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domingo, 31 de julho de 2016

Mancha de Júpiter pode ser fonte de calor





Cientistas podem ter encontrado uma resposta para explicar por que as temperaturas na atmosfera superior de Júpiter são semelhantes às da Terra, mesmo estando o planeta cinco vezes mais distante do Sol. 


Cientistas podem ter encontrado a resposta para o porquê de as temperaturas na atmosfera superior de Júpiter serem similares à da Terra, apesar de o maior planeta do Sistema Solar estar cinco vezes mais longe do sol.


Usando um telescópio infravermelho no Observatório Mauna Kea, no Havaí, os observadores constataram que uma grande mancha vermelha do planeta pode funcionar como uma bomba térmica que aquece a atmosfera superior a aproximadamente 1300°C – centenas de graus mais quente que em qualquer outro lugar do planeta.


De acordo com os cálculos dos cientistas, devido à distância de Júpiter do Sol, esperava-se que a energia solar que chega ao planeta deixasse a temperatura da parte superior de sua atmosfera em torno de 70°C negativos.


"Podemos ver quase imediatamente que as temperaturas máximas em altas altitudes estavam sobre a Grande Mancha Vermelha (GMV) – uma coincidência estranha ou um grande indício?", indaga o pesquisador James O'Donoghue, da Universidade de Boston.


O estudo foi publicado na revista Nature. Através de um processo de eliminação, os cientistas postularam que a mancha quente deve estar sendo aquecida pela tempestade abaixo. O processo exato dessa transferência de calor ainda é desconhecido, mas os especialistas adiantaram que ondas sonoras ou gravitacionais da parte de baixo poderiam ser responsáveis pelo aumento da temperatura.


A mancha foi captada numa fotografia no início deste mês pela sonda Juno da Nasa, quando se aproximava do sistema de Júpiter. Espera-se que a sonda, que realiza uma missão de 20 meses para mapear o planeta de polo a polo, tire fotografias de maior resolução em quadrantes mais próximos nas semanas a seguir.


A tempestade na mancha, que tem 22 mil quilômetros por 12 mil quilômetros de superfície, pode ser grande o suficiente para acomodar três vezes a Terra em sua área ativa.


O redemoinho colorido da tempestade de gases é descrito, às vezes, como "um perpétuo furacão", embora alguns cientistas tenham sugerido que ele esteja ficando cada vez menor.


Os primeiros relatos que teriam possivelmente delineado a mancha datam do século 17 e, em 1900, ela foi descrita como oval e de cor rosa salmão. Desde então, sua cor tem progressivamente ficado mais escura, e sua forma, mais arredondada.




Fonte: DW

quarta-feira, 2 de março de 2016

Ufólogo britânico registra a imagem de um suposto Ovni na lua Europa, de Júpiter






Enquanto os cientistas voltam suas atenções para Marte, um ufólogo afirma ter encontrado um Ovni (objeto voador não identificado) se movendo em direção a Europa, uma das luas de Júpiter, a mais de 600 milhões de quilômetros da Terra.


A imagem, registrada em telescópio no quintal de uma casa, mostra um estranho objeto brilhando ao lado de Júpiter e foi enviada a pesquisadores na cidade de Bristol, na Inglaterra.


“Júpiter e suas luas estão repletas de segredos. Existe muita conversa sobre vida alienígena nesta região, devido aos oceanos e superfície gelada da lua Europa. Não seria surpresa nenhuma se aquele objeto for realmente um tipo de nave alienígena”, afirma Tyler, membro de um grupo inglês de ufologia chamado Secure Team.


Apesar da confiança do grupo, outros especialistas questionam se a luz é apenas um reflexo do planeta Saturno ou da nave Juno, enviada pela NASA em 2011 para estudar a superfície de Júpiter.


Tyler aposta que após as descobertas em Marte, as atenções da NASA devem ir para uma missão tripulada nas luas de Júpiter. Enquanto esse momento não chega, O órgão de estudos espaciais dos Estados Unidos segue em busca de sinais de vidas no planeta vermelho, sem planos de desbravar outros planetas.





