quarta-feira, 30 de junho de 2010

Coquetel de drogas, não mordida de cobra, matou Cleópatra


Cleópatra morreu de um coquetel letal de drogas, que incluiu ópio e cicuta, de acordo com um grupo de cientistas alemães.

Até hoje acreditava-se que a Rainha do Nilo havia morrido por uma mordida de áspide, serpente do Egito.

Agora Christoph Schaefer, historiador alemão e professor da Universidade de Trier, encontrou provas de que drogas, não veneno de cobra, foram a causa da morte.

"Cleópatra era famosa por sua beleza e é improvável que ela teria se sujeitado a uma morte longa e desfigurante", disse Shaefer ao jornal britânico "Daily Telegraph".

Junto com outros especialistas, Schaefer viajou a Alexandria, no Egito, para consultar textos médicos antigos e especialistas em cobras.




"Ela provavelmente tomou uma mistura de ópio, cicuta e acônito. Naquela época, essa era uma mistura que levava a uma morte sem dor em apenas algumas horas, enquanto a morte por veneno de cobra poderia levar dias", disse Schaefer em programa do canal de TV alemão ZDF.

Cleópatra reinou de 51 a.C. a 30 a.C. e foi a última pessoa a comandar o Egito como faraó. Após sua morte, o Egito transformou-se em uma província romana.

Ela era uma aliada do imperador romano Júlio César e teve uma relação com o general romano Marco Antônio. Eles tiveram três filhos.

Cartas sugerem que ela se casou com ele, embora ambos já fossem casados: ela era casada com um irmão e ele tinha uma mulher em Roma.

Em 44 a.C., após o assassinato de César, ela aliou-se a Marco Antônio contra o herdeiro legal de César, Caio Júlio César Otaviano.

Depois de perder a batalha de Áccio para as forças de Otaviano, Marco Antônio cometeu suicídio. Cleópatra matou-se logo depois, no dia 12 de agosto de 30 a.C., aos 39 anos.


Fonte: Folha.com

Pesquisadores europeus anunciam descoberta de cachalote gigante


Um fóssil de baleia com idade entre 12 e 13 milhões de anos foi encontrado entre as cidades de Pisco e Ica, no sul do Peru, como resultado de um esforço conjunto de paleontólogos da Universidade de Utrecht, na Holanda, e do Museu de História Natural das cidades de Roterdã, Paris, Pisa, Lima e Bruxelas.

A descrição científica da espécie, que tem comprimento estimado de 17,5 metros, foi publicada na revista ceintífica Nature.

Trata-se de uma cachalote gigante que, de acordo com as evidências encontradas, teria vivido no período conhecido como Mioceno Médio.

O animal foi batizado de Leviathan melvillei, nome derivado do hebraico Livyatan, um mítico monstro marinho, e que também homenageia Herman Melville, autor do romance Moby Dick.

Descrito a partir de um crânio 75% completo e com mandíbulas robustas, cabeça de aproximadamente três metros de comprimento e dentes superiores e inferiores que chegam a atingir 12 centímetros de diâmetro e 36 centímetros de comprimento, o fóssil foi considerado como um dos maiores predadores raptoriais, ou perseguidores, que se tem conhecimento.


Deserto do sul do Peru entre as cidades de Pisco e Ica


De acordo com o grupo de cientistas responsável pelo achado, é a primeira vez que se encontra um predador com uma mordida com o tamanho e força da Leviathan melvillei.

Por isso, uma das hipóteses do estudo é que o animal se alimentava de outras baleias, diferente dos cachalotes atuais, que, por terem uma arcada dentária menor, se alimentam de lulas e outros moluscos.

Os cientistas propõem ainda que, como predadores considerados “de topo”, ao lado do contemporâneo tubarão da espécie Carcharocles megalodon, a baleia gigante recém-descoberta provavelmente teve um impacto decisivo na estruturação das comunidades marinhas do Mioceno, período de moldagem da fauna e flora do planeta, compreendido entre 23 milhões e 5 milhões de anos atrás.

O Museu de História Natural de Roterdã, na Holanda, deverá expor até o final do ano os moldes reconstruídos do Leviathan melvillei.

Os fragmentos originais do fóssil ficarão arquivados na coleção científica do Museu de História Natural de Lima, no Peru.


Fonte: IG

Arqueólogos encontram túmulo do faraó Seti I do Egito

Túmulo do faraó Seti I, pai de Ramsés II


Uma missão de arqueólogos descobriu no Vale dos Reis, na cidade de Luxor, o último trecho de um corredor subterrâneo que conduz ao túmulo do faraó Seti I, pai de Ramsés II e que reinou no Egito entre 1.314 e 1.304 antes de Cristo.

O Conselho Supremo de Antiguidades (CSA) anunciou nesta quarta-feira em comunicado que a descoberta aconteceu após uma busca que durou aproximadamente 200 anos nesta zona de Luxor, a cerca de 600 quilômetros ao sul do Cairo.

Foi a primeira vez na qual os arqueólogos conseguem descobrir totalmente um corredor escavado nas rochas de até 174,5 metros de longitude, que leva a um túmulo de 98 metros de profundidade, segundo o secretário-geral do CSA, Zahi Hawas.

Dentro do corredor, os arqueólogos encontraram peças de cerâmica que datam da dinastia XVIII (1569-1315 a.C.), escadas decoradas com inscrições e a maquete de um barco.

Durante as escavações, os arqueólogos encontraram, além disso, outro corredor de seis metros de comprimento e cuja entrada tem inscrições que contêm as instruções dadas pelo arquiteto aos operários responsáveis pela construção.

A construção do primeiro corredor principal foi suspensa com a morte de Seti I, após a qual Ramsés II começou a construir um túnel igual dentro de sua própria tumba.

O corredor que conduz ao túmulo de Seti, já descoberto, foi encontrado em 1817 pelo aventureiro italiano Giovanni Belzoni, que conseguiu passar pelos primeiros cem metros deste túnel.

Entre 1903 e 1908, o arqueólogo britânico Howard Carter, que descobriu o túmulo de Tutancâmon em 1922, restaurou a entrada do corredor, cuja escavação foi contínua ao longo dos anos até agora.


