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quinta-feira, 2 de março de 2017

Bruxas levantam-se contra Trump num ritual de “magia de resistência”



A oposição a Donald Trump chegou ao mundo dos espíritos! Foi criado um movimento que reúne bruxas e feiticeiros numa “magia de resistência” universal para tentar afastar o presidente dos Estados Unidos do seu posto. 


Adeptos e praticantes de feitiçaria reuniram-se, pela primeira vez, no passado dia 24 de Fevereiro, num ritual de bruxaria que tem por objetivo afastar Trump da Casa Branca. 


Este primeiro ritual, realizado à meia-noite, foi o pontapé de partida deste movimento que inclui a entoação de encantamentos e o queimar de uma fotografia do Presidente com uma vela.


Não se sabe quem teve a ideia de criar esta “magia de resistência”, mas o escritor Michael M. Hughes, que escreve sobre temas como o paranormal, extraterrestres, Tarot, magia e esoterismo, tem sido o rosto da iniciativa. 


No seu blogue, o autor, que se assume como um “pensador mágico”, explica alguns detalhes do ritual, nomeadamente um texto intitulado “Um feitiço para amarrar Donald Trump e todos os que o apoiam” e que inclui a seguinte frase: “Chamo-te para amarrar Donald Trump para que os seus trabalhos malignos possam falhar completamente, para que ele não possa fazer mal a nenhuma alma humana, nem a nenhuma árvore, animal, pedra, riacho ou mar”. 


No Facebook, foi também criado um grupo que apela à prática desta “resistência mágica”, notando que o “ritual de ligação em massa” deve ser realizado à meia-noite, “em cada Quarto Minguante da Lua, até Donald Trump ser removido do posto”. 


Pelas redes sociais várias pessoas partilham vídeos do ritual que deve incluir, segundo a descrição de alguns sites, uma foto pouco lisonjeira de Trump, a carta da torre do Tarot, um pequeno toco de uma vela cor-de-laranja e um pin ou algo pequeno para inscrever o nome do governante, uma vela branca, uma pequena taça com água e outra com sal, uma pena, fósforos ou um isqueiro, um cinzeiro ou um prato de areia.

Cristãos conservadores falam em satanismo


Quem não está a gostar nada deste movimento de bruxaria contra Trump, são os católicos conservadores norte-americanos, reporta o jornal britânico The Independent. 


O fundador da Aliança Cristã Nacional, Kevin Ambrose, associa os rituais a práticas satânicas. 


Ora Michael M. Hughes, que se diz um bom católico, refuta quaisquer associações ao satanismo e, em declarações ao blogue False Witness, refere que se trata de “um movimento multifacetado”, cujo objetivo é “levantar-se pela liberdade humana, pela justiça social, pela gestão ambiental, pela proteção de criaturas não humanas, pela não violência, pela paz e pela igualdade”. Tudo temas muito apreciados por Jesus Cristo, conforme destaca o escritor. 


O autor ainda nota que estão em causa “testemunhos artísticos” e “atos espirituais” que constituem uma “auto-defesa” contra “os ataques à Constituição, às liberdades civis, ao ambiente, aos marginalizados, aos imigrantes, aos pobres”. 


A Casa Branca ainda não se pronunciou sobre esta nova vaga de oposição e Donald Trump não parece particularmente preocupado com o poder dos espíritos.


Fonte: ZAP

Caso de mulher 'possuída' queimada em fogueira em igreja evangélica choca Nicarágua


Cinco pessoas foram detidas sob suspeita de terem participado do episódio que culminou com morte de Vilma Trujillo Foto: Polícia Nacional da Nicarágua / BBCBrasil.com
 
 
 
O marido, Reynaldo Peralta, disse à mídia local que sua mulher foi levada à força para ritual por integrantes da igreja Foto: EPA / BBCBrasil.com


 Vilma Trujillo


Uma "revelação divina" fez com que uma nicaraguense de 25 anos fosse amarrada e queimada viva numa fogueira para ser "curada" em uma suposta tentativa de exorcismo. 


Vilma Trujillo, que sofreu queimaduras em 80% de seu corpo, não resistiu e morreu na terça-feira, depois de uma semana de agonia. 


A morte da jovem comoveu a Nicarágua. De acordo com a Polícia Nacional do país, a mulher foi levada para "uma oração de cura", no dia 15 de fevereiro, a um templo da igreja evangélica Visão Celestial das Assembleias de Deus, em El Cortezal, no noroeste do país. 


Vilma Trujillo teve os pés e mãos amarrados e ficou sob a supervisão do pastor da igreja, identificado por autoridades locais como Juan Gregorio Rocha - homem que a Assembleia de Deus nega reconhecer como pastor. 


Seis dias depois, em 21 de fevereiro, depois da meia-noite, Trujillo foi queimada na fogueira. 


Segundo a Polícia Nacional, a diaconisa da igreja, Esneyda del Socorro Orozco, havia ordenado que "por revelação divina, deveria ser feita uma fogueira no pátio do templo para curar a vítima por meio do fogo". 


Vilma Trujillo teria, então, sido lançada ao fogo com pés e mãos amarrados. A jovem sofreu queimaduras de primeiro e segundo graus em 80% do corpo e, apesar de ter sido levada a um hospital em Manágua, a capital, acabou falecendo. 


'Foi bruxaria' 

 

O marido da vítima, Reynaldo Peralta, afirmou que Vilma Trujillo, mãe de duas crianças, foi levada à força pelos integrantes da igreja. Eles a acusavam de ter tentado atacar pessoas com um facão. 


Para Peralta, a mulher não estava "possuída pelo demônio", mas havia sido vítima de um ato de "bruxaria". 


"Ela tomava um remédio dado por um homem que, pelo que fiquei sabendo agora da família dela, a havia estuprado. Desde que começou a tomar o remédio, mudou um pouco comigo", disse o marido ao jornal La Prensa . 


