O Globo, 07 de Abril de 1959
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sexta-feira, 21 de abril de 2017
quinta-feira, 30 de março de 2017
Figura misteriosa vista na Indonésia pode ser membro de tribo perdida de pigmeus
Uma
figura pequena e misteriosa, vista correndo numa estrada de terra na
Indonésia, pode ser membro de uma tribo perdida, que não é vista há
séculos.
O
pequeno ser humano foi avistado perto de Banda Aceh, no norte da ilha
de Sumatra, e filmado por motociclistas locais num vídeo que já foi
visualizado mais de três milhões de vezes.
Lendas
locais falam sobre uma tribo de pigmeus – com corpos menores do que os
seres humanos “normais” – que supostamente habita a floresta.
Os
motociclistas que o avistaram acreditam que pode se tratar de um membro
da tribo Mante. Ao notar a presença dos locais, ele correu e
desapareceu sem deixar rastros.
Um dos motociclistas, que estava usando uma câmera acoplada ao capacete,
perseguiu o ser misterioso, que parecia estar carregando uma vara
grande.
Ele desapareceu rapidamente em meio à grama alta e às árvores do local.
O
vídeo no Youtube atraiu milhões de visualizações, e muitos locais
associaram a figura às lendas urbanas da tribo Mante, um grupo étnico
que supostamente está ligado ao povo moderno de Aceh.
Fonte: Yahoo!
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
A Atlântida poderia estar escondida sob o gelo da Antártida
Em 1958, o historiador Charles Hapgood propôs sua teoria do “deslizamento polar”.
Segundo essa hipótese, os movimentos da crosta terrestre tornam possível a suposição de que grandes superfícies do continente antártico tenham estado desprovidas de gelo há aproximadamente 12 mil anos. A tese pode jogar luz sobre o mito de Atlântida.
Hapgood defendia sua teoria se baseando no mapa de Piri Reis, descoberto na Turquia em 1930. Esse documento, de 1513, exibe o que parece ser o litoral norte da Antártida como um vasto território sem gelo.
Vários teóricos da conspiração alegam que a hipótese do historiador não apenas é correta como, graças a esses dados, é possível afirmar que o continente perdido da Atlântida está escondido por trás de quilômetros de neve.
A primeira menção histórica da Atlântida está na obra do filósofo grego Platão, que se refere à cidade como um santuário construído por um híbrido de deuses e seres humanos, nove mil anos antes de sua época. Essas datas coincidem com as estipuladas pelo “deslizamento polar”.
Fonte: History
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Ossos encontrados há 76 anos podem ser de Amelia Earhart
Pesquisadores acreditam que medidas tiradas de restos mortais
encontrados em uma ilha do Pacífico são “virtualmente idênticas” às da
aviadora americana desaparecida Amelia Earhart.
Os restos foram encontrados em 1940 na ilha de Nikumaroro, conhecida
na época como Ilha do Jardineiro. Na época, descartou-se a
possibilidade de que eles pertencessem a Amelia Earhart.
O vidro à esquerda foi encontrado na ilha de Nikumaroro. Ele é
extremamente parecido com um cosmético anti-sardas usado nos anos 1930 –
inclusive por Earhart.
Cientistas acreditam estar perto de desvendar o mistério do desaparecimento da aviadora americana Amelia Earhart, em 1937.
Medidas indicam que partes de um esqueleto encontradas em 1940 numa ilha remota do Pacífico podem pertencer à aviadora, anunciaram pesquisadores do Grupo Internacional para a Recuperação de Aeronaves Históricas (TIGHAR, na sigla em inglês).
A
ligação potencial dos ossos com Amelia Earhart foi descartada na época
porque um médico britânico disse que a ossada pertencia a um homem. Foi
somente em 1998 que o TIGHAR revisou os apontamentos do médico e
determinou que os restos mortais pareciam “consistentes com uma mulher
de altura e origem étnica semelhante à de Earhart”.
Antropólogos
forenses recentemente noticiaram que os antebraços do esqueleto pareciam
mais compridos que a média, o que os levou a estudar fotos de Earhart
para determinar o comprimento de seus braços. Suas medidas são
“virtualmente idênticas” às dos ossos descobertos há 76 anos, concluiu o
TIGHAR.