Fonte: Terra


Espécie de peixe usa bigode para atrair fêmeas



Os machos de uma espécie mexicana de peixe usam bigodes para se tornarem mais atraentes para as fêmeas, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira.

Até agora, os cientistas não sabiam por que os peixes da espécie conhecida como Molinésia mexicana (Poecilia sphenops) desenvolveram uma estrutura similar a um bigode acima do lábio.

Mas o estudo, publicado na revista especializada Behavioral Ecology and Sociobiology, revelou que as fêmeas acham o bigode sexualmente atraente.

Além do apelo visual, o bigode pode também ser usado para estimular o órgão sexual das fêmeas.

A Molinésia vive no México, onde é uma espécie relativamente comum encontrada em locais que variam de pequenos rios a riachos e lagos.

Esses peixes têm um comportamento reprodutivo complicado, com os machos fertilizando as fêmeas internamente, em vez de espalhar o sêmen sobre ovos colocados externamente.


Experimentos


Os cientistas queriam entender por que apenas alguns machos da espécie tinham o bigode.

O estudo foi realizado pelo professor de zoologia Ingo Schlupp, da Universidade de Oklahoma, nos Estados Unidos, com outros cientistas americanos e alemães.

Eles estudaram vários machos e fêmeas capturados em seu habitat natural.

Os cientistas fizeram uma série de experiências, colocando machos e fêmeas em tanques, medindo o tempo que as fêmeas passavam ao lado de cada macho e comparando esses dados com o comprimento dos bigodes.

Eles também estudaram como as fêmeas respondiam a vídeos mostrando diferentes machos.




Os resultados foram claros. Nos experimentos com mais de cem peixes, as fêmeas foram consistentes em sua preferência pelos machos com bigodes.

“A estrutura similar ao bigode parece ser uma característica selecionada sexualmente que antes não era reconhecida em peixes da família Poeciliidae”, disseram os pesquisadores.


Função tátil


Apesar de terem testado apenas o apelo visual do bigode, os cientistas acreditam que ele também tenha uma função tátil.

“Isso é baseado na observação geral de que os machos tocam a região genital das fêmeas com a boca antes da copulação”, disse Schlupp à BBC.

Os cientistas acreditam que, além de serem estimuladas, as fêmeas possam obter informações sobre os machos dessa forma.

“Várias outras espécies, incluindo os peixes-gato, têm estruturas semelhantes, a maioria com funções desconhecidas”, disse Schlupp.


Fonte: BBC

Pesquisador britânico diz ter desvendado o ‘Código de Platão’


Um pesquisador britânico afirma ter desvendado os segredos ocultos nas obras do filósofo grego Platão, mais de dois mil anos após sua publicação.

A existência de um suposto ‘Código de Platão’, com mensagens ocultas em seus textos, era debatida há tempos por estudiosos da filosofia.

Segundo Jay Kennedy, professor de história da ciência na Universidade de Manchester, sua descoberta tem o potencial de revolucionar o entendimento da história da origem do pensamento ocidental.

Segundo ele, Platão utilizaria um padrão regular de símbolos, herdados dos antigos seguidores do filósofo e matemático Pitágoras, para dar aos seus livros uma estrutura musical.

Um século antes de Platão, Pitágoras declarou que os planetas e as estrelas produziam uma música inaudível, chamada por ele de “harmonia das esferas”. Platão teria seguido essa ideia em seus escritos, segundo Kennedy.


Revolução científica


O estudo, publicado na revista especializada americana Apeiron, afirma que Platão teria antecipado a revolução científica promovida por Galileu Galilei e por Isaac Newton em 2 mil anos ao entender a estrutura básica do universo de forma matemática.

Platão (nascido por volta do ano 427 antes de Cristo e morto por volta de 347 antes de Cristo), ao lado de seu mentor Sócrates e de seu estudante Aristóteles, é considerado um dos fundadores da filosofia e da ciência ocidentais modernas.

“Os livros de Platão tiveram um importante papel na fundação da cultura ocidental, mas eles são misteriosos e terminam em enigma”, afirma Kennedy.

“Na antiguidade, muitos dos seus seguidores disseram que os livros continham camadas escondidas de compreensão e códigos secretos, mas isso foi rejeitado por estudiosos modernos”, diz o professor, que afirma agora ter provado que os segredos realmente existiam.


Música


Kennedy, que passou cinco anos estudando os escritos de Platão, descobriu que em uma de suas obras mais famosas, A República, ele colocou grupos de palavras relacionadas à música após cada duodécimo do texto.

Segundo o pesquisador, cada uma delas representava uma das doze notas da escala musical grega – algumas notas harmônicas, marcadas por descrições de sons associados com o amor ou o riso, e outras dissonantes, marcadas por descrições de sons de chiados, a guerra ou a morte.

“Ao ler seus livros, nossas emoções seguem os altos e baixos de uma escala musical. Platão utiliza seus leitores como instrumentos musicais”, afirma.

Segundo Kennedy, o filósofo teria escolhido essa maneira para conseguir passar de maneira oculta sua mensagem de que o mundo é regido por leis matemáticas, não por Deuses, o que contrariava a crença religiosa grega e ameaçava sua segurança.

Sócrates, o mentor de Platão, foi condenado e executado por heresia, e a decisão de esconder sua mensagem em seus textos poderia ter sido uma maneira encontrada por Platão para evitar destino semelhante, na avaliação de Kennedy.


Fonte: BBC


Astrônomos confirmam planeta em órbita de estrela semelhante ao Sol


A imagem original de 2008, com a estrela e o planeta em órbita. Gemini Observatory/Divulgação


Com a confirmação, o sistema, classificado como 1RXS 1609, passa a representar um desafio às teorias.

Novas observações confirmaram que um planeta com cerca de oito vezes a massa de Júpiter está mesmo em órbita de uma estrela semelhante ao Sol. A distância entre estrela e planeta é cerca de 300 vezes maior que a que separa a Terra do Sol.

O planeta recém-confirmado é o menor que se conhece numa órbita tão distância de sua estrela.

A descoberta havia sido anunciada em 2008, por uma equipe liderada por David Lafrenière, então na Universidade de Toronto, atualmente na Universidade de Montreal.

