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domingo, 10 de janeiro de 2016

JFK teria sido morto pela CIA por querer revelar informações sobre ovnis


 
O ano de 2016 promete no que diz respeito às teorias da conspiração. A mais nova delas tem no centro uma figura carimbada, o presidente John F. Kennedy, que teria sido assassinado pela CIA por causa de um pedido para liberar arquivos secretos sobre OVNIs.


Até hoje, muita gente não acredita na versão oficial do governo dos EUA de que o assassinato do presidente foi obra de um homem só. Kennedy foi morto a tiros no dia 22 de novembro de 1963, em Dallas, no Texas, quando realizava um desfile de carro, a céu aberto, pelas ruas da cidade.


Desde então, os motivos do seu assassinato têm alimentado inúmeras teorias, mas esta de agora parece ser uma das mais sensacionais. 
 
 
O especialista em ufologia Scott C .Waring afirma que o presidente foi assassinado somente 10 dias depois de ter enviado uma carta ao chefe da CIA, pedindo que fosse revelado ao público tudo o que a agência secreta norte-americana conhecia sobre OVNIs.


De acordo com Waring, Kennedy também teria enviado uma carta à NASA, solicitando a cooperação com os soviéticos sobre a questão dos OVNIs. Na visão do especialista em ufologia, JFK estava preocupado que os soviéticos poderiam confundir os OVNIs sobre a Rússia com aviões norte-americanos de espionagem e isso poderia desencadear uma guerra.


Leia abaixo o conteúdo do documento publicado por Waring, que ele alega ter sido a carta que Kennedy enviou à CIA:


"Seria muito útil se você conseguisse uma avaliação dos casos das altas ameaças, com a finalidade de identificação de boa-fé, como uma contraposição às fontes classificadas da CIA e da USAF.


É importante que façamos uma distinção clara entre os conhecidos e os desconhecidos, no caso de os soviéticos confundirem a nossa cooperação como uma cobertura para a coleta de informações de seus programas espaciais e de defesa.


Eu gostaria que você organizasse um programa de compartilhamento de dados com a NASA em que as incógnitas são um fator."
 
 
 
 
Fonte: History

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Água em Marte e filme com Matt Damon: coincidência ou conspiração?


 
 
É possível que a agência espacial americana tivesse segurado a informação astronômica mais importante do ano para ajudar no marketing do longa Perdido em Marte? Spoiler: Sim, mas calma.


Em uma cena do filme Perdido em Marte, o ator Jeff Daniel, que interpreta o diretor da Nasa, diz: “Quando alguma missão falha, as pessoas esquecem do por que voamos para o espaço”. A fala não é um conselho de mãe com roupagem astronômica.


De fato, como escreveu o psicólogo americano Roy F. Baumeister, da Universidade da Flórida, em um artigo para o The Review of General Psychology, acontecimentos ruins têm um impacto maior do que os bons no nosso cérebro.


Por isso, não será surpresa se você sair da sessão do novo filme de Ridley Scott com três grandes dúvidas: 1) “Peraí, o Matt Damon desnutrido empurrou a tampa de um foguete de 400 kg com as costas?”; 2) “Os astronautas fazem reparações do lado de fora das espaçonaves, em órbita, sem nem uma cordinha para segurar? Eles não assistiram ao filme Gravidade?”; e 3) “Será que o longa é uma grande propaganda da Nasa?” Provavelmente, a resposta para a última questão é não, mas nem por isso deixa de fazer sentido.



Qualquer pessoa mais atenta deve ter achado estranho o fato de a agência espacial americana ter divulgado a existência de água em Marte exatamente na mesma semana do lançamento do filme.



Seria possível que a Nasa tivesse segurado a informação para as pessoas ficarem animadas com a possibilidade de uma viagem tripulada ao planeta vermelho e, assim, conseguir apoio público para seus programas espaciais, esquecendo possíveis futuras falhas e mantendo a chama do glamour das viagens interplanetárias acesa em nossos corações? Ou melhor: será que tudo não passa de um golpe de marketing do filme? É nessa hora que o sensor interior de teoria da conspiração explode. Mas vamos aos fatos:



1) A Nasa já era fã do livro que deu origem ao filme, escrito por Andy Weir, e trabalhou na produção do filme para garantir a precisão científica da obra. Em entrevista à revista Wired, Weir comentou: “Eles adoraram o livro e viram a obra como uma oportunidade para engajar as pessoas nas viagens espaciais”. Isso quando eles nem sabiam que Matt Damon interpretaria um colega de trabalho.


2) Enquanto o mundo estava surpreso com a descoberta marciana, Ridley Scott bocejava. O diretor do filme afirmou ao jornal The New York Times que a Nasa já havia contado a ele sobre a existência de água em Marte há dois meses. Scott disse ainda que isso teria mudado o enredo do filme, se a produção já não tivesse acabado.


3) A coincidência já aconteceu antes. Algumas versões em DVD do filme 2001: Uma Odisséia no Espaço, contém extras com um discurso do escritor Arthur C. Clarke, autor do livro em que o filme foi baseado, no qual ele afirma: “Nas últimas semanas, os astrônomos estão animados com as frequências de rádio vindas de um ponto entre as estrelas Vega e Altair, que devem ter uma explicação natural, mas cujas características são tão extraordiárias que ainda não há nenhuma explicação plausível”. Ou seja, bem no lançamento de 2001, na década de 1960, a Terra estava recebendo ligações de ETs? Com uma notícia assim, não seria difícil encontrar pessoas animadas em ver um filme que tratasse do assunto.



4) A Nasa planeja enviar seres humanos a Marte e ela precisa de dinheiro público para isso. Sim, a agência é um órgão do governo, e, apesar da realidade americana ser bem diferente da do Brasil, ela precisa do dinheiro dos cidadãos para sobreviver. Caso a opinião pública se voltasse contra o órgão, como eles realizariam todas as cinco missões necessárias para conseguir enviar Matt Damon, ou qualquer outra pessoa, a Marte em 2030, conforme o plano?


Nem sempre a importância de se fazer investigações espaciais são evidentes. Nem sempre são óbvios os motivos que fazem um governo aumentar em U$ 6 bilhões a verba de um programa espacial (sim, Obama fez isso!), enquanto problemas graves acontecem na Terra. Logo, como afirmou o jornal The Guardian, se os cientistas da Nasa, a indústria cinematográfica e seus respectivos assessores de imprensa têm um interessem em comum — o qual, por sinal, diz respeito a toda humanidade e ao futuro dela — por que não?




Fonte: Galileu

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Você sabe o que há de real por trás do mito dos Illuminati?


 Os Illuminati são associados com uma iconografia parecida com a dos maçons


 O famoso 'olho que tudo vê' está na nota de dólar e já foi vinculado aos Illuminati


A Ordem dos Illuminati foi fundada em 1776 na Baviera, Alemanha, pelo jurista Adam Weishaupt


O rapper Jay-Z é apontado como um artista que já fez pequenas referências aos Illuminati em aparições em público


 Alguns associam os Illuminati com o grupo Bilderberg
 
 
Historiadores tentam explicar profusão de teorias na internet sobre grupo que teria influência sobre acontecimentos globais.
 
