As águas-vivas, também conhecidas como medusas, vivem em vários locais, inclusive no Oceano Ártico. Foto: BBC Brasil
Para elas, é normal se alimentar de outras medusas, como na foto. Também
comem peixes, pequenos crustáceos e plâncton. Foto: BBC Brasil
Elas são compostas de 95 a 99% por água, por isso, tem esta aparência
transparente. Na foto, uma medusa-da-lua (Aurelia aurita). Foto: BBC
Brasil
Para se preparar para a noite polar do Oceano Ártico, durante o inverno,
as águas-vivas crescem o máximo possível.. Foto: BBC Brasil
Seu ciclo de vida varia, mas costuma ser muito curto: de dois a seis
meses, mas algumas podem sobreviver por mais tempo, em aquários. Foto:
BBC Brasil
As águas-vivas-jubas-de-leão (Cyanea capillata) podem atingir dois
metros de diâmetro e ter tenáculos de 30 metros, o equivalente a um
prédio de dez andares. Foto: BBC Brasil
Na foto, é possível ver uma água viva se alimentando de uma outra espécie menor. Foto: BBC Brasil
Os tentáculos das medusas liberam toxinas que funcionam tanto como
autodefesa, como para caçar. Nesta foto, onde é possível ver uma medusa
envolvendo outra. Foto: BBC Brasil
De boca cheia. Esta foto capta o momento exato em que uma água-viva "engole" outra. Foto: BBC Brasil
No verão, elas perdem quase todos os tentáculos. Seus ovos crescem na
parte inferior, que futuramente vão dar origem a larvas. Foto: BBC
Brasil
Estes são os principais predadores das águas-vivas no verão. 'Hyperia
galba' são crustáceos capazes de comer uma água-viva por dentro. Foto: BBC Brasil
Quando crustáceos predadores atacam uma água viva, ela só morre se for totalmente consumida, explica Semenov. Foto: BBC Brasil
O russo Alexander Semenov se especializou em retratar todas as fases de vida deste grupo de animais.
As águas-vivas têm um ciclo de vida curto. Em média, vivem de dois a
seis meses, mas neste período dão um show de cores e formas, como
mostram estas imagens capturadas por um biólogo e fotógrafo russo.
"Todo ano há mudanças, porque algumas espécies desaparecem por anos, enquanto outras apresentam uma explosão demográfica. Isto é normal, há uma dinamicidade que faz a área muito interessante de ser estudada", disse o biólogo russo Alexander Semenov à BBC Brasil.
Semenov se especializou no assunto e registrou as fases da vida destes
seres que chegam a ser compostos de até 99% de água. Ele é o chefe dos
mergulhadores da estação do Mar Branco, no norte da Rússia.
As fotos deste ensaio mostram desde a reprodução até ocasiões em que os
celenterados têm o corpo invadido por centenas de crustáceos, que de
dentro das águas-vivas, se alimentam das medusas.
Fonte: Folha de São Paulo












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