quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Tigre escapa da jaula e fere três funcionários de zoológico tcheco


Incidente aconteceu na cidade de Liberec. Tigre branco é nativo da Índia e considerado raro.
 
 
Um tigre branco escapou de sua jaula e atacou três funcionários do zoológico de Liberec, na República Tcheca.


Um deles está hospitalizado com lesões na cabeça, mas sem risco de morte, e os outras duas sofreram apenas ferimentos leves. O animal recebeu tranquilizantes e não oferece mais riscos, segundo o zoológico.


O zoológico de Liberec é o único do país que abriga esses animais nativos da Índia. O tigre branco é, na verdade, um tigre-de-bengala, que fica com a coloração diferente devido a genes recessivo.


O animal é considerado raro, porque seus pelos brancos se destacam na mata, o que facilita a fuga das presas – e, portanto, compromete sua sobrevivência.




 Fonte: G1

Cidade britânica se assusta com suposta aparição de "Pé Grande"

Moradores da cidade de Royal Tunbridge Wells, na Inglaterra, estão assustados com relatos de um homem, que diz ter visto uma criatura de 2,5 m de altura, "demoníacos" olhos vermelhos e longos braços. Semelhante a um macaco, a criatura teria rugido para o homem, que fugiu. 



Um morador da cidade de Royal Tunbridge Wells disse ter visto uma criatura semelhante ao lendário Pé Grande /Foto: Royal Tunbridge Wells/Divulgação


Na região, habitantes já comparam o "monstro" ao lendário Pé Grande, que muitos acreditam viver nos Estados Unidos e Canadá.


As opiniões sobre o "Pé Grande" britânico na cidade variam - alguns acreditam que pode ser alguém usando uma fantasia para assustar os outros. Mas a criatura já foi vista várias vezes na região, uma delas há 70 anos.


Segundo um morador chamado Graham S., um casal de idosos o viu em 1942. "Eles estavam sentados em um banco quando ouviram um barulho atrás deles. Ao se virarem, viram uma criatura parecida com um macaco, com olhos vermelhos, se movendo em direção a eles. Os dois fugiram, apavorados", disse.


Pé Grande foi o nome dado a uma criatura semelhante a um macaco que muitas pessoas acreditavam que vivia em florestas no norte dos EUA. Cientistas, no entanto, não acreditam que ele exista e dizem que os rumores vêm do folclore.




Fonte: Terra

Análise de fósseis revela detalhes de asas ancestrais


Em cima, asa esquerda de 'Archaeopteryx lithographica' e close de coberturas primárias e dorsais de penas do animal (dir.); abaixo, asa direita e detalhes de coberturas primárias (Foto: Current Biology/Divulgação)



Estudo diz que animais pré-históricos passavam muito tempo em árvores. Penas evoluíram para isolamento térmico, exibicionismo e depois para voo.
 
 
Novo estudo publicado nesta quarta-feira (21) na revista científica "Current Biology" mostra que uma espécie de pássaro pré-histórico e outra de dinossauro alado tinham uma versão bastante primitiva de asas.


A pesquisa liderada por Nicholas Longrich, da Universidade Yale, nos EUA, mostra que esses animais passavam a maior parte do tempo em árvores. Segundo o autor, após analisar fósseis com bastante cuidado, será possível entender como essas espécies evoluíram.


"Isso nos faz repensar a capacidade aérea nas fases iniciais da evolução aviária", disse o coautor Anthony Russell, da Universidade de Calgary, no Canadá. Também contribuiu para o estudo o pesquisador Jakob Vinther, da Universidade de Bristol, no Reino Unido.


O arranjo de penas disposto nas asas dos pássaros atuais teria evoluído em algumas dezenas de milhões de anos, e se mantido estável nos 130 milhões de anos seguintes.


De acordo com Longrich, o Archaeopteryx lithographica tinha várias camadas de penas para voos longos. Já o Anchiornis huxleyi apresentava tiras de penas sobrepostas, de forma semelhante a um pinguim.


 Detalhe do interior de uma asa de 'Anchiornis huxleyi' (Foto: Current Biology/Divulgação)


Esses "elos perdidos" representaram uma transição entre os dinossauros e os pássaros atuais. Lentamente, as asas do Anchiornis e do Archaeopteryx se tornaram mais avançadas, até chegar à versão de hoje.


"Vemos que as penas evoluíram inicialmente para isolamento térmico. Outras mais complexas evoluíram para serem exibidas. Estas acabaram se mostrando excelentes membranas que poderiam ser usadas para locomoção aérea, o que só mais tarde se tornou o que consideramos 'bater voo'", disse Vinther.


