O Globo, 07 de Janeiro de 1950
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quinta-feira, 8 de junho de 2017
domingo, 30 de abril de 2017
Aranha mexicana surpreende especialistas por seu tamanho
O aracnídeo foi batizado Califorctenus Cacachilensis por ser originário do estado mexicano de Baja California Sur - AFP
Uma nova espécie de aranha, endêmica da península de Baja
California no noroeste do México, surpreendeu cientistas de três países
devido ao seu tamanho enorme e aspecto temível, embora eles assegurem
que sua picada não é letal para o homem.
O aracnídeo foi batizado Califorctenus Cacachilensis por ser
originário do estado mexicano de Baja California Sur e encontrado em
cavernas de Las Cacachillas, explicou María Luisa Jiménez, especialista
do Centro de Pesquisas Biológicas do Noroeste (CIBNOR).
“A primeira vez que a vi fiquei muito impressionada com seu tamanho”,
disse Jiménez à AFP em uma entrevista telefônica nesta terça-feira. “Em
todos os meus anos de experiência nunca encontrei uma aranha tão
grande, quase do tamanho de um prato normal de comida”.
Esta aranha de patas compridas (10 centímetros) e corpo pequeno tem cerca de 23 cm de diâmetro.
É similar à aranha errante brasileira, conhecida pelo seu veneno
potente, e parente de outras tarântulas do país. Assim como elas, tem um
corpo peludo e achatado.
Apesar do seu aspecto feroz, a espécie não é agressiva, “a menos que
você queira pegá-la”, assegurou Jiménez. E “seu veneno não é mortal para
o homem”, acrescentou.
A nova espécie tem hábitos noturnos e é corredora, de modo que é difícil encontrá-la, detalhou a pesquisadora.
Foi encontrada pela primeira vez em 2013, durante uma expedição
conjunta entre pesquisadores do Museu de História Natural de San Diego
(theNAT), no sudoeste dos Estados Unidos, e colegas mexicanos, segundo o
blog desta instituição.
Para determinar suas características e parentesco com outras
espécies, os cientistas americanos convocaram Jiménez e uma especialista
brasileira da Universidade de Campinas.
“Capturamos oito espécimes, os comparei em meu catálogo taxonômico e
chegamos à conclusão de que é um novo exemplar”, contou Jiménez.
Fonte: Isto É
sexta-feira, 31 de março de 2017
Buscas pelo extinto tigre-da-tasmânia são iniciadas após avistamentos
Relatos na Austrália dão conta de animal semelhante aos tilacinos.
Após relatos de avistamentos, na Austrália, de um animal semelhante ao
tigre-da-tasmânia, considerado extinto, cientistas montaram acampamento
para monitorar a possibilidade "plausível" de que o bicho ainda esteja
entre nós. Conhecido também como tilacino, o animal teria sido extinto
há mais de 80 anos, segundo registros.
Acredita-se que o último indivíduo da espécie morreu em 1936 em um
zoológico. Na Austrália, eles teriam desaparecido há mais de 2 mil anos.
Mas os relatos de avistamento recente vêm justamente do Norte do país,
no estado de Queensland, e dão conta de um bicho semelhante a um grande
cachorro — a possibilidade de serem lobos parece remota. No entanto, ao
longo dos anos, estes relatos foram recebidos com ceticismo.
Com o acúmulo de relatos, porém, cientistas da Universidade James
Cook resolveram ir a campo para verificar a possibilidade de que os
tilacinos ainda existam.
O professor Bill Laurence afirmou que fez
longas entrevistas com duas pessoas que viram os animais misteriosos na
Península de Cape York, fornecendo descrições coerentes e detalhadas. Um
era empregado do serviço florestal do país, e outro uma pessoa que
frequentemente acampava na região.
Segundo Laurence, os avistamentos foram todos à noite. "Em um caso,
quatro animais foram vistos com bastante proximidade — a cerca de 20 pés
[cerca de 6m]", conta o professor. Ele disse também que as pessoas que
viram os bichos estavam "bastante nervosas em descrever o ocorrido por
medo de serem tachadas como loucas".
Descrições dos olhos, tamanho, formato e comportamento foram
inconsistentes com as características de especíes existentes na região,
como lobos, cães selvagens e porcos selvagens.
Sandra Abell, também pesquisadora da Universidade James Cook, contou
que, desde que a pesquisa chegou ao conhecimento do grande público,
surgiram mais relatos de avistamentos de animais semelhantes ao
tigre-da-tasmânia. Ela está no processo, agora, de decidir a localização
de 50 câmeras perto da Península de Cape York. Os trabalhos devem
começar entre abril e maio.
Abell diz que, mesmo que a existência dos animais não seja
confirmada, o estudo será útil para entender as condições de outras
espécies ameaçadas na região. "É pequena a possibilidade de encontrarmos
os tilacinos, mas certamente conseguiremos muitos dados sobre
predadores na área e que ajudarão as nossas pesquisas em geral", diz.
