Ontem, às 2 da manhã, a cidade de Joaquin V. González com cerca de 20.000 habitantes em Salta, ficou sem luz, e os moradores dizem que tudo foi causado por um objeto voador não identificado.
Tradução: Carlos de Castro
Fonte: Infobae
O Planetário de Joanesburgo em seguida apelou para todas as testemunhas que conseguiram registrar a queda do meteoro.
Este clipe foi postado no YouTube, mostrando um breve vislumbre do meteoro que se tornou visível através das nuvens, antes de iluminar os céus por milhas ao redor.
"Nós vimos essa grande bola de fogo verde". Isto saiu do céu, inesperadamente", houve um flash súbito, e vimos um rastro laranja no céu, seguido de uma explosão muito brilhante, o céu ficou iluminado como se fosse dia. "disse um local ao jornal Eyewitness News.
O meteoro ainda não foi encontrado, apesar de todos os residentes procurarem com a esperança de ganhar algum dinheiro.
Mas de acordo com as leis sul africanas a rocha é de propriedade do estado, mesmo que esteja em uma propriedade particular.
Um leitor gravou com seu telefone celular de um dos pátios do Compuplaza, o estranho fenômeno que levou os transeuntes do Palácio de Justiça, para a Plaza Mayor, a ficarem paralisados ao tentar ver quatro ou cinco luzes brilhando através das nuvens.
"As luzes se juntavam e separavam com velocidade incomum, se aproximavam e separavam", disse uma das milhares de testemunhas que viram o fenômeno.
O Hotel Chelsea foi a "residência" final do autor galês de "Death Shall Have No Dominion" e "Do Not Gentle Into That Good Night", e ganhou uma aura infâme quando o ex-baixista da banda Sex Pistols, Sid Vicious, esfaqueou até a morte em um quarto a namorada Nancy Spungen em 1978.
A hóspede diz no Hotel Chelsea Blog, um site dedicado aos 125 anos do hotel, que passou a noite sem dormir ouvindo os passos do fantasma e com uma sensação arrepiante de medo.
"De repente, olhei para cima e à direita em frente ao espelho do banheiro do quarto, e vi uma cabeça no ar", disse a mulher, identificada apenas como "Anna".
"A cabeça parecia fazer uma careta para mim, e eu nunca vou esquecer os olhos olhando pra baixo, quase esbugalhados".
"O rosto parecia pintado com algum tipo de maquiagem de teatro, lábios vermelhos brilhantes e desenhados com muito cuidado, a cara pintada de branco, e o cabelo preto bem enrolado até o comprimento das orelhas.
"Eu tive uma idéia de quem era esse homem depois de olhar para as imagens dos famosos que ali viviam e partiram para o além".
A morte do icônico escritor não é a única conexão do hotel com celebridades.

Em um quarto do Chelsea, Leonard Cohen fã de Dylan Thomas conheceu Janis Joplin em uma cama desfeita.
A verdadeira identidade da aparição no hotel pode permanecer um mistério, de acordo com os proprietários.
Um porta-voz disse: "Eu não acho provável que seja Dylan, ele estava vivendo na sala 206 no momento da sua morte, enquanto isto aconteceu no quarto 114."
Os raios de sol atravessam a pedra do Furo e inundam de luz o círculo cerimonial. Para os arqueólogos, o lugar era usado em datas astronômicas especiais - assim como o famoso sítio britânico de Stonehenge.
O Amapá é considerado o estado brasileiro cujo ambiente natural foi o menos alterado desde o início da colonização: 98% das florestas estão em pé, e mais de 70% de seu território é área de conservação. Igarapés e rios são os caminhos para muitos moradores, assim como foram para os engenheiros do Stonehenge - os blocos de rocha, contam os arqueólogos, vinham de pedreiras distantes do sítio.
A urna funerária achada no sítio Rego Grande é de um estilo comum em todo o litoral do Amapá até a Guiana Francesa.