“A semelhança, é claro, não prova que estamos falando de
Amelia Earhart, mas é um dado novo e significativo que nos aproxima
dessa conclusão”, disse o grupo em comunicado de imprensa.
Não se sabem quais eram as medidas exatas de Earhart. O TIGHAR pediu ao
especialista em imagens forenses Jeff Glickman uma análise de fotos da
piloto, morta aos 39 anos. O objetivo era especificamente obter uma
medida do úmero e do rádio, ossos do antebraço.
Uma das fotos analisadas mostra Earhart de frente para a câmera, com os braços ao lado do corpo. O
úmero encontrado na ilha de Nikumaroro, na época conhecida como Ilha do
Jardineiro, tem 32,4 centímetros. O rádio tem 24,5 centímetros, o que
significa uma proporção de 0,756.
Glickman indicou que a proporção entre o úmero e o rádio de Earhart seria de 0,76.
“Estatisticamente,
mulheres nascidas no fim do século 19 (Earhart nasceu em 1897) tinham
uma proporção média de 0,73 entre úmero e rádio. Em outras palavras, se a
ossada pertencia a uma mulher etnicamente europeia, de meia idade, ela
tinha antebraços consideravelmente mais compridos que a média”, afirmou o
TIGHAR.
As conclusões do TIGHAR são “atraentes”, mas não oferecem informações concretas, disse Andrew Nelson, antropólogo da Universidade de Ontario Ocidental.
“Calcular
proporções é mais seguro que tentar estimar uma [medida] absoluta”,
disse ele ao The Huffington Post. “Gostaria de ver que tipos de
variabilidade existem, porque pode haver muitas outras pessoas com as
mesmas medidas.”
Isso inclui pessoas de outras raças e origens geográficas, disse ele.
Ainda
assim, ele expressou confiança no trabalho dos pesquisadores,
notadamente o antropólogo forense Richard Jantz, que participou da
investigação.
“Jantz é respeitado e acho que ele sabe o que está fazendo”, disse ele.
Nelson acrescentou que “não é incomum” que antropólogos usem fotos para medições e comparações. “Fotos
são muito usadas em trabalho forense para estimar proporções, tamanho,
coisas do tipo”, disse ele, observando que e ele coletou proporções
faciais de fotos para ajudar em identificações.
O TIGHAR já havia sugerido que Earhart tivesse morrido na ilha durante
sua famosa tentativa de ser a primeira mulher a dar a volta ao mundo em
um avião.
Fragmentos que supostamente seriam da sua aeronave foram encontrados na ilha em 1991, que fica um pouco ao sul de uma das paradas previstas no trajeto de Earhart.
Outros itens encontrados na ilha incluem uma embalagem de cosmético anti-sardas, um espelho e botões e um zíper de uma jaqueta.
Fonte: Brasil Post
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Misteriosa pirâmide é encontrada pelo Google Earth na Antártida
Um
mistério que gerou repercussão na internet foi desvendado recentemente.
Graças ao Google Earth, uma “pirâmide” foi encontrada no meio da
Antártida e causou dúvidas e curiosidade entre os internautas.
Porém, para tristeza dos que gostam de teoria da conspiração, trata-se apenas de uma montanha. E
até mesmo a parte “nova” da teoria, que é descobrimento da montanha, é
apenas uma versão nova de uma história que tem sido relatada há anos no
Pólo Sul.
Desde a Expedição Antártica Britânica, que ocorreu entre 1910 e 1913, uma “pirâmide” foi encontrada sobre a geleira, mas a coisa foi mantida em segredo. Essa foi a primeira montanha com características que lembrar pirâmides a ser achada.
Agora uma segunda montanha reiniciou a roda das teorias da conspiração. Se tiver curiosidade, você pode encontrá-la nas coordenadas 79 ° 58’39.25 “S 81 ° 57’32.21” W no Google Earth.
