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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Arquivos Insólitos 100

 O Globo, 07 de Abril de 1959

quinta-feira, 30 de março de 2017

Figura misteriosa vista na Indonésia pode ser membro de tribo perdida de pigmeus



Uma figura pequena e misteriosa, vista correndo numa estrada de terra na Indonésia, pode ser membro de uma tribo perdida, que não é vista há séculos.


O pequeno ser humano foi avistado perto de Banda Aceh, no norte da ilha de Sumatra, e filmado por motociclistas locais num vídeo que já foi visualizado mais de três milhões de vezes.


Lendas locais falam sobre uma tribo de pigmeus – com corpos menores do que os seres humanos “normais” – que supostamente habita a floresta.


Os motociclistas que o avistaram acreditam que pode se tratar de um membro da tribo Mante. Ao notar a presença dos locais, ele correu e desapareceu sem deixar rastros.


Um dos motociclistas, que estava usando uma câmera acoplada ao capacete, perseguiu o ser misterioso, que parecia estar carregando uma vara grande.


Ele desapareceu rapidamente em meio à grama alta e às árvores do local.


O vídeo no Youtube atraiu milhões de visualizações, e muitos locais associaram a figura às lendas urbanas da tribo Mante, um grupo étnico que supostamente está ligado ao povo moderno de Aceh.






Fonte: Yahoo!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

A Atlântida poderia estar escondida sob o gelo da Antártida




 
 
 
Em 1958, o historiador Charles Hapgood propôs sua teoria do “deslizamento polar”.


Segundo essa hipótese, os movimentos da crosta terrestre tornam possível a suposição de que grandes superfícies do continente antártico tenham estado desprovidas de gelo há aproximadamente 12 mil anos. A tese pode jogar luz sobre o mito de Atlântida.


Hapgood defendia sua teoria se baseando no mapa de Piri Reis, descoberto na Turquia em 1930. Esse documento, de 1513, exibe o que parece ser o litoral norte da Antártida como um vasto território sem gelo.


Vários teóricos da conspiração alegam que a hipótese do historiador não apenas é correta como, graças a esses dados, é possível afirmar que o continente perdido da Atlântida está escondido por trás de quilômetros de neve.


A primeira menção histórica da Atlântida está na obra do filósofo grego Platão, que se refere à cidade como um santuário construído por um híbrido de deuses e seres humanos, nove mil anos antes de sua época. Essas datas coincidem com as estipuladas pelo “deslizamento polar”.
 
 
 
 
Fonte: History

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Ossos encontrados há 76 anos podem ser de Amelia Earhart

Pesquisadores acreditam que medidas tiradas de restos mortais encontrados em uma ilha do Pacífico são “virtualmente idênticas” às da aviadora americana desaparecida Amelia Earhart.


Os restos foram encontrados em 1940 na ilha de Nikumaroro, conhecida na época como Ilha do Jardineiro. Na época, descartou-se a possibilidade de que eles pertencessem a Amelia Earhart.


O vidro à esquerda foi encontrado na ilha de Nikumaroro. Ele é extremamente parecido com um cosmético anti-sardas usado nos anos 1930 – inclusive por Earhart. 

 

Cientistas acreditam estar perto de desvendar o mistério do desaparecimento da aviadora americana Amelia Earhart, em 1937.


Medidas indicam que partes de um esqueleto encontradas em 1940 numa ilha remota do Pacífico podem pertencer à aviadora, anunciaram pesquisadores do Grupo Internacional para a Recuperação de Aeronaves Históricas (TIGHAR, na sigla em inglês).


A ligação potencial dos ossos com Amelia Earhart foi descartada na época porque um médico britânico disse que a ossada pertencia a um homem. Foi somente em 1998 que o TIGHAR revisou os apontamentos do médico e determinou que os restos mortais pareciam “consistentes com uma mulher de altura e origem étnica semelhante à de Earhart”.