Do sítio Retiro do Padre, uma antiga aldeia na margem do rio Amapá Grande, brotam vestígios de uma das quatro culturas que habitavam a região desde o século 10 até a chegada dos europeus.
Em uma caverna ao sul de Macapá, um morador segura uma urna funerária. A exposição das peças a qualquer visitante torna os sítios vulneráveis, uma ameaça a um patrimônio ainda pouco estudado.
É crepúsculo, e Lailson da Silva, zelador da fazenda onde fica o Stonehenge brasileiro, segue para casa. Entre a população local, este é um dos lugares conhecidos como "cemitérios de índios", que costumam assombrar as pessoas com visões inexplicáveis. "No meio da noite, uma luz vermelha sai das pedras", conta Silva. A arqueologia, agora, pode interpretar melhor esse misterioso local.
Kuhikugu, conhecida pelos arqueólogos como sítio X11, é a maior cidade pré-colombiana já descoberta na região do Xingu na Amazônia. Abrigava mil pessoas ou mais e servia como o eixo central de uma rede de aldeias menores.



Na apresentação, o chefe de desenvolvimento da empresa de implantes, Hubert Egger, explicou sobre a criação e funcionamento da novidade cibernética com a ajuda do de Christian Kandlbauer, jovem de 21 anos que perdeu ambos os braços em um acidente em 2005.
Utilizando o protótipo, Kandlbauer demonstrou à imprensa diversos movimentos, comandados por seu cérebro, como um simples aperto de mão até a simulação da direção de um carro.
Fonte: Estadão
Receptor eletrônico foi implantado no olho do paciente (Foto: Manchester Royal Eye Hospital/Divulgação)Um homem britânico que havia perdido a visão na juventude se tornou uma das primeiras pessoas do mundo a voltar a enxergar com o uso de um "olho biônico" desenvolvido nos Estados Unidos.
Peter Lane, de 51 anos, da cidade de Manchester, é uma das 32 pessoas que estão sendo submetidas a uma experiência internacional com o equipamento.
Ele recebeu um implante de um receptor eletrônico, instalado dentro do globo ocular e ligado ao nervo óptico e a óculos especiais.
Uma câmera colocada nesses óculos capta a imagem e a envia a um processador portátil, que transforma a imagem em sinais eletrônicos enviados ao receptor. Este, por sua vez, envia impulsos até a retina e o nervo óptico, fazendo a pessoa finalmente enxergar.
'Pequenas palavras'
Lane, por enquanto, consegue apenas ler palavras pequenas em uma tela especial.
"É um começo", disse ele. "Os médicos vão me dar uma dessas telas para eu ler em casa, e espero um dia poder voltar a ler cartas sozinho."
"Além disso, quando saio, o equipamento me dá mais segurança e mais independência."
Lane começou a perder a visão por volta dos 20 anos por causa de uma retinite pigmentosa, uma doença degenerativa da retina com origem genética.
O "olho biônico" foi desenvolvido pela empresa americana Second Sight e está sendo testado por apenas 11 médicos de todo o mundo.
Os especialistas, no entanto, acreditam que inicialmente o aparelho será útil apenas para as pessoas vítimas da retinite pigmentosa.
O tripulante cego da Enterprise Geordi La Forge, da série Jornada nas Estrelas: A Nova Geração, utilizava um equipamento semelhante
Em março, outro paciente que ficou cego por causa de rinite pigmentosa, um britânico de 73 anos identificado apenas como Ron, disse ter começado a ver "flashes de luz" depois de ter sido submetido a um implante de um olho da Second Sight em um hospital em Londres.
"Durante 30 anos eu não vi nada. Tudo era preto. Mas agora a luz começa a aparecer. Poder ver a luz de novo é algo maravilhoso", disse Ron, que não revelou seu sobrenome, em entrevista à BBC.
"Eu posso ver a diferença entre as meias brancas, cinzas e pretas. E minha ambição agora é sair em uma noite de céu limpo e poder ver a lua", disse.