Os autores destacam que as asas primitivas trabalhavam como simples aerofólios usados para planar, e talvez fossem movimentadas em alta velocidade. Mas voos em baixa velocidade e decolagens do solo seriam muito mais difíceis ou mesmo impossíveis.


 
 
Fonte: G1

Pesquisadores encontram raro fóssil de rinoceronte na Turquia


O fóssil, encontrado na Turquia, é de um rinoceronte grande, de dois chifres, comum na região durante esse período /Foto: Pierre-Olivier Antoine/Divulgação
 
 
 
Menos de 2% dos fósseis da Terra são preservados em rochas vulcânicas, mas os investigadores identificaram um novo: o crânio de um rinoceronte que morreu em uma erupção vulcânica 9.200 mil anos atrás.


A descoberta é descrita em um artigo publicado na revista PLoS ONE por Pierre-Olivier Antoine e seus colegas da Universidade de Montpellier, França.


O fóssil, encontrado na Turquia, é de um rinoceronte grande,de dois chifres, comum na região do Mediterrâneo Oriental durante esse período.


De acordo com os investigadores, as características do crânio preservado sugerem que o animal foi "preparado na morte", a temperaturas que podem se aproximaram de 500°C, em uma erupção semelhante a do Monte Vesúvio na Itália, em 79 d.C.


A morte foi quase instantânea, "o corpo foi cozido a uma temperatura de 400°C, em seguida, o crânio foi separado do corpo".


O fluxo de cinzas vulcânicas, em seguida, mudou-se o crânio de cerca de 30 km a norte do local de erupção, onde foi descoberto pela equipe de quatro membros de pesquisa.


Embora outros pesquisadores já tenham identificado fósseis de organismos de corpo mole preservados em cinzas vulcânicas, matéria orgânica perto de uma erupção vulcânica ativa é normalmente rapidamente destruída pelas altas temperaturas, fazendo um fóssil como este extremamente raro.
 
 
 
Fonte: Terra 

‘Desaparecimento’ de ilha no Pacífico intriga cientistas

 Imagem mostra ilha deserta próxima à costa da Tanzânia, no sudeste da África


Um sonho comum à maioria dos exploradores e desbravadores ao longo da História tem sido encontrar territórios desconhecidos, mas na Austrália, uma equipe de cientistas fez exatamente o contrário: eles identificaram uma ilha que não existe.


Conhecida como Sandy Island, a massa de terra é listada por cartógrafos em atlas, mapas e até no Google Maps e no Google Earth, onde está localizada entre a Austrália e a Nova Caledônia (governada pela França), no sul do Pacífico.




Mas, quando o grupo de cientistas decidiu navegar para chegar até ela, simplesmente não a encontraram.


Para o Serviço Hidrográfico da Marinha da Austrália, responsável pelas cartas náuticas do país, uma das possibilidades é que tenha ocorrido falha humana e que esse tipo de dado deveria ser tratado "com cautela" ao redor do mundo, já que alguns detalhes são antigos ou simplesmente errados.


De acordo com Maria Seton, uma das cientistas que integra a equipe, a ilha aparece como Sable Island no Times Atlas of the World e o Southern Surveyor, um navio de pesquisa marítima australiano, também afirma que ela existe. Mas, quando decidiu navegar rumo ao local, a embarcação também não avistou nada.


"Nós queríamos checar, porque as cartas de navegação à bordo do navio mostravam uma profundidade de 1.400 metros naquela área, algo muito profundo", diz Seton, da Universidade de Sidney, após a viagem de 25 dias.


"Ela está no Google Earth e em outros mapas e por isso fomos checar, mas não havia ilha alguma. Estamos realmente intrigados. É bem bizarro. Como ela apareceu nos mapas? Nós simplesmente não sabemos, mas estamos planejando ir a fundo e descobrir", acrescentou.

Teorias da conspiração

 

O tema também ganhou as redes sociais. No Twitter, o usuário Charlie Loyd disse que no Yahoo Maps e no Bing Maps a ilha também consta como Sandy Island, mas que ao fechar o zoom, o território desaparece.


Teorias conspiratórias entre os internautas apontam para um possível "truque" de cartógrafos, que incluiriam territórios falsos em seus mapas para saber quando alguém está tentando roubar seus dados.


Outros dizem que o serviço de hidrografia da França já havia identificado que a ilha não existia e tinha solicitado que ela fosse apagada de mapas e cartas náuticas ainda em 1979.