Antropólogos forenses recentemente noticiaram que os antebraços do esqueleto pareciam mais compridos que a média, o que os levou a estudar fotos de Earhart para determinar o comprimento de seus braços. Suas medidas são “virtualmente idênticas” às dos ossos descobertos há 76 anos, concluiu o TIGHAR.


“A semelhança, é claro, não prova que estamos falando de Amelia Earhart, mas é um dado novo e significativo que nos aproxima dessa conclusão”, disse o grupo em comunicado de imprensa.


Não se sabem quais eram as medidas exatas de Earhart. O TIGHAR pediu ao especialista em imagens forenses Jeff Glickman uma análise de fotos da piloto, morta aos 39 anos. O objetivo era especificamente obter uma medida do úmero e do rádio, ossos do antebraço.


Uma das fotos analisadas mostra Earhart de frente para a câmera, com os braços ao lado do corpo. O úmero encontrado na ilha de Nikumaroro, na época conhecida como Ilha do Jardineiro, tem 32,4 centímetros. O rádio tem 24,5 centímetros, o que significa uma proporção de 0,756.


Glickman indicou que a proporção entre o úmero e o rádio de Earhart seria de 0,76.


“Estatisticamente, mulheres nascidas no fim do século 19 (Earhart nasceu em 1897) tinham uma proporção média de 0,73 entre úmero e rádio. Em outras palavras, se a ossada pertencia a uma mulher etnicamente europeia, de meia idade, ela tinha antebraços consideravelmente mais compridos que a média”, afirmou o TIGHAR.


As conclusões do TIGHAR são “atraentes”, mas não oferecem informações concretas, disse Andrew Nelson, antropólogo da Universidade de Ontario Ocidental.


“Calcular proporções é mais seguro que tentar estimar uma [medida] absoluta”, disse ele ao The Huffington Post. “Gostaria de ver que tipos de variabilidade existem, porque pode haver muitas outras pessoas com as mesmas medidas.”


Isso inclui pessoas de outras raças e origens geográficas, disse ele.


Ainda assim, ele expressou confiança no trabalho dos pesquisadores, notadamente o antropólogo forense Richard Jantz, que participou da investigação.


“Jantz é respeitado e acho que ele sabe o que está fazendo”, disse ele.


Nelson acrescentou que “não é incomum” que antropólogos usem fotos para medições e comparações. “Fotos são muito usadas em trabalho forense para estimar proporções, tamanho, coisas do tipo”, disse ele, observando que e ele coletou proporções faciais de fotos para ajudar em identificações.


O TIGHAR já havia sugerido que Earhart tivesse morrido na ilha durante sua famosa tentativa de ser a primeira mulher a dar a volta ao mundo em um avião.


Fragmentos que supostamente seriam da sua aeronave foram encontrados na ilha em 1991, que fica um pouco ao sul de uma das paradas previstas no trajeto de Earhart. 


Outros itens encontrados na ilha incluem uma embalagem de cosmético anti-sardas, um espelho e botões e um zíper de uma jaqueta.




Fonte: Brasil Post

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Misteriosa pirâmide é encontrada pelo Google Earth na Antártida






Um mistério que gerou repercussão na internet foi desvendado recentemente. Graças ao Google Earth, uma “pirâmide” foi encontrada no meio da Antártida e causou dúvidas e curiosidade entre os internautas.


Porém, para tristeza dos que gostam de teoria da conspiração, trata-se apenas de uma montanha. E até mesmo a parte “nova” da teoria, que é descobrimento da montanha, é apenas uma versão nova de uma história que tem sido relatada há anos no Pólo Sul.


Desde a Expedição Antártica Britânica, que ocorreu entre 1910 e 1913, uma “pirâmide” foi encontrada sobre a geleira, mas a coisa foi mantida em segredo. Essa foi a primeira montanha com características que lembrar pirâmides a ser achada.


Agora uma segunda montanha reiniciou a roda das teorias da conspiração. Se tiver curiosidade, você pode encontrá-la nas coordenadas 79 ° 58’39.25 “S 81 ° 57’32.21” W no Google Earth. 