 
O homem realmente chegou à Lua? Quem assassinou o presidente americano John F. Kennedy? Como começou a pandemia global de HIV? O verdadeiro poder mundial está nas mãos de uma sociedade secreta fundada no século 18?


Alguns acreditam que as respostas para estas perguntas não estão nos livros de história e dão crédito a teorias conspiratórias que surgiram nas últimas décadas ligadas a estes e outros eventos importantes.


Com a entrada do novo século e a popularização da internet, uma destas teorias ganhou muita popularidade: a suposta existência da Ordem dos Illuminati, cuja origem remonta a uma sociedade secreta de mesmo nome criada na Alemanha no fim do século 18 e que estaria integrada aos poderes políticos e econômicos, cujo objetivo final seria estabelecer uma nova ordem mundial através de um governo global.


Em fóruns de discussão na web é comum ver internautas citarem os Illuminati para explicar muitos dos problemas atuais do planeta.


Políticos como George W. Bush ou Barack Obama, ou magnatas como George Soros, foram acusados de fazer parte desta organização. Até o papa Francisco e a rainha Elizabeth 2ª já foram apontados como membros da ordem.


Outros acreditam ser possível ver a simbologia ligada aos Illuminati em vídeos de artistas como Beyoncé, Jay-Z, Lady Gaga e Katy Perry: pentagramas, pirâmides e o famoso "olho que tudo vê" que aparece nas cédulas de dólar.


Mas, de onde veio este mito dos Illuminati e por que ainda existem pessoas que acreditam na existência de um grupo que desapareceu há mais de dois séculos?



A ordem real



A Ordem dos Illuminati foi fundada em 1776 na Baviera, Alemanha, pelo jurista Adam Weishaupt.


O objetivo desta sociedade secreta inspirada nos ideais do iluminismo e na estrutura da maçonaria, era acabar com o obscurantismo e com a forte influência que, na época, a igreja exercia sobre a esfera política.
Depois que o príncipe Karl Theodor chegou ao poder, a Ordem dos Iluminati, assim como outras sociedades secretas, foi declarada ilegal e dissolvida, em 1785.


Mas, alguns acreditam que ela continua operando na clandestinidade.


Autores como o francês Agustín Barruel (1741-1820), a britânica Nesta Helen Webster (1876-1960) ou o canadense William Guy Carr (1895-1959) vincularam a ordem com eventos como a Revolução Francesa de 1789, as Revoluções em vários países europeus de 1848, a Primeira Guerra Mundial ou a Revolução Bolchevique, de 1917.


Há até quem diga que os fundadores dos Estados Unidos eram membros da ordem e que o Federal Reserve, o banco central americano, foi criado para ajudar a cumprir os objetivos de dominação global da organização.


Nas últimas décadas, apareceram referências aos Illuminati em obras como a trilogia satírica de ficção científica The Illuminatus (1975), de Robert Shea e Robert Anton Wilson, ou Anjos e Demônios (2000), de Dan Brown, assim como nas letras de alguns artistas da cena hip hop.


Tudo isso fez com que os Illuminati se transformassem em protagonistas de várias teorias conspiratórias que se alastraram pela internet, onde é possível encontrar milhares de páginas dedicadas à ordem.



'Loucura'



"É uma loucura que hoje em dia existam pessoas que acreditem na existências dos Illuminati", disse o escritor e historiador americano Mitch Horowitz.


"Os cidadãos têm preocupações legítimas sobre como funcionam os poderes políticos e econômicos, mas, em vez de canalizar estas preocupações de forma eficaz para que haja mais transparência, alguns preferem acreditar em histórias de fantasia sobre uma organização que deixou de existir há mais de 200 anos", disse ele à BBC Mundo.


De acordo com Horowitz, "há escritores e jornalistas que contribuem com a paranoia em torno dos Illuminati e as pessoas se deixam convencer porque é interessante pensar que existe um grupo secreto que domina o mundo".


"Se estudarem o que realmente eram os Illuminati, perceberiam que se tratava de uma organização política cujos ideais estavam baseados em uma sociedade mais justa e que gostavam da iconografia relacionada com o mundo do oculto", afirmou.


Para Horowitz, devido ao mistério que tem para o público, muitos artistas gostam de usar um pouco desta iconografia em seus clipes. 


"Os músicos entendem a atração e usam símbolos como o pentagrama, o obelisco ou o olho que tudo vê, mas isto não os converte em membros de uma sociedade secreta."



'Sociedades interconectadas'


Entre os que acreditam na existência dos Illuminati está o escritor americano Mark Dice, autor de um livro sobre a suposta ordem.


"Com certeza os Illuminati estão cercados de fantasias, mas quando se separa a realidade da ficção, acredito que há provas que demonstram que é um grupo real que continua existindo hoje em dia", disse o escritor à BBC Mundo.


Dice disse que, depois da dissolução em 1785, "os Illuminati continuaram operando através de várias sociedades secretas interconectadas como o Grupo de Bilderberg (conferência anual privada que reúne cerca de cem líderes políticos dos EUA e Europa) ou o Conselho de Relações Exteriores (centro de estudos baseado nos Estados Unidos)".


"Estas organizações compartilham os objetivos dos Illuminati, seus métodos de funcionamento, seus símbolos e terminologia", afirmou.


Segundo Dice eles não precisam usar o nome Illuminati pois "eles sabem quem são e o que estão fazendo".
"Nos últimos anos, o Grupo de Bilderberg foi exposto, já que com a internet não é fácil ser um grupo secreto."


Para Dice, os meios de comunicação podem ser culpados por este segredo ter ficado tanto tempo escondido.


"Como não é de interesse público que a cada ano cem das pessoas mais poderosas do planeta se reúnam em um hotel, cercados de guardas armados, para conversar sem microfones sobre como querem influir no futuro do planeta?"


O escritor garante que os Illuminati querem "criar um governo global de inspiração socialista" e "usam artistas de fama global para promover sua causa".


Dice tem centenas de milhares de seguidores no Facebook e YouTube.



Culpa da internet?



Jesse Walker, autor do livro The United States of Paranoia ("Os Estados Unidos da Paranoia", em tradução livre), afirma que a "internet foi fundamental para potencializar e propagar o fenômeno dos Illuminati".


"Hoje são vinculados com todo tipo de teorias, tanto por grupos de extrema-direita como de extrema-esquerda, que os usam segundo a própria conveniência", explicou Walker em entrevista à BBC Mundo.


O escritor disse ainda que, nos últimos anos, alguns artistas como o rapper Jay-Z incluíram pequenas referências aos Illuminati em suas aparições públicas para se divertir, alimentando ainda mais as teorias de conspiração que vinculam a ordem também à industria do entretenimento.


