quarta-feira, 31 de março de 2010

Estudo: mamutes não foram extintos por catástrofes climáticas


A última população conhecida de mamutes lanudos, que habitavam uma ilha remota do Ártico muito depois de os humanos inventarem a escrita, foram eliminados rapidamente, afirma um estudo divulgado nesta terça-feira.

A causa pode ter sido doenças, humanos ou catástrofes climáticas, mas é certo que não foram mudanças climáticas, sugere a pesquisa, publicada na revista Proceedings of the Royal Society B.

As exatas razões que fizeram grande parte desses gigantescos paquidermes - que na época percorriam em rebanho o território da Eurásia e América do Norte - morrerem no final da Era do Gelo geraram debates acalorados.

Alguns especialistas afirmam que os mamutes foram caçados até a extinção há 10 mil anos pela espécie que se tornaria predadora dominante do planeta: a humana.

Outros argumentam que as mudanças climáticas são culpadas, já que as espécies acostumadas a climas amenos tiveram de encarar um mundo mais quente.

É sabido que uma colônia de mamutes lanudos sobreviveu até 4 mil anos atrás onde está hoje a ilha de Wrangel, na Rússia, ao norte da Sibéria e no Oceano Ártico.

A datação por radiocarbono mostra que ao menos alguns desses animais ainda existiam no ano 1,7 mil anos antes de Cristo.

Para melhor entender a extinção, pesquisadores liderados por Anders Angerbjorn, da Universidade de Estocolmo, analisaram pedaços de DNA mitocondrial - material genético herdado através das fêmeas - extraído dos ossos e das presas.

Eles apontaram sinais de diversidade genética declinante, o que significaria que muita procriação consanguínea em uma população pequena poderia ter sido a causa, em parte, da morte dos animais.

"Pode ser que a ilha fosse simplesmente muito pequena para suportar uma população de mamutes a longo prazo", especulam os autores.

Em torno de 7,6 mil km² de área, a ilha de Wrangel é um pouco menor que a Córsega ou Porto Rico. A ilha de Wrangel foi gradativamente submersa de 12 mil a 9 mil anos atrás.

A perda de variação genética também poderia ter sido resultado das mudanças climáticas ocorridas quando a Terra entrou no período interglacial, que foi uma bênção para muitos animais, mas não para os animais gigantescos, afirma o estudo.

Para a surpresa dos estudiosos, no entanto, foi concluído que a diversidade genética manteve-se estável, ou até mesmo aumentou levemente, até o final.

"Isto sugere que a extinção final foi causada por uma mudança relativamente súbita no ambiente em que os mamutes viviam", salientou o estudo.

De acordo com dados arqueológicos, os humanos aparentemente chegaram à ilha 100 anos depois de os mamíferos terem desaparecido.

Isso provaria que não foram os 'Homo sapiens' que mataram os últimos mamutes, mas é possível que os humanos tenham chegado antes na ilha, sem deixar rastros.

Sobram as hipóteses clima ou doença - levantadas pelos pesquisadores -, que notaram que um evento súbito - uma mega tempestade, por exemplo - ou uma nova bactéria ou vírus poderia ter varrido a população remanescente.

O destino dos mamutes na ilha de Wrangel, afirmam eles, não é necessariamente um microcosmo de todas as espécies, porque as ilhas exercem pressões evolutivas diferentes nas diversas espécies animais.

Uma das teorias levanta a hipótese de as florestas em expansão na Europa e em parte da Ásia terem expulsado esses animais, comedores de grama, que foram gradualmente morrendo de fome.


Fonte: Terra

Prisões holandesas usam médiuns para ajudar prisioneiros a manter contato com mortos


Prisões holandesas estão usando médiuns para orientar criminosos presos, colocando-os em contato com seus parentes mortos.

Paul van Bree, um auto-intitulado médium ou clarividente, foi contratado pelos serviços prisionais holandeses para ensinar os presos "a amarem a si mesmos".

"Eu lhes digo que os parentes mortos estão indo bem e que eles os amam. O que lhes traz paz. Vi homens grandes e fortes em lágrimas", disse ele.

Van Bree, que também publica previsões anuais do futuro, afirma ser de uma longa linhagem de videntes, incluindo sua mãe e avó.

O paranormal holandês, que se descreve como o "Buda feliz", disse à revista De Tijd, que ele não é o único curandeiro psíquico empregado pelo Ministério da Justiça holandês.


Paul van Bree


Ele alega que conversando com os presos, e com os pais mortos dos prisioneiros, pode descobrir a chave dos problemas psicológicos para ajudar as autoridades prisionais a reabilitar os criminosos.

"Com a minha antena eu às vezes revelo mais do que um psicólogo ou um assistente social da prisão", disse. "Meu trabalho pode ser comparado aos cuidados de saúde mental no sentido mais amplo da palavra."

Um porta-voz do Ministério da Justiça holandês, afirmou: "Isso não é algo que se encaixa em nosso campo de tratamento."

O serviço de emprego holandês também lançou mão do paranormal usando "terapia de regressão" e cartas de tarô para ajudar os desempregados.

