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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Eclipse solar que acontece no próximo dia 20 de março deixará parte do planeta na escuridão



Parte do planeta, mais especificamente o Reino Unido, passará por um eclipse solar no próximo mês que o deixará “mergulhado na escuridão”. O evento não ocorre há 15 anos.


Durante o eclipse, a lua bloqueará a luz do sol na manhã do dia 20 de março e cerca de 90 por cento dos raios solares serão bloqueados em algumas partes da Europa. Na Escócia a escuridão poderá alcançar 94 por cento em seu ápice.


O próximo eclipse será o maior desde agosto de 1999.


No Reino Unido, o apagão começará às 8h 45 min (horário local) e chegará ao fim às 10h 41 min (também horário local). O ponto mais alto do eclipse, quando a lua está mais próxima do meio do sol, será às 09h31.


O evento de agosto de 1999 foi o primeiro eclipse total desde 1990, mas o primeiro foi visto em 1927 no Reino Unido.




Fonte: Gadoo

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Fenômeno dos três sóis é observado na China




 

 O sol que aparece no meio da imagem é o verdadeiro. Os outros dois são formados por cristais de gelo suspensos no ar, que refletem a luz. 





Fonte: Band

segunda-feira, 15 de julho de 2013

'Tsunami' varre superfície solar a 400 km por segundo


 
 
Fenômeno é gerado após erupção solar e caracteriza-se por um campo magnético em suspensão e gás ionizado em alta temperatura.
 
 
Dois satélites registraram um "tsunami" se espalhando pela superfície do Sol depois de uma descarga de matéria chamada Ejeção de Massa Coronal - erupções de gás em alta temperatura.



Esse "tsunami" é gerado após a erupção solar e caracteriza-se por um campo magnético em suspensão e gás ionizado em alta temperatura, que varre a superfície solar a uma velocidade de 400km por segundo.


A análise deste fenômeno permitirá aos cientistas prever qual o impacto das ejeções de massa coronal para a Terra.



Se direcionadas a nosso planeta, as partículas geradas na erupção solar podem afetar sistemas de comunicação, redes de transmissão de energia e gerar intensas auroras no céu.



Estes lançamentos enormes de energia magnética - conhecidos como "super flares" (super chamas, na tradução literal) - podem danificar a atmosfera de um planeta em órbita nas proximidades, colocando em risco as formas de vida que eventualmente residam ali.



Felizmente as "super flares" são muito menos frequentes em estrelas de baixa rotação, como nosso Sol.



 Fonte: Terra

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Tempestade solar 'extrema' pode causar apagões generalizados na Terra


 
 
Fenômenos acontece neste ano e será capaz de afetar a energia elétrica.
 
 
Se uma tempestade solar "extrema" a caminho da Terra atingi-la de determinada maneira, é possível que coloque em risco redes elétricas interconectadas ao redor do mundo. 
 
 
Além de criar auroras - austrais e boreais -, esses fenômenos podem provocar a interrupção ou mau funcionamento de uma ampla gama de serviços que utilizam a fundamental energia elétrica, de acordo com especialistas ouvidos na edição deste ano da Electrical Infrastructure Security Summit (Cúpula sobre Segurança na Infraestrutura Elétrica, em tradução livre). As informações são do portal Space.com.
 
 
 "O que (uma tempestade solar) pode fazer - ainda que não cause uma queda de energia em escala continental - é causar um apagão regional", afirmou o pesquisador Daniel Baker. 
 
 
"Imagine algo como, por exemplo, a supertempestade Sandy. Imagine aquele tipo de tempestade severa - porém causando apagões regionais por semanas. Viver sem energia elétrica realmente afeta toda a nossa sociedade de forma notável."
 
 
Quando o Sol atingir o ápice de seu ciclo de 11 anos em 2013, os cientistas esperam que áreas ativas da estrela - conhecidas como manchas solares - entrem em erupção, arremessando fluxos de partículas carregadas no Sistema Solar. Tempestades relativamente menores também podem criar blecautes temporários em rádios e perturbar a navegação GPS.



Isso não significa, porém, que todas as erupções solares vão impactar a Terra. A maior parte das chamadas ejeções de massa coronal não são voltadas ao nosso planeta; em vez disso, são disparadas sem causar danos a outras partes do Sistema Solar. 