"Teorias de conspiração são uma parte intrínseca da psique humana. Somos criaturas que buscam padrões para dar um sentido ao mundo que nos cerca. Se há lacunas em uma história, temos que buscar explicações."


Walker lembra que há "motivos reais para medo ou ansiedade, já que, algumas vezes, algumas teorias conspiratórias se mostram certas, como no caso do escândalo das escutas da Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA), ou quando é revelado que algum político está recebendo subornos".


"Mas quando se combina o medo com a busca de padrões, surgem teorias como a dos Illuminati".


Mas, para o escritor, o problema é que "muitos não têm conhecimento suficiente para diferenciar o que é real do que não é".




 Fonte: IG

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Ex-chefe de polícia diz que reabriria investigação sobre morte de Cobain

 Norm Stamper










O policial responsável pela investigação da morte do músico do Nirvana, Kurt Cobain, disse que, se ainda estivesse no comando da instituição, reabriria as investigações do caso. 


Encontrado morto em 1994 em um caso que, na época, foi classificado como suicídio, Cobain era um dos ícones da cena musical conhecida como grunge, e sua morte gera polêmica desde então.


Norm Stamper, que chefiou o departamento policial da cidade de 1994 a 2000, afirmou, em entrevista para o documentarista Benjamin Statler, que reabria a investigação sob a suspeito do músico ter sido assassinado.


A versão oficial aponta que Cobain se matou com tiro de espingarda na cabeça em 5 de abril de 1994, dentro de sua casa em Lake Washington, nas redondezas de Seattle. O comportamento volátil do músico sempre foi alvo de especulação, e deu origem a teorias de que ele na verdade teria sido morto.


Diretor do documentário "Soaked in Bleach", Statler realizou o longa com base nas evidências coletadas pelo detetive particular Tom Grant, que foi contratado pela esposa de Cobain, Courtney Love, quando o músico desapareceu poucos dias antes de sua morte.


"Nós deveríamos ter estudado melhor os padrões de comportamento dos indíviduos que tinham um motivo para querer Kurt morto", afirma Stamper em sua entrevista no documentário. Ele diz que não acredita que o músico tenha sido vítima de algum tipo de armação, mas gostaria que a polícia revisse os documentos sobre o caso.






Fonte: Rede TV

John F. Kennedy morreu após pedir informações sobre ETs à CIA



Uma das mortes mais famosas de todos os tempos tem relação direta com a curiosidade de seres humanos sobre a existência de vida extraterrestre? Documentos abertos recentemente nos EUA dão a entender que sim: dez dias antes de ser assassinado, o então presidente John F. Kennedy pediu à CIA documentação secreta sobre OVNIs.


Os documentos em questão, obtidas por meio do Ato de Liberdade de Informação dos EUA, são duas cartas. A primeira seria encaminhada a um diretor da CIA, enquanto outra iria direto para a Nasa. O assunto nas duas era bem semelhante, uma solicitação da criação de um programa de cooperação espacial com a União Soviética.


“Uma das grandes preocupações de Kennedy é que muitos OVNIs estavam sendo observados na URSS e ele tinha medo que os soviéticos interpretassem isso, em meio à Guerra Fria, como uma agressão norte-americana, uma vez que eles poderiam acreditar que aquilo era tecnologia de ataque vinda dos EUA”, afirma William Lester, autor de uma biografia sobre o ex-presidente e responsável por trazer as cartas à tona.


As cartas se juntam à teoria da conspiração, que afirma que há um suposto memorando da CIA, que teria sido queimado e continha uma resposta às cartas de Kennedy. Segundo Robert Wood, ex-diretor de uma das maiores empresas aeronáuticas a prestar serviço para o governo dos EUA, esse memorando faz parte de uma série de documentos chamados Majestic-12.


De acordo com Wood, Kennedy é chamado de Lancer neste memorando, que contém as seguintes informações: Como você deve saber, Lancer fez algumas perguntas com relação às nossas atividades, o que não podemos permitir. Por favor, me diga sua opinião antes de outubro. Sua ação neste assunto é critica para a continuidade do grupo”. Poucos dias depois, Kennedy foi assassinado em desfile de carro aberto.




Fonte: Yahoo!

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Rússia abre investigação para saber se ida dos EUA à Lua é real



O homem realmente pisou na Lua? As imagens dizem que sim, mas a Rússia parece duvidar um pouco disso. E não, não estamos de volta à Guerra Fria. Trata-se de uma investigação aberta pelos russos sobre a veracidade da ida dos Estados Unidos ao nosso satélite em 1969.


As investigações, segundo Vladimir Markin, representante do governo russo no Comitê de Investigações, têm como base o desaparecimento — já confirmado pela Nasa — das imagens originais da primeira viagem do homem à Lua. Além disso, a Rússia quer saber do paradeiro e das condições atuais das pedras lunares trazidas na missão.


“Não estamos afirmando que os Estados Unidos não foram à Lua e que fizeram apenas um filme sobre isso. Mas todos esses artefatos científico — ou talvez até culturais — são legados da humanidade e seu desaparecimento sem vestígios é uma perda para todos nós”, afirma Vladimir.


O desaparecimento em questão aconteceu aconteceu em 2009 e, segundo a Nasa, aconteceu porque fitas foram apagadas para a agência “economizar dinheiro”. 


A Nasa ainda defende que as imagens obtidas depois disso, vindas da CBS News, têm até qualidade superior às originais. Já sobre as pedras, se limitou a falar que “a maior parte do material está guardada”.






Fonte: Yahoo!

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Nova teoria sobre morte de Bin Laden causa polêmica nos EUA



Acusações feitas pelo jornalista americano Seymour Hersh de que os Estados Unidos teriam mentido sobre a operação que matou Osama Bin Laden, líder do grupo extremista Al-Qaeda, há quatro anos, geraram forte reação da Casa Branca e da imprensa do país, que apontaram inconsistências em seu relato. 


Ganhador do Pulitzer de 1970, o mais importante prêmio jornalístico dos Estados Unidos, Hersh afirma que a morte de Bin Laden não foi alvo de uma operação arriscada e secreta, mas da cooperação entre militares americanos e paquistaneses. 


"A história contada pela Casa Branca poderia ter sido escrita por Lewis Carroll", escreveu Hersh em artigo publicado no periódico London Review of Books, em referência ao autor de Alice no País das Maravilhas (1865). 


Na versão de Hersh, o líder terrorista não teria sido encontrado depois de uma série de interrogatórios e investigações envolvendo seu mensageiro, mas com a ajuda do Paquistão, que o o estaria mantendo sob sua custódia há cinco anos com a ajuda financeira da Arábia Saudita em um complexo na cidade de Abbottabad, no norte do Paquistão. 


O ataque teria sido autorizado por oficiais paquistaneses de alto escalão depois que os Estados Unidos descobriram onde Bin Laden estava por meio de uma fonte na Inteligência do Paquistão. 