Pessoas que não cooperaram foram informadas que perderão os benefícios, a menos que aceitem a orientação de um terapeuta de regressão para ajudá-los a entrar em contato com as suas vidas passadas.

Em 2007, 42.500 pessoas se inscreveram em "programas de desenvolvimento pessoal" financiados pelo Estado com base na espiritualidade.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Telegraph/De Telegraaf

Um grande OVNI no céu de Salta na Argentina



Uma luz laranja muito luminosa, que a olho nu era do tamanho de uma bola de futebol, e se deslocava de oeste para leste foi vista na madrugada do dia 24 por centenas de pessoas na capital e em cidades e povoados dos vales de Lerma e Calchaquíes, segundo a polícia.

O objeto, a olho nu, segundo palavras das testemunhas, era do tamanho de uma bola de futebol, e parecia uma bola de fogo, com tons de laranja e azul, com uma extensa linha de coloração tênue.

O avistamento, que ocorreu entre 2:25 hs e 2:28 hs, congestionou o número 911 da capital. Foram feitas "cerca de 70 chamadas, a partir das 2:29 hs, informando o incidente", de acordo com os operadores.

O coordenador do sistema, Rodrigo Iturra, disse, "Vamos investigar para determinar o que foi que as pessoas viram".

Todas as testemunhas disseram que a luz se movia rapidamente de oeste para leste, e que foi visível por pelo menos três minutos, desaparecendo por trás das colinas.

As chamadas para o 911 vieram dos bairros de Santa Ana I, Villa Mitre, Ciudad del Milagro, Parque Belgrano e centro da cidade.

Além desses bairros, moradores de Cerrillos, El Carril, La Merced, Chicoana e Cachi contataram o jornal El Tribuno para informar o avistamento de OVNIs.

"Era uma coisa enorme em chamas. Foi uma visão bonita ", disse Pedro Lopez, de La Silleta.

"Antes de dormir, eu lembrei que tinha deixado a máquina de lavar com a minha roupa lavada dentro.

Então eu saí para a varanda para pendurá-las e quando eu estava terminando, em um dado momento, eu vi algo no céu como uma estrela cadente, mas muito maior e laranja.

Parecia um cometa. Ele desapareceu na serra ", disse Daiana Garcia, moradora de Vila Mitre que se comunicou pela Linha direta do El Tribuno.

"Meu nome é Damian Sebastian Lera, vivo na rua Alvarado, 1800. Eu queria dizer-lhes que, hoje, quarta-feira, 24 de março de 2010, desde as 2:25 hs até 2:28 hs pude vêr, com minha esposa e uma prima, uma bola de fogo no céu.


Por sua extensa duração tivemos medo. Foi muito impressionante. Poderiam me informar o que foi aquilo? ", Escreveu um leitor.

"Não há relatos de acidentes ou danos. Pode ter sido um meteorito. Nossa equipe se mobilizou e investigou. Foi um fenômeno natural ", analisou o diretor do 911, Victor Ola Castro.

Por sua parte, a Dra. Graciela Romero, fisica responsável pelo observatório astronomico da Universidade Nacional de Salta (UNSA) concorda com o funcionário.

"Pelas descrições das pessoas o mais certo é que tenha sido um grande meteorito. Entrarei em contato com grupos científicos para saber que informações eles possuem a respeito, e se acontecerá algum tipo de busca ", disse ela.

O chefe do Aeroporto de Salta, major Omar Arce, disse, "não temos nada registrado. Mas o que eles dizem que viram não era um avião ".


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: El Tribuno


Sapos são capazes de prever terremotos


O comportamento dos sapos durante o período de acasalamento pode possibilitar "prever o imprevisível", ou seja, um sismo, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira, dia 31, pelos pesquisadores de uma universidade britânica.

Uma "alteração brusca no comportamento" dos sapos comuns machos (Bufo-bufo) foi percebida "cinco dias antes do sismo" ocorrido na cidade italiana de Áquila, no dia 6 de abril de 2009, de acordo com a equipe que vigiava esses anfíbios em seu local de reprodução.

Os resultados obtidos sugerem que "os sapos comuns Bufo-bufo são capazes de pressentir eventos sísmicos importantes e de adaptar seu comportamento em consequência", disse a bióloga Rachel Grant da Universidade Open, em Milton Keynes, Reino Unido.

Junto de seu colega Tim Halliday, da Oxford, ela observava por vários dias os animais a 74 quilômetros de Áquila, no momento em que a cidade foi surpreendida pelo terremoto de magnitude de 6,3 graus e que fez 299 vítimas.

Cinco dias antes do tremor, o número de sapos machos presentes no local de reprodução brutalmente reduziu em 96%, um comportamento "altamente incomum" para esses anfíbios, segundo o estudo publicado no Journal of Zoology.

"Uma vez que os sapos chegam para se reproduzir, eles ficam habitualmente ativos em grande número no local de reprodução até que o período de acasalamento termine", lembraram Grant e seu colega da Oxford.

Nos três dias precedentes ao tremor, o número de casais caiu para zero.