Em sua defesa, Gregorio Rocha afirmou ao mesmo jornal que Trujillo caiu no fogo quando "o espírito do demônio saiu do corpo dela". Ele negou que alguém a tenha jogado na fogueira. 

Cinco detidos 

 

Até o momento, cinco pessoas já foram detidas por suspeita de terem participado do crime, entre eles o pastor Gregório Rocha e a diaconisa Esneyda Orozco. 


A morte de Vilma Trujillo causou comoção na Nicarágua, onde a proporção de católicos vem caindo há 20 anos - hoje são menos de 50% da população, enquanto que os evangélicos chegam a quase 40%. 


O porta-voz da Comissão de Direitos Humanos da Nicarágua, Pablo Cuevas, pediu ao governo um controle mais firme dos grupos religiosos no país. 


"É impressionante que, neste momento, isso aconteça. As autoridades precisam avaliar diferentes denominações e religiões. Não podemos deixar acontecer coisas como essas", afirmou Cuevas. 


A vice-presidente da Nicarágua, Rosario Murillo, lamentou a morte a morte da jovem e disse que o episódio é "condenável". 


"Com certeza reflete uma situação de atraso. É realmente lamentável, uma irmã sendo martirizada pelos membros de sua comunidade. É algo que não pode, não deve se repetir", disse Murillo à mídia local.




Fonte: Terra

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Bruxaria e política: escândalos provocados por forças ocultas



Em novembro, a explosão de um escândalo provocou uma grande onda de protestos na Coreia do Sul, com milhares de pessoas indo às ruas para pedir a renúncia da presidente do país, Park Geun Hye, a última personalidade da política internacional acusada de envolvimento em práticas ocultas.


A partir desse episódio, a Sputnik preparou uma lista com alguns dos casos mais recentes de participação do misticismo nas questões políticas de diferentes países.


1. Caça às bruxas em Seul


 
  'É tudo culpa minha': Presidente da Coreia do Sul se desculpa por escândalo com amiga


Pressionada pela população, Park Geun-hye acompanhou nos últimos dias a prisão de pessoas intimamente ligadas a seu governo. Entre elas, Choi Soon-sil, amiga de infância da presidente, suspeita de fraude e abuso de autoridade.

Choi Soon-sil é filha de Choi Tae-min, fundador da Igreja da Eterna Vida, instituição considerada obscura no país e que, misturando práticas e ensinamentos cristãos e budistas, tem em Tae-min um Buda e um Messias. Segundo a mídia coreana, esse líder religioso teria se aproximado de Park quando do assassinato de sua mãe, Yuk Young-soo, em 1974, dizendo que Yuk teria aparecido para ele em um sonho pedindo para ajudar sua filha. Desde então, Choi Tae-min passou a exercer grande influência sobre Park Geun-hye, influência essa que acabou sendo herdada por Choi Soon-sil.


2. Gulen e os gênios da Turquia 



Depois da tentativa frustrada de golpe militar na Turquia, em julho, o presidente do país, Recep Tayyip Erdogan, acusou o líder espiritual Fethullah Gulen de ser o principal responsável pelo episódio. Indo mais além, o prefeito de Ancara, Melih Gokcek, explicou em rede nacional como Gulen teria conseguido controlar e manipular tanta gente: com a ajuda de gênios. "Ele escraviza as pessoas com 'as coisas de três letras'", disse Gokcek em entrevista ao canal de TV Arti 49, se referindo aos seres sobrenaturais da mitologia árabe. "Ele tem a habilidade de fazer isso também. As pessoas foram hipnotizadas e escravizadas".


3. Presidente das Maldivas fez pacto com diabo sem querer 





Em fevereiro do ano passado, o presidente das Maldivas, Abdulla Yameen, também foi envolvido em um escândalo sinistro depois que um místico do Sri Lanka, identificado como Asela Wickramasinghe, veio a público dizer que havia realizado trabalhos de magia negra para garantir a eleição de Yameen em 2013. Os rituais de vudu explicados por ele teriam consistido em enterrar ovos e cocos em locais importantes da capital, Malé, para sabotar os adversários de Yameen, que acabou derrotando o ex-presidente, Mohamed Nasheed, com uma grande virada no segundo turno. 


"Nós convidamos o diabo para destruir o poder político dos oponentes do senhor Yameen e para conquistar mais (poder) para o seu lado", disse Wickramasinghe ao Telegraph. "Olhe o resultado. Essa é a prova. Olhem como a votação mudou".


4. Governo do Irã mantém contato com mundos desconhecidos 


 
  Assessor de Trump foi ridicularizado por exigir resposta de líder iraniano morto há 27 anos


Na República Islâmica do Irã, em 2010, o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, e seus confidentes acusaram o então presidente, Mahmoud Ahmadinejad, e seu governo de bruxaria. Pouco tempo depois, mais de 20 políticos próximos a Ahmadinejad foram presos por supostamente invocar gênios. Entre os detidos estavam o chefe de gabinete Esfandiar Rahim Mashaei, o chefe do Comitê de Cultura Abbas Amirafar e o assessor presidencial Abbas Ghaffari, descrito pelo jornal iraniano Ayandeh como "um homem com habilidades especiais em metafísica e conexões com mundos desconhecidos".


5. A feiticeira de Delaware 




Christine O'Donnell, política norte-americana ligada ao movimento Tea Party, do Partido Republicano, quase arruinou sua carreira, há seis anos, ao ser associada a práticas que nada têm em comum com a sua fé católica. Quando disputava as eleições para o Senado, por Delaware, em 2010, teve sua campanha abalada pela divulgação de um antigo vídeo, gravado uma década antes, no qual descrevia sua experiência com a bruxaria durante o ensino médio.