“As
estruturas em forma de pirâmide estão localizadas nas montanhas
Ellsworth, que é uma extensão de mais de 400 km de comprimento, por isso
não é surpresa que haja picos rochosos que se espalham sobre o gelo. Os
picos são claramente compostos de rocha, e é uma coincidência que este
pico particular tem essa forma “, disse ao site IFLScience Mitch Darcy,
geólogo do Centro Alemão de Pesquisa de Geociências em Potsdam.
“Não é uma forma muito rara, então também não é uma coincidência especial. Por definição, é um nunatak, que é simplesmente um pico da rocha que cola acima de uma geleira ou de uma camada de gelo. Este tem a forma de uma pirâmide, mas isso não o torna uma construção humana. “
Fonte: Yahoo!
Departamento de Defesa do Canadá investiga sons misteriosos vindo do Oceano Ártico
Caçadores nativos do território canadense de Nunavut relataram ouvir
sons inexplicáveis que parecem vir do fundo do oceano Ártico. Esses sons
são descritos como “pings”, “hums” e “bips”, e também atraíram a
atenção do Departamento de Defesa Nacional do Canadá, que enviou um
avião para investigar.
Os estranhos sons foram ouvidos entre os meses de julho e setembro no
estreito de Fury e Helca. Um representante do governo local disse que o
barulho vem de uma grande área de caça em águas abertas cercadas por
gelo, chamada polínia. Mamíferos como morsas e baleias costumam se
reunir nestes locais, mas neste verão canadense praticamente nenhum
deles apareceu, tornando a situação ainda mais suspeita.
Há várias hipóteses para tentar explicar esses sons. Uma delas é que
uma mineradora famosa por ter realizado pesquisas com sonares na área
esteja repetindo os experimentos, mas a empresa diz que não fez nenhum
estudo na área e que não tinha nenhum equipamento embaixo d’água quando o
som foi captado.
Outra hipótese é que os sons podem estar sendo gerados por
construções ou explosões, mas o governo aponta que nenhuma autorização
para este tipo de intervenção foi feita recentemente.Outra possibilidade mais improvável é que o Greenpeace possa estar por
trás disso, produzindo os sons para afugentar os animais da área de
caça. A organização nega a acusação.
O avião enviado pelo Departamento de Defesa Nacional do Canadá não
encontrou nada de diferente na região. “A equipe aérea fez várias buscas
pela área, inclusive uma busca acústica que durou uma hora e meia, sem
detectar nenhuma anomalia”, diz uma nota do departamento.
“A equipe não detectou nenhum contato de superfície ou de
subsuperfície. A equipe observou dois grupos de baleias e seis morsas na
área de interesse”. O departamento diz que é possível que o som venha
de submarinos, mas que isso é improvável.
Fonte: Hypescience
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Astronautas intrigados com ruído que ninguém consegue explicar
O
primeiro astronauta da China afirma ter ouvido “batidas” misteriosas
durante seu primeiro voo no espaço, segundo informações do Mirror. De
acordo com Yang Liwei, ninguém soube explicar o que seriam esses ruídos.
Liwei, agora
general da Força Aérea da China disse que o barulho soava como se
alguém estivesse batendo na aeronave e comparou-o com um martelo acertando
um balde de ferro.
O
ex-astronauta de 51 anos garantiu que nunca mais passou pela
experiência desde que retornou à Terra. Ele acredita que o ruído pode
ter sido ocasionado por alienígenas.
Enviado
ao espaço em 2003, Liwei orbitou o planeta diversas vezes durante um
voo de 21 horas. O chinês reconheceu em entrevista à mídia chinesa que
estava muito nervoso quando ouviu os sons e que chegou a examinar a nave
espacial para investigar o motivo daquele estrondo, mas que não
encontrou nada que pudesse explicá-lo. Outros astronautas garantem ter
ouvido o mesmo som em outras viagens espaciais.
Seria
esse um sinal de que extraterrestres querem se comunicar com os
humanos? O chinês acredita que isso é muito estranho, mas espera que não
tenhamos nada com que se preocupar.