Ainda assim, aproximadamente uma vez por século, de acordo com Baker, uma tempestade solar extrema causa impacto terrestre.
 
 
 
 
Fonte: Terra

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Nasa registra quatro potentes erupções solares



O sol lançou quatro potentes erupções esta semana, alcançando a atividade mais intensa este ano e provocando interrupções limitadas nas radiocomunicações de alta frequência, informou a Nasa.


As quatro erupções observadas desde a segunda-feira pertencem à categoria X, a mais intensa nestes fenômenos e uma delas foi classificada como X3.2. São as primeiras deste tipo este ano, segundo a Nasa.


"Esta é a erupção do tipo X mais forte de 2013 até o momento, superando em força os dois tipos de erupções X ocorridas nas últimas 24 horas", afirmou a Nasa em alusão a uma erupção que alcançou seu ápice à 01h11 GMT de terça-feira.


Uma quarta erupção do tipo X alcançou o ápice às 01h48 GMT esta quarta-feira, informou a Nasa. A quarta erupção foi medida como X1.2 causou um corte temporário de rádio que se manteve desde então e foi caracterizada como "forte" ou R3 em uma escala de 1 a 5 pela escala de tempo meteorológico espacial da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos. 


As últimas erupções começaram em 13 de maio e lançaram ondas de radiação solar, conhecida como ejeção de massa coronal (CME). A mais forte viajou particularmente rápido, a uma velocidade aproximada de 2.253 quilômetros por segundo, informou a Nasa.


A agência espacial americana afirma que as CMEs fundidas produzirão uma nuvem ionizadas produzirão uma nuvem de material solar que "poderia afetar a passagem dos satélites STEREO-B e Epoxi", observatórios espaciais que orbitam a Terra para vigiar as tempestades solares e a passagem dos cometas.


"Os operadores da missão notificaram os operadores. Se for necessário, os operadores podem colocar os dispositivos espaciais em um modo de segurança para proteger os instrumentos do material solar", afirmou a Nasa.


As CMEs até agora não se dirigiram para a Terra, mas podem causar danos a satélites. Os especialistas afirmam que o aumento da atividade solar é comum agora mesmo porque o sol está em uma fase de início de um novo ciclo de atividade de 11 anos que se espera alcançar seu ponto máximo em 2013. O sol vive alternativamente ciclos de 11 anos de atividade e calma. 


Segundo os especialistas em clima espacial da NOAA, esperam-se erupções solares mais fortes nos próximos dias.


Embora os CMEs enviam radiações potentes, a Terra está protegida pelo seu campo magnético. A atividade solar pode interromper momentaneamente os sinais de GPS e dos satélites de comunicação, mas a maioria das pessoas não perceberá estes efeitos em sua vida cotidiana. 


A primeira erupção de classe X deste ciclo solar ocorreu em fevereiro de 2011 e a mais potente desde agosto de 2011.




Fonte: Terra

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Eclipse solar cria 'anel' no céu da Austrália






















Australianos puderam assistir ao fenômeno nesta sexta-feira (10). Eclipse também foi visto na Indonésia, Nova Zelândia e ilhas do Pacífico Sul. Os australianos puderam assistir nesta sexta-feira (10) a um eclipse solar anelar.



Embora a Lua passe à frente do Astro-Rei, ela não consegue cobrir totalmente a estrela, dando uma forma de anel ao fenômeno visto da Terra. O eclipse, o segundo em seis meses, teve melhor visibilidade no norte do país.


Moradores de outras regiões próximas, como a Indonésia, a Nova Zelândia e ilhas do Pacífico Sul também conseguiram ver o sol desaparecer atrás da lua.





Fonte: G1

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Eclipse vai transformar o Sol em "anel de fogo" cósmico



 
 
A Lua vai bloquear o Sol em um espetacular eclipse nesta semana - o evento celestial vai transformar o Sol em um "anel de fogo" cósmico durante o dia. 
 
 
O eclipse do Sol, também chamado de eclipse anelar ou circular, vai acontecer nesta quinta e sexta-feira, dependendo do local no planeta. 
 
 
Se o tempo permitir, o eclipse será visível em algumas partes da Austrália e no sul do Oceano Pacífico, onde será sexta-feira no horário local.


