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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

CIA libera 13 milhões de documentos secretos que incluem relatos sobre ovnis e experiências psíquicas









A CIA, a agência de inteligência dos Estados Unidos, liberou para o acesso público cerca de 13 milhões de documentos secretos.

Os documentos foram liberados na internet nesta quarta-feira depois de muita pressão de defensores das leis de liberdade de informação e de um processo contra a agência.

Entre os documentos estão comunicados internos, pesquisas, relatos de avistamentos de óvnis e até mesmo experiências psíquicas.

Trata-se de quase 800 mil arquivos, que totalizam 13 milhões de páginas - eles podem ser acessados aqui.
Entre os documentos estão registros de Henry Kissinger, secretário de Estado americano durante os mandatos dos presidentes Richard Nixon e Gerald Ford, além de centenas de milhares de páginas de análises de informações secretas e pesquisas científicas.

Stargate

 

Entre os registros considerados mais "exóticos" estão os documentos do chamado programa Stargate, que analisava poderes psíquicos e percepções extrassensoriais.

Nesses documentos estão incluídos os testes feitos para analisar as habilidades psíquicas de Uri Geller em 1973, quando ele já era famoso por apresentações demonstrando seus "poderes".

Os memorandos detalham como Geller conseguiu reproduzir em parte figuras que foram desenhadas por outras pessoas em uma sala separada de onde ele estava.

Ele reproduziu os desenhos com graus variáveis de precisão - em algumas vezes, replicando o que estava sendo criado por outras pessoas.


Isso levou os pesquisadores a escrever que Geller "demonstrou sua habilidade perceptiva paranormal de uma forma convincente e sem ambiguidade".

Os documentos também incluem uma série de relatos de avistamento de discos voadores e os recibos de compra de tinta invisível.

Acesso difícil

 

Boa parte das informações liberadas já podia ser acessada pelo público desde o meio da década de 1990, mas de uma forma muito difícil.

Os documentos só estavam disponíveis a partir de computadores localizados nos fundos de uma biblioteca nos Arquivos Nacionais, em Maryland. E a consulta só podia entre as 9h e as 16h30.

O grupo sem fins lucrativos MuckRock, defensor da liberdade de informação, processou a CIA para obrigar o serviço secreto a disponibilizar a coleção de documentos online, um procedimento que demorou mais de dois anos.

Ao mesmo tempo, o jornalista Mike Best usou outra estratégia para pressionar a agência.

Por meio de crowdfunding ("vaquinha virtual"), Best conseguiu US$ 15 mil (mais de R$ 48 mil) para visitar o local, imprimir esses arquivos e então divulgá-los para o público, um por um.

Em sua página de crowdfunding, Best explica que o orçamento para o projeto foi relativamente pequeno porque a "CIA está reembolsando os Arquivos Nacionais pelo custo do papel e da tinta - a impressão dos documentos é de graça".

"Ao escanear e imprimir os arquivos às custas da CIA, consegui começar a torná-los disponíveis para o público e dar à agência um incentivo financeiro para simplesmente colocar o banco de dados online", escreveu o jornalista em um blog.





Fonte: BBC

domingo, 30 de outubro de 2016

Goleiro americano leva chute na cabeça, entra em coma e acorda falando espanhol




Jovem de 16 anos levou a pior em dividida e passou três dias em coma.

Um jovem norte-americano passou por dias complicados depois de um acidente numa partida de futebol. Reuben Nsemoh, de 16 anos, é estudante e estava disputando um torneio entre escolas quando recebeu um chute na cabeça e, por conta de um sangramento na cabeça, passou a ter convulsões.

Levado a um hospital em Atlanta, cidade onde o jogo era realizado, acabou entrando em coma, estado no qual ficou por três dias. A situação inusitada ficou por conta do que aconteceu quando o jovem acordou, falando espanhol, idioma que não conhece profundamente.


"Eu não falava bem, mas meu irmão é realmente fluente em espanhol. Então ele meio que me inspirou. Meus amigos sempre falaram espanhol comigo e disseram que me ensinariam", afirmou Nsemoh, tentando encontrar explicações para o fato.


Os médicos que trataram o jogador indicaram que ele deve ter passado pela Síndrome de Sotaque Estrangeiro, um distúrbio que atinge pacientes que sofreram traumas e algum dano cerebral.


Apesar dos momentos tensos, o garoto já voltou a falar inglês normalmente e planeja sua volta aos gramados.


"É minha paixão. É o que eu quero fazer como carreira", disse Nsemoh, contando com o apoio de sua mãe.




Fonte: O Dia

Estudo feito no Brasil muda o que a arqueologia sabia sobre origem do homem




Pedras lascadas são elementos típicos de sítios arqueológicos
 

 
Um estudo realizado na Serra da Capivara, no Piauí, pode mudar o modo como arqueólogos e cientistas interpretam as origens da humanidade. 
 
 
Realizada em parceria entre pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) e da britânica Universidade de Oxford, a pesquisa publicada na Nature na quarta-feira (19) mostra que macacos-prego do parque nacional são capazes de criar ferramentas, o que antes imaginava-se que só humanos fariam. 


Com a descoberta, artefatos encontrados em sítios arqueológicos e considerados como prova de ocupação humana podem ter sido feitos, na verdade, por macacos. Logo no início do estudo, os cientistas citam: "o entendimento do surgimento da tecnologia molda nossa visão das origens da humanidade". 


O estudo realizado no Piauí mostrou que macacos-prego da região deliberadamente usam pedras para conseguir frutos, cavar em busca de aranhas ou retirar líquidos com minerais de outras pedras. Quando batem as pedras em busca de líquido, surgem por acaso lâminas de pedra semelhantes aos antigos objetos afiados utilizados como ferramentas pelos primeiros humanos. 


Eu fiquei bastante atônito. Fiz meu PhD pesquisando sobre ferramentas de pedra feitas por humanos. Eu aprendi como fazer estas coisas. Estava olhando para o material e parecia que foi feito por humanos", Tomos Proffitt, arqueólogo de Oxford e um dos autores do estudo.


Cientistas normalmente utilizam as características de pedras lascadas com arestas afiadas para distinguir ferramentas de humanos de pedras que poderiam ter sido naturalmente quebradas em sítios arqueológicos. A novidade pode provocar uma revisão de muitos achados arqueológicos feitos até então. 


