes, então eu não sei como parecem, mas eu também nunca vi nada assim antes."

Fiona e sua filha Myfanwy, 15, correram para conseguir uma câmera para tirar fotografias e filmar um vídeo dos OVNIS. As fotos não ficaram muito boas, mas elas conseguiram obter um curta-metragem das luzes.

"Havia entre oito e 12 destas esferas laranjas no céu, uma depois da outra", acrescentou Fiona, que viu as luzes de Bank Holiday no domingo. "Pudemos vê-las uma a uma se deslocando na mesma direção."

A família ficou tão chocada com o que havia visto que a senhora George-Veale chamou o número de emergência da polícia para relatar o avistamento e tentar obter uma explicação.

Eles disseram que era provável que fossem lanternas chinesas - balões de papel.

Mas a senhora George-Veale discordou, dizendo: "Pensamos que se fosse uma lanterna de papel seguiria a direção do vento".

"As luzes que vimos faziam um movimento controlado e voavam da mesma maneira. Elas não pareciam flutuar. "Pode não ser nada, mas suspeitamos disso."

Um porta-voz da polícia de Gales do Sul, disse que não houve mais relatos de avistamentos de qualquer luz suspeita na noite de domingo.


Fonte: Wales Online

Correspondente afirma ter fotografado Ovni em Córdoba, Argentina

Ele garante que, em menos de um minuto, um "círculo de luz" se moveu rapidamente no céu. É verdade?




As seguintes fotos foram tiradas na cidade de Córdoba.

São duas fotos em seqüência. A primeira foto mostra um círculo iluminado como uma estrela, que sempre mantinha o mesmo comprimento, mas que a medida que subia perdia intensidade.

A segunda foto mostra o mesmo objeto, que segue em ordem ascendente, e muda sua forma. O círculo segue a direção norte e desaparece (com uma velocidade maior e com uma forma diferente) segue para o sul.

Nota: As fotos podem tomar como referência um poste de luz, para ver a distância percorrida em menos de um minuto.


Fonte: Cadena 3

ISS fotografa estranhos círculos no gelo de lago russo

Anéis escurecidos como o do centro da foto, com diâmetro de 4,4 km, foram clicados pelos astronautas do espaço


Estranhos círculos formados sob a camada de gelo que cobre a superfície do grande lago Baikal, ao sul da Sibéria (Rússia), foram fotografados pelos astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS).

Na área onde se formou um dos anéis escurecidos, com diâmetro de 4,4 km, também ficou visível a fragilidade do gelo. As informações são do Terra Chile.

Apesar do aparecimento de círculos não ser algo novo - outros aparaceram em 1985 e 1994 -, a origem do seu desenvolvimento ainda é desconhecida.

Segundo especialistas, a camada sólida do lago pode se quebrar à noite e voltar a congelar na manhã do outro dia.

No mês de abril, o fenômeno pode ser visto com mais freqüência, aparecendo quando a cobertura de gelo se forma e desaparecendo quando o gelo derrete.

O aspecto da camada sólida visto na foto parece frágil, mas os especialistas garantem que o gelo se mantém forte até o final de junho.


Fonte: Terra

Cratera em Marte foi formada por vento e água, sugere jipe

Imagem da cratera Victoria feita por jipe robótico da Nasa em Marte (Foto: Nasa)



Estudo foi publicado no periódico americano "Science". Resultados reúnem dados coletados por sondas no planeta vermelho.

Aqueles dois rovers em Marte, Spirit e Opportunity, ofereceram muita informação sobre o planeta nos cinco anos em que estiveram rondando sua superfície.

A maior parte dos dados diz respeito à questão central do papel desempenhado pela água no passado do planeta, e um novo artigo, publicado na Science, que descreve a exploração da Cratera Victoria pela Opportunity, na Meridiani Planum, uma planície próxima do equador, não é exceção.

O texto é de autoria de Steven W. Squyres, um astrônomo da Universidade Cornell, e mais 30 colegas. Ele resume informações divulgadas nos últimos anos e resume o resultado em duas palavras: molhado e ventoso.

Ou seja, a água e o vento alteraram o terreno ao redor da cratera assim como em qualquer outro lugar, sugerindo que os processos são regionais em escala.

O impacto formador da cratera (que tinha originalmente 600 metros de diâmetro) expeliu rochas sedimentares e expôs camadas de sedimentos ao longo da borda.

