sábado, 30 de janeiro de 2010

Israelenses acham 1º coral que se alimenta de medusas de seu tamanho

Israelenses descobriram o primeiro tipo de coral que se alimenta de medusas de seu próprio tamanho


Uma equipe científica israelense descobriu e fotografou no Mar Vermelho o primeiro tipo de coral que se alimenta de medusas de seu mesmo tamanho.

Este é um exemplo de vantagem evolutiva em um meio afetado pelo aquecimento global.

O coral se chama Fungia Scruposa, composto de um grande pólipo de cerca de 30 centímetros de diâmetro. Ele é solitário, ou seja, não forma colônias, como acontece com a maioria.

Suas vítimas são medusas comuns (Aurelia aurita), como as que povoam a maioria dos oceanos do planeta e eram consideradas até agora alimento somente de predadores como peixes ou tartarugas.


Fonte: Folha Online


Simulação mostra que dinossauro emplumado podia planar


O pássaro antigo, de 120 milhões de anos, Microcaptor gui, tinha penas nos braços e nas pernas.

Um dos mais antigos dinossauros emplumados parece ter sido um planador de sucesso. Cientistas acreditam que os pássaros modernos descendem dos dinossauros, e exemplos de dinossauros emplumados têm sido encontrados, com uma idade de 120 milhões de anos.

Em um esforço para determinar o poder de voo desses animais, pesquisadores construíram modelos dos pássaros primitivos e os lançaram ao ar. Resultado: eles planam bem.

O pássaro antigo, Microcaptor gui, tinha penas nos braços e nas pernas. Fósseis foram descobertos na China, e um grupo de cientistas americanos e chineses vinham estudando os vestígios para tentar entender como surgiu o voo dos pássaros.

Como os pássaros atuais não têm penas nas pernas, os pesquisadores não tinham certeza da posição correta das pernas do Microcaptor durante o voo.

No trabalho publicado nesta terça-feira, 26, no periódico Proceedings of the National Academy of Science, eles relatam como construíram um modelo do animal com as patas traseiras em diferentes posições.

"A controvérsia era que os animais não seriam capazes de abrir as pernas de trás para planar", disse David Burnham, da Universidade de Kansas. "Mas fomos capazes de articular os ossos na junta do quadril para mostrar que eles poderiam voar".


Fonte: Estadão


Fonte de aqueduto da Roma Antiga é achada


Uma equipe de arqueólogos localizou a fonte de um aqueduto romano construído pelo imperador Trajano há quase 2 mil anos.

As câmaras coletoras estavam sob uma igreja a noroeste de Roma.

O aqueduto, com cerca de 40 km de extensão, foi inaugurado no ano 109 e era um dos onze que abasteciam Roma - uma cidade que crescia rapidamente e tinha um milhão de habitantes.


Fonte: BBC

Parque reúne pegadas de dinossauros na Paraíba


O vale dos dinossauros, no município de Sousa, sertão da Paraíba, tem uma das maiores incidências de pegadas de dinossauros do mundo. Sousa fica a 432 km de João Pessoa. De carro são pouco mais de cinco horas pela BR-230.

É um dos mais importantes sítios paleontológicos do mundo, com a maior incidência de pegadas de dinossauros. Há rastros e trilhas de mais de 80 espécies, que foram descobertas no fim do século 19.

As pegadas datam de 110 milhões de anos. Abaixo há uma outra camada, ainda mais antiga. A diferença entre elas chega a dez milhões de anos.

"Passou aqui o iguanodonte, o velocirraptor, o estegossauro e o pterossauro. Os pequenos, grandes, corredores, saltadores", diz Robson Araújo, coordenador do parque.

Todos os meses 1,6 mil turistas visitam o Vale dos Dinossauros que tem 700 quilômetros quadrados de área.

Muitos achados foram levados para um museu. Cada peça revela segredos de uma história ainda cheia de mistérios.

Há marcas de conchas. "Isso aqui era um braço de mar milhões de anos atrás", continua Robson.

"É um patrimônio turístico, histórico e de muita importância que merece ser bem tratado", diz Carlos Antonio, turista.


Fonte: G1

Tumba descoberta pode ajudar a explicar fim do império maia

O interior da tumba mexicana recém-descoberta, com objeto de cerâmica e pilha de ossos


Sepulcro encontrado no sul do Mèxico mistura artefatos maias e da cultura que os sucedeu, os toltecas.

Arqueólogos mexicanos descobriram uma tumba de 1.100 anos, do período de decadência da civilização maia, e que, esperam, poderá ajudar a entender o que aconteceu com essa cultura.

O arqueólogo Juan Yadeun disse que a tumba, e cerâmicas de uma outra cultura encontradas dentro dela, podem revelar quem ocupava a área maia de Tonina, no Estado de Chiapas, depois que o período clássico dos maias começou a desaparecer.

Especialistas mencionam guerras civis entre os maias, ou degradação ambiental, como possíveis causas da queda da cultura, começando a partir do ano 820 da Era Comum.

Mas Yadeun, que supervisiona o sítio arqueológico de Tonina para o Instituto Mexicano de Antropologia e História, disse que os artefatos da cultura tolteca encontrados na tumba podem indicar outra explicação. Ele disse que a tumba data de entre 840 e 900.

"Está claro que essa é uma nova onda de ocupação, de pessoas que construíram esta tumba no estilo tolteca", disse Yadeun. "Isto é muito interessante, porque veremos, pelos ossos, quem essas pessoas são, depois do império maia".

Os toltecas eram originários das terras altas do México central, e aparentemente expandiram sua influência para as áreas de poderio maia, no sul.

Acredita-se que dominaram o centro do México a partir da cidade de Tula - ao norte ad atual Cidade do México - entre os séculos 10 e 12, antes que os astecas atingissem proeminência.

Arqueólogos que não estão envolvidos na escavação pediram cautela antes que se tirem conclusões a partir de um só achado, destacando que o império maia cobria uma grande área.


Fonte: Estadão

Nasa desiste de mover sonda danificada em Marte

Os últimos rastros da sonda Spirit

A Nasa (agência especial americana) afirmou, na terça-feira, que desistiu de tentar libertar a sonda Spirit do banco de areia onde se encontra atolada desde maio em Marte.