Fonte: Yahoo!
sábado, 12 de novembro de 2016
Base secreta alemã da Segunda Guerra Mundial é descoberta nas proximidades do Polo Norte
Uma base secreta alemã da Segunda Guerra Mundial foi descoberta nas proximidades do Polo Norte. Os restos de uma base alemã foram encontrados por pesquisadores russos em uma ilha que fica perto do Polo Norte.
A base militar “Schatzgrabber” (Caçador de Tesouros, em alemão) foi construída em Alexandra Land, em 1943, na isolada ilha de Franz Josef Land, a mais de 1.100 quilômetros do norte de Arkhangelsk, uma cidade russa.
As
ilhas são cobertas pelo gelo durante grande parte do ano e o local foi
visitado pela última vez na década de 1980, disseram os pesquisadores.
Mas no início desse ano, em agosto, uma equipe de arqueólogos russos
explorou e catalogou os restos da base pela primeira vez.
“Neste
verão, o Ártico estava muito quente, então toda a área de Schatzgrabber
estava completamente descongelada, tornando possível a exploração
completa do local”, disse o líder da equipe, Evgeny Ermolov, pesquisador
sênior do Russian Arctic National Park, que agora administra a ilha.
Entre
os achados estão os restos mortais de vários soldados alemães e seus
uniformes, bem como fragmentos de armas e munições, incluindo
espingardas, metralhadoras, minas terrestres e granadas de mão, que
foram abandonadas quando os últimos ocupantes da base foram evacuados
por um submarino alemão em 1944.
Cerca
de 10 meteorologistas alemães estavam na ilha em 1943 em uma missão
secreta para enviar avisos sobre as condições climáticas dos oceanos
nortistas e da Europa, para que o exército alemão considerasse essas
informações em suas operações estratégicas.
Ermolov
disse que a equipe de pesquisa recuperou mais de 600 objetos nos
escombros da base, além de um depósito de suprimentos emergenciais e uma
pista de pouso. Esses artefatos foram enviados ao Arctic National Park em Arkhangelsk para serem estudados mais a fundo, disseram os pesquisadores.
Ermolov
disse que o ambiente muito seco e praticamente livre de micróbios
também ajudou a preservar muitos objetos de madeira, couro e tecido,
incluindo manuais navais alemães, livros de meteorologia, tabelas
astronômicas, registros de clima, revistas e uma cópia do clássico
romance de Mark Twain, “Tom Sawyer”.
O urso polar de Potluck
A
equipe também encontrou suprimentos de comida enlatada na base,
incluindo sardinhas de Portugal, curiosamente rotuladas em inglês,
mostrando que estavam à venda na América.
Mas
sardinhas não eram a única coisa no menu dos soldados de Alexandra
Land. As águas da baía começaram a congelar com a aproximação do inverno
e vários barcos cheios de suprimentos e equipamentos foram esmagados
pelo gelo, disseram os pesquisadores.
“Alguns
dos suprimentos e equipamentos afundaram, então as opções de alimentos
durante o inverno ficaram bastante limitadas. Não seria nenhuma surpresa
se eles tivessem matado ursos polares em busca de carne fresca, pois
não havia mais nada por perto”, disse Ermolov.
Mas
ele acrescentou que os meteorologistas não cozinhavam corretamente a
carne de urso, fazendo com que todas as pessoas que a comeram tivessem
um surto de triquinose, uma infecção dolorosa e desagradável de
lombrigas, causada pela ingestão de carne contaminada.
Em
resposta à essa emergência médica em Alexandra Land, um ousado voo de
resgate saiu da base alemã em Banak, na Noruega, em julho de 1944 para
levar um médico até a ilha e trazer de volta os meteorologistas doentes,
de acordo com o historiador alemão Franz Selinger.
Mas
o grande FW-200 “Condor” teve uma roda danificada durante a
aterrissagem e um segundo avião precisou ser enviado de Banak para
trocar a roda e permitir que a primeira aeronave decolasse e fizesse a
evacuação dos doentes.
Ermolov
disse que os pesquisadores tiveram que procurar em uma área muito
grande, mas tiveram a sorte de encontrar vestígios do campo de pouso,
incluindo restos de barris de combustível, tendas, baterias, caixas,
bombas de fumaça e sinalizadores feitos em 1941.
