quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Pessoas comuns em atos atrozes: experimento de Milgram faz 50 anos


Um dos primeiros voluntários do experimento de obediência utilizando a "máquina de choques"


No segundo semestre de 1961, 40 pessoas aceitaram participar de uma pesquisa e aplicaram choques quase mortais em completos desconhecidos tão somente porque um professor - outro completo desconhecido para eles - deu ordens para que continuassem.

A aparente sessão de tortura era, na verdade, um experimento científico, e os choques, encenação de atores.

Os experimentos de obediência de Stanley Milgram completam 50 anos em 2011 e continuam relevantes no estudo da natureza humana.

Na universidade de Yale, nos Estados Unidos, Milgram conduziu testes psicológicos para investigar como pessoas comuns e sem traços violentos podiam ser capazes de atos atrozes.

Sua maior inspiração era tentar entender como pessoas que, até então, pareciam decentes e de bom caráter, podiam ter colaborado com os horrores do holocausto na Alemanha nazista.

Milgram acreditava que qualquer pessoa, se submetida à pressão da autoridade, tem tendência a simplesmente obedecer.

O primeiro experimento reuniu 40 voluntários homens que assumiam o papel de um "professor" que deveria fazer perguntas a um "aluno" e lhe dar choques quando ele errasse a resposta.

O "aluno" era, na verdade, um ator contratado por Milgram que fingia levar choques cada vez mais potentes.

Conforme o voluntário hesitava em seguir com as punições, um cientista que supostamente coordenava o estudo incentivava o "professor" a seguir com o processo.




O psicólogo apoiado em sua "máquina de choques", que, de fato, não possuía corrente elétrica


Dos 40 participantes, 65% chegou a dar choques de 450 volts enquanto os "alunos" imploravam para que eles parassem.

Em testes posteriores, a média de 65% sempre se manteve, inclusive em testes com mulheres e em outros países.

Uma busca por "Experimento Milgram" no site YouTube retorna diversos vídeos de recriações da experiência.


Submissão à autoridade



Nunca houve um voluntário que tenha interrompido o experimento para ajudar o "aluno". Uma pequena porcentagem de participantes se recusou a continuar e deixou a sala, mas sem prestar auxílio ou denunciar os pesquisadores que supostamente eletrocutavam pessoas.

De acordo com um artigo escrito pelo professor Thomas Blass, professor de psicologia da universidade de Maryland, nos EUA, Milgram recebeu fortes críticas de colegas logo após a publicação dos resultados.

Eles julgavam o experimento excessivamente impactante para os voluntários, já que, mesmo sem ter dado choques verdadeiros, ele se sentiam culpados e assombrados por suas próprias atitudes.


Stanley Milgram



Apesar de reconhecido mundialmente como um dos mais notáveis psicólogos de seu tempo, Milgram se graduou em ciências políticas.

Apenas após a formatura, ele quis trocar de carreira e se candidatou a uma vaga de doutorado em psicologia na universidade de Harvard.


Stanley Milgram na Universidade Harvard, nos Estados Unidos


Rejeitado na primeira tentativa, ele só foi aceito após completar seis cursos de psicologia em outras instituições de Nova York.

Seu experimento de obediência quase lhe custou a licença de psicólogo. Por um ano, ele foi investigado pela Associação Americana de Psicologia devido a questionamentos éticos sobre sua pesquisa.

Apenas quando seus colegas consideraram seu experimento válido, ele pôde entrar na associação. Milgram morreu em dezembro de 1984, aos 51 anos.


Fonte: Terra

11 de setembro: Cinco teorias de conspiração

Teorias conspiratórias questionam o ataque de 11 de setembro nos EUA



Dez anos depois dos ataques de 11 de setembro no Estados Unidos, diversas teorias conspiratórias continuam populares. De um modo geral, as formulações se concentram em torno de supostas "perguntas não respondidas" pelos relatórios sobre o incidente e sugerem que o governo americano pode ter planejado os ataques juntamente com o exército.

Conheça as cinco teorias conspiratórias mais proeminentes que circulam em comunidades online.




1. Falha ao interceptar os aviões sequestrados






A pergunta: Por que a força aérea mais poderosa do mundo não conseguiu interceptar nenhum dos quatro aviões sequestrados?

O que os teóricos da conspiração dizem: O vice-presidente dos Estados Unidos na época, Dick Cheney, teria dado ordens para que o Exército não tentasse recuperar os aviões das mãos dos sequestradores.

O que os relatórios oficiais dizem: Este foi um sequestro múltiplo incomum, com violência a bordo, e no qual o transponder, que transmite a localização exata do avião, foi desligado ou alterado.

Um exercício militar de rotina também estava acontecendo no mesmo dia do comando da defesa aérea americana e teria havido confusão e falta de comunicação entre o controle de tráfego aéreo civil (FAA) e o Exército.

O equipamento do Exército também estava obsoleto e foi planejado para procurar sobre o oceano por ameaças na Guerra Fria, segundo oficiais.



2. A queda das Torres Gêmeas




A pergunta: Por que as Torres Gêmeas caíram tão rapidamente e dentro da própria área que ocupavam, após incêndios em poucos andares que duraram somente uma ou duas horas?