Fonte: Notibras

quinta-feira, 12 de março de 2015

Nasa confirma oceano em Lua de Júpiter



Cientistas que utilizam o Telescópio Espacial Hubble confirmaram que a lua Ganímedes, na órbita de Júpiter, possui um oceano por baixo de uma crosta superficial de gelo, elevando a probabilidade da presença de vida, afirmou a Nasa nesta quinta-feira (12).


A descoberta resolve um mistério relacionado à maior Lua do sistema solar após a nave Galileo, já aposentada, ter fornecido pistas sobre a existência de um oceano abaixo da superfície de Ganímedes enquanto cumpria uma missão exploratória ao redor de Júpiter e de suas luas, entre 1995 e 2003.


Assim como a Terra, Ganímedes possui um núcleo de ferro fundido que gera um campo magnético, embora o campo magnético de Ganímedes seja amalgamado ao campo magnético de Júpiter. Isso dá origem a uma interessante dinâmica visual, com a formação de duas faixas de auroras brilhantes nos pólos norte e sul de Ganímedes.


O campo magnético de Júpiter se altera com sua rotação, agitando as auroras de Ganímedes. Cientistas mediram tais movimentos e descobriram que os efeitos visuais se mostravam mais restritos do que deveriam.

 
Usando modelos gerados por computador, eles chegaram à conclusão de que um oceano salgado, capaz, portanto, de conduzir eletricidade, abaixo da superfície da Lua se contrapunha à atração magnética de Júpiter.


"Júpiter é como um farol cujo campo magnético muda conforme a rotação do farol. Isso influencia a aurora", explicou o geofísico Joachim Saur, da Universidade de Colônia, na Alemanha. "Com o oceano, a agitação fica significativamente reduzida."


Os cientistas testaram mais de 100 modelos computadorizados para observar se qualquer outro elemento poderia ter impacto sobre a aurora de Ganímedes. Eles também reprocessaram sete horas de observações ultravioletas do Hubble e analisaram dados sobre ambos os cinturões de aurora da Lua.


O diretor da Divisão de Ciência Planetária da Nasa, Jim Green, classificou a descoberta como "uma demonstração surpreendente".


"Eles desenvolveram uma nova abordagem para se observar a parte interna de um corpo planetário com um telescópio", disse Green.


Ganímedes se junta agora a uma crescente lista de luas localizadas nas partes mais afastadas do sistema solar que possuem uma camada de água abaixo da superfície.


Na quarta-feira (11), cientistas disseram que outra Lua de Júpiter, a Encélado, possui correntes quentes de água abaixo de sua superfície gélida. Entre outros corpos ricos em água estão Europa e Callisto, também luas de Júpiter.





Fonte: UOL

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Nasa vai procurar formas de vida em lua de Júpiter

Representação da lua Europa, que orbita em Jupiter - Nasa
 
 
Projeto antigo saíra do papel no próximo ano.
 
 
A velha pergunta sobre a existência de vida fora da Terra pode estar mais próxima de uma resposta positiva. Os cientistas da NASA questionam a existência de organismos vivos em uma lua de Júpiter, a Europa, e programam uma missão para explorar sinais de vida alienígena.
 
 
Na quarta-feira, 18, funcionários da agência espacial americana realizaram uma oficina do Centro de Pesquisa da instituição para discutir o tema.


— Esta é a nossa chance. Eu só espero que não perca esta oportunidade por falta de ideias — disse John Grunsfeld, chefe de ciência NASA, segundo o site Space.com.


Os pesquisadores planejam pesquisar as nuvens de vapor de água. Em 2012, através do telescópio Hubble, foi permitido ver a explosão em uma região lunar próxima a que os cientistas querem pesquisar.


Há anos a Nasa busca fazer esta missão em uma das luas de Júpiter mas somente em 2016 é que a Casa Branca reservará US$ 30 milhões para o empreendimento.

 
 
 
 
Fonte: O Globo

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Missão da Nasa para buscar vida em lua de Júpiter ganha impulso


Ilustração mostra o cenceito da missão Europa Clipper, que estudaria a lua de Júpiter para saber se ela poderia ser habitada por formas de vida - Nasa


Orçamento da agência para desenvolvimento de projetos destinados a Europa foi reforçado pelo Congresso dos EUA no apagar das luzes de 2014.
 