Enquanto aproximadamente 95% do Sol está coberto pela Lua no auge do eclipse, o céu não estará completamente escuro em nenhum momento para a observação a olho nu. 
 
 
Por esta razão, é necessário proteger os olhos com lentes ou filtros de câmeras e telescópios ou qualquer outro método de proteção, mesmo durante o momento máximo do eclipse, quando o Sol será ofuscado pela silhueta da lua.


No restante do mundo, será possível captar um pouco do eclipse graças ao acompanhamento online do fenômeno pela Câmera do Espaço Slooh. A transmissão está prevista para esta quinta-feira, a partir de 17h30 (horário de Brasília).


Outros eclipses em 2013


No dia 24 de maio um eclipse parcial da Lua poderá ser visto na Ásia Central, no Oeste da Austrália e no Lesta da Europa e África. 
 
 
Além disso, no dia 3 de novembro, está previsto um raro eclipse solar híbrido - um eclipse anelar que irá transitar para um eclipse total. O fenômeno será visível no norte do Oceano Atlântico e na zona equatorial da África.
 
 
 
 
 

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Sol teve a terceira ejeção de massa coronal em apenas dois dias

  ESA&Nasa/SOHO



O Sol teve a terceira ejeção de massa coronal em apenas dois dias, indicando uma alta atividade do astro. 


O terceiro disparo (à esquerda) ocorreu no dia 21 de abril, às 13h39 (fuso de Brasília), e chegou a a uma velocidade de 1.005,8 quilômetros por segundo, mostram observações do Observatório Solar Heliosférico (SOHO, na sigla em inglês). 


De acordo com a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), a ejeção foi irradiada na direção de Mercúrio, com poucas chances de atingir a Terra - o Sol foi bloqueado por um círculo para que o forte brilho não ofuscasse a corona (atmosfera solar) durante o registro.




Fonte: UOL

sábado, 13 de abril de 2013

Após erupção solar, Terra pode ter tempestade geomagnética

Explosões solares captadas na última quinta-feira (11) por instrumentos da agência espacial americana (Foto: Divulgação/ESA/NASA/SOHO/GSFC)
 
Observatório de Dinâmica Solar, da Nasa, mostra erupções solares registradas nesta quinta-feira (11) e que liberou partículas devem atingir a Terra neste sábado (Foto: Divulgação/Nasa/SDO)
 
 
Cientistas aguardam neste sábado chegada de partículas emitidas pelo Sol. Fenômeno pode alterar sistemas de satélites e redes de energia.
 
 
  Erupções ocorridas no Sol nesta semana, consideradas as mais intensas deste ano, podem provocar até o fim da manhã deste sábado (13) uma tempestade geomagnética na Terra, que, dependendo da intensidade, pode afetar sistemas de telecomunicações do planeta e a rede de distribuição de energia elétrica, segundo cientistas.


Na última quinta-feira (11), a agência espacial americana, Nasa, captou explosões na coroa solar que emitiram no espaço jatos com bilhões de partículas que partiram em direção à Terra. Imagens feitas por equipamentos da agência captaram as explosões. Segundo a Nasa, o aumento no número de explosões solares é esperado para este período, em que o Sol está chegando próximo do pico de seu ciclo de atividade, que dura 11 anos.


De acordo com o pesquisador brasileiro José Roberto Cecatto, da divisão de astrofísica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de São José dos Campos (SP), essa massa liberada pelo Sol viaja a uma velocidade de mil quilômetros por hora e deve chegar à Terra nesta manhã.


No entanto, ainda não há como saber se ela provocará uma tempestade geomagnética e, caso isto ocorra, se terá tamanha intensidade a ponto de afetar equipamentos terrestres ou apenas provocará fenômenos como as auroras boreal e austral, um "show natural" de luzes coloridas que podem ser acompanhadas em regiões próximas aos polos Sul e Norte.


“A tempestade pode ser de dois tipos. Se a nuvem geomagnética estiver na mesma direção do campo magnético da Terra, os efeitos serão mais brandos e podem provocar apenas auroras. No entanto, se a nuvem de massa solar vier na direção oposta ao campo magnético terrestre, aí ocorrem tempestades geomagnéticas”, explicou Cecatto.


