domingo, 30 de abril de 2017

Aranha mexicana surpreende especialistas por seu tamanho

O aracnídeo foi batizado Califorctenus Cacachilensis por ser originário do estado mexicano de Baja California Sur - AFP


Uma nova espécie de aranha, endêmica da península de Baja California no noroeste do México, surpreendeu cientistas de três países devido ao seu tamanho enorme e aspecto temível, embora eles assegurem que sua picada não é letal para o homem.


O aracnídeo foi batizado Califorctenus Cacachilensis por ser originário do estado mexicano de Baja California Sur e encontrado em cavernas de Las Cacachillas, explicou María Luisa Jiménez, especialista do Centro de Pesquisas Biológicas do Noroeste (CIBNOR).


“A primeira vez que a vi fiquei muito impressionada com seu tamanho”, disse Jiménez à AFP em uma entrevista telefônica nesta terça-feira. “Em todos os meus anos de experiência nunca encontrei uma aranha tão grande, quase do tamanho de um prato normal de comida”.


Esta aranha de patas compridas (10 centímetros) e corpo pequeno tem cerca de 23 cm de diâmetro.


É similar à aranha errante brasileira, conhecida pelo seu veneno potente, e parente de outras tarântulas do país. Assim como elas, tem um corpo peludo e achatado.


Apesar do seu aspecto feroz, a espécie não é agressiva, “a menos que você queira pegá-la”, assegurou Jiménez. E “seu veneno não é mortal para o homem”, acrescentou.


A nova espécie tem hábitos noturnos e é corredora, de modo que é difícil encontrá-la, detalhou a pesquisadora.


Foi encontrada pela primeira vez em 2013, durante uma expedição conjunta entre pesquisadores do Museu de História Natural de San Diego (theNAT), no sudoeste dos Estados Unidos, e colegas mexicanos, segundo o blog desta instituição.


Para determinar suas características e parentesco com outras espécies, os cientistas americanos convocaram Jiménez e uma especialista brasileira da Universidade de Campinas.


“Capturamos oito espécimes, os comparei em meu catálogo taxonômico e chegamos à conclusão de que é um novo exemplar”, contou Jiménez.





Fonte: Isto É

Cientistas acham DNA de humanos pré-históricos em cavernas sem ossos






Cada pá de terra que os arqueólogos removem das cavernas que estão estudando pode estar repleta de pedacinhos de DNA de criaturas extintas –inclusive de ancestrais da humanidade. Um estudo internacional mostrou que é possível "ler" essa montanha de fragmentos genéticos e ter um vislumbre dos seres vivos do passado mesmo quando nenhum osso deles foi preservado. 


"A nossa metodologia foi desenvolvida originalmente para tentar identificar fragmentos de ossos que não conseguíamos atribuir a nenhuma espécie", explicou à Folha a coordenadora da pesquisa, Viviane Slon, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva (Alemanha). "Percebemos que também poderia ser uma boa ideia usar a técnica para procurar DNA em sedimentos." Viviane e seus colegas estão publicando os resultados da tentativa em artigo na edição desta semana da revista especializada "Science".


A equipe do Max Planck lidera os estudos sobre DNA antigo (ou seja, obtido a partir de amostras de seres vivos que morreram há centenas ou milhares de anos) desde que a área surgiu. Foram eles os principais responsáveis por reconstruir a totalidade do genoma dos neandertais, primos extintos da humanidade que dominaram a Europa até uns 40 mil anos atrás, e dos denisovanos, outra espécie de humanos primitivos que viveu na Sibéria durante a Era do Gelo e que, aliás, só foi descoberta graças às análises genéticas, porque pouquíssimos fragmentos ósseos deles foram achados até hoje. 


Para realizar façanhas desse tipo, os pesquisadores normalmente extraem cuidadosamente pedaços da parte interna de ossos bem preservados, com o objetivo de minimizar riscos de contaminação. Mas o DNA é uma molécula promíscua: pequenos pedaços de pele, pelos, fezes, saliva e muitas outras formas de matéria corporal costumam contaminar com nosso material genético tudo o que tocamos, de forma que fazia sentido procurar DNA nos sedimentos do chão das cavernas. 