"A Spirit encontrou o pior pesadelo de um golfista, o campo de areia que, não importa quantas tacadas faça, não consegue se safar", disse Doug McCuistion, diretor do programa de exploração de Marte da Nasa.

A sonda, que chegou ao planeta há seis anos, permanecerá agora como uma estação científica fixa.

"A Spirit continuará a contribuir para a ciência", disse McCuistion.

Uma das vantagens de a sonda permanecer imóvel é medir as oscilações do solo, o que indicaria se Marte possui um núcleo sólido ou líquido, informação importante para determinar a história magnética do planeta.


Núcleo


Duas das seis rodas da sonda enguiçaram, comprometendo suas chances de sair do banco de areia.

Agora a Nasa pretende mover a sonda o máximo possível para aumentar a quantidade de sol captada por seus painéis antes do próximo inverno, em meados do próximo ano.

Os cientistas dizem acreditar que a sonda entrará em um estado semelhante ao de hibernação por volta de abril, saindo deste estado em abril ou setembro de 2011.

A Spirit foi uma das duas sondas da Nasa que pousaram em Marte em janeiro de 2004. A segunda, Opportunity, continua a percorrer a superfície do planeta.

A Nasa já gastou mais de US$ 900 milhões em seu programa de Marte e cerca de US$ US$ 20 milhões são gastos anualmente.

Os dados gerados pelas sondas já geraram cerca de 100 estudos acadêmicos.


Fonte: BBC


Descoberta de fóssil reforça parentesco entre aves e dinossauros


Dinossauro era parecido com um avestruz, mas tinha rabo comprido. Réptil da família dos alvarezsaurídeos foi encontrado na China.

A tese de que parte dos dinossauros não acabou, mas evoluiu e se transformou em aves, está se tornando cada vez mais comprovada.

A descoberta de um pequeno fóssil na China reforça a teoria. Já batizado de Haplocheirus sollers, ele é um réptil parente próximo dos primeiros pássaros, e ajuda a esclarecer algumas lacunas do elo perdido entre dinossauros e pássaros.

O réptil descoberto é da família dos alvarezsaurídeos, um grupo semelhante às aves, mas que não se transformou nelas.

A novidade é que o H. sollers é 63 milhões de anos mais velho que os seus familiares conhecidos. “É como encontrar um parente perdido há muito tempo”, compara o cientista Jonah Choiniere, da Universidade George Washington, nos EUA, em entrevista ao G1.


Com a descoberta, publicada na revista "Science", o fóssil se torna o ancião dos alvarezsaurídeos, e por consequência o bicho de sua família mais próximo do grupo maniraptora, o ramo evolutivo dos dinossauros que inclui as aves.




A reconstituição feita pelos cientistas mostra que o H. sollers era parecido com um avestruz, mas com um rabo comprido.

O bicho viveu há cerca de 160 milhões de anos, no período jurássico superior, e tinha entre 190 e 230 centímetros de comprimento. No lugar do bico, levava pelo menos trinta pequenos dentes presos aos maxilares.

Parente argentino


A característica mais marcante da dos alvarezsaurídeos era a presença de uma garra única em cada mão, que era usada provavelmente para cavar.

No H. sollers, é diferente. Ele tinha três dedos, com uma pequena garra na ponta de cada um. Os cientistas sugerem que, ao longo do tempo, esses dedos se fundiram em uma só garra gigante.

Parentes do dinossauro encontrado na China viveram próximos ao Brasil. “Conhecemos alguns alvarezsaurídeos na Argentina.

O nome deles é ‘Patagonykus’ and ‘Alvarezsaurus’”, conta Choiniere. Assim como os outros parentes, os argentinos eram menores que o H. sollers, sugerindo que os animais foram diminuindo ao longo do tempo.


Fonte: G1


Argentina: Objetos estranhos no céu de Bandera




Na manhã de domingo, moradores do bairro La Florida na cidade de Bandera, avistaram estranhos objetos no céu que se moviam a grande velocidade, e de uma maneira pouco convencional para os veículos aéreos.

O avistamento foi gravado por uma câmera digital.
O acontecimento foi visto em plena luz do dia, ao redor das 11hs20m.

Marta, uma moradora do bairro popular, disse, surpresa: "Eu estava pendurando roupas no quintal da minha casa, e quando eu olhei para cima vi no céu um objeto de forma cilíndrica, muito brilhante".

"A coisa mais estranha era que, às vezes, fazia movimentos em alta velocidade e depois parava. De repente, desse mesmo objeto estranho, desprenderam pelo menos outros três objetos mais brilhantes, deixando uma esteira amarronzada após o seu deslocamento".

Ela acrescentou que "imediatamente pedi ao meu marido para tirar fotos do que estávamos vendo, porque realmente era incrível."

No mesmo momento, ela disse, voava um avião comercial no sentido sul-norte. "Nesse ponto, vimos como esses objetos estavam indo na direção da rota do avião, e eu pensei que eles iam colidir, mas depois desapareceram."

"O avistamento deste estranho objeto durou cerca de 3 a 4 minutos. É a primeira vez que vejo algo assim. "


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Nuevo Diario


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Marte estará mais próximo da Terra na noite desta sexta (29)


Planeta vermelho será visível entre as 20h e 20h30. Distância entre os dois astros será de 100 milhões de quilômetros.

O planeta vermelho ficará mais perto da Terra nesta sexta-feira (29), em um fenômeno que os astrônomos chamam de oposição.

Isso ocorre quando Marte fica alinhado ao Sol e à Terra, ou seja, quando nosso planeta fica entre os dois astros. A distância de entre nós e Marte será de cerca de 100 milhões de quilômetros.

Uma boa dica para quem quer observar o fenômeno é olhar no sentido contrário ao pôr do sol. Marte aparecerá um pouco acima da linha do horizonte, como se fosse uma grande estrela avermelhada.

O planeta poderá ser visto entre as 20h e 20h30. A última vez em que ocorreu esse fenômeno foi em dezembro de 2007, e a próxima vez será em março de 2012.


Fonte: G1

Estudo de genoma traz estimativa de censo populacional dos primeiros humanos

Homo Ergaster

A partir da composição de apenas dois genomas humanos, geneticistas computaram o tamanho da população de humanos há 1,2 milhão de anos, da qual todas as pessoas no mundo descendem.