Nas redes sociais, internautas que acreditam que o tigre-da-tasmânia
não está extinto lembram o redescobrimento recente de um papagaio
noturno no Oeste da Austrália, considerado extinto anteriormente.
O famoso cientista Richard Dawkins comemorou, em tuíte, a possibilidade
que os tilacinos ainda estejam entre nós. "Pode ser verdade? O
Tilacinos terem sido vistos vivos? E na Austrália e não Tasmânia? Eu
quero tanto que seja verdade", escreveu.
Fonte: O Globo
sexta-feira, 24 de março de 2017
Pesquisadores descobrem primeira espécie de rã que brilha no escuro
O estudo de coautoria brasileira identificou a característica que não ocorre em nenhuma das 7600 espécies de anfíbio.
Os herpetólogos argentinos Julian
Faivovich e Carlos Taboada, da Universidade de Buenos Aires, queriam
estudar um tipo de anfíbio muito específico, com a pele transparente e
os ossos azuis, quando fizeram uma descoberta que surpreendeu toda a
comunidade científica.
Ao procurar pelas rãs da espécie Hypsiboas punctatus, que ocorrem em toda a América do Sul, Taboada usou luzes ultravioleta para fazer uma melhor leitura no campo e percebeu que, além das características peculiares, o animal também brilhava no escuro — uma característica que não ocorre em nenhuma das 7600 espécies de anfíbio.
“É surpreendente por que, dentro das teorias evolutivas, esta característica teria ficado mais com animais que vivem em água, insetos e, possivelmente, em algumas aves, como mostrou um estudo não finalizado”, explica à GALILEU o químico Norberto Peporine Lopes, da USP, que assinou ao lado dos argentinos o artigo publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences.
Ao contrário do futebol, a parceria entre Argentina e Brasil na ciência não é novidade. A tarefa de Peporine foi descobrir o composto responsável pelo brilho. Isso porque, ao contrário dos vaga-lumes que são bioluminescentes, as rãs precisam primeiro absorver luz para depois emiti-la.
A questão é: por que estas rãs brilham no escuro? “A primeira hipótese que pensamos logo de cara é que poderia ser uma forma de comunicação”, explica Peporine. Seria uma terceira forma de manter contato com outros seres da espécie, além do canto e da química, através do cheiro.
“O que nós descobrimos é que quando essa substância devolve a luz, ela é emitida em um comprimento de onda que é exatamente no comprimento máximo de absorção do fotorreceptor do olho da rã”, diz Peporine. Ou seja, qualquer rã da mesma espécie vai enxergar o par mesmo estando longe, um dom que só conseguiríamos com a ajuda de luz ultravioleta.
Assim, os pesquisadores mostram que a terceira forma de comunicação da espécie é visual. Peporine usa o caso da reprodução como exemplo: “Quando a rã está num lugar escuro, se orienta pelo som e o cheiro, mas isso não dá a posição correta. Com a fluorescência, ela consegue enxergar exatamente onde está o par, melhorando a interação".
Provavelmente, trata-se de um pulo evolutivo, uma vantagem, já que com isso as rãs conseguem se reproduzir de forma mais efetiva e evitam os predadores, que não possuem a habilidade de enxergá-las.
Peporine comemora as possibilidades de pesquisa que se abrem com a descoberta. “Você pode ter vários usos para essa nova classe, ela precisa ser estudada”, diz. “Cinco minutos antes de você me ligar, eu estava falando com um colega da bioquímica que me perguntou se poderia usar essa substância para ligar em algumas proteína, para monitorar um processo biológico através do fenômeno da emissão da luz. Eu falei: ‘Calma, rapaz, deixa a ficha cair primeiro, precisamos entender.”
Ao procurar pelas rãs da espécie Hypsiboas punctatus, que ocorrem em toda a América do Sul, Taboada usou luzes ultravioleta para fazer uma melhor leitura no campo e percebeu que, além das características peculiares, o animal também brilhava no escuro — uma característica que não ocorre em nenhuma das 7600 espécies de anfíbio.
“É surpreendente por que, dentro das teorias evolutivas, esta característica teria ficado mais com animais que vivem em água, insetos e, possivelmente, em algumas aves, como mostrou um estudo não finalizado”, explica à GALILEU o químico Norberto Peporine Lopes, da USP, que assinou ao lado dos argentinos o artigo publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences.
Ao contrário do futebol, a parceria entre Argentina e Brasil na ciência não é novidade. A tarefa de Peporine foi descobrir o composto responsável pelo brilho. Isso porque, ao contrário dos vaga-lumes que são bioluminescentes, as rãs precisam primeiro absorver luz para depois emiti-la.
A questão é: por que estas rãs brilham no escuro? “A primeira hipótese que pensamos logo de cara é que poderia ser uma forma de comunicação”, explica Peporine. Seria uma terceira forma de manter contato com outros seres da espécie, além do canto e da química, através do cheiro.
“O que nós descobrimos é que quando essa substância devolve a luz, ela é emitida em um comprimento de onda que é exatamente no comprimento máximo de absorção do fotorreceptor do olho da rã”, diz Peporine. Ou seja, qualquer rã da mesma espécie vai enxergar o par mesmo estando longe, um dom que só conseguiríamos com a ajuda de luz ultravioleta.