Porém, há muitas evidências de erosão por vento – a cratera aumentou para cerca de 750 metros, formando entalhos e escarpas pela margem. Além disso, rochas expelidas para fora foram aplainadas e formaram um terreno liso.

A Opportunity examinou muitas rochas expostas próximas da borda e uma seção de 10 metros de profundidade chamada de Duck Bay.

Assim como na exploração de duas outras crateras, pequenas esferas de hematita, uma forma de óxido de ferro, foram encontradas dentro das rochas e na superfície.

Geralmente, as esferas, formadas em condições úmidas, aumentam seu tamanho de acordo com o aumento da profundidade. Isso sugere que as águas subterrâneas (possivelmente mais abundantes com o aumento da profundidade) afetaram os sedimentos.

O rover Opportunity continua rodando e agora se dirige para outra cratera. No total, ele já viajou quase dez milhas. O Spirit viajou a metade dessa distância, e agora está preso na areia, do outro lado de Marte.


Fonte: G1

Astrônomos conseguem flagrar explosão de supernova 'secreta'

A galáxia em cujo centro foi detectada a explosão (à esq.); em cima e à direita, um zoom na estrela (Foto: Divulgação)



Fenômeno aconteceu na galáxia M82, a 12 milhões de anos-luz daqui. Nuvens de gás encobrem conflagração, mas ondas de rádio passam.

Uma equipe internacional de pesquisadores capitaneada pelo alemão Andreas Brunthaler, do Instituto Max Planck de Radioastronomia, detectou o que se pode chamar de "supernova secreta": a explosão de uma estrela no centro da galáxia M82, que normalmente ficaria totalmente encoberta e invisível para nós aqui na Terra.

A densidade de matéria no centro galáctico normalmente taparia a luz do evento com nuvens de gás e poeira, mas ondas de rádio produzidas pela supernova conseguem atravessar e foram detectadas.

A descoberta foi feita com a ajuda do Very Large Array, um conjunto de 27 grandes telescópios postados no estado americano do Novo México.

A imagem acima mostra o evento com graus cada vez mais refinados de detalhe. O último detalhe, no canto inferior direito, revela a expansão da "casca" externa da estrela sob o impacto da explosão -- algo da ordem de 20 dias-luz, ou 520 bilhões de quilômetros.

A estrutura em forma de anel em torno da estrela está se expandindo a cerca de 4% da velocidade da luz, ou 40 milhões de quilômetros por hora -- velocidade típica para supernovas. O cadáver da estrela que sobrou dessa conflagração deve se transformar num buraco negro ou numa estrela de nêutrons.

Fonte: G1


terça-feira, 26 de maio de 2009

Cientistas alertam para novos "super ratos"


Mutações genéticas resultaram na resistência a venenos e crescentes infestações nas cidades.

Um novo tipo de "super-ratos" com mutações genéticas que aparentemente os tornam resistentes aos venenos comumente utilizados infestam vilas e cidades de toda a Grã-Bretanha, advertiu um cientista.

Peritos em pragas em partes da Grã-Bretanha têm notado um aumento do número de ratos que parecem ser imunes a venenos.

Alguns acreditam que a resistência foi causada por fêmeas que se alimentaram com veneno e resistiram, o que inadvertidamente aumentou a imunidade dos filhotes.

Mas pesquisadores da Universidade de Huddersfield consideram que uma mutação genética resultou na resistência dos roedores.



O professor Robert Smith, um dos principais especialistas do Reino Unido em ratos, disse que a mutação foi encontrada nos ratos em partes de Hampshire, Berkshire, Oxfordshire, Swindon e Bristol.

Ratos resistentes foram também encontrados em East Yorkshire - possivelmente o resultado de uma mutação diferente do sul da Inglaterra.

No ano passado, os conselhos locais foram chamados para lidar com 700.000 infestações, em comparação com as 650.000 do ano anterior, segundo a Associação Nacional de Técnicos em Pragas.

Em York, o número de chamadas duplicou, enquanto Exeter relatou um aumento de 66%, Salford viu um aumento de 40%.

Smith disse que pessoas estão se voltando para outros meios de controle de ratos. Ele disse: "Tenho sido contatado por exterminadores que realmente sabem o que estão fazendo, que usam armas e armadilhas. Mas isso não é bom o suficiente para se obter níveis controlados de infestação por ratos".