Eles estimaram o número em 18.500 pessoas, mas isso se refere apenas a indivíduos em condição de reprodução, a população "efetiva". A população real pode ter sido cerca de três vezes maior, ou 55.500 pessoas.

Estimativas similares para outros primatas da época correspondem a 21 mil chimpanzés e 25 mil gorilas.

Em termos biológicos, ao que parece, os humanos não eram uma espécie com muito sucesso, e a estratégia de investir em cérebros maiores do que os colegas primatas ainda não produziam nenhuma grande recompensa. A população humana só atingiu níveis altos após o advento da agricultura.

Geneticistas há muito tempo sabem que os ancestrais dos humanos modernos correspondiam a apenas 10 mil indivíduos, que viveram em alguma época nos últimos 100 mil anos.

O número extremamente baixo sugere que alguma catástrofe, como doença ou mudança climática induzida por um vulcão, tenha levado os humanos à beira da extinção.

No entanto, se a nova estimativa estiver correta, o tamanho da população humana tem sido pequeno e razoavelmente constante ao longo da maior parte dos últimos milhões de anos, excluindo-se a necessidade de buscar uma catástrofe como justificativa.

A estimativa, publicada numa edição recente do jornal The Proceedings of the National Academy of Sciences, foi calculada por uma equipe de geneticistas populacionais da Universidade de Utah liderada por Chad D. Huff e Lynn B. Jorde.

A população humana de um milhão de anos atrás era representada por espécies arcaicas, como o Homo ergaster, na África, e o Homo erectus, no leste da Ásia.

A equipe de Utah afirma que sua estimativa de 18.500 indivíduos implica "uma população pequena para uma espécie que se espalhou por todo o Velho Mundo, o que é incomum".

No entanto, a estimativa só se aplicaria à população mundial se houvesse cruzamento consanguíneo entre humanos nos diferentes continentes.

Caso contrário, e se os humanos modernos são descendentes de apenas uma dessas populações, como o Homo ergaster da África, então a estimativa se aplicaria apenas a ela.

Richard G. Klein, paleoantropólogo de Stanford, afirmou ser difícil acreditar que a população da qual os humanos modernos se originaram seja tão pequena quanto 18.500 pessoas, "a não ser que eles estivessem geograficamente restritos à África ou a uma pequena parte do continente".

Não há forma independente de avaliar uma estimativa baseada na genética do tamanho de uma população naquele período, disse Klein, embora arqueólogos tenham desenvolvido formas de avaliar populações antigas de épocas mais recentes.

A equipe de pesquisadores de Utah baseou sua estimativa na variação genética presente em dois genomas humanos completos, um preparado pelo projeto de genoma humano do governo americano e o outro por J. Craig Venter, pioneiro no sequenciamento genético.

O governo decodificou uma única cópia de um genoma mosaico derivado de uma mistura de indivíduos, aparentemente de origem europeia ou asiática.

Venter decodificou ambas as cópias de seu próprio genoma, o herdado pelo pai e o herdado pela mãe.

A equipe de Utah então teve três genomas com os quais trabalhar e observaram elementos antigos conhecidos como inserções Alu, cuja classe mais recente apareceu no genoma humano há cerca de um milhão de anos.

O nível de variação visto no DNA imediatamente ao redor das inserções Alu deram uma ideia do tamanho da população humana naquela época.

A estimativa dos cientistas casa quase perfeitamente com uma anterior, também baseada em inserções Alu, porém com dados mais esparsos.

As inserções indicam regiões antigas do genoma que não foram afetadas pelo recente crescimento da população, afirmou Dr. Huff.


Fonte: UOL


Religião dominante no Haiti, vodu mistura elementos cristãos e crenças africanas

O sacerdote Louis Romain faz um gesto tradicional da religião durante ritual em 1937


Religião foi oficializada pelo governo e é praticada nacionalmente. Rituais lembram a umbanda e o candomblé brasileiros.

Em meio à situação de catástrofe humanitária vivida pelos haitianos após o terremoto que devastou o país no dia 12 deste mês, o cônsul do Haiti em São Paulo foi pego numa declaração dizendo que toda aquela tragédia era culpa de uma 'maldição' feita 'pelos africanos que moram lá'.

Tentando associar a 'maldição' à 'macumba', George Samuel Antoine quis dizer basicamente que o terremoto foi culpa do vodu - religião amplamente praticada pelos cidadãos do país.

No dia seguinte, o cônsul pediu desculpas pelos comentários - ele ainda disse que a 'desgraça de lá' estava sendo 'boa pra gente aqui'.


Haitianas dançam em ritual de vodu em abril de 2004 (Foto: Thony Belizaire/AFP)


Mas o "flagra", segundo analistas entrevistados pelo G1, mostra um preconceito que há muitos anos domina a elite ocidental de maneira geral: a visão de que o vodu é uma crença primitiva e de que seria responsável pelo atraso social e até econômico do Haiti.

A religião existe antes mesmo da criação do país. Uma versão amplamente aceita da história da independência do Haiti, em 1804, conta que a revolta dos negros teve origem em um ritual de vodu.

"O vodu é central na história haitiana e atinge a maior parte da população", explica o antropólogo e professor do programa de pós-graduação em antropologia social da UFRJ Federico Neiburg.

Segundo ele, a religião foi construída nas Américas por escravos, como o candomblé no Brasil, e mistura elementos de cultos africanos com o cristianismo.

Há entidades que são associadas com santos, e datas festivas católicas que são celebradas pelos praticantes do vodu. "Junto com o vodu, surge uma língua, que é o crioulo, que também é uma mistura."

Apesar de o vodu estar profundamente atrelado à tradição e aos valores nacionais, houve durante muitos anos uma perseguição aos seus praticantes no Haiti.

"A elite haitiana que fez a revolução olhava mais para a França do que para a África. Esse olhar fez com que, durante quase um século, até o início do século XX, a elite haitiana tivesse uma relação paradoxal: rejeitavam o vodu, embora muitos integrantes conhecessem e até praticassem a religião.

Eles colocavam a prática como a causa do atraso da nação. Isso começou a mudar na década de 1920 e 1930, no contexto da ocupação norte-americana do país.