Embora o assunto tenha sido levado na brincadeira pela maioria, muitos dos seus eleitores, conservadores, se sentiram, de certa forma, enganados por uma bruxa. Depois disso, nem mesmo as poções mágicas de seus publicitários conseguiram assegurar sua vitória na disputa eleitoral, e o democrata Chris Coons acabou ficando com a vaga, obtendo 57% dos votos.




Fonte: Sputnik

sábado, 31 de dezembro de 2016

Ruanda proíbe magia negra no futebol local após “gol enfeitiçado”




A Federação de Futebol de Ruanda anunciou que irá punir com três jogos de suspensão e quase R$ 400 qualquer jogador que utilizar bruxaria para tirar vantagem dentro de campo, além de quase R$ 800 de multa para treinadores. 


Tudo isso depois de um gol pra lá de curioso que saiu no meio deste mês, no jogo do Mukura Victory contra o líder da liga ruandesa, o Rayon Sports.


Na ocasião, o Rayon perdia por 1 a 0 até o finzinho da primeira etapa. Aos 40 minutos, o atacante Moussa Camara perdeu um gol incrível, ao cabecear sozinho e acertar o travessão. 


Pouco depois, o mesmo Camara foi até a linha de gol e ''benzeu'' a meta para ter mais sorte, colocando – ou retirando – um objeto ao lado da trave direita. O camisa 9 saiu correndo e foi acossado pelos jogadores adversários, até entregar o ''objeto da sorte'' nas mãos de um companheiro de time no banco de reservas.


Apesar de toda a confusão, Camara levou só amarelo e pode continuar em campo. O jogo prosseguiu por mais sete minutos além dos 45 e, aos 52 minutos, Camara fez o gol de empate do Rayon Sports. Aparentemente, sua “magia” deu certo. O Rayon lidera o campeonato com 26 pontos, ao passo que o Mukura é 12º (entre 16 times).


O confronto, realizado no último dia 16, terminou mesmo 1 a 1. A federação ruandesa anunciou ainda que os clubes implicados em bruxaria terão três pontos reduzidos no campeonato nacional, que já tem dez rodadas disputadas. Além disso, haverá uma multa ao clube de cerca de R$ 11 mil reais.


Vedasite Kayiranga, vice-presidente da federação nacional, afirmou que ''não há nenhuma lei contra o uso de feitiçaria, até por não haver lugar no mundo onde se tenha provado que isso influencia no resultado de um jogo''. Segundo o dirigente, as regras foram definidas ''para combater a violência entre os jogadores por causa das alegações de uso de bruxaria de outros times''.


Para o ex-jogador Jimmy Mulisa, as crenças são prejudiciais para o futebol ruandês. ''Isso não só dá uma má imagem ao país como também mata o desenvolvimento do nosso futebol'', afirmou.




Fonte: UOL

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Professor aposentado afirma ter encontrado Camelot, do Rei Arthur, perto de Huddersfield





Um professor britânico aposentado afirma ter encontrado algo que até o momento era apenas uma lenda: a localização de Camelot, o castelo do Rei Artur.


Surpreendentemente, o local seria próximo a Huddersfield.


Peter Field ex-professor da Bangor University, disse acreditar que uma pequena fortaleza romana conhecida como Camolodonum é o QG do Rei Artur.


Anteriormente, alguns pesquisadores sugeriram que Camelot ficaria em Tintagel, na Cornualha.



Clive Owen como rei Arthur


Field acredita que o nome de Camulodunum seria na verdade proveniente de “Camelot’, na época que o líder britânico lutava contra invasores em 500 DC.


Na época, bretões, que falavam o idioma céltico, liderados por Arthur, foram para o norte combater os invasores anglo-saxões - e Field acredita que o forte romano nos arredores de Huddersfield tenha sido um ponto estratégico ideal para eles.


Field disse: “Descobri por acaso. Eu estava observando alguns mapas quando tudo ficou claro.” “Eu acredito que resolvi um mistério de 1.400 anos.”




Fonte: Yahoo!

sábado, 29 de outubro de 2016

Curitiba já teve caça às bruxas, e nem foi há tanto tempo

Ilustração da Curitiba do século 18: no detalhe, o edital que permitiu a caça às bruxas (foto: Divulgação)

Documentos mostram que no século 18 mais de 500 pessoas foram processadas por suspeita de bruxaria.

As histórias de perseguição contra bruxas e supostas feiticeiras costumam remeter à Idade Média, época em que a sociedade que era muito oprimida por regras sociais e por imposições da Igreja. Mas não faz tanto tempo assim que Curitiba também “caçava” aqueles com religiões e culturas diferentes da pregada pelo Vaticano.


Prova disso é que em 23 de janeiro de 1775 o ouvidor da Comarca de Paranaguá, Antonio Barbosa de Matos Coutinho, lançou um edital na Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais de Curitiba para avisar que haveria uma devassa geral para inquirir testemunhas sobre alquimistas, benzedeiras, feiticeiras e pessoas com pacto com o diabo, dentre outros crimes.


Os documentos históricos do Arquivo Público do Paraná, analisados pela advogada Danielle Regina Wobeto de Araujo, professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), apontam que a devassa resultou na denúncia de duas mulheres, mãe e filha. Entre 1763 e 1777, período estudado pela pesquisadora, a cidade teve 560 processos, sendo 60 contra mulheres e dois deles por feitiçaria.


Um dos denunciantes das rés foi o escrivão da Cãmara Municipal, que até a Independência do Brasil, em 1822, era responsável pelas investigações e julgamentos. Acusava-se as duas de terem feito feitiços e pacto com o diabo. A mãe, Francisca Rodrigues da Cunha, tinha cerca de 60 anos, enquanto a filha, Luiza Rodrigues da Cunha, declarou ter 23 anos.