O problema, claro, era como separar o joio do trigo: com o passar dos milênios, os pedacinhos do genoma dos seres humanos e dos bichos que passavam pelas cavernas iam se fragmentando cada vez mais e se misturando, inclusive ao DNA de bactérias que também cresciam por ali. 


PESCANDO GENES 
 

Para contornar essa dificuldade, explica Viviane, foi importante desenvolver um método capaz de "pescar" fragmentos específicos de DNA em meio à bagunça. Os pesquisadores decidiram usar como "isca" trechos de mtDNA (DNA mitocondrial, presente apenas nas mitocôndrias, as usinas de energia das células complexas). O mtDNA está presente em muitas cópias em cada célula, sendo, portanto, muito abundante, e apresenta ainda a vantagem de ser bastante distinto de uma espécie para a outra, o que facilita a identificação. 


Como o DNA é formado por quatro letras químicas que são complementares entre si segundo um esquema rígido –a letra C só se liga à letra G, enquanto a T só se conecta com a A, formando uma sequência de pares de letras–, as "iscas" se basearam nesse princípio, fazendo com que o DNA antigo se hibridizasse (ou seja, se conectasse) com elas.

Com base nesse princípio, o estudo de sete sítios arqueológicos na Europa e na Sibéria permitiu a recuperação de mtDNA de 12 famílias diferentes de mamíferos, entre eles os famigerados neandertais e denisovanos. 


"Mas o principal avanço tecnológico que permitiu este estudo de larga escala foi a automatização dos procedimentos de laboratório", diz Viviane. "Com isso, conseguimos examinar múltiplas amostras em paralelo e recuperar esses pequenos traços do DNA de hominídeos." 


O método foi suficientemente sensível para sugerir a presença de dois indivíduos diferentes da mesma espécie (no caso, dois neandertais) no sítio espanhol de El Sidrón –por causa da troca de uma única letra de mtDNA. E, por incrível que pareça, as contas feitas pelos pesquisadores sugerem que a quantidade de material genético que sobra nos sedimentos é mais ou menos a mesma que é possível extrair de ossos. 


"Em tese, nosso método poderia permitir a identificação de grupos de hominídeos a respeito dos quais ainda não temos nenhuma informação genética", afirma a pesquisadora. Isso significa –mais uma vez, teoricamente, por enquanto– que identificar fragmentos de DNA de parentes ainda mais remotos do ser humano, como o Homo erectus ou o misterioso H. floresiensis, apelidado de "hobbit" por sua estatura diminuta, não seria pura ficção científica. Ambas as espécies, afinal, só desapareceram de vez há algumas dezenas de milhares de anos, pelo que sabemos –a Indonésia foi seu derradeiro reduto. 
 

"O desafio, no que diz respeito à Indonésia, também envolve a preservação do DNA por longos períodos de tempo num clima muito quente", assinala Viviane.




Fonte: Folha de São Paulo

Veja desde quando o homem habita os distintos continentes



Apesar de os pesquisadores datarem nesta quarta-feira a presença do homem na América em 130.000 anos, e não há 15.000 como se pensava até então, o "Novo Mundo" continua sendo um continente povoado há relativamente pouco tempo.


O hominídeo Toumai (Sahelanthropus tchadensis), considerado por alguns paleontólogos como o "decano da Humanidade", tem sete milhões de anos e foi descoberto em 2001 no Chade.


A célebre australopiteco "Lucy" tem 3,2 milhões de anos e foi descoberta na Etiópia em 1974. Mas outros restos de australopitecos, menos conhecidos, têm ao menos 3,9 milhões de anos.


Os restos mais antigos do gênero homo, ao qual pertence o homo sapiens, nossa espécie, remontam a 2,8 milhões de anos. Trata-se de uma mandíbula achada na Etiópia, em 2013.


Os primeiros humanos não-africanos foram achados na Geórgia e datam de 1,8 milhão de anos.