Os achados mais velhos do tipo, com datações de 3,3 milhões de anos e encontrados no Quênia, podem ser revistos, segundo pesquisadores envolvidos. O estudo, no entanto, não deve desafiar completamente a história da evolução humana na África, já que muitos dos achados no continente apresentam contexto humano maior nos sítios do que apenas pedras lascadas.


O pesquisador brasileiro Tiago Falótico, do Instituto de Psicologia da USP, e o colega Eduardo Ottoni, seu supervisor, estudaram por anos o comportamento dos macacos-prego na Serra da Capivara - em julho, identificaram que os macacos usam ferramentas há ao menos 700 anos. Nos últimos três anos, aprofundaram a pesquisa com ajuda dos arqueólogos Michael Haslam e Tomos Proffitt, da Universidade de Oxford, além de outros pesquisadores. 


As observações dos macacos-prego culminaram em coletas de pedras fragmentadas após o uso delas pelos animais e também em sítios arqueológicos da região – vale lembrar que a Serra da Capivara é um dos locais com maior concentração de sítios pré-históricos do mundo. Os objetos foram identificados com as mesmas características e formas das ferramentas humanas. 


A conclusão dos autores do estudo pode mudar para sempre a arqueologia e a forma como vemos as primeiras civilizações humanas. 
 
 
Os pesquisadores apontam que, sem outras evidências, a produção de pedras lascadas não pode mais ser associada sozinha como sinal de presença de nossos ancestrais em uma determinada área – apesar de muitas das pedras lascadas achadas serem bem mais elaboradas do que as feitas sem intenção por macacos. 


No entanto, ao menos uma característica segue restrita aos humanos. Embora produzam estas pedras lascadas, os macacos-prego não foram vistos as utilizando como um elemento cortante. Estes animais da região, no entanto, utilizam outras ferramentas, como varetas e as próprias pedras.
 
 
 
 
Fonte: UOL

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Aves são ‘tão inteligentes’ quanto primatas, diz pesquisa




Tradicionalmente considerados as criaturas mais inteligentes da vida selvagem, os primatas agora terão que dividir esse crédito com as aves. Pelo menos é o que diz um estudo publicado na edição de ontem do periódico “Proceedings of the National Academy of Sciences”. 


De acordo com a pesquisa da neurocientista Suzana Herculano-Houzel, corvos, araras e papagaios, apesar de terem cérebros significativamente menores que os de muitos primatas, contam com uma impressionante densidade de neurônios povoando esse espaço ‘compacto’.


— O cérebro dos pássaros é pequeno, mas vemos ali uma grande concentração de neurônios, superior à conhecida em muitos mamíferos — destaca Suzana, que apresentaria o estudo no Congresso Mundial sobre o Cérebro, em Buenos Aires, mas teve seu voo cancelado e não pôde participar do evento. 


— As aves desenvolveram comportamentos cognitivos complexos: têm discernimento para resolver problemas, reconhecem-se em um espelho e se planejam para necessidades futuras, entre outros papéis que considerávamos exclusivos dos primatas.


O estudo de Suzana confirma outro realizado com pombos há dois anos, que demonstrou que a ligação de neurônios — e, portanto, o funcionamento de todo o cérebro — nas aves era semelhante à de mamíferos.


Agora, a neurocientista pretende estudar a relação entre o número de neurônios das aves e o custo metabólico para que as espécies realizem suas atividades. Estima-se que a quantidade de energia demandada pelo cérebro para a realização de atividades seja maior entre as aves do que aquela observada entre os mamíferos.


Este é o primeiro estudo publicado por Suzana desde que ela trocou a UFRJ pela Universidade Vanderbilt, em Nashville, nos EUA (o trabalho já estava pronto quando ela deixou o Brasil). A neurocientista saiu do país criticando abertamente a falta de recursos públicos para a ciência e a inovação, o que motiva a “fuga de cérebros” para o exterior.


— Meu novo laboratório é de três a quatro vezes maior. A verba também nem se compara — garante a cientista. — Em breve, duas estudantes do pós-doutorado que trabalhavam comigo no Rio virão para cá.




Fonte: O Globo

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Escola na Malásia fecha portas por histeria coletiva após 'aparição misteriosa'

O jornalista malaio Philip Golingai tuitou esta imagem que teria sido feita por um estudante na escola fechada 

 
Uma escola no norte da Malásia foi temporariamente fechada depois do que a imprensa local chamou de um caso de "histeria coletiva".


O problema começou na semana passada, quando vários estudantes e professores de uma escola na cidade de Kota Bharu alegaram ter visto espíritos ou ter vivenciado experiências sobrenaturais.


A escola, chamada SKM Pengkalan Chepa 2, fica no Estado de Kelantan, uma região muito tradicional e de religiosidade marcante.


Autoridades do setor educacional decidiram fechar a escola e chamar especialistas em tradição islâmica, acadêmicos e até feiticeiros para fazer sessões de orações e "exorcismos".


No domingo, a escola foi reaberta e as autoridades disseram que a situação voltou ao normal. No entanto, nem todas as perguntas relativas ao episódio foram respondidas e o caso ainda desperta muito interesse no país.


'Silhueta escura'

 

Na semana passada, um pequeno grupo de estudantes começou a alegar que tinha visto uma "silhueta escura" nos corredores da escola. Depois disso, mais estudantes e até professores disseram ter visto a mesma figura ou sentido uma presença sobrenatural na escola.


Uma professora disse ao canal local Astro Awani que sentiu uma presença "pesada" se agarrando a ela. Outra afirmou que uma "silhueta escura" estava tentando entrar no corpo dela.


Um estudante disse ao jornal local Sinar Harian que sentiu dormência nas mãos enquanto sua mente estava "dispersa".


Uma funcionária da escola confirmou à BBC que cerca de cem pessoas, a maioria estudantes, foram afetadas.


"Nossos estudantes foram possuídos e perturbados (por estes espíritos). Não sabemos exatamente por que aconteceu. Não sabemos o que nos afetou", disse a funcionária, sem se identificar.


"Mas o lugar é meio velho e crianças às vezes são desobedientes, às vezes elas jogam o lixo dentro da escola. Talvez elas tenham acertado alguns 'djinns' (fantasmas) e ofendido os espíritos".


A escola fechou na quinta-feira e convidou religiosos islâmicos a recitar o Corão e fazer orações dentro de suas instalações. Autoridades locais também estão enviando consultores para a escola nesta semana.