Assim, os pesquisadores mostram que a terceira forma de comunicação da espécie é visual. Peporine usa o caso da reprodução como exemplo: “Quando a rã está num lugar escuro, se orienta pelo som e o cheiro, mas isso não dá a posição correta. Com a fluorescência, ela consegue enxergar exatamente onde está o par, melhorando a interação".
Provavelmente, trata-se de um pulo evolutivo, uma vantagem, já que com isso as rãs conseguem se reproduzir de forma mais efetiva e evitam os predadores, que não possuem a habilidade de enxergá-las.
Peporine comemora as possibilidades de pesquisa que se abrem com a descoberta. “Você pode ter vários usos para essa nova classe, ela precisa ser estudada”, diz. “Cinco minutos antes de você me ligar, eu estava falando com um colega da bioquímica que me perguntou se poderia usar essa substância para ligar em algumas proteína, para monitorar um processo biológico através do fenômeno da emissão da luz. Eu falei: ‘Calma, rapaz, deixa a ficha cair primeiro, precisamos entender.”
Fonte: Galileu
quinta-feira, 23 de março de 2017
Suposto Lobisomem é visto em Lebon Régis, SC
Fonte/Autor: Rádio Caçanjurê com informações Lebon Régis OnlineFoto: Lebon Régis Online
Foto foi tirada no início da madrugada de terça-feira.
Um suposto Lobisomem foi visto no início da madrugada de
terça-feira, 21, por volta de meia noite, próximo ao Bar do Cali, em
Lebon Régis, no Bairro Santa Terezinha.
Segundo informação de um morador
da rua, que fotografou o suposto lobisomem, contou que um barulho de
uivado, "atiçou" os cachorros da região.
"O latido dos cachorros, misturado com o uivado era ensurdecedor",
conta. Ele ainda diz que conseguiu fazer uma foto pela janela da sua
casa.
"Abri a cortina e visualizei o bicho, então peguei o celular e
tirei uma foto, que mesmo não ficando nítida da pra visualizar o suposto
lobisomem", diz.
"Se era ou não, eu não posso afirmar, mas que era estranho e
assustador, isso não tenho duvidas, ainda mais em época de Quaresma",
finaliza.
Fonte: Rádio Caçanjurê
domingo, 12 de março de 2017
Três novas espécies de tarântulas que comem pássaros foram descobertas
As aranhas do gênero Avicularia são conhecidas pelo tamanho, grande número de pelos e por comerem pequenos animais, como pássaros.
Três novas espécies de aranhas
pertencentes ao gênero Avicularia foram descobertas por pesquisadores
do Instituto Butantan. Esse tipo de tarântula é conhecido pelo tamanho e
quantidade de pelos que possuem, além de manterem uma dieta que pode
incluir até mesmo pequenos pássaros ou morcegos.
As três espécies novas foram chamadas de A. caei. Encontrada no Brasil, A. lynnae, habitante do Peru e Equador, e A. merianae, também do Peru. Esta última recebeu o nome em homenagem a uma naturalista nascida em 1647, Maria Sibylla Merian, que desenhou uma Avicularia alimentando-se de um pássaro, que deu origem a seu apelido "comedora de pássaros". Na época, porém, as pessoas não acreditaram nela e a consideraram louca.
Em pesquisa publicada no periódico ZooKeys, os estudiosos organizaram o gênero por inteiro, reduzindo as mais de 50 espécies contidas nele para 12, incluindo as três inéditas. Desde que essas aranhas foram descobertas e consideradas um novo gênero, em 1818, os cientistas não conseguiam realmente definir o que diferenciava uma tarântula comum de uma Avicularia.
O trabalho do grupo de pesquisadores, portanto, era organizar as questões envolvidas na taxonomia dos aracnídeos. Para fazer isso, eles procuraram por espécimes antigas em museus ao redor do mundo, verificando as descrições encontradas em latim, francês, português, holandês e alemão. Dessa forma, os cientistas foram capazes de compará-las àquelas feitas no período atual.
De forma geral, as tarântulas consideradas Avicularia eram apenas conhecidas pelo seu grande tamanho (que varia entre 12 a 15 centímetros), seus pelos em abundância e por viverem em árvores.
O trabalho dos pesquisadores acabou gerando novos tipos de gênero com a finalidade de tornar o diagnóstico das espécies mais exato. Algumas aranhas encontradas no Brasil foram batizadas de Ybyrapora, outras, do Caribe, foram chamadas de Caribena e uma espécie diferente, originária da República Dominicana, recebeu o nome de Antillena.
As três espécies novas foram chamadas de A. caei. Encontrada no Brasil, A. lynnae, habitante do Peru e Equador, e A. merianae, também do Peru. Esta última recebeu o nome em homenagem a uma naturalista nascida em 1647, Maria Sibylla Merian, que desenhou uma Avicularia alimentando-se de um pássaro, que deu origem a seu apelido "comedora de pássaros". Na época, porém, as pessoas não acreditaram nela e a consideraram louca.