Os registros apontam que as mulheres eram indígenas, da “nação Carijó”, e estavam descalças no dia do julgamento. O marido e pai das acusadas de feitiçaria, de acordo com o processo, era “escravo do hospício”. “Outra denunciante, Romana Álvares Teixeira, falou que elas tinham matado seu marido com um feitiço e seduzido juízes para escapar do processo. Também teriam sacrificado bichos e aleijado uma pessoa”, relata Danielle.


A defesa, contudo, conseguiu a absolvição das rés, apontando que um dos acusadores queria era vingança diante do fato da jovem de 23 anos ter recusado se casar com ele. Outra justificativa apresentada para pedir a absolvição foi que as rés haviam recebido educação católica. Presas desde 6 de fevereiro de 1775, mãe e filha foram absolvidas pelo ouvidor Coutinho no dia 22 do mesmo mês, por falta de provas.



Fonte: Bem Paraná

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Aumento de práticas satânicas faz disparar a demanda por exorcistas da Igreja Católica


 
 
Especialistas católicos americanos e italianos alegam que o aumento considerável de fanáticos e seguidores de Satanás e de práticas ocultas causaram uma demanda crescente de exorcismos.
 
 
“A falta de exorcistas é uma verdadeira emergência pastoral, dado o aumento de possessões diabólicas que os padres têm que enfrentar”, explicou Valter Cascioli, psicólogo e consultor científico da Associação Internacional de Exorcistas. 


O especialista da organização, reconhecida pelo Vaticano, acrescentou que esse tipo de prática provoca tanto danos físicos quanto psicológicos e espirituais. 
 
 
Além do crescente culto satânico, há profissionais que afirmam que as intervenções diabólicas também estão relacionadas à perda de fé e valores, ao vício em pornografia e drogas. 


Cascioli afirmou que para trabalhar nessa situação é necessário criar uma “abordagem interdisciplinar em que a ciência colabore com a religião e psiquiatras trabalhem com demonólogos e exorcistas”. 
 
 
O que todos os especialistas concordam é que a perda da fé dá lugar ao aumento do mal, o que explicaria essa demanda crescente de exorcismos.
 
 
 
 
Fonte: History

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Duendes são os principais suspeitos por deslizamentos na Islândia (e o governo não nega)




Quando Siglufjördur, uma pequena cidade montanhosa no norte da Islândia, foi atingida por uma série de tempestades no verão passado, operários da construção civil que liberavam uma estrada logo se viram fugindo de deslizamentos de terra e lutando com a enchente do rio.


Um membro da equipe ficou ferido, e depois uma escavadeira quebrou. Um repórter de TV, que chegou para examinar os danos, caiu em uma poça de lama e teve de ser socorrido. A limpeza dos escombros virou um suplício de 10 dias e se tornou um espetáculo.


Os locais sabiam que a culpa havia sido das chuvas fortes. Ou dos duendes.


Acontece que operários haviam despejado terra, sem saber, sobre uma pedra que é especial o suficiente para ter seu próprio nome no folclore islandês: Alfkonusteinn. A pedra tem até um histórico que envolve um ser humano, uma fada e uma roupa encantada de duende.


Os duendes islandeses, também chamados de povo escondido ou álfar, não são criaturas minúsculas de orelhas pontudas, disse em um e-mail Alda Sigmundsdóttir, jornalista e autora de "The Little Book of the Hidden People: Twenty Stories of Elves From Icelandic Folklore" ("O pequeno livro do povo escondido: 20 histórias de elfos do folclore islandês", não lançado no Brasil). 


Dizem que eles são majestosos e parecidos com humanos, e uma boa forma de pensar neles, de acordo com Sigmundsdóttir, é como "a versão dos islandeses para o karma". Durante décadas os duendes foram acusados de causarem confusão em projetos de construção em toda a Islândia.


Procurado pela reportagem, Viktor A. Ingólfsson, um porta-voz da Administração Rodoviária e Costeira da Islândia, enviou uma declaração de quatro páginas da comissão detalhando sua posição oficial sobre os duendes.


"Não se pode negar que a crença no sobrenatural às vezes é a razão para preocupações locais" em torno de obras e desenvolvimento, de acordo com a declaração. Se existe a crença de que um determinado ponto é amaldiçoado ou habitado por duendes, "então esse deve ser considerado um tesouro cultural."


Sigmundsdóttir disse que boa parte do folclore em torno dos duendes tem a ver com a explicação para condições difíceis de vida.


"Estudiosos modernos acreditam que este era um dos meios pelos quais os islandeses tentavam controlar seus destinos em uma terra onde o clima era incrivelmente rigoroso e inclemente", ela disse.


O que aconteceu em Siglufjórdur provavelmente foi mais "um remanescente da antiga crença de que os lares do povo escondido são sagrados", disse Sigmundsdóttir. O folclore em torno dos duendes não é uma parte da vida cotidiana, ela disse, e às vezes a mídia internacional gosta de explorar histórias do chamado lobby do duende, muitas vezes para consternação dos locais.


No entanto, a administração rodoviária finalmente desenterrou a pedra do duende no final de agosto, de acordo com o jornal islandês "Morgunbladid". Ingólfsson disse em um e-mail que os locais pediram para que limpassem a pedra para honrar o folclore.


Só por garantia —e talvez para ter sorte— os funcionários lavaram a pedra com máquinas de alta pressão.





Fonte: UOL

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Acusada de bruxaria, mulher é queimada viva por índios no Peru


 
 
Nativos da etnia Yánesha fizeram uma fogueira para matar a vítima.
 
 
Uma mulher foi amarrada a um tronco e queimada viva em uma fogueira, acusada por nativos de uma etnia da selva central do Peru de praticar atos de bruxaria. Rosa Villar, de 65 anos, foi capturada por índios da etnia Yánesha. 
 