O fenômeno é medido em uma escala que vai de G1 a G5 – em que G5 é o nível mais forte. Ele não tem impacto direto sobre as pessoas nem sobre a natureza, mas pode afetar o funcionamento de satélites, GPS e redes de energia.


Além disso, a interferência causada pela radiação solar pode fazer com que algumas companhias desviem rotas de voos próximos aos polos.


“Essa nuvem não é uma das maiores já registradas, mas também não pode ser desprezada. Ela deve gerar alguns efeitos moderados no Brasil, como algumas perturbações na rede de distribuição de energia elétrica, de moderada intensidade. Os efeitos mais significativos podem ocorrer nas altas latitudes”, explica o pesquisador.

 
Os equipamentos do Programa de Estudo e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial, ligado ao Inpe, que estão instalados na cidade do interior paulista deverão acompanhar o fenômeno neste sábado.




Fonte: G1

segunda-feira, 18 de março de 2013

Bilhões de partículas emitidas por erupção solar estão vindo para a Terra, diz Nasa



Um fluxo de bilhões de partículas provenientes de uma erupção solar na sexta-feira deve atingir a Terra nos próximos dias, de acordo com informação divulgada pela Nasa, após detecções do Observatório de Relações Terrestres (Stereo). 


As partículas emitidas poderão interferir em satélites, sistemas de telecomunicações e aparelhos eletrônicos no nosso planeta.


A Nasa estima que este "jato" de partículas esteja se locomovendo a 1,4 mil km/seg em direção à Terra, uma velocidade considerada alta para este fenômeno, chamado ejeção de massa coronal (CME, na sigla em inglês).


Apesar disso, os efeitos - como uma tempestade geomagnética na Terra - devem ser de baixos a moderados no planeta, acredita a Nasa. Segundo a agência, anteriormente, ejeções solares parecidas não provocaram tempestades geomagnéticas consideráveis, mas registraram auroras visíveis nos polos.


As três imagens acima mostram erupções solares. Um disco foi colocado sobre o Sol para melhor ver a corona, a atmosfera em torno do astro.




segunda-feira, 11 de março de 2013

Sol registra atividade abaixo do previsto, anuncia Nasa




De acordo com a Nasa, a atividade do Sol este ano está abaixo daquela prevista pelos astrônomos. O ano de 2013 é considerado o "máximo solar", uma época de pico de atividade após um período de 11 anos, quando há um aumento na ocorrência de manchas na superfície da estrela. 



Até o momento, contudo, este pico de energia não aconteceu, assim como a incidência das manchas está abaixo da atividade registrada em 2011. Fora isso, as fortes explosões na parte mais externa do Sol também não são frequentes.


De acordo com a imagem que ilustra este texto, obtida no dia 28 de fevereiro, pela sonda Observatório Solar Dinâmico (SDO), da Nasa, foram detectadas algumas pequenas manchas em uma região que, durante os picos de atividade, ficaria repleta de pontos escuros.


Mesmo passando por uma atividade considerada "baixa", esta semana uma grande erupção solar enviou radiação em direção a Marte, o que fez com que a Nasa desativasse por um curto período o robô Curiosity. 




quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Nasa detecta manchas escuras no Sol



A sonda do Observatório de Dinâmica Solar (SDO), da Nasa, encontrou manchas escuras gigantes que se formaram sobre o Sol nas últimas 48 horas.  É provável que o fenômeno provoque novas tempestades solares. 


As tempestades são causadas por essas manchas solares, regiões onde há uma redução de temperatura e pressão das massas gasosas no Sol, relacionadas ao seu campo magnético. 


O Sol tem ciclos de atividade de aproximadamente 11 anos, com períodos mais intensos. O auge desse ciclo acontece agora, em 2013.


A sonda do SDO estuda, desde 2010, os fenômenos que acontecem no Sol e, de alguma forma, interferem na Terra. 


A imagem divulgada pela Nasa combina dois instrumentos do SDO. Um deles tira fotos em luz visível. Já o outro faz imagens com um comprimento de onda que capta a baixa atmosfera do Sol.


Juntas, as manchas pretas têm um diâmetro equivalente a mais de seis Terras. Segundo a Nasa, elas evoluíram rapidamente para o que se chama de "região delta". 