Essa ocupação (de 1915 a 1934) produziu na elite um sentimento nacionalista e uma volta do olhar para a África", explica o professor Neiburg.

O vodu ainda sofreria um outro revés, em 1940, quando houve uma campanha contra a prática no país.

A religião só foi reconhecida oficialmente pelo Estado com a promulgação da Constituição de 1987, que também reconheceu o crioulo como um dos idiomas oficiais do país.

Conheça um pouco sobre os rituais do vodu haitiano:


Iniciação e casamento com espíritos


Segundo a cientista social e doutoranda em antropologia Flávia Dalmaso, que esteve no país presenciando cerimônias de vodu, a iniciação é feita com dança, comida e incorporação de espíritos. Mas isso tudo depois que o iniciado passa uma semana no ‘oufo’, que é local do culto.

Os casamentos, que são realizados entre pessoas e espíritos, também são celebrados geralmente com dança e comida.

Na cerimônia presenciada por Flávia, um homem se casou com um espírito que havia solicitado o matrimônio. "A pessoa que encarnou o espírito usou um vestido de cetim zul, que era a cor preferida da entidade, e o noivo estava de branco."

Flávia disse que as cerimônias variam, mas que geralmente quem realiza o matrimônio é um 'père’ - pessoas que fizeram o seminário católico, mas não chegaram a ser padres.

Eles se vestem como padres católicos, leem preces e jogam água benta. "É uma figura muito importante no vodu. Estão presentes na iniciação, nas novenas e realizam casamentos", explica ela.

Após se casar com um espírito, o praticante deve respeitar seu desejo e passar um dos dias da semana sozinho, sem sair com ninguém.


Cerimônias e possessão


Mulher em transe durante cerimônia vodu nos anos 40


As cerimônias de vodu haitiano têm música e dança. As mulheres geralmente usam lenços na cabeça e dançam descalças.

De acordo com o antropólogo José Renato Baptista, que está terminando o doutorado sobre o vodu e ficou um ano e meio no Haiti, algumas danças são muito sensuais, valorizando o movimento dos ombros e dos quadris.

"As cerimônias são marcadas pelo ritmo, é uma música forte, muito interessante, agitada, tocada normalmente por três ou mais tambores, mais ou menos como o nosso candomblé", explica ele.

Já a questão da possessão, segundo ele, "é um grande mistério". "É uma discussão profunda. Partimos do pressuposto de que aquela experiência se baseia numa verdade vivida por aquelas pessoas."

A possessão ocorre em situações específicas e, segundo José Renato, é parte fundamental da religião à medida que é uma forma de contato privilegiado com as divindades.

O chefe religioso é o ‘ougan’ - o equivalente ao nosso pai de santo. O equivalente feminino ao ougan é o ‘mambo’.

São eles que percebem a presença das entidades - os 'loan'. Isso pode acontecer por cartas, ou por pessoas que passam por crises pessoais. "Essa relação com os loan pressupõe uma relação com ancestrais ou uma relação mítica.

O pressuposto fundamental é servir a uma divindade. Muitas vezes esse loan é uma herança familiar, um ancestral que se manifesta, que vem para ajudar ou cuidar de seus parentes. A formação do vodu tem muito a ver com essa idéia do culto aos ancestrais", explica o antropólogo.


Sacrifício animal


O animal é sacrificado em homenagem às entidades. Depois, a carne é preparada e servida para os seguidores. Na foto, um sacrifício durante ritual em abril de 2003 (Foto: Thony Belizaire/AFP)


Diferentemente das religiões de origem africana praticadas no Brasil, no vodu haitiano o sacrifício animal é realizado publicamente.

O animal é morto, seu sangue é utilizado em determinadas ações rituais e depois a carne é preparada e servida como comida na cerimônia. O sacrifício é realizado como uma oferenda para as divindades.


Zumbis


A simbologia do zumbi é muito conhecida no Ocidente principalmente por terem sido imortalizados no cinema, em filmes como "The white zombies" (de Victor Halperin, 1932) e "A noite dos mortos vivos" (dirigido por George Romero, em 1968).

O zumbi seria uma pessoa que ingere uma substância, tem uma morte aparente e, depois de enterrada, é tirada do túmulo e fica num estado letárgico sob os comandos de alguém.

Segundo José Renato, o zumbi é, antes de tudo, um escravo. "Existe todo um mito em torno das ideias de envenenamento, de utilização de magia no Haiti.

Há um preconceito construído em torno disso. Eu vivi um ano e meio no país e nunca vi um zumbi.


Homem pratica ritual em julho de 2000, no norte de Porto Príncipe (Foto: Thony Belizaire/AFP)


Muitas vezes, quando alguém fala de zumbi, pode ser uma pessoa abandonada pela família, há casos de pessoas que perdem a memória e essa pessoa pode ser apropriada como um empregado não remunerado. Há uma mística em torno da figura, mas eu não duvido que exista."

Segundo ele, no norte do país, nas plantações de cana, fala-se que a riqueza de certos fazendeiros advem de terem muitos zumbis trabalhando.

"A ideia da mão-de-obra escrava tem muito a ver com isso, é preciso contextualizar", explica José Renato.


Fonte: G1



Ligre: Animal mede 3,65 metros de comprimento e pesa 408 quilos




Um ‘ligre’, filhote de leão e uma tigresa, de 3,65 metros de comprimento e 408 quilos virou atração nas ruas de Londres.

O animal chamado ‘Hércules’ passeou em Abbey Road e por uma estação de metrô da capital inglesa.





Ele tem quase a altura de um ônibus e come 11 quilos de carne e bebe 3,7 litros de água por dia. (Fotos: Barry Bland/Barcroft Media/Getty Images)

Fonte: G1

Agente funerário abre caixão para pegar relógio e vê que ‘morto’ estava vivo

O apicultor Josef Guzy


Polonês Dario Wysluchato notou que Josef Guzy ainda tinha pulso. Após algumas semanas de tratamento, Guzy recebeu alta do hospital.

O agente funerário polonês Dario Wysluchato levou um susto em Katowice, na Polônia, ao abrir o caixão e descobrir que um homem de 76 anos que seria enterrado estava vivo, segundo o jornal inglês "Daily Mail".