Depois de terem abandonado o local com a proximidade do sismo, os machos retornaram para lá timidamente na lua cheia. Mas eles eram bem menos numerosos que nos anos anteriores: somente 34, contra 67 a 175 sapos contados no passado.

No dia 15 de abril, tendo se passado vários dias após o terremoto e dois dias depois da sua última réplica importante, o número de sapos continuou mais baixo que de costume.

Os pesquisadores confessam que não sabem ao certo "qual sinal ambiental" os sapos captaram com "tanta antecedência".

Mas eles destacaram que a baixa das atividades dos anfíbios coincidiu com as "perturbações pré-sísmicas na ionosfera", camada superior da atmosfera onde os gases são ionizados (elétricos).

Essas perturbações detectadas em radiofrequências baixas podem estar ligadas a vazamentos de radônio, gás radioativo que surge do subsolo terrestre, ou às ondas gravitacionais.

Outros animais como elefantes, peixes, serpentes ou lobos também foram estudados no passado à procura de sinais precursores de sismo, sem, entretanto, fornecer dados tão concretos como os dos sapos.


Fonte: UOL


Fotógrafo registra insetos dormentes no orvalho








O fisioterapeuta polonês Miroslaw Swietek fotografou imagens da face de insetos coberta de orvalho.

Para conseguir o efeito desejado ele entra em uma floresta perto de sua casa no vilarejo de Jaroszow, na Polônia, por volta das três horas da manhã.

Usando uma lanterna, o fotógrafo amador de 37 anos procurou insetos imóveis, que pareciam dormir, e colocou sua câmera e flash a poucos milímetros deles.

Swietek disse que fotografia é um hobby há dois anos e meio e que gosta de registrar especialmente imagens de insetos e lagartos, segundo o jornal britânico Daily Mail.

"Entre às três e quatro horas da manhã os insetos estão dormindo e é fácil tirar fotos deles. O difícil é encontrá-los", afirmou.

"Precisa fotografar muito rápido porque o orvalho desaparece rapidamente."

O fotógrafo amador disse que tem livros que o ajudam a identificar os insetos. "Como estão cobertos de orvalho eu acho quase impossível saber o que são."

Embora insetos não "durmam" da mesma forma que os seres humanos, eles entram em um estado de entorpecimento em que ficam praticamente imóveis e menos sensíveis a estímulos externos.


Fonte: BBC


Físicos fazem colisões inéditas na "máquina do big-bang"


Físicos do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern) obtiveram na terça-feira colisões de alta energia com partículas subatômicas, como parte de seus experimentos para recriar em menor escala o big-bang, grande explosão fundamental que deu origem ao Universo, 13,7 bilhões de anos atrás.



A experiência, que bate um recorde em termos de energia relacionada às partículas subatômicas, permitirá que os cientistas examinem a natureza da matéria e a origem de estrelas e planetas.

"Este é um grande feito. Estamos indo aonde ninguém jamais esteve antes. Abrimos um novo território para a física", disse à Reuters Oliver Buchmueller, um dos principais nomes desse projeto de 9,4 bilhões de dólares.


As colisões ocorreram com uma energia total de 7 bilhões de bilhões de elétron-volts (eV), a uma nanofração de segundo mais lenta que a velocidade da luz, dentro do Grande Colisor de Hádrons (LHC, em inglês), túnel circular de 27 quilômetros sob a fronteira franco-suíça, a cerca de 100 metros de profundidade.

Após um funcionamento-teste sem problemas durante a noite, os físicos notaram um pequeno defeito. Por isso, suspenderam por algumas horas as colisões de partículas com menor energia, que é o foco desta que é a maior experiência científica da história.


Cientistas comemoram o experimento


Os problemas surgiram ao amanhecer, na hora em que feixes de partículas eram injetados na máquina, mas funcionários do Cern rapidamente negaram que o defeito fosse uma repetição do grave incidente de setembro de 2008, que destruiu parte da máquina e adiou para agora o lançamento completo do projeto.

Nos próximos meses e anos, cientistas do Cern esperam descobrir no LHC alguns dos maiores mistérios do cosmos - como a matéria se transformou em massa depois do big-bang, e o que é a matéria escura, invisível, que compõem talvez um quarto do universo.


Fonte: Terra


terça-feira, 30 de março de 2010

Foto inédita de Mimas, uma das luas de Saturno, lembra Pac-Man


Melhor mapa de temperatura já obtido do satélite foi divulgado pela Nasa. Imagem foi captada pela sonda Cassini, que orbita o planeta desde 2004.

O mapa de temperatura com a maior resolução já obtida de Mimas, uma das luas de Saturno, trouxe uma surpresa para os cientistas da Nasa, a agência espacial americana.

Obtida pela sonda Cassini, a imagem lembra Pac-Man, game clássico dos anos 80, prestes a devorar um biscoito ou algo que o valha.

Mimas, uma lua pequena e gelada, também aparece na imagem à direita, em luz visível. Essa imagem também foi alvo de comparações, desta vez com a Estrela da Morte de “Guerra nas Estrelas”.