Isso significa que as áreas mais claras apresentam campos magnéticos que apontam na direção contrária dos campos do centro.


Por ser considerada uma configuração instável, ela pode causar erupções de radiação no Sol. Dependendo da intensidade, o fenômeno pode alcançar a Terra em forma de tempestades solares. Isso pode prejudicar sinais de comunicação, mas não coloca o ser humano em perigo.





Fonte: Info

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Nasa divulga imagem de erupção solar

Forças magnéticos que carregavam o plasma não venceram a gravidade do Sol e recuaram / HO / NASA / AFP


A Nasa divulgou na sexta-feira a imagem de uma erupção solar, que ocorreu no dia 31 de dezembro de 2012.


Forças magnéticas estavam levando o fluxo de plasma, mas como não tiveram força suficiente para vencer a gravidade do sol, recuaram e formaram  o que se pode ver na foto. 


O comprimento da erupção teve cerca de 160.000 milhas, que corresponde a 257,495 quilômetros, a partir do Sol. 


A Terra, por exemplo, tem cerca de 7.900 milhas de diâmetro. A menor erupção é cerca de 20 vezes o diâmetro do nosso planeta. 




Fonte: Band

sábado, 24 de novembro de 2012

Identificado gigantesco grupo de manchas solares que poderia afetar a Terra



Um grupo de manchas solares, denominado AR 1618, ganhou um tamanho gigantesco – aproximadamente 10 vezes o tamanho da Terra - de acordo com imagens da sonda Soho da NASA. Estas manchas solares já emitiram erupções de classe M, consideradas de porte médio. 


Contudo, a National Oceanic & Atmospheric Administration (NOAA), dos EUA, alerta para o risco de este fenômeno ganhar energia suficiente para emitir erupções de classe X, as mais potentes que existem.

 
De acordo com o posicionamento destas manchas, as erupções solares estariam apontadas diretamente para a Terra. Com isso, uma nuvem de partículas e radiação poderia chegar até o nosso planeta e provocar tempestades geomagnéticas. 


As consequências podem ser várias, desde magníficas auroras boreais e austrais até problemas com os sistemas eléctricos dos satélites.




quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Região australiana vê 1º eclipse total do Sol em 1,3 mil anos




Milhares de pessoas reuniram-se na terça-feira na região de Queensland, Noroeste da Austrália, para assistir ao eclipse total do Sol. 


O raríssimo fenômeno, que durou pouco mais de dois minutos, ocorre quando a Lua se interpõe entre o Sol e a Terra, deixando uma zona do planeta às escuras. O eclipse também pôde ser visto parcialmente no Norte da Nova Zelândia, em ilhas do Pacífico e em partes centrais do Chile. 


O turismo se intensificou na região e várias pessoas se dirigiram para a cidade de Cairns, cidade turística onde se localiza a Grande Barreira de Corais, para ver o fenômeno. No momento em que Lua avançou sobre o Sol, foi formando-se uma sombra que fez a manhã australiana na região parecer noite. 


Segundo o site oficial do governo de Cairns, de dois a cinco eclipses solares ocorrem a cada ano, e não mais do que dois desses pode ser eclipses totais. Cairns estava no caminho da totalidade do eclipse, o que fez com que a visão do fenômeno a partir da cidade fosse privilegiada. 


A totalidade da cobertura do Sol ocorreu na manhã do dia 14 (horário da Austrália) logo depois do nascer do Sol, às 6h39, horário local, com sol de 14 graus Celsius acima do horizonte. 


Em Brasília, faltavam poucos minutos para as 19h desta terça-feira quando começou o eclipse. O fenômeno, em seguida, foi se deslocando para áreas despovoadas do Sul do Pacífico. 


A agência oficial de Turismo de Queensland (TTNQ) divulgou que o ministro do Turismo de Queensland, Jann Stuckey, comemorou o fato de a região ter ficado lotada de visitantes, cientistas, astrônomos e de "caçadores de eclipse". 


Antes do fenômeno - que tornou-se evento em Queensland, tendo inclusive ocorrido um festival cultural e uma maratona especificamente em função do eclipse -, estimava-se que até 60 mil pessoas estariam por lá para acompanhar ao vivo a Lua cobrindo o Sol. 


