Mostrando postagens com marcador PANSPERMIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PANSPERMIA. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Cientistas fotografam organismo alienígena entre detritos no espaço



Pesquisa realizada usando poderosos ímãs eletromagnéticos fez uma descoberta que pode mudar os rumos da ciência sobre vidas extraterrestres. Nos resultados do teste foram descobertas partículas flutuando entre os pedaços de detrito espacial coletado na estratosfera da Terra. 


O cientista Milton Wainwright, chefe do estudo realizado no Centro de Astrobiologia da Universade de Buckingham, na Inglaterra, disse que a imagem mostra um cristal de sal, onde é possível observar a minúscula criatura. 


A forma do animal se parece com um touro devido aos pequenos chifres que emergem de sua superfície. O estudo e seus resultados se somam à teoria de panspermia, que mostra a origem da vida terrestre completamente ligada à alienígena.


“A imagem ilustra o que acreditamos serem micróbios alienígenas no alto da estratosfera. Nossa equipe causou um grande rebuliço nos últimos dois anos, ao afirmar que esses micróbios chegam continuamente à Terra do espaço”, explicou Wainwright.


A criatura só foi vista através da intervenção de elementos raros como disprósio, lutécio, neodímio e nióbio. Desta forma, é possível afirmar que a partícula não possui vínculo algum com qualquer tipo de vida existente na Terra. 


“Essas massas das partículas são muito grandes para terem sido geradas na Terra e, assim como as formas de vida extraterrestres que encontramos, devem ter entrado na Terra pelo espaço”, encerrou o pesquisador.  




Fonte: Yahoo!

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Pesquisadores investigam suposta informação extraterrestre escondida em nosso DNA



Há muitos anos, os cientistas procuram, nas profundezas do espaço, algum indício de vida extraterrestre, mas a resposta poderia estar muito mais próxima do que imaginávamos. Seria possível existir uma mensagem de outros seres dentro de nós mesmos?


Hoje, são muitas as pesquisas científicas que fazem essa pergunta. É o caso, por exemplo, de um artigo intitulado The Wow! Signal of the Terrestrial Genetic Code, que fala sobre o enigma de nosso código genético, com sua mensagem criptografada, e sua possível origem extraterrestre. 


Utilizando vários métodos matemáticos, os autores do ensaio procuraram algum tipo de evidência em dados estatisticamente chamativos nas cadeias de DNA humano, chegando a resultados surpreendentes.



O código revelou uma série de padrões aritméticos e ideográficos com uma mesma linguagem simbólica. Os padrões são tão perfeitos que parecem ser produto de uma lógica precisa e até artificial, mesmo quando indecifráveis. 



Em 1979, Carl Sagan publicou uma pesquisa similar, feita pelos bioquímicos Hiromitsu Yokoo e Tairo Oshima, que falava sobre a suposta existência de uma mensagem extraterrestre no DNA do bacteriófago φX174, o primeiro organismo a ser sequenciado. 


A suspeita surgiu pela presença de sequências e produtos de número primos, os quais não podem ser gerados por nenhum processo natural – é importante lembrar que o número primo é um sinal de inteligência artificial.



Embora, até agora, não tenham conseguido detectar nenhuma mensagem compreensível, a possibilidade de utilizar o código genético como meio de comunicação é real e foi provada pela biologia sintética, quando, em 2010, Craig Venter criou uma molécula que não apenas continha o genoma de uma bactéria, mas os nomes dos 46 cientistas envolvidos no experimento e algumas frases de James Joyce.




Fonte: History

Cientistas afirmam que extraterrestres existem e sugerem que nós somos seus descendentes



Astrônomos afirmaram que um organismo recém-descoberto prova que há vida além das estrelas, e que a descoberta sugere que toda a vida na Terra, incluindo a dos seres humanos, pode ser descendente de outro planeta.


O professor Milton Wainwright e sua equipe da Universidade de Sheffield, e da Universidade de Buckingham, encontraram o organismo durante uma coleta de amostras na estratosfera, usando balões.



Milton disse: “A foto mostra uma estrutura coloquialmente chamado de ‘a partícula do dragão,’ que a análise científica confirma ser feita de carbono e oxigênio, e, portanto, não é um pedaço de poeira cósmica ou vulcânica.”


Cientistas afirmaram que os extraterrestres existem e sugerem que nós, seres humanos, podemos ser seus descendentes. Eles encontraram organismo recentemente.


O fato combina com a recente notícia de que os cosmonautas a bordo da nave ISS descobriram um plâncton estranho como organismos de crescimento do lado de fora da estação, apoiando a teoria de que a vida na Terra evoluiu a partir de formas do espaço exterior.



Fonte: Gadoo

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Cosmonautas acham plâncton marinho fora da ISS




Os russos a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) descobriram plâncton marinho vivendo no espaço. Ainda não há explicação científica para o surgimento de vida no vácuo.


Os cosmonautas Oleg Artemyev e Alexander Skvortsov tiveram que limpar por fora as janelas e iluminadores da ISS diversas vezes durante as caminhadas espaciais. Foi quando eles descobriram uma sujeira misteriosa, que foi recolhida e analisada em laboratórios da Terra.


Os exames revelaram a presença de células de plâncton marinho do lado de fora da ISS. Vladimir Solovyev, chefe da missão russa na ISS, disse em comunicado da agência ITAR-TASS que também foi possível encontrar partículas microscópicas na superfície dos iluminadores.


Os resultados confirmam que alguns organismos podem viver na superfície da ISS por anos mesmo diante de condições extremas, como a velocidade do voo espacial, o ambiente de microgravidade, as condições de temperaturas e a intensa radiação cósmica.


A possibilidade de naves de carga terem levado vida para lá já foi descartada. A hipótese mais aceita para o surgimento de plâncton no espaço é que ele tenha vindo dos oceanos da Terra, abaixo da ISS, apesar de a nave estar a mais de 300 quilômetros da superfície do planeta.


Segundo Solovyev, a novidade ainda precisa ser mais estudada. Na última caminhada espacial, no dia 18 de agosto, os cosmonautas recolheram novas amostras que também serão analisadas em laboratório.



Fonte: Info
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...