sexta-feira, 21 de abril de 2017

Arquivos Insólitos 100

 O Globo, 07 de Abril de 1959

Vulto de "mulher de branco" assombra sala de teatro onde atriz morreu de ataque cardíaco







É impossível não ficar assustado com essa história. Uma aparição de branco foi detectada por caçadores de fantasmas em um teatro antigo que segundo as lendas no Estado americano do Maine, é assombrado pelo espírito de uma atriz que morreu no local.


A atriz é Eva Grey, que morreu nos bastidores do Teatro Biddeford City, em 1904. Desde então, as histórias se propagaram...

 
No início de janeiro, uma trupe de caçadores de fantasmas amadores foi em busca dos tais fantasmas.


O pior é que eles acharam algo sinistro...


As imagens capturadas por eles mostram uma figura de branco perambulando pelas dependências do teatro.


Veja bem essa figura de branco que aparece em todas as fotos. Segundo os caçadores, ela é Eva.


Segundo relatos, Eva morreu aos 33 anos após apresentar a mesma peça quatro vezes seguidas durante um Dia das Bruxas movimentado, com pessoas exigentes no público. A história fica ainda mais sinistra ao saber que a filha dela, de 3 anos, estava na plateia.


A peça era o sucesso absoluto "Goodbye Little Girl, Goodbye", bem famosa na época.
 

Segundo o grupo de caçadores, liderado por Caroline Mezoian, 51 anos, essa é a primeira vez que o grupo captura um visível fantasma de corpo inteiro.
 

Caroline Mezoian é uma das investigadoras do grupo EVP Paranormal of Maine, que se dedica a buscar evidências de criaturas paranormais. Mezoian filmou o fantasma usando uma câmera com infravermelho. 


"Eu não acreditei no começo", diz ela. "Mas quando você olha para essas imagens como você pode admitir que não tem nada?"


Caroline disse que quase caiu da cadeira ao ver as imagens. "Os céticos vão pensar o que quiserem, mas essa é a prova mais convincente que temos", diz.
 



Fonte: R7

Tumba medieval secreta em Londres revela o túmulo de cinco arcebispos “perdidos”





Durante trabalhos de renovação no antigo local de uma igreja medieval em Londres, na Inglaterra, operários descobriram a entrada para uma cripta escondida. Dentro, jaziam 30 caixões de chumbo, incluindo os restos de cinco antigos Arcebispos da Cantuária. Essa é uma descoberta arqueológica completamente inesperada, mostrando que mesmo os locais históricos mais famosos de Londres ainda têm segredos a contar.


A descoberta foi feita no Garden Museum do Palácio de Lambeth, antigo lar da Igreja de St. Mary-at-Lambeth. Essa igreja medieval foi construída no século XI e por anos esteve localizada ao lado da residência do Arcebispo da Cantuária (bispo sênior e principal líder da Igreja da Inglaterra e chefe simbólico da Igreja Anglicana). Ao longo dos séculos, muitos arcebispos pregaram na igreja, e, como essa última descoberta arqueológica revela, muitos deles também escolheram ser enterrados lá.


A histórica igreja, transformada em museu na década de 1960, está atualmente passando por uma extensa renovação de 18 meses de duração. Dadas a história do prédio e sua proximidade com o rio Tâmisa, os funcionários não tinham razão alguma para acreditar que houvesse algo embaixo da estrutura. Presumia-se que os níveis inferiores haviam sido preenchidos com poeira, como precaução contra enchentes.


Como parte da renovação, os trabalhadores tiveram que carregar lajes grandes e pesadas para expor o chão abaixo. Essas pedras, algumas pesando até 1,49 tonelada, foram deitadas em 1851. A remoção de uma dessas pedras revelou uma entrada escondida para um espaço desconhecido diretamente abaixo. 