Na Huddersfield University está sendo desenvolvido um projeto para tentar descobrir até onde a mutação se espalhou.


Fonte: Guardian

Espanha: Mulheres extorquidas com vodu



A polícia espanhola prendeu o líder de uma quadrilha envolvida no tráfico ilegal de mulheres trazidas da Nigéria para a prostituição forçada na Espanha, com ameaças de encantamentos Vodu.

Muitos dos 23 detidos no país, foram acusados sábado em um tribunal do sul da cidade de Huelva.

A polícia disse que as prisões foram motivadas por uma denúncia de uma mulher que relatou em Fevereiro para a polícia as intimidantes táticas da gangue.

A gangue nigeriana convidou jovens para viajar ilegalmente para a Europa, com a promessa de uma vida melhor e um emprego permanente, mas, em seguida as extorquíam, quando pagavam as despesas da viagem, e as controlavam através de táticas intimidatórias, disse a polícia em uma declaração.

As vítimas, entre 25 e 35 anos, tinham que devolver todos os rendimentos provenientes da prostituição para os membros da gangue, que advertiam que elas enlouqueceriam e suas almas seriam destruídas durante rituais de Vodu na Nigéria, utilizando as suas unhas ou cabelos, se desobedecessem as ordens recebidas.

O Vodu é uma prática religiosa realizada principalmente no Haiti, África e partes do sul dos Estados Unidos.


Fonte: Terra México

Encontrado fóssil de preguiça de 5 milhões de anos no Peru


Foi descoberto no Peru o fóssil quase intacto de uma preguiça que viveu há 5 milhões de anos. A descoberta é mais ou menos 4 milhões de anos mais antiga que outros fósseis de preguiças semelhantes já encontrados nas Américas, segundo os pesquisadores.

A preguiça foi encontrada sob o piso de cimento de uma casa na região andina de Espinar, no sul do Peru, quando trabalhadores instalavam a tubulação de água.

Partes de um tatu gigante, também de 5 milhões de anos atrás, foram encontradas recentemente nas proximidades.

Com cerca de três metros de comprimento, a preguiça era herbívora e viveu durante o Mio-Plioceno, disse o paleontólogo Rodolfo Salas, do Museu de História Natural do Peru.

Salas foi um dos cientistas responsáveis pela escavação, patrocinada pelo governo francês.

"Este esqueleto da preguiça é especialmente importante por ser o primeiro esqueleto completo desse tipo de 5 milhões de anos encontrado nas Américas", disse ele à Reuters.

"Foram feitas descobertas anteriores de esqueletos parciais de animais semelhantes, mas da era Pleistocena, ou seja, do último 1 milhão de anos."

O fóssil da preguiça foi encontrado a 4 mil metros acima do nível do mar. Salas disse que a preguiça é relativamente pequena comparada com outros animais de seu tipo e que ajudará os cientistas a ter uma compreensão melhor da evolução dos mamíferos nos Andes.

O clima seco do Peru ajudou a preservar milhares de fósseis, da costa Pacífica até a cordilheira dos Andes, razão pela qual o país é um dos destinos favoritos de caçadores de fósseis.


Fonte: Terra

Calma excessiva do Sol pode indicar nova era glacial

O Sol tinha um aspecto liso em Março de 2009 e assim permanece hoje. Esta é a sua fase menos ativa desde a década de 50


Uma parada prolongada na atividade solar levou os astrofísicos a dedicar atenção especial aos seus telescópios para determinar o que o Sol fará a seguir - e de que maneira o clima da Terra pode responder.

O Sol vem apresentando seu menor nível de atividade em décadas e sua menor luminosidade em 100 anos. A pausa solar faz com que alguns cientistas tomem como paralelo a Pequena Era Glacial, um período de frio incomum na Europa e na América do Norte que se estendeu de 1300 a 1850.

O período mais frio da Pequena Era Glacial, entre 1645 e 1715, está conectado a uma profunda queda nas tempestades solares conhecida como "Mínimo de Maunder".

Durante aquele período, o acesso à Groenlândia esteve em larga medida bloqueado pelo gelo, e os canais holandeses costumavam se congelar completamente.