Um acordo teria sido fechado para que os americanos operassem na área para confirmar por meio de amostras de DNA que se tratava de fato de Bin Laden. As únicos balas disparadas naquela noite teriam sido as que mataram o ex-líder da Al-Qaeda. Assim, segundo a versão de Hersh, ele teria sido assassinato friamente em vez de ter sido atingido em meio à invasão do local onde se encontrava. 


Em troca, os Estados Unidos apoiariam financeiramente os serviços de Inteligência paquistaneses. Como parte deste acordo, os Estados Unidos adiariam o anúncio da morte de Bin Laden por uma semana e diriam que ele teria sido morto por um ataque com drone no Afeganistão. 


No entanto, Obama teria descumprido esta última parte depois de saber que um dos helicópteros americanos caiu, o que teria feito a Casa Branca temer que a história viesse a público de qualquer forma. 



Reação 


O governo americano reagiu às acusações de Hersh afirmando que "a ideia de que a operação que matou Osama Bin Laden não foi uma missão unilateral dos Estados Unidos é falsa", acrescentando que a versão está repleta de "imprecisões e afirmações sem fundamentos". 


Membros da imprensa americana também questionaram a teoria, especialmente Max Fischer, do site Vox, e Peter Bergen, da emissora CNN. A críticas se resumem aos seguintes pontos: 


Fontes frágeis: grande parte do artigo de Hersh é baseado em alegações feitas de forma anônima, por integrantes dos órgãos de Inteligência militar dos Estados Unidos e do Paquistão, nenhum dos quais esteve envolvido diretamente na operação. A única fonte que teve seu nome citado, Asad Durrani, serviu nas Forças Armadas paquistanesas há mais de duas décadas. Ele diz que seus "ex-colegas" confirmam a versão de Hersh. Durrani foi contatado posteriormente por Bergen, da CNN, e disse apenas que a teoria elaborada pelo jornalista é "plausível". 


Contradições: Hersh deixou de lado o fato que dois integrantes do esquadrão de elite da Marinha americana - o Seals - envolvidos no ataque trouxeram a público detalhes da operação que contradizem diretamente sua versão. Bergen, que visitou a casa onde Bin Laden foi morto, afirma haver clara evidência de troca de tiros no local, que "estava destruído, com vidros quebrados e com marcas de saraivadas de balas" nas paredes. 


Conclusões não-realistas: Por que os sauditas apoiariam Bin Laden, um homem que queria derrubar seu monarca? Por que as relações entre americanos e paquistaneses se deterioram se um acordo feito entre os países previa um subsequente apoio por parte dos Estados Unidos? 


Hersh, que ganhou o Pulitzer em 1970 ao revelar o massacre de civis vietnamitas por soldados americanos no vilarejo de My Lai, ainda foi acusado por Fischer, da Vox, de trazer à tona cada vez mais denúncias baseadas em evidências frágeis. 


Nos últimos três anos, por exemplo, Hersh assinou reportagens em que o governo do ex-presidente americano George W. Bush foi acusado de treinar militantes iranianos em Nevada e que afirmavam que a Turquia estava por trás de ataques com armas químicas na Síria. 


"Talvez de fato exista um vasto mundo sombrio e diabólico de conspirações, executadas de forma brilhante por uma rede internacional de mentes governamentais", escreve Fischer. 


"E talvez só Hersh e seu punhado de ex-oficiais militares anônimos estejam enxergando este mundo e seus segredos aterrorizantes. Ou talvez haja uma explicação mais simples". 



'Contra a correnteza' 


Ao mesmo tempo, a versão de Hersh foi celebradas por alguns comentaristas americanos conservadores, que antes haviam se irritado com o jornalista por ele ter feito acusações contra o governo Bush. 


"Quando Seymour Hersh fabrica maluquices contra Obama, ele deixa de ser um sábio para virar um excêntrico", disse John Nolte, da rede de notícias Breitbart. "Quando era contra Bush, ele era Deus para a mídia." 


Em uma entrevista veiculada na TV nesta segunda-feira, Hersh tentou virar a mesa, ao dizer que a versão do governo americano é que inacreditável. 


"Vinte e quatro ou 25 homens vão para o meio do Paquistão e matam um cara sem apoio aéreo, sem proteção, sem segurança, sem obstáculos - você está brincando comigo?", ele disse. 


"Veja bem, desculpe-me se (minha teoria) vai contra a correnteza, mas venho fazendo isso minha vida inteira, e tudo que posso dizer é que entendo as consequências disso." 




Fonte: Terra

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Igreja grega diz que estátua de Jesus ‘chora’ desde eleição


 
 
Não houve ainda análises científicas sobre o líquido cheiroso, pegajoso e oleoso escorre de um dos olhos da imagem.
 
 
Uma igreja ortodoxa da Grécia alega que uma imagem de Jesus Cristo crucificado ‘chora’ desde o dia 25 de janeiro deste ano, data das eleições presidenciais que deram poder ao partido Syriza. As informações são do Daily Mail.
 
 
Apesar de dezenas de fieis e curiosos viajarem até a igreja de São Nicolau, na cidade de Asprokambos, não houve ainda análises científicas sobre o líquido cheiroso, pegajoso e oleoso que escorre de um dos olhos da imagem. 


O bispo local, Dionysios Mantalos, afirmou que é necessária cautela até que as conclusões sejam feitas sobre um possível “milagre”, já denominado ‘Milagre de Syriza’.


No mês passado, o premiê Alexis Tsipras, que é ateu, quebrou as tradições do país por não ser empossado pelo chefe da Igreja Ortodoxa da Grécia, atualmente o arcebispo Ieronymos II.





Fonte: Terra
 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Chávez morreu meses antes do anúncio oficial, diz ex-agente venezuelano


Leamsy Salazar, que era responsável pela segurança de Hugo Chávez, diz que familiares, irmãos e filhos do líder teriam acobertado data da morte do ex-presidente


Morte do ex-presidente foi anunciada em 5 de março de 2013. Ele morreu aos 58 anos após longa batalha contra um câncer.


O ex-presidente venezuelano Hugo Chávez teria morrido dois meses antes do anúncio oficial de seu falecimento, de acordo com uma denúncia feita por Leamsy Salazar, ex-responsável pela segurança do mandatário.
 
 
Segundo Salazar, familiares, irmãos e filhos de Chávez teriam colaborado para ocultar a data da morte do então presidente a fim de obter vantagens políticas.


A morte de Chávez foi anunciada em 5 de março de 2013. Ele morreu aos 58 anos de idade, após uma longa batalha contra um câncer na região pélvica e de uma infecção respiratória aguda. O ex-presidente chegou a receber tratamento em Cuba e ficou internado por meses. 


A denúncia de Salazar foi veiculada pelo ex-embaixador panamenho nas Organizações dos Estados Americanos (OEA) Guillermo Cochez, que difundiu a informação pelo Twitter.