A Cassini foi lançada em 15 de outubro de 1997. O nome é uma homenagem ao italiano Jean-Dominique Cassini (1625-1712), que descobriu 4 das dezenas de luas de Saturno: Jápeto (ou Iapetus), Reia (ou Rhea), Tétis (ou Tethys) e Dione.

Com 5,6 toneladas, a Cassini chegou a Saturno em meados de 2004, após sete anos de viagem. A sonda completou um período inicial de quatro anos de missão em junho de 2008.

Como continuou plenamente operacional depois disso, está fazendo ‘hora-extra’ desde então, com sucesso.


Fonte: G1

Estudo: sonar sofisticado ajuda morcegos a voar no escuro


Os morcegos, únicos mamíferos capazes de voar, conseguem evitar os obstáculos e chegar a seu destino sem problemas através da escuridão graças a um sistema de sonar e uma capacidade de voo sofisticados, segundo dois estudos publicados nesta segunda-feira.

A primeira pesquisa conduzida por uma equipe de especialistas americanos e japoneses permitiu registrar em detalhes as técnicas a que esses animais noturnos recorrem para evitar objetos durante o voo.

Eles descobriram, assim, que os morcegos minimizam as interferências das ondas sonoras que emitem modificando suas frequências.

Os pesquisadores, da Universidade Brown, em Rhode Island, e da Universidade Doshida, no Japão, determinaram também que os animais memorizam, durante o voo, cada som emitido e seu eco. Assim, eles evitam uma confusão entre os sons e seus respectivos ecos que lhes pudessem ser fatal.

A segunda pesquisa conduzida por ornitólogos do Instituto Max Plank, na Alemanha, mostra como os morcegos utilizam o campo magnético terrestre para se orientar à noite em território desconhecido e que eles ajustam sua bússola natural em função da posição do sol poente. Os dois estudos foram publicados nos Anais da Academia Nacional Americana de Ciências.


Fonte: Terra


Descoberta espécie de lagarto camuflado no Camboja

O Cnemaspis neangthyi possui uma camuflagem eficiente, com um padrão de cores que o torna quase imperceptível quando se aproxima de fendas de rochas e árvores


Uma nova espécie lagarto foi descoberta por uma equipe de cientistas em uma região ainda inexplorada do Camboja.

A espécie, batizada de Cnemaspis neangthyi foi encontrada durante um relatório de répteis e anfíbios no pé das montanhas rochosas de Cardamomo. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

O Cnemaspis neangthyi possui uma camuflagem eficiente com um padrão de cores que o torna quase imperceptível quando ele se aproxima de fendas de rochas e árvores.

A expedição foi liderada pelo Dr. Lee Grismer, da Universidade La Sierra, e pela ONG Fauna & Flora International (FFI).

Segundo os cientistas, existem atualmente 75 espécies de Cnemapsis conhecidas pela ciência, das quais 30 vivem no Sudeste Asiático.

A FFI informou que as montanhas de Cardamomo é uma das áreas mais importantes para a conservação da biodiversidade asiática. A região abriga mais de 62 animais ameaçados e 17 espécies de árvores ameaçadas.


Fonte: Terra


Egito descobre porta de granito de 3.500 anos



Uma imponente porta de granito vermelho, procedente da tumba de um poderoso conselheiro faraônico que data de 3.500 anos atrás, foi descoberta em Luxor, anunciou nesta segunda-feira o ministro egípcio da Cultura, Faruk Hosni.

Essa entrada falsa, considerada pelos antigos egípcios como o ponto de passagem ao além, foi desenterrada perto do templo de Karnak, afirmou o ministério em um comunicado.

O objeto pertencia à tumba de User, um influente conselheiro ou vizir (termo que significa "ajudante") da rainha Hachepsut, que governou o Egito entre 1479 e 1458 antes de Cristo, o reinado mais longo de uma mulher faraó.

Sobre a porta, de 1,75 metro de altura e 50 centímetros de espessura, estão gravados textos religiosos, assim como os diferentes títulos de User - prefeito, vizir e príncipe -, afirmou o chefe do serviço de antiguidades egípcias, Zahi Hawass.

"Esta porta foi reutilizada pelos romanos. Foi retirada da tumba do vizir e utilizada em uma estrutura que data da época romana", completou o responsável pela escavação, Mansur Boraik.


Fonte: Yahoo


Robô-cobaia japonês ajuda treinamento de estudantes de odontologia


A cada vez que um estudante de odontologia liga o motor e não o aplica corretamente, Hanako é estimulada a gritar de dor.

Seu calvário chega ao fim, no entanto, quando o futuro dentista consegue executar o gesto com mais esmero. A paciente não protesta mais.

Sentada na cadeira do consultório odontológico de uma universidade de Tóquio, a robô-cobaia, humanóide da cabeça aos pés, suporta todas as torturas que lhe são infligidas.

Hanako, concebida no laboratório da Universidade Waseda em conjunto com a empresa de robótica Tmsuk, é a terceira geração de andróide imaginada, e a que deu mais certo.

A boca de Hanako Showa é cheia de dentes e possui, inclusive, zonas sensíveis, podendo movimentar a língua, salivar e responder a perguntas do dentista, graças a um dispositivo de reconhecimento e síntese vocais.