“Antes, só sabíamos dessas coisas através de fontes escritas, mas agora temos provas materiais”, disse Ermolov.
O último reduto
A
base alemã em Alexandra Land não estava completamente perdida na
história: depois da guerra, algumas estruturas foram utilizadas pelos
militares soviéticos até a base aérea de Nagurskoye da Rússia ser
construída na ilha na década de 50.
Uma
equipe de especialistas e militares alemães também visitou a ilha na
década de 80 para remover os campos minados que haviam sido plantados em
torno da base para protegê-la de um ataque, disse Ermolov.
Mas
ele acrescenta que a exploração desse verão representou a primeira vez
na qual o local foi exaustivamente estudado e registrado após ter sido
abandonado.
“Fizemos
uma descrição completa da estação e de todos os objetos restantes,
incluindo restos de barracas, da estação meteorológicas, das
fortificações e da pista de aterrissagem pela qual os alemães foram
evacuados em julho de 1944”, ele diz.
O
nome enigmático da estação alemã, que significa Caçador de Tesouros,
alimentou a especulação de que a base em Alexandra servia para outros
propósitos além de registrar o clima no local.
Algumas teorias sugerem que a base foi ocupada por uma unidade das tropas nazistas e tido um papel no desenvolvimento de armas secretas, ou na busca de uma mítica “pátria nórdica” nas ilhas do Círculo Polar Ártico.
Algumas teorias sugerem que a base foi ocupada por uma unidade das tropas nazistas e tido um papel no desenvolvimento de armas secretas, ou na busca de uma mítica “pátria nórdica” nas ilhas do Círculo Polar Ártico.
Mas o historiador William Barr disse ao Live
que o propósito da base era estritamente científico e era uma das 10
estações meteorológicas alemãs nas ilhas do Ártico ao norte da Europa.
“Foi
um grande desastre. O líder da expedição enlouqueceu. Quando eles foram
evacuados, ele precisou ser amarrado no chão da aeronave para evitar
seus surtos de violência”, Barr disse.
Os
pesquisadores russos não encontraram nenhuma evidência que apoiasse as
especulações sobre a base de Schatzgrabber. “Preparamos um diagrama
completo da estação com referências geográficas sobre todas as suas
comodidades, incluindo máquinas que sugerem que a ocupação alemã data da
época da Segunda Guerra Mundial”, disse Ermolov. “Com base nesses
dados, podemos eliminar alguns dos mitos que se formaram em torno da
base por muitos anos.”
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
O mistério do Triângulo das Bermudas se aprofunda: cientistas dizem que “bolsões de ar” não são a resposta
Durante décadas, os marinheiros temeram o Triângulo das Bermudas,
conhecido por uma série de incidentes misteriosos, como o naufrágio de
um navio da marinha em 1918.
Entusiastas
de fenômenos paranormais dizem que a área está amaldiçoada e que os
naufrágios são causados por forças como “portais temporais” ou algo a
ver com Atlântida, a cidade perdida.
E
o mistério continua. Um cientista se pronunciou recentemente sobre o
assunto em um documentário de um Canal Científico que acreditava ter
descoberto “a resposta”.
No
documentário, foi sugerido que as nuvens estranhas e hexagonais eram
“bolsões de ar”, com ventos acima de 170 km/h, que estariam por trás dos
misteriosos naufrágios.
Mas
o meteorologista Randy Cerveny diz que seus comentários foram usados
fora de contexto e que ele não estava tentando sugerir uma “resposta”
para o mistério.
Cerveny
disse: “Foi uma surpresa. Eu não sabia o que estava acontecendo até ver
isso. Não tenho interesse em estudar o Triângulo das Bermudas”.
Nigel Watson, autor do UFO Investigations Manual, disse que a cada ano surgem mais teorias que tentam explicar o Triângulo das Bermudas.
“Alguns
acham que se trata de um portal para outras dimensões, permitindo que
os OVNIs entrem e saiam da Terra. Outros pensam que os eventos
misteriosos relacionados ao local sejam causados por anomalias
energéticas e magnéticas.”