'Bomohs', ou feiticeiros, foram chamados para tentar ajudar em outros casos de histeria coletiva ocorridos na Malásia 



Já o Departamento Estadual de Educação de Kelantan não respondeu aos pedidos de entrevista da BBC.


O que é histeria coletiva?

 

Com base nas informações da imprensa, Robert Bartholomew, sociólogo que pesquisou histeria coletiva na Malásia, disse à BBC que este é um caso típico: histeria coletiva (ou ilusão coletiva) é definida por crenças falsas ou exageradas se espalhando rapidamente dentro de uma população.


Tais episódios geralmente ocorrem dentro de pequenos grupos de pessoas, todas muito próximas, em ambientes fechados.


Vários casos famosos de histeria coletiva já foram registrados no mundo todo, inclusive um suposto "surto de dança" séculos atrás, quando pessoas começavam a dançar incontrolavelmente durante horas.


Em 2012, a cidade de LeRoy, em Nova York, EUA, foi parar no noticiário depois que estudantes começaram a apresentar estranhos tiques ou momentos de fala ininterrupta, sem nenhuma causa aparente.


Depois, o Departamento Estadual de Saúde de Nova York descobriu que os estudantes afetados, em sua maioria meninas, estavam sofrendo de uma espécie de "distúrbio de conversação", uma forma de histeria coletiva.


No sudeste da Ásia, durante a década de 1970, foram registrados vários casos de histeria coletiva em fábricas de Cingapura e na Malásia.


Bartholomew afirmou que o fenômeno é comum em áreas rurais malaias.


Em 1987, houve um caso envolvendo 36 meninas muçulmanas em um abrigo do país. O sociólogo afirmou que esse caso durou cinco anos.


"Os incidentes envolviam gritar, correr e (episódios) de confusão mental, choro, movimentos estranhos, transes e possessão por espíritos. As meninas, com idades entre 13 e 17 anos, reclamavam que havia muita religião e estudos e pouca recreação", afirmou.



Uma vacina e um vazamento químico foram os suspeitos de um incidente de histeria coletiva em LeRoy, Nova York  

 

"Malaios são suscetíveis por causa de suas crenças em uma variedade de espíritos", acrescentou Bartholomew, afirmando ainda que geralmente esses incidentes ocorrem mais em colégios internos femininos, que são os mais severos.


Causas?

 

Medos ou crenças já existentes com frequência influenciam o que as pessoas apontam como causas para a histeria coletiva. No episódio de quatro anos atrás em LeRoy, Nova York, as suspeitas recaíram sobre uma vacina contra o HPV e um vazamento em uma indústria química da região.


Em Kota Bahru, autoridades estão responsabilizando eventos sobrenaturais.


Mas, em alguns casos, trata-se de uma única pessoa desencadeando um episódio coletivo, que então é exacerbado ou prolongado por fatores diversos.


No caso de LeRoy, alguns médicos argumentaram que a histeria coletiva teria começado com um estudante diagnosticado com síndrome de Tourette, distúrbio que se manifesta em tiques múltiplos.


Bartholomew disse, por sua vez, que sua pesquisa aponta para causas mais profundas nos incidentes com meninas de colégios internos na Malásia.


"Elas não gostam de frequentar essas escolas, superlotadas e sem privacidade. A frustração e raiva se acumulam durante semanas ou meses. Em um certo momento uma estudante fica 'possuída' e isso se torna um catalisador para o drama", afirmou.


Para as autoridades, a solução foi buscar feiticeiros.


"O uso de muitos curandeiros nativos pode ser uma faca de dois gumes, especialmente se eles fracassam. Pois eles legitimam o aspecto sobrenatural do incidente. Como resultado, o incidente provavelmente vai se prolongar", opina Bartholomew.


A repercussão desses casos em redes sociais também ajuda a exacerbá-los. 


O acadêmico Wan Zumusni Wan Mustapha, que morou e lecionou em Kelantan por 13 anos, crê que o incidente foi exagerado.


"(A aparição da figura misteriosa) pode ter sido causada pelo calor, estresse ou névoa", afirmou.



Fonte: BBC

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Alunos passam mal e desmaiam em escola técnica de Mato Grosso

Alunos passaram mal no IFMT de São Vicente (Foto: Ruberlei Siqueira/TVCA)
 
 
 
Causas de desmaios ocorridos na semana passada estão sendo apuradas. IFMT informou que alunos vão passar por atendimento psicológico.
 
 
Pelo menos 10 estudantes do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), no campus de São Vicente, em Santo Antônio de Leverger, a 35 km de Cuiabá, teriam sentido mal-estar e desmaiado na unidade na última semana. A assessoria do IFMT de São Vicente informou que não houve problema médico e que os alunos são novos.


De acordo com algumas famílias, os alunos teriam desmaiado, outros até apresentaram ataques epiléticos e convulsões. O local tem um alojamento onde parte dos estudantes dorme. Os casos ocorreram entre segunda-feira (9) e quinta-feira (12).


Um dos estudantes, de 16 anos, sofreu três desmaios. A irmã dele, que não quis se identificar, declarou que o garoto não tem problemas de saúde e nem neurológicos.


“Ele me disse que uns 20 adolescentes também tiveram esse desmaio. Meu irmão desmaiou na sala, durante uma palestra e em frente ao quarto dele. Ele disse que sentiu dor de cabeça, a visão ficou turva e ele perdeu o movimento das pernas e dos braços”, relatou a irmã do estudante.


Conforme o estudante e a família, pelo menos sete adolescentes foram levados para um hospital de Campo Verde, a 139 km de Cuiabá, na última quinta-feira. O estudante de 16 anos foi submetido a exames que não apontaram nenhum tipo de alteração no sangue ou na glicose.


O IFMT informou que alguns deles já tinham histórico de convulsão. Em outras situações existe a suspeita de casos de histeria. No entanto, a instituição garantiu que os estudantes serão encaminhados para atendimento psicológico no próprio IFMT.


Em nota, informou que dois já fazem tratamento com anticonvulsivo e recebem acompanhamento de neurologistas. "Os outros se queixaram de sintomas como choro, falta de ar, queda de pressão e um desmaio. Todos eles foram atendidos prontamente no Ambulatório e encaminhados para um serviço médico na cidade de Campo Verde, que não diagnosticou nenhum mal fisiológico".