Em caso de dor, Hanako geme, vira bruscamente a cabeça e arregala os olhos, fecha a boca ou joga o braço para trás - gestos considerados de risco, tanto para a paciente quanto para o futuro dentista. "Se você sentir alguma dor, levante a mão esquerda", ouve, repetidamente.

Quando a intervenção é mais longa, ela demonstra sinais de fadiga e não consegue manter, direito, a boca bem aberta.

"O número de incidentes registrados na cadeira de dentista é considerado duas vezes maior no primeiro ano de exercício do profissional do que no segundo", explica o professor Kotaro Maki da Universidade Showa de Tóquio.

Outra lacuna diz respeito à comunicação com uma pessoa que sofre, diz Maki.

"Com o robô, os estudantes podem repetir os exercícios inúmeras vezes e melhorar os erros, adquirindo experiência", insiste.




Os robôs-cobaia são, segundo ele, uma solução a qual o Japão tem todo o interesse em levar adiante.

"Com o robô, a gente se sente mais próximo da realidade. Ao contrário dos meios antigos, Hanako reage espontaneamente, como uma verdadeira paciente", comenta um estudante, Shugo Haga.


Fonte: Yahoo

segunda-feira, 29 de março de 2010

Soldados que foram cobaias de experimentos processam Exército israelense

Soldados alegam não ter sido informados sobre os riscos que corriam


Um grupo de 64 soldados israelenses da reserva entrou com um processo contra o Exército do país, exigindo indenização de 18 milhões de shekels (cerca de R$ 9 milhões), por danos sofridos em consequência de um experimento com um antídoto contra antraz, ao qual foram submetidos durante o serviço militar.

O experimento, denominado Projeto Omar 2 e iniciado há dez anos, envolveu cerca de 600 soldados, de ambos os sexos.

O antraz é uma doença infecciosa aguda causada por uma bactéria e utilizada em armas biológicas.

Os soldados, que entraram com a ação coletiva em um tribunal da cidade de Petach Tikva, afirmam que não receberam todas as informações relevantes sobre os possíveis riscos que correriam, para poder decidir de maneira livre e racional se queriam participar do experimento.

Além do pagamento de indenização, os soldados também exigem que o Exército revele exatamente quais eram os componentes das injeções que receberam para que possam tratar devidamente os efeitos colaterais que passaram a sofrer.


'Controle rígido'


O Ministério da Defesa declarou que “o experimento Omar 2 foi realizado segundo os padrões aceitos internacionalmente e com a participação de médicos capacitados e reconhecidos, sob um controle rígido”.

O ministério também afirmou que deu a todos os participantes no experimento a “possibilidade de abrir um processo pelo reconhecimento de invalidez, caso tenha sido consequência do experimento”.

Segundo o ministério, apenas 11 processos foram apresentados ao Departamento de Reabilitação do Exército.

Uma das líderes do grupo, a tenente da reserva Dorit Tahan, disse ao site de noticias Walla que “o Exército se nega a assumir a responsabilidade pela vida dos soldados e menospreza o valor da vida humana”.

De acordo com Tahan, os soldados não tiveram outra alternativa exceto se dirigir à Justiça para “dar uma lição ao Exército sobre responsabilidade por vidas humanas”.

A tenente também exortou todos os soldados que foram submetidos aos experimentos a se comunicarem com o grupo.


Efeitos colaterais


Vários dos soldados que participaram do experimento relataram que, logo depois de tomar as primeiras injeções, começaram a sofrer problemas respiratórios,de pele, no sistema digestivo, febre alta e fortes dores de cabeça e dores musculares.

As vítimas afirmam que também sofreram danos emocionais, acusam o Exército de ter utilizado seus corpos de maneira ilegítima e exigem ainda que o Exército arque com todas as despesas do tratamento médico para elas e seus filhos e suspenda totalmente os experimentos médicos feitos com soldados.

Segundo os soldados, efeitos colaterais do experimento também podem passar de pais para filhos.

De acordo com o processo, as autoridades militares tinham pedido total sigilo sobre os experimentos aos soldados.

As autoridades também disseram que a bactéria do antraz significava uma ameaça existencial para os cidadãos israelenses e que a participação no experimento tinha uma “alta importância nacional” por estarem ajudando na produção de um antídoto eficaz contra a doença.


Fonte: BBC


Paleontólogos descobrem dinossauro 'comedor de formigas'

Dinossauro 'Xixianykus zhangi' tinha cerca de meio metro de comprimento. (Foto: Matt van Rooijen/Divulgação)



Animal da sub-ordem dos terópodos era pequeno e, provavelmente, um bom corredor.

Um novo estudo publicado nesta segunda-feira na revista de taxonomia Zootaxa descreve uma nova espécie de dinossauros que, provavelmente, era um bom corredor e se alimentava de pequenos insetos como formigas e cupins.

Segundo o estudo de cientistas britânicos, canadenses e chineses, o dinossauro Xixianykus zhangi foi um dos menores que existiu, com cerca de meio metro de comprimento.