“As estruturas em forma de pirâmide estão localizadas nas montanhas Ellsworth, que é uma extensão de mais de 400 km de comprimento, por isso não é surpresa que haja picos rochosos que se espalham sobre o gelo. Os picos são claramente compostos de rocha, e é uma coincidência que este pico particular tem essa forma “, disse ao site IFLScience Mitch Darcy, geólogo do Centro Alemão de Pesquisa de Geociências em Potsdam.


“Não é uma forma muito rara, então também não é uma coincidência especial. Por definição, é um nunatak, que é simplesmente um pico da rocha que cola acima de uma geleira ou de uma camada de gelo. Este tem a forma de uma pirâmide, mas isso não o torna uma construção humana. “




Fonte: Yahoo!

Departamento de Defesa do Canadá investiga sons misteriosos vindo do Oceano Ártico



Caçadores nativos do território canadense de Nunavut relataram ouvir sons inexplicáveis que parecem vir do fundo do oceano Ártico. Esses sons são descritos como “pings”, “hums” e “bips”, e também atraíram a atenção do Departamento de Defesa Nacional do Canadá, que enviou um avião para investigar. 


Os estranhos sons foram ouvidos entre os meses de julho e setembro no estreito de Fury e Helca. Um representante do governo local disse que o barulho vem de uma grande área de caça em águas abertas cercadas por gelo, chamada polínia. Mamíferos como morsas e baleias costumam se reunir nestes locais, mas neste verão canadense praticamente nenhum deles apareceu, tornando a situação ainda mais suspeita.


Há várias hipóteses para tentar explicar esses sons. Uma delas é que uma mineradora famosa por ter realizado pesquisas com sonares na área esteja repetindo os experimentos, mas a empresa diz que não fez nenhum estudo na área e que não tinha nenhum equipamento embaixo d’água quando o som foi captado.


Outra hipótese é que os sons podem estar sendo gerados por construções ou explosões, mas o governo aponta que nenhuma autorização para este tipo de intervenção foi feita recentemente.Outra possibilidade mais improvável é que o Greenpeace possa estar por trás disso, produzindo os sons para afugentar os animais da área de caça. A organização nega a acusação.


O avião enviado pelo Departamento de Defesa Nacional do Canadá não encontrou nada de diferente na região. “A equipe aérea fez várias buscas pela área, inclusive uma busca acústica que durou uma hora e meia, sem detectar nenhuma anomalia”, diz uma nota do departamento.


“A equipe não detectou nenhum contato de superfície ou de subsuperfície. A equipe observou dois grupos de baleias e seis morsas na área de interesse”. O departamento diz que é possível que o som venha de submarinos, mas que isso é improvável. 
 
 
 
 
Fonte: Hypescience

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Astronautas intrigados com ruído que ninguém consegue explicar



O primeiro astronauta da China afirma ter ouvido “batidas” misteriosas durante seu primeiro voo no espaço, segundo informações do Mirror. De acordo com Yang Liwei, ninguém soube explicar o que seriam esses ruídos.


Liwei, agora general da Força Aérea da China disse que o barulho soava como se alguém estivesse batendo na aeronave e comparou-o com um martelo acertando um balde de ferro.


O ex-astronauta de 51 anos garantiu que nunca mais passou pela experiência desde que retornou à Terra. Ele acredita que o ruído pode ter sido ocasionado por alienígenas.


Enviado ao espaço em 2003, Liwei orbitou o planeta diversas vezes durante um voo de 21 horas. O chinês reconheceu em entrevista à mídia chinesa que estava muito nervoso quando ouviu os sons e que chegou a examinar a nave espacial para investigar o motivo daquele estrondo, mas que não encontrou nada que pudesse explicá-lo. Outros astronautas garantem ter ouvido o mesmo som em outras viagens espaciais.


Seria esse um sinal de que extraterrestres querem se comunicar com os humanos? O chinês acredita que isso é muito estranho, mas espera que não tenhamos nada com que se preocupar.