 
A gelada Europa, uma das luas de Júpiter, é considerada pelos cientistas um dos locais mais promissores para procurar por vida extraterrestre em nosso próprio Sistema Solar e uma futura missão da Nasa com este objetivo acaba de ganhar um impulso inesperado. 
 
 
Em decisão tomada no apagar das luzes de 2014, antes de sair para o recesso de fim de ano, o Congresso dos EUA determinou um pequeno aumento no orçamento de pouco menos de US$ 17,5 bilhões para a agência espacial americana originalmente pedido pelo presidente Barack Obama para o ano fiscal de 2015, que começou em outubro e termina em setembro do ano que vem. 
 
 
Com isso, a Nasa terá à sua disposição US$ 18 bilhões, dos quais US$ 118 milhões deverão ser destinados para projetos que tenham como objetivo estudar Europa.
 
 Com pouco mais de 3 mil quilômetros de diâmetro, Europa é coberta por uma grossa camada de gelo sob a qual estaria escondido um imenso oceano de água em estado líquido, condição considerada essencial para o desenvolvimento da vida como conhecemos.


Observações feitas pelas sondas Galileo e Cassini, assim como pelo telescópio espacial Hubble, detectaram jatos de vapor sendo expelidos através de fissuras na crosta de gelo à semelhança do que acontece em Encélado, uma das luas de Saturno e outro local promissor na busca por vida extraterrestre no Sistema Solar.


Este tipo de fenômeno abre caminho para troca a de nutrientes, material e energia entre o oceano subglacial e a superfície e aumentaria as chances para o desenvolvimento e sobrevivência de formas de vida em ambas luas.


Inicialmente, Obama tinha pedido apenas US$ 15 milhões para as pesquisas em torno de uma possível missão a Europa, que ainda nem existe oficialmente no âmbito da própria Nasa. No orçamento anterior, a agência espacial recebeu US$ 85 milhões para começar o desenvolvimento dos projetos.


Entre as opções atualmente em estudo estão a missão Europa Clipper, uma sonda que faria um reconhecimento detalhado da lua e poderia levar a bordo, por exemplo, instrumentos como um radar capaz de penetrar sua crosta de gelo e calcular sua grossura e espectrômetros para analisar os materiais presentes na sua superfície e atmosfera e procurar por compostos orgânicos, ou mesmo um novo conceito para este tipo de missão que envolve o envio de um enxame de pequenos satélites, os chamados CubeSats, para fazer as obervações.


- A Nasa seria louca de não usar estes recursos para dar início a uma missão real (a Europa) – comentou Casey Dreier, diretor da Planetary Society, em análise do orçamento passado pelo Congresso americano publicado no site da organização.
 
 
 
 
Fonte: O Globo

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Atmosfera de Europa é mais fina do que se pensava

 Europa tem atmosfera quente e volátil / Divulgação/Nasa


Cientistas não detectaram presença de vapor sendo lançado à atmosfera em dados coletados por sonda Cassini.


Um novo estudo dos dados coletados em 2001 pela sonda Cassini mostra que a atmosfera de Europa, uma das luas de Júpiter, é ainda mais fina do que se pensava. 


Segundo a pesquisa, não há evidência de que, durante a passagem da nave da NASA pela região, existiu atividade geológica que expeliu vapor para a atmosfera.


Europa é considerada um dos destinos para exploração mais promissores dentro do Sistema Solar, porque especula-se que sob sua superfície gelada exista um oceano líquido.



O estudo sugere que o gás volátil e quente que circunda Europa não é originário do local, mas da lua vizinha Io. Os pesquisadores estimam que Europa produz 40 vezes menos oxigênio do que o estipulado anteriormente.



Segundo uma conclusão anterior de cientistas, a atmosfera de Europa seria milhões de vezes menos densa que a da Terra. Agora, acredita-se que ela seja 100 vezes mais sutil do que as primeiras estimativas.



Ainda não se sabe se há atividade geológica que lance vapor na atmosfera. Segundo os pesquisadores, ela poderia ser apenas um fenômeno intermitente. 