"Os índios a executaram e a queimaram. Era uma mulher que aparentemente se dedicava à bruxaria", afirmou o policial Carlos Pérez, do distrito de Puerto Bermúdez.


Os nativos que mataram a mulher vivem no distrito de Palcazú, com uma população de 222 habitantes. Segundo a imprensa local, esta não é a primeira vez que são registradas ocorrências do tipo.


"Estamos dando uma lição, é um exemplo para os outros povos, façamos justiça ao povo, queimem os bruxos", diz um indígena em uma gravação exibida em alguns canais.


De acordo com a polícia, quando as autoridades chegaram ao local o corpo da mulher já havia virado cinzas. Um dos policiais explicou que, segundo o estatuto dessa comunidade, toda pessoa que se dedica à "bruxaria" deve ser punida na fogueira.


As autoridades informaram que o caso está em processo de investigação para identificar e capturar os responsáveis pelo crime.


A província de Oxapampa, que fica localizada na selva centra do Peru, é pluricultural. O local é habitado pelas tribos Yánesha, Asháninka, além de descendentes de austríacos e alemães e imigrantes de diversas partes do Peru.




Fonte: O Globo

terça-feira, 12 de julho de 2016

Lendas sobre uma luz no céu

Crença. Com 90 anos, dona Lídia acredita que as luzes surgem porque vilarejo é encantado
Luz registrada por turista faz moradores acreditarem na presença da dona do Ouro e em ovni.
Lavras novas. Uma luz no céu de Lavras Novas, no distrito de Ouro Preto, na região Central de Minas, está mexendo com o imaginário folclórico da cidade. A imagem, entre as montanhas da região, teria sido flagrada por turistas.


Entre os cerca de 1.500 habitantes do vilarejo, fala-se em mula-sem-cabeça; em um cavaleiro feito de ouro; na mãe ou dona do Ouro; e até mesmo em um caminho para todo o tesouro escondido na região. O que de fato aconteceu ninguém sabe explicar, mas é unânime que os lavra-novenses acreditam em uma “cidade encantada”.


A reportagem de O TEMPO, que esteve no vilarejo nessa quinta-feira (7), chegou a receber uma imagem da tal luz avistada no céu, que teria acontecido no início desta semana, e conversou com uma moradora, que preferiu não ser identificada. Ela alega que, após a passagem da luz, o sistema de alarme de sua casa foi danificado.



O distrito é permeado de mistério, e, pelo que dizem os moradores, não é a primeira vez que alguém vê uma “luz sobrenatural”. O aposentado Carlos Correia Maia, 69, passou a vida em Lavras Novas. Ele conta que a família já presenciou o fenômeno.


“Meu pai já viu, meu tio já viu, e eu, também. Eu passava lá pela serra, estava de carro e, de repente, vi a luz. Era por volta de meia-noite, mas não a encarei muito, não. Se encarar a coisa muda. Ela mexe com a gente, chega a crescer o cabelo”, conta o senhor. Ele acredita que ela esteja ligada às antigas lendas da época do ouro e que tenha algum poder.


Assim como Maia, as pessoas mais antigas da vila contam uma série de histórias sobre essas luzes. A mais conhecida é a da “Mãe do Ouro” ou “dona do Ouro”. Ela seria uma antiga escrava que continuaria naquelas terras para proteger suas riquezas.


Mesmo assim, as versões se misturam, e muitos moradores ainda dizem que já ouviram falar, mas não conseguem explicar o fenômeno. Para dona Lídia, como é conhecida a aposentada Lídia Oliveira de Carvalho, 90, uma das moradoras mais antigas do distrito, a luz é uma bênção. Ao contrário da maioria, ela acredita que isso é uma espécie de proteção local, uma divinidade. “É muito bonito, especial. Essa cidade aqui é encantada”, conta.



Ovnis. Além das lendas, muitos também ficam curiosos com as “aparições”, e há confabulações sobre a presença de seres de outro planeta em Lavras Novas. O artesão Clander Kramer, 50, afirma já ter visto luzes. Segundo ele, é algo recorrente e aconteceu também em outros lugares. Para Kramer, isso é usado como inspiração.


“Elas são como meus quadros. Arredondadas, parecem um chuveirinho. Mas eu aconselho as pessoas a não verem. Quando isso acontece, a gente começa a questionar tudo”, alerta.


O empresário Sérgio Ricardo dos Santos, 46, mora em Lavras Novas há cerca de seis anos e conta que todos estão acostumados com essas aparições e com as lendas locais. Ele acredita que possa se tratar de outros seres e coisas sobrenaturais, mas tem dificuldades para dizer o que é. Ele é um dos que contam ter visto a luz. “É uma espécie de clarão arredondado e que veio em minha direção”, afirma. Medo ele fala que não tem, e que chegou a ficar parado, olhando, mas que, depois, foi para casa sem conseguir identificar o que era.


Em meio a tudo isso, para dona Lídia, o lugar tem vários mistérios, que vêm de outras gerações, mas estão se perdendo. “Os turistas chegaram, as pessoas começaram a construir aqui, e os mistérios foram embora. Eles não aparecem mais, e está tudo acabando”, lamenta. Ainda assim, ela acredita que o lugar é especial.



Fotografia


Registro. (ao lado) do que seria o fenômeno no céu de Lavras Novas foi enviada à reportagem de O TEMPO por e-mail, sem que fossem reveladas sua origem e sua procedência.


FOTO: Fernanda Carvalho


Sérgio Santos afirma já ter visto a luz, que foi em sua direção
 
“Vi a luz uma vez, chegando em casa. Me acompanhou e ficou parada aqui na porta. Achei que era um satélite, mas ela se aproximou e fazia um zigue-zague.”