Fonte: Yahoo!

sábado, 12 de novembro de 2016

Base secreta alemã da Segunda Guerra Mundial é descoberta nas proximidades do Polo Norte














Uma base secreta alemã da Segunda Guerra Mundial foi descoberta nas proximidades do Polo Norte. Os restos de uma base alemã foram encontrados por pesquisadores russos em uma ilha que fica perto do Polo Norte.

A base militar “Schatzgrabber” (Caçador de Tesouros, em alemão) foi construída em Alexandra Land, em 1943, na isolada ilha de Franz Josef Land, a mais de 1.100 quilômetros do norte de Arkhangelsk, uma cidade russa.

As ilhas são cobertas pelo gelo durante grande parte do ano e o local foi visitado pela última vez na década de 1980, disseram os pesquisadores. Mas no início desse ano, em agosto, uma equipe de arqueólogos russos explorou e catalogou os restos da base pela primeira vez.

“Neste verão, o Ártico estava muito quente, então toda a área de Schatzgrabber estava completamente descongelada, tornando possível a exploração completa do local”, disse o líder da equipe, Evgeny Ermolov, pesquisador sênior do Russian Arctic National Park, que agora administra a ilha.

Entre os achados estão os restos mortais de vários soldados alemães e seus uniformes, bem como fragmentos de armas e munições, incluindo espingardas, metralhadoras, minas terrestres e granadas de mão, que foram abandonadas quando os últimos ocupantes da base foram evacuados por um submarino alemão em 1944.

Cerca de 10 meteorologistas alemães estavam na ilha em 1943 em uma missão secreta para enviar avisos sobre as condições climáticas dos oceanos nortistas e da Europa, para que o exército alemão considerasse essas informações em suas operações estratégicas.

Ermolov disse que a equipe de pesquisa recuperou mais de 600 objetos nos escombros da base, além de um depósito de suprimentos emergenciais e uma pista de pouso. Esses artefatos foram enviados ao Arctic National Park em Arkhangelsk para serem estudados mais a fundo, disseram os pesquisadores.

Ermolov disse que o ambiente muito seco e praticamente livre de micróbios também ajudou a preservar muitos objetos de madeira, couro e tecido, incluindo manuais navais alemães, livros de meteorologia, tabelas astronômicas, registros de clima, revistas e uma cópia do clássico romance de Mark Twain, “Tom Sawyer”.

O urso polar de Potluck

A equipe também encontrou suprimentos de comida enlatada na base, incluindo sardinhas de Portugal, curiosamente rotuladas em inglês, mostrando que estavam à venda na América.

Mas sardinhas não eram a única coisa no menu dos soldados de Alexandra Land. As águas da baía começaram a congelar com a aproximação do inverno e vários barcos cheios de suprimentos e equipamentos foram esmagados pelo gelo, disseram os pesquisadores.

“Alguns dos suprimentos e equipamentos afundaram, então as opções de alimentos durante o inverno ficaram bastante limitadas. Não seria nenhuma surpresa se eles tivessem matado ursos polares em busca de carne fresca, pois não havia mais nada por perto”, disse Ermolov.

Mas ele acrescentou que os meteorologistas não cozinhavam corretamente a carne de urso, fazendo com que todas as pessoas que a comeram tivessem um surto de triquinose, uma infecção dolorosa e desagradável de lombrigas, causada pela ingestão de carne contaminada.

Em resposta à essa emergência médica em Alexandra Land, um ousado voo de resgate saiu da base alemã em Banak, na Noruega, em julho de 1944 para levar um médico até a ilha e trazer de volta os meteorologistas doentes, de acordo com o historiador alemão Franz Selinger.

Mas o grande FW-200 “Condor” teve uma roda danificada durante a aterrissagem e um segundo avião precisou ser enviado de Banak para trocar a roda e permitir que a primeira aeronave decolasse e fizesse a evacuação dos doentes.

Ermolov disse que os pesquisadores tiveram que procurar em uma área muito grande, mas tiveram a sorte de encontrar vestígios do campo de pouso, incluindo restos de barris de combustível, tendas, baterias, caixas, bombas de fumaça e sinalizadores feitos em 1941.