Mas eram necessárias mais observações para co0nfirmar que planeta e estrela realmente compunham um sistema conjunto - era possível que a imagem em que ambos apareciam juntos fosse fruto de um alinhamento casual.

"Nossas novas observações eliminam a possibilidade de alinhamento casual, e confirma que planeta e estrelas estão relacionados", disse, em nota, Lafrenière.

Com a confirmação, o sistema, classificado como 1RXS 1609, passa a representar um desafio às teorias de formação planetária, por conta de seu afastamento extremo em relação à estrela.

"A localização improvável dessa mundo alienígena pode estar nos dizendo que a natureza tem mais de um jeito de fazer planetas", afirma o coautor Ray Jayawardhana.

Quando foi detectado inicialmente, com o uso do Observatório Gemini, em abril de 2008, o objeto tornou-se o primeiro planeta a provavelmente orbitar uma estrela semelhante ao Sol e que havia sido revelado por uma imagem direta.

A equipe de cientistas também obteve um espectro do planeta e foi capaz de determinar muitas de suas características, confirmadas no novo trabalho.

"Em retrospecto, isso faz de nossos dados iniciais o primeiro espectro de um exoplaneta confirmado de todos os tempos!", disse Lafrenière.

Desde a observação inicial, diversos outros planetas foram descobertos por meio de imagem direta, incluindo um sistema de três planetas em torno da estrela HR 8799, também encontrado com o Gemini.

A estrela do sistema 1RXS 1609 fica a 500 anos-luz da Terra, em um grupo de estrelas jovens. O planeta tem temperatura estimada em cerca de 1.500º C.

A estrela tem massa estimada em cerca de 85% da do Sol. A juventude do sistema ajuda a explicar a alta temperatura do planeta, já que a contração gravitacional do mundo, durante a fase de formação, deve ter elevado a temperatura rapidamente.

Quando a contração terminar, o astro esfriará, irradiando infravermelho. Em bilhões de anos, atingirá uma temperatura semelhante à de Júpiter, que no alto da atmosfera chega a 110º C negativos.

Esses resultados serão publicados no Astrophysical Journal.


Fonte: Estadão

terça-feira, 29 de junho de 2010

Colorado, E.U.A.: Mulher diz que vampiro na estrada foi causa de acidente


Uma mulher de Fruita no Colorado culpou um vampiro pelo acidente com seu carro num canal na noite de Domingo.



A mulher dirigia numa estrada de terra perto de Fruita aproximadamente às 11 da noite, quando disse que notou um vampiro no meio da estrada e deu ré no seu carro.



Quando os patrulheiros chegaram, acharam o carro da mulher no canal mas não conseguiram achar o vampiro. A mulher não identificada foi levada para casa pelo marido.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: The Denver Channel


Tutankamon morreu de doença sanguínea, dizem pesquisadores


Pesquisadores alemães anunciaram na quarta-feira uma nova explicação sobre a morte do faraó Tutankamon que, segundo eles, pode ter sido causada por uma doença sanguínea congênita.

Os cientistas do Instituto Bernhardt-Nocht (BNI) para doenças tropicais de Hamburgo (norte da Alemanha) rejeitaram a tese exposta em fevereiro por um grupo de egiptólogos, conduzido por Zahi Hawass, responsável pelas antiguidades egípcias do museu do Cairo, segundo o qual Tutankamon tinha sido morto por malária combinada com uma afecção óssea.

Essa explicação "nos parece pouco confiável", declararam os professores Christian Timmann e Christian Meyer, em um comunicado do BNI, afirmando que a malária é particularmente mortal em crianças, enquanto que Tutankamon era um jovem adulto quando faleceu.

Eles privilegiam a tese de uma doença chamada drepanocitosis ou anemia falciforme, frequente nas regiões atingidas pela malária, particularmente na África.

Essa doença resulta de má-formação dos glóbulos vermelhos, causada por uma mutação em um gene da hemoglobina que transporta o oxigênio no sangue.

As pessoas que herdaram essa mutação tanto do pai como da mãe podem sofrer crises muito dolorosas, cuja repetição pode provocar severas lesões dos rins, pulmões, ossos ou do sistema nervoso central.

Os comentários dos médicos alemães foram publicados no Journal of The American Medical Association (JAMA), assim como o estudo dos egiptólogos, e se baseiam nas mesmas provas genéticas que revelaram uma série de má-formações na família de Tutankamon, como a doença de Kohler, que destrói as células ósseas.

As análises de DNA colocaram em evidência a presença de três genes relacionados ao parasita Plasmodium falciparum, responsável pela malária em quatro múmias estudadas, entre elas o Tutankamon.

Os pesquisadores alemães afirmam, no entanto, que a presença da drepanocitosis pode ser provada ou descartada por alguns testes de DNA, e sugerem que sejam feitos exames específicos.



Fonte: UOL


Estudo vê sinais de evolução de barbatanas para membros de animais

Peixe-zebra

Um estudo da Universidade de Ottawa publicado na revista Nature na quinta-feira traz novas pistas sobre a evolução das barbatanas em peixes para membros em quadrúpedes, um passo crucial na evolução.

Os pesquisadores identificaram dois novos genes que têm papel importante na formação de barbatanas, e acreditam que a perda desses genes pode ter sido um “passo importante” na transformação evolucionária de barbatanas em membros.

A pesquisadora chefe, Marie-Andrée Akimenko, e sua equipe começaram o estudo analisando o desenvolvimento de embriões do peixe conhecido como Paulistinha ou peixe-zebra. Eles descobriram dois genes que seriam o código para a formação de proteínas importantes na estrutura das barbatanas.

Essas proteínas são componentes de fibras presentes nas barbatanas. Elas são encontradas em embriões de peixe e mais tarde se desenvolvem nas fibras ósseas dos peixes adultos.

“Concluímos que não há (genes) equivalentes nos membros dos animais (quadrúpedes), o que sugere que eles podem ter se perdido na evolução”, explicou a cientista.

Para confirmar a descoberta, os pesquisadores procuraram – e encontraram – a mesma família de genes no genoma de tubarões-elefante, uma espécie de peixe bastante primitiva.

Isso sugere que “uma família antiga desses genes persiste (no tubarão-elefante e também em vários peixes ósseos) e foi perdida quando eles evoluíram” para animais de quatro patas, afirmou Akimenko.


