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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Novas evidências derrubam principal teoria sobre o surgimento da Lua





Desde a década de 70, acredita-se na hipótese do “Grande Impacto”, segundo a qual a Lua teria surgido a partir de um choque do protoplaneta Theia com a Terra. Esta teoria poderia explicar o tamanho da Lua, a baixa presença de ferro em suas rochas, sua distância da Terra, entre outros fatores.

A hipótese, no entanto, começou a ser colocada em dúvida em 2001, quando foi demonstrado que a composição das rochas terrestres e lunares era praticamente idêntica, achado que contradiz a teoria do Grande Impacto. 


Agora, os cientistas Kun Wang e Stein B. Jacobsen, dos EUA, publicaram um relatório que derruba de vez a ideia do Grande Impacto. Ao estudar os isótopos de potássio das rochas terrestres e lunares, eles encontraram as mesmas proporções de potássio-39 e potássio-41.

Os pesquisadores também demonstraram que as rochas lunares possuem 0,04% mais potássio-41 que as rochas terrestres, uma diferença que se deve ao fato de a Lua ser resultado da evaporação do manto da Terra após a colisão com Theia, e não uma parte do protoplaneta. 


Após o impacto violento, o corpo celeste se fundiu com a Terra, gerando uma atmosfera densa na qual foi criado o satélite. “A fusão total dessa atmosfera explica a composição idêntica de isótopos na Terra e na Lua”, explicou Wang.



Fonte: History

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Água dentro da Lua foi levada por asteroides, indica estudo

Representação artística mostra como deve ter sido o oceano de magma presente na Lua nos seus primórdios



A lua recebeu água de asteroides quando ainda estava se formando e tinha a superfície parcialmente "derretida"
 

Tem água no interior da Lua. O fato já era de conhecimento dos cientistas, mas o que eles não sabiam é como e quando o líquido foi parar lá dentro. Uma equipe de pesquisadores da França, Estados Unidos e Inglaterra descobriu que a maior parte da água encontrada em nosso satélite natural foi levada até lá por asteroides.


O estudo chegou à resposta por meio da combinação de modelos numéricos e da análise de dados de amostras lunares de estudos anteriores. Isso teria acontecido entre 4,5 e 4,3 bilhões de anos atrás. O estudo com os resultados da pesquisa foi publicado nesta terça na revista Nature Communications.


Com base em amostras de hidrogênio e nitrogênio, os autores mostram que uma classe de asteroides rica em água, conhecida como condritos carbonáceos, foi responsável pela maior parte da água no interior lunar. Os cometas representam menos de 20% do total de água da Lua.


Acredita-se que a Lua se formou de destroços gerados na colisão de um planeta do tamanho de Marte e a Terra, há cerca de 4,5 bilhões de anos. Esse material gerou um oceano de magma. A água foi para o interior da Lua ao longo de um período de 200 a 10 milhões de anos, quando esse oceano de magma lunar ainda existia.


Neste modelo, cometas e asteroides colidiram com o oceano de magma na Lua. A formação de uma "tampa", ou crosta, sobre esse oceano impediu que a água e outras substâncias voláteis escapassem.
Embora estes resultados sugiram que a maior parte da água veio de asteroides, é possível que outra parte tenha sido derivada do planeta Terra, após a "grande colisão". A ideia é sustentada pelo fato de a Lua e a Terra terem os mesmo isótopos de hidrogênio, quase como "impressões digitais".




Fonte: BOL

terça-feira, 10 de maio de 2016

Foto rara de Apollo 8 revela suposto ovni na superfície da lua



Parece que os primeiros homens a viajarem até a lua não estavam sozinhos, já que, no final das raras imagens feitas pela Apollo 8, em 1968, mostram um objeto não identificado na superfície lunar.


Segundo as informações do jornal inglês Daily Mail, a foto que mostra a silhueta do ovni é uma das únicas sobreviventes da missão. Ela veio à tona após Tyler Glockner, dono do canal Secure Team, no YouTube, recebê-la de uma pessoa que não se identificou. 


"Essa é praticamente o último registro da missão de 1968. Como vocês podem ver na foto, há algo enorme que aparece na lua", disse Tyler em um vídeo publicado por ele no domingo (8). 
 
 
"Definitivamente parece um objeto tridimensional. Ainda tem algum sombreamento nele. Isso me faz pensar que há uma boa possibilidade de que alguma coisa, ainda que brevemente, apareceu na lua", completou. A publicação já alcançou mais de 42 mil visualizações.




Fonte: Rede TV

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Tripulação da Apollo 10 escutou 'música extraterrestre' no lado oculto da Lua





A Apollo 10, quarta missão tripulada do programa homônimo americano e antecessora direta da mais famosa expedição espacial, a Apollo 11, tinha como objetivo testar o Módulo Lunar da Nasa, que seria usado por Neil Armstrong e seus colegas posteriormente.


A expedição chegou a menos de 15 km da superfície e ficou cerca de uma hora no lado oculto da Lua, abrindo caminho para que sua sucessora fizesse história ao pisar de fato no único satélite natural da Terra. 

Tudo aconteceu como planejado, entretanto, gravações descobertas 40 anos depois, divulgadas em um programa de TV norte-americano, mostram que os astronautas ouviram um barulho bizarro justamente quando estavam totalmente sem comunicação com a Terra.


As fitas, datadas de 1969, gravam a missão e tudo o que foi conversado entre os astronautas. Em um momento, porém, alguém diz ouvir um “barulho estranho, uma música de outro mundo vindo do módulo de rádio da Apollo”, segundo o programa Arquivos Inexplicados da Nasa.


“Parece algo como uma música de outro planeta”, disse um dos tripulantes na gravação. “Você ouve isso? Esse som de assovio? Whoooooooooo!”, responde outro.


Interferência de algum campo magnético é algo fora de cogitação, uma vez que não era possível captar nenhum sinal de rádio vindo da Lua.  Algum tipo de ruído interno é uma possibilidade plausível para alguns investigadores, mas, quatro décadas depois, esse mistério ainda está longe de ser resolvido.