Na Ásia, o menino fóssil de Mojokerto, descoberto em 1936 na ilha de Java (Indonésia), tem entre 1,3 e 1,8 milhão de anos.


O mais antigo fóssil na Europa ocidental tem 1,2 milhão de anos. Foi descoberta nos anos 2000 em Atapuerca, no norte da Espanha. Pode corresponder à espécie batizada como homo antecessor.


Mas alguns objetos fabricados pelo homem achados no sul da França testemunhariam uma presença humana na Europa ocidental de ao menos 1,57 milhão de anos.


O homem mais antigo conhecido na Austrália é um homo sapiens chamado "Homem de Mungo", de 45.000 anos.


O Homo sapiens apareceu na África há 200.000 anos e teria saído pela primeira vez desse continente há 100.000 anos.




Fonte: Yahoo!

Urso come mão de menino em zoológico na Cisjordânia





Um urso comeu na terça-feira a mão e parte do braço de um menino palestino de 9 anos que lhe dava comida durante uma visita escolar ao zoológico da cidade de Qalqilyah, no norte de Cisjordânia. 


O incidente aconteceu durante uma excursão de alunos de uma escola primária do povoado de Qafer Abush, na área de Tulkarem (norte de Cisjordânia), informou a agência de notícias palestinas Maan. 


Segundo o porta-voz policial Luai Arzieqat, o menor entrou na jaula do urso para dar comida, mas este o atacou e comeu sua mão e parte do braço. 


A criança foi levada ao hospital local de Qalqilia e, pouco depois, após a intervenção do Ministério de Educação, foi transferida para o Hospital An Najah, de Nablus, que é melhor equipado. 


A Polícia abriu uma investigação para determinar as causas do acidente e ordenou o fechamento de parte dos zoológico ao público, especialmente as zonas em que estão os animais agressivos. 


O Ministério de Educação palestino ordenou a suspensão de todas as visitas escolares ao zoológico de Qalqilia até que sejam garantidas as medidas de segurança e formou uma comissão de investigação para esclarecer o ocorrido. 


Horas mais tarde, o Ministério de Governo Local decidiu fechar o zoológico até novo aviso.




Fonte: Terra

Família acredita ver "fantasma" de avó morta em fotografia



Na imagem, vê-se um vulto que aparenta ser uma cabeça a espreitar pela janela. 


Uma família australiana, de Melbourne, ficou aterrorizada ao deparar-se com um rosto fantasmagórico numa fotografia tirada por Dayna Lynch, de 18 anos, ao pai e à madrasta num momento de descontração em casa. 


A família não quis acreditar quando percebeu que o rosto que surgia na foto se parecia com a avó de Safiye, a madrasta da jovem, quando era mais nova.


Na imagem, vê-se um vulto que aparenta ser uma cabeça a espreitar da janela, enquanto o casal está sentado no sofá, completamente descontraído e alheio à situação. 


Ao jornal The Sun, Dayna revela que inicialmente pensou que tal fenômeno poderia estar relacionado com a exposição da objetiva à luz ou algo mais técnico, no entanto, essa hipótese foi rapidamente posta de lado. 


"Eu estava a tentar tirar uma fotografia sem eles darem conta quando me apercebi daquela 'forma' estranha a 'espreitar' na janela. Quando vi parecia um rosto humano nem quis acreditar. Inicialmente ainda pensei que pudesse ser um reflexo mas depois quando tentei repetir a fotografia, exatamente com a mesma luz e no mesmo lugar, o mesmo já não voltou a acontecer", revelou a jovem de 18 anos. 


Safiye, a madrasta de Dayana, não quis acreditar que o vulto se parecia com a sua avó quando era mais nova e cujo funeral tinha sido apenas há quatro dias, na Turquia. 


"Até aqui ninguém acreditava em fantasmas lá em casa, mas naquela noite ninguém conseguiu dormir. Fui à Internet à procura de explicações para o sucedido mas nada justifica aquele fenômeno. Foi surreal", termina.