Essa
explicação do bolsão de ar é mais válida do que muitas outras, mas como
na maioria dos mistérios desse tipo, sabemos que é preciso considerar
um conjunto de possibilidades, em vez de forçar uma ideia que
supostamente abarca todos os fatos.
“Devemos
levar em consideração que muitos dos eventos no Triângulo das Bermudas
foram manipulados para parecerem mais misteriosos. Há outros mistérios
em outras partes do mundo. Eles também poderiam ser explicados com
bolsões de ar?”
Fonte: Yahoo!
Som ‘sinistro’ que vem do mar afasta animais e é investigado por exército canadense
As
forças armadas canadenses estão investigando um estranho ruído que vem
do fundo do mar no Ártico. O som, percebido próximo um posto avançado
remoto, tem o som de um bipe.
De acordo com a CBC News, os moradores de uma comunidade isolada em Igloolik têm ouvido este barulho durante o verão, que até agora não há uma causa identificável. Para resolver o mistério, as Forças Armadas Canadenses estão “tomando as medidas apropriadas para investigar ativamente a situação”.
Os
registros do som já ocorrem a meses e a situação começa a se tornar um
assunto comum entre os poucos moradores da região. O zumbido já foi
descrito confusamente como um “ping”, “hum” e “beep”.
A região é conhecida por ser povoada por uma abundância de mamíferos marinhos em tempos mais quentes, e eles são muitas vezes caçados por moradores locais.
Estes caçadores suspeitam que os sons sinistros estão assustando a vida selvagem, o que prejudica sua alimentação.
As pessoas que visitam a área em iates particulares também têm ouvido o misterioso “ping”. Aparentemente, pode ser ouvido não apenas por aqueles perto da superfície da água, mas por meio do casco dos barcos também.
Fonte: Yahoo!
domingo, 30 de outubro de 2016
Misteriosa peça de alumínio pode ser indicação que ETs estiveram na Terra há 250.000 anos
Uma peça de alumínio está sendo aclamada como prova de que os ETs estiveram na Terra há 250.000 anos.
O descobrimento do misterioso pedaço de metal na Romênia comunista ocorreu em 1973, e não foi tornado público até o momento.
O objeto teria sido feito com 12 metais e 90% dele é alumínio. Os
resultados iniciais teriam sido confirmados posteriormente pelo
Laboratório de Lausanne, na Suíça.
O alumínio na forma metálica não foi produzido pela humanidade até
uns 200 anos atrás, e é por isto que o descobrimento desta peça de
250.000 anos está sendo apresentado como algo sensacional.
Em 1973, os construtores que trabalhavam nas margens do Rio Mures,
próximo da cidade romena de Aiud, encontraram três objetos a 10 metros
debaixo da terra.
Os objetos pareciam ser anormais e muito velhos, e os arqueólogos identificaram dois deles como sendo fósseis.
O terceiro objeto parecia ser um pedaço de metal feito pelo homem, e suspeitava-se ser a ponta de uma ferramenta.
Os três objetos foram enviados para análise posterior em Cluj, a cidade principal da região da Transilvânia. Foi determinado rapidamente que os grandes ossos pertenciam a um
mamífero extinto que morreu entre 10.000 e 80.000 anos atrás, mas os
especialistas se surpreenderam ao descobrir que o terceiro objeto era um
pedaço de metal que parecia ter sido fabricado.
O que confundiu os especialistas foi que a peça de metal tem uma
cavidade, o que a faz parecer que tenha sido fabricada como parte de um
sistema mecânico mais complexo.
Agora, um acalorado debate está ocorrendo na defesa de que o objeto
é parte de um OVNI e prova da visita por uma civilização extraterrestre
no passado.
Gheorghe Cohal, Diretor Adjunto da Associação de Ovniólogos Romenos, disse à imprensa local:
“As provas de laboratório concluíram que se trata de um
fragmento de um OVNI, dado o fato que as substâncias que o compõem não
podem ser combinadas com a tecnologia disponível na Terra.”