Sérgio Ricardo dos Santos, 46

Empresário


Luz teria sido registrada por turistas no início desta semana

 

“Acredito, mas não tenho medo. O pessoal aqui vem ver o pôr do sol e acaba vendo essas luzes. Já ouvi muito sobre isso.”


Clander Kramer, 50
Artesão



Folclore é rico e tem origens diferentes


Em meio a tantas histórias e lendas, Lavras Novas mantém suas tradições locais, como a encomenda das almas, procissão que acontece sempre na quaresma; o culto à pedra em S, que dá entrada a uma gruta da época do ouro; e o cavaleiro feito de ouro. Além das luzes, os moradores mais antigos ainda contam essas histórias que vieram de seus pais. Historiadores acreditam que grande parte desse folclore tenha origem indígena, portuguesa e africana.



Professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Adriana Romeiro acredita que foram nas cidades mais antigas do Estado que essas tradições se perpetuaram. “Elas fazem parte do universo cultural dos indivíduos e, por sua vez, fazem parte da identidade deles. Aquilo que somos, a forma como estamos no mundo e como nos relacionamos nele. É essa identidade que nos conecta às gerações seguintes, é o aprendizado que uma geração transmite à outra”, explica.


Adriana também fala que isso é muito presente nas antigas cidades auríferas, como Lavras Novas. “Há histórias sobre tesouros enterrados, figuras sobrenaturais, visões e sonhos proféticos. Um rico folclore que ainda não mereceu a atenção necessária”. (BF/Aline Diniz)


Saiba mais


Procissão. Em homenagem às almas, os moradores de Lavras Novas saem em procissão pela cidade. Eles acreditam que elas os acompanham, e, em respeito, ninguém pode olhar para trás. Quem não participa tem que fechar todas as janelas de casa.


Lenda. Uma delas diz que uma mulher abriu a janela e viu as almas. Uma lhe deu uma vela acesa, que virou um osso humano. 
 





Fonte: O Tempo

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Prática da bruxaria vai custar mais caro no Marrocos



A bruxaria, uma das práticas que deram e seguem dando fama ao Marrocos, será a partir de agora um ofício mais perigoso, depois que o governo marroquino multiplicou por dez as multas contra os atos de magia e feitiçaria.


O governo aprovou uma revisão do Código Penal em que subiu o valor das multas contra a magia que será entre 300 e 1.500 dirhams (R$ 103 e R$ 537, respectivamente), em comparação com penalidades atuais de 10 a 120 dirhams, contra aquele que "exerça uma atividade de adivinhar, prever ou explicar os sonhos".


A punição se aplica de forma geral a toda classe de bruxarias, enquanto as típicas videntes que percorrem a famosa praça de Marrakech lendo o destino dos turistas não costumam ser incomodadas pela lei.


A prática da feitiçaria é tão popular que custa ao país uma má fama internacional, especialmente no Oriente Médio, que associa o nome do Marrocos com as artes ocultas.


No Marrocos, o tema é comentado em voz baixa, mas, em abril, uma tentativa de assalto à casa de uma "chowafa" (vidente, ou bruxa por extensão) demonstrou a agressividade com que muitas pessoas perseguem um fenômeno que consideram herético. Apenas a intervenção policial conseguiu evitar uma tragédia.


O que provocou a ira popular nesse caso foi que alguns moradores viram sair da casa da "chowafa" um gato que tinha seus lábios costurados com fios porque levava na boca a foto de um homem: todo marroquino sabe que essa feitiçaria é uma das mais recorrentes para submeter a vontade de uma pessoa.


Isso porque as práticas da feitiçaria são muito populares, mas ao mesmo tempo seus autores são rejeitados socialmente. Uma ambivalência que se encontra na própria tradição islâmica, que admite o poder do mau-olhado e dos 'djin', ou gênios, ambos mencionados no Alcorão; mas condena a prática da feitiçaria como um "pecado capital".


Segundo um estudo publicado em 2012 pelo instituto americano Pew Research Center, 80% dos marroquinos crê no mau-olhado e 78% confia no poder da bruxaria.


Há duas figuras principais que se dedicam a este ofício no Marrocos. Uma delas é a chowafa "multitarefa" que prevê o futuro, cura o efeito de uma maldição ou um feitiço que ela mesma prepara para ferir alguém.


Junto a ela está o "fkih", uma espécie de curandeiro religioso que usa o Alcorão para fins terapêuticos para curar pessoas que sofrem de mau-olhado, ou que estão habitadas por gênios que só poderão ser despejadas em sessões de exorcismo.


As duas figuras tornaram-se as mais capacitadas para curar os males sobrenaturais, e até mesmo doenças que em outros lugares seriam tratadas por psiquiatras e psicólogos, pois para muitos marroquinos os problemas mentais são provenientes de uma maldição.


Quando um cliente visita uma chowafa, sai de lá com uma receita quase secreta de distintas substâncias para atingir seus fins. A mistura será fornecida por um herborista, presente em todos os mercados do país, cuja fachada é a venda de especiarias, plantas e frutos secos, mas que também vende peles ou líquidos de animais, ninhos de certos pássaros e outras substâncias inconfessáveis.


Mustafa (nome fictício) é um destes herboristas da Medina de Rabat, e só fala em voz baixa e quase nunca a um jornalista.


"Algumas pessoas vêm até nós com receita de uma chowafa, outros preferem contar a sua doença e nos pedem conselhos. É como ir até uma farmácia ao invés de um médico", afirmou Mustafa à Agência Efe, acrescentando que esta atividade pode gerar enormes lucro em apenas um dia (uma receita pode custar até 1.500 dirhams, cerca de R$ 525), algo melhor que "passar todo o mês vendendo tâmaras, amêndoas ou pimentão".