Fonte: CM

Vale pensar que antigos extraterrestres podem ter vivido no nosso Sistema Solar


 
 
Quando falamos do Sistema Solar, aqui apenas vale buscar traços de hipotéticos antigos extraterrestres na Lua e em Marte, pois em Vênus e noutros planetas ou satélites eles seriam destruídos pelos processos geológicos e espaciais.
 
 
"O SETI, bem como outros projetos que tentam buscar intelecto extraterrestre, tentam encontrá-lo perto de estrelas longínquas. Se acreditarmos que os traços de extraterrestres tecnologicamente avançados existem, então vale pensar se eles podem ser encontrados no nosso Sistema Solar", explica o planetólogo da Universidade de Pensilvânia e membro do projeto Breakthrough Listen, Jason Wright.
 
 Há cerca de 3,5 bilhões de anos, três planetas do nosso Sistema Solar eram teoricamente capazes de manter a vida: Vênus, Marte e Terra. Ainda hoje eles estão em partes diferentes da chamada zona habitável onde a água é capaz de existir em estado líquido. No entanto, um bilhão de anos depois, Vênus se tornou num inferno incandescente e "ácido" e Marte — num deserto congelado, explica o planetólogo no artigo publicado na biblioteca eletrônica arXiv.org.
 
 
Na verdade, nada impedia que a vida surgisse nesses planetas durante um período de tempo tão longo. Mas somente a Terra conseguiu evitar o desaparecimento total da vida. Se a vida ou civilizações existiram em Marte ou Vénus, ou noutros planetas do Sistema Solar, é possível que tenham desaparecido bem antes do aparecimento dos primeiros humanos ou mesmo dos organismos multicelulares no nosso planeta.
 
 
Além disso, os extraterrestres podem simplesmente ter "migrado" para a Terra e um cataclismo qualquer ter resultado na sua extinção.


Devemos ter em conta o fato que os minerais da crosta do nosso planeta afundam em direção ao núcleo eliminando todos os traços de vida ou civilizações. Tal processo dura cerca de 300-500 milhões de anos. Segundo os cientistas, a possibilidade de que traços de "extraterrestres" mais antigos que esse tempo sobrevivam é extremamente pouco provável.


Neste sentido, a Lua e Marte são mais favoráveis para a busca de tais restos de quaisquer civilizações. Pois aí eles poderiam se manter por significativamente mais tempo que 500 milhões de anos. Mas mesmo aqui temos que levar em conta os raios solares e meteoritos na Lua ou ainda o vento e erosão em Marte que podem destruir os artefatos dos "antigos extraterrestres".


Entretanto, se destaca que Vénus é pouco útil para a busca — esse planeta se tornou uma estufa gigantesca há um bilhão de anos, adicionando erupções vulcânicas em massa e a atmosfera "ácida". Tudo isso deveria destruir quaisquer traços imagináveis de civilizações antigas. Não obstante, isso não exclui que possam ter existido em Vénus em épocas mais amigas da vida. Segundo os cientistas, a situação é a mesma em Europa, Encélado ou outras luas dos planetas gigantes — e tudo isso por causa de sua atmosfera instável.


Todas essas conclusões não significam que os antigos extraterrestres tenham existido — na verdade isso é pouco provável, aponta Jason Wright.


Contudo, as futuras investigações das superfícies de Marte e Lua, opinam os planetólogos, devem considerar a possibilidade de presença não só de quaisquer traços da vida, mas também de civilizações desaparecidas no passado longínquo.




Fonte: Sputnik
 

Homem chegou à América 115.000 anos antes do que se acreditava














A presença humana no continente americano data de 130.000 anos atrás, e não de 15.000, como se acreditava até agora, segundo um estudo que deve revolucionar a História das populações no Novo Mundo.


A exploração de um sítio arqueológico perto de San Diego (Califórnia) revelou que uma "espécie de hominídeo viveu na América do Norte 115.000 anos antes do que pensávamos", explica Judy Gradwohl, presidente do Museu de História Natural de San Diego, à frente deste estudo.


A equipe encontrou o esqueleto de um mastodonte - ancestral do elefante - e utensílios de pedra com marcas de intervenção humana de cerca de 130.000 anos de idade, derrubando todas as teorias cogitadas até agora.