Recriando a evolução


O desenvolvimento de embriões pode gerar importantes pistas genéticas e moleculares sobre a evolução. Acredita-se que muitas das mudanças encontradas no início do desenvolvimento espelhem mudanças evolutivas.

Neste estudo, a equipe de cientistas conseguiu manipular o desenvolvimento do peixe-zebra para estudar essas mudanças mais detalhadamente.

Os cientistas desativaram os genes recém descobertos em um embrião que estava se desenvolvendo.

Ao fazer isso, descobriram que o peixe desenvolveu barbatanas mais curtas e “trucadas”, sem qualquer fibra óssea.

A perda dessas fibras, afirmam os cientistas, foi um momento chave na evolução da barbatana para membros.


Camundongo (esquerda) e peixe-zebra (direita)


Os pesquisadores então compararam o desenvolvimento de embriões de peixes-zebra normais e embriões de camundongos.

“Quando comparamos o desenvolvimento da barbatana e dos membros, os primeiros passos são muito semelhantes”, disse Akimenko.

“Mas a certa altura, há uma divergência, que está relacionada com o momento em que esses genes começam a se expressar.”


‘Pequena parte’


O biólogo aposentado Jonathan Bard, especializado em desenvolvimento e atualmente trabalhando no Departamento de Fisiologia, Anatomia e Genética da Universidade de Oxford, afirmou que as conclusões do estudo são uma parte muito pequena da história evolutiva.

Segundo ele, a descoberta ainda não traz pistas sobre a formação de dedos – “como as largas barbatanas, cheias de fibras ósseas, dos peixes, se transformaram nos oito dedos das mãos e na placa dos pés dos primeiros quadrúpedes?”.

“Falando em geral”, disse ele, “centenas de milhões de anos separam a divisão evolutiva entre os peixes e os camundongos”.

“É um estudo interessante... e será interessante ver o que (os pesquisadores) vão fazer em seguida”, acrescentou.


Fonte: BBC

Arqueólogos: romanos mataram 97 bebês "indesejados" em bordel

Vila de Yewden em Hambleden (1912)

Arqueólogos que investigam uma cova comum com 97 corpos de bebês em uma vila da época do Império Romano, em Buckinghamshire, no Reino Unido, afirmam que o local havia sido um bordel na época.

Testes feitos pelos pesquisadores indicam que todos os bebês foram mortos pouco tempo após o parto.

Além disso, os cientistas acreditam que os moradores do local na época matavam sistematicamente crianças que eram consideradas indesejadas. As informações são do Daily Mail.

"A única explicação que você consegue a partir disto é que este local era um bordel", diz o pesquisador Jill Eyers à reportagem.

Segundo Eyers, como havia pouco, ou nenhum método anticoncepcional na época do Império Romano, a gravidez indesejada era comum nos prostíbulos e o infanticídio talvez não fosse tão chocante na época como é agora.

De acordo com os cientistas, registros arqueológicos sugerem que uma criança não era considerada um ser humano "completo" antes dos dois anos.

As que ainda não completavam essa idade, nem chegavam a ser enterradas em cemitérios e, portanto, enterros de bebês ocorriam próximos ou nas áreas de residências.

Apesar disso, os arqueólogos afirmam que o número de corpos encontrados na vila de Yewden é extraordinário.

Os pesquisadores afirmam que os corpos eram escondidos embaixo de paredes e enterrados próximos uns aos outros no quintal da construção.

Segundo a reportagem, os cientistas determinaram a idade aproximada das crianças pelo tamanho dos ossos.

Os pesquisadores agora pretendem fazer testes de DNA para determinar se há parentesco entre os bebês e seus sexos.


Fonte: Terra


Fiéis lotam Medjugorje para ver "aparições" da Virgem, investigadas pelo Vaticano

Igreja de Medjugorje


Dezenas de milhares de fiéis católicos chegaram na semana passada a Medjugorje, cidade da Bósnia conhecida pelas polêmicas "aparições" da Virgem, indiferentes às polêmicas e à prudência do Vaticano, que iniciou uma investigação sobre o assunto.

"Se tivesse esperado que o Papa e os bispos dissessem a última palavra sobre as aparições da Virgem, minha alma nunca teria encontrado a paz e a alegria que encontrei em Medjugorje", afirmou, com fervor, Evica Sibelic, de 55 anos, uma croata de Vukovar, que estava na manhã desta segunda-feira na igreja de Sveti Jakov (Santiago).

Em março, o Vaticano anunciou a criação de uma comissão de investigação internacional com a missão de examinar as "aparições" de Medjugorje (sul da Bósnia).

"Esta intervenção do Vaticano é, para nós, algo excelente. Temos realmente a sensação, inclusive a certeza interior, de que a Santa Virgem está presente aqui", disse Roland Regnier, de 56 anos, que contou ter viajado a Medjugorje em três oportunidades, desde 1987.

Segundo diferentes estimativas, quase um milhão de pessoas de todo o mundo visitam anualmente Medjugorje, onde a Virgem apareceu pela primeira vez em 24 de junho de 1981 a seis moradores da aldeia.

Três deles, que na época eram adolescentes, afirmam ter "encontros" cotidianos com a Virgem.

"É um dom extraordinário, mas também uma responsabilidade", disse Ivan Dragicevic, uma das testemunhas.

"Não é fácil estar com Nossa Senhora todos os dias, falar com ela, depois voltar à Terra. Em cada oportunidade, preciso de várias horas para voltar a este mundo", acrescentou ele, que é casado e pai de família.

As testemunhas das "aparições" são assistidos por sacerdotes franciscanos, mas sua história provoca reações enfurecidas por parte da hierarquia da Igreja católica local.

No fim de maio, o bispo da região, Ratko Peric, conhecido pelo repúdio ao fenômeno das "aparições", chamou à ordem os padres franciscanos que dirigem a paróquia de Medjugorje.

"Ninguém na Igreja nos pediu para pregar sobre as 'aparições' que não foram confirmadas (...). Se amanhã o Santo Padre adotar outra atitude, aceitaremos (...). Espero que isto seja respeitado", advertiu o bispo durante uma missa.