Os trabalhadores apressadamente acoplaram uma lanterna e uma câmera a um bastão e colocaram-no dentro do vão. Para sua enorme surpresa, a filmagem mostrou uma tumba secreta com diversos caixões posicionados uns sobre os outros. Incrivelmente, um desses caixões tinha uma coroa de ouro sobre si — um mitre, significando os restos enterrados de um arcebispo.


Vários caixões tinham placas de identificação sobre eles, incluindo cinco que mantinham os restos de antigos Arcebispos da Cantuária. Vale destacar Richard Bancroft, Arcebispo da Cantuária de 1604 a 1610. Ele presidiu o comitê que escreveu a Bíblia do Rei Jaime, considerada a mais nobre e “majestosa” tradução inglesa da Bíblia. A cripta também contém os restos de John Moore, arcebispo de 1783 a 1805 (e sua esposa Catherine Moore), Frederick Cornwallis (no cargo entre 1768 e 1783), Matthew Hutton (1757-1758) e Thomas Tenison (1695-1715).


Os 30 caixões de chumbo não foram mexidos, então talvez nunca descobriremos a identidade das dúzias de pessoas que permanecem sem identificação. Ainda assim, a descoberta de cinco arcebispos “perdidos” — incluindo a pessoa que comissionou a Bíblia do Rei Jaime — em um local tão celebrado e bem estudado é marcante; descobrir uma tumba secreta não é algo que acontece todos os dias.


Os construtores fizeram um painel de vidro no chão acima da cripta para que visitantes possam dar uma conferida. O Garden Museum deve reabrir em maio.
 



Fonte: Gizmodo

Estudante de arqueologia descobre vilarejo de 14 mil anos em ilha no Canadá









Uma estudante de antropologia descobriu algo que pode mudar tudo o que acreditamos saber sobre as primeiras pessoas que chegaram na América do Norte.


Alisha Gauvreau e seu time estavam escavando na ilha de Triquet, localizada a cerca de 480 quilômetros da cidade de Victoria, na província canadense da Columbia Britânica, quando encontraram evidências de uma antiga vila, enterrada a 2,4 metros da superfície. 


O mais interessante é que de acordo com a datação por carbono, que determina a idade de certos artefatos arqueológicos, o pequeno vilarejo teria pelo menos 14 mil anos, sendo então mais velho do que a Roma antiga e três vezes mais antigo que as pirâmides do Egito!


E pensar que até agora achávamos que os primeiros habitantes teriam atravessado uma ponte terrestre entre a Sibéria e o Alasca, como explica a famosa Smithsonian Magazine, ou até que teriam chegado de barco a costa americana. Na verdade, as duas respostas eram bem aceitas pela comunidade científica até agora.


Mas voltando a descoberta de Gauvreau, ela contou em entrevista ao CTVNews que ficou assustada ao verificar a idade de lanças e anzóis encontrados no local. “Pensei: isso é realmente antigo!”, afirmou a jovem. Ainda segundo a estudante, seu “achado” confirma antigas histórias transmitidas por anciãos da nação Heiltsuk, que dizem que os antepassados da tribo sobreviveram à Idade do Gelo “vivendo em uma faixa de terra costeira que não congelou”.


Pensar que histórias como essas sobreviveram por tanto tempo e que só agora são apoiadas por uma evidência arqueológica é realmente surpreendente, declarou um membro da nação Heiltsuk entrevistado pela reportagem.


Os estudos de Gauvreau e sua equipe foram apresentados na reunião anual da Sociedade Americana de Arqueologia na semana passada. Os pesquisadores afirmam que irão continuar as escavações em Triquet e em outras ilhas da região em buscas de mais sinais de civilizações antigas.




Fonte: Yahoo!

Fotógrafa flagra suposto OVNI no Centro de Curitiba e intriga internautas



Um Objeto Voador Não Identificado foi flagrado por uma fotógrafa na tarde de terça-feira (18) no Centro de Curitiba. O vídeo intrigou internautas e em apenas um dia já foi visto por mais de 10 mil pessoas. O flagrante aconteceu na Rua Carlos de Carvalho.