Além disso, informou que, segundo o serviço de ambulatório, os sintomas são típicos de alguma alteração emocional. "O nosso serviço de psicologia está acompanhando os estudantes a fim de ajudá-los a esclarecer e orientar os próprios sentimentos. Aos pais que tenham qualquer dúvida ou queiram buscar esclarecimentos, pedimos que entrem em contato diretamente com a Direção do Campus São Vicente, afirmou o IFMT, em nota.
 
 
 
 
Fonte: G1

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Desmaio coletivo em escola britânica intriga especialistas


 
Equipes de resgate foram chamadas às pressas depois de 40 alunos ficarem doentes simultaneamente 'em auditório abafado'; aluno descreveu ocorrido como 'efeito dominó'.
 
 
Mais de 40 alunos de uma escola no Reino Unido teriam ficado doentes simultaneamente, e muitos deles desmaiado, no que foi descrito como um "efeito cascata" por médicos e autoridades locais. Equipes de resgate foram chamadas às pressas e afirmaram não ter encontrado substâncias tóxicas no local.
 
 
O episódio, ocorrido na quarta-feira em Ribon, no norte da Inglaterra, começou quando quatro alunos desmaiaram em um auditório "abafado", segundo relatos, durante a comemoração do Remembrance Day (Dia da Lembrança), quando o Reino Unido presta homenagens aos soldados do país mortos e aqueles ainda em combate pelo mundo.


Entre as causas apontadas para o desmaio coletivo estão desde vazamento de gás até pesticida. As investigações ainda não foram concluídas. Mas o que poderia ter provocado o incidente?


O National Health Service (NHS ou o SUS britânico) lista várias motivos para o desmaio, que é causado por uma redução temporária do fluxo de sangue para o cérebro.


As razões incluem um mau funcionamento do sistema nervoso, que pode ser causado por um "gatilho externo" tal como uma visão desagradável ou calor. Uma baixa pressão sanguínea pode ser outro fator, possivelmente resultado da desidratação, assim como problemas cardiovasculares, permanecer de pé por tempo prolongado ou estresse emocional.


Nenhuma substância tóxica ou gases foram detectados no local. Um bombeiro afirmou que o auditório estava abafado e que, quando as primeiras crianças desmaiaram, um "efeito em cascata" fez com que outras também desfalecessem. Um aluno descreveu o episódio como "um efeito dominó".


Uma das razões pode ter sido um desejo subconsciente de fazer parte do "grupo", explica Mark Hamilton, clínico geral de Manchester. "É uma questão de pertencimento coletivo", mesmo em momentos ostensivamente desagradáveis, acrescentou. "É o mesmo tipo de técnica usada por um hipnotizador com um grupo. É uma reação em cadeia".


Não há casos similares registrados na cidade. Em 1965, uma epidemia de "excesso de respiração" ocorreu em Blackburn, também no norte da Inglaterra, com 85 meninas. Elas foram encaminhadas ao hospital com sintomas que incluíam desmaio e tontura.


Ansiedade, vírus, intoxicação alimentar e vazamento de gás são possíveis causas para o que aconteceu em Ribon, mas nada foi provado até agora. Outra suposição seria uma "histeria coletiva" relacionada a um recente surto de pólio na cidade.


No início deste ano, quase 200 operárias de uma fábrica de roupas no Camboja foram hospitalizadas após desmaiarem simultaneamente em duas fábricas diferentes. Condições precárias de trabalho, incluindo fumaça, foram apontadas como as supostas causas, mas o governo minimizou o ocorrido. Também neste ano, 30 crianças desmaiaram durante um ensaio de uma peça teatral na escola dos Estados Unidos, em um incidente atribuído à "histeria coletiva".


Sandi Mann, psicóloga na Universidade de Central Lancashire, traça um paralelo entre os dois episódios. Ela disse acreditar que o Dia da Lembrança teria criado um atmosfera emocional "intensificada". Segundo a psicóloga, a primeira pessoa a desmaiar teria provocado ansiedade no grupo, já que a causa ainda não é conhecida.


Isso teria provocado o desmaio da segunda criança e assim por diante, num "efeito cascata". Aqueles alunos com uma tendência maior ao desmaio teriam desfalecido, enquanto outros reagiram de forma diferente ao estresse, vomitando, por exemplo.


"É fácil se deixar contagiar pela emoção", explica Mann, que escreveu um livro sobre ataques de pânico. Quatro em cada dez pessoas já desmaiaram pelo menos uma vez na vida. Isso normalmente ocorre pela primeira vez durante a adolescência e afeta mais mulheres do que homens.


Mas a dimensão do incidente em Ripon surpreendeu Farrah Sheikh, médica de Manchester. "O desmaio tem causas médicas", diz ela. "Algumas vezes se você se levanta muito rápido ou o quarto está muito quente, isso pode acontecer, mas eu nunca vi algo nessa proporção".


"E, como aconteceu pela manhã, as crianças não tinham almoçado, então não poderia ser intoxicação alimentar. É tudo muito estranho".






Fonte: IG

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Supostos poderes de telepatia de menino de 5 anos são estudados por cientistas




 
 
De acordo com renomada neurocientista, Ramses Sanguino desenvolveu método para se comunicar por ser autista.
 
 
Um menino de 5 anos que mostra "sinais de telepatia" começou a ser estudado por neurocientistas nos EUA depois de sua mãe divulgar imagens em que ele cita números escritos sem que tivesse conhecimento prévio deles.


Ramses Sanguino já aprendeu sete idiomas e resolve complexas equações matemáticas, segundo o tabloide britânico "Daily Mail". O menino vive com a mãe, Nyx, de 32 anos, em Los Angeles, estado da Califórnia.


Também conhecido como "gênio Ramses", ele é portador de uma forma incomum de autismo. De acordo com a renomada neurocientista Diane Powell, que comanda os estudos sobre a criança, a "telepatia" de Ramses é um método que ele desenvolveu para se comunicar com os pais.


"Autistas querem desesperadamente se comunicar com outras pessoas, mas não conseguem", disse Diane. "Eu encontrei crianças autistas e quis ver com os meus próprios olhos para que elas pudessem ser testadas sob condições controladas e rigorosas."


Ao menos sete pessoas com sinais de telepatia já foram examinadas pela neurocientista, que trabalhou na Escola Médica de Harvard e atualmente é dona de seu próprio instituto, em Medford, no Oregon.