A comissão investigadora é a terceira que se interessa no fenômeno e a primeira organizada pelo Vaticano.

"Nas aparições anteriores (da Virgem, como as de Lourdes e Fátima), a Virgem não estava misturada com questões administrativas das autoridades da Igreja.

É, para mim, um dos aspectos problemáticos das testemunhas" de Medjugorje, disse o teólogo católico bósnio Franjo Topic, que integra a comissão.


Fonte: UOL


Cientistas estudam lenda de espelho grego que queimava navios

Pintura mostra como seria o uso de espelhos por Arquimedes para incendiar navios romanos


Uma pesquisa da Universidade de Nápoles, na Itália, indica que não passa de lenda o uso de espelhos pelo inventor grego Arquimedes para queimar navios invasores romanos.

Os pesquisadores dizem que, na verdade, Arquimedes teria utilizado canhões de vapor - equipamento que já havia sido atribuído ao inventor. As informações são do Live Science.

A lenda, que começou na Idade Média, afirma que Arquimedes utilizava espelhos para concentrar a luz do Sol e queimar navios durante a guerra de Siracusa (do ano 214 a.C. ao 212 a.C., durante a Segunda Guerra Púnica), na colônia grega de Siracusa, na ilha da Sicília. Nenhum grego ou romano relatou, na época, o suposto feito do inventor.

Os pesquisadores compararam os canhões a vapor com os espelhos. Segundo os cientistas, os gregos poderiam ter disparado bolas feitas de argila e recheadas com uma mistura química incendiária conhecida como "fogo grego".

Os canhões da época poderiam transformar um copo de água (30 g) em vapor suficiente para disparar os projéteis.

Os cientistas afirmam que no século XV, Leonardo da Vinci já creditava um modelo de canhão a vapor a Arquimedes, além de outros registros históricos que atribuem uma conexão entre a arma e o inventor.

O historiador greco-romano Plutarco também fala de uma arma em forma de poste que forçou os soldados romanos a fugirem das muralhas de Siracusa.

O filósofo e médico greco-romano Galeno também mencionou um equipamento similar que foi utilizado para queimar os navios romanos, e, de acordo com os pesquisadores italianos, as palavras de Galeno sobre a arma não poderiam ser traduzidas como se ela fosse um espelho.

Os pesquisadores calcularam que o canhão seria capaz de disparar uma bala de 6 kg a 60 m/s, o suficiente para alcançar cerca de 150 m.

Outras investigações foram feitas pelo engenheiro Joannis Stakas e o historiador Evanghelos Stamatis, ambos gregos, que indicam que um espelho parabólico é capaz de iniciar pequenos focos de incêndio em um navio que esteja parado.

Outro experimento parecido foi conduzido pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), em 2005.

Analisando os dados dessas pesquisas, os cientistas italianos dizem que o uso de espelhos contra navios em movimento seria duvidoso.

Além disso, os marinheiros da época seriam capazes de acabar rapidamente com pequenos focos de incêndio.

Por outro lado, o fogo grego é visto historicamente como uma armadilha mortal para os navios da Antiguidade.

A mistura química era capaz, inclusive, de queimar dentro da água e foi utilizada pelo Império Bizantino.

Apesar do esforço e da criatividade de Arquimedes, os romanos venceram a guerra e dominaram Siracusa. O destino do inventor, ao final da guerra, foi a morte.


Fonte: Terra


Crista de pterossauro evoluiu para atrair parceiro sexual, diz estudo


Estruturas corporais exageradas de animais pré-históricos, como "cristas" na cabeça e "velas de veleiro" nas costas, evoluíram para atrair membros do sexo oposto, concluiu um novo estudo.

A função dessas estruturas exageradas tem sido motivo de controvérsia. Para alguns cientistas, cristas ajudavam répteis voadores a controlar a direção de voo, e velas ajudavam na regulação da temperatura corporal.

Mas um novo estudo, publicado na revista "American Naturalist", sugere que as estruturas tornaram-se tão grandes devido a competição sexual.

Uma das classes de animais pré-históricos analisados foi a dos pterossauros - répteis extintos na época dos dinossauros.

O estudo sugere que o tamanho relativo da crista da cabeça comparada com o corpo do animal era muito grande para ter sido dedicada ao controle da temperatura corporal ou para controle da direção de voo.




Os pesquisadores também investigaram animais semelhantes a mamíferos, chamados eupelicossauros, que viveram antes dos dinossauros. Esse grupo possuía grandes e elaboradas "velas" nas suas costas.

Usando relações conhecidas em organismos vivos entre tamanho do corpo e atividade metabólica (o processo por trás da geração de calor), os cientistas concluíram que as velas eram muito exageradas para terem como função única o controle da temperatura corporal.

"Uma das coisas que não mudou nos últimos 300 milhões de anos foram as leis da física", disse à "BBC News" Stuart Humphries, da Universidade de Hull, no Reino Unido e coautor do estudo. "Então é bom usar essas leis para entender o que pode estar dirigindo a evolução dessas grandes cristas e velas."

Segundo Joseph Tompkins, da Universidade da Austrália Ocidental, as velas dos eupelicossauros estão entre os exemplos mais antigos de características sexuais secundárias exageradas na história da evolução de vertebrados.

"Pterossauros fazem um esforço maior para atrair parceiros que pavões, cujas grandes penas são consideradas a estrutura mais elaborada de seleção sexual nos dias de hoje", afirmou Dave Martill, da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido e coautor do estudo.

"Pavões se desfazem de sua fantástica plumagem todos os anos, então é um fardo temporário, mas pterossauros tinham que carregar sua crista o tempo todo."

Os autores sugerem que alguns pterossauros machos, como o Pteranodonte, competiam entre si usando suas cristas, de maneira semelhante a animais que hoje usam chifres.

As fêmeas possivelmente avaliavam os machos baseado no tamanho de suas cristas, de maneira análoga às fêmeas de pavão hoje, que escolhem um dentre vários machos exibidores de plumagem.

Os pesquisadores não descartam a possibilidade de controle de temperatura, mas afirmam que as cristas e velas foram usadas principalmente para atrair parceiros sexuais e afastar competidores.