Em pesquisa publicada no periódico ZooKeys, os estudiosos organizaram o gênero por inteiro, reduzindo as mais de 50 espécies contidas nele para 12, incluindo as três inéditas. Desde que essas aranhas foram descobertas e consideradas um novo gênero, em 1818, os cientistas não conseguiam realmente definir o que diferenciava uma tarântula comum de uma Avicularia.
O trabalho do grupo de pesquisadores, portanto, era organizar as questões envolvidas na taxonomia dos aracnídeos. Para fazer isso, eles procuraram por espécimes antigas em museus ao redor do mundo, verificando as descrições encontradas em latim, francês, português, holandês e alemão. Dessa forma, os cientistas foram capazes de compará-las àquelas feitas no período atual.
De forma geral, as tarântulas consideradas Avicularia eram apenas conhecidas pelo seu grande tamanho (que varia entre 12 a 15 centímetros), seus pelos em abundância e por viverem em árvores.
O trabalho dos pesquisadores acabou gerando novos tipos de gênero com a finalidade de tornar o diagnóstico das espécies mais exato. Algumas aranhas encontradas no Brasil foram batizadas de Ybyrapora, outras, do Caribe, foram chamadas de Caribena e uma espécie diferente, originária da República Dominicana, recebeu o nome de Antillena.
Fonte: Galileu
sábado, 11 de março de 2017
sábado, 25 de fevereiro de 2017
Criatura peluda misteriosa aparece em praia nas Filipinas e intriga moradores
Uma criatura marinha "peluda" de seis metros de comprimento foi
levada pela maré para uma praia da Ilha de Dinagat, nas Filipinas.
O visitante misterioso tem intrigado os moradores. Algumas pessoas
acreditam se tratar de uma nova espécie, mas os especialistas não estão
convencidos.
Lucy Babey, gerente de ciência e conservação da
Orca - uma organização de conservação de baleias e golfinhos baseada no
Reino Unido - afirma que é a carcaça de um animal morto, provavelmente
uma baleia.
"Definitivamente é uma criatura marinha em avançado estágio de decomposição", disse Babey ao programa BBC Newsbeat.
"Definitivamente é uma criatura marinha em avançado estágio de decomposição", disse Babey ao programa BBC Newsbeat.
"A carcaça mede cerca de seis metros de comprimento, mas isso
obviamente não é toda a carcaça - não há cauda, por isso o animal seria
maior. Isso sugere que era provavelmente uma baleia", acrescenta.
'Poderia ser um peixe-boi'
Segundo ela, há numerosas espécies de baleias nas Filipinas, como a
baleia azul, a jubarte e a minke. Mas lá existem também manatins, mais
conhecidos como peixes-bois. Esta seria outra explicação possível para a
carcaça encontrada no mar.
"Infelizmente, este animal
encontra-se em estágio avançado de decomposição para a gente ser capaz
de fazer uma identificação confiável", explica Babey.
Baleias e
peixes-bois não são peludos, mas Babey explica que os "pelos" que se
pode ver na imagem são provavelmente fibras musculares, decorrentes do
processo de decomposição.
"Outras criaturas poderiam ter acelerado o processo de decomposição, mas parece uma carcaça em decomposição normal", diz.
Segundo ela, apenas 10% das baleias e golfinhos que morrem em alto-mar acabam na costa.
"Eles podem ir para a costa por várias razões. Mas, neste caso, como é
um animal que morreu há um tempo, ele poderia ter sido levado pelas
ondas de uma tempestade."
Recentemente, um terremoto atingiu a
região. "Isso poderia ter feito pressão no fundo do mar, o que poderia
ter trazido o animal para mais perto da superfície e da costa", avalia
Babey.
"(O terremoto) também poderia ter virado a carcaça,
poderia ter causado diferenças nas marés e na força das ondas que a
teriam levado para a costa."
A especialista alerta ainda para o risco de contaminação ao se aproximar de uma carcaça como a que foi vista nas Filipinas.
"Qualquer animal em decomposição será portador de doenças, então agora eles terão que descartá-lo com segurança."
"No Reino Unido, nós os colocamos em um aterro, mas eles também poderiam empurrar a carcaça para mais longe no mar", explica.
Fonte: UOL
Criatura bizarra encontrada em praia é identificada na Nova Zelândia
Essa espécie de enguia chega até a 2,5 metros e vive em fundos arenosos ou enlameados a 300 metros de profundidade.
Uma criatura estranha encontrada em uma praia do parque Kulim, na Nova
Zelândia, foi identificada como sendo uma espécie de enguia Ophisurus serpens, segundo o especialista Russ Hawkins.
Murry Milgrew pisou na estranha criatura quando estava com seu amigo
Sandy Fenton no parque. Inicialmente, ele pensou que fosse o pescoço de
um cisne morto.
Ele pegou o animal e o levou de volta à praia para examinar.