"Vi o negócio e filmei, não tava rápido. Acelerou depois", disse Caroline Hecke, que fez a imagem que intriga muitas pessoas. "Não sei se era o caso, mas acreditar que não estamos sozinhos, isso eu acredito", comentou a fotógrafa.


O vídeo dura aproximadamente sete segundos, até que o objeto sai do foco da câmera. 
 
 
 
 

Bola de fogo persegue motoqueiro no Maranhão e policiais ainda avistaram o fenômeno



Por volta das 4h da madrugada de quarta-feira (19), um motoqueiro de nome Rivelino chegou aflito no destacamento da PM de Presidente Médici e com um semblante de medo e desespero. Ele disse que, numa estrada vicinal, estava sendo perseguido por uma bola de fogo. Os policiais foram até ao local e ainda olharam a bola flutuando e se afastando.


Rivelino contou que, a princípio, imaginou que eram assaltantes em uma moto, mas logo depois percebeu que era mesmo uma bola enorme de fogo na estrada vicinal que liga o povoado Nova Esperança à BR 316. Quando mais ele acelerava a moto, mas a bola ia se aproximando.


Após ouvirem o relato, o sargento Joan e o soldado Amilson foram até a estrada e olharam a bola a 1km de distância flutuando em meio aos pastos das fazendas e quanto mais eles tentaram se aproximar, mais a bola ia se distanciando e diminuindo de tamanho.



Arqueólogos restauram múmia de 1.100 anos que usava "par de tênis"
























Além do calçado, o corpo foi enterrado com uma bolsa, uma faca, um espelho, um pente, uma sela e pedaços de um cavalo inteiro.

Em 2016, arqueólogos descobriram um estranho objeto nos pés de uma múmia, encontrada no topo das Montanhas Altai, na Mongólia, a mais de 2.800 metros: o cadáver usava o que parecia ser um estranho par de tênis Adidas. Mas só parecia.


Na época, sem comentar o curioso achado, o Ministério da Arqueologia da Mongólia se limitou a dizer que "a múmia encontrada mostra que as pessoas daquela época tinham bastante habilidade com ferramentas".


Um ano depois, as respostas para o mistério começam a surgir. A restauração do objeto revelou que, na verdade, os calçados eram um par de botas de feltro de cano alto, listradas com um padrão preto e vermelho, com solas de couro e fivelas decorativas.


"Quando nosso achado se tornou público, as faixas foram confundidas com um tênis Adidas. Nesse sentido, ele é um objeto de estudo interessante para os etnógrafos, especialmente porque o estilo é muito moderno", explicou Galbadrakh Enkhbat, diretor do Centro do Patrimônio Cultural da Mongólia, ao jornal The Siberian Times.


Apesar de acharem que a múmia tinha mais de 1.500 anos, os arqueólogos descobriram que ela tinha, na verdade, aproximadamente 1.100 anos. Os estudos indicam que se trata do cadáver de uma mulher que morreu por causa de um golpe pesado na cabeça, a julgar pelo trauma no crânio.


Além do "tênis", a mulher foi enterrada com uma bolsa, uma faca, um espelho, um pente, uma sela e pedaços de um cavalo. A equipe ainda planeja realizar novos exames de DNA, mas não existem dúvidas de que se trata da múmia mais fashion já descoberta.
Fonte: Galileu

Réptil antigo recém-descoberto semelhante a um crocodilo pode lançar luz sobre a evolução dos dinossauros






Um “primo” dos dinossauros, bastante parecido com um crocodilo, pode ser o “elo perdido” na caça de novas informações sobre a teoria da evolução.


A nova espécie de réptil, conhecida como Teleocrater rhadinus, tinha cerca de 3 metros de comprimento, uma cauda e um pescoço longos. Ele tinha 4 pernas, parecidas com as de um crocodilo.
O animal andou pela Terra há cerca de 245 milhões de anos, durante o período Triássico, antecedendo os primeiros dinossauros verdadeiros em cerca de 10 milhões de anos.