 
 
 
Fonte: IG

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Menina de 18 anos é filmada aparentemente possuída por espíritos malignos após usar aplicativo de tabuleiro Ouija em seu celular




Um vídeo chocante vem repercutindo na internet. Ele mostra uma mulher aparentemente possuída por espíritos malignos, depois de usar um aplicativo de tabuleiro Ouija em seu celular.


A jovem de 18 anos de idade, identificada como Patricia Quispe, é vista em convulsão enquanto paramédicos tentam contê-la. Ela aparece gritando o número 6 por três vezes, enquanto pede para deixarem-na ir embora.


De acordo com testemunhas, a jovem, de Lima, no Peru, estava brincando com seus amigos em uma versão do jogo de tabuleiro que evoca os espíritos a partir de um aplicativo de celular.


Mas quando ela voltou para a casa de seus pais, eles notaram que ela não estava bem. Os pais disseram que a filha começou a espumar pela boca e sua voz ganhou um som estridente.


Em um outro determinado momento do vídeo a menina aparece pedindo seu telefone celular. Os moradores que testemunharam o incidente estão convencidos de que ela foi possuída por espíritos malignos.


Os médicos confirmaram que a jovem parecia ser extremamente forte e disseram que foi difícil controlá-la. Ela lutou por mais de meia hora antes de eles finalmente conseguirem contê-la.


A mulher foi levada a um hospital psiquiátrico para que os médicos tentem descobrir mais sobre o que estava causando seu comportamento estranho.



Fonte: Gadoo

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Profissão: Paranormal


Na série Medium, as visões de Allison (Patricia Arquette) a ajudam a investigar crimes


Eles ajudam a resolver crimes, fazem espionagem, trabalham para exércitos e dão pitacos no mundo dos negócios. Conheça pessoas que construíram uma carreira utilizando suas habilidades psi.


Videntes, caçadores de fantasmas e paranormais sortidos seguem desafiando o racionalismo mundial, predominante desde o século 17, quando a ciência começou a abafar crendices de todo tipo. Mesmo sem comprovação em laboratório, os fenômenos ainda constrõem carreiras e são empregados até na solução de crimes.


Um menino de 5 anos que morava na cidade de Salinas, a 40 quilômetros da capital uruguaia, Montevidéu, havia desaparecido, e as autoridades estavam sem pistas. Sofrendo pressão da opinião pública e de familiares do garoto, resolveram recorrer a um paranomal, o publicitário Marcelo Acquistapace. 


A solução desesperada veio de Fabio Puentes, um especialista em hipnose, que indicou alguns paranormais para a polícia. Puentes conhecia as habilidades de Marcelo havia 7 anos e o chamou para ajudar. Naquele dia de fevereiro de 1991, o paranormal conseguiu descrever os últimos passos da criança após tocar em objetos do garoto, mas não viu nada sobre o seu destino. 



Dias depois, a imagem de 2 tanques de água ao lado de uma lagoa surgiu em sua mente. "Em casos de desaparecidos, a primeira coisa que tento saber é se a pessoa está viva ou morta", explicou Marcelo para a série Superhumanos Latinoamérica, do canal History Channel, em 2012. 


Quando ele descobre que a pessoa está morta, relata sentir uma onda de energia desde o pescoço até as costas e um sentimento de tristeza. Foi esse o destino do garoto de Salinas. Seu corpo foi encontrado enterrado de cabeça para baixo na beira da lagoa que o paranormal descreveu.



O sumiço do garoto de Salinas foi o primeiro trabalho de Marcelo para a polícia. Desde então, já ajudou as autoridades em mais de 100 casos, que registra com detalhes em seu blog. Paranormal e publicitário, é um artista plástico reconhecido por todo o Uruguai e, além da trabalhar para a polícia, também é procurado por quem busca informações sobre parentes desaparecidos. 


Em 2012, o paranormal uruguaio deu dicas da localização de um avião que desapareceu sobre o rio da Prata a pedido das famílias do piloto e do copiloto. Atualmente, ministra cursos e conferências pagas para falar de seus poderes clarividentes.


A polícia recorre a Marcelo Acquistapace porque ele teria o dom da clarividência - ou visão remota, uma espécie de habilidade secreta da mente estudada pela parapsicologia que permite ao paranormal enxergar pessoas e objetos que estão além do alcance dos seus olhos.


O uruguaio, por exemplo, diz que pode localizar objetos, pessoas e descrever ações que estão acontecendo ou já aconteceram, revelar o conteúdo de um envelope fechado e ver o que está atrás de uma porta. Durante um teste com o uruguaio, foi dada a uma pessoa a instrução de ir até algum lugar de Montevidéu. Ela decidiria o destino sozinha e não contaria a ninguém. 


Em outro ponto da cidade, apenas com uma foto e os dados (nome completo e data de nascimento) da pessoa, Marcelo conseguiu descrever o local. Ele desenhou uma baia, disse que via mar, areia, prédios e carros. Depois, relatou detalhes, como um granito da cor salmão. 


Quando as impressões do paranormal foram comparadas com a realidade, a semelhança era visível. A pessoa estava em uma das avenidas de Pocitos, na costa da capital uruguaia, dentro de um prédio onde o piso era feito de granito salmão.


Já faz um século que pesquisadores tentam provar cientificamente a existência de fenômenos paranormais. Os estudos tratam de uma das quatro habilidades básicas: telepatia (transmissão de pensamentos entre pessoas ou animais), clarividência (habilidade de ver algo remotamente), psicocinese (mover objetos e influenciar pessoas com o poder da mente) e precognição (acesso aos acontecimentos futuros). 


Apesar de séculos de relatos impressionantes, como os de Marcelo, a paranormalidade ainda é um mistério científico. Os céticos alegam que os estudos produzidos pela "pseudociência" não têm resultados reproduzíveis. Isto é, sempre que se repete um estudo envolvendo fenômenos psi, as conclusões mudam. 


E também não há hipóteses convincentes que levem a uma investigação mais profunda para explicar o funcionamento desses poderes. Como Acquistapace localizou o menino desaparecido? A ciência nunca conseguiu descobrir. Para céticos, parte dos relatos não passa de truque ou pura sorte. Seja como for, os sensitivos continuam impressionando.



Em "Minority Report", a polícia usa o poder de três videntes para prevenir crimes.