O que os teóricos da conspiração dizem: As Torres Gêmeas foram destruídas por demolições controladas.

As teorias se referem ao desmoronamento rápido dos prédios (que durou cerca de 10 segundos) e aos incêndios relativamente curtos (56 minutos no World Trade Center 2 e 102 minutos no World Trade Center 1).

Além disso, haveria relatos de pessoas que teriam ouvido sons de explosões antes da queda e objetos sendo arremessados violentamente para fora de janelas nos andares inferiores.

O que os relatórios oficiais dizem: Um inquérito extenso feito pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia concluiu que os aviões romperam e danificaram colunas de suporte do edifício e deslocaram materiais à prova de fogo.

Cerca de 39 mil litros de combustível de avião foram espalhados por diversos andares, dando início a incêndios generalizados.

As temperaturas de até mil graus Celsius fizeram com que o piso dos andares cedesse e as colunas se curvassem, provocando os sons de "explosões".

O peso dos pisos de cada andar criou um peso muito maior do que as colunas dos edifícios foram projetadas para sustentar.

Objetos foram expulsos pelas janelas dos andares inferiores na medida em que os andares de cima desmoronavam.

Além disso, as demolições controladas são sempre iniciadas dos andares de baixo até os de cima, ao contrário do desmoronamento das Torres.

Nenhuma evidência de explosivos foi encontrada nos edifícios, apesar das buscas. E tampouco há evidência de rompimento proposital de quaisquer colunas ou paredes, o que é feito rotineiramente em uma demolição controlada.


3. O ataque no Pentágono




A pergunta: Como um piloto amador pode ter feito uma manobra complicada em um avião comercial e lançado o avião sobre o quartel-general das forças armadas mais poderosas do mundo - 78 minutos depois do primeiro relato de um possível sequestro - e não ter deixado nenhum vestígio?

O que os teóricos da conspiração dizem: Não foi um Boeing 757 comercial que atingiu o edifício, mas sim um míssil, um pequeno caça ou um avião não tripulado.

No entanto, depois que evidências comprovaram que o voo número 77 da American Airlines realmente atingiu o Pentágono, o foco desta teoria mudou para a discussão sobre a dificuldade de executar a manobra de aproximação.

Pessoas que acreditam na conspiração dizem que o avião estava sob o controle do Pentágono, e não da Al-Qaeda.

O que os relatórios oficiais dizem: Destroços do avião, incluindo as caixas pretas, foram encontrados no local do acidente e catalogados pelo FBI.

Apesar de algumas filmagens iniciais do acidente não mostrarem os destroços, ainda há vídeos e fotografias que mostram as evidências do trajeto que o avião fez durante o choque com o edifício, como postes quebrados, segundo oficiais.

Os restos da tripulação e dos passageiros do voo foram encontrados e identificados pelo DNA. Testemunhas também viram o avião atingir o Pentágono.



4. O quarto avião - Voo 93 da United Airlines




A pergunta: Por que a queda do quarto avião sequestrado, em Shanksville, na Pensilvânia, foi tão pequena e por que os destroços do avião não foram vistos?

O que os teóricos da conspiração dizem: O voo 93 da United Airlines foi derrubado por um míssil e se desintegrou em pleno ar, espalhando os destroços sobre uma área extensa.

O que os relatórios oficiais dizem: Há fotografias claras que mostram os destroços do avião e o gravador de voz da cabine do piloto, que foi recuperado, mostrou que houve uma revolta dos passageiros e que os sequestradores derrubaram o avião deliberadamente.

Teorias iniciais de que os destroços haviam sido espalhados por quilômetros de distância do local principal da queda se provaram falsos.

Na verdade, o vento jogou alguns destroços leves como papéis e materiais de isolamento por cerca de dois quilômetros.

Outra teoria foi baseada em uma frase do médico-legista local, Wally Miller, que foi citada incorretamente.

Ele disse que parou de ser um médico-legista cerca de 20 minutos depois de chegar ao local porque não havia corpos.

Mas ele também disse que percebeu rapidamente que o que aconteceu foi um acidente de avião e que seria preciso organizar um grande funeral para as vítimas. O exército diz ainda que nunca deu ordens para que a força aérea derrubasse o avião comercial.



5. O colapso do edifício 7 do World Trade Center





A pergunta: Como é possível que um arranha-céu que não foi atingido por um avião tenha desmoronado tão rapidamente e simetricamente, quando nenhum outro prédio revestido de aço caiu por causa de incêndios?

O que os teóricos da conspiração dizem: O edifício 7 do World Trade Center foi destruído por uma demolição controlada usando explosivos e materiais inflamáveis.

O foco da teoria inicialmente era uma frase dita pelo dono do prédio, Larry Silverstein, em uma entrevista de TV.

Ele falava sobre a retirada dos bombeiros do edifício, mas a expressão que utilizou fez com que sua fala fosse interpretada como uma alusão ao momento em que os explosivos foram detonados.

Agora o foco mudou para a velocidade do colapso do edifício, que esteve próxima à velocidade de queda livre durante 2,25 segundos.