Fonte: Band 

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Alinhamento de Júpiter e Vênus é confundido com aparição de OVNIs




Vênus (à esq.) e Júpiter (dir.) parecem muito próximos nesta rara conjunção dos planetas, que são vistos aqui sobre as pontes Hell Gate e Robert F. Kennedy na manhã desta segunda-feira (18) em Nova York



A conjunção mais próxima entre Vênus e Júpiter desde 2000, na noite desta segunda-feira (18), confundiu muita gente. Visível a olho nu, os dois pontos brilhantes no céu fizeram com que muitos relatassem a aparição de objetos voadores não identificados, os OVNIs.


A visão da chamada "estrela dupla" foi criada pelo alinhamento quase completo dos dois planetas. A conjunção está entre os destaque do calendário de astronomia deste ano.


"Eles parecem tão próximos que proporcionam uma visão incrível", afirmou Robin Scagell, vice-presidente da Sociedade para Astronomia Popular.


"Com certeza, muita gente pode confundir a conjunção com uma aparição de OVNIs, especialmente porque eles aparecem muito baixos no nosso campo de visão", explicou o especialista. Segundo ele, esse efeito é causado pela distorção da atmosfera.


Embora os dois planetas pareçam muito próximos, na verdade estão a milhares de milhões de quilômetros um do outro.


Vênus e Júpiter emparelham uma vez ao ano, em media, mas suas conjunções variam em separação e visibilidade. Algumas vezes só é possível vê-las com equipamento especial em observatórios –especialmente quando ocorrem durante a luz do dia.


A próxima conjunção entre os dois planetas deve ocorrer em 30 de junho de 2015, mas não com essa proximidade enxergada na segunda-feira.


Durante a conjunção de Agosto, Vênus aparece seis vezes mais brilhante do que Júpiter, mesmo que seu diâmetro seja menor do que um décimo do outro planeta, que tem 86.881 milhas.


Isso acontece porque Vênus está muito mais próximo da Terra e também do Sol, o que faz com que suas nuvens brilhem com maior intensidade.



Fonte: UOL

sábado, 17 de maio de 2014

Imagens do Hubble mostram que mancha vermelha de Júpiter está encolhendo



A chamada Grande Mancha Vermelha é uma violenta tempestade, que no final dos anos 1880 teve seu tamanho estimado em cerca de 40 mil quilômetros de diâmetro, grande o suficiente para acomodar três Terras lado a lado.


A tempestade, a maior do Sistema Solar, tem a aparência de uma profunda esfera vermelha cercada por camadas de amarelo pálido, laranja e branco. Os ventos em seu interior foram calculados em centenas de quilômetros por hora, disseram astrônomos da Nasa, a agência espacial norte-americana.


Quando a sonda espacial Voyager, da Nasa, a sobrevoou em 1979 e 1980, as manchas tinham diminuído para cerca de 22.500 quilômetros de diâmetro.


Agora, novas imagens tiradas pelo Hubble em órbita da Terra mostram que a mancha vermelha de Júpiter está menor do que nunca, medindo pouco menos de 16.100 quilômetros de diâmetro, além de parecer mais circular na forma.


Os cientistas não sabem ao certo por que a Grande Mancha Vermelha está encolhendo cerca de mil quilômetros por ano.


É visível que redemoinhos minúsculos estão se juntando à tempestade... estes podem ser responsáveis pela mudança acelerada ao alterar a dinâmica interna (da tempestade), disse Amy Simon, astrônoma do Centro de Voo Espacial Goddard, da Nasa, em Greenbelt, Maryland, em um comunicado.


Simon e seus colegas planejam levar adiante estudos para desvendar o que está acontecendo na atmosfera de Júpiter que suga sua energia e causa o encolhimento.


A marca registrada de Júpiter -uma mancha vermelha maior que a Terra- está encolhendo, mostraram imagens do Telescópio Espacial Hubble divulgadas na quinta-feira.




Fonte: POP

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

'Vapor d'água' aumenta chances de existência de vida em lua de Júpiter



Jatos de vapor d'água aumentam chances de existência de vida em Europa, lua de Júpiter Foto: NASA, ESA, L. Roth / Divulgação


Imagens captadas pelo telescópio espacial Hubble mostram o que parecem ser jatos de vapor d'água jorrando de Europa, uma lua do planeta Júpiter, o que poderia indicar condições para a existência de vida no satélite. 