Seu fóssil, encontrado na província de Henan, na China, está bastante incompleto, dizem os cientistas, mas algumas características - como o osso da coxa menor que o da perna e o pé e outras características do pélvis e da coluna - mostram que ele devia ser um bom corredor.

Ele viveu no fim do período Cretáceo - o auge do período dos dinossauros, iniciado há cerca de 145 milhões de anos - e faria parte da sub-ordem dos terópodos, que também inclui o Tiranossauro Rex e o Velociraptor.

"As proporções dos membros do Xixianykus estão entre as mais extremas já registradas em um dinossauro terópodo.

Isso não nos dá uma base para estimarmos a velocidade que ele atingia, mas mostra que o Xixianykus era um corredor muito eficiente", disse o pesquisador canadense Corwin Sullivan, um dos autores do estudo. "Várias outras características do esqueleto reforçam esta impressão."

Algumas dessas características também sugerem que o animal, muito provavelmente, se alimentava de pequenos insetos.

Apesar de a metade superior do fóssil não estar preservada, os "parentes próximos" do Xixianykus tinham braços curtos, porém fortes, com uma única garra na ponta, capaz de abrir buracos em troncos de árvores ou ninhos de insetos.

Os autores do estudo acreditam que a nova espécie se alimentava, provavelmente, desses pequenos insetos.

Algumas das características que ajudavam a estabilizar seu corpo enquanto corria, também o teriam suportado enquanto ele escavava.

"Pode parecer esquisito, mas (as atividades de) escavar e correr funcionam muito bem juntas", afirma o paleontólogo britânico David Hone, co-autor do estudo.

"Alguns dos animais modernos que se alimentam de cupins viajam longas distâncias entre as colônias de suas presas, então, sendo um corredor eficiente, o Xixianykus teria conseguido seguir este padrão", disse ele.

"Qualquer pequeno dinossauro também teria sido vulnerável a predadores, e a habilidade de escapar com rapidez caso o perigo ameaçasse seria extremamente valiosa para um animal como este."

O estudo foi realizado com o apoio da Academia Chinesa de Ciências.


Fonte: G1


Magia negra: ossada de criança é encontrada em Porto Alegre


Caixão estava na Rua Graciliano Ramos, no Jardim do Salso.

Um caixão com uma ossada de criança foi encontrado por volta das 9h deste domingo, na Rua Graciliano Ramos, bairro Jardim do Salso, em Porto Alegre. A Brigada Militar chegou ao local após denúncia por telefone.

Velas e um boneco de pano encontrados próximo ao caixão fazem o delegado de plantão, Guilherme Wondracek, acreditar que o corpo possa ter sido utilizado em um ritual de mágia negra. O Departamento Médico Legal trabalha no caso.


Fonte: Zero Hora

Curandeiro promete curar Beckham em três dias


Meia inglês está lesionado e não deve disputar a Copa do Mundo.

Com uma grave lesão no tendão de Aquiles, o inglês David Beckham deverá ficar um longo período inativo e perder o final da temporada e até a Copa do Mundo.

No entanto, se o curandeiro do Sri Lanka Eliyantha Lindsay, médico do presidente do país asiático cumprir o que promete, o meio-campista se recuperará em três dias e estará apto para ir à África do Sul.

O curandeiro de 37 anos, que baseia sua 'medicina' na fé e na ayurveda, antigo sistema indiano de medicações, desvalorizou a lesão do meia do Milan e prometeu um prazo cerca de 20 vezes menor do que o estipulado.

"Estou preparado para tratar dele. Seu estado pode ser tratado facilmente e, em três dias, poderá voltar a jogar", afirmou Lindsay.

Conhecido por ser o médico do presidente do Sri Lanka, Eliyantha Lindsay já tratou de outros atletas, como o jogador indiano de críquete Sachin Tendulkar e alguns companheiros de sua equipe.


Fonte: IG


Conheça as 11 luas mais estranhas do Sistema Solar







As luas podem se curvar aos planetas que orbitam quando se fala em tamanho, mas muitas vezes elas acabam se tornando protagonistas pela beleza e diversidade.

Existem tantas luas no Sistema Solar que o número supera de vinte pra uma. Há satélites consolidados como Titã (maior lua de Saturno) e outros com refúgios possíveis para seres vivos como Europa (lua de Júpiter).

Conheça abaixo as onze luas mais estranhas do Sistema Solar, escolhidas pelo pesquisador Stephen Battersby e divulgadas pelo site científico New Scientist:


Io




Uma das quatro grandes luas de Júpiter, Io é conhecida como o "fogo do inferno" do Sistema Solar devido às fossas sulfurosas, intensa radiação e constantes erupções vulcânicas.

Além de ser um pouco maior que a Lua (da Terra), Io também é o quarto maior satélite do Sistema Solar.

Seus vulcões atingem temperaturas próximas a 1.700°C, cuspindo 100 vezes mais lava do que todos os vulcões da Terra podem reunir.

A aparência estranha - branco, vermelho, laranja, amarelo e preto - é causa pela grande liberação de compostos de enxofre que também ocorrem durante as erupções.