Argumenta-se que somente explosivos poderiam fazer com que o prédio desmoronasse tão rapidamente.

Alguns cientistas , que são céticos quanto ao relato oficial, examinaram quatro amostras de poeira do Marco Zero e dizem ter encontrado material termítico, que reage violentamente em contato com o calor.

Eles dizem ainda que toneladas de materiais explosivos foram colocados dentro não só do WTC7, mas também das Torres Gêmeas.

O que os relatórios oficiais dizem: Uma investigação de três anos feita pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia concluiu que o prédio desmoronou por causa de incêndios incontroláveis, que foram causados pelo colapso da torre norte e que queimaram o prédio por sete horas.

Os encanamentos que levavam água até o irrigador de emergência foram rompidos. Não foram encontradas evidências de cargas explosivas e não há registro da série de explosões que seriam esperadas no caso de uma demolição controlada.

Também haveria uma explicação para o "material termítico" que os cientistas encontraram na poeira - é só um tipo de tinta básica.

Calcula-se que 1,2 milhão de toneladas de materiais de construção foram pulverizados no World Trade Center e a maioria dos minerais que estavam nos materiais estão presentes na poeira.

Uma amostra mais extensa da poeira não achou evidências de explosivos, de acordo com um relatório do Instituto de Pesquisa Geológica dos Estados Unidos e com outro relatório, produzido pela empresa de inovação científica RJ Lee.




Fonte:
BBC

Habitante das profundezas


Um novo tipo de animal foi descoberto perto de um vulcão submarino, na Baía de Monterey, no Oceano Pacífico.

Ele foi flagrado por câmaras de um submarino robô a 1.600 metros de profundidade e vive na mais completa escuridão.

O animal se parece com outro também capturado em águas profundas em 2002 e ainda à espera de classificação.

Sabe-se que é um tipo de molusco nudibrânquio, do mesmo grupo que compreende as lesmas do mar.

Para cientistas da Agência de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (NOAA), a descoberta é uma prova da imensa biodiversidade ainda desconhecida dos mares.




Fonte: Extra Online

Montanhista descobre cachorro no topo de pico mais alto da África

Cão foi visto no topo do Kilimanjaro, a montanha mais alta da África

Cume tem quase 6 mil metros de altitude. Cientistas se questionam como o animal sobreviveu.

Um montanhista viu um cachorro vivo no topo do Kilimanjaro, a montanha mais alta da África, a mais de 5,7 mil metros de altitude e a vários graus abaixo de zero, publicou nesta quarta-feira (30) a revista tanzaniana "Bab Kubwa".

"Estava urinando quando vi o cachorro deitado a um metro da rocha onde eu estava", declarou John Messe, um turista que subiu com outros três amigos e fez uma foto do animal com o celular.

O cume, o pico Uhuru ("Liberdade", em suaíli), tem quase 6 mil metros de altitude e uma temperatura que pode chegar a 15 graus negativos.


O pico Uhuru


Pelo intenso frio que faz nessa altitude, vários cientistas se questionaram como o animal conseguiu subir e sobreviver.

Na opinião do veterinário Wilfred Marealle, é normal um cachorro resistir em condições ambientais de frio extremo, mas 'é pouco comum que suba ao cume do Kilimanjaro', no norte da Tanzânia, e avisou futuros montanhistas que encontrarem o cachorro que tenham cuidado, já que o animal pode ter raiva.

O diretor de marketing da empresa que organizou a subida dos montanhistas ao Kilimanjaro garantiu que há dez anos viu outro cachorro em um acampamento a 3.960 metros acima do nível do mar.

O fato lembra o livro 'As neves do Kilimanjaro', de Ernest Hemingway, em que o autor americano fala da descoberta do esqueleto seco e congelado de um leopardo e afirma que ninguém conseguiu explicar o que o felino procurava naquelas alturas.


Fonte: G1

Palácio real britânico terá tour fantasma


Em outubro, o Palácio de Kensington irá receber visitantes para um tour especial do Halloween.

O Palácio de Kensington, onde o Príncipe William e sua esposa, a Duquesa Catherine, ficam quando estão Londres, irá promover um tour fantasma durante o Halloween, em outubro. O passeio vai explorar a lenda de que o local é assombrado por antepassados da família real.

“O lugar tem uma atmosfera peculiar. Há muitas histórias estranhas e incomuns que os guardas registraram ao longo dos anos. Há ruídos durante a noite e este tipo de coisas. É fascinante”, comentou uma fonte ao jornal Daily Mirror.

Os passeios vão acontecer do dia 28 ao 31 de outubro, das 14h45 às 20h15, e custarão cerca de 46 reais. Os interessados terão que correr para comprar ingresso, pois só serão liberadas 25 pessoas por noite.



Fonte: Caras

Jack, o Estripador seria alemão, diz criminologista



Há exatos 123 anos, Jack, o Estripador fez a sua primeira vítima. Mas quem era este assassino em série?

Um novo retrato falado, computadorizado, pela primeira vez deu um rosto a um dos principais suspeitos de ter sido o criminoso, o alemão Carl Feigenbaum.