Atualmente, Salazar vive nos Estados Unidos. Depois da morte de Chávez, Salazar trabalhou na equipe de segurança do presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello. Recentemente, porém, Salazar fugiu para os Estados Unidos, onde conseguiu proteção da agência norte-americana antidrogas DEA.


Ele afirma ter provas de que Cabello é líder de um cartel de drogas chamado "Los Soles".




Cabello e o atual presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, já vieram a público negar as acusações. O mandatário as classificou de "vulgares e bestiais".

 
 
 
Fonte: IG

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Marilyn Monroe teria sido assassinada?



Marilyn Monroe foi encontrada inerte em sua residência em Brentwood (Hollywood, Califórnia) por seu psiquiatra, Ralph Greenson, após este ter sido avisado pela governanta da atriz. 


Ainda em 5 de agosto de 1962, uma das mais emblemáticas estrelas do cinema de Hollywood teve sua morte atribuída a uma “overdose” — provavelmente por conta de um suicídio. Bem, mas essas são apenas as informações oficiais.


Pode haver mais coisas por baixo do tapete, ainda hoje, mais de meio século depois do trágico incidente? 


Aparentemente, sim. Segundo teoria defendida pelos jornalistas Richard Buskin e Jay Margolis no livro “Marilyn Monroe: Case Closed” (Marilyn Monroe: Caso Encerrado, sem tradução para o português), a atriz não cometeu suicídio. Na verdade, ela teria sido assassinada em virtude dos desdobramentos de dois dos seus affairs mais famosos e turbulentos.





Trata-se de uma das controvérsias mais revisitadas do século passado, é verdade, mas sempre se pode jogar nova luz, ao que parece. Segundo o duo investigativo, ao se envolver com o então presidente John F. Kennedy e seu irmão, o Ministro da Justiça dos EUA Robert F. Kennedy, Marilyn teria entrado em uma espiral descendente de intrigas e ameaças que culminou em sua morte, arquitetada pelo próprio “Bobby” Kennedy e levada a cabo por seu psiquiatra.


Conforme defendem os autores, Robert Kennedy havia arquitetado todo o ocorrido, incluindo a injeção fatal administrada pelo Dr. Greenson. De acordo com paramédicos que atenderam Marilyn, o cenário encontrado no local absolutamente não parecia indicar um caso de suicídio.


O temido “diário de capa vermelha”

 

De acordo com Buskin e Margolis, Robert F. Kennedy envolveu-se sexualmente com Marilyn Monroe durante o verão de 1962. A pedido do irmão, Bobby havia sido enviado à casa da atriz em Brentwood para pedir que ela parasse de ligar para a Casa Branca atrás do presidente — certamente seu envolvimento romântico mais conhecido (a mal escondido).




A mensagem era bastante clara: o presidente não se divorciaria de Jackie para se casar com ela. Entretanto, conforme deixa claro a história, o mensageiro acabou sucumbindo aos encantos da beldade. “Bobby não teve a intenção [de se envolver com Marilyn Monroe]”, revelou o cunhado de Robert Kennedy, Peter Lawford. “Naquela tarde, eles acabaram por se tornar amantes, passando a noite juntos no quarto de hóspedes.”


Sobre o triângulo amoroso, Lawford ainda afirmou que os Kennedy “passavam Marilyn de um lado para o outro como uma bola de futebol americano”. Entretanto, quando também Bobby resolveu abandoná-la, a atriz teria ameaçado conduzir uma coletiva de imprensa contando todos os “podres” da família Kennedy — os quais mantinha muito bem registrados em um pequeno diário de capa vermelha.


Bobby Kennedy não estava sozinho

 

Mas Buskin e Margolis reforçam: Robert “Bobby” F. Kennedy, embora tenha orquestrado o plano, certamente não o executou sozinho. De acordo com os autores, houve pelo menos dois conspiradores: o cunhado de Bobby, Peter Lawford e, naturalmente, o Dr. Greenson — em última instância, o responsável pela dose maciça de pentobarbital injetado no coração de Marilyn.




“Bobby Kennedy estava determinado a silenciá-la, independentemente das consequências”, teria revelado o próprio Lawford posteriormente, de acordo com os autores. “Foi a coisa mais doida que ele já fez — e eu fui louco o suficiente para permitir que acontecesse.” De acordo com Lawford, o Dr. Greenson havia sido incumbido de “dar um jeito” na atriz.


“Não se parecia com um caso de suicídio”

 

Mas, além dos três, havia pelo menos mais duas testemunhas: os dois paramédicos chamados ao socorro. Um deles, James C. Hall, teria estranhado a coisa toda desde o início. Embora a hipótese de suicídio por overdose houvesse sido levantada pela camareira da atriz, o cenário em torno não parecia corroborar a ideia.


“Ela estava despida”, lembra-se o socorrista. “Não havia lençóis ou cobertores. Não havia um copo de água. Não havia álcool. Nós percebemos que a sua respiração estava muito fraca, o pulso acelerado e igualmente fraco, e ela estava inconsciente”, observou o paramédico.




Embora houvessem vários frascos de remédio ao lado da cama de Merilyn, Hall lembra-se que todos eles estavam cheio e muito bem fechados. “Conforme eu me inclinei sobre ela, eu percebi — não havia vômito, o que é muito incomum em um caso de overdose (...), também não havia odor de drogas na boca dela, que seria outro sintoma clássico”, disse ele, desacreditando totalmente da ideia de um suicídio.


 Um médico estranhamente inapto

 

Conforme disse Hall aos autores do livro, quando se preparava para utilizar os equipamentos de reanimação, ele foi interrompido por Greenson, que se apresentou como médico da atriz, demandando a utilização de pressão positiva. “Eu pensei, ‘Jesus Cristo, o que há de errado com você? Eu tenho aqui uma máquina que estava fazendo o necessário, por que removê-la?”, ele lembra. “O tempo estava correndo, e eu queria salvá-la.”


Após exigir que a máquina não fosse utilizada, o psiquiatra iniciou outra massagem cardíaca, embora “pressionando de forma errada” o abdômen de Marilyn. “Eu conheço alguns médicos que não estão muito acostumados com métodos emergenciais, mas aquele sujeito era um absurdo”, diz ele, afirmando que Greenson procedia como um amador. “Eu disse, ‘Caramba, vamos andar, você pode continuar com isso na ambulância.”



 
Em seguida, o médico teria então puxado uma seringa com uma agulha hipodérmica considerável. “Ele sugou o líquido de um vidro selado por uma borracha, enchendo a seringa. Ele sentiu as costelas [de Marilyn] como um amador.” Segundo Hall, uma primeira tentativa desajeitada de injetar a substância no coração da atriz (um dos procedimentos comuns de reanimação) acabou batendo em uma das costelas.


“Em vez de retirar e tentar novamente, ele simplesmente continuou, franzindo o cenho com o esforço”. Hall afirma ter ouvido, então, o som da costela se quebrando. “Eu sei que o osso se partiu. Eu já assisti a muitos procedimentos médicos, e aquele cara era realmente brutal”, ele conclui.