Embora a questão de quando, como e onde os primeiros homens chegaram à América divida antropólogos e arqueólogos há anos, a hipótese dominante é que eles chegaram há cerca de 14.500 e vieram da Ásia.


Segundo esta teoria, os primeiros homo sapiens percorreram a pé cerca de 1.500 km por um percurso ligando a Sibéria e o Novo Mundo, hoje parcialmente afundado sob o Estreito de Bering.


Outros cientistas defendem, no entanto, que a colonização se deu pelo Pacífico, a partir do Alasca, a pé ou de barco.


Mas o estudo divulgado nesta quarta-feira pela revista científica britânica Nature afirma que "vários ossos e dentes" de mastodonte "mostram claramente que foram quebrados voluntariamente por seres humanos, demonstrando habilidade e experiência" para comê-los, explica Steve Holen, coautor do estudo, em um comunicado do Museu de História Natural.



Quem eram e como chegaram


Os pesquisadores aplicaram o método de datação de urânio-tório para analisar os vestígios arqueológicos encontrados no sítio Cerutti Mastodon, descoberto em 1992 durante a construção de uma via férrea.


Mas o fato de que não foram encontrados restos humanos no sítio arqueológico impossibilita determinar com certeza de que espécie de hominídeo se trata.


Quem seriam e como chegaram? De acordo com especialistas, não pode se tratar de homos sapiens - o homem moderno -, pois acredita-se que este deixou a África pela primeira vez há entre 80.000 e 100.000 anos.


Em vez disso, poderia se tratar de um de seus primos: o homo erectus, cujos primeiros restos descobertos datam de quase dois milhões de anos atrás; o neandertal, que conviveu com os humanos modernos na Europa antes de se extinguir há cerca de 40.000 anos; ou o enigmático denisovan, cujo DNA ainda sobrevive em aborígenes australianos.


Em uma análise de acompanhamento, os pesquisadores argumentaram que, apesar do aumento do nível do mar há cerca de 130.000 anos, devido a um período de aquecimento interglacial, o homem pode ter sido capaz de viajar grandes distâncias até a América.


Este achado pode estar relacionado com estudos recentes que revelaram uma ligação genética entre as populações atuais nativas da Amazônia e alguns povos asiáticos e australianos.


"As populações fundadoras dos americanos podem ter sido muito diversas", estima em um comentário sobre o estudo Erella Paira, da Universidade Hebraica de Jerusalém.


O representante mais antigo da raça humana conhecido até agora tem sete milhões anos, chama-se Toumai e foi descoberto em 2001 no Chade.


Estima-se que os primeiros membros do gênero Homo que deixaram a África o fizeram há mais de dois milhões de anos.




Fonte: Yahoo!

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Arquivos Insólitos 100

 O Globo, 07 de Abril de 1959

Vulto de "mulher de branco" assombra sala de teatro onde atriz morreu de ataque cardíaco







É impossível não ficar assustado com essa história. Uma aparição de branco foi detectada por caçadores de fantasmas em um teatro antigo que segundo as lendas no Estado americano do Maine, é assombrado pelo espírito de uma atriz que morreu no local.


A atriz é Eva Grey, que morreu nos bastidores do Teatro Biddeford City, em 1904. Desde então, as histórias se propagaram...

 
No início de janeiro, uma trupe de caçadores de fantasmas amadores foi em busca dos tais fantasmas.


O pior é que eles acharam algo sinistro...


As imagens capturadas por eles mostram uma figura de branco perambulando pelas dependências do teatro.


Veja bem essa figura de branco que aparece em todas as fotos. Segundo os caçadores, ela é Eva.


Segundo relatos, Eva morreu aos 33 anos após apresentar a mesma peça quatro vezes seguidas durante um Dia das Bruxas movimentado, com pessoas exigentes no público. A história fica ainda mais sinistra ao saber que a filha dela, de 3 anos, estava na plateia.


A peça era o sucesso absoluto "Goodbye Little Girl, Goodbye", bem famosa na época.
 