Contudo, o historiador local, Mihai Wittenberger afirma que o objeto é
na realidade uma peça de metal de um avião alemão da Segunda Guerra
Mundial. Ele acha que é a peça do trem de pouso de um Messerschmitt ME
262. Os caçadores de OVNIs dizem que esta explicação não justifica a idade do objeto.
O objeto de metal agora está sendo exibido no Museu de História de Cluj-Napoca, com uma placa que diz:
“Origem ainda desconhecida.”
Fonte: Ovni Hoje
Cientistas afirmam ter desvendado mistério do "Triângulo das Bermudas''
Pesquisadores americanos dizem ter descoberto a resposta para o mistério
que envolve o "Triângulo das Bermudas" em um novo documentário do
Science Channel.
A região, que está localizada entre Miami, Porto Rico
e Bermudas, ficou conhecida pelo alto número de aviões e navios que
desapareceram por lá sem deixar vestígios e tem intrigado cientistas
desde então.
Com ajuda de satélites, metereologistas afirmam agora ter encontrado na área a presença de nuvens hexagonais capazes de ocasionar ventos de até 270km/h - que poderiam facilmente, segundo eles, derrubar aviões e afundar navios.
"As imagens do satélite são bizarras”, destaca o pesquisador Randy
Cerveny, da Universidade do Arizona, referindo-se ao formatos hexagonal
das nuvens.
Ele explica ainda que esse tipo de formação sobre o oceano
funciona, em essência, como "bombas de ar"."São rajadas de ar que partem
debaixo das nuvens e atingem o oceano a velocidades perigosas capazes
de criar ondas gigantes", detalha Cerveny no documentário.
Alguns especialistas, no entanto, têm contestado os meteorologistas por essa teoria não explicar o que aconteceria com os destroços de todos os aviões e navios que já sumiram por lá.
Outros têm apontado que, embora
tenham ocorrido alguns desaparecimentos no ''Triângulo das Bermudas'',
eles são "estatisticamente insignificantes", dado o grande número de
navios e aeronaves que passam pela área.
As informações são do jornal "The Independent".
Fonte: Rede TV
sábado, 16 de julho de 2016
Os relatos mais impressionantes de reencarnação
Veja o que a ciência diz sobre pessoas que garantem se lembrar de vidas passadas.
Em sua última vida (ao menos das que tivemos notícia), Peter Hulme
era um simples funcionário de bingo em Birmingham, Inglaterra. No
entanto, ele vivia às voltas com um sonho recorrente e dramático: nele,
soldados que pareciam vindos do passado atacavam um castelo sempre
inacessível.
Hulme não nutria maior interesse por história e jurava não ter ideia
da origem de suas visões. Em busca de uma resposta, nos anos 90,
submeteu-se a sessões de hipnose. O resultado foi inusitado: concluiu
que também tinha sido John Raphael, soldado escocês servindo a certo
capitão Leverett na Escócia do século 17.
Parecia uma fantasia, mesmo porque inexistiam registros históricos de
uma batalha na região e nas circunstâncias descritas por Hulme.
Investigando por conta própria, ele e seu irmão Bob encontraram indícios
da existência do castelo e, empolgados, resolveram viajar à Escócia em
busca de provas.
Contra todas as expectativas, recuperaram resquícios de batalha no
local apontado por Hulme - e, mergulhando em documentos antiquíssimos,
acharam documentos que comprovam a existência de um capitão Leverett e
do próprio John Raphael. Com base nesses indícios, Peter Hulme afirmou
até o fim da vida que suas memórias eram genuínas e ele era, de fato, a
reencarnação de um soldado escocês.
O caso de Hulme não está acima de dúvidas: historiadores apontam
inconsistências e contradições nas memórias do suposto reencarnado. Mas o
relato ilustra uma situação que ainda intriga a ciência: pessoas que
juram recordar experiências de vidas passadas, em detalhes às vezes
desconcertantes para os cientistas.
A ideia de uma consciência que sobrevive à morte e reencarna em novos
corpos é quase tão antiga quanto a fé em divindades e surgiu de forma
independente em inúmeras culturas ao redor do planeta. De todos os
cantos do globo, encontrou na Ásia o terreno mais fértil. A ideia está
tão arraigada nas crenças hinduístas e budistas que, em lugares como
Índia e Sri Lanka, a reencarnação é vista como algo quase natural.