Os crimes de Jack, o Estripador são os mais célebres não solucionados da história. A identidade do homem que matou brutalmente cinco mulheres na região Leste de Londres no outono de 1888 permanece sendo um mistério.

Já foram apontados mais de 200 suspeitos. Mas para o criminologista Trevor Marriott, um ex-especialista da Divisão de Homicídios da Polícia britânica, o marinheiro alemão Carl Feigenbaum é o principal suspeito.

Condenado por ter assassinado a sua senhoria em Manhattan, Nova York, Feigenbaum morreu na cadeira elétrica na prisão de Sing Sing, em 1894. Seus advogados também suspeitavam que ele teria sido Jack, o Estripador.


Desenho da execução de Feigenbaum


Não existem fotos de Feigenbaum. Por isso, Marriott criou um retrato falado para o programa de TV da BBC National Treasures Live, a partir das descrições contidas na ficha do marinheiro feita na época em que ele estava em prisão preventiva.


Pistas


Por que Marriott acredita que Feigenbaum seja Jack, o Estripador? Documentos policiais e centenas de cartas endereçadas a autoridades e jornais nos oferecem algumas pistas.

Há muito se acredita que Jack pode ter tido conhecimento de anatomia devido à perícia que demonstrava ao retirar os órgãos de suas vítimas.

Mas é possível que elas tenham tido seus órgãos retirados no mortuário, em vez de pelo próprio Jack, no local dos crimes.



Retrato falado computadorizado de Carl Feigenbaum



A Lei de Anatomia de 1832 tornou legal que equipes médicas retirassem órgãos de vítimas, para fins de tratamento.

A teoria é reforçada por documentos ligados à quarta vítima, Catherine Eddowes. A investigação mostra que houve apenas um espaço de 14 minutos entre o horário em que a polícia percorreu pela última vez o quarteirão em que ela foi morta e o horário em que seu corpo foi descoberto.

Isso seria tempo o suficiente para alguém ter matado Eddowes, removido seu útero com precisão cirúrgica e realizar tudo isso na mais completa escuridão? Independentemente do conhecimento médico de alguém, isso parece improvável.

Portanto, Marriott acredita que Jack não era necessariamente um cirurgião, no final das contas.

Ele passou a investigar outros grupos de pessoas que poderiam ter estado no local. A região de St Katharine, onde ficam as docas de Londres, fica a uma pequena caminhada do bairro de Whitechapel, local apinhado de marinheiros mercantes atraídos pelos vários prostíbulos. Essa proximidade teria permitido que o assassino retornasse ao seu barco sem ser notado.

A teoria também se alinha com outros fatos. Embora alguns acreditem que o assassino fosse um morador de Whitechapel, se fosse esse o caso, os moradores locais não o teriam entregado à polícia? Especialmente, após uma recompensa ter sido oferecida.

Após algumas investigações, Marriott encontrou documentos que mostraram que a Nord Deutsche Line, uma companhia de navios mercantes, tinha um navio atracado em Londres na época.

Quando Marriott passou a investigar os marinheiros a bordo do navio, ele se deparou com o criminoso condenado Feigenbaum.

Após ter visto seu cliente morrer na cadeira elétrica, o advogado de Feigenbaum, William Lawton, disse à imprensa que acreditava que Feigenbaum fosse o assassino estripador de Londres.

De acordo com o advogado, Feigenbaum havia confessado que sofria de uma doença que periodicamente o levava a assassinar e mutilar mulheres.

Que doença era essa que o fazia cometer atos tão brutais? Atualmente, um psiquiatra poderia descrevê-la como um surto psicótico.

Felizmente, poucas pessoas com tendências psicóticas se tornam assassinos em série, mas aqueles que o fazem, adquirem uma má reputação incapaz de ser equiparada por qualquer crime.

Na época, todos acreditavam que as cinco vítimas haviam sido mortas pelo mesmo homem.

Mas ao revisar as provas, Marriott percebeu que Elizabeth Stride pode ter morrido nas mãos de outro assassino, já que tudo que diz respeito a sua morte é diferente dos demais crimes.

''Primeiramente, há o local em que o crime ocorreu e a faca usada para cortar a garganta da vítima, que era muito menor do que as que foram usadas em outras vítimas, eis o motivo pelo qual o corte em sua garganta foi bem menor e pelo qual ela não tinha outras mutilações'', disse Marriott.

''O local era diferente de todos os outros. O assassinato ocorreu ao lado de um clube de trabalhadores que estava cheio de homens na ocasião.''

E agora pairam também dúvidas a repeito da morte de outra das supostas vítimas do estripador, Mary Kelly.

''Novos documentos que vieram à tona sugerem que não se tratava de Mary Kelly, mas sim de uma outra pessoa. Se for este realmente o caso, pode haver uma motivação e possíveis suspeitos em relação a seu assassino.''

Como antropóloga forense, me debruçar sobre o mais célebre crime não solucionado é um privilégio. Em princípio, julguei que Carl Feigenbaum era o assassino em série. Ele pode te sido o autor de um dos crimes ou talvez de todos.