Fonte: BBC








Um estudo feito nos Estados Unidos propõe uma nova teoria para a formação de buracos negros “supermassivos” – com massas milhões ou até bilhões de vezes maiores que a do Sol –, sugerindo que eles se formaram em “casulos” de gás dentro de estrelas.
O estudo, da Universidade do Colorado, na cidade de Boulder, apresenta uma alternativa à teoria mais aceita hoje em dia sobre a formação desses eventos cósmicos, a de que eles surgiram a partir da união de um grande número de buracos negros pequenos.
O astrônomo que liderou o estudo, Mitchell Begelman, analisou os buracos negros surgidos a partir de estrelas supermassivas surgidas nos primórdios do universo.
Segundo ele, em alguns casos, o núcleo dessas estrelas entra em colapso, formando buracos negros – que, devido ao tamanho dessas estrelas, já nascem maiores que buracos negros comuns.
Em um segundo estágio de formação, esses buracos negros passam a engolir a matéria ao redor, dentro da estrela, formando um “casulo” e inchando até engolir o que restou do material que formava a estrela.
"O que é novo aqui é que acreditamos ter encontrado um novo mecanismo relativamente rápido de formação desses gigantes", disse Begelman.
Os buracos negros são objetos cósmicos extremamente densos formados, acredita-se, pelo colapso de estrelas, e com um campo gravitacional tão forte que nada, nem mesmo a luz, é capaz de escapar da sua atração.
Esses eventos não podem ser detectados diretamente pelos astrônomos, mas sim por sinais como movimento de matéria estelar girando em torno deles.
Fonte: BBC

"Sem abrir o corpo, nós conseguimos detectar entre 60% e 80% das lesões e causas da morte", explica o médico.
Segundo Thali, uma das principais vantagens das necropsias virtuais é o fato que registros digitais permanentes são criados e podem ser compartilhados através da internet.
Durante uma necropsia, que leva em torno de 30 minutos, o cadáver é colocado em uma mesa examinadora e a superfície do scanner, um pouco maior que uma caixa de sapatos e suspensa por um braço mecânico, registra os contornos do corpo. Dois técnicos avaliam então os resultados através do computador.
"Hoje este é o único lugar do mundo que combina o scanner de superfície com o exame de ressonância magnética, a biópsia e a angiografia pós-morte", afirma Thali, citando também que o custo total para a instalação do equipamento é de quase US$ 2 milhões.
O scanner registra imagens de lesões ósseas e danos no cérebro, enquanto a ressonância magnética produz imagens mais precisas dos tecidos moles e a angiografia visualiza o interior dos vasos sanguíneos.
"Esta é a grande vantagem, porque não precisamos destruir o corpo, podemos visualizar as imagens em 3D e fazer os exames pelo computador", disse Thali.
No entanto, apesar das vantagens do método digital, Thali afirma que é pouco provável que a nova técnica substitua a necropsia regular em um curto período de tempo.
"Por enquanto, a necropsia regular, que é um método muito antigo, ainda é o procedimento padrão".
"Podemos usar esse nosso sistema para uma vítima de um acidente de carro, mas não para uma vítima da gripe suína, por exemplo", explicou.
Fonte: Terra
Rom Houben com Josephine Nicolaas Houben, sua mãe, que diz acreditar nas mensagens escritas pelo filho com ajuda de terapeuta"E, igual a um bebê, acontecem muitos tombos", escreveu o belga de 46 anos, digitando as palavras em holandês para a emissora de notícias da Associated Press na terça-feira, com uma auxiliar guiando sua mão.
Um especialista em bioética, no entanto, expressa ceticismo sobre a comunicação real de Houben, afirmando que as respostas parecem artificiais para alguém com danos tão profundos e que passou décadas inábil para se comunicar.
A equipe médica que cuida de Houben afirma que realizou testes especiais para comprovar que a comunicação de fato está acontecendo.