De acordo com o especialista, essa espécie de enguia chega até a 2,5
metros e vive em fundos arenosos ou enlameados a 300 metros de
profundidade. Ela usa sua cauda óssea para cavar um buraco no fundo e
ficar de emboscada à espera de presas.
"Parecia uma criatura pré-histórica", disse Sandy.
Fonte: G1
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Mulher diz ter sido atacada por 'lobisomem' em cidade no interior do MS
A Polícia Militar de Iguatemi, no Mato Grosso do Sul, foi chamada na madrugada de terça-feira (21) para atender a uma ocorrência, no mínimo, estranha: uma mulher afirmava ter sido atacada por um lobisomem.
O relato foi feito pela professora Regina de Abreu, de 55 anos, que
contou que ia visitar a filha na casa dela quando, ao passar por um
local com mato alto no bairro Waloszek Konrad, viu um animal de grande
porte e muito peludo avançar contra seu carro. O marido de Regina, que
estava ao lado dela, disse que não viu nada.
Ao parar o carro, o casal foi abordado por uma moradora que disse ter
visto um animal estranho, parecido com um lobisomem, tentando atacar o
carro de Regina. Em seguida, ele teria fugido pela mata.
O caso não é novidade entre os moradores da região: cerca de 30
residentes do bairro já afirmaram, em outras ocasiões, terem visto o
animal. Eles se reuniram e foram em busca dele, armados com pedaços de
pau e foices. O grupo chamou a PM, que também fez buscas pela região e
registrou boletim de ocorrência. Os moradores disseram que irão fazer
novas buscas hoje.
A cidade de Iguatemi fica a cerca de de 451 quilômetros de Campo Grande e tem cerca de 15 mil habitantes.
Fonte: Rede TV
Cientistas descobrem novas espécies de rãs minúsculas na Índia
Quatro novas espécies de rãs noturnas minúsculas, tão pequenas que cabem
em uma unha, foram descobertas em uma zona de montanha do sul da Índia,
segundo um relatório publicado na terça-feira.
Os cientistas passaram cinco dias estudando a rica fauna da cordilheira dos Gates Ocidentais (sudoeste da Índia), indica o estudo, publicado na revista científica PeerJ.
"As espécies diminutas são localmente abundantes e estão bastante estendidas, mas provavelmente passam despercebidas devido ao seu tamanho extremamente reduzido, seu habitat discreto e seus sons, similares aos dos insetos", declarou a pesquisadora Sonali Garg, citada no artigo.
Estas rãs minúsculas medem até 15,4 milímetros de comprimento e vivem na vegetação florestal úmida.
A equipe também relatou a descoberta de outras três espécies de rãs noturnas (Nyctibatrachus).
As
sete novas espécies descobertas - A. Rã noturna de Radcliffe, B. Rã noturna de Athirappilly, C. Rã noturna de Kadalar, D. Rã noturna de
Sabarimala, E. Rã noturna de Vijayan, F. Rã noturna de Manalar, G. Rã noturna de Robin Moore
As rãs noturnas indianas se separaram evolutivamente das outras rãs há 70 ou 80 milhões de anos, formando um grupo particularmente antigo.
Na última década, foram registradas mais de 100 novas espécies de rãs na região, mas os cientistas alertam contra os riscos ecológicos que ameaçam sua sobrevivência.
"Um terço das rãs dos Gates Ocidentais já estão em risco de extinção", afirmou S.D. Biju, diretor da pesquisa.
Um relatório do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) de 2016 advertiu que em 2020 a população de peixes, aves, anfíbios, mamíferos e répteis poderá ser dois terços menor do que era 50 anos antes.
Fonte: UOL
Homem encontra carcaça de criatura misteriosa em praia na Inglaterra
O britânico Chris Crane, de 61 anos, encontrou uma carcaça misteriosa em
uma praia na Cornualha, na Inglaterra, e pediu ajuda nas redes sociais
para identificar o animal.
A criatura de 2,4 metros, que lembra uma cobra, foi avistada pelo homem enquanto ele caminhava com a esposa, Amanda, pelo local.
"De início pensei que fosse um golfinho ou uma foca, mas, quando
olhei de perto, percebi que era algo maior e num formato estranho",
disse ele, segundo o Metro.co.uk.
Disposto a descobrir a origem da estranha carcaça, o homem recorreu
ao Twitter para pedir ajuda a internautas: "Alguém sabe o que é essa
criatura que apareceu na praia? Está ali faz alguns dias e está
começando a feder".
Até o momento não há informações sobre o que é a criatura. No
entanto, alguns apontaram que poderia tratar-se dos restos de uma
criatura mitológica: o lendário Morgawr, uma espécie de serpente marinha
gigante.
Fonte: Rede TV
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Moradores alegam ter visto pumas circulando em condados de Londres
Moradores de condados domésticos de Londres, na Inglaterra, alegaram ter visto um “enorme” felino de cor de areia e cauda longa andando pelas regiões.
Ainda, em Hertfordshire, as testemunhas também disseram ter visto um puma de cor preta rondando a cidade. Em um dos casos, a polícia foi chamada para conter a ameaça que supostamente andava pelo campus universitário de St. Albany College, de acordo com informações do jornal Daily Mail.