Nós revisitamos este caso antigo, mas ele certamente ainda não está solucionado. Este conto sombrio ainda mantém muitos outros segredos que precisam ser esclarecidos antes que possamos dizer, com certeza, o nome do homem a quem chamamos de Jack, o Estripador.



Fonte: BBC

Ossuário recuperado de saqueadores dá novas pistas sobre vida de Caifás

Vale do Elá


Os ladrões de tumbas que saquearam um túmulo antigo no Vale do Elá, a poucos quilômetros de Jerusalém, não sabiam o quão precioso seria o fruto do saque.

Ao invés de ouro ou pedras preciosas, os gatunos descobriram no local - onde, segundo a Bíblia, Davi e Golias se enfrentaram - uma caixa de pedra calcária com desenhos e inscrições misteriosas.

Mal sabiam que se tratava de um ossuário (arca funerária) de 2 mil anos de idade que pode dar dicas sobre a vida de um dos principais personagens do Novo Testamento: o sacerdote Yossef Bar Kaiafa (em português “José filho de Caifás”, ou apenas Caifás) que, segundo os evangelhos, selou o destino de Jesus Cristo ao entregá-lo a Pôncio Pilatos.

O ossuário não é de Caifás, que presidiu o Sinédrio, o mais alto conselho de sacerdotes judeus na época da ocupação romana da Judéia (o que seria do sumo sacerdote foi encontrado há 1990 e está em exposição no Museu Rosckefeller, em Jerusalém).

Mas sim de sua neta, Miriam. Como os ladrões destruíram evidências, coube a dois especialistas - procurados pela polícia israelense em 2008, depois de confiscar o artefato dos larápios - descobrir se a relíquia é legítima.

Depois de meses de averiguação detalhada e com ajuda de equipamentos modernos, os arqueólogos Yuval Goren, da Universidade de Tel Aviv, e Boaz Zissu, da Universidade Bar-Ilan, concluíram que tanto o ossuário quanto os desenhos e as inscrições que o enfeitam são autênticos do primeiro século da Era Comum.

Eles usaram um microscópio eletrônico de varredura ambiental e um espectrômetro de energia dispersiva (ESEM/EDS) para avaliar a patina que cobre a caixa de pedra. As conclusões foram publicadas na edição mais recente do "Israel Exploration Journal".

-- Nosso objetivo foi verificar se a pedra e as inscrições apresentam sinais de deterioração consistentes com a idade alegada, como corrosão por água e acúmulo de silício. Isso é impossível de falsificar - explicou o arqueólogo Yuval Goren.



A inscrição em aramaico e os desenhos do ossuário (duas grandes rosetas) dão pistas da importância da família da morta e de onde ela veio.

Na pedra, está escrito: “Miriam filha de Yeshua filho de Caifás, sacerdote de Maaziah de Beit Imri”. Sabe-se que Caifás tinha um filho chamado Yeshua (nome que, por coincidência, também pode ser traduzido como Jesus). Ele, ao que tudo indica, teve uma filha de nome Miriam.

A palavra “Maaziah” se refere à última das 24 castas de sacerdotes que serviram dentro do Segundo Templo judaico, destruído pelos romanos em 70 D.C.. Já “Beit Imri” se refere ao sobrenome de casada de Miriam ou à vila de onde a família de Caifás originou, ao Sul de Hebron.

A inscrição pode comprovar a existência da famosa família de sacerdotes e, particularmente, da figura bíblica de Caifás. Mas, para Goren, não é prova do relato do Novo Testamento quanto à crucificação de Jesus Cristo.

-- É claro que se trata de uma descoberta importante, mas não comprova os evangelhos. A arqueologia não pode servir para provar acontecimentos religiosos - diz Goren.

A falsificação de artefatos bíblicos é quase uma indústria, que arrecada milhões de dólares de colecionadores ou curiosos ingênuos.

Um dos casos mais famosos é do ossuário com a inscrição “Tiago filho de José irmão de Jesus”, centro de uma polêmica internacional.

Depois de ser exposta em museus de todo o mundo e festejada como a peça mais próxima de Jesus jamais encontrada, testes laboratoriais feitos pela Autoridade Arqueológica de Israel indicaram que parte da inscrição era falsa.

Só a primeira parte da frase “Tiago filho de José” é autêntica. Os falsários acrescentaram a segunda parte (“irmão de Jesus”) para elevar o preço do artefato.


Fonte: Extra Online

Criança é atacada por puma em parque no Canadá


Uma criança de 18 meses se recuperava num hospital de Vancouver na terça-feira depois de ser atacada por um puma num parque nacional da Costa Oeste do Canadá, afirmou uma porta-voz do parque.

Membros da família conseguiram assustar o grande gato, que atacou a criança na noite de segunda-feira enquanto a família caminhava em direção ao carro numa área de piquenique, no Pacific Rim National Park Reserve, em Vancouver.

"A família fez tudo certo. Fez contato visual com o puma e muito barulho", disse a porta-voz Arlene Armstrong, que não revelou o sexo da criança, nem a extensão dos ferimentos dela.

Os grandes gatos selvagens são nativos da região costeira e reservados por natureza. Raramente atacam seres humanos e houve apenas alguns ataques fatais de pumas na província de Columbia Britânica nos últimos 100 anos.