“O pessoal da Apollo 10 estava muito acostumado com os barulhos que ouviam [para se comunicar com o Centro de Controle]”, rebate ao programa o astronauta Al Worden, integrante da missão Apollo 15. “A lógica me diz que, se algo foi gravado, algo estava lá. E a Nasa teria escondido essa informação das pessoas se quisesse.”


Música de outro mundo, sinal alienígena ou interferência mesmo? É possível que nunca saibamos o que de fato foi esse assovio no lado escuro da lua…




Fonte: Yahoo!

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Luz verde aparece na Lua e deixa astrônomos intrigados



De acordo com especialistas, por conta da distância, é quase impossível que ela seja fruto de qualquer reflexo vindo da Terra.



Fonte: Yahoo!

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Europa quer criar "aldeia lunar" para astronautas, turismo, mineração e robôs

 
 
O novo diretor-geral da Agência Espacial Europeia (ESA), o alemão Johann-Dietrich Wörner, pretende instalar um laboratório permanente para o trabalho de astronautas e robôs na Lua e que sirva de base para eventuais missões a Marte, como centro de mineração ou complexo turístico.


"Proponho ir à Lua e criar uma 'aldeia lunar', o que não significa que vai ter casas, prefeitura e igreja, mas um lugar onde os diferentes países possam aplicar suas competências através de astronautas e robôs", declarou em entrevista à Agência Efe o comandante da ESA para os próximos quatro anos, que assumiu o cargo no dia 1º de julho.


Engenheiro civil, de 60 anos, e até então representante da delegação alemã na ESA, Wörner explicou seu projeto na sede central da agência, em Paris.


"Um laboratório na própria Lua onde seja possível construir um telescópio que, aproveitando a sombra, permita uma melhor observação do que da Terra. Um lugar onde também se possa levar humanos, como ponto de ligação para chegar a Marte, além da possibilidade de se desenvolver a mineração lunar, o turismo, diversas atividades que deveríamos começar a discutir agora", analisou.


O lugar sonhado por Wörner, uma ideia que está nos planos da Nasa há anos, substituiria a Estação Espacial Internacional, laboratório que orbita ao redor da Terra desde 1998 e que representou um marco na colaboração internacional no espaço, mas cuja vida útil terminará entre 2024 e 2028.


Por enquanto, a Europa só se comprometeu a participar dessa aventura científica até 2020, então o primeiro objetivo de Wörner começa por prolongar a contribuição europeia à ISS para depois envolver a ESA na construção de uma "aldeia lunar".


"Se alguém vier com uma ideia melhor, ótimo. Mas pelo menos temos um ponto de partida", comentou Wörner, que dirige uma organização com um orçamento de 4,433 bilhões de euros para 2015, consideravelmente inferior aos 14 bilhões de euros anuais da Nasa ou aos 8,8 bilhões da russa Roscosmos.


O futuro das atividades espaciais após a ISS é apenas um dos muitos desafios de Wörner em uma área onde os projetos são muito ambiciosos, inovadores e se desenvolvem a muito longo prazo.


Um claro exemplo é a sonda Rosetta, que começou a ser projetada nos anos 80, foi aprovada em 1993, lançada em 2004 e, após dez anos viajando pelo espaço, conseguiu pousar seu módulo Philae em um cometa em novembro para colocar "a ESA nos livros de história do espaço".


"A Rosetta é um exemplo perfeito que alguns se equivocavam pensando que os cidadãos só se interessavam pelo retorno direto do investimento financeiro. As pessoas estão muito mais interessadas na ciência e na exploração espacial", disse.


Segundo o diretor-geral da agência, o entusiasmo pelo desconhecido é o que incentiva a exploração científica, com objetivos aparentemente impossíveis, mas tecnológicamente viáveis, como já foram um dia o descobrimento da América e das profundezas marinhas, ou como no futuro será a conquista do planeta vermelho.


"Tenho certeza de que nós iremos a Marte, mas não posso dizer quando. Não é como ir à Lua, onde se houver um problema, como com o Apollo 13, em dois dias você está de volta. Demora dois anos para voltar de Marte com os sistemas de propulsão utilizados hoje", comparou Wörner, que ficaria "muito contente se fosse uma mulher" a primeira a pisar no planeta vizinho.


No primeiro dia de trabalho, Wörner postou em seu blog uma mensagem aos funcionários da ESA com uma referência à ficção científica ao citar o mestre Yoda, de "Star Wars", quando o pequeno jedi verde dizia ao jovem Luke Skywalker: "Não tente. Faça, ou não faça".


"Estamos falando de um futuro muito distante. É melhor focarmos no futuro próximo, não em ir a Marte, mas em voltar à Lua", disse o engenheiro, que acredita que o ser humano não está apenas no cosmos.


Há tantos sistemas no universo que a probabilidade de estarmos sós é muito pequena, argumentou. Segundo ele, "o problema são as distâncias, por exemplo, de bilhões de anos para que um sinal de rádio chegue a um ponto. Talvez no futuro tenhamos tecnologias melhores, como a nave Enterprise de Star Trek", brincou.


"A possibilidade de haver vida é muito evidente, mas nós não a conheceremos", concluiu o sucessor do ex-astronauta francês Jean-Jacques Dordain no comando geral da ESA.
 





Fonte: BOL

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Conheça Cruithne 3753, a outra lua da Terra

 
A lua não é o único satélite natural da Terra. Aqui está o que você precisa saber sobre Cruithne 3753, a outra lua da Terra
 
 

Todos conhecemos e amamos a lua e estamos tão certos de que apenas tema uma que nem sequer lhe demos um nome específico. Chamamos-lhe apenas Lua.
 
Mas na verdade a Lua não é o único satélite natural do nosso planeta. Em 1997, astrónomos descobriram que um outro corpo, Cruithne 3753, é um satélite quase-orbital da Terra.
 