A faculdade em questão possui cerca de 5.000 alunos, e como oferece cursos de graduação em veterinário e de agricultura, o local possui uma pequena fazenda com animais para estudo, como ovelhas, bezerros, porcos, cabras e alpacas, o que, provavelmente teria atraído o felino. “Estamos cientes de que um funcionário pensou ter visto um grande gato no campus de St. Albans”, disse Sean Scully, diretor do local. “No entanto, todos os animais presentes no campus foram contados e o número estava correto”.
Desde que um primeiro relato foi feito, uma série de moradores entraram em contato com as autoridades afirmando que tinham visto pumas à espreita. “Vi um enorme, com uma grande cauda”, disse um dos residentes locais. “Voltei para meu carro e saí tão depressa quanto pude”. “Se eu fosse um grande felino, os animais domésticos estariam no topo da minha lista”, disse uma das testemunhas, Thomas Ellis, de 32 anos, acrescentando que essa seria “uma refeição fácil”.
A polícia confirmou que oficiais foram chamados para atender a ocorrência no campus da faculdade, e que no momento está checando imagens de segurança para confirmar a presença do animal.
Ainda, em Hertfordshire, as testemunhas também disseram ter visto um puma de cor preta rondando a cidade. Em um dos casos, a polícia foi chamada para conter a ameaça que supostamente andava pelo campus universitário de St. Albany College, de acordo com informações do jornal Daily Mail.
A faculdade em questão possui cerca de 5.000 alunos, e como oferece cursos de graduação em veterinário e de agricultura, o local possui uma pequena fazenda com animais para estudo, como ovelhas, bezerros, porcos, cabras e alpacas, o que, provavelmente teria atraído o felino. “Estamos cientes de que um funcionário pensou ter visto um grande gato no campus de St. Albans”, disse Sean Scully, diretor do local. “No entanto, todos os animais presentes no campus foram contados e o número estava correto”.
Desde que um primeiro relato foi feito, uma série de moradores entraram em contato com as autoridades afirmando que tinham visto pumas à espreita. “Vi um enorme, com uma grande cauda”, disse um dos residentes locais. “Voltei para meu carro e saí tão depressa quanto pude”. “Se eu fosse um grande felino, os animais domésticos estariam no topo da minha lista”, disse uma das testemunhas, Thomas Ellis, de 32 anos, acrescentando que essa seria “uma refeição fácil”.
A polícia confirmou que oficiais foram chamados para atender a ocorrência no campus da faculdade, e que no momento está checando imagens de segurança para confirmar a presença do animal.
Fonte: Jornal Ciência
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Espécie rara de serpente é descoberta em Estação Ecológica no Acre
Espécie de serpente rara foi achada pela primeira vez na Estação
Ecológica Rio Acre, em Assis Brasil (Foto: Marco Freitas/Arquivo
Pessoal)
Animal vive entre folhas secas que caem no chão da floresta, diz pesquisador. Serpente foi achada em fevereiro de 2016 e ICMBio divulgou na sexta (13).
Uma rara serpente de cor preta, cabeça branca e com cerca de 40 a 50
centímetros foi descoberta na Estação Ecológica Rio Acre, a 70
quilômetros de Assis Brasil,
interior do estado. O animal foi achado por pesquisadores do Instituto
Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Apesar da
descoberta ter ocorrido em fevereiro de 2016, ela foi divulgada apenas
na sexta-feira (13).
Essa foi a primeira vez que a espécie, de nome científico Ninia hudsoni, foi encontrada em solo acreano e a sétima vez no país, segundo o ICMBio. De acordo com o analista ambiental Marco Antônio Freitas, um dos pesquisadores da equipe, a serpente é um animal noturno e terrestre que vive entre as folhas secas que caem no chão da floresta.
"É uma serpente rara por natureza, pouco conhecida pela ciência e não é ameaçada de extinção. Inteiramente negra no dorso, com a cabeça e barriga branca. As escamas são acarenadas, que dá o aspecto áspero ao toque. É completamente inofensiva, não morde, não tem peçonha e se alimenta de pequenos animais que vivem no folhedo da floresta", detalhou o pesquisador e especialista em répteis e anfíbios.
A pesquisa teve início em abril de 2015 e, segundo o pesquisador, inicialmente foram 22 dias de campo e em fevereiro de 2016 foram mais 15 dias no local. Em seguida, vieram as análises em laboratório. A descoberta foi transformada em um artigo científico que foi publicado no final do ano passado.
"Ela foi coletada e fixada com a devida licença do próprio órgão. Está tombada na coleção científica da Universidade Federal Rural de Pernambuco, onde sou estudante e doutorado. A gente tem que ter um animal tombado do registro, quando ele é raro ou quando precisa fazer um inventário, como foi o caso", explicou Freitas.