Segundo o grupo de caçadores, liderado por Caroline Mezoian, 51 anos, essa é a primeira vez que o grupo captura um visível fantasma de corpo inteiro.
 

Caroline Mezoian é uma das investigadoras do grupo EVP Paranormal of Maine, que se dedica a buscar evidências de criaturas paranormais. Mezoian filmou o fantasma usando uma câmera com infravermelho. 


"Eu não acreditei no começo", diz ela. "Mas quando você olha para essas imagens como você pode admitir que não tem nada?"


Caroline disse que quase caiu da cadeira ao ver as imagens. "Os céticos vão pensar o que quiserem, mas essa é a prova mais convincente que temos", diz.
 



Fonte: R7

Tumba medieval secreta em Londres revela o túmulo de cinco arcebispos “perdidos”





Durante trabalhos de renovação no antigo local de uma igreja medieval em Londres, na Inglaterra, operários descobriram a entrada para uma cripta escondida. Dentro, jaziam 30 caixões de chumbo, incluindo os restos de cinco antigos Arcebispos da Cantuária. Essa é uma descoberta arqueológica completamente inesperada, mostrando que mesmo os locais históricos mais famosos de Londres ainda têm segredos a contar.


A descoberta foi feita no Garden Museum do Palácio de Lambeth, antigo lar da Igreja de St. Mary-at-Lambeth. Essa igreja medieval foi construída no século XI e por anos esteve localizada ao lado da residência do Arcebispo da Cantuária (bispo sênior e principal líder da Igreja da Inglaterra e chefe simbólico da Igreja Anglicana). Ao longo dos séculos, muitos arcebispos pregaram na igreja, e, como essa última descoberta arqueológica revela, muitos deles também escolheram ser enterrados lá.


A histórica igreja, transformada em museu na década de 1960, está atualmente passando por uma extensa renovação de 18 meses de duração. Dadas a história do prédio e sua proximidade com o rio Tâmisa, os funcionários não tinham razão alguma para acreditar que houvesse algo embaixo da estrutura. Presumia-se que os níveis inferiores haviam sido preenchidos com poeira, como precaução contra enchentes.


Como parte da renovação, os trabalhadores tiveram que carregar lajes grandes e pesadas para expor o chão abaixo. Essas pedras, algumas pesando até 1,49 tonelada, foram deitadas em 1851. A remoção de uma dessas pedras revelou uma entrada escondida para um espaço desconhecido diretamente abaixo. 


Os trabalhadores apressadamente acoplaram uma lanterna e uma câmera a um bastão e colocaram-no dentro do vão. Para sua enorme surpresa, a filmagem mostrou uma tumba secreta com diversos caixões posicionados uns sobre os outros. Incrivelmente, um desses caixões tinha uma coroa de ouro sobre si — um mitre, significando os restos enterrados de um arcebispo.


Vários caixões tinham placas de identificação sobre eles, incluindo cinco que mantinham os restos de antigos Arcebispos da Cantuária. Vale destacar Richard Bancroft, Arcebispo da Cantuária de 1604 a 1610. Ele presidiu o comitê que escreveu a Bíblia do Rei Jaime, considerada a mais nobre e “majestosa” tradução inglesa da Bíblia. A cripta também contém os restos de John Moore, arcebispo de 1783 a 1805 (e sua esposa Catherine Moore), Frederick Cornwallis (no cargo entre 1768 e 1783), Matthew Hutton (1757-1758) e Thomas Tenison (1695-1715).


Os 30 caixões de chumbo não foram mexidos, então talvez nunca descobriremos a identidade das dúzias de pessoas que permanecem sem identificação. Ainda assim, a descoberta de cinco arcebispos “perdidos” — incluindo a pessoa que comissionou a Bíblia do Rei Jaime — em um local tão celebrado e bem estudado é marcante; descobrir uma tumba secreta não é algo que acontece todos os dias.


Os construtores fizeram um painel de vidro no chão acima da cripta para que visitantes possam dar uma conferida. O Garden Museum deve reabrir em maio.
 



Fonte: Gizmodo
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