Soldados Sensitivos

 

Até o governo americano investiu dinheiro em pesquisas para provar a existência de poderes parapsíquicos. Nos anos 70, em plena Guerra Fria, a CIA foi assolada pelo boato de que a União Soviética estava conduzindo pesquisas em fenômenos psi para usar como arma de guerra. 


Verdade ou não, os americanos preferiram não arriscar: estariam em desvantagem se os russos dominassem habilidades incomuns. Foi esse rumor que deu início ao projeto Stargate, que custou US$ 20 milhões aos cofres públicos americanos durante seus 23 anos de vida.


O objetivo do Stargate era recrutar e formar uma tropa paranormal, capaz de usar a visão remota para espionar. A seleção inicial foi feita no Stanford Research Institute (SRI), na Califórnia, onde os ex-físicos Russel Targ, Harold Puthoff e Edwin C. May foram chamados para investigar os fenômenos psi mais a fundo. 


Eles começaram fazendo testes simples com os soldados para classificar aqueles com um perfil mais paranormal. Uma das provas do SRI consistia em acertar a carta do baralho que outro soldado estava segurando na mão. Na verdade, esse mesmo teste já tinha sido feito 40 anos antes pelo psicólogo americano Joseph Banks Rhine, considerado o pai da parapsicologia. 


Para testar a telepatia e a clarividência, Rhine posicionava 2 pessoas em prédios diferentes. Enquanto um dos voluntários colocava as cartas na mesa, aquele no outro prédio tentava adivinhar o naipe delas. Porém, o baralho de Rhine tinha 5 naipes, e não 4, o que diminuía as chances de acerto para 20%. De 800 tentativas, os voluntários acertaram, em média, 26%. Ou seja, pouco mais do que sorte pura. O resultado poderia provar a paranormalidade? Rhine morreu na década de 80 acreditando que sim. 


 Durante o Stargate, Targ e os pesquisadores de Stanford se inspiraram no trabalho de Rhine. Em outros testes, eles pediam que os soldados fizessem um desenho do que outro membro da equipe estava observando naquele exato momento a quilômetros de distância. 


Um dos voluntários, o comissário de polícia aposentado Pat Price, fechava os olhos sentado e, depois de alguns minutos, dizia o que tinha visto. Foi assim que ele ajudou a descobrir a identidade do sequestrador de Patricia Hearst. Neta de Willian Hearst, o poderoso magnata da imprensa americana que inspirou o personagem do filme Cidadão Kane, Patricia era a herdeira de um conglomerado de mídia.


Em 1974, ela foi feita refém pelo Exército Simbionês de Libertação (uma organização que promovia atos de violência nos EUA). Price foi levado ao local do sequestro e pediu para ver fotografias das pessoas que estavam lá na hora do rapto. Entre 40 fotos, o paranormal identificou Donald De Freeze como o responsável. Visualizou e descreveu ainda o local onde o sequestrador havia abandonado um carro. 


O veículo, que continha provas, foi facilmente encontrado pela polícia. Muitos voluntários do Stargate conseguiram desenvolver a visão remota, o que levou à conclusão de que essa pode ser uma habilidade adormecida em qualquer pessoa. Um estudo publicado em 1991 pelo islandês Erlendur Haraldsson, psicólogo que estuda evidências de reencarnação, diz que um quinto da população mundial acredita já ter vivido experiências clarividentes.







O Stargate acabou em 1995, quando Bill Clinton considerou os gastos muito caros para poucos resultados. Além disso, com o fim da Guerra Fria, o projeto não fazia mais sentido. Mas seus membros levaram os poderes adiante. 


Muitos deles escreveram livros, contando suas experiências e até uma sátira em filme, Os Homens que Encaravam Cabras (foto), foi produzida e estrelada pelo galã George Clooney - seu personagem pode matar uma cabra com os olhos. Um dos melhores visualizadores remotos do Stargate era Joseph McMoneagle. Para o projeto do Exército americano, ele realizou experimentos fantásticos. 


Em uma ocasião, os militares queriam saber o que os russos estavam guardando dentro de um enorme galpão no norte da URSS. Chamaram McMoneagle e mostraram a ele uma foto. Depois de alguns segundos, ele afirmou com certeza: "É um submarino". O galpão ficava a quase 1 quilômetro da água e não era comum construir algo tão grande e pesado longe da costa. Mas, 4 meses depois, lá estava o submarino.


O fim do Stargate fez McMoneagle dar um novo rumo a sua carreira. Ele se tornou um paranormal empreendedor. Abriu a Intuitive Intelligence Applications, empresa que presta consultoria utilizando poderes psi. 


Os serviços de visão remota ajudam pesquisadores que desejam saber qual terreno é melhor para começar uma escavação arqueológica e mineradoras em busca de um terreno rico. Também oferece sua habilidade de prever o futuro para sugerir investimentos e apostas tecnológicas. Ele alega ter antevisto o livro eletrônico em 1994. Os conselhos não custam barato: US$ 250, a hora, e US$ 1.500, o dia.


Mas, entre todos os detetives paranormais, apenas uma foi convidada pelo FBI - a agência de investigação mais famosa do mundo - para dar palestras aos seus futuros agentes. Noreen Renier tem 76 anos e mais de 600 casos na bagagem, entre homicídios, desaparecimentos e estupros. Ela ficou famosa depois de prever que Reagan, o ex-presidente dos EUA, seria baleado no peito em 1981, mas sobreviveria. 


Desde então, auxilia a polícia de 28 Estados e 3 países e cobra em torno de US$ 1 mil por consulta. Em seu livro A Mind for Murder ("Uma mente para assassinato", sem tradução em português), ela descreve um caso de desaparecimento em que usou a carteira e um sapato para encontrar um desaparecido. A vítima era Norman Lewis, de 66 anos, que saiu de sua casa, em uma pequena cidade da Flórida, e simplesmente sumiu com seu caminhão vermelho.


Dois anos depois, Noreen foi chamada para o caso e recebeu os objetos de Lewis. Quando tocou neles, viu que o idoso estava com seu caminhão. Ele teria saído da estrada e caído em uma fenda. Mais tarde, a detetive também disse que ele estava morto e imerso na água. Lewis foi encontrado no lago em uma pedreira perto de sua casa. Ele estava dentro do caminhão vermelho. E submerso pela água.