As geleiras nos Alpes engoliam aldeias inteiras, e o gelo no mar se adensou a tal ponto que não existia mar aberto em torno da Islândia em 1695.

Mas os pesquisadores estão em guarda contra a possibilidade de que suas preocupações sobre uma nova era fria sejam mal interpretadas.

"Os céticos quanto ao aquecimento global tendem a se precipitar", disse Mike Lockwood, um físico especialista nos efeitos do Sol sobre a Terra, da Universidade de Southampton, no Reino Unido.

Ele e outros pesquisadores decidiram, portanto, conduzir uma "negação preventiva" quanto a um mínimo solar que levaria a um resfriamento global.

Mesmo que a atual pausa solar seja o início de um período prolongado de baixa atividade, dizem os cientistas, os efeitos da estrela sobre o clima empalidecerão em contraste com a influência dos gases gerados por atividade humana e causadores do efeito-estufa.

"Acredito que seja preciso ter em mente que o dióxido de carbono está em nível entre 50% e 60% superior ao normal, enquanto o declínio na atividade solar é da ordem de menos de 1%", disse Lockwood. "Creio que isso deva ajudar a manter as coisas em perspectiva".

Mesmo assim, acrescentou, pequenas variações no brilho do sol são mais poderosas do que as mudanças na contribuição do efeito-estufa.

Por exemplo, uma variação de 50% no brilho do Sol poderia representar a extinção da vida na Terra.

Há centenas de anos os cientistas vêm registrando o número observável de manchas solares como maneira de acompanhar os ciclos de atividade solar, cuja duração média é de 11 anos. As manchas solares, que podem ser visíveis sem telescópio, são regiões escuras que indicam intensa atividade magnética na superfície do Sol Tempestades solares como essas enviam ondas de partículas dotadas de carga elétrica, capazes de prejudicar satélites e até mesmo derrubar redes elétricas.

No atual ciclo, 2008 deveria ter sido o ponto mais baixo, e este ano as manchas celulares deveriam ter começado a mostrar avanços.

Mas nos primeiros 90 dias de 2009, 78 não apresentaram manchas solares. Os pesquisadores também disseram que o brilho do sol é o menos intenso dos últimos 100 anos.

O Mínimo de Maunder correspondeu a uma profunda parada nas atividades das manchas solares - os astrônomos da era registraram apenas 50 delas em um período de 30 anos.

Caso o Sol entre em depressão semelhante, pelo menos um modelo preliminar sugeriu que pontos frios poderiam surgir em diversos locais da Europa, Estados Unidos e Sibéria.

No evento anterior, porém, muitas partes do mundo passaram sem efeitos, disse Jeffrey Hall, astrônomo e diretor associado do Observatório Lowell, em Flagstaff, Arizona.

"Até mesmo um mínimo intenso como aquele não exerceu atividade mundial", ele disse.


Incógnitas e incertezas


As mudanças na atividade solar podem afetar a Terra de outras maneiras, além disso. Por exemplo, a radiação ultravioleta emitida pelo Sol não está se reduzindo da mesma maneira que nos mínimos visuais do passado.

"A luz visível não varia tanto assim, mas a ultravioleta vaia em 20%, e os raios-X podem variar por um de 10", disse Hall.

"O que não compreendemos tão nem é o impacto dessa irradiação espectral diferenciada".

A radiação solar ultravioleta, por exemplo, afeta mais as camadas superiores da atmosfera terrestre, onde os efeitos são menos perceptíveis para os seres humanos.

Mas alguns pesquisadores suspeitam que esses efeitos possam influenciar camadas mais baixas, que têm papel na formação do clima.

Em termos gerais, as pesquisas mais recentes vêm definindo uma situação sob a qual o Sol tem influência ligeiramente superior à prevista por teorias do passado, no que tange ao clima terrestre.

Incógnitas atmosféricas como a radiação ultravioleta podem ser parte da explicação, segundo Lockwood.

Enquanto isso, ele e outros especialistas acautelam contra contar com pausas solares futuras como forma de mitigar o aquecimento global.

"Existem muitas incertezas", disse José Abreu, estudante de doutorado no Eawag, o instituto de estudos do clima do governo suíço.

Não sabemos até que ponto o clima é sensível às alterações na intensidade do Sol. Em minha opinião, melhor não brincar com aquilo que desconhecemos".


Fonte: Terra

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...