Isto significa simplesmente que Cruithne não gira em torno da Terra numa bela elipse, da mesma forma que a lua, ou mesmo os satélites artificiais que colocamos em órbita. Em vez disso, Cruithne vagueia ao redor do sistema solar interno numa órbita chamada "ferradura".
 

Orbita estranha de Cruithne 3753

 

Para ajudar a entender por que ele é chamada uma órbita ferradura, vamos imaginar que estamos a olhar para o sistema solar, a girar ao mesmo ritmo que a Terra gira em torno do sol. Do nosso ponto de vista, a Terra parece parada. Um corpo numa órbita ferradura simples ao redor da Terra move-se em direção a ela, e então vira-se e afasta-se.
 
Assim que se move para longe começa a aproximar-se da Terra a partir do outro lado, e então vira-se e afasta-se novamente. De facto, as órbitas ferradura são realmente muito comuns para luas do sistema solar. Por exemplo Saturno tem um par de luas nesta configuração. Veja em seguida um video que demonstra como funciona essa órbita.
 
 
 
O que é único sobre Cruithne é a forma como ele oscila ao longo da sua ferradura. Se você olhar para o movimento de Cruithne no sistema solar, faz um anel estranho em torno da órbita da Terra, balançando de forma tão elevada que entra nas órbitas de Vénus e Marte. Cruithne orbita o Sol uma vez por ano, mas leva cerca de 800 anos a completar esta forma de anel estranho em torno da órbita da Terra. Veja em seguida outro vídeo.
 
  

Assim Cruithne é a nossa segunda lua. Mas como poderá isso ser? Bem, na realidade não sabemos. Tem apenas cerca de cinco quilómetros de diâmetro, não sendo muito diferente das dimensões do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, que atualmente é palco da sonda Rosetta e do lander Philae.
 
A gravidade superficial de 67P é muito fraca - andar num ritmo animado é provavelmente o suficiente para colocá-lo no espaço mais amplo. É por isso que foi tão crucial à Philae ser capaz de usar os seus arpões para se prender à superfície, e o seu fracasso fez com que o lander saltasse para longe de seu local de aterragem.
 
Apesar de pequena, se Cruthin atingisse a Terra, daria origem a um evento de extinção, semelhante ao que se se acredita ter ocorrido no final do período Cretáceo. Felizmente não nos vai atingir em breve - a sua órbita está inclinada para fora do plano do sistema solar, e os astrofísicos têm demonstrado através de simulações que, embora possa chegar perto, é extremamente improvável que nos atinja.
 
O ponto em que está previsto chegar mais próximo fica a cerca de 2.750 anos de distância. Cruithne deverá submeter-se a um encontro bastante próximo com Vénus daqui a cerca de 8.000 anos. Ainda assim há uma boa chance que isso acabe com a nossa segunda lua, lançando-a para fora do caminho da família Terráquea.
 

Cruithne não é a única

 

A história não termina aí. Como um bom lar adotivo, a Terra é mãe para muitos caroços rebeldes de rocha à procura de um poço gravitacional para ficar por perto. Os astrônomos têm realmente detectado vários outros satélites quase-orbitais que pertencem à Terra, todos aqui por algum tempo antes de rumarem a novas pastagens.
 
Então o que podemos aprender sobre o sistema solar com Cruithne? Bastante. Como muitos outros asteróides e cometas, contém provas periciais sobre como os planetas se formam. A sua órbita excêntrica é um campo de testes ideal para a nossa compreensão de como o sistema solar evolui sob gravidade.
 
 
 
 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Imagens da Nasa revelam lado oculto da Lua





 
 
Um mapeamento de cinco anos de duração da Nasa revela mais detalhes da face oculta da Lua.


Imagens feitas pela espaçonave-robô Orbitador de Reconhecimento Lunar deram origem a um vídeo divulgado nesta semana pela agência espacial americana.


O lado da Lua que não pode ser visto a partir da Terra abriga uma região acidentada chamada de bacia do Polo Sul-Aitken, resultado de um dos maiores e mais antigos impactos conhecidos no Sistema Solar.
 





Fonte: BOL

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Lado escuro da Lua poderá ser habitado futuramente







O lado escuro da Lua (e o mais distante da Terra) poderá ser habitado futuramente, segundo acredita a Agência Espacial Europeia (ESA). 



Em um vídeo divulgado pela agência, chamado “Destino: Lua”, são revelados os planos para fazer do local hostil, um possível lar para robôs e humanos no futuro. As informações são do Daily Mail.


“A Lua poderá se tornar o lugar onde as nações do mundo poderão estar juntas no entendimento de nossas origens comuns, na construção de um futuro, e no compartilhamento da jornada para além”, diz o vídeo.


O lado mais claro do satélite parece ter alguns recursos abundantes, como no local onde fica o “homem da lua”, que, na verdade, podem ser rastros de basalto – um assunto que vem sendo discutido entre os cientistas. 


Já no lado escuro, não parece haver tal reserva. Apesar disso, a ESA aposta na possível presença de água em solo lunar, que tornaria possível, inclusive, a exploração de oxigênio e hidrogênio para a fabricação de combustível para foguetes.


“Isso poderia impulsionar-nos ainda mais para o sistema solar e para o próximo destino de nossa jornada para o cosmos. As missões futuras também poderiam usar o lado mais distante da Lua como um escudo contra os sinais de rádio vindo da Terra, a fim de olhar mais longe no espaço”, revela a agência.


Nesta área lunar, mais distante da Terra, há uma enorme cratera (que ocupa um quarto da área do satélite natural) que “vive no escuro”. 


Porém, nos picos desse buraco de milhares de quilômetros, existem espécies de montanhas, que poderiam ser usados para a moradia de robôs e humanos, devido à luz solar que bate ali e, também, à vista incrível.





Fonte: Terra

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

NASA teria ocultado descoberta de ruínas na Lua – Parte 2

 Restos de uma civilização ou meros acidentes naturais?