Em estudo na publicação Science, pesquisadores dizem ter identificado excessos de oxigênio e hidrogênio no polo sul da lua. As descobertas foram divulgadas durante a reunião anual da União Geofísica Americana em São Francisco, nos Estados Unidos.​


Os cientistas responsáveis pela pesquisa destacaram que a exploração de Europa deveria se tornar uma prioridade nas pesquisas espaciais. 


Eles ainda não têm certeza, no entanto, da evidência dos jatos de vapor d'água, que, se confirmados, poderiam alimentar as esperanças da existência de um oceano subterrâneo na superfície da lua. Se as previsões dos especialistas estiverem corretas, Europa se tornaria a segunda lua do sistema solar a apresentar jatos de vapor d'água.


Composição química


"A explicação mais simples é que o vapor d'água emergiu do subterrâneo de Europa", afirmou o cientista Lorenz Roth, do Southwest Research Institute, do Texas, responsável pelas pesquisas. 


"A descoberta significa que futuramente poderemos investigar diretamente a composição química do ambiente potencialmente habitável da Europa sem a perfuração das camadas de gelo."


A próxima missão a Júpiter e a suas luas (são 64 ao todo), localizadas a 800 milhões de quilômetros do Sol, está prevista para 2022. 


"As descobertas são muito promissoras. Essas colunas (d'água) podem estar levando material do oceano. Talvez haja até moléculas orgânias na superfície de Europa", disse à BBC James Green, diretor de divisão de ciência planetária da Nasa, a agência espacial americana.



Fonte: Terra

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Céus de Júpiter e Saturno estão salpicados de diamantes gigantes



As camadas inferiores dos gigantes gasosos Júpiter e Saturno podem conter diamantes gigantes, enquanto que nas camadas superiores pode haver "chuvas de diamantes", consideram astrônomos estadunidenses.
As frequentes tempestades nas atmosferas desses planetas são capazes de fazer com que, sob a influência de certas combinações de temperaturas e pressões, os hidrocarbonetos se transformam em micro-diamantes que caem em forma de "chuva" em direção aos núcleos dos planetas gigantes. 



Ali, entram no estado líquido e em parte voltam à atmosfera, onde se transformam em diamantes que podem "crescer" graças à substância emanada pelos núcleos dos planetas.


É possível que no futuro a humanidade possa explorar diamantes em Júpiter e Saturno, utilizando sondas-robôs.



sexta-feira, 24 de maio de 2013

Alinhamento planetário promete show celestial no fim de semana




Vênus e Júpiter, os dois planetas mais brilhantes do céu neste mês, receberão a companhia do pequeno Mercúrio para um espetáculo celestial raro neste fim de semana. 


Normalmente, Vênus, o segundo planeta mais próximo do Sol, e Júpiter, que orbita após Marte, estão a dezenas de milhões de quilômetros de distância. 


Mas, para quem vê da Terra, eles têm orbitado juntos, enquanto se movem cada vez mais perto um do outro neste mês, junto a Mercúrio.


O auge do show celestial será no domingo, quando o trio irá aparecer como um triângulo de luz brilhante no céu do Ocidente cerca de 30 minutos depois do pôr do sol.


Conjunções triplas são relativamente raras, segundo a Nasa. A última foi em maio de 2011 e a próxima não ocorrerá antes de outubro de 2015. 


"Essa (conjunção) tripla é especialmente boa porque envolve os três planetas mais brilhantes do céu escuro em maio", afirmou a agência espacial dos Estados Unidos em sua página na Internet.


A formação deve ser visível mesmo em locais com cidades bastante iluminadas. Astrônomos sugerem aos observadores do céu que deixem Vênus e Júpiter serem o seu guia. Quando o céu escurecer, os planetas serão visíveis a olho nu.


"Eles realmente brilham tão intensamente que você pode confundi-los com um ou dois aviões se aproximando com as suas luzes de pouso ligadas", escreveu a revista StarDate, da Universidade do Texas, em seu site.


No domingo, Mercúrio formará o topo do triângulo. Na segunda-feira, Vênus e Júpiter vão estar lado a lado, a menos de 1 grau de distância. 


"Depois disso, Vênus e Mercúrio vão continuar subindo mais alto no céu escuro, enquanto Júpiter cai em direção ao sol", disse a StarDate.