Ele aparece no registro fóssil após um grande grupo de répteis, conhecidos como arcossauros, que acabaram se dividindo em várias ramificações e finalmente chegaram à forma inicial dos jacarés e crocodilos atuais.


Embora o teleocrater não seja um ancestral direto dos dinossauros, os pesquisadores dizem que ele anula algumas indicações de que as criaturas anteriores a eles eram muito semelhantes aos seus predecessores.


O Dr. Richard Butler, da Universidade de Birmingham, disse: “O teleocrater desafia fundamentalmente nossos modelos sobre a aparência dos parentes próximos dos dinossauros”.


“Os dinossauros foram animais incrivelmente bem-sucedidos. É natural querermos saber de onde eles vieram e como se tornaram tão dominantes”.


“O teleocrater é extremamente emocionante, pois aponta vários erros nas ideias mais conservadoras sobre as origens dos dinossauros”.


Os primeiros exemplares do teleocrater foram descobertos na Tanzânia em 1933. Eles foram estudados por Alan J.Charig, no Museu de História Natural, na década de 50.


Mas Charig morreu antes que pudesse completar seus estudos. Foi Butler quem finalmente reexaminou os espécimes de uma forma mais conclusiva.


Ele disse: “É surpreendente pensar que levou mais de 80 anos para a verdadeira importância científica desses fósseis ser compreendida e publicada”.


O coautor, Professor Paul Barrett, do Museu de História Natural, acrescentou: “Meu colega Alan Charig teria ficado feliz em ver que um dos “seus” animais finalmente se tornou um achado tão interessante, com uma posição tão privilegiada na árvore da vida”.


“Nossa descoberta mostra o valor da manutenção e da reavaliação de coleções históricas: muitas novas descobertas como esta podem ser feitas ao se enxergar as coleções dos museus com novos olhos”.





Fonte: Yahoo!

Descobertas pegadas de réptil antecessor dos dinossauros nos Pirineus





Pesquisadores de centros espanhóis descobriram nos Pirineus um grande número de pegadas de uma espécie desconhecida de réptil que viveu há 247 milhões de anos, antecessor dos crocodilos e dos dinossauros. 



Segundo os especialistas, que publicaram sua descoberta na revista "Plos One", as pegadas são de répteis arcossauromorfos, entre elas de uma nova espécie, Prorotodactylus mesaxonichnus, correspondente a um réptil que viveu nos Pirineus entre 247 e 248 milhões de anos, mas que não seria parente dos dinossauros. 


A descoberta aconteceu dentro das campanhas de campo realizadas desde o ano de 2012 por geólogos, biólogos e paleontólogos da Universidade Autônoma de Barcelona (UAB) e do Instituto Catalão de Paleontologia Miquel Crusafont (ICP), em colaboração com geólogos locais. 


Nestas campanhas foram encontradas perto do Porto do Cantou e de Soriguera (Lérida), mostras dos períodos Permiano e Triássico, com idades compreendidas entre 300 e 200 milhões de anos. 


A descoberta permitiu fazer novos estudos sobre a fauna de vertebrados que viveu durante o Triássico inferior e médio. 


Segundo o pesquisador da UAB Eudald Mujal, este período de tempo foi crucial para a recuperação dos ecossistemas depois da extinção do final do Permiano (há 252 milhões de anos), a mais mortífera da história da Terra, onde se estima que foram extintas cerca de 90% das espécies, superando amplamente a que causou a extinção dos dinossauros. 


Durante o Triássico, a Terra tinha uma configuração muito diferente da atual: todos os continentes estavam unidos em um só, chamado Pangea. 


Neste período geológico, os Pireneus, situados na região equatorial do planeta, eram formados por um conjunto de pequenas bacias onde se acumulavam sedimentos de origem fluvial que deram lugar a rochas de uma coloração tipicamente avermelhada, muito abundante em diversos lugares dos atuais Pirineus e da Europa. 