 Centenas de relevos como este representado na imagem dão espaço para muitas especulações


 Um caminho ou o rastro de um meteorito?


Muitos ex-funcionários da NASA difundiram que, durante o programa Apollo, foram descobertas ruínas de edifícios milenares sobre solo lunar. Seria apenas uma mentira com fins comerciais? Ou uma evidência de que não estamos sozinhos no universo? Por que o homem nunca mais voltou à Lua?


Quando a Apollo 17 começou sua viagem de retorno, a superfície lunar caiu novamente em completo esquecimento. A partir de dezembro de 1972, nenhum ser humano voltou a pisar novamente na Lua. A agência espacial dos EUA (NASA) argumentou que a falta de fundos para novas expedições impede a criação de novos programas.


Algumas pessoas, no entanto, como o jornalista espanhol Juan José Benítez, acreditam que a verdadeira razão pela qual o homem nunca voltou à Lua é cheia de nuances muito mais obscuras do que a história oficial. “Desde dezembro de 72 já se passaram 30 anos (…) Por que eles nunca mais voltaram à Lua?”, pergunta J. J. Benítez no final de seu documentário “Red Blackbird”.


Em um relatório controverso e duvidoso, Benítez apresenta uma série de argumentos afirmando que a NASA teria visitado a Lua com uma missão militar específica, e cuja fase final teria sido concluída com o retorno da última Apollo. Benítez ressaltou que seus informantes, denominados secretamente “Red Blackbirds”, fizeram parte do lado mais sombrio do projeto responsável por colocar o homem no espaço.


Em um programa transmitido pela TV espanhola, em 11 de janeiro de 2004, Benítez revelou um vídeo em que os astronautas Neil Armstrong e Buzz Aldrin são analisados dentro de uma estrutura de hangar com o teto desmoronando. Quando foi descoberto que o filme tinha sido feito por um estúdio basco de gravação, Benítez argumentou que o vídeo era a simulação de uma fita real que um de seus informantes mantia em segredo.


A teoria extraordinária de José Benítez poderia ser considerada uma imaginação descontrolada, se não fosse pelo fato de que a mesma versão da história, por mais de uma vez, foi reafirmada por ex-funcionários da NASA que trabalharam para a agência durante as missões lunares. A corrida espacial, segundo Beniíez, foi denominada “corrida espacial”, mas foi impulsionada por algo maior do que a luta feroz entre as potências mundiais.


“Soviéticos e aliados mentiram na hora de justificar aquela louca corrida para o espaço. Tudo começou na década de 40. Naquela época, os numerosos casos de contatos visuais e registros de OVNIs em todo mundo, colocaram em alerta máximo os militares soviéticos e aliados. Para eles estava claro: aqueles objetos pertenciam a civilizações não humanas, civilizações muito mais avançadas que a nossa, e que o mundo nunca conheceu, nem poderia supor [sua existência]. Aqueles milhares de contatos foram a grande razão para os militares aumentarem bruscamente a corrida armamentista.”


“Desde os anos 50, tanto os EUA como a ex-URSS elaboraram planos específicos para pisar no satélite natural e estabelecer bases que, segundo eles, possibilitariam controlar e combater a presença destas aeronaves espaciais não-humanas”. Os resultados da Apollo 11 foram omitidos? Segundos antes do Módulo “Eagle” da missão Apollo 11 entrar em contato com a superfície lunar em 1969, os diversos jornalistas localizados no saguão de imagens foi expulso por alguns minutos sem qualquer explicação.


O correspondente da Televisão Espanhola, Santiago Vazquez, em uma entrevista para o programa Cuarto Milenio resume o evento: “Nos ‘convidaram’ para sair daquele pequeno quarto. Notei que havia uma certa pressa para sairmos logo. (…) A grande questão que tenho para esta noite é: O que aconteceu nesses 4 ou 5 minutos, e por que tivemos que sair de lá? Alguns monitores mostravam a nave avançando bem próxima à superfície”, lembra Vazquez . “E antes que a nave pousasse, cortaram o sinal. Quando voltou, a nave já estava pousada sobre a Lua.”


O episódio narrado por Vázquez relembra um anterior, ocorrido em abril de 1972, quando o sinal foi subitamente interrompido depois de que um astronauta da missão Apollo 16, parado na borda de uma cratera, pronunciou as palavras “Eles estão lá novamente”.


A NASA justificaria o episódio, mais tarde, dizendo que o astronauta estava se referindo a um vazamento de gás no solo lunar. De acordo com Alan Davis, que era chefe de telecomunicações na ilha de Antígua durante o primeiro pouso na Lua, em 21 de julho, um atraso de 10 segundos na transmissão para a base de Houston permitiu que a NASA ocultasse imagens de um edifício milenar localizado sobre uma planície empoeirada.


A descrição de Davis coincide perfeitamente com a estrutura de hangar mencionada por J. J. Benítez, deduzindo-se que o perito foi um dos dois informantes que o escritor se refere como “Red Blackbirds”. Alan Davis também reconheceu que a NASA manteve os restos destas ruínas, e revelou uma conversa curiosa, em que Neil Armstrong disse que sentiu a presença de “mais alguém” na superfície lunar. Uma estranha sensação de estar sendo observado, mas não sabia por quem.


No início dos anos 60, um grupo de especialistas em questões jurídicas e sociais elaborou para a NASA um relatório controverso, chamado de relatório Brookings, recomendando que a agência não divulgasse informações sobre a possível descoberta de vida extraterrestre inteligente. O chamado “Brookings Report” alertou para as potenciais consequências econômicas e sociais de tal revelação.


Para muitos adeptos da teoria das ruínas, este relatório público foi o disfarce legal perfeito para que a agência espacial pudesse ocultar grande parte das informações obtidas nas missões sucessivas. O que aconteceu com as supostas ruínas? O destino final das ruínas, se é que as mesmas existiram, permanece um mistério que apenas J. J. Benítez ousa encarar.