Fonte: Folha.com


Cientistas criam peixe artificial capaz de controlar cardumes

O peixe artificial Robofish, ao lado de seu molde de gesso. Divulgação/Universidade de Leeds


O robô, controlado por computador, é um modelo feito a partir de um molde de gesso.

Cientistas da Universidade de Leeds, no Reino Unido, afirmam ter criado o primeiro peixe-robô que cardumes de peixes naturais aceitam como um de seus membros.

Segundo os construtores do aparelho, a invenção abre caminho para o estudo do comportamento dos peixes e da dinâmica de grupos.

"Como o peixe robótico é aceito pelo cardume, podemos usá-lo para controlar o comportamento de indivíduos e estudar situações complexas, como agressividade, cooperação e comportamentos para evitar predadores", disse, em nota, o autor dos experimentos iniciais realizados com o "Robofish", Jolyon Faria.

O robô, controlado por computador, é um modelo feito a partir de um molde de gesso, pintado para imitar as cores e sinais característicos de um peixe de verdade.

Os cientistas tiveram de provar que o Robofish seria aceito no cardume de forma que os peixes reagissem a ele como se fosse mais um integrante normal do grupo.

"Embora o Robofish parecesse, para nós, como um peixe stickleback, não sabíamos se outros peixes o veriam da mesma forma", explicou Jolyon.

"também achamos que poderia haver um problema com o cheiro, já que peixes usam sinais químicos na água para identificar outros membros do cardume.

No fim, o Robofish foi aceito de cara, embora tenhamos testados vários modelos antes de achar o que funcionava melhor".

O Robofish foi colocado num tanque contendo ou um outro peixe solitário ou um grupo de dez, e programado para seguir um caminho fixo um pouco mais depressa que um peixe normal.

O objetivo era ver se o Robofish conseguiria induzir outros peixes a deixar a área de refúgio do tanque e convencer os companheiros a fazer uma curva de 90 graus.

Peixes solitários deixaram o refúgio muito antes se o Robofish estivesse presente para instigar o movimento, embora os grupos tenham saído bem rapidamente, sem necessidade de estímulo. O Robofish foi capaz de persuadir tanto os peixes sós quanto os grupos a fazer a curva.


Fonte: Estadão

Arqueólogos tentam salvar tumbas de 7 mil anos de obra na China

Homem trabalha nas escavações do sítio arqueológico em Xichuan, na China


Arqueólogos trabalham contra o tempo em um sítio arqueológico de Xichuan, na China, para salvar tumbas com idade entre 5 mil e 7 mil anos.

Um gigantesco projeto do governo pretende canalizar grandes quantidades de água para solucionar as constantes secas da região. As informações são da EFE.

A região tenta proteger seus tesouros arqueológicos, já que o projeto de canalização ameaça deixar debaixo de água as descobertas históricas de Xichuan.


Fonte: Terra

"Hobbits" não eram apenas humanos com má-formação óssea, diz estudo

Concepção artística do hominídeo apelidado de "hobbit" encontrado na ilha de Flores, Indonésia.


Os "hobbits" que viveram na ilha indonésia de Flores há cerca de 18 mil anos eram uma espécie separada de hominídeos, não modernos anões humanos, afirma um novo estudo.

Em 2003, restos de uma fêmea foram descobertos na ilha de Flores na Indonésia. A fêmea media cerca de 1 metro e pesava 30 quilos.

Depois da descoberta, outros indivíduos com características semelhantes foram descobertos na ilha.

No início, cientistas acreditavam que se tratava de uma nova espécie de hominídeo. Os hominídeos receberam o apelido de "hobbit" em homenagem aos pequenos personagens da série "O Senhor dos Anéis", do escritor J.R.R. Tolkien.

Mas em 2008, Peter Obendor, da Universidade RMIT, em Melbourne, Austrália, afirmou que os restos encontrados eram de humanos modernos que sofriam de cretinismo, uma doença causada por deficiência de iodo.

Agora, Colin Groves, da Universidade Nacional da Austrália, em Canberra, diz que resolveu a disputa.

Ele comparou os ossos encontrados em Flores com os de dez pessoas que sofreram de cretinismo, focando nas características anatômicas típicas da doença.


Homo Floresiensis e humano moderno




Groves não encontrou nenhuma sobreposição entre as características de cretinismo em ossos de humanos e os ossos da ilha de Flores.

O estudo foi publicado no periódico "Journal of Comparative Human Biology".


Fonte: Folha.com


sexta-feira, 25 de junho de 2010

Ex-oficial da Marinha Real diz ter resolvido o mistério do Santo Graal

A Catedral de Lincoln


Um oficial reformado da Marinha Real Britânica, que passou anos estudando textos antigos, acredita que finalmente resolveu o mistério do desaparecimento do Santo Graal.

Para milhões de fiéis, o Santo Graal é o objeto mais precioso da terra. É o cálice, que de acordo com a tradição, Cristo bebeu na Última Ceia e foi usado mais tarde para recolher parte do seu sangue durante a crucificação, uma
inestimável relíquia cristã.

Muitos fiéis têm procurado em vão encontrá-lo. Mas finalmente teria sido descoberto, ignorado e não reconhecido, no canto de uma catedral, no coração da Inglaterra.

"Eu nunca pretendi começar uma busca para encontrar o Santo Graal. Eu estava interessado inicialmente em pesquisar as relações entre os cruzados, Inglaterra e os santos medievais", disse EC Coleman ao Sunday Express. Coleman acredita que o artefato é o Santo Graal

"Mas quanto mais eu lia mais eu era conduzido pela trilha que explica a extraordinária trajetória que esta relíquia perdida tomou".

Historiadores e acadêmicos ficarão surpreendidos com a revelação de que o objeto histórico mais valioso da cristandade está embaixo de seus narizes por décadas.

Em 1889, a Catedral de Lincoln estava passando por reparos. Um grupo de operários levantou uma grande laje de mármore Portland e revelou o túmulo do Bispo Oliver Sutton, que morreu em 1299.

Dentro do túmulo, os arqueólogos encontraram um cálice ao lado do esqueleto, que ainda estava onde tinha sido colocado quase 600 anos antes. Ele era feito de prata, com quatro e meia polegadas de altura e sem qualquer decoração.