Aço em pequenas lâminas, grãos de pedra de âmbar ou pedaços do ninho de uma cegonha são algumas das substâncias mais pedidas para curar doenças comuns, ajudar uma mulher a encontrar um marido, eliminar o azar, trazer êxito profissional e até ganhar eleições.


O próprio Mustafa contou que foi vítima de um feitiço de uma ex-namorada que lhe impedia de sentir atração por outras mulheres, até que visitou uma chowafa que o ordenou a jogar o aço e um talismã que preparou em um braseiro e saltar sobre a fumaça para remover o mal.


Após o salto, Mustafa logo encontrou outra namorada. 




Fonte: UOL

sábado, 26 de março de 2016

Caso de exorcismo é registrado em Concórdia, SC



Bombeiros, Policia Militar e SAMU presenciam exorcismo no Vista Alegre.


Na noite de sábado,13, um episódio paranormal foi registrado em Concórdia. Moradores de uma residência localizada na Rua Anita Garibaldi, próximo a APAE de Concórdia, acionaram a Polícia Militar, pois um homem se apresentava bastante alterado e quebrando as coisas de dentro de casa. Quando os PMs chegaram no local pediram auxílio aos bombeiros que por sua vez acionaram o SAMU para aplicar um sedativo. 


Com autorização da irmã, os policiais, os bombeiros e enfermeiros do SAMU entraram na casa e quando já haviam imobilizado o homem para aplicação do medicamento, a irmã surtou como se estivesse possuída por algum ser sobrenatural. 
 
 
Neste meio tempo foi chamando um pastor que ao chegar no local realizou orações e ungiu os membros da casa com óleo bento e todos se acalmaram. Tantos os bombeiros como os atendentes do SAMU ficaram surpresos com o acontecido. A mulher afirmou para os socorristas que não lembrava de nada o que havia acontecido.
 
 
 
 

Onda De Crimes Satânicos Varre O México



O padre José Antonio Fortea, um dos principais exorcistas do México veio à público para alertar o povo de seu país contra um fenômeno que segundo ele vem crescendo em escalas alarmantes: Os assassinatos ligados à rituais satânicos. 


O caso mais recente é o de Edwin Juarez Palma ocorrido na primeira semana de Março. O jovem de 24 anos, trabalhador de um restaurante, foi violentamente espancado, estrangulado e teve seu pescoço cortado com uma garrafa quebrada pelos membros de um culto, em uma cerimônia que pretendia transformá-lo em um vampiro. 


A polícia disse que o jovem foi morto depois de ter sido ludibriado para tomar parte em uma cerimônia de iniciação que o tornaria parte de um culto satânico chamado Filhos de Baphomet 1. 


Em vez disso ele teve suas mãos amarradas e foi torturado até que um dos supostos assassinos convenceu os outros membros de que ele deveria ser sacrificado para que pudesse voltar à vida como um vampiro. Dois homens e uma mulher foram presos e admitiram que pertenciam ao culto. 


O chefe de polícia Paul Rocha disse:


“Este crime ocorreu durante uma cerimônia de iniciação conduzida por uma seita satânica chamada Filhos de Baphomet 1 durante o qual a vítima deveria se tornar um vampiro.” 


Para o Padre Fortea, a moda do vampirísmo está muito próxima do satanismo. 


Os cartéis de drogas no México rezam para a Santa Muerte pedindo proteção da polícia e da morte. Eles pedem à entidade que vigie o transporte das drogas e muitas vezes oferecem sacrifícios humanos para ela. 


No ano passado o caso de um menino de 6 anos, Christopher Márquez, causou comoção no público mexicano. O garoto foi espancado e morto no que a polícia também descreve como um ritual de sacrifício à Santa Muerte. 


Os investigadores mexicanos afirmam que onde as organizações criminosas crescem, a veneração a Santa Muerte também cresce. Os criminosos exibem tatuagens e portam amuletos com a imagem da “Santa” e a relação entre o crime e a sua devoção no México é cada vez mais evidente. 


A veneração desta imagem é proibida até mesmo nas prisões. Um dos líderes de um culto que venera a Santa Muerte está na prisão, e seus seguidores são considerados satanistas. 


Vários padres mexicanos contam como fiéis se voltam para os santos da Igreja Católica quando precisam de ajuda, mas quando eles querem ajuda sobrenatural para prejudicar alguém, se vingar ou se sentir protegido contra o crime, eles se viram para a Santa Muerte. 


Segundo o Padre Jorge Luiz Zarazúa, um especialista mexicano em cultos, a devoção à Santa Muerte não é católica de origem como muitos acreditam. Acredita-se que essa imagem surgiu da incorporação de elementos devocionais típicos do catolicismo, como o uso de altares , flores, imagens, procissões e romarias. 


O Padre Fortea, que já chegou a solicitar um exorcismo em massa no país, liga a ascensão de cultos satânicos ao secularismo.


“Quanto mais uma sociedade abandona os caminhos de Deus, mais haverão casos de satanismo. Quanto mais um país é cristão, menor o número de casos de adoração ao diabo”.
 
 
 
 
 

Jovem é morto em ritual satânico que o transformaria em vampiro



 
 
Três jovens foram presos acusados de assassinar um amigo em um ritual satânico na cidade de Chihuahua, no México. O corpo da vítima foi achado pela polícia dentro de um saco plástico, no centro do município. As informações são do site local Excelsior.


Segundo a publicação, as autoridades informaram que Edwin Miguel Juárez Palma, de 24 anos, apresentava lesões no pescoço, o que indicava morte por estrangulamento.


De acordo com as investigações, no dia do assassinato o jovem teria feito um "rito de passagem". Miguel seria iniciado na seita chamada "Os Filhos de Baphomet" e, depois do ritual, se tornaria um vampiro, conforme promessa dos colegas.