Jápeto




Jápeto, a terceira maior lua de Saturno, se apresenta como excêntrica por possuir dois tons de cores: meio escuro e meio branco brilhante.

Ainda por cima, com com 1.436,0 km de diâmetro, o satélite também é achatado nos pólos e nos. Uma crista que percorre incompleta o seu equador dá-lhe a aparência de uma casca de noz.

O hemisfério que conduz a rotação de Jápeto é extremamente escuro, refletindo apenas uma pequena parcela de luz solar incidente, enquanto que o hemisfério contrário é muito mais efetivo. Por isso, Jápeto é conhecido como corpo celeste com maior variação de brilho do Sistema Solar.


Encélado e Europa




As geladas e aparentemente desoladoras superfícies de Europa, uma das quatro luas de Júpiter, e Encélado, o menor dos satélites naturais de Saturno (tem 498,8 km de diâmetro), são de fato uma das paisagens mais ativas do Sistema Solar. E podem até conter habitats acolhedores para seres vivos.

Europa é coberta por uma crosta de gelo rachada que se assemelha ao Ártico na Terra. Seu núcleo rochoso, no entanto, é aquecido pelo calor das marés, um resultado da mudança de tração gravitacional de Júpiter.

Isso, provavelmente, gera calor suficiente para manter um oceano abaixo da superfície congelada de Europa. É, junto com Marte, o local mais provável onde os cientistas acreditam que possa haver vida extraterrestre.

Bola de neve de Saturno, Encélado é muito violenta. Um conjunto de gêiseres cria explosões de vapor e cristais de gelo.

Quando retorna à superfície, o material expelido cai como neve, formando um revestimento brilhante de inverno que torna branco o objeto no sistema solar.

A temperatura é de cerca de -198 °C, mais fria que as outras luas de Saturno, porque reflete praticamente toda a luz recebida pelo Sol.

No ano passado, pesquisadores confirmaram a existência de um oceano de água salgada na altura da calota de gelo do polo sul do satélite.


Pan e Atlas




A maioria das luas são redondas e lisas, ou pedaços irregulares de rocha espacial. Pan e Atlas, ambas de Saturno, por outro lado, possuem formatos semelhantes ao de discos voadores e orbitam dentro de um dos aneis do planeta, o anel A.

Atlas possui um tamanho de quase 40 km de altura por 20 km de largura, enquanto Pan tem medições aproximadas de 35 km por 23 km.


Nereida




Enquanto a maioria das luas suavemente círcunda planetas, Nereida é muito diferente. Este satélite de Netuno moderadamente irregular e medíocre de tamanho (cerca de 340 km), viaja na órbita mais excêntrica de uma lua no sistema solar - uma montanha-russa que a faz subir mais de 9 milhões de quilômetros para depois mergulhar 1,4 milhões de quilômetros na direção de Netuno.


Titã




Titã, maior lua de Saturno e a segunda maior do Sistema Solar, também supera em diâmetro o planeta Mercúrio e a Lua da Terra - Titã é uma vez e meio maior.

É talvez a mais estranha de todas as luas porque é tão estranhamente familiar à Terra: também conta com lagos, montanhas e cavernas, vales fluviais, planícies de lama e dunas de deserto. A espessa atmosfera de nitrogênio detém névoa, poluição e nuvens de chuva.

No entanto, as aparências podem enganar. Titã está 10 vezes mais longe do Sol do que a Terra e, sob uma luz fraca, sua superfície tem temperaturas de -180 °C.


Lua





Até Simon Marius e Galileo Galilei descobrirem as quatro luas de Júpiter, há 400 anos, o único satélite conhecido era um objeto proeminente no céu e com aparência enferrujada quando visto da Terra durante à noite com os instrumentos pouco evoluídos da época.

Mesmo após dezenas de satélites terem sido descobertos de lá para cá no Sistema Solar, a Lua terrestre ainda se destaca como um dos membros mais notáveis deste clã.

Por um lado, são peixes muito pequenos em um grande lago. Luas são raras no interior do Sistema Solar: Vênus e Mercúrio não possuem uma e as duas de Marte são minúsculas.

Na verdade, a Lua parece mais à vontade do que os demais satélites que orbitam planetas gigantes de gás.


Ganímedes




Ganímedes, principal lua de Júpiter e maior do Sistema Solar, com diâmetro de 5.270 km, tem um volume três vezes maior que o do satélite da Terra.

Os cientistas observaram em seu interior um forte campo magnético que sugere a existência de um núcleo com convecção de metal líquido.

Este grande satélite foi descoberto em 1610 e é uma das quatro luas descobertas por Galileu Galilei na órbita de Júpiter. Em condições favoráveis de tempo, Ganímedes é vísivel a olho nu.


Tritão




Tritão é a maior lua de Netuno e possivelmente o astro mais frio do sistema solar, atingindo temperaturas de -235°C.

Além disso, possui uma história geológica bastante complexa: uma superfície bastante jovem e de aspecto rugoso, desfigurada por violentas erupções vulcânicas, rápidos congelamentos do solo e repentina fundição, que geram uma rede de rachaduras enormes.