Fonte: Super

Suposta aparição paranormal em ultrassom mudou para sempre a vida de uma mãe





A tecnologia evolui constantemente e, cada vez mais, é fácil ter contato com um bebê que ainda não nasceu. Os exames em 4D, nova moda, que o digam. Neles, é possível ver até o rosto da criança. E, às vezes, muitas coisas mais…


A britânica Jade Hornsby que o diga. Em 2013 ela ficou grávida aos 21 anos, mas só hoje, já com sua filha nascida e crescida, resolveu revelar um episódio bastante estarrecedor sobre a gestação. E tudo aconteceu por conta de um ultrassom.


Jade resolveu, durante a gravidez, fazer um exame em 4D para ter mais noção de como seria sua filha. Feito isso, levou um susto: a britânica afirma que, nas imagens do exame, aparece o perfil de seu falecido avô ao lado da criança.


De acordo com Jade, a figura de seu avô, que havia morrido seis anos anos, estava beijando Lacey-Mae, sua filha. Assustada, ela levou a imagem para sua mãe e viu mais uma pessoa confirmar a semelhança absurda entre o avô morto e a figura que ela havia notado no exame.


“No primeiro momento foi bastante assustador, ficamos bastante chocadas. Mas depois paramos, pensamos e é como se ele estivesse abençoando minha filha ainda dentro do útero. E é ele, é mais nítido que a minha filha”, afirmou Jade em entrevista ao Daily Star.


Hoje, com sua filha já completando dois anos, Jade acredita que a imagem mostra que seu avô virou um “anjo da guarda” para a menina. A mãe acredita que seu parente, mesmo morto, se manifestou de maneira que pudesse proteger a criança que ainda estava para nascer.
 

A história, quando revelada, ficou bastante famosa na vizinhança de Jade, que começou a sofrer diversas represálias de vizinhos. Ela, no entanto, não liga. Feliz com a “proteção” que acredita receber, ela quer apenas que sua filha seja feliz. Se os vizinhos não acreditam em nada, sem problemas. “O que importa é que durante dois anos sinto que alguém olha por ela”, conclui a mãe.





Fonte: Yahoo!

terça-feira, 1 de setembro de 2015

A menina que “lia” pensamentos


 
 
Garota de 12 anos ficou conhecida como “Dorygeller”, em alusão a israelense que dizia ser paranormal.
 
 
Chegamos a Rondonópolis naquele 12 de março de 1977, depois de uma viagem no Cyborguinho (Fusca de tantas viagens), pilotado pelo Gerson Menezes. O fotógrafo Sílvio Inácio abriu um sorriso e disse:
– Agora, ou vai ou racha.


Nossa missão para o jornal Correio do Estado: encontrar e entrevistar a menina que “lia” pensamentos, atrasava ou adiantava relógios e entortava talheres.


O caso veio à tona, na imprensa nacional, principalmente porque, naquela época, estava no auge o israelense Uri Geller, que se dizia paranormal e praticava feitos semelhantes nos canais de TV (anos depois foi considerado um charlatão).


Na praça da cidade, perguntei a uma pessoa se ela sabia onde morava a “garota que lia pensamento”. A resposta positiva veio no ato e, em poucos minutos, estávamos na residência da moradora mais famosa, naquela época, da simpática Rondonópolis, cidade na região norte de Mato Grosso (o Estado não havia sido dividido).


Fomos recebidos por Celso e Maria Weigert, pais da garota, um casal muito simpático. Ele, terceiro sargento da Polícia Militar, e ela, costureira.



– Doroty vem cá! – Celso chamou a filha.


Surgiu, então, a famosa menina. Seu nome: Maria Doroty Weigert, a já chamada “Dorygeller”, em alusão ao israelense. Com 12 anos de idade, era muito tímida, porém vaidosa.


Como estava lavando roupas, ficou envergonhada e pediu licença para colocar algo “mais elegante”, voltando com um vestido longo tomara que caia.




Perguntei a seus pais se autorizavam Doroty a fazer algumas demonstrações.


– Com certeza. Vocês verão o que ela é capaz de fazer. É uma coisa que a gente não sabe explicar – disse Celso.


FAÇANHAS

 
Pedi que ela ficasse na sala com seus pais, o Sílvio e o Gerson, e eu me dirigi, sozinho, para outro cômodo da casa, onde desenhei um olho num pedaço de papel.


– Pronto. Vê se você adivinha o que desenhei – solicitei a ela.


Voltei para a sala assim que ela disse ter concluído a tarefa.


Lá estava sua obra: um círculo e, no meio, uma pequena esfera como se fosse uma órbita.


O desenho era semelhante a um olho.


Voltei para o cômodo e desenhei um peixe.


Na sala ela me mostrou o seu desenho: traços que lembravam um peixe. Dos 10 desenhos feitos, sete ela conseguiu reproduzir e, os demais, fez traços semelhantes. Todos com certa rapidez.


– Toma meu relógio. Vê o que você faz com ele – pedi. Marquei o horário: 15h25min.




Doroty encostou o relógio na testa e, depois de alguns segundos de concentração, me devolveu. Resultado: o relógio marcava 15h13min. Atrasou 12 minutos e ficou travado (levei ao conserto, mas nunca mais funcionou).


Partimos para a experiência com os talheres. Entortou todos os cinco, esfregando-os por alguns segundos. Para ela, algo tão normal, uma vez que diariamente aparecia em sua casa ao menos 40 pessoas para que fizesse a demonstração. Uma situação que, conforme confessou, a irritava e, por isso, seus pais decidiram limitar a exposição de seus feitos.


Celso e Maria proibiram, por exemplo, a filha de fazer as demonstrações na escola. Eles também chegaram a receber a oferta de um fabricante de bonecos que queria lançar produtos com as feições de Doroty.


Não aceitaram, assim como recusaram outras ofertas financeiras. O pai justificou que não queria expor a garota em demasia e nem ser considerado um explorador da própria filha, como forma de “enriquecer”.


Convidei Doroty e as irmãs – Marisel e Celma – para tomar um sorvete a fim de continuar a entrevista. Os irmãos – o Celso Júnior e o Rommel – preferiram ficar em casa com os pais. No caminho, dentro do carro, ela pegou um garfo e o entortou, também com tranquilidade.


Na entrevista que prosseguiu na sorveteria, falou do sonho de ser médica, das “mancadinhas” que dava em algumas ocasiões quando tentava os feitos considerados paranormais, de que não sentia nada de diferente e nem nenhuma vaidade quando fazia isso.


