terça-feira, 11 de setembro de 2012

Biólogo captura o mundo de cores e formas das águas-vivas do Ártico

As águas-vivas, também conhecidas como medusas, vivem em vários locais, inclusive no Oceano Ártico. Foto: BBC Brasil



Para elas, é normal se alimentar de outras medusas, como na foto. Também comem peixes, pequenos crustáceos e plâncton. Foto: BBC Brasil


Elas são compostas de 95 a 99% por água, por isso, tem esta aparência transparente. Na foto, uma medusa-da-lua (Aurelia aurita). Foto: BBC Brasil


Para se preparar para a noite polar do Oceano Ártico, durante o inverno, as águas-vivas crescem o máximo possível.. Foto: BBC Brasil


Seu ciclo de vida varia, mas costuma ser muito curto: de dois a seis meses, mas algumas podem sobreviver por mais tempo, em aquários. Foto: BBC Brasil


As águas-vivas-jubas-de-leão (Cyanea capillata) podem atingir dois metros de diâmetro e ter tenáculos de 30 metros, o equivalente a um prédio de dez andares. Foto: BBC Brasil


Na foto, é possível ver uma água viva se alimentando de uma outra espécie menor. Foto: BBC Brasil


Os tentáculos das medusas liberam toxinas que funcionam tanto como autodefesa, como para caçar. Nesta foto, onde é possível ver uma medusa envolvendo outra. Foto: BBC Brasil


De boca cheia. Esta foto capta o momento exato em que uma água-viva "engole" outra. Foto: BBC Brasil


No verão, elas perdem quase todos os tentáculos. Seus ovos crescem na parte inferior, que futuramente vão dar origem a larvas. Foto: BBC Brasil


Estes são os principais predadores das águas-vivas no verão. 'Hyperia galba' são crustáceos capazes de comer uma água-viva por dentro. Foto: BBC Brasil 


Quando crustáceos predadores atacam uma água viva, ela só morre se for totalmente consumida, explica Semenov. Foto: BBC Brasil
 
 
 
O russo Alexander Semenov se especializou em retratar todas as fases de vida deste grupo de animais.
 
 
As águas-vivas têm um ciclo de vida curto. Em média, vivem de dois a seis meses, mas neste período dão um show de cores e formas, como mostram estas imagens capturadas por um biólogo e fotógrafo russo.


"Todo ano há mudanças, porque algumas espécies desaparecem por anos, enquanto outras apresentam uma explosão demográfica. Isto é normal, há uma dinamicidade que faz a área muito interessante de ser estudada", disse o biólogo russo Alexander Semenov à BBC Brasil. 

 
Semenov se especializou no assunto e registrou as fases da vida destes seres que chegam a ser compostos de até 99% de água. Ele é o chefe dos mergulhadores da estação do Mar Branco, no norte da Rússia.

 
As fotos deste ensaio mostram desde a reprodução até ocasiões em que os celenterados têm o corpo invadido por centenas de crustáceos, que de dentro das águas-vivas, se alimentam das medusas.
 
 
 

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