"Este era o Santo Graal, mas ninguém o reconheceu. Posteriormente, passou a ser exibido em uma prateleira da tesouraria da Catedral, onde você pode vê-lo hoje, mas não há nada lá para dizer o que ele é realmente", diz Coleman, que acaba de publicar The Grail Chronicles descrevendo sua busca.

"Encontrar esses artefatos no túmulo de um bispo não era de todo incomum e colocá-los lá pode muito bem ter sido uma prática normal na Idade Média, mas este cálice era diferente", diz Coleman.

Para EC Coleman esse é o verdadeiro Santo Graal


Coleman diz ainda: "Exemplos previamente descobertos eram ricamente decorados, mas este tinha uma elegância simples, ligeiramente caseira, com o uso de rebites claramente visíveis para juntar as diferentes partes da peça.






Coleman em frente a Catedral de Lincoln


Eu nunca o toquei, mas é muito bom ficar perto dele.
Na minha própria mente e com toda a boa fé estou confiante de que o cálice recuperado no túmulo do Bispo Sutton é o Santo Graal. "


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: 24 Masti/Sunday Express


Tempestade criou maior cemitério de dinossauros, diz estudo


Cientistas afirmam ter confirmado que um cemitério de dinossauros no Canadá é o maior já conhecido.

Segundo os pesquisadores do Royal Tyrrell Museum, em Alberta, uma tempestade, equivalente aos atuais furacões, dizimou os animais na região, que até então era uma área costeira, e formou o cemitério. As informações são do Live Science.



Os pesquisadores afirmam que a tempestade que atingiu a região foi catastrófica, o nível da água teria ficado entre 3,6 m e 4,6 m e rapidamente inundou o local.

"A inundação pode ter atingido mais de 100 km de costa", diz o paleontólogo e geólogo David Eberth à reportagem.

Os restos de 76 milhões de anos desses animais se espalham por uma área de 2,3 mil m² e pertenciam a seres como o herbívoro Centrossauro, que era parecido com o Triceratops.

De acordo os paleontólogos, a descoberta pode explicar o motivo pelo qual o oeste do Canadá é tão rico em fósseis de dinossauros.


Centrossauro


A pesquisa ainda pode provar que dinossauros com chifres, como o Centrossauro e o Triceratops, viviam em grupos maiores do que se pensava com números que facilmente se aproximariam de centenas e até de milhares de animais.

A reportagem afirma ainda que o cemitério foi descoberto em 1997, mas a confirmação de seu tamanho ocorreu apenas neste mês e foi detalhada no livro New Perspectives On Horned Dinosaurs.

A região de Alberta é considerada muito rica em fósseis. Lá viveram, por exemplo, o Velociraptor e o Tiranossauro Rex, além de outros animais pré-históricos, como os Pterossauros.


Fonte: Terra

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Pedra que seria meteorito é encontrada no interior do Rio


Material pesa 600 gramas e tem 12 centímetros de diâmetro. Suspeita é de que a bola de fogo tenha caído no sábado (19).

Uma pedra encontrada no quintal de uma propriedade rural intrigou os moradores da pequena cidade de Varre-Sai, no Noroeste do estado do Rio.

A análise preliminar de astrônomos e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) indica que a pedra é um meteorito.

Na quarta-feira (23), os técnicos voltaram à cidade em busca de outros vestígios de meteoritos para a elaboração de um estudo.

De acordo com a assessoria de imprensa de Varre-Sai, o meteorito foi achado no último domingo (20) por um produtor rural.

No entanto, a suspeita é de que a pedra caiu do céu no sábado (19). A assessoria disse ainda, que o Corpo de Bombeiros de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, recebeu chamados de moradores que disseram ter visto um meteoro, no final da tarde de sábado.

O meteorito encontrado tem 12 centímetros de diâmetro e pesa 600 gramas. Segundo o Clube de Astronomia Louis Cruls, em Campos dos Goytacazes, não havia relatos de queda de meteoritos no país há 19 anos.


Fonte: G1


Após análise fotográfica; americanos afirmam que pedra no Rio é meteorito


Material, no entanto, ainda passará por análise de pesquisadores da UFRJ. Objeto foi encontrado em Varre-Sai, no Noroeste Fluminense.

Uma análise fotográfica levou pesquisadores americanos a constatar que se trata de um meteorito a pedra encontrada no fim de semana no município de Varre-Sai, no Noroeste Fluminense.

O objeto seria um condrito, um tipo rochoso que mantém intactas as mesmas características que tinha antes de chegar à Terra.

O material, no entanto, ainda será analisado porpesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que, numa observação preliminar, confirmaram a constatação americana.

Se ficar comprovado que é mesmo um meteorito, será a primeira descoberta deste tipo no país em 19 anos.

“A gente pode estar tocando um objeto que estava vagando no espaço há tanto tempo. Muitas pessoas passam a vida tentando encontrar um objeto como este”, diz o astrônomo Marcelo Oliveira.


Como foi


A pedra foi encontrada no último sábado (19) pelo agricultor Germano da Silva, dentro de sua propriedade.


Análise preliminar de astrônomos indica que pedra seria mesmo um meteorito


“Vi umas nuvens cor de rosa rodando, deu uma explosão e clareou tudo, depois foram mais três explosões menores”, conta ele. O meteorito encontrado tem 12 centímetros de diâmetro e pesa 600 gramas.


Fonte: G1

Bola de fogo corta o céu de Campos (RJ) e assusta moradores




Exibida pela Record News, essa reportagem foi ao norte do Estado do Rio de Janeiro, até a cidade de Campos, conferir uma história no mínimo curiosa. Moradores teriam visto uma enorme bola de fogo, aproximadamente do tamanho de um carro, cruzando o céu da cidade.

Pouco depois, um homem viu que um canavial nas redondezas tinha uma parte em chamas. No dia seguinte, ele voltou ao canavial munido de uma câmera e confirmou que, de fato, a área tinha pegado fogo.

Ainda não se sabe o que pode ter sido a tal "bola de fogo". Um balão? Um disco voador em chamas? Um cientista chegou a dizer que seria um foguete russo passando pelo céu brasileiro...