De acordo com o escritor, esses prédios antigos foram vítimas do mesmo sigilo impulsionou a realização da missão Apollo. As ruínas teriam sido violadas por  “armas nucleares táticas” depois de serem filmadas uma última pela tripulação da Apollo 17.


“Os militares norte-americanos não admitiram [as ruínas]; estas estruturas poderiam causar o caos na Terra”, disse Benitez em “Red Blackbird”.


Segundo o jornalista, a contaminação radioativa dessas explosões seria uma das razões pelas quais a ambição de viajar para a Lua foi deixada de lado há mais de trinta anos.




Fonte: Epoch Times

terça-feira, 11 de novembro de 2014

NASA ocultou descoberta de edificações na Lua, afirmam ex-funcionários


 Astronauta Edgar D. Mitchel na missão Apollo 14, em fevereiro de 1971 (AFP/Getty Images)
 
 
Ex-funcionários da NASA afirmam terem visto e possuírem evidências de que as missões da Apolo tinham o propósito concreto de estudar edificações fotografadas por sondas não tripuladas.
 
 
“Edifícios em ruínas; prédios na superfície da lua; edifícios aparentemente muito antigos. Porém, quem os construiu? Nós, os humanos? Obviamente não. Só se chegava a uma conclusão: Esta era uma obra de uma civilização não humana”.  Juan José Benitez – jornalista investigativo espanhol (do programa de televisão “Planeta Encantado”)


Pouco depois do módulo “Eagle” pousar na superfície da lua em julho de 1969, a frequência cardíaca de Neil Amstrong acelerou à 160 pulsações por minuto. Segundo a NASA, o coração do astronauta estava acelerado devido à coleta de pedras para o módulo lunar.


Porém, depois de quatro décadas do primeiro pouso na lua, outra versão questiona a verdadeira origem da excitação que os astronautas sofreram na missão Apolo. Uma versão muito mais obscura afirmou: “Não foi o insignificante peso das rochas que excitou o coração de Amstrong, e sim a visão daquele edifício”, assegura o escritor J.J. Benitez na série de televisão “Planeta Encantado”.


Segundo Benitez, o verdadeiro motivo das missões “Apolo” consistia em documentar, da melhor forma possível, certas construções que haviam sido fotografadas por satélites americanos não tripulados. “Tudo estava minuciosamente programado”, relatou o investigador.


Desde que a Apolo 11 regressou de sua titânica proeza, muitos funcionários de alta patente, responsáveis pelas missões lunares, insinuaram a existência de uma descoberta de magnitude espetacular, a qual foi omitida pela agência espacial norte americana à imprensa internacional.


“Nossos astronautas observaram ruínas de cidades lunares, pirâmides transparentes, cúpulas e Deus sabe mais o que”, contou o ex-assessor científico da Apolo 11, Richard Hoagland.


“Os astronautas também trouxeram alguns produtos artificiais, cujas tecnologias já foram utilizadas pelos Estados Unidos, Rússia, China, Índia e Japão” disse Hoagland. “Os americanos trouxeram para a Terra um segredo surpreendente descoberto durante a permanência dos astronautas na Lua, e mantiveram este segredo de forma confidencial durante muitos anos”.


O jornalista espanhol Pepe Ortiz confessou que o ex-chefe de telecomunicações da Apolo 11, o engenheiro americano Alan Davis, também havia comentado sobre os supostos materiais selenitas referidos por Hoagland.  “A NASA possui restos dessas ruínas, os quais já foram analisados”, assegurou Ortiz no programa de televisão Quarto Milênio.



20 de julho de 1969: O que nunca foi visto



A base coordenada pelo engenheiro Alan Davis, situada nas ilhas de Antigua, era responsável por retransmitir o sinal proveniente da Apolo 11 para a base de Houston, nos EUA. 


A existência de um atraso de 10 segundos na retransmissão, permitia à Davis cortar o sinal ante qualquer eventualidade, antes que esta chegasse à tela da TV de milhões de pessoas ao redor do mundo. Em poucas palavras, absolutamente tudo o que a NASA quis omitir durante a viagem da Apolo 11, não chegou aos olhos dos telespectadores.


Os segundos de atraso com a base de Houston foram efetivamente aproveitados quando Davis decidiu censurar a transmissão do sinal depois que aquelas instalações em ruína apareceram na tela de seu monitor. Desta forma, a verdadeira finalidade da missão Apolo 11 iria ficar oculta da opinião pública durante quase quatro décadas.


No entanto, aquela informação valiosa acabou saindo das mãos de muitos dos maiores personagens envolvidos no encobrimento. Em particular, o próprio Alan Davis, que depois de sua aposentadoria decidiu passar os últimos dias de sua vida na Espanha, acabou se convertendo em uma das peças chave para revelar o segredo espacial.


“Poderia ser uma civilização que vivia na Lua” narrava Davis, muitos anos depois do 20 de julho de 1969. “Havia ruínas que não podiam ser simplesmente uma rocha em cima da outra; havia lacunas que podiam ser janelas ou portas. Havia vários tipos de portais. Uns começando ao nível de um metro de altura, os quais podiam ser janelas, e outros mais largos ao nível da terra e podiam ser portas”.



As fotos da polêmica


Ken Johnston, ex-diretor da Seção de Conservação de Fotos do Laboratório da NASA, foi outra pessoa que sacudiu a comunidade científica quando declarou abertamente que muitas fotos da missão Apolo haviam sido alteradas antes de sua publicação, e que muitas outras foram destruídas.


Segundo Johnston, em muitas delas é possível observar claramente como certos monólitos e outras construções foram apagadas das fotografias de forma desajeitada com uma lâmina e um aerógrafo. Muitas também foram submetidas a um tratamento que ironicamente foi apelidado como “Photoshop” daquele tempo.