O romance com o Dr. Ralph Greenson

 

Conforme contam os autores de “Caso Encerrado”, o Dr. Ralph Greenson era outro dos vários amantes da atriz — fato que teria sido usado para persuadir o médico a tomar parte no plano.




Lawford, de fato, já havia tomado conhecimento do affair do psiquiatra com a atriz. Embora, aparentemente, a atriz não tivesse qualquer intenção de revelar o relacionamento, Bobby Kennedy teria sido particularmente persuasivo, convencendo o médico de que isso aconteceria em breve, o que acabaria por enterrar definitivamente a sua carreira. “Greenson ficou, então, responsável por ‘tomar conta’ de Marilyn”, dizem os autores.


A busca pelo diário

 

Entretanto, a coisa toda teria iniciado com uma busca pelo temido diário de capa vermelha, o qual traria segredos que poderiam arruinar a carreira política dos Kennedy. Segundo Peter Lawford, na tarde em que a atriz foi encontrada inconsciente, Robert “Bobby” F. Kennedy, Greenson e ele haviam se dirigido à sua residência em Brentwood para convencê-la a entregar o diário. “Ele [Robert] gritou com ela”, dizem os autores. “Marilyn não estava disposta a ceder”.


Lawford revelou ainda que, após uma calorosa discussão, Marilyn se tornou “histérica” e tomou uma pequena faca e partido para cima do político. Lawford, entretanto, conseguiu derrubar a faca da mão da atriz. Posteriormente, um dos guarda-costas de Kennedy acabou por injetar a primeira dose intramuscular de pentobarbital — o que acabou ganhando ainda o “reforço” de uma dose maciça injetava via enema.




Uma história sem ponto final

 

Lawford admite ainda que, enquanto Marilyn estava desacordada, o grupo passou a procurar apressadamente pelo diário. O resto, como se diz, é história e suposição.


Entretanto, conforme lembram os autores do livro, o corpo de Marilyn, já no necrotério, havia mostrado manchas que denunciavam as injeções administradas pelos guarda-costas — o que afastaria consideravelmente a hipótese de um suicídio adotada e defendida pela polícia de Los Angeles.




 Fonte: Megacurioso

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Desaparecimento do 'Schindler suíço' ainda é um mistério 70 anos depois

 Raoul Wallenberg


Parentes de Raoul Wallenberg, o salvador de milhares de judeus húngaros que misteriosamente desapareceu nas mãos dos soviéticos depois da guerra, lembram, neste sábado, os 70 anos de sua morte, que ainda esperam esclarecer.


Cerca de 200 pessoas se reuniram para prestar homenagem a ele e a "todos aqueles que fizeram a diferença", declarou o presidente da Academia Raoul Wallenberg, Michael Wernstedt em um breve discurso.


"Nas últimas semanas, os eventos nos mostraram que é importante defender a democracia", acrescentou, convidando os participantes a acender uma vela "para todos aqueles que espalham a luz".


Raoul Wallenberg foi um desses Justos que trabalharam para salvar judeus do Holocausto. Em 1944, em Budapeste, ele distribuiu passaportes de proteção que identificava seus portadores como cidadãos suecos que aguardavam repatriamento.


Em 17 de janeiro de 1945, ele foi convocado ao quartel-general do Exército Vermelho e desapareceu em condições obscuras. Ele morreu oficialmente em uma prisão de Moscou durante o verão de 1947, aos 35 anos de idade, mas sua família e pesquisadores duvidam desta versão.


"Em 1957, as autoridades soviéticas asseguravam ter um único documento sobre Wallenberg, seu suposto atestado de óbito manuscrito. Após a queda da União Soviética, os russos apresentaram numerosos documentos relativos aos suecos, e hoje não há dúvida que nem todos foram produzidos", explica à AFP Ingrid Carlberg, que escreveu uma biografia exaustiva sobre Raoul.


"É possível descobrir a verdade", insiste Nina Lagergren, meia-irmã de Raoul Wallenberg.


Aos 93 anos, ela deseja saber a verdade. Em julho, ela participou em Washington de uma homenagem ao herói, tornado cidadão de honra americano em 1981.


"É necessário que a Rússia abra seus arquivos. Já se passaram 70 anos desde que desapareceu, sua irmã ainda está viva e à espera de uma resposta. É uma pena que a Rússia ainda esteja brincando de gato e rato", insiste Carlberg.


Um grupo de pesquisadores apresentou recentemente pistas inéditas, prova de que nem tudo foi dito.
Não se sabe as razões para a sua detenção e prisão, talvez por espionagem, e certeza sobre o momento de sua morte nunca foi estabelecida.


Para o governo sueco, o caso continua "completamente aberto". "Não esclarecemos tudo. Quando aparece um elemento interessante novo, nós o apresentamos aos russos", diz Hans Olsson, encarregado do assunto no ministério das Relações Exteriores. 



Salvador de 100.000 pessoas


A Suécia nunca esteve tão envolvida no caso. Por muito tempo, "o comportamento no ministério das Relações Exteriores e a falta de interesse eram realmente estranhas", afirma Lagergren.


Viva e elegante, ela cultiva uma memória muito lúcida de seu irmão, quase uma década mais velho.
"Nós (o seu irmão Guy von Dardel, falecido em 2009, e ela mesma) sempre o admiramos. Ele era extremamente divertido e amoroso."


Memorial ao diplomata sueco Raoul Wallenberg, o salvador de milhares de judeus húngaros, é visto em Budapeste, 17 de janeiro de 2015/Foto de ATTILA KISBENEDEK/AFP/Arquivos


Em seu charmoso apartamento no subúrbio de Estocolmo, Nina Lagergren dedicou uma sala inteira a "Raoul", onde reúne seus arquivos, muitos quadros e obras de arte.


Vivendo em Berlim no início do verão de 1944, ela foi a última pessoa da família a vê-lo vivo.


"Ele estava com pressa (de ir a Budapeste). Ele compreendia a gravidade de sua missão", lembra com carinho.


Enviado a Budapeste pela Comissão de Refugiados de Guerra, uma agência americana criada para salvar as vítimas civis dos nazistas, fornecendo documentos de identidade de países neutros, como a Suécia, ele colocou toda a sua energia e imaginação à serviço do resgate dos judeus de Budapeste.


De acordo com algumas estimativas, teria salvado até 100.000 pessoas.


"Em seus telegramas de poucas linhas, conseguíamos compreender a situação", sugere Lagergren.
Em 2001, ela participou da criação da Academia Raoul Wallenberg, que visa incentivar os jovens a "agir em favor da igualdade".


O compromisso do sueco fez "dele um símbolo de coragem cívica", analisa o porta-voz Johan Perwe, porta-voz do Fórum para a História Viva, uma agência que trabalha sobre o assunto, especialmente entre os jovens.