Vítima de um acidente de carro em 1983 aos 20 anos, Houben foi diagnosticado em estado vegetativo.
Um especialista, usando um tomógrafo que não estava disponível nos anos 80, afirma finalmente ter notado que ele sofria de uma forma de "síndrome de prisão", em que a pessoa não consegue falar ou se mover, mas pode pensar. O médico então disponibilizou um equipamento para Houben se comunicar.
Mas Arthur Caplan, professor de bioética da Universidade da Pensilvânia que não tem contato direto com Houben ou conhecimento pessoal do caso, vê com descrença o caso após assistir a um vídeo com a mão do homem sendo movida sobre o teclado.
"Isso se chama comunicação induzida", diz Caplan. "É 'mesa branca', algo que foi desacreditado diversas vezes.
Normalmente quem está 'ajudando' é quem está também compondo a mensagem, não a pessoa que supostamente está sendo ajudada."
A terapeuta Linda Wouters afirmou à Associated Press que pode senti-lo guiar sua mão com uma pressão sutil vinda de seus dedos, e que inclusive percebe sua negativa quando digita uma letra errada.
Audren Vandaudenhuyse, da equipe de Steven Laureys, do Coma Science Group, da Bélgica --que descobriu o erro de diagnóstico--, afirma que tudo foi checado e confirmado.
Em determinada ocasião, um objeto foi mostrado a Houben enquanto sua auxiliar não estava na sala.
Depois, ela voltou e o auxiliou a descrever o objeto, diz Vandaudenhuyse. "Temos certeza de que é ele quem está se comunicando", afirma.
A mãe de Houben, Josephine, diz acreditar que ninguém está guiando seu filho. "Aos poucos, ele foi se desenvolvendo usando o computador e agora se comunica com a terapeuta segurando sua mão", descreve Fina.
Perguntado como se sente agora, Houben escreve: "Sinto-me muito aliviado. Finalmente posso mostrar que estou realmente aqui".
Fonte: Folha Online
Empresas privadas e profissionais podem fazer parceria com a Nasa para construir o avião-foguete que pesquisará superfície de Marte
Pesquisadores do Instituto de Pesquisas Espaciais do país, disseram que estão trabalhando atualmente em decifrar um complexo conjunto de símbolos que lhes foi enviado.
Eles alegam que os alienígenas estão em processo de responder a 30 perguntas feitas a eles pelos búlgaros.
No total, sua equipe está analisando 150 círculos em plantações de todo o mundo, que eles acreditam, responderiam a perguntas enviadas para o espaço.
Filipov disse: "Os aliens estão atualmente a nossa volta, e estão nos observando o tempo todo.
"Eles não são hostis a nós, em vez disso, eles querem nos ajudar, mas não crescemos o bastante, a fim de estabelecer contato direto com eles."
Filipov acrescentou que, mesmo a sede da Igreja Católica, o Vaticano, concordou que os aliens existem.
Em suas palavras, os humanos não serão capazes de estabelecer contato com os extraterrestres através de ondas de rádio, mas através do poder do pensamento.
Ele disse ao jornal Novinite: "A raça humana certamente vai ter contato direto com os aliens nos próximos 10 ou 15 anos".
"Os extraterrestres são críticos do comportamento amoral das pessoas, referindo-se a interferência dos humanos nos processos da natureza."
A equipe de Filipov relata que está analisando círculos em plantações que apareceram ao redor do mundo no ano passado.
A publicação dos pesquisadores do BAS (Bulgarian Academy of Sciences) relata que a comunicação com os extraterrestres vem em meio a uma controvérsia sobre o papel, viabilidade, e reforma da Academia de Ciências da Bulgária.
Na semana passada o assuntou levou a uma discussão acalorada e até mesmo a troca de declarações ofensivas entre o Ministro das Finanças da Bulgária, Simeon Djankov, e o Presidente Georgi Parvanov.
Tradução: Carlos de Castro
Fonte: Daily Mail