Fonte: Terra

sábado, 6 de abril de 2013

Júpiter: satélite apresenta água oxigenada

 Água oxigenada foi encontrada em lua de Júpiter / Divulgação/Nasa


Segundo os cientistas, a substância poderia funcionar como importante fonte de energia para micro-organismos.


A Nasa (Agência Espacial Americana) divulgou nesta sexta-feira que foi encontrado peróxido de hidrogênio (água oxigenada) em abundância na superfície de Europa, uma das luas de Júpiter. Segundo os cientistas, a substância poderia funcionar como importante fonte de energia para micro-organismos. 


Segundo as pesquisas, embora não haja confirmação de vida no satélite, ele é considerado um dos principais astros candidatos a abrigar vida em todo o Sistema Solar. 


Essa água oxigenada foi identificada em pontos da superfície, longe dos oceanos.



Água

 

Pesquisadores do Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia) descobriram evidências fortes de que a 
água salgada do interior do satélite Europa, em Júpiter, seja expelida para a superfície da lua. Segundo os cientistas, o vasto oceano da lua seria um ambiente mais rico quimicamente. 


O observatório de Keck, que possui um dos maiores telescópios terrestres, ajudou na pesquisa. Com o equipamento foi possível identificar a presença de magnésio na superfície de Europa. 


A substância só poderia ter sido formada em um oceano líquido abaixo da camada de gelo que reveste o satélite, uma boa notícia para a continuação das pesquisas e buscas em Júpiter.  




Fonte: Band

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Lua de Júpiter seria lugar ideal para desenvolvimento da vida, diz cientista da Nasa



A lua Europa, de Júpiter, teria maior probabilidade de abrigar algum tipo de vida em relação à Marte, segundo a opinião do cientista Robert Pappalardo, responsável do Jet Propulsion Laboratory (JPL), da Nasa.


A Europa é coberta por uma camada de gelo relativamente fina, com um oceano (líquido sob o gelo) com rochas no fundo.


O local também recebe radiações que, misturadas com a água, criam energia que seria ideal para o desenvolvimento da vida, de acordo com o pesquisador.


A lua Europa foi observada de perto pela primeira vez pelas sondas americanas Voyager em 1979 e Galileo na década de 90.


A Nasa tinha um projeto de exploração desta lua de Júpiter, contudo os cortes orçamentários afetaram a realização dessa missão, disse Pappalardo durante uma conferência, em Boston, na última semana.


O nome do projeto em questão é "Clipper" e, caso seja lançado, isso ocorreria apenas em 2021. O tempo de viagem de um aparato até Europa levaria de três a seis anos.


Outra alternativa para a Nasa em relação à exploração das luas de Júpiter é participar de uma missão em conjunto com a Agência Espacial Europeia (ESA), batizada de "Jupiter Icy Moon Explorer", com previsão de chegada para 2030.



quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Lua oculta Júpiter na noite de Natal




Fenômeno pôde ser observado da América do Sul e da África na noite de Natal.


Um fenômeno diferente tornou a noite de Natal especial para quem parou para olhar para o céu. A Lua ocultou o planeta Júpiter por quase uma hora, por volta das 20h40 (horário de Brasília). 


Os que olharam para Lua cheia que estava no céu puderam ver, também, um ponto brilhante ao lado do satélite da Terra: tratava-se do maior planeta do Sistema Solar. O astro pôde ser visto claramente, a olho nu. 


A ocultação, porém, só foi vista na América do Sul e no sul da África. 


Nesta quarta-feira de manhã, outro fenômeno também pôde ser apreciado pelos curiosos. Mercúrio, Saturno e Vênus alinhados iluminaram o céu antes do nascer do Sol. 

 



Fonte: Band

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Nasa divulga novas informações sobre asteroides 'misteriosos'


Troianos de Júpiter em ilustração da Nasa (Foto: Nasa/Divulgação)


'Troianos de Júpiter' fazem a mesma órbita do maior planeta do sistema. Dados de satélite mostram que são avermelhados e parecidos entre si.
 
 
Dados de satélite da Nasa revelaram novas informações sobre a coloração dos chamados “troianos de Júpiter”, asteroides que circulam ao redor do Sol na mesma órbita de Júpiter e cuja origem é desconhecida.