Wysłuchato estava prestes a selar a tampa do caixão quando a mulher do suposto morto, Ludmila, pediu para ele retirar o relógio. Mas, ao tentar pegar o objeto, ele tocou na artéria do pescoço do homem e notou que ele tinha pulso.


O agente funerário polonês Dario Wysluchato


Segundo o porta-voz do serviço regional de ambulância de Katowice, Jerzy Wisniewski, o apicultor Josef Guzy teve a morte atestada por um médico.

"Não havia sinais de vida quando sua mulher chamou a ambulância. Um médico constatou que o paciente não estava respirando, não tinha batimentos cardíacos e o corpo estava frio, todas as características de morte", disse Wisniewski.

Após o agente funerário descobrir que o homem estava vivo, Guzy foi levado às pressas para um hospital e recebeu alta depois de algumas semanas de tratamento. Ele disse que é extremamente grato a Wysluchato.


Fonte: G1

Cientistas querem exumar Da Vinci para provar semelhança com Mona Lisa


Um grupo de pesquisadores italianos quer exumar o corpo de Leonardo da Vinci para reconstruir o rosto do artista e confrontar a teoria de que o famoso quadro Mona Lisa seria um autorretrato.

A teoria ganhou força com sobreposições feitas de um autorretrato oficial de Leonardo com o rosto de Mona Lisa no quadro. Os estudos apontaram para diversos pontos e traços em comum entre as duas faces.

Os cientistas do Comitê Nacional para a Valorização dos Bens Históricos, Culturais e Ambientais da Itália pretendem exumar a ossada do pintor e, a partir da face, reconstruir sua cabeça.

“Somente a partir deles será possível reconstruir o rosto de Leonardo e confrontá-lo com o autorretrato conhecido dele e com a Mona Lisa”, disse à BBC Brasil o antropólogo da Universidade de Bolonha Giorgio Gruppioni, um dos responsáveis pela pesquisa.

A identidade da pessoa retratada no famoso quadro é tida como um dos grandes mistérios do mundo das artes.

As teorias mais comuns são as de que La Gioconda seria a mãe de Leonardo ou a mulher de um mercador de Florença.


Restos mortais


Mas os cientistas terão que enfrentar vários desafios para recriar o rosto de Da Vinci. O primeiro será encontrar os restos mortais do artista.

Leonardo da Vinci morreu em 1519, aos 67 anos, e teria sido enterrado no castelo de Amboise, no vale do Loire, na França. Os proprietários do imóvel devem abrir suas portas para os estudos nos próximos meses.

Como o local foi alvo de saques ao longo dos séculos, não há certeza de que a sepultura seja mesmo a de Leonardo da Vinci. Justamente por isso, os herdeiros do castelo nunca incluíram a informação nos panfletos turísticos locais.

“Ali está escrito que, talvez, ele esteja enterrado ali. A ideia é demonstrar que aqueles ossos, existindo, sejam de Leonardo. Temos que retirar o material e analisá-lo”, afirmou Gruppioni.

O presidente do Comitê, Silvano Vincenti, iniciou o projeto Leonardo quatro anos atrás. “As negociações continuam e esperamos que tudo dê certo.

Temos tecnologia para avaliar sem fazer maiores escavações. Usaremos incursões com micro-sondas, uma câmera para filmar o interior da tumba e exames de imagens tridimensionais para verificar o estado da tumba e nos certificarmos da presença de ossos”, afirmou ele à BBC Brasil.

A etapa seguinte seria comprovar se os ossos, caso sejam mesmo encontrados, são de Da Vinci. Para isso, os pesquisadores estão na busca por descendentes vivos, o que é pouco provável, ou por familiares sepultados nos cemitérios da Itália, com maior probabilidade nos arredores de Bolonha.

Essa é a parte mais complexa da pesquisa. “Ao extrair o DNA dos ossos teremos que compará-lo com o de alguém que tenha tido um grau de parentesco com Leonardo da Vinci”, explica Gruppioni.

Um ponto de partida já foi identificado mas ainda precisa ser melhor avaliado. “Encontramos um pintor, que seria um descendente de linha paterna de Leonardo da Vinci, enterrado em Bolonha, na virada dos séculos 15 e 16, mas temos que aprofundar a pesquisa”, disse Vincenti.


Crânio


O último passo será a reconstrução do crânio, que poderá estar fragmentado. A equipe usará sistemas virtuais e métodos de morfologia para recompor as partes ausentes. “Podemos hoje dar respostas que dez anos atrás não seriam imagináveis”, diz Vincenti.

A partir dos crânio, a face será restaurada em um computador e depois modelada em plástico. “O rosto é modelado segundo um protocolo de antropologia forense que requer a mão artística para dar forma às partes moles, de acordo com critérios anatômicos e científicos que não deixam espaço para a livre interpretação”, explica Gruppioni.

No caso da relação entre Mona Lisa e Da Vinci, Gruppioni se diz cético. “Não tenho elementos para afirmar que Leonardo, quando pintou a Mona Lisa, tenha decidido incluir traços seus.

Acho pouco plausível, mas devemos investigar”, disse ele, mais preocupado em desvendar o rosto de Leonardo da Vinci do que em constatar se ele tinha traços efeminados ou se teria sido homossexual.

“Acho que teremos fila para visitar a tumba de Leonardo caso a pesquisa chegue ao final com sucesso e desvende mais este mistério”, concluiu.


Fonte: BBC



Buraco-negro achado a 6 milhões de anos-luz

Desenho mostra como funciona o sistema composto pelo super buraco-negro estelar e sua companheira


Um buraco-negro estelar super massivo foi encontrado em uma galáxia distante, a seis milhões de anos-luz da Terra.

Com uma massa de cerca de 15 sóis, ele é o segundo maior registrado (de cerca de 20 como ele já encontrados), e possui como companheira uma estrela fadada ao mesmo destino.

Estes corpos celestes são extremamente densos, restos finais do colapso de estrelas de grande massa.

Buracos-negros estelares de grande massa atingem tamanhos de cerca de 20 sóis; eles são diferentes dos buracos-negros supermassivos, encontrados no centro da maioria das galáxias e que podem pesar milhões ou bilhões de vezes mais que o Sol.