Não é à toa que surgem de lá muito dos casos considerados mais
sólidos pelos pesquisadores do tema - como o de Swarnlata Mishra, que
desde os 3 anos recordava com riqueza de detalhes a vida de outra
pessoa, chamada Biya e morta quase uma década antes.
A naturalidade com que Swarnlata tratava os integrantes de sua
"outra" família, ao ponto de mencionar apelidos íntimos de gente que não
conhecia pessoalmente, fez com que o caso virasse um clássico e deixa
pesquisadores coçando a cabeça até hoje. Mesmo no mundo ocidental, uma
boa parcela da população acredita em reencarnações, um interesse que
aumentou em alguns países após o surgimento do espiritismo na França do
século 19.
Na Europa Ocidental, dados de 2006 apontam que 22% pensam que a
reencarnação é uma realidade, enquanto nos EUA pesquisas falam em 20 a
25% de crença em vidas passadas. Nas cidades do Ocidente, em especial no
Brasil, a doutrina espírita tem grande penetração, e manifestações
religiosas recentes, como a cientologia, também levam as vidas passadas
como parte de suas crenças.
A postura da ciência diante disso tudo é de ceticismo. A maioria dos
cientistas trata os relatos de vidas passadas como frivolidades, frutos
de autoindução ou fraudes.
Além disso, não existe nenhum indício
científico de que a "alma" exista ou de que ela possa sobreviver à morte
do corpo (ela existiria de que forma entre uma encarnação e outra?).
Mas é claro que alguns pesquisadores pensam diferente. Um dos mais
destacados foi o psiquiatra Ian Stevenson, que dedicou mais de 40 anos
ao estudo de quase 3 mil relatos de crianças ao redor do mundo.
Para Stevenson, a maioria das recordações infantis sobre vidas
passadas envolve mortes violentas, com relatos iniciando entre 2 a 4
anos e quase sempre desaparecendo antes da adolescência. Ele também
estudou sinais de nascença e tumores, dizendo que podiam relevar
ferimentos sofridos em vidas anteriores. Em um estudo de 1992, Stevenson
cita 49 casos onde foram localizados documentos médicos de pessoas que
as crianças diziam ter sido em vidas anteriores.
De acordo com o pesquisador, a correspondência entre ferimentos
mortais e sinais físicos nos supostos reencarnados seria no mínimo
satisfatória em 43 desses casos, 88% do total.
No entanto, o próprio Stevenson admitia uma grave lacuna: seus
estudos não mostram como seria possível uma consciência sobreviver à
morte física e ingressar no corpo de outra pessoa. Seus livros são alvos
de muitas críticas, que vão desde análise tendenciosa dos dados até uso
de fontes não confiáveis, que já acreditavam em reencarnação antes dos
supostos casos na família. Ou seja, não existiria evidência de
reencarnação além de depoimentos dos próprios reencarnados ou de
indícios que, mesmo intrigantes, podem ser meras coincidências.
Mas alguns aspectos de supostas vidas passadas ainda são
desconcertantes para a ciência. É o caso, por exemplo, da xenoglossia,
uma capacidade súbita que algumas pessoas manifestam de falar, com
diferentes graus de fluência, línguas que deveriam desconhecer. Um dos
casos mais marcantes é o de Iris Farczády, uma húngara de 16 anos que,
no ano de 1933, passou a agir como uma espanhola de 41 anos chamada
Lucía, morta anos antes.
A suposta reencarnada esqueceu o húngaro natal e passou a falar
espanhol fluente, nunca mais recuperando sua personalidade anterior. O
caso está registrado no livro Paranormal Experience and Survival of
Death ("Experiência paranormal e sobrevivência da morte", sem tradução
para o português), de Carl Becker, professor de ética médica da
Universidade de Kyoto.
Para a maioria dos cientistas, a história de Iris (ou Lucía) não
passa de mais um caso de almanaque, mas há quem acredite que a
comprovação científica da xenoglossia seria a prova definitiva de que a
reencarnação é uma realidade. É viver (uma ou mais vezes) para crer.
Fonte: Super
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