Segundo informou a agência espacial americana na segunda-feira (15), é a primeira vez que se obtêm dados mais específicos sobre as cores dessas rochas, que têm predominantemente uma superfície escura avermelhada e opaca.


Os troianos de Júpiter se dividem em dois grupos – um antecede Júpiter e outro “segue” o planeta em sua órbita. Os dados do satélite apontam que o grupo que viaja “na frente” é mais numeroso.


A origem desses asteroides seguem sendo um mistério, mas as novas observações, feitas com o satélite WISE, permitem tirar novas conclusões – por exemplo, que os troianos não têm semelhança com os objetos do Cinturão de Asteroides. Também ficou claro que os dois grupos de troianos são semelhantes entre si, segundo a Nasa.



Fonte: G1

sábado, 15 de setembro de 2012

Júpiter foi atingido por um asteroide e o único registro é o de um astrônomo amador



A imagem mostra o momento em que Júpiter foi atingido por um poderoso asteroide, no dia 10.


O astrônomo amador George Hall, dos EUA, capturou o vídeo por algum tempo, mas não verificou a gravação. 
 
 
Hall só se deu conta de que tinha algo precioso na mão quando soube, através de uma declaração, que um astrônomo tinha avistado o ocorrido em um telescópio.


Agora os astrônomos estão esperando que o planeta gasoso faça sua rotação normal para verificar se o asteroide deixou marcas após o intenso impacto. 
 
 
Se existirem manchas negras nas “nuvens” de Júpiter, isso é um sinal de que uma tempestade gigante ocorreu após o choque.


Impactos de asteroides em Júpiter foram registrados em 2009 e 2010. No ano de 1994, um grande cometa de nome complicado – Shoemaker-Levy – se chocou com Júpiter oferecendo um deslumbre assustador do poderoso impacto.
 
 

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Lua de Júpiter tem mais água do que a Terra


Lua Europa do planeta Júpiter: ilustração que mostra quanta água existe em Europa em comparação com a Terra


"Europa" é uma lua com uma superfície gelada e com um oceano debaixo de sua crosta de gelo.
 
 
Cientistas da NASA fizeram uma ilustração que mostra como a pequena lua Europa, na órbita de Júpiter, tem mais água do que a Terra.
 
 
Europa é uma lua com uma superfície gelada. Essa lua tem um oceano debaixo da sua crosta de gelo. Esses oceanos tem entre 2 e 3 vezes mais água do que os da Terra.


Para ilustrar isso, os pesquisadores Kevin Hand, Jack Cook e Howard Perlman, da NASA, WHOI e USGS, respectivamente, coletaram dados da sonda espacial Galileo.


Eles também usaram uma imagem que mostra como seria se toda a água do planeta fosse colocada dentro de uma esfera. Ela foi divulgada pelo Serviço Geológico Americano.


Então, eles criaram uma ilustração que mostra quanta água existe em Europa em comparação com a Terra. Ela compara o tamanho da Terra com o da Europa e coloca a quantidade de água de cada um desses corpos celestes em uma gota de água.


Muitos cientistas acreditam que existe uma grande chance de que ela abrigue algum tipo de forma de vida. Segundo Daniel Nunes, cientista brasileiro que trabalha no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA (JPL), o problema é que Europa é muito longe da Terra. Esse fator dificulta a exploração dessa lua.


"As temperaturas são muito extremas e a radiação de júpiter é muito forte. O equipamento tem que ser muito resistente a essas condições". Além disso, a crosta de gelo é muito espessa. "Acessar o oceano da Europa é bem difícil, um grande desafio".


Porém, Nunes ressalta que existem planos para mandar uma nave de grande porte para o sistema de Júpiter, para estudar a Europa, por exemplo. No entanto, o projeto ainda está em desenvolvimento e não foi confirmado pela NASA.



Fonte: Exame

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Descoberta do objeto mais vermelho do Sistema Solar faz 120 anos

Concepção artística mostra passagem da sonda Galileu por Amalteia. No detalhe, uma imagem da lua feita pela sonda / Foto: Michael Carroll/Nasa/Divulgação


O objeto mais vermelho do Sistema Solar - talvez seja assim que a lua Amalteia, de Júpiter, mais se destaque. Ela segue abaixo da órbita de Io (um dos quatro maiores satélites do planeta), assim como Métis, Adrasteia e Tebe, mas é a maior desse grupo. Edward Emerson Barnard quem descobriu Amalteia, no dia 9 de setembro de 1892.