A descoberta foi feita com instrumentos do Observatório do Sul Europeu, que apontaram seus detectores para uma galáxia espiral chamada NGC 300.

O buraco-negro e sua estrela companheira orbitam entre si em períodos de 32 horas. Com massa de cerca de 20 sóis, a estrela é está no fim de sua vida e já expele camadas externas ao espaço – prontamente captadas pelo buraco-negro.

Estima-se que em um milhão de anos, ela também se tornará uma supernova e, caso o sistema sobreviva, os dois corpos se unirão é um só buraco negro.

Essas informações ajudam a entender a relação entre os corpos celestes e a química do universo. Os maiores buracos-negros estão em galáxias menores, que contém elementos químicos menos “pesados” (em astronomia, qualquer elemento mais pesado que o hélio é considerado “pesado”).

Galáxias maiores, como a Via Láctea, só conseguem produzir buracos-negros estelares com massa menor.

Acredita-se que uma maior concentração de elementos químicos pesados influencia como uma estrela de grande massa se desenvolve, aumentando a quantidade de matéria que ela expele na supernova - resultando em um buraco negro menor.


Fonte: info.abril


HUMOR

Os OVNIS aparecem mais no verão?


Um ufólogo explicou ao 24CON por que acontece o fenômeno. O primeiro caso do ano foi em Vicente López.

A existência ou não de ovnis cativa qualquer um. Alguns dizem te-los visto ao vivo nos céus, outros garantem te-los fotografado acidentalmente, em qualquer época do ano. Sem dúvida, especialistas afirmam que o verão é mais propicio aos avistamentos, por isso poderão ocorrer mais casos.

Foi o que disse ao 24CON Luís Burgos, o chefe da Fundación Argentina de Ovnilogía (FAO): “Fazemos a avaliação todos os anos e nos antecipamos ao que pode ocorrer estatisticamente de acordo com os antecedentes", afirmou.

Ele também disse, que com o tempo o fenômeno mudou, já que nos anos 60 e 70 ocorria um número de casos maior e que nos últimos tempos o quadro se inverteu.

Em 2009 foram feitos 437 registros, mas de acordo com Burgos, nem todos foram “positivos”. “Notamos que a partir de outubro decresceu, então nós estamos nos preparando e colocando as pessoas em alerta de que pode aumentar de Janeiro a Março" disse.

Que os OVNIS sejam mais visíveis nesta época do ano tem sua explicação. "Pode ser devido ao aumento do turismo em lugares antes não explorados, as facilidades tecnológicas como câmeras digitais e de vídeo, o que gera maior quantidade de registros. É proporcional”, garantiu.

Cabe destacar que muitas das aparições se denominam “ovnis fantasmas”, já que são captadas por pessoas acidentalmente. Os objetos aparecem no céu casualmente, uma vez que a imagem é revelada.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: 24 CON


“Alienígenas não conseguem nos ouvir”, diz astrônomo


Foto: Magnus Manske


O astrônomo americano Frank Drake (foto), maior especialista do mundo na busca por sinais de vida alienígena no universo, mostrou pessimismo quanto ao futuro de sua tarefa durante uma reunião da Royal Society, a Academia de Ciências britânica, em Londres, nesta quarta-feira (27).

Segundo ele, os alienígenas, se existirem, podem não conseguir mais ouvir os sinais emitidos a partir da Terra.

Drake pesquisa o tema há 50 anos, e a base de seu trabalho é a busca por sinais de rádio de outras civilizações.

É consenso no meio científico que os alienígenas usariam um método semelhante, mas devido aos avanços tecnológicos obtidos na Terra, nossos sinais estão ficando cada vez mais fracos e, assim, possivelmente indetectáveis por uma possível civilização extraterrestre.

Segundo o jornal inglês The Guardian, Drake citou a mudança do sinal analógico para o digital (que já foi feita em alguns países e está sendo realizada em outros, como o Brasil) como um tipo de avanço que pode reduzir as chances de encontrar vida fora da Terra.

“Ao fazer essa mudança, as transmissões ficarão quatro vezes mais fracas, porque o sinal digital usa menos energia”, disse. “Em breve estaremos indetectáveis”, afirmou.

O pessimismo de Drake na conferência que reuniu mais de 200 astrônomos foi constrastado com o otimismo de Lord Rees, presidente da Royal Society.

Segundo ele, as novas tecnologias vão ajudar os humanos a conseguir localizar outras civilizações. “Eu suspeito que há vida e inteligência lá fora em formas que não conseguimos conceber.

E pode haver formas de inteligência além da capacidade humana – tanto quanto nós estamos além dos chimpanzés”, afirmou.


Fonte: Época


quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Fóssil é descoberto em São João do Polêsine, na Região Central do Rio Grande do Sul



Esqueleto de dinossauro foi encontrado em sítio paleontológico.

Um grupo de pesquisadores do Projeto Ulbra Paleontologia e do Museu de Ciências Naturais, da Ulbra de Canoas, trabalha na remoção de um fóssil de dinossauro encontrado em São João do Polêsine, na região central do Estado.

O animal foi localizado em sítio paleontológico, que fica na propriedade da família Buriol. Apesar de ter sido encontrado em novembro de 2009, o trabalho de remoção começou no último final de semana.



Segundo os pesquisadores, as partes encontradas do esqueleto (crânio, maxilar com dentes, mão e perna articuladas) pertencem a um animal adulto, carnívoro, bípede, com cerca de 1m30cm de comprimento e 60cm de altura.

Ele teria vivido na região há cerca de 228 milhões de anos, no período Triássico, quando surgiram os dinossauros na Terra.



Em fevereiro do ano passado, outro fóssil da espécie havia sido localizado no mesmo terreno, a cerca de cinco metros de distância do último.

Este é o sexto fóssil encontrado no Estado. A descoberta pode ajudar a explicar como viviam os animais há mais de 200 milhões de anos.


Fonte: Zero Hora


Ataques a animais no Agreste foram feitos por felino ou canino, diz Adeal


Nem lobisomem, nem chupacabra. Mortes em Craíbas foram feitas por "animal faminto", diz técnico.