Além disso, com transmissão ao vivo promovida pela Associação Astronômica de Queensland, em parceria com a TTNQ e a agência espacial norte-americana (Nasa), o fenômeno deve ter sido acompanhado por 20 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a estimativa do governo de Queensland. 




Fonte: Terra

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Austrália viverá eclipse total do Sol na quarta-feira



Na próxima quarta-feira (local), durante três horas, a Austrália viverá um processo de eclipse total do Sol.


O espetáculo começará na terça-feira às 20H35 GMT (18H35 de Brasília), ou seja, na quarta-feira após o amanhecer na Austrália, quando a lua ocultará o sol para os habitantes dessa parte do planeta.
O fenômeno só será visível desde as vastas zonas despovoadas do Pacífico Sul.


Na hora prevista, a sombra da Lua começará a estender-se sobre o Parque Nacional de Garig Gunak Barlu, a 250 quilômetros ao leste de Darwin (norte da Austrália), disse Fred Espenak, especialista mundial em eclipses da NASA. A continuação da sombra lunar se deslocará ao leste, através do Golfo de Carpentária.


Na Austrália, caso o tempo permita, os espectadores poderão contemplar dois minutos de eclipse total.


Totalmente oculto pela Lua, o Sol ficará reduzido a um disco negro com uma auréola dourada: sua atmosfera externa, que se estende por vários milhões de quilômetros. As estrelas também serão vistas em pleno dia através de um fundo de céu azul anil.

Os habitantes de Papua Nova Guiné, do extremo leste da Indonésia, da metade sul da Austrália e toda a Nova Zelânda poderão desfrutar de um eclipse parcial. A Polinésia, no sul do Chile e da Argentina, também poderá apreciar ligeiramente este fenômeno.


Após um périplo de 14.500 km através do hemisfério sul, o eclipse terminará às 23H48 GMT (21H48 de Brasília) a cerca de 800 km ao oeste do Chile.


Os eclipses totais do Sol são raros e só podem ser observados de um mesmo ponto da Terra uma vez a cada 410 anos no hemisfério norte e a cada 540 no hemisfério sul.




Fonte: Yahoo!

sábado, 18 de agosto de 2012

Sol é o objeto celeste mais redondo medido até hoje



Um grupo de cientistas descobriu que o Sol é o objeto natural mais redondo já medido. Ao contrário do que se pensava, o formato e o tamanho dele são constantes.


Essa descoberta pode derrubar as teorias astronômicas mais aceitas até hoje. Antes desse estudo, os astrônomos acreditavam que o Sol tinha ciclos de 11 anos, em que seu campo magnético sofre variações. Isso faria com que o Sol ficasse maleável e mudasse de forma ou tamanho.


Além disso, os cientistas também descobriram que ao mesmo tempo em que o Sol é redondo, ele também é achatado. Portanto, o Sol tem um equador amplo e uma distância menor entre os polos.


Essa pesquisa foi feita por Jeffrey Kuhn e sua equipe na Universidade do Havaí, em Pukalani, entre outros cientistas. A pesquisa foi publicada na revista científica Science.


Para fazer essa descoberta, os cientistas usaram dados obtidos pelo Observatório de Dinâmica Solar (SDO), um satélite da Nasa que fica na órbita da Terra. 


Como de onde o Sol está ele não sofre influência da atmosfera da Terra, essa deve ser considerada a medida mais precisa já feita do formato da principal estrela do nosso Sistema Solar.
 
 
Para os pesquisadores, isso significa que existem outras forças responsáveis por criar essa forma arredondada. O problema é que ninguém conhece que forças são essas ou como realmente funciona a turbulência de gases no Sol.
 
 
 
Fonte: Info

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Supertempestade solar pode afetar 130 milhões nos EUA, diz relatório

Imagem de satélite da Nasa mostra imagem de raio-X do Sol na sexta-feira (3) (Foto: AP)
 

Chance de ocorrer em 2013 é de 7%, diz Academia Nacional de Ciências. Prejuízo após apagões poderia chegar a US$ 2 tri em um ano.