“Antes, só sabíamos dessas coisas através de fontes escritas, mas agora temos provas materiais”, disse Ermolov.

O último reduto

A base alemã em Alexandra Land não estava completamente perdida na história: depois da guerra, algumas estruturas foram utilizadas pelos militares soviéticos até a base aérea de Nagurskoye da Rússia ser construída na ilha na década de 50.

Uma equipe de especialistas e militares alemães também visitou a ilha na década de 80 para remover os campos minados que haviam sido plantados em torno da base para protegê-la de um ataque, disse Ermolov.

Mas ele acrescenta que a exploração desse verão representou a primeira vez na qual o local foi exaustivamente estudado e registrado após ter sido abandonado.

“Fizemos uma descrição completa da estação e de todos os objetos restantes, incluindo restos de barracas, da estação meteorológicas, das fortificações e da pista de aterrissagem pela qual os alemães foram evacuados em julho de 1944”, ele diz.

O nome enigmático da estação alemã, que significa Caçador de Tesouros, alimentou a especulação de que a base em Alexandra servia para outros propósitos além de registrar o clima no local.


Algumas teorias sugerem que a base foi ocupada por uma unidade das tropas nazistas e tido um papel no desenvolvimento de armas secretas, ou na busca de uma mítica “pátria nórdica” nas ilhas do Círculo Polar Ártico.

Mas o historiador William Barr disse ao Live que o propósito da base era estritamente científico e era uma das 10 estações meteorológicas alemãs nas ilhas do Ártico ao norte da Europa.

“Foi um grande desastre. O líder da expedição enlouqueceu. Quando eles foram evacuados, ele precisou ser amarrado no chão da aeronave para evitar seus surtos de violência”, Barr disse.

Os pesquisadores russos não encontraram nenhuma evidência que apoiasse as especulações sobre a base de Schatzgrabber. “Preparamos um diagrama completo da estação com referências geográficas sobre todas as suas comodidades, incluindo máquinas que sugerem que a ocupação alemã data da época da Segunda Guerra Mundial”, disse Ermolov. “Com base nesses dados, podemos eliminar alguns dos mitos que se formaram em torno da base por muitos anos.”




Fonte: Yahoo!

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

O mistério do Triângulo das Bermudas se aprofunda: cientistas dizem que “bolsões de ar” não são a resposta



Durante décadas, os marinheiros temeram o Triângulo das Bermudas, conhecido por uma série de incidentes misteriosos, como o naufrágio de um navio da marinha em 1918.


Entusiastas de fenômenos paranormais dizem que a área está amaldiçoada e que os naufrágios são causados por forças como “portais temporais” ou algo a ver com Atlântida, a cidade perdida.


E o mistério continua. Um cientista se pronunciou recentemente sobre o assunto em um documentário de um Canal Científico que acreditava ter descoberto “a resposta”.


No documentário, foi sugerido que as nuvens estranhas e hexagonais eram “bolsões de ar”, com ventos acima de 170 km/h, que estariam por trás dos misteriosos naufrágios.


Mas o meteorologista Randy Cerveny diz que seus comentários foram usados fora de contexto e que ele não estava tentando sugerir uma “resposta” para o mistério.


Cerveny disse: “Foi uma surpresa. Eu não sabia o que estava acontecendo até ver isso. Não tenho interesse em estudar o Triângulo das Bermudas”.


Nigel Watson, autor do UFO Investigations Manual, disse que a cada ano surgem mais teorias que tentam explicar o Triângulo das Bermudas.


“Alguns acham que se trata de um portal para outras dimensões, permitindo que os OVNIs entrem e saiam da Terra. Outros pensam que os eventos misteriosos relacionados ao local sejam causados por anomalias energéticas e magnéticas.”


Essa explicação do bolsão de ar é mais válida do que muitas outras, mas como na maioria dos mistérios desse tipo, sabemos que é preciso considerar um conjunto de possibilidades, em vez de forçar uma ideia que supostamente abarca todos os fatos.