Em diversas outras imagens, mediante o uso de software gráfico, centenas de aficionados acreditam poder “recuperar” visualmente as estruturas que foram apagadas antes da NASA difundir as fotos.


Richard Hoagland, assessor científico durante o programa Apolo, fez incisão sobre os múltiplos “arco-íris” que aparecem nas imagens lunares. De acordo com Hoagland, este efeito é causado por cúpulas de cristal refletidas sobre o satélite, todas pertencentes a uma civilização extraterrestre desconhecida.


“Na Lua não há água, não há atmosfera, e não há impurezas que se depositam no cristal que podem tornar as estruturas frágeis. Então, isto torna o cristal um material estrutural” disse Hoagland. “Quando construções de cristal são erguidas na Lua, são 20 vezes mais fortes que o aço”.


Outro personagem chave na polêmica de imagens, seria o sargento da Força Aérea dos EUA, Karl Wolfe, o qual foi designado para uma base na Virginia para trabalhar como arquivista de fotografias obtidas da órbita lunar.

 
Segundo Wolfe, enquanto trabalhava na base, teve a oportunidade de apreciar muitas imagens controversas referentes ao lado escuro da Lua. “(Pude ver) Figuras geométricas, torres, construções esféricas muito altas e estruturas parecidas a pratos de radar, porém de proporções colossais”.
 
 
 
 

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Cientistas afirmam que lava criou figura humana na Lua







Uma bacia lunar escura que, vista da Terra, produz a imagem de uma figura humana, também conhecida como "homem na Lua", foi criada por um jato de lava e não pela colisão de um asteroide, afirmaram astrônomos na quarta-feira.


Chamada de Oceanus Procellarum - o "oceano das tormentas", como é conhecida pelos observadores dos céus -, a vasta bacia tem quase 3.000 quilômetros de diâmetro.


Até agora, a principal teoria para explicar este traço extraordinário é que ele teria surgido quando uma rocha espacial maciça colidiu com a Lua nas origens do satélite natural da Terra.


Mas um estudo publicado na revista científica Nature oferece evidências de que uma erupção vulcânica teria criado a mancha que cobre um quinto da face visível da Lua.


Segundo o artigo, ao analisar dados de uma missão da Nasa, astrônomos descobriram remanescências de antigas fendas na crosta lunar, que no passado formaram um "sistema de bombeamento de magma".


Este sistema inundou a região com lava há entre 3 e 4 bilhões de anos. Com o tempo, a lava se solidificou para criar a rocha basáltica escura atualmente visível da Terra.


As fendas ficaram evidentes depois de uma missão de 2012, denominada GRAIL, que enviou duas sondas, uma seguindo a outra ao redor da Lua.


À medida que a nave principal sobrevoava uma região com crosta mais fina ou mais espessa, o empuxo gravitacional sobre ela mudava e esta alterava por um curto período sua distância em relação à sonda que a seguia.


Ao medir o movimento sanfona entre as duas sondas, os cientistas conseguiram mapear diferenças na crosta lunar.


Esse mapa mostrou que a margem da região Procellarum tem a forma de um polígono, com extremidades que se unem em um ângulo de 120 graus.


Esta é a assinatura da contração por material fundido e que se resfriou e cristalizou, enquanto o impacto de um asteroide teria criado uma cratera circular ou elíptica, acreditam os cientistas.


Ainda não está claro, no entanto, porque a erupção de lava aconteceu, afirmou Maria Zuber, professora de Geofísica do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
 
 
 
 
 
Fonte: Yahoo!

sábado, 7 de junho de 2014

Novas evidências reforçam que Lua se originou de colisão da Terra



Cientistas alemães disseram na quinta-feira que as amostras lunares coletadas nas décadas de 1960 e 1970 mostram novas evidências de que a Lua se formou quando a jovem Terra colidiu com outro corpo celeste.


Os pesquisadores chamam de "A Hipótese do enorme Impacto" o suposto ocorrido, segundo o qual a Lua foi criada quando a Terra bateu com um corpo chamado Theia há 4,5 bilhões de anos.


A maioria dos especialistas apoia esta hipótese, mas eles dizem que a única forma de confirmar que tal impacto ocorreu é estudando as proporções de isótopos de oxigênio, titânio, silício e outros componentes nos dois corpos celestes.


Até agora, os cientistas que estudavam as amostras lunares que chegaram da Terra em meteoritos descobriram que a Terra e a Lua têm uma composição muito similar.


Mas agora, ao estudar as amostras coletadas da superfície lunar pela equipe da Nasa das missões Apolo 11, 12 e 16 e compará-las com técnicas científicas mais avançadas, os cientistas descobriram algo novo.


"Puderam detectar uma leve, mas claramente maior, composição do isótopo de oxigênio nas amostras lunares", destaca o estudo publicado na revista especializada Science. "Esta mínima diferença apoia a hipótese do enorme impacto na formação da Lua".


Segundo modelos que recriaram esta colisão em um nível teórico, a Lua era formada por elementos de Theia em 70% a 90%, e elementos terrestres em 10% a 30%.


Mas agora os pesquisadores revisaram para cima o papel do nosso planeta na composição do seu satélite: a Lua pode ser uma mistura 50/50 de restos da Terra e de Theia. No entanto, faltam mais estudos para confirmar esta versão.


"Agora podemos estar razoavelmente seguros de que a enorme colisão ocorreu", disse o autor principal do estudo, Daniel Herwartz, da universidade Georg-August de Gottingen, na Alemanha.




Fonte: Yahoo!

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Eclipse lunar da próxima semana será a primeira de quatro "luas de sangue"



Na madrugada da próxima terça-feira o continente americano poderá observar um eclipse lunar, o primeiro de uma tétrade de "luas de sangue" que ocorrerá aproximadamente a cada seis meses e que se repetirá apenas sete vezes neste século, informou nesta quarta-feira a Nasa.


Os eclipses totais da Lua, quando o satélite cruza o cone de sombra da Terra, são pouco frequentes e o último ocorreu em 10 de dezembro de 2011.