Segundo a Universidade Livre de Bruxelas, acredita-se que a cor vermelha de Amalteia é resultado do enxofre expelido pelos inúmeros vulcões de Io. 


Observações feitas com o espectrômetro (instrumento que mede o espectro eletromagnético de um objeto) do Hubble confirmam grande presença do enxofre que deixa Amalteia tão vermelha.


Outra curiosidade sobre esse satélite natural é que ele emite mais calor do que recebe do Sol. Há duas hipóteses para isso: a energia que ele recebe do poderoso campo magnético de Júpiter ou efeito do campo gravitacional do planeta gasoso.


Assim como Tebe, completa uma rotação ao redor do seu eixo quando completa uma volta ao redor de Júpiter, o que significa que mostra sempre a mesma face para o planeta, do qual está distante 181.400 km. 


Para se ter ideia, a distância da Lua para a Terra é de 384 mil km. Essa proximidade de um planeta deveria fazer com que Almateia fosse destruída pela gravidade. Isso não ocorre por causa de seu tamanho pequeno (apenas 19 vezes menor que Io, ou 83,45 km).


Por outro lado, os astrônomos calculam que o fim de Almateia será digno de uma tragédia grega: ela está tão próxima de Júpiter que está destinada a cair e ser morta por seu planeta. Na mitologia grega, Amalteia era uma ninfa que cuidou de Zeus quando o deus era criança.



Fonte: Terra

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Cientistas descobrem que menor lua de Júpiter tem 2 km de diâmetro



Cientistas confirmaram que uma das duas novas luas recentemente descobertas orbitando Júpiter é a menor já encontrada. A pequena lua, chamada de S/2010 J2, tem somente 2 km de diâmetro. 


Para se ter uma ideia, a lua terrestre tem mais de 3,4 mil km. As informações são do site do Huffington Post.


A S/2010 J2 foi vista pela primeira vez em 2010 junto à outra lua, a S/2010 J1, que tem menos de 3 km de diâmetro. Anunciados recentemente, os satélites elevaram o número de luas orbitando Júpiter para 67.


A maior lua de Júpiter é Ganymede, com diâmetro de 5.262 km. Muitos satélites do planeta têm sua própria órbita, incluindo o Europa, que possui núcleo de ferro, superfície de gelo e atmosfera feita principalmente de oxigênio.


Desde a descoberta, os cientistas da Universidade da Columbia Britânica passaram meses rastreando e mapeando o caminho das luas, para confirmar se elas eram, realmente, o que aparentavam.


Estimar o tamanho de objetos tão pequenos a uma distância tão grande é complicado, então os pesquisadores tiveram que basear-se no brilho dos satélites. 


Os astrônomos por trás da descoberta afirmam que podem existir dezenas de pequenas luas similares orbitando Júpiter, o maior planeta do nosso sistema solar.


"Na verdade, nós havíamos relatado medições da primeira lua em fevereiro de 2003 para o Centro de Planetas Menores. Mas são necessários muitos meses de observações para provar que o objeto está em órbita de júpiter, e a lua estava muito fraca para dar uma pista concreta em 2003", afirmou Brett Gladman, pesquisador da Universidade da Columbia britânica.




Fonte: Terra

terça-feira, 13 de março de 2012

Convergência de Vênus e Júpiter pode ser observada hoje


Habitantes do hemisfério norte poderão assistir hoje à noite o fenômeno celestial da beleza extraordinária – a convergência de Vênus e Júpiter. Os dois planetas mais brilhantes do nosso sistema solar aproximaram-se tanto, que têm criado um par radiante.

O par planetário será localizado a 40 graus acima do horizonte, enquanto Vénus será localizado no lado direito, ligeiramente acima. É mais brilhante do que Júpiter.

Os astrólogos propõem a sua interpretação da convergência de Vênus e Júpiter. Na sua opinião, a fusão celestial do Amor e do Poder promete estabilidade e tranquilidade ao mundo nas próximas semanas.



Fonte: Voz da Rússia

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