Em resposta à polêmica, o Google disse que recebia com bons olhos o feedback dos cientistas a respeito do mapa.


"Nós trabalhamos com uma ampla gama de fontes de dados comerciais e de pessoas respeitadas para levar aos nossos usuários os mapas mais atualizados e ricos em detalhes. Uma das coisas mais empolgantes sobre mapas e geografia é que o mundo é um lugar em constante transformação, e manter-se por dentro dessas mudanças é um esforço sem fim", disse um porta-voz da empresa.




Fonte: BBC

Nasa reduz expectativa de descoberta em Marte

O veículo-robô Curiosity foi enviado a Marte para encontrar vestígios de vida no planeta / AFP PHOTO/ NASA/JPL-Caltech

A "descoberta incrível" não pode ser antecipada antes de confirmar seus estudos preliminares, segundo cientistas.


A excitação foi total na quarta-feira (21) quando um cientista da Nasa mencionou uma descoberta "digna de entrar nos livros de história" feita pelo veículo-robô Curiosity em Marte. Em seguida, a agência espacial americana reduziu as expectativas em torno do feito.


"Esta descoberta vai entrar nos livros de história, parece realmente excelente", afirmou à rádio NPR John Grotzinger o diretor da missão Curiosity no Laboratório de Propulsão a Jato Jet Propulsion Laboratory, (JPL) em Pasadena, na Califórnia.

Segundo a entrevista, divulgada na terça-feira, análises feitas pelo robô, enviado ao planeta vermelho para tentar encontrar vestígios de vida no passado, apontariam para uma descoberta incrível. No entanto, os cientistas não poderiam antecipar nada mais antes de confirmar seus estudos preliminares, o que poderá levar várias semanas.


No entanto, Guy Webster, responsável pelas relações com a imprensa do JPL, reduziu a expectativa em torno de uma descoberta revolucionária. 


"No que diz respeito ao seu comentário sobre os 'livros de história', a missão em seu conjunto tem uma natureza que a torna candidata a entrar nos livros de história (...), não há nada específico no futuro que seja revolucionário", disse à AFP. "Grotzinger estava encantado com a qualidade das análises das amostras provenientes do veículo robótico quando estava com um jornalista em seu escritório na semana passada", explicou Webster. "Já tinha ficado entusiasmado no passado com resultados anteriores e estará de novo no futuro", acrescentou.


"A equipe científica analisa os dados de uma amostra do solo marciano, mas não se pode falar disso neste momento", continuou. "Isto não muda os procedimentos habituais: deve-se confirmar os primeiros resultados antes de torná-los públicos", afirmou Webster.


No final de setembro, o Curiosity descobriu cascalho proveniente do leito de um antigo riacho, sustentando a hipótese da existência de água no planeta vermelho. O robô, dotado de vários instrumentos de medição e análise, encontrou no mês passado "objetos brilhantes" na superfície do solo, o que deixou os especialistas perplexos.




Fonte: Band

Cientistas desvendam alguns mistérios do gélido planeta anão Makemake




Uma equipe internacional de astrônomos, entre eles brasileiros, conseguiu desvendar alguns dos mistérios que rondam o gélido corpo celeste Makemake, um dos cinco planetas anões do Sistema Solar. Entre a descoberta mais relevante até o momento está o fato de que ele não possui atmosfera.

Isto só foi possível porque os três telescópios utilizados na pesquisa flagraram o momento em que Makemake passou em frente a uma estrela. A radiação emitida por esta foi bloqueada, a estrela desapareceu e apareceu muito rapidamente, em vez de sumir lentamente e depois ficar novamente brilhante de forma gradual. 


Quando isto acontece, de acordo com os pesquisadores, significa que o corpo celeste não possui atmosfera ou ela é muito pequena. O mesmo acontece com Éris, o planeta anão de maior massa conhecido no Sistema Solar.

Além disso, os pesquisadores também fizeram avanços no que diz respeito ao tamanho de Makemake, que não possui luas. Ele tem cerca de dois terços do tamanho de Plutão e viaja em torno do Sol numa órbita mais distante. 


Também foi possível estimar o albedo, a quantidade de luz solar refletida pela superfície do planeta-anão. O albedo de Makemake é cerca de 0,77, parecido com o da neve suja, maior que o de Plutão, mas menor que o do Éris.

Apesar destas descobertas ainda há muito o que desvendar sobre Makemake e outros distantes corpos gélidos celestes. 