Guardas florestais do parque tentavam rastrear o puma, que será morto quando confirmado que se trata do animal envolvido no incidente, disse Arlene.

Mais cedo neste mês, o Pacific Rim advertiu em sua página na Internet sobre o aumento da atividade de lobos e pumas em algumas regiões do parque, que fica ao longo da costa do Pacífico. A área onde a criança foi atacada permanece fechada ao público.


Fonte: UOL

Conheça as principais sociedades secretas do mundo

Sociedade secreta é uma entidade que reúne um grupo de pessoas com o mesmo propósito: partilhar segredos amplos a um tema específico, que não são revelados a todos.

Saiba mais a seguir sobre as 10 sociedades secretas mais famosas do mundo, como a Ordem Rosacruz, a Ordem dos Templários, a Illuminati e a Maçonaria.



Sociedade Teosófica




A Sociedade Teosófica foi fundada em Nova York, Estados Unidos, em 17 de novembro de 1875, pela escritora, filósofa e teóloga russa Helena Petrovna Blavatsky e pelo coronel Steel Olcott, um escritor, advogado e jornalista americano.

Essa sociedade foi criada a partir dos “encontros” entre Helena e os mestres de sabedoria Morya e Kuthumi, que deram a ela a missão de trazer o conhecimento oculto para o ocidente.

Com mais de um século de existência, a Sociedade Teosófica se espalhou por 60 países em vários continentes.

O lema é “não há religião superior à verdade”, que foi traduzido do sânscrito “Satyan nasti para Dharmah”.

Essa sociedade, como a maioria delas, se estruturou sobre o princípio humanitário da Fraternidade Universal.

Encontra-se nos escritos de sua fundação a afirmação de que “a humanidade que é a grande órfã, a única deserdada sobre a Terra, e é dever de todo homem capaz de um impulso altruísta fazer algo, por menos que seja, pelo seu bem estar. Portanto, o objetivo da Sociedade Teosófica é: formar um núcleo da Fraternidade Universal da Humanidade, sem distinção de raça, credo, sexo, casta ou cor.”


Ordem Rosacruz



A Ordem Rosacruz tem função parecida com a Sociedade Teosófica e partilha de princípios muito parecidos, relacionados à Ordem Universal.

Acredita-se que sua origem venha das antigas escolas místicas do Egito, por volta de 3361 a.C. A fraternidade foi revelada a público no século XVII e hoje é conhecida de muitos na tradição esotérica ocidental.

Esta sociedade sempre foi fechada, mas há alguns anos isso mudou pela necessidade de ensinamentos espirituais e a vontade do conhecimento que começa a ser despertada em alguns.

Sua origem provavelmente se deu com a publicação dos três seguintes manifestos lançados na Europa.

São eles Fama Fraternitatis, de 1614; Confessio Fraternitatis, de 1615; e Núpcias Químicas de Christian Rozenkreuz, de 1916.

Também é dita como o “Colégio dos Invisíveis”, fundada por Adeptos, seres de lua do mundo espiritual, que passaram a orientar os homens.

A facção mais conhecida da Ordem Rosacruz é a AMORC (Antiga e Mística Ordem Rosae Crucis), fundada por Harvey Spencer Lewis em 1915, cujo objetivo é orientar e prestar auxílio à evolução espiritual do homem.


Ordem dos Templários



Também conhecida como A Ordem dos Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, foi uma ordem de cavalaria militar bastante conhecida e existiu por aproximadamente dois séculos na Idade Média, fundada em 1096, na primeira Cruzada.

Seus membros faziam voto de pobreza e castidade com o propósito de tornarem-se monges. O sucesso dos Templários esteve vinculado ao das Cruzadas.

Sua missão era proteger os peregrinos católicos que viajavam à Terra Santa, no trajeto Jerusalém/Europa.

A Ordem tinha uma forma peculiar de atuar: o peregrino podia deixar uma soma de dinheiro na Europa e tirá-la em outro lugar; mas cobravam uma taxa por isso.

O controle desta ação era da igreja. Uma lenda conta que os Templários cultuavam a cabeça embalsamada de São João Batista, encontrada no Templo de Salomão.


Ordem Kabbalística da Rosa-Cruz



A Ordem Kabbalística da Rosa-Cruz (OKRC) é uma tradição hermética fundada em Paris, em 1888, e seu primeiro grande mestre foi Stanislas de Guaita.

Esta ordem é uma das poucas que preservou seus rituais e práticas em segredo até os nossos tempos.

Até os dias de hoje a estrutura tradicional de todo fundamento não foi mudada. Por isso, sobrevive sem corrupção.

É uma ordem que traz em si aspectos da filosofia do martinismo, da kaballa e do hermetismo. A OKRC não é somente uma escola filosófica.

Seu objetivo é ensinar e iniciar pessoas que possuem o desejo autêntico de progredir espiritualmente.


Ordem Martinista



Esta é uma Ordem Iniciática, cujo objetivo é perpetuar o esoterismo judaico-cristão. A Ordem Martinista estuda, acima de tudo, a história do ser humano desde sua primeira emanação até sua condição atual, assim como as relações dele com Deus e com a natureza.