Estação Ecológica Rio Acre
A unidade de conservação Estação Ecológica Rio Acre fica, de acordo com o pesquisador, a 35 quilômetros de uma aldeia indígena. Em linha reta, o local fica a cerca de 70 quilômetros da cidade de Assis Brasil, distante 342 quilômetros da capital acreana, Rio Branco.
Dependendo da situação do rio, se estiver cheio ou seco, a viagem até a Estação Ecológica, que tem 77 mil hectares, pode levar até uma semana. Ao menos 110 espécieis de anfíbios e répteis foram achadas na unidade de conservação, além de mais de 400 espécieis de aves e 28 espécieis de roedores e marsupiais.
"A Estação Ecológica Rio Acre é uma das regiões mais isoladas do planeta. É uma região muito pouco conhecida, faz fronteira direta com o Peru e é uma região importante, porque está sendo utilizada como refúgio dos índios isolados da Amazônia. Então, toda e qualquer pesquisa é de extrema importância para o conhecimento da biota local, seja de fauna ou flora", finalizou Freitas.
Essa foi a primeira vez que a espécie, de nome científico Ninia hudsoni, foi encontrada em solo acreano e a sétima vez no país, segundo o ICMBio. De acordo com o analista ambiental Marco Antônio Freitas, um dos pesquisadores da equipe, a serpente é um animal noturno e terrestre que vive entre as folhas secas que caem no chão da floresta.
"É uma serpente rara por natureza, pouco conhecida pela ciência e não é ameaçada de extinção. Inteiramente negra no dorso, com a cabeça e barriga branca. As escamas são acarenadas, que dá o aspecto áspero ao toque. É completamente inofensiva, não morde, não tem peçonha e se alimenta de pequenos animais que vivem no folhedo da floresta", detalhou o pesquisador e especialista em répteis e anfíbios.
A pesquisa teve início em abril de 2015 e, segundo o pesquisador, inicialmente foram 22 dias de campo e em fevereiro de 2016 foram mais 15 dias no local. Em seguida, vieram as análises em laboratório. A descoberta foi transformada em um artigo científico que foi publicado no final do ano passado.
"Ela foi coletada e fixada com a devida licença do próprio órgão. Está tombada na coleção científica da Universidade Federal Rural de Pernambuco, onde sou estudante e doutorado. A gente tem que ter um animal tombado do registro, quando ele é raro ou quando precisa fazer um inventário, como foi o caso", explicou Freitas.
Estação Ecológica Rio Acre
A unidade de conservação Estação Ecológica Rio Acre fica, de acordo com o pesquisador, a 35 quilômetros de uma aldeia indígena. Em linha reta, o local fica a cerca de 70 quilômetros da cidade de Assis Brasil, distante 342 quilômetros da capital acreana, Rio Branco.
Dependendo da situação do rio, se estiver cheio ou seco, a viagem até a Estação Ecológica, que tem 77 mil hectares, pode levar até uma semana. Ao menos 110 espécieis de anfíbios e répteis foram achadas na unidade de conservação, além de mais de 400 espécieis de aves e 28 espécieis de roedores e marsupiais.
"A Estação Ecológica Rio Acre é uma das regiões mais isoladas do planeta. É uma região muito pouco conhecida, faz fronteira direta com o Peru e é uma região importante, porque está sendo utilizada como refúgio dos índios isolados da Amazônia. Então, toda e qualquer pesquisa é de extrema importância para o conhecimento da biota local, seja de fauna ou flora", finalizou Freitas.
Fonte: G1
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Aranha é batizada em homenagem a personagem de 'Harry Potter'
Cientistas
indianos descobriram uma nova espécie de aranha que se parece com o
Chapéu Seletor da série Harry Potter, e deram a ela o nome de seu dono,
Godric Gryffindor, informaram na quinta-feira 15.
Os
cientistas, fãs ardorosos do pequeno bruxo, se depararam com a aranha
de sete milímetros em outubro do ano passado na exuberante cordilheira
dos Gates Ocidentais, no sudoeste da Índia.
"Meus
colegas e eu somos geeks e todos nós pensamos 'Ei, essa aranha curiosa
se parece exatamente com o Chapéu Seletor'. Era estranhamente similar",
declarou o cientista Javed Ahmed à AFP.
"Então
fizemos um pacto de que, se fosse uma nova espécie, iríamos nomeá-la em
homenagem ao Chapéu Seletor", acrescentou, referindo-se ao chapéu
mágico que distribui os alunos nas diferentes casas da Escola de Magia e
Feitiçaria de Hogwarts na famosa saga.
Em
junho, Ahmed, que vive em Mumbai, e seus colegas cientistas estavam
100% certos de que ela era uma espécie nova, então foram em frente e
nomearam esta aranha pontiaguda e de hábitos noturnos de Eriovixia
Gryffindori.
Uma
análise feita por especialistas confirmou que a aranha, que imita a
forma de folhas para evitar predadores, era, de fato, uma espécie recém
encontrada.
A
descoberta foi publicada no Indian Journal of Arachnology de dezembro e
provocou uma onda de empolgação nas mídias sociais, levando inclusive a
autora de Harry Potter, J. K. Rowling, a expressar sua alegria pelo
Twitter.