A última vez que aconteceu uma série de quatro eclipses lunares totais ocorreu entre 2003 e 2004.


O fenômeno esteve rodeado ao longo da história de muitas superstições e referências a profecias sobre desastres naturais de grande magnitude.


A agência aeroespacial americana explicou que o eclipse começará no dia 15 de abril às 8h (horário GMT, 5h de Brasília) quando a beira da Lua ingressar no centro da sombra da Terra, que é de cor âmbar.


É durante esse período que a Lua é vista da Terra com uma cor avermelhada causada pela luz do Sol e matizada por sua passagem através da atmosfera terrestre, algo similar à coloração que adquire a luz solar nos crepúsculos.


A totalidade do eclipse vai acontecer durante um período de 78 minutos que começará aproximadamente uma hora mais tarde e, se as condições meteorológicas permitirem, o fenômeno poderá ser observado em quase todo o continente americano. 
 
 
 
Fonte: Yahoo!

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Cientistas determinam idade da Lua; ela é mais jovem do que calculavam

 
 
A Lua pode ter se formado cerca de 95 milhões de anos depois do nascimento do Sistema Solar, cerca de 70 milhões de anos mais tarde do que alguns cientistas anteriormente previam. 
 
 
Mesmo com uma margem de erro que parece grande para olhos leigos, de 32 milhões de anos, esta é uma datação mais precisa até agora, o que faz nosso satélite ter cerca de 4,47 bilhões de anos, segundo artigo publicado na versão online da revista Nature, nesta quarta-feira (2).


Pesquisadores chegaram à data ao combinar simulações do início do Sistema Solar com a abundância de elementos que se atraem pelo ferro na crosta da Terra, que devem ter chegado após a colisão que formou a Lua.


A equipe de pesquisadores da França, Alemanha e Estados Unidos simulou o crescimento dos planetas terrestres ( Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) a partir de um disco que continha milhares de blocos planetários orbitando o Sol. 
 
 
Ao analisar o histórico de crescimento dos planetas como a Terra em 259 simulações, os cientistas descobriram uma relação entre a data na qual a Terra foi impactada por um objeto do tamanho de Marte que criou a Lua e a quantidade de material adicionado à Terra após esse impacto.


Assim, colocando na simulação de computador detalhes sobre a massa do material adicionado à Terra após a formação da Lua, os pesquisadores conseguiram fazer com que a relação funcionasse como um relógio, indicando a data da criação da Lua.


Este seria então o primeiro "relógio geológico" da história do Sistema Solar que não depende de medições e interpretações do decaimento radioativo de núcleos atômicos para determinar a idade.


"Nós estávamos animados para encontrar um 'relógio' para o tempo de formação da Lua que não dependesse de métodos de datação radiométrica. Essa correlação apenas saltou das simulações e foi confirmada em cada simulação antiga que nós olhávamos", diz o líder do estudo Seth Jacobson.


Outros cientistas já tinham demonstrado que a abundância no manto terrestre de elementos altamente siderófilos, que são elementos atômicos que preferem ser quimicamente associado ao ferro, é diretamente proporcional à massa acrescida à Terra após o impacto que formou a Lua.


"Este resultado é emocionante porque nas mesmas simulações que podem formar Marte em apenas 2 a 5 milhão anos, também podem formar a Lua em 100 milhões de anos. Estes prazos muito diferentes têm sido muito difíceis de capturar em simulações", diz Kevin Walsh, outro autor da pesquisa.


Além de detalhar a início da formação do Sistema Solar, o novo modelo ajuda os pesquisadores a resolver problemas em outras técnicas de datação que dependem de relógios radiométricos.



Fonte: BOL

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Astrônomo grava impacto de asteroide contra a Lua



Um astrônomo espanhol observou ao vivo a colisão de um asteroide do tamanho de uma geladeira com a Lua, um fenômeno pouco frequente, e conseguiu ainda gravar e analisar.


José María Madiedo, professor da Universidade de Huelva, observou no dia 11 de setembro de 2013 um potente clarão no Mare Nubium, uma cratera lunar repleta de lava solidificada.


A Royal Astronomical Society (RAS) britânica, que informa sobre o ocorrido em sua revista mensal, indicou que o evento de oito segundos de duração foi tão luminoso quanto a estrela polar, razão pela qual poderia ter sido visto a partir da Terra sem a necessidade de telescópios.


"Neste momento, percebi que havia presenciado um acontecimento pouco frequente e extraordinário", destacou Madiedo, cujos vídeos podem ser vistos na internet.


O asteroide, de 60 cm a 1,40 m de diâmetro, pesava 400 kg e viajava a uma velocidade de 60.000 km/h quando colidiu com a superfície lunar.


A rocha se vaporizou instantaneamente no momento do impacto, criando uma cratera de 40 metros de diâmetro e um intenso calor, causa do clarão observado da Terra.


Veja simulação com legenda em inglês





Fonte: UOL

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Objeto estranho é encontrado na Lua a partir do Google Moon




Será que se trata de uma base extraterrestre instalada no nosso satélite? Confira a matéria e descubra a explicação de um especialista para o fenômeno.


Com o auxílio do Google Moon, ferramenta disponibilizada pelo Google que permite analisar com mais detalhes a superfície da Lua, o usuário wowforreeel postou um vídeo no YouTube que intrigou cientistas, astrônomos e o público em geral. O vídeo já soma quase 1,5 milhões de visualizações desde que foi postado no dia 15 de janeiro.


Ao conferir o lado escuro do satélite, o usuário encontrou um objeto estranho dentro de uma cratera da Lua. O que chamou a atenção dele foi o fato do objeto ter um formato triangular (com um ângulo de 90° perfeito) e sete pontos simetricamente dispostos que parecem ser luzes.


Fazendo as devidas medições, chegou-se a conclusão de que o objeto teria 128 x 152 metros e estaria localizado em uma região conhecida como Mare Moscoviense. As coordenadas que identificam o objeto na superfície da Lua são 22°42`38.46"N e 142°34`44.52"E.