Uma gigantesca liberação de partículas geomagnéticas vindas do Sol poderia destruir mais de 300 dos 2.100 transformadores de alta voltagem que são a espinha dorsal da rede elétrica dos Estados Unidos, segundo a Academia Nacional de Ciências dos EUA.


O Sol está entrando em um período de atividade intensa, conhecido como "máximo solar", que deve atingir seu auge em 2013. Por isso, há um ímpeto por parte de um grupo de agências federais para buscar maneiras de preparar os EUA para uma grande tempestade solar nesse ano.


Especialistas dos EUA estimam em até 7% o risco de uma grande tempestade em 2013. Pode parecer pouco, mas os efeitos seriam tão amplos - semelhantes à colisão com um grande meteorito - que o fato tem atraído a atenção das autoridades.


Apagões isolados podem causar caos, como ocorreu em julho, na Índia, quando mais de 600 milhões de pessoas ficaram sem energia durante várias horas em dois dias consecutivos.


Já um blecaute de longa duração, como o que poderia acontecer no caso de uma enorme tempestade solar, teria efeitos mais profundos e custosos.


Há discordâncias sobre o custo, mas especialistas do governo dos EUA e da iniciativa privada admitem que se trata de um problema complexo, que exige uma solução coordenada.


Um relatório da Academia Nacional de Ciências estimou que cerca de 365 transformadores de alta voltagem no território continental dos EUA poderiam sofrer falhas ou danos permanentes, que exigiriam a substituição do equipamento.


A troca poderia levar mais de um ano, e o custo dos danos no primeiro ano após a tempestade poderia chegar a US$ 2 trilhões, disse o relatório. As áreas mais vulneráveis ficam no terço leste dos EUA, do Meio-Oeste à costa atlântica, e no Noroeste do país.


A rede elétrica nacional foi construída ao longo de décadas para transportar a eletricidade ao preço mais baixo entre os locais de geração e consumo. Uma grande tempestade solar tem a capacidade de derrubar a rede, segundo o relatório dos cientistas.


De acordo com estimativas do relatório, mais de 130 milhões de pessoas nos EUA poderiam ser afetadas. Andres disse que no pior cenário a cifra de mortos poderia chegar a milhões.


Outros países também sentiriam o impacto se uma supertempestade solar atingisse seu sistema de energia, mas o dos EUA é tão amplo e interconectado que qualquer grande impacto teria resultados catastróficos no país.



Fonte: G1

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Tempestade solar pode causar efeitos na Terra hoje, diz Nasa



Nasa divulga imagens de fenômeno que pode atingir a Terra.

A Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) divulgou um vídeo de uma tempestade solar ocorrida na última segunda-feira. Segundo pesquisadores, os efeitos deste fenômeno poderão ser sentidos na Terra nesta quarta-feira.


De acordo com a Nasa, a tempestade, considerada de média intensidade por cientistas, viaja a uma velocidade de 700 km por segundo e foi causada por uma mudança no campo magnético do Sol.


Outras tempestades são esperadas nos próximos dias. Por causa disso, a Terra poderá ser afetada, dizem os especialistas. 


No fenômeno ocorrido na última segunda-feira, a liberação de partículas no espaço poderão atrapalhar transmissões de rádio na Europa e intensificar as auroras boreal e austral nos polos do planeta.



Fonte: Terra

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Imagem da Nasa mostra "buraco" no Sol



Região mais escura na superfície do astro é local de origem de ventos de alta velocidade.


Uma imagem divulgada pela Nasa (agência espacial norte-americana), na quarta-feira, revela um buraco coronal no Sol, que é visto na foto como uma fissura escura na superfície do astro.


Segundo a agência, a descoberta foi feita com a ajuda de um telescópio de Raio-X, que realizava seus primeiros voos acima da atmosfera da Terra e acabou revelando a estrutura dessa corona, que é observada apenas na coroa solar.


Essas regiões, que não são propriamente buracos, ficam mais escurecidas em relação a sua vizinhança devido a velocidade das partículas e o fato de o campo magnético ter uma configuração de linhas abertas. Os buracos coronais São frequentemente encontrados em polos solares.


Os ventos de alta velocidade solar são originados dentro desses buracos coronais. Nestas estruturas também acontece uma interação entre feixes de vento lento e rápido podendo atingir a Terra e causar tempestades geomagnéticas.




Fonte: Band
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