“Devemos levar em consideração que muitos dos eventos no Triângulo das Bermudas foram manipulados para parecerem mais misteriosos. Há outros mistérios em outras partes do mundo. Eles também poderiam ser explicados com bolsões de ar?”




Fonte: Yahoo!

Som ‘sinistro’ que vem do mar afasta animais e é investigado por exército canadense



As forças armadas canadenses estão investigando um estranho ruído que vem do fundo do mar no Ártico. O som, percebido próximo um posto avançado remoto, tem o som de um bipe.


De acordo com a CBC News, os moradores de uma comunidade isolada em Igloolik têm ouvido este barulho durante o verão, que até agora não há uma causa identificável. Para resolver o mistério, as Forças Armadas Canadenses estão “tomando as medidas apropriadas para investigar ativamente a situação”.


Os registros do som já ocorrem a meses e a situação começa a se tornar um assunto comum entre os poucos moradores da região. O zumbido já foi descrito confusamente como um “ping”, “hum” e “beep”.


A região é conhecida por ser povoada por uma abundância de mamíferos marinhos em tempos mais quentes, e eles são muitas vezes caçados por moradores locais.


Estes caçadores suspeitam que os sons sinistros estão assustando a vida selvagem, o que prejudica sua alimentação.


As pessoas que visitam a área em iates particulares também têm ouvido o misterioso “ping”. Aparentemente, pode ser ouvido não apenas por aqueles perto da superfície da água, mas por meio do casco dos barcos também.




Fonte: Yahoo!

domingo, 30 de outubro de 2016

Misteriosa peça de alumínio pode ser indicação que ETs estiveram na Terra há 250.000 anos










Uma peça de alumínio está sendo aclamada como prova de que os ETs estiveram na Terra há 250.000 anos.


O descobrimento do misterioso pedaço de metal na Romênia comunista ocorreu em 1973, e não foi tornado público até o momento.


O objeto teria sido feito com 12 metais e 90% dele é alumínio.  Os resultados iniciais teriam sido confirmados posteriormente pelo Laboratório de Lausanne, na Suíça.


O alumínio na forma metálica não foi produzido pela humanidade até uns 200 anos atrás, e é por isto que o descobrimento desta peça de 250.000 anos está sendo apresentado como algo sensacional.


Em 1973, os construtores que trabalhavam nas margens do Rio Mures, próximo da cidade romena de Aiud, encontraram três objetos a 10 metros debaixo da terra.


Os objetos pareciam ser anormais e muito velhos, e os arqueólogos identificaram dois deles como sendo fósseis.


O terceiro objeto parecia ser um pedaço de metal feito pelo homem, e suspeitava-se ser a ponta de uma ferramenta.


Os três objetos foram enviados para análise posterior em Cluj, a cidade principal da região da Transilvânia. Foi determinado rapidamente que os grandes ossos pertenciam a um mamífero extinto que morreu entre 10.000 e 80.000 anos atrás, mas os especialistas se surpreenderam ao descobrir que o terceiro objeto era um pedaço de metal que parecia ter sido fabricado.


O que confundiu os especialistas foi que a peça de metal tem uma cavidade, o que a faz parecer que tenha sido fabricada como parte de um sistema mecânico mais complexo.


Agora, um acalorado debate está ocorrendo na defesa de que o objeto é parte de um OVNI e prova da visita por uma civilização extraterrestre no passado.


Gheorghe Cohal, Diretor Adjunto da Associação de Ovniólogos Romenos, disse à imprensa local:


“As provas de laboratório concluíram que se trata de um fragmento de um OVNI, dado o fato que as substâncias que o compõem não podem ser combinadas com a tecnologia disponível na Terra.”


Contudo, o historiador local, Mihai Wittenberger afirma que o objeto é na realidade uma peça de metal de um avião alemão da Segunda Guerra Mundial.  Ele acha que é a peça do trem de pouso de um Messerschmitt ME 262. Os caçadores de OVNIs dizem que esta explicação não justifica a idade do objeto.