Logicamente, a notícia se espalhou rapidamente e os internautas começaram a dar palpites em busca de uma explicação para o misterioso objeto.


Alguns disseram se tratar de uma espaçonave alienígena, outros apostaram que era uma base construída pelos extraterrestres para estudar a Terra e houve ainda quem imaginasse que o objeto era uma base espacial extremamente secreta construída pelos homens.



Uma possível explicação


Com as coordenadas informadas pelo autor do vídeo, o pessoal do Huffington Post resolveu conferir pessoalmente o Google Moon. Surpreendentemente, o que eles encontraram foram novas estruturas, não tão simétricas, mas bastante semelhantes ao objeto identificado por wowforreeel.


Para tentar desvendar o mistério acerca do objeto, a equipe entrou em contato com Marc Dantonio, diretor de análise de vídeo e foto da Mutual UFO Network, que declarou o seguinte:


“Olhando para isso [a imagem original], eu suspeito que seja uma sobreposição do Google Moon. A sobreposição é uma falha fotográfica que ocorre devido ao processo pelo qual muitas fotos são alinhadas e colocadas em camadas para formar um grande mosaico de imagens. O Google Moon, o Google Earth, o Google Mars, assim como o Google Sky, por exemplo, são compostos de dezenas de milhares de imagens que estão alinhadas da melhor maneira possível, cobrindo a superfície esférica do ‘planeta’, seja a Terra ou a Lua”.


Além disso, o especialista – cuja empresa cria imagens e modelos para o exército americano – lembra que muitas vezes essas fotografias são capturadas com equipamentos diferentes, o que acaba exigindo que elas sejam redimensionadas ou matematicamente projetadas para que se encaixem em imagens provenientes de outras fontes.


A justificativa do especialista faz sentido, mas é muito menos empolgante do que a possibilidade de estarmos sendo observados da Lua. E você, leitor? Prefere acreditar na explicação do profissional ou acredita que os aliens estão realmente se organizando?



Fonte: Megacurioso

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Nave chinesa consegue primeiro pouso controlado na Lua em 37 anos





A sonda não tripulada chinesa Chang E3 pousou no sábado na cratera lunar Sinus Iridum, o que transforma o país asiático no terceiro, após Estados Unidos e União Soviética, a conseguir uma alunissagem controlada, 37 anos e quatro meses depois da anterior.


O último pouso controlado de uma nave na Lua foi a da sonda soviética Luna 24, da extinta União Soviética, no dia 18 de agosto de 1976.


A Chang E3, lançado da base aérea de Xichang no último dia 2 de dezembro, e que orbitava a uma velocidade de 1,7 quilômetros por segundo, começou a desacelerar quando se encontrava a 15 quilômetros da superfície lunar e pousou com sucesso às 11h12 (de Brasília).


A manobra, que foi retransmitida ao vivo por vários canais da televisão estatal chinesa, durou 12 minutos, nos quais o aparelho desceu descrevendo uma parábola até que se situou a cerca de 100 metros da superfície do satélite, momento no qual planou suavemente até pousar, quase sem levantar poeira lunar.


Durante sua aproximação à Lua, a Chang E3 (batizada em honra a uma deusa que segundo lendas chinesas vive na Lua) ofereceu imagens muito nítidas da superfície lunar, ajudada pela ausência de atmosfera e por encontrar-se na face iluminada do satélite.


Os encarregados do programa espacial chinês escolheram a Sinus Iridum devido a sua superfície plana, que facilitará o desenvolvimento das comunicações e que o robô espacial receba luz solar suficiente para suas baterias, e também por se tratar de uma área da Lua ainda não explorada.


Poucos minutos após pousar na Lua, a Chang E3 posicionou painéis solares a fim de acumular a energia necessária para, em algumas horas, poder liberar na superfície o robô móvel Yutu.


Se esta segunda manobra tiver êxito, a China alcançará outro marco, já que o único país que até agora posicionou robôs móveis na Lua foi também a União Soviética, e a última vez que conseguiu isso foi há 40 anos.


A China, que por outra parte alcança hoje o primeiro pouso extraterrestre de sua história, lançou sua primeira sonda lunar, a Chang E1, em 2007, e a segunda, a Chang E2, em 2010.


O país asiático tenta a longo prazo levar astronautas ao satélite terrestre, e, embora ainda não haja uma data fixada para isso, espera-se que seja por volta de 2020, época na qual a China também espera ter uma base espacial permanente orbitando a Terra.


Antes, a China planeja o envio de uma quarta sonda lunar em 2015 e outra em 2017, esta com a missão de ser a primeira capaz de retornar à Terra, em claros preparativos para uma missão tripulada em um futuro mais distante.


Os EUA são o único país que conseguiu enviar astronautas à Lua, a primeira vez em julho de 1969 (Apolo 11) e a mais recente em dezembro de 1972, com a 17ª e última missão do programa Apolo.


Nos anos 80 Washington e Moscou abandonaram totalmente os voos lunares, e embora tenham sido retomados nos 90 (década na qual o Japão se uniu à corrida da exploração lunar), todas as sondas enviadas desde então não realizaram alunissagens suaves, mas impactaram contra a Lua.


"Frente à corrida espacial do século passado entre os EUA e a antiga União Soviética, o retorno à Lua atual se baseia mais em curiosidade e ânimo de explorar o universo desconhecido", opinou hoje o engenheiro Sun Haixian, subdiretor do programa chinês de exploração lunar, citado pela agência oficial "Xinhua".


O êxito conseguido pela China, que com seu programa espacial procura demonstrar que pode competir com tradicionais potências tecnológicas após décadas de subdesenvolvimento e isolamento internacional, acontece dez anos depois que o país asiático lançou ao espaço seu primeiro astronauta, Yang Liwei.
 
 
 
Fonte: Yahoo!
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