"Estou realmente honrada! Parabéns por descobrir outro #AnimalFantástico!", tuitou Rowling para Ahmed.
"Quantos
geeks têm a oportunidade de descrever uma espécie, e muito menos
nomeá-la, em homenagem a um ícone da cultura pop e, em seguida, ver a
criadora deste ícone tuitando para você e dizendo que estava feliz e
honrada? Fiquei tão empolgado!", disse Javed.
A
descoberta foi feita após o lançamento recente do filme "Animais
Fantásticos e Onde Habitam", um spin-off de Harry Potter baseado em um
livro que Rowling escreveu em 2001.
A
aranha de Gryffindor não é a primeira espécie a ser nomeada em
homenagem a um ícone popular, de ficção ou real. Em 2009, uma aranha
amarela descoberta na Malásia foi nomeada em homenagem ao astro do rock
David Bowie.
Três
anos mais tarde, cientistas australianos nomearam uma mosca de
"Beyonce", e no mesmo ano cientistas nomearam uma tarântula que
encontraram em Folsom, na Califórnia, em homenagem a Johnny Cash, a
lenda da música americana que cantou "Folsom Prison Blues".
Fonte: Yahoo!
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
Cobra arco-íris e lagartixa com chifres: rio Mekong abriga 163 novas espécies
Uma cobra com as cores do arco-íris em sua cabeça e uma
lagartixa com chifres estão entre as espécies mais chamativas de uma
lista de 163 animais e plantas desconhecidos que foram descobertos pelos
cientistas no ano passado no rio Mekong, informaram os pesquisadores
na segunda-feira.
O rio Mekong, que desce pelas colinas do
Tibete, passando pelas montanhas e florestas do sudeste asiático, abriga
uma das regiões mais diversas do planeta.
Todos os anos, os
cientistas anunciam que encontraram novas espécies em sua bacia, muitas
vezes depois de longos processos de identificação, que deixam em
evidência o quanto ainda precisa ser descoberto nesta região.
No entanto, muitos especialistas expressam seus temores de que existam espécies que desapareçam sem ser descobertas devido ao rápido desenvolvimento desta zona, onde a lei é aplicada com debilidade e o tráfico de espécies constitui um fenômeno descontrolado.
"A grande região do Mekong é um ímã para os cientistas especializados na conservação devido à incrível diversidade de espécies que continuam sendo descobertas aqui", disse Jimmy Borah, pertencente à equipe da ONG WWF deslocado à zona.
"Há uma corrida contra o tempo para garantir que estas espécies recém-descobertas sejam protegidas", explicou.
Esta região inclui o sudoeste da China, Vietnã, Camboja, Laos, Tailândia e Mianmar. Entre os problemas há a construção de estradas e atividades ilegais como o tráfico ilegal de espécies.
"Muitos colecionadores estão dispostos a pagar milhares de dólares pelas espécies mais raras, únicas e em uma maior situação de perigo", indicou Borah.
No total, os cientistas descreveram 163 novas espécies em 2015, incluindo nove anfíbios, três mamíferos, 11 peixes, 14 répteis e 126 plantas.
Entre os animais mais chamativos, há uma serpente que na cabeça tem escamas coloridas que se assemelham a um arco-íris.
No Camboja e no Vietnã foi descoberta uma nova espécie de sapo tão pequeno que cabe na ponta do dedo.
Entre 1997 e 2015 foram descritas 2.409 novas espécies na região, o que equivale a uma descoberta a cada duas semanas.
Fonte: BOL
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Descoberta espécie de aranha que se disfarça como folha
Parece que as aranhas também usam a engenhosa técnica de camuflagem
em que o animal se parece com uma folha. Uma espécie só foi descoberta
porque caiu diante do aracnologista Matjaž Kuntner, do Smithsonian, cujo
trabalho é procurar e examinar aranhas.
A incomum espécie foi encontrada na floresta da região de Yunnan, na China.
Vários outros insetos, como gafanhotos, são conhecidos por se
disfarçarem como plantas para confundir outros animais, mas esta é a
primeira vez que isto é observado em um aracnídeo. Além deste espécime,
há apenas “alguns gêneros de aranhas que se assemelham a flores, galhos
mortos, detritos vegetais, brotos, cascas ou excrementos de pássaros”,
escrevem os autores.
Descrevendo a descoberta no Journal of Arachnology, Kuntner e seus
colegas revelam que a fêmea da espécie é tanto verde quanto marrom, de
forma que seu abdômen se assemelha com uma folha morta e sua dorsal com
uma viva folha verde. Ao invés de em teias, o estranho aracnídeo vive
entre folhas para manter seu disfarce.
Em duas semanas de busca, a equipe só encontrou outro indivíduo da
mesma espécie, e mais tarde encontrou outro exemplar em um museu
vietnamita. Isso significa que o animal é extremamente raro ou que seu
disfarce é tão eficaz que nem mesmo profissionais do ramo conseguem
encontrá-la com facilidade.
Fonte: Mistérios do Mundo
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