Fonte: BOL

sábado, 5 de março de 2016

Mulher “possuída por cobra” é filmada no momento em que era exorcizada por pastor




 




Um pastor no Zimbábue realizou um exorcismo dramático em uma mulher que estava “possuída por uma cobra”.


Os gritos da mulher e os tremeliques foram filmados enquanto o pastor Teddy Bantu a exorcizava em frente aos fiéis da igreja Ministério Betsaida.


Bantu começou a gritar em um microfone, empurrando a mão na cabeça da mulher enquanto voluntários da igreja formavam um círculo em volta dela.


Em um determinado momento a exorcizada caiu e se acalmou. Veja o vídeo





Fonte: Gadoo

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Surto de raiva confundido com feitiçaria deixa 12 crianças mortas no Peru



Ao menos 12 crianças morreram de raiva após serem atacadas por morcegos no interior do Peru entre o meio do ano passado e o mês passado. Apesar do tamanho do problema, ele só foi descoberto em fevereiro pois os moradores acreditavam que as mortes eram obra de feitiçaria.


Os casos ocorreram na região de Loreto, na Amazônia peruana, a mais de 1 mil km da capital Lima. As crianças tinham entre 8 a 15 anos de idade e morreram entre setembro do ano passado e fevereiro deste ano.


O surto de raiva chegou a colocar comunidades indígenas em risco. “As crianças mortas eram da etnia Achuar. Todas foram mordidas por morcegos hematófogos, sugadores de sangue”, disseram as autoridades.


Segundo a imprensa local, as mortes ocorreram pois a comunidade suspeitava que elas estavam ligadas à feitiçaria. Caso fossem encaminhadas para hospitais da região, elas provavelmente teriam sobrevivido, de acordo com o governo peruano.


Anibal Velasquez, ministro da Saúde do Peru, disse que o governo declarou estado emergência na região até que o surto de raiva seja contido. As autoridades começaram uma campanha de vacinação contra a doença no começo de fevereiro na tentativa de imunizar todas as comunidades indígenas. 
Fonte: Yahoo!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Esqueletos usando adereços em forma de foice revelam antigo medo de demônios










Além da foice no pescoço, a adolescente parece ter sido enterrada com uma fita e uma moeda de cobre.


Como evitar que um demônio perturbe os vivos? Usar uma lâmina na garganta pode dar certo.


Alguns esqueletos descobertos em um cemitério polonês de 400 anos tinham foices colocadas ao redor de seus pescoços. Os arqueólogos acreditam que esta prática funerária é uma evidência de crença em magia e medo de demônios.


Os esqueletos foram encontrados no cemitério de Drawsko, no nordeste da Polônia. Estima-se que aquelas pessoas viveram entre o século 17 e 18. Os arqueólogos, incluindo Marek Polcyn, que leciona na Lakehead University, no Canadá, escavaram mais de 250 sepulturas desde 2008.


Entes estas covas havia quatro esqueletos com foices em suas gargantas e um com a mesma lâmina sobre seus quadris. 


Anteriormente, estes enterros haviam sido descritos como “enterros de vampiro”, sendo a foice um impedimento para que os mortos voltem e atormentem os vivos. Mas um novo estudo detalhado agora rejeita esta caracterização (descartando deliberadamente a interpretação que inclui mortos vivos). 


Os arqueólogos acreditam que a foice era uma proteção contra demônios, em parte porque os vampiros não eram o único tipo de encarnação maligna dos mortos, de acordo com as crenças populares da região. 


Além disso, os túmulos protegidos pela foice tinham privilégios funerários não compatíveis com os achados relacionados a vampiros: eles receberam um enterro cristão em solo sagrado, juntamente com outros membros da comunidade e seus corpos não foram profanados ou mutilados.


Através de análises de assinaturas químicas nos dentes dos corpos, os cientistas descobriram que eles eram definitivamente membros da comunidade local (Eles publicaram os resultados destas pesquisas em um artigo na PLOS ONE ano passado.)


“Não há dúvida de que o significado deste ritual é místico”, escreveram Polcyn e Rita Gaspar, acrescentando que a foice pode ter mais de um significado ritualístico. 


A ferramenta pode ter sido destinada a manter os mortos em suas sepulturas sob a ameaça de cortar suas gargantas, mas também pode ter sido usada para impedir que as forças do mal atormentassem suas almas. Além do mais, o uso de uma ferramenta de ferro, que foi transformada através do fogo, simboliza a passagem da vida para a morte.


Ainda que o Cristianismo tenha sido a religião dominante na Polônia, na época em que o cemitério era utilizado, as tradições da velha fé pagã eslava ainda existiam, incluindo a crença em demônios. Além das foices, nada chamava muita atenção nas sepulturas, então os cientistas não podem ter certeza da motivação das pessoas ao enterrar seus mortos daquela maneira. 


Talvez elas eram pessoas conhecidas por terem possuído poderes sobrenaturais em vida ou características corporais suspeitas, que aparecem no folclore polonês, como um corpo muito peludo ou uma cabeça grande, por exemplo.


Estas pessoas também podem ter morrido de forma traumática, sem ter o tempo apropriado para os ritos funerais que lhes concederiam uma transição tranquila para a morte, um conceito que alguns arqueólogos chamam de “morte ruim”. Embora algumas das pessoas enterradas possam ter morrido de velhice, uma delas, uma menina, morreu durante a adolescência. 


Os autores do artigo especulam que ela pode ter tido um fim violento e prematuro, talvez por afogamento, suicídio ou homicídio. Infelizmente para eles, essa morte não deixou marcas evidentes nos ossos da garota.


Polcyn e Rita Gaspar escreveram que desejam fazer mais testes científicos nos cadáveres, como análises biomoleculares, para entender o que levou aquelas pessoas a serem enterradas junto com foices.





Fonte: Yahoo!
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