Fonte: Terra


Menino de 12 anos descobre fóssil de 30 mil anos no Uruguai


Um fóssil de gliptodonte, um mamífero que viveu no continente americano há mais de 30 mil anos, foi encontrado no departamento uruguaio de Soriano.

A descoberta foi feita por Mario Vignolo, um menino uruguaio de 12 anos que mora na zona rural do departamento. Ele encontrou o fóssil enquanto ia pescar perto da sua casa.

Com aproximadamente um metro e meio de comprimento e em bom estado de conservação, o fóssil foi levado pela Prefeitura de Soriano para o Museu Alejandro Berro, na cidade de Mercedes, que tem uma grande coleção paleontológica.



Foram registradas diversas inundações nas últimas semanas na zona em que o gliptodonte foi encontrado e se presume que a erosão das encostas pela água desenterrou o fóssil.

O gliptodonte é uma espécie de mamífero herbívoro, antepassado dos atuais tatus. Ele podia medir até três metros de comprimento e pesar uma tonelada e meia.


Fonte: Terra/La Republica


Raro wallaby albino nasce em parque britânico


Um raro wallaby albino nasceu em um parque de vida selvagem britânico - apesar de não existirem adultos nessa condição.

O pequeno Joey ainda está na bolsa da sua mãe, Erin, mas vai começar a se aventurar por conta própria quando atingir seis meses de idade.

Funcionários do Seaview Wildlife Encounter dizem que Joey é uma "reminiscência genética", pois o albinismo é mais comumente transmitido dos pais para a prole.

E eles esperam que o jovem marsupial se torne uma grande atração quando o parque, que fica perto de Seaview, na Ilha de Wight, reabrir após o inverno dentro de alguns dias.

O gerente geral do Seaview Wildlife Encounter, Jules Brittan, disse: "Isto é muito excitante para nós.

"Quando no passado nossos wallabies albinos adultos morreram, a cerca de 18 meses, pensávamos que era o fim dos wallabies albinos aqui. "Mas, então, este apareceu. Deve ser um gene recessivo".

"Nós não fomos capazes ainda de determinar se o Joey é macho ou fêmea porque ele está na bolsa de sua mãe".

"Nós só podemos ver a sua pequena cabeça e as patas da frente quando decide olhar para fora".

Na selva, albinos como Joey tem uma chance muito pequena de sobreviver, com apenas um em cada 10.000 chegando na fase adulta.

Isto porque sua cor branca incomum os deixa incapazes de esconder-se dos predadores, como dingos e raposas.

Sua falta de pigmentação da pele também os torna vulneráveis ao impacto do sol em seu habitat natural da Austrália.

Brittan acrescentou: "Nossa equipe realmente aplica protetor solar nas orelhas, nariz e cauda para protegê-los do sol".

"Em cativeiro podemos controlar sua condição, mas na natureza eles são muito vulneráveis e lutam muito para sobreviver".

"É tão emocionante - é uma pequena maravilha da natureza".

O albinismo é uma condição hereditária que ocorre como resultado de mutações genéticas que afetam a produção de pigmentação.

Nos animais albinos verdadeiros falta a melanina, e os animais são despigmentados, predomina a cor branca, e os olhos são cor de rosa.

Os wallabies são membros da família do canguru e podem viver cerca de nove anos em estado selvagem. Eles são menores que seus primos, e podem pesar até 24 kg.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Times Online


sábado, 27 de março de 2010

Alemanha: canguru surpreende caminhantes


Na quinta-feira em uma floresta no Sarre, duas caminhantes alemães foram surpreendidas por um canguru.

O animal não demonstrava ter medo das pessoas, mas logo depois sumiu na mata,
informou a polícia na sexta-feira.

No estado vizinho da Renânia escaparam há dois anos atrás, três cangurus. Dois foram recapturados, mas um terceiro canguru desapareceu.

Ainda não está claro se este animal que sumiu há dois anos sobreviveu
em estado selvagem, e se é o mesmo que foi visto no Sarre.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: De Telegraaf


Fotógrafos registram festival de cores de lesmas marinhas


Os fotógrafos britânicos David e Debi Henshaw capturaram o show de cores e formas inusitadas de várias espécies de lesmas marinhas nos mares da Indonésia e das Filipinas, em duas viagens separadas, realizadas em abril e novembro do ano passado.

Em entrevista à BBC Brasil, Debi contou que "é divertido caçá-las e de fato é difícil encontrá-las".



"Mas depois que as encontramos, é fácil tirar a foto, porque elas quase não se movem ou se movem muito devagar", completou.

Os casal britânico começou a fotografar a vida marinha há cerca de oito anos. De acordo com Debi, este é "um hobby levado muito a sério" por eles, tanto que agora suas viagens são financiadas com o dinheiro ganho em diferentes prêmios de fotografia.

Além da região asiática, o casal já registrou em suas imagens a vida marinha do Caribe.

David e Debi moram atualmente na ilha de Minorca, arquipélago das Ilhas Baleares, território espanhol.


Fonte: BBC


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