"Ao contrário da geração de nossos avós, e, provavelmente, uma depois dessa, que viveu com a falta, a minha geração pode usar Raoul como algo positivo, um exemplo e uma inspiração", resumiu a neta de Lagergren, Cecilia Ahlberg, muito ativa na Academia Raoul Wallenberg e que também deseja saber a verdade.





Fonte: Yahoo!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Teorias da conspiração voltam após atentados

A expressão foi criada quase que imediatamente depois do atentado contra a sede da revista Charlie Hebdo / Nicholas Kamm/AFP


Logo após atentado contra a Charlie Hebdo, a máquina de fabricar rumores começou a funcionar a todo vapor.


Uma operação dos serviços secretos, um complô dos meios de comunicação ou contra os muçulmanos? As teorias da conspiração voltaram com força à internet, apenas algumas horas após o atentado contra a revista Charlie Hebdo em Paris.


Assim como ocorreu com o 11 de setembro de 2001, logo depois que começaram a ser divulgadas as primeiras imagens do atentado contra a revista satírica, no dia 7 de janeiro, a máquina de fabricar rumores começou a funcionar a todo vapor.


Entre os mais divulgados figura a suposição de que os irmãos Kouachi, que mataram 12 pessoas, utilizaram vários veículos, já que em uma imagem aparece um carro com retrovisores brancos perto do local do ataque e depois, quando o carro foi abandonado, mais ao norte, eles eram pretos.


Mas, o veículo utilizado pelos jihadistas tinha retrovisores cromados, cuja cor muda em função da luz, explicaram os especialistas.




O documento de identidade perdido por um dos irmãos Kouachi, o telefone mal colocado no gancho no mercado judeu onde Amedy Coulibaly matou quatro pessoas no dia 11 ou o traçado da manifestação em repúdio aos atentados em Paris que teria desenhado as fronteiras de Israel: vale tudo para alimentar as teorias mais delirantes.


O ataque contra a revista satírica Charlie Hebdo, sem precedentes, é "um evento que marca uma ruptura da ordem social e política. Há uma necessidade de responder à comoção com interpretações", afirmou à AFP Emmaneul Taieb, professor de Ciência Política de Lyon e especialista em teorias da conspiração.


"A leitura dominante que pode ser oferecida pela polícia, pelos políticos e analistas é considerada pobre, decepcionante. É, portanto, eliminada ou questionada em benefício de outra análise mais sedutora, mais inquietante", indica, em relação aos que enxergam em toda parte os Illuminati (suposta sociedade secreta) ou um complô judeu-maçônico.


"Li na internet" é um tipo de argumento muito popular entre as gerações mais jovens, para as quais a web é a principal fonte de informação.




O papel das redes sociais



Mohamed Tria, 49 anos, empresário e presidente do clube de futebol La Duchere, em um bairro de Lyon, terceira cidade da França, explica que a "interpretação dos eventos da semana passada foi completamente diferente nestes bairros". "Reuni 40 jovens de 13 a 16 anos em meu clube: fiquei chocado com o que ouvi (...) Não foram informações dos jornais, mas das redes sociais, é a única fonte para eles e acreditam que é a verdade", contou à AFP.


"Há 30 anos, o que as crianças aprendiam era 90% proveniente de seus pais e da escola. Agora é o contrário. É necessária uma educação sobre as redes sociais", exigia nesta semana um educador em uma mesa-redonda em Sarcelles, um subúrbio popular de Paris.


"A adolescência é uma etapa durante a qual a pessoa precisa se reafirmar e se rebelar contra o adulto, a ordem estabelecida, a sociedade, etc. As teorias alternativas são um campo de expressão formidável para eles", analisa Guillaume Brossard, co-fundador do hoaxbuster.com, um site que permite verificar a validade das informações que circulam na web.


"A explosão das redes sociais fez com que as conversas do pátio da escola ocorram agora no Twitter, Snapchat ou Instagram. Os links da internet que levam a conteúdos que os adolescentes sempre quiseram esconder de seus pais são compartilhados de forma instantânea com os smartphones", acrescenta.


Para Olivier Ertzscheid, professor de Ciência da Informação em Nantes, "os meios de comunicação institucionais, como (o jornal) Le Monde, tiveram uma resposta muito rápida nas redes sociais para rebater todos estes rumores. Sua reatividade é essencial".

Essas teorias, porém, não seduzem apenas os mais jovens, como demonstrou o caso de uma professora suspensa perto de Paris ou de agentes municipais punidos em Lille: todos eles enxergavam um complô por trás do atentado contra a Charlie Hebdo.


Em uma entrevista ao jornal russo Komsomolskaïa Pravda, o presidente de honra da Frente Nacional (extrema-direita), Jean-Marie Le Pen, julgou que o atentado levava a "assinatura dos serviços secretos", embora depois tenha negado ter feito esta afirmação.






Fonte: Band

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

CIA divulga que OVNIs eram na verdade seus aviões secretos

 Avião U2


Através de sua conta no Twitter a CIA reconheceu que os OVNIs avistados por numerosas testemunhas em meados do século passado eram realmente aviões de reconhecimento dos EUA que faziam parte de um programa secreto.


A CIA postou em sua conta no Twitter um post no qual ela reconheceu que os enigmáticos objetos avistados no céu nos anos 50 foram, na verdade, aviões de reconhecimento dos EUA U-2. “Lembra-se dos fenômenos estranhos na década de 50 no céu? Eramos nós”, dizia um tweet que se tornou o mais popular da CIA este ano.


Na mesma publicação há um anexo sobre o programa secreto de desenvolvimento dos U-2. A aeronave voou a uma altitude de 18.000 metros quando outras aeronaves civis e militares não podiam subir mais de 12.000 metros. Por isso, as autoridades militares norte-americanas começaram a receber inúmeros relatos de testemunhas que observaram objetos voadores não identificados.






Fonte: Sede Insana

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Teoria junta profecias para provar que Francisco é o "papa do fim do mundo"



Seria Francisco o último papa de todos? Isso é o que dizem algumas teorias que tem como base profecias feitas para o fim do mundo. A principal dessas visões seria a de Nostradamus, na qual o líder jesuíta é visto como “papa negro”.


A profecia diz: “A princípio, haverá doenças letais como advertência. Depois surgirão pragas, morrerão muitos animais, catástrofes acontecerão, mudanças climáticas e, finalmente, começarão as guerras e invasões do rei negro”. Quem a interpreta usa o ebola para dar início a ela, lembrando também dos fenômenos climáticos e, finalmente, as tensões militares no Oriente Médio e na Rússia.


Mas onde entra o papa nessa história? Aqueles que acreditam na teoria de que Francisco é o “papa do apocalipse” lembram da profecia de São Malaquias, que afirma que o “último papa antes do final dos tempos será o número 112 desde Celestino 2, no século 12, sob cujo mandato a cidade das sete colinas será destruída”.