No dia 16 de março, o jornal Correio do Estado publicou a reportagem de uma página com o título: “Dorygeller, um fenômeno parapsicológico; é cuiabana e atração turística de Rondonópolis”.


A repercussão foi grande e ela participou de vários programas de TV, como o “Almoço com as Estrelas”, apresentado por Airton e Lolita Rodrigues, que foram a Rondonópolis para entrevistá-la.


Hoje

 
Maria Doroty não se formou em Medicina e, sim, em Letras. É servidora pública de carreira na Câmara Municipal de Rondonópolis.


Casada há 30 anos com Valdeir Rosa Duarte, tem duas filhas: Patrícia, fisioterapeuta, e Priscila, enfermeira padrão – e um filho, o advogado Eduardo, secretário de Governo da prefeitura de Rondonópolis.


Até hoje, segundo ela, as pessoas se recordam de seu tempo de “Dorygeller”. Ela entende que seus pais agiram certo ao protegê-la naquela época. Explicações sobre seus feitos?



– Não sei o que acontecia. Não tive orientação sobre isso. Acho que faltou isso – disse ela, em contato telefônico.




– Você ainda entorta talheres, adivinha desenhos e atrasa relógio?



– Não. Nunca mais fiz e nem tentei – respondeu.
 
 
 
 
 

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Após levar pancada na cabeça, mulher se transforma em gênia



Uma pancada na cabeça e, pronto, a pessoa se transforma em gênio. Parece coisa de desenhos, mas aconteceu na vida real. Leigh Erceg, fazendeira nos Estados Unidos, sofreu uma forte queda em 2009 e teve graves lesões no cérebro e na coluna vertebral.


À época, a expectativa é que ela nem voltasse a andar. Sem memória, voltou a caminhar e, mais do que isso, desenvolveu habilidades extremas para artes e ciências exatas.


Sem memória, Leigh foi ajudada por uma amiga logo que começou a se recuperar do acidente. As recordações foram sendo retomadas através de fotos e conversas, de forma gradual.


O que chocou os médicos, porém, é que junto das memórias, a fazendeira mostrou habilidades extremas para desenho e poesia, além de desenvolver uma capacidade assustadora para ciências exatas e sensibilidade gigante à luz.


As mudanças na fazendeira têm nome clínico: savantismo ou síndrome do sábio. Além disso, ela passou por um fenômeno chamado sinestesia, no qual uma pessoa passa a poder ver um som, ouvir uma figura geométrica e sentir o cheiro de uma cor.


Os médicos ainda não conseguiram explicar o motivo de Leigh ter desenvolvido tais habilidades, mas sabem que ela é um caso único no mundo. Apesar de vários casos das duas mudanças já terem sido registrados, essa é a primeira vez em que aparecem juntos em uma paciente.




Fonte: Yahoo!

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Mulher enfrenta cirurgia para remover tumor no cérebro e médico encontra gêmea embrionária na cabeça da paciente




Um embrião foi encontrado no cérebro de uma mulher enquanto ela passava por uma cirurgia para a remoção de um possível tumor.


A estudante Yamini Karanam, que faz doutorado na Universidade de Indiana, nos EUA, contou que procurou ajuda médica em setembro do ano passado quando imaginou que algo de errado estava acontecendo com ela.


Isso porque a jovem de 26 anos não conseguia se concentrar nas aulas, caso duas ou mais pessoas estivessem conversando, e também porque tinha muita dificuldade para entender o que estava lendo. O médico, então, realizou uma cirurgia guiada no cérebro de Yamini. Enquanto ele a realizava, uma “gêmea embrionária” que nunca se desenvolveu foi descoberta.


Conhecida cientificamente como “teratoma”, a condição faz referencia a um tumor formado por resíduos fetais e tecidos embrionários. A “gêmea” possuía ossos, cabelos e dentes.


O médico disse que, em mais de 8.000 tumores encontrados durante sua vida profissional, esse foi o segundo teratoma.




 Fonte: Gadoo

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Cientistas investigam o mofo como causa de suposta atividade paranormal



Quando pensamos em locais mal-assombrados, geralmente imaginamos aqueles casarões antigos e abandonados, cheios de poeira, paredes descascadas, jardim descuidado e umidade por todos os lados, não é mesmo? 


Pois segundo Susan Scutti do site Medical Daily, cientistas da Universidade Clarkson, nos EUA, resolveram dar uma de “Caça Fantasmas” e estão investigando o mofo como possível causa da suposta atividade paranormal em alguns lugares.


De acordo com Susan, o bolor é, na verdade, composto por fungos que, em alguns casos, podem ser tóxicos para os serem humanos. Coincidentemente, o que não falta em edifícios e casas abandonadas é muito mofo, e determinados tipos desses organismos podem desencadear episódios psicóticos.


Baixa qualidade do ar

 


Com isso em mente, os pesquisadores decidiram avaliar a possível ligação entre a má qualidade do ar no interior de determinados locais e a ocorrência de fenômenos paranormais. 


Para isso, uma equipe liderada pelo Dr. Shane Rogers, professor de Engenharia Civil e Ambiental, começou a fazer medições e coletar amostras de lugares supostamente mal-assombrados e de outros que não apresentam atividade fantasmagórica.


Conforme explicou o Dr. Rogers, algumas pessoas expostas a determinados tipos organismos comumente encontrados no interior de ambientes com baixa qualidade do ar disseram sofrer de depressão, ansiedade e outros efeitos psicológicos. 


Sendo assim, Rogers e sua equipe esperam encontrar uma ligação entre organismos específicos e a ocorrência de atividade paranormal.


Mofo do mal

 

Segundo Susan, após reunir as informações necessárias, os cientistas pretendem comparar os resultados para, quem sabe, identificar se existe algum fator que possa estar contribuindo para a suposta manifestação de poltergeists e outros espectros em determinados ambientes. 


Mais precisamente, a equipe espera descobrir se existe algo em comum entre a comunidade de fungos presentes em locais assombrados e livres de assombrações.


Curiosamente, Rogers é fã de histórias de fantasmas, e disse que o projeto não tem como objetivo desvendar a origem de lendas e mitos. 


A intenção dos pesquisadores é a de oferecer uma nova explicação sobre o motivo de alguns lugares serem percebidos como assombrados, além de apresentar respostas para alguns fenômenos enquanto ajuda pessoas que passam por essas experiências.




Fonte: Megacurioso
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