Fonte: R7

Sonda europeia encontra sinais de passado úmido em Vênus

Ilustração de uma cena possível na atmosfera de Vênus, seca mas com relâmpagos. ESA


Vênus e Terra são muito parecidos sob vários aspectos. São quase idênticos em tamanho e composição.

A sonda europeia Venus Express confirmou a hipótese de que o árido planeta Vênus já teve grandes quantidades de água, que se perderam para o espaço.

Medições feitas pela sonda mostram que a taxa de átomos de hidrogênio que atmosfera venusiana perde para o vácuo espacial é o dobro da de átomos de oxigênio.

Isso reforça a ideia de que a radiação ultravioleta do Sol vem desintegrando moléculas de água, a fonte provável dos átomos que deixam o planeta, de acordo com nota da Agência Espacial Europeia (ESA).

"Tudo indica que Vênus teve grandes quantidades de água no passado", disse o pesquisador Colin Wilson, da Universidade Oxford.

A sonda também mostrou que deutério, uma forma mais pesada de hidrogênio, existe de forma desproporcionalmente grande no alto da atmosfera do planeta. Isso ocorre porque o átomo mais pesado tem mais dificuldade em escapar da gravidade do planeta.

Vênus e Terra são muito parecidos sob vários aspectos. São quase idênticos em tamanho e composição, e parece possível que Vênus tenha tido oceanos no passado.

Atualmente, se todo o vapor de água existente na atmosfera do planeta fosse liquefeito, o resultado seria uma camada de água de 3 centímetros de profundidade recobrindo o planeta todo.

No caso da Terra, se os oceanos fossem espalhados igualmente pela superfície, o resultado seria uma camada com 3 km de profundidade.

No entanto, nem todos os cientistas estão convencidos de que a água do passado de Vênus existiu sob a forma de oceanos.

O pesquisador Eric Chassefière, da Université Paris-Sud, da França, desenvolveu um modelo de computador que sugere que a maior parte da água mantinha-se na atmosfera e que existiu apenas num período muito curto do passado remoto, quando a superfície do planeta estava totalmente derretida.

À medida que as moléculas eram destruídas pela radiação solar e escapavam para o espaço, a queda na temperatura provavelmente levou à solidificação da superfície. O resultado seria um planeta que nunca teve a oportunidade de desenvolver oceanos.

Embora seja difícil de testar, essa hipótese traz uma questão fundamental. Se vênus já teve uma água na superfície, o planeta pode ter sido habitável por um período de sua história.

O modelo de Chassefière não proíbe, por exemplo, que Vênus tenha recebido água do espaço - talvez pela colisão de um cometa - já em sua fase sólida.


Fonte: Estadão

Semana Ufológica em Porto Alegre reúne curiosos sobre o assunto

Seminários reúnem o público interessado em ufologia na Capital Foto:Márcio Parussini


Evento é organizado pelo Movimento Gaúcho de Ufologia.

Para marcar o Dia Mundial dos Discos Voadores que ocorre nesta quinta-feira, foi organizada a II Semana Ufológica, que tem reunido o público interessado no assunto na Capital.

O evento acontece no Colégio Militar de Porto Alegre e é promovido pelo Movimento Gaúcho de Ufologia (MGU), com sedes em Porto Alegre e em Santa Cruz do Sul.

Um dos fundadores do movimento, o professor de química e ufólogo Carlos Odone Nunes afirma que os objetivos principais da entidade são divulgar a ufologia no Estado e proporcionar o intercâmbio entre grupos ufológicos e ufólogos independentes.

O professor conta que já avistou um objeto voador não identificado (OVNI) em junho do ano 2000 no Jardim Botânico, na Capital.

Segundo seu relato, ele estava passeando com a esposa quando viu dois pontos se deslocando juntos no céu, que pararam um ao lado do outro e desapareceram. Contudo, de acordo com Odone, as aparições de OVNIs são mais frequentes na Região Central do Estado.

— As cidades de Caçapava do Sul, Santa Maria, Candelária e Cachoeira do Sul são as preferidas dos nossos visitantes — explica o professor, acrescentando que o movimento não associa, necessariamente, ufologia com vida inteligente fora da terra.

Odone acredita que o gaúcho ainda seja um pouco resistente a aceitar a ufologia e poderia estar mais aberto para receber novas informações. Ainda assim, para o administrador Márcio Parussini, tudo aquilo que é desconhecido e misterioso acaba chamando a atenção de alguns grupos.

— O preconceito até existe, mas também existe a curiosidade — avalia Márcio, que estuda o assunto há mais de 15 anos.

Palestras, painéis, filmes, documentários e debates sobre o assunto podem ser conferidos na semana de ufologia, que acaba no domingo. O ingresso custa R$ 10 e um quilo de alimento e a programação pode ser conferida aqui.


Fonte: Zero Hora

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Buracos misteriosos assustam moradores da China




Crateras engoliram parte de casas e causaram acidentes nas estradas.

Imagine abrir a porta de seu banheiro e dar de cara com um buraco. Foi o que aconteceu com um morador na província de Hunán, na China.







Nas últimas semanas, dezenas de crateras começaram a se abrir pelo território chinês, engolindo um parque de diversões infantil, parte de casas e causando acidentes em estradas. Segundo geólogos, o aquecimento global é o responsável pelo surto de buracos no continente.

Ninguém morreu com o surto de buracos, mas o caso é, no mínimo, esquisito.


Fonte: R7

Nota do Blog: Vêr Autoridades Investigam Cratera Gigante na Guatemala



Tailândia: Presa ex-enfermeira acusada de vender "crianças-fantasma"

Os Luk Krok ou "crianças-fantasma"


A mulher foi presa depois que a polícia descobriu 14 fetos em um armazém abandonado no distrito de Muang.


Segundo a imprensa local, os eventos ocorreram na província de Ubon Ratchathani, perto da fronteira com o Camboja e o Laos, onde Naengnoi Kawan comprou recém nascidos de Ura Sutthiwong acusado de ter realizado abortos ilegais

Segundo o jornal "Bangkok Post", a suposta bruxa mantinha no armazém (de propriedade da família) os fetos, que depois vendia a seus "clientes" como Luk Krok ou "crianças-fantasma".

No imaginário popular tailandês, esses espíritos trazem boa sorte e se acredita que ajudam a ganhar na loteria.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: El Tiempo
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