A grande distância da Terra é um dos fatores que tornam esse tipo de pesquisa mais desafiadora. O artigo sobre esta investigação foi publicado na revista Nature.



quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Pesquisadores registram 39 espécies de aves-do-paraíso na Oceania

Exemplar da espécie ave-do-paraíso de Alberto (Pteridophora alberti) encontrado na Papua-Nova Guiné (Foto: Tim Laman, National Geographic/AP)
 
 
Exemplar da espécie ave-do-paraíso de Wilson (Cicinnurus respublica) (Foto: Tim Laman, National Geographic/AP)
 
 
Exemplar da espécie ave-azul-do-paraíso (Paradisaea rudolphi) (Foto: Tim Laman, National Geographic/AP) 
 
 
Pássaros de diferentes tamanhos foram vistos em Papua-Nova Guiné. Fotógrafo e ornitólogo coletaram material em expedições feitas em 8 anos.
 
 
Durante oito anos, o estudioso de aves (ornitólogo) Ed Scholes e o fotógrafo Tim Laman realizaram 18 expedições para florestas remotas da Papua-Nova Guiné, pequena ilha da Oceania, onde conseguiram documentar 39 espécies de aves-do-paraíso que vivem na região.


Coloridas e com diversos tamanhos (podem medir entre 15 centímetros e 1,20 metro), esse gênero de aves habita zonas de floresta tropical e manguezais. Atualmente, já foram descobertas mais de 40 espécies diferentes.


Os pesquisadores conseguiram estudar os pássaros de diversas formas: gravando áudios dos diferentes sons cantos e registrando imagens do cotidiano das aves na vida selvagem.


Existem espécies desse gênero que já são consideradas ameaçadas de extinção, segundo a lista vermelha da União Internacional pela Conservação dos Animais (IUCN, na sigla em inglês).




Fonte: G1

Russa guarda corpo do marido por 3 anos à espera de ressurreição

Foto Ilustrativa

Autoridades russas informaram que uma mulher manteve o corpo do marido morto em seu apartamento por quase três anos após a morte dele, informa a rede de notícias americana CBS


Promotores da região de Yaroslavl, no centro da Rússia, descreveram a mulher, mãe de cinco filhos, como uma devota cristã pentecostal com históricos psiquiátricos que ficou tão perturbada com a morte do marido, de causas naturais em 2009, que acreditou que o corpo estava "destinado a ressuscitar". 


Uma investigação foi aberta após o corpo ser encontrado dentro de um saco plástico dentro do lixo em julho deste ano, após a família se desfazer do corpo. 


Os promotores disseram na segunda-feira que, anteriormente, a mulher mantinha o corpo em uma cama e pedia para que seus filhos conversassem com ele e o alimentassem. 


A decisão de descartar o corpo teria sido tomada por dois filhos quando a família se mudou de apartamento. 




Fonte: Terra

Mais 19 sítios arqueológicos são descobertos em Monte Alegre, Pará





Pinturas rupestres e peças de cerâmica estão entre os elementos que compõem os 19 sítios arqueológicos recém-descobertos na parte baixa do Parque Estadual Monte Alegre (Pema), no oeste do Pará, por pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), que trabalham em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais e a Universidade de São Paulo (USP). 



O trabalho realizado por essas instituições tem o apoio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), e visa complementar os estudos sobre a região.


Para melhorar a capacitação dos guias que levam turistas até o Parque Estadual, divulgando as belezas do lugar mas sempre com a preocupação de preservar os registros históricos, a Sema promoveu neste mês uma aula de Arqueologia, ministrada pela arqueóloga e pesquisadora Edithe Pereira, do MPEG. 


A aula reuniu guias das comunidades do Ererê, Santana e Pay-tuna, os quais tiveram acesso a mais informações sobre a história do Pema.


A equipe da Sema, composta por Joyce Carla e Rodrigo Araquem, pela turismóloga Rafaela Leite, da Escola Tecnológica do Pará, e Ângela Kaxuyana, do Instituto Peabiru, esteve no Parque Estadual Monte Alegre e na Área de Preservação Ambiental (APA) Pay-tuna, em pontos só abertos à visitação pública com a prévia autorização da gerência do parque e da APA.


Segundo Edithe Pereira, os participantes da aula de escavação foram divididos em dois grupos. O primeiro foi composto pelos guias, e o outro por representantes das instituições. 


“No local havia pinturas rupestres descobertas há pouco tempo e um pequeno buraco feito pelos arqueólogos, de onde foram extraídas algumas peças de cerâmica. As artes estavam visivelmente cobertas por cupim, e algumas estavam um pouco apagadas, devido à chuva”, informou a pesquisadora.



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