Técnicos da Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal) visitaram nesta quarta-feira os três locais onde animais foram mortos misteriosamente no município de Craíbas, no Agreste do Estado.

Há 15 dias, animais de fazendas e sítios estão sendo mortos durante à noite, sem que os agricultores saibam o motivo. Os ataques causaram medo à população, que chegou a ressuscitar as lendas do lobisomem e do "chupacabra".

Mas segundo o chefe da Unidade do Agreste da Adeal, Laélson Lima, não existe animal estranho nenhum. “Estivemos lá, mas não conseguiu ver nenhum animal morto.

Mas pelas fotos e entrevistas com os moradores, dá para deduzir que se trata de um felino ou um canino. Ainda não temos certeza”, afirmou, contando que, até o momento, foram registrados três ataques a animais.

Lima explicou que na região do município de Craíbas ainda existe um resto de mata virgem, onde vivem jaguatiricas. “Uma delas poderia ser a responsável, ou mesmo pode ser um cão faminto”, explicou.

Segundo o veterinário, a captura do animal é impossível neste momento. “Deixamos o recado com a secretaria de Agricultura e com a comunidade para nos avisar assim que houver um novo ataque para a gente ver o animal morto e ter mais detalhes. Hoje, não tem como capturá-lo porque ele ataca à noite e em locais diferentes”, assegurou.


Fonte: Tudo na Hora

Alagoas: Morte misteriosa de animais assusta moradores de Craíbas


Pelo menos 12 animais foram mortos por suposta "criatura estranha"; Adeal vai investigar.

A misteriosa morte de pelo menos 12 animais por uma "criatura estranha" assusta os moradores de Craíbas, no Agreste alagoano.

O assunto começou a ganhar as ruas depois que três porcos criados por uma mulher apareceram mortos há duas semanas. Desde lá, há relatos de outras mortes de animais que aconteceram de forma misteriosa.

Segundo a agricultora Sônia Evangelista da Silva, três dos 12 porcos que criava em um terreno próximo a sua casa foram mortos durante a noite.

Em um dos casos, ela conta que o animal foi aparentemente sangrado até a morte e apresentava marcas de furos feitos no pescoço.

Já de outro porco, Silva diz que sobraram apenas as patas. “O que mais espanta é que a gente tira o bicho morto do chão e não vem uma colher de sangue”, conta.

Após essas mortes, no mesmo terreno, sete gatos recém-nascidos também teriam sido vítimas do misterioso animal.

Já na fazenda vizinha e em um acampamento de trabalhadores rurais sem-terra há relatos da morte de duas ovelhas de forma misteriosa.

“Não acredito em lobisomem, mas depois dessas mortes dos animais, não ando mais sozinho, só com o pessoal”, diz o agricultor Jaime Vicente, que toma conta do terreno onde foram mortos os gatos e os porcos.

O também agricultor José Ferreira, que mora em uma chácara no município, afirma que há alguns dias ouviu um animal urrando alto durante a madrugada, mas não teve coragem de ver o que era.

No dia seguinte, ele conta que viu pegadas diferentes no local. ”Elas pareciam com a de seres humanos, eram grandes“, afirma.

As mortes trouxeram à memória dos craibenses lendas urbanas como lobisomem ou até mesmo um chupa-cabra.

"Não dizem que filho que bate na mãe vira lobisomem? Pode ter sido um lobisomem, porque não? Eu é que não fui", alega a moradora Rosalva Ferreira.

A Agência de Inspeção e Defesa Agropecuária de Alagoas informou ao Tudo na Hora que nesta quarta-feira pela manhã deve visitar as propriedades atacadas pela "fera" para se investigar a causa da morte dos animais no município.

Peixe-boi migra para áreas sem alimento para fugir de predadores, diz estudo

Peixes-boi ficam sem comida para evitar predadores.(Foto: Daniel Jordano-Inpa/Divulgação)


Cientistas rastrearam mamífero aquático com equipamento de rádio. Animal sai de zona com alimento farto na época de seca.

Por meio de rastreamento por rádio, cientistas conseguiram acompanhar a migração sazonal de dez peixes-boi no Amazonas ao longo de 12 anos e mostraram que, na época de seca, a espécie muda de habitat para fugir de predadores, ainda que precise passar fome durante esse período.

Artigo publicado na revista “Journal of Zoology” mostra que no período de maio a junho, quando há mais chuvas e os rios amazônicos enchem, os peixes-bois preferem ficar nas lagoas de várzea, onde encontram mais plantas para comer.

Entre outubro e novembro, no entanto, as águas baixam tanto nessas lagoas que a espécie fica muito ameaçada pelos seus predadores – como os jacarés, as onças e os seres humanos.

Por isso, migra para áreas de água mais profundas praticamente sem vegetação aquática que possa comer, o que o leva a jejuar por cerca de metade do ano.

A pesquisa foi realizada nas Reservas de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá e Amanã, no oeste do Amazonas.

Os autores concluem que o peixe-boi pode estar mais ameaçado do que se pensava anteriormente, já que a migração regular e a eventual permanência em áreas de águas rasas em busca de comida o tornam vulnerável.

Ribeirinhos usam antena para rastrear localização de peixe-boi. (Foto: Divulgação)

A pesquisa é de autoria de Eduardo Arraut, José Eduardo Mantovani, Evlyn Moraes, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Miriam Marmontel, do Instituto Mamirauá, David Macdonald, da Universidade de Oxford, e Robert Kenward, do Centro de Ecologia e Hidrologia de Wallingford, no Reino Unido.


Fonte: G1


Cientistas descobrem a cor das penas dos dinossauros

O Sinosauropteryx era laranja com o rabo com listras brancas, de acordo com pesquisadores da Universidade de Bristol que divulgaram esta reconstrução de como seria o dinossauro


Organelas que contêm pigmentos são identificadas em penas de fósseis descobertos na China.

A cor de algumas penas de dinossauros e pássaros primitivos foi identificada pela primeira vez, informa um artigo publicado na revista científica Nature.

A pesquisa determinou que o dinossauro terópode - o grupo de bípedes carnívoros que teria evoluído para dar origem às aves - Sinosauropteryx tinha cerdas simples - precursores de penas - em anéis alternados alaranjados e brancos em sua cauda, e que o pássaro primitivo Confuciusornis tinha partes do corpo nas cores branca, preta e marrom alaranjado.