A cidade das sete colinas, no caso, é Roma, local onde fica o Vaticano. E. desde a época anunciada por São Malaquias, Francisco é justamente o papa número 112. Os crentes nessas teorias ainda lembram que durante a escolha de Francisco, a luz acabou no Vaticano. Também citam o raio que atingiu a cúpula da basílica de São Pedro um dia após Bento 16 ter renunciado.




Fonte: Yahoo!

sábado, 6 de dezembro de 2014

Uma espiã chamada Coco Chanel


 
 
A grande estilista trabalhou para os serviços secretos alemães durante a ocupação de Paris. Tentou aproveitar as leis antissemitas para se apropriar das ações de seu sócio judeu.


Há gênios que escondem um lado escuro. Coco Chanel é um deles. A mulher que fundou o império que leva seu nome, que transformou a maneira de vestir de milhões de mulheres e que comercializou o perfume mais prestigioso e conhecido (o Nº5), trabalhou clandestinamente para os serviços secretos alemães durante a ocupação francesa (1940-1944). 
 
 
Um livro biográfico entre a meia centena que foi publicada sobre o perfil deste emblema da França transformou em certeza há dois anos o que era uma suspeita até então: Coco Chanel foi recrutada pela espionagem alemã. 
 
 
Nesta semana, pela primeira vez, um veículo de comunicação francês –o canal de televisão estatal France 3– averiguou as profundezas de um aspecto da história que a França prefere com frequência ignorar: o colaboracionismo de um de seus grandes mitos contemporâneos.


Quando os alemães ocuparam Paris, em maio de 1940, Coco Chanel tinha 57 anos. Na época, já era uma referência mundial no universo da moda e uma empresária de prestígio com 4.000 empregados em vários ateliês. Ela, como outras celebridades da época, fugiu, assustada, para o sul do país para retornar a Paris pouco tempo depois. 
 
 
Os alemães desejavam manter a fama da cidade como capital das artes e do entretenimento e obtiveram o retorno de Chanel, do ator Jean Gabin e da bailarina e cantora Joséphine Baker, convertida secretamente também em espiã, mas neste caso a serviço dos aliados.


Durante duas horas, o programa mensal da France 3 A sombra de uma dúvida destrinchou na última segunda-feira, em um capítulo intitulado Os artistas sob a ocupação, o destino de um bom punhado de celebridades durante a ocupação alemã. 
 
 
O de Chanel resulta especialmente doloroso. A grande estilista não só voltou para Paris como também retornou à vida luxuosa no hotel Ritz e se apaixonou por Hans Günther von Dincklage, um diplomata alemão fluente em francês e que resultou ser um recrutador nazista de espiões. Por meio dele Chanel obteve a libertação de seu sobrinho Gabriel, que sempre se suspeitou ser filho da própria estilista.


Os dados e documentos revelados no programa da emissora France 3 são incontestáveis. No início da ocupação, aproveitando as novas normas antissemitas, Coco Chanel tentou arrebatar a seu sócio, o judeu Pierre Wertheimer, a empresa Bourjois, que comercializava o Chanel Nº 5. 
 
 
Não conseguiu. Wertheimer, sabedor dos perigos que o espreitavam, tinha colocado previamente suas ações em nome de um certo Félix Amiot, que as devolveu no fim da guerra. Para apresentar uma aparência de empresa renovada, Chanel, uma mulher altiva e de escassa empatia, despediu grande parte de seu pessoal; uma vingança, na verdade, pela greve que os empregados tinham realizado meses antes.


O estilo de vida de Chanel durante os anos de ocupação sempre levantou suspeitas na sociedade francesa. Hal Vaughan, um velho jornalista norte-americano, veterano da guerra, publicou em 2012 os dados que confirmavam tão incômoda suspeita. Gabrielle Bonheur Chanel, mais conhecida como Coco Chanel, figurava nos serviços alemães como a agente F-7124. 
 
 
A France 3 recuperou agora documentos inéditos do ministério de Defesa francês, da Prefeitura de polícia e do Arquivo Nacional da França que corroboram essa versão. De fato, a viagem que Coco Chanel realizou à Espanha em 1943 foi uma tentativa de utilizar suas ligações indiretas com o então primeiro-ministro britânico Winston Churchill para tentar que Londres concordasse em assinar a paz unilateralmente com Berlim. Uma missão fracassada.


O fim da ocupação de Paris, em agosto de 1944, deu lugar, nos primeiros dias, à cruel perseguição de todo colaboracionista. Enquanto as turbas castigavam as mulheres raspando-lhes o cabelo, Coco Chanel foi detida e levada a um comitê de depuração que a interrogou durante algumas horas antes de liberá-la. Nunca mais foi incomodada. 
 
 
Ninguém investigou. Nenhum tribunal sequer interrogou a proprietária de um império da moda, a joalheira e a perfumista que mantinha esplêndidas relações com a aristocracia e a arte de todo o continente. Apesar disso, ela optou por um exílio dourado na Suíça que durou dez anos. Lá foi feita a última foto que se tem dela, datada de 1949, ao lado de seu charmoso amante alemão.


Coco Chanel voltou a Paris e retomou as luxuosas estadias no Ritz. Ali morreu a milionária, em 1971, depois de ficar doente repentinamente, deitada em sua cama, perfeitamente vestida, penteada e maquiada, aos 88 anos de idade. 
 
 
Depois disso, poucos quiseram mexer no lado mais tenebroso de sua biografia. “Você viu a repercussão do programa?”, pergunta retoricamente ao EL PAÍS o produtor executivo da Martange Production, Frédéric Lusa, responsável pelo programa, para responder: “Essa história só interessou veículos de comunicação estrangeiros”.


A sobrinha-neta de Gabrielle Bonheur Chanel, Gabrielle Palasse, filha de Gabriel -aquele que foi salvo por Hans Günther von Dincklage-, confessou uma vez publicamente que nunca se atreveu a perguntar a Coco Chanel se na verdade era neta dela. Pierre Wertheimer terminou convencendo o gênio da moda para ficar com a empresa, embora mantivesse a grande Coco como sócia criativa e cobrisse todos os seus gastos até o fim. 
 
 
Os netos de Pierre, Gerard e Alain Wertheimer, são hoje os donos do império Chanel, que tem quase 200 lojas em todo o mundo. Empresa familiar não cotada em bolsa, a Chanel é a responsável pela fortuna dos Wertheimer, avaliada recentemente pela Bloomberg em 5,6 bilhões de euros (cerca de 17,8 bilhões de reais).


Em 1983, os novos gestores contrataram o estilista Karl Lagerfeld, extravagante e genial personagem. Esta é a opinião dele sobre Coco Chanel e seu lado escuro: “A verdade não nos diz respeito. Uma lenda é uma lenda. Prefiro minha fantasia aos detalhes históricos [...]. O que importa não é a realidade, a não ser a ideia que temos das coisas e das pessoas. Para mim, Chanel é uma ideia e isso é o que eu desenvolvo”.




Fonte: El País
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