Seu lema principal é “só nós podemos ler no próprio Deus e nos compreender em seu próprio esplendor.”

O Martinismo, fundado no século XVIII por Louis Claude de Saint Martin, é uma escola de pensamento místico-filosófico baseada nos escritos de Martinez de Pasqually e de Louis Claude de Saint Martin, relacionado ao cristianismo esotérico e a mística judaica.


Hermetismo ( Hermes Trimegisto)


Os escritos mais conhecidos atribuídos a Hermes são: A Tabua das Esmeraldas e Corpus Hermeticum.

Essas crenças têm tido influência na sabedoria oculta da Europa desde a Renascença. A magia hermética passou por um processo de Renascimento no século XIX na Europa Ocidental, onde era conhecida também como Ordem Hermética do Amanhecer Dourado.

Essa filosofia se baseia em estudos sobre a realidade do mundo, do Universo, de Deus e do Todo em busca da verdade suprema.

Foi reavivada por figuras como o teólogo, filósofo, escritor e frade dominicano italiano Giordano Bruno e o filosofo italiano Marsílio Ficino, representante do Humanismo florentino.

O Hermetismo está também associado à alquimia e à astrologia e se baseia em leis relacionadas ao funcionamento do Universo.



IIluminati


Adam Weishaupt


Conhecido como os Illuminati da Baviera, essa sociedade secreta foi fundada na Era do Iluminismo, no qual se inspirava, em 1º de maio de 1776.

Existe uma teoria, ou uma crença, que essa sociedade ainda existe e controla os assuntos mundiais secretamente, como uma versão moderna ou uma continuidade dos Illuminati bávaros.

Muitas pessoas acreditam que eles são o cérebro que está por trás dos acontecimentos que levarão ao estabelecimento da Nova Ordem Mundial.

Essa ordem, contra a igreja e a monarquia, foi fundada pelo maçom Adam Weishaupt, na Bavária. Seu objetivo era acabar definitivamente com as crendices religiosas e estabelecer o verdadeiro conhecimento.

Tinha como objetivo unir a Europa e criar um Governo Planetário. Mas a Alemanha não gostou da ideia de perder o Estado Germânico e acabaram por destruir a irmandade.

Segundo alguns entendidos, ela continua atuante e teria mesmo um braço norte americano, a chamada Skull and Bones.



Skull and Bones




A sociedade estudantil americana, cuja tradução literal é crânio e ossos, foi fundada em 1832 e introduzida na Universidade de Yale, em New Haven, Connecticut (EUA), por William Huntington Russel e Alphonso Taft.

Há um mistério que cerca a Skull and Bones: há quem diga que os “homens de ossos”, como são conhecidos seus membros, fazem parte de um grupo que está por trás dos acontecimentos históricos de maior importância do século, como o lançamento da bomba atômica de Hiroshima.

Mas também há quem diga que a Skull and Bones não passa de uma agremiação americana estudantil sem nenhum propósito mais profundo ou importante.

Seus membros mais importantes são George W Bush, pai e filho, e o democrata John Kerry.

Comenta-se também que seus membros se ajudam para que possam alcançar posições de poder na sociedade.

A cada ano apenas 15 membros são eleitos para fazerem parte dessa sociedade, que conta hoje com apenas 800 membros.


Priorado de Sião



O Priorado de Sião seria uma sociedade secreta fundada em Jerusalém no ano de 1099 que jura proteção a um segredo do Santo Graal, entendido como uma hipotética descendência de Jesus Cristo, originada da formação de uma família constituída com Maria Madalena.

No ano de 1300, essa ordem teria passado para a clandestinidade com o objetivo de evitar o mesmo fim dos Templários.

Teria passado a se chamar Ordem Rosa Cruz Veritas, que não tem relação com nenhuma outra ordem do mesmo nome.

Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln, autores de O Santo Graal e a Linhagem Sagrada, dizem ter encontrado provas da existência do Priorado.

Foram encontrados dossiês secretos, descobertos em 1956, com informações sobre o Priorado e seus grandes mestres.

Segundo o documento, seriam membros do Priorado: Leonardo da Vinci, Isaac Newton, Victor Hugo, Claude Debussy e Jean Cocteau. Ninguém sabe ao certo a verdade sobre esses documentos e sobre a existência dessa sociedade.


Maçonaria



A Maçonaria é uma sociedade discreta e secreta, de caráter universal, com propósitos humanitários de liberdade, igualdade e fraternidade e aperfeiçoamento intelectual e do conhecimento, portanto, uma sociedade iniciática e filosófica.

É a sociedade secreta mais conhecida do mundo e segundo a lenda teria suas raízes no Antigo Egito.

Ela teria surgido nos ritos iniciáticos praticados na Pirâmide de Quéops e, através da tradição oral, foi passada de geração a geração. É a partir da construção do Templo de Salomão que começa de verdade a história da Maçonaria.