O estudo se baseia na análise de pegadas fósseis (icnitas) que vários grupos de répteis deixaram sobre estes sedimentos, bem como dos ecossistemas onde viveram. 


"As icnitas são fósseis muito efêmeros e de difícil conservação, mas graças à técnica fotogramétrica para obter modelos 3D e aos moldes de silicone pudemos identificar e preservar seu registro", detalhou Mujal. 


O estudo das pegadas demonstrou que os arcossauromorfos de tamanhos menores eram dominantes, mas, embora menos abundantes, também havia exemplares de mais de três metros de comprimento. 


Dentre as icnitas descobertas destaca-se a presença de uma forma não descrita até agora, que gerou o estabelecimento de uma nova espécie: a Prorotodactylus mesaxonichnus. 


As icnoespécies são como os pesquisadores classificam as pegadas fósseis (já que se desconhece que animal as produziu) e é equivalente a uma espécie biológica. 


Até agora, o icnogênero (gênero de pegada fóssil) Prorotodactylus só era conhecida na bacia centro-europeia (Polônia e Alemanha). 


Segundo o pesquisador do ICP Josep Fortuny, "as novas pegadas pirenaicas indicam que estes animais, de aproximadamente meio metro de comprimento, usavam as quatro patas para caminhar, e frequentemente deixavam marcas da fila". 


"De toda forma, algumas pegadas evidenciam uma possível locomoção bípede em momentos pontuais para ir mais rápido. Todas estas características indicam que os autores das pegadas poderiam ser euparkerios, um grupo de arcossauromorfos conhecidos por restos ósseos da mesma idade em Polônia, Rússia, China e África do Sul", detalhou Fortuny.




Fonte: Terra

Arqueólogos descobrem oito múmias no Egito


















Múmias são encontradas em tumba de 3,5 mil anos que pertencia a magistrado da 18ª dinastia. No local, havia ainda diversos sarcófagos de madeira coloridos e mais de mil estatuetas funerárias.


Arqueólogos egípcios descobriram oito múmias, diversos sarcófagos de madeira coloridos e mais de mil estatuetas funerárias numa tumba de 3,5 mil anos, localizada próxima a cidade Luxor, no sul do Egito.

"Foi uma surpresa o quanto foi encontrado lá dentro. Essa é uma importante descoberta", afirmou na terça-feira (18/04) o ministro de Antiguidades do Egito, Khaled al-Anani.

A tumba da 18ª dinastia foi descoberta na necrópole de Draa Abul Nagaa, localizada próximo ao Vale dos Reis, e aparentemente pertencia a Userhat, um magistrado que trabalha como juiz da cidade. Segundo o arqueólogo Mostafa Waziri, a tumba foi aberta cerca de 500 anos depois pela 21ª dinastia para receber mais múmias.

Inicialmente, autoridades haviam anunciado a descoberta de apenas seis múmias, mas depois mais duas foram encontradas. "Há dez sarcófagos e oito múmias", ressaltou Waziri. A maioria dos sarcófagos está bem conservada, mas alguns estão deteriorados e quebrados.

Arqueólogos esperam localizar mais múmias no local, pois há pelo menos uma sala que já foi descoberta, mas ainda não foi explorada pelos pesquisadores. Para abrir a tumba, os arqueólogos precisaram remover quase 450 metros de destroços.

A tumba consiste num pátio aberto que conduz a um salão retangular, um corredor e uma câmara interna. Escavações estão sendo realizadas numa segunda câmara.

A necrópole está localizada numa região onde faraós egípcios famosos, incluindo Tutancâmon, foram enterrados.

Anani disse que espera que a descoberta atraía mais turistas ao país. O turismo no Egito foi afetado pelos protestos que derrubaram o então presidente Hosni Mubarak em 2011 e diversos atentados terroristas que ocorreram no país nos últimos anos. 




Fonte: Terra
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