O objeto de metal agora está sendo exibido no Museu de História de Cluj-Napoca, com uma placa que diz:
“Origem ainda desconhecida.”



Fonte: Ovni Hoje

Cientistas afirmam ter desvendado mistério do "Triângulo das Bermudas''





Pesquisadores americanos dizem ter descoberto a resposta para o mistério que envolve o "Triângulo das Bermudas" em um novo documentário do Science Channel. 


A região, que está localizada entre Miami, Porto Rico e  Bermudas, ficou conhecida pelo alto número de aviões e navios que desapareceram por lá sem deixar vestígios e tem intrigado cientistas desde então.


Com ajuda de satélites, metereologistas afirmam agora ter encontrado na área a presença de nuvens hexagonais capazes de ocasionar ventos de até 270km/h - que poderiam facilmente, segundo eles, derrubar aviões e afundar navios.


"As imagens do satélite são bizarras”, destaca o pesquisador Randy Cerveny, da Universidade do Arizona, referindo-se ao formatos hexagonal das nuvens. 


Ele explica ainda que esse tipo de formação sobre o oceano funciona, em essência, como "bombas de ar"."São rajadas de ar que partem debaixo das nuvens e atingem o oceano a velocidades perigosas capazes de criar ondas gigantes", detalha Cerveny no documentário.


Alguns especialistas, no entanto, têm contestado os meteorologistas por essa teoria não explicar o que aconteceria com os destroços de todos os aviões e navios que já sumiram por lá. 


Outros têm apontado que, embora tenham ocorrido alguns desaparecimentos no ''Triângulo das Bermudas'', eles são "estatisticamente insignificantes", dado o grande número de navios e aeronaves que passam pela área.
As informações são do jornal "The Independent".




Fonte: Rede TV

sábado, 16 de julho de 2016

Os relatos mais impressionantes de reencarnação



Veja o que a ciência diz sobre pessoas que garantem se lembrar de vidas passadas.


Em sua última vida (ao menos das que tivemos notícia), Peter Hulme era um simples funcionário de bingo em Birmingham, Inglaterra. No entanto, ele vivia às voltas com um sonho recorrente e dramático: nele, soldados que pareciam vindos do passado atacavam um castelo sempre inacessível.


Hulme não nutria maior interesse por história e jurava não ter ideia da origem de suas visões. Em busca de uma resposta, nos anos 90, submeteu-se a sessões de hipnose. O resultado foi inusitado: concluiu que também tinha sido John Raphael, soldado escocês servindo a certo capitão Leverett na Escócia do século 17.


Parecia uma fantasia, mesmo porque inexistiam registros históricos de uma batalha na região e nas circunstâncias descritas por Hulme. Investigando por conta própria, ele e seu irmão Bob encontraram indícios da existência do castelo e, empolgados, resolveram viajar à Escócia em busca de provas.


Contra todas as expectativas, recuperaram resquícios de batalha no local apontado por Hulme - e, mergulhando em documentos antiquíssimos, acharam documentos que comprovam a existência de um capitão Leverett e do próprio John Raphael. Com base nesses indícios, Peter Hulme afirmou até o fim da vida que suas memórias eram genuínas e ele era, de fato, a reencarnação de um soldado escocês.


O caso de Hulme não está acima de dúvidas: historiadores apontam inconsistências e contradições nas memórias do suposto reencarnado. Mas o relato ilustra uma situação que ainda intriga a ciência: pessoas que juram recordar experiências de vidas passadas, em detalhes às vezes desconcertantes para os cientistas.


A ideia de uma consciência que sobrevive à morte e reencarna em novos corpos é quase tão antiga quanto a fé em divindades e surgiu de forma independente em inúmeras culturas ao redor do planeta. De todos os cantos do globo, encontrou na Ásia o terreno mais fértil. A ideia está tão arraigada nas crenças hinduístas e budistas que, em lugares como Índia e Sri Lanka, a reencarnação é vista como algo quase natural.