Trabalhos futuros deverão permitir mapear as cores e padrões de todo o pássaro, diz nota divulgada pelos autores do trabalho.

Na nota, o professor de Paleontologia da Universidade de Bristol, Mike Benton, afirma que a pesquisa "oferece um vislumbre extraordinário da origem das penas".

Segundo ele, a descoberta ajuda a resolver um antigo debate sobre a função original das penas - se voo, isolamento térmico ou adorno. "Agora sabemos que as penas surgiram antes das asas, logo não surgiram como estruturas para auxiliar no voo".



A equipe de paleontólogos reuniu pesquisadores do Reino Unido, China e Irlanda, e informa a descoberta de dois tipos de melanossomas nas penas de pássaros e dinossauros da região de Jehol, no nordeste da China.



Melanossomas são organelas que contêm cor, e ficam dentro da estrutura das penas e pelos de pássaros e mamíferos atuais.

Como os melanossomas são parte da estrutura rígida de proteína da pena, eles sobrevivem enquanto a pena perdurar, mesmo por centenas de milhões de anos.


Fóssil de um pássaro primordial Confuciusornis, que também foi analisado. Divulgação


Este é o primeiro informe de melanossomas encontrados em penas de dinossauros e pássaros primordiais.

E também é a primeira descrição de feomelanossomas em penas fossilizadas. Essas são as organelas que produzem tons ruivos e marrons.


Fonte: Estadão


Água-viva misteriosa foi causada por reflexo da aurora boreal em satélite?

Mikalsen capturou este fenômeno estranho que ele descreveu como um 'pára-quedas' ao tirar fotos da Aurora Boreal em Andenes, Noruega



Um objeto estranho em forma de água-viva avistado no céu sobre a Noruega, pode ter sido causado pela luz da aurora boreal sendo refletida em um satélite espacial, dizem especialistas.

Se comprovado, será o primeiro caso conhecido de um satélite refletindo as luzes do norte. O fenômeno misterioso foi fotografado na semana passada pelo fotógrafo amador Per-Arne Milkalsen sobre Andenesm, Noruega.

O fotógrafo ficou fascinado com as auroras boreais depois de trabalhar em um local de lançamento de foguetes no extremo norte do Noruega por 25 anos. As luzes do norte são frequentemente visíveis aqui porque é bem perto do Pólo Norte.


Mikalsen disse que esta entusiasmado para descobrir o que causou o fenômeno no canto superior direito na sua foto

As Auroras são causadas pela interação do vento solar com o campo magnético da Terra e por isso são particularmente visíveis nos pólos magnéticos onde as forças são mais fortes.

Mikalsen disse ao Mail Online: "Eu nunca vi um objeto como este antes, e estou ansioso para encontrar uma explicação para o fenômeno."No inicio o fotógrafo acreditou que o estranho efeito ótico era um ponto na lente da sua câmera.

Mas depois que ele publicou suas fotografias no site Spaceweather.com sua caixa de e-mails ficou abarrotada, com especialistas de todo o mundo interessados.

O cientista Truls Lynn Hansen do Observatório Geofísico de Tromsø disse duvidar que o objeto na foto, tirada em 20 de janeiro, apareceu devido a uma simples falha de câmera.

Ele disse ao Mail Online: "O fenômeno" tem a mesma cor esverdeada da aurora boreal. Isso significa que as Luzes do Norte são a fonte de luz que produziu o estranho fenômeno. "No entanto, Hansen disse que era improvável que as Luzes do Norte poderiam criar o efeito óptico por conta própria.

Em vez disso, Aurora pode ter encontrado uma fonte externa, como um satélite ou um avião. Deste modo, agiria como um "brilho de Iridium". A cintilação é criada pela luz solar refletida nos satélites de Iridium.


Satélites de irídio têm três antenas principais. Quando em um certo ângulo, a reflexão do Sol em uma antena produz uma pequena mancha na superfície da Terra com 10 quilômetros de diâmetro. Alguém dentro desta área pode observar na Terra o brilho de irídio ou flashes no céu


Elas aparecem como flashes luminosos brancos no céu. Um problema com a teoria de Hansen é que a intensidade da luz da aurora boreal é 100.000 vezes mais fraca do que a luz solar. Mas Hansen disse que isso não exclui a hipótese de reflexão por satélite.

"A intensidade de uma aurora não está longe da intensidade da luz da lua", disse ele. "E a água-viva (fenômeno) também é bastante fraca. Aparentemente, muitos niveis de magnitude abaixo, em comparação com a cintilação de Iridium solares.

"Pal Brekke, conselheiro no Centro Espacial Norueguês, disse ao Mail Online:" Um reflexo da rua seria a explicação mais simples. "Mas porque é verde?

Deve-se pensar que seria branco ou amarelo se fosse um reflexo da rua. "Então, por enquanto, ainda não estou totalmente convencido de que era um satélite - não se pode descartar isso."


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Daily Mail


OVNI é visto na Terra Nova, Canadá

O objeto visto em Harbour Mille


Residentes de Harbour Mille, uma pequena comunidade na costa sul da Terra Nova, querem saber o que viram no céu na noite de segunda-feira.

Darlene Stewart disse que ela estava tirando fotos do pôr do sol quando ela viu algo voando acima. Ela tirou uma foto com zoom do objeto para tentar ver o que era.

"Eu não consegui vêr direito na câmera, até que eu baixei no computador", disse à CBC News. "Eu sabia que não era um avião. Era algo diferente."

A imagem de Stewart mostra uma figura embaçada do que parece ser algum tipo de míssil que emite chamas ou fumaça densa. Emmy Pardy também viu o objeto.

"Apareceu vindo do oceano", disse à CBC News. "Era como se estivesse no meio da baía."

Um oficial da RCMP foi na comunidade na terça-feira para investigar as denúncias. Pardy disse que gostaria de saber o que o objeto era.

"É meio assustador, porque você não sabe se algo está alí fora na baía, [ou] se alguém está fazendo experiências", disse ela.

Os moradores ficaram novamente ontem à noite fora de suas casas para ver se conseguiam ter uma visão semelhante no céu.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: CBC News

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...