Não é à toa que surgem de lá muito dos casos considerados mais sólidos pelos pesquisadores do tema - como o de Swarnlata Mishra, que desde os 3 anos recordava com riqueza de detalhes a vida de outra pessoa, chamada Biya e morta quase uma década antes.


A naturalidade com que Swarnlata tratava os integrantes de sua "outra" família, ao ponto de mencionar apelidos íntimos de gente que não conhecia pessoalmente, fez com que o caso virasse um clássico e deixa pesquisadores coçando a cabeça até hoje. Mesmo no mundo ocidental, uma boa parcela da população acredita em reencarnações, um interesse que aumentou em alguns países após o surgimento do espiritismo na França do século 19.


Na Europa Ocidental, dados de 2006 apontam que 22% pensam que a reencarnação é uma realidade, enquanto nos EUA pesquisas falam em 20 a 25% de crença em vidas passadas. Nas cidades do Ocidente, em especial no Brasil, a doutrina espírita tem grande penetração, e manifestações religiosas recentes, como a cientologia, também levam as vidas passadas como parte de suas crenças.


A postura da ciência diante disso tudo é de ceticismo. A maioria dos cientistas trata os relatos de vidas passadas como frivolidades, frutos de autoindução ou fraudes. 


Além disso, não existe nenhum indício científico de que a "alma" exista ou de que ela possa sobreviver à morte do corpo (ela existiria de que forma entre uma encarnação e outra?). Mas é claro que alguns pesquisadores pensam diferente. Um dos mais destacados foi o psiquiatra Ian Stevenson, que dedicou mais de 40 anos ao estudo de quase 3 mil relatos de crianças ao redor do mundo.


Para Stevenson, a maioria das recordações infantis sobre vidas passadas envolve mortes violentas, com relatos iniciando entre 2 a 4 anos e quase sempre desaparecendo antes da adolescência. Ele também estudou sinais de nascença e tumores, dizendo que podiam relevar ferimentos sofridos em vidas anteriores. Em um estudo de 1992, Stevenson cita 49 casos onde foram localizados documentos médicos de pessoas que as crianças diziam ter sido em vidas anteriores.


De acordo com o pesquisador, a correspondência entre ferimentos mortais e sinais físicos nos supostos reencarnados seria no mínimo satisfatória em 43 desses casos, 88% do total.


No entanto, o próprio Stevenson admitia uma grave lacuna: seus estudos não mostram como seria possível uma consciência sobreviver à morte física e ingressar no corpo de outra pessoa. Seus livros são alvos de muitas críticas, que vão desde análise tendenciosa dos dados até uso de fontes não confiáveis, que já acreditavam em reencarnação antes dos supostos casos na família. Ou seja, não existiria evidência de reencarnação além de depoimentos dos próprios reencarnados ou de indícios que, mesmo intrigantes, podem ser meras coincidências.


Mas alguns aspectos de supostas vidas passadas ainda são desconcertantes para a ciência. É o caso, por exemplo, da xenoglossia, uma capacidade súbita que algumas pessoas manifestam de falar, com diferentes graus de fluência, línguas que deveriam desconhecer. Um dos casos mais marcantes é o de Iris Farczády, uma húngara de 16 anos que, no ano de 1933, passou a agir como uma espanhola de 41 anos chamada Lucía, morta anos antes.


A suposta reencarnada esqueceu o húngaro natal e passou a falar espanhol fluente, nunca mais recuperando sua personalidade anterior. O caso está registrado no livro Paranormal Experience and Survival of Death ("Experiência paranormal e sobrevivência da morte", sem tradução para o português), de Carl Becker, professor de ética médica da Universidade de Kyoto.


Para a maioria dos cientistas, a história de Iris (ou Lucía) não passa de mais um caso de almanaque, mas há quem acredite que a comprovação científica da xenoglossia seria a prova definitiva de que a reencarnação é uma realidade. É viver (uma ou mais vezes) para crer.




Fonte: Super
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