Fonte:
Terra

Artista sonâmbulo só consegue desenhar enquanto dorme

Hadwin não se lembra de nada do que desenhou de madrugada


O artista Lee Hadwin tem um talento único: ele só consegue desenhar enquanto está dormindo. Diagnosticado com sonambulismo, ele conta que não se lembra de absolutamente nada do que produz de madrugada.






Hadwin conta ainda que ele nunca teve um interesse muito grande por artes. Ele começou a desenhar enquanto dormia ainda criança, quando tinha apenas 4 anos de idade.

Questionado sobre o que pretende fazer com seus desenhos, ele conta que há muitas galerias de arte interessadas e que costuma vender alguns trabalhos para arrecadar dinheiro para a caridade.


Fonte: BBC

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Empresa russa quer criar 'hotel espacial' até 2016




A empresa russa Orbital Technologies revelou planos para criar o que chama de "hotel espacial" para hospedar turistas na órbita da Terra.

O objetivo é até 2016 construir, lançar e operar a Commercial Space Station (CSS, na sigla em inglês), uma estação para acomodar turistas espaciais.

Estimativas iniciais calculam que o preço de uma estada de cinco dias seria por volta de R$ 260 mil. Até hoje, cerca de 500 pessoas foram mandadas ao espaço. Com exceção de alguns poucos milionários, todos foram astronautas ou cosmonautas treinados.


Camas verticais


A CSS deve orbitar a 330 km de altura e ser acessível por meio de foguetes russos Soyuz. A estação terá espaço para sete convidados em quatro cabines em seus quase 20 metros cúbicos.

Os hóspedes vão poder escolher entre camas verticais ou horizontais, para fazer uso da falta de gravidade. Os chuveiros vão ser totalmente vedados para evitar o vazamento de água.

Eles vão poder apreciar a vista através das amplas janelas. As refeições na CSS devem ser preparadas de acordo com o gosto dos clientes, por chefs famosos.

A Orbital Technologies é uma afiliada da RSC Energia, a principal empresa contratada para operar a Estação Espacial Internacional e a operadora de todas as estações espaciais soviéticas e russas.


Fonte: Terra

Gene mutante é causa de doença que deixa pessoas sem digitais

Estudo descobriu mutação em gene que causa a adermatoglífia

Pesquisadores estudaram família suíça na qual metade dos integrantes não tem digitais.

As digitais são usadas como marcadores de identidade. Não existem duas iguais. Porém, existem pessoas com uma condição rara chamada adermatoglífia, que não possuem digitais.

Agora, o Dr. Eli Sprecher, geneticista e dermatologista do Centro Médico Sourasky de Tel Aviv, Israel, e seus colegas, identificaram a mutação genética que causa a doença. O estudo foi publicado em 'The American Journal of Human Genetics’.

A equipe de Sprecher estudou uma família suíça na qual metade dos membros tem adermatoglífia e nasceram sem digitais.

As palmas, dedos das mãos, dos pés e as solas de uma pessoa afetada são lisos, desprovidos dos sulcos sutis presentes nas outras pessoas.

Quando a digital é tirada, “em vez de um belo padrão regular de círculos concêntricos, vê-se uma mancha”, disse Sprecher.

Os indivíduos afetados também têm menos glândulas sudoríparas nas mãos e pés. Os pesquisadores descobriram que os membros afetados da família tinham uma mutação no gene Smarcad1.

Especificamente, eles apresentavam uma mutação numa versão do gene que se expressa unicamente na pele.

Os humanos têm uma versão mais longa, ou isoforma, do Smarcad1, que se manifesta no resto do corpo, mas esta versão do gene parece não ser afetada por quem tem o problema.

A família suíça do estudo foi identificada quando um de seus membros teve problemas com funcionários da imigração americana ao tentar visitar o país, explicou Sprecher.

“Todos nós temos um grande fascínio por digitais, que entalham uma identidade natural em todos nós, embora ninguém tivesse a menor ideia de qual proteína provocasse isso. Esta é a primeira identificação de um elemento vital para a formação das digitais.”


Fonte: IG

EUA: excursionista morre atacado por urso no parque Yellowstone


Um excursionista de 59 anos morreu atacado por um urso no parque nacional Yellowstone, noroeste dos Estados Unidos, confirmaram guardas florestais na segunda-feira.

O corpo de John Wallace, que viajava sozinho e tinha montado seu acampamento no parque de 9.000 quilômetros quadrados no Wyoming (noroeste), na quarta-feira passada, foi encontrado por outros excursionistas na sexta-feira, informaram as autoridades de Yellowstone em um comunicado.

Os guardas florestais notaram na sexta-feira sinais de atividade de um urso pardo no acampamento e "os resultados de uma autópsia feita no domingo à tarde concluíram que Wallace morreu por causa dos ferimentos traumáticos provocados pelo ataque de um urso".

No começo de julho, um homem de 57 anos que acampava com a esposa também morreu atacado por um urso em Yellowstone.

No entanto, segundo informações do próprio parque à AFP, este tipo de ataque é muito raro e a última vítima fatal, anterior às duas deste ano, remontava a 1986.

O parque nacional, que recebeu 3,6 milhões de visitantes no ano passado, tem uma população de 500 a 650 ursos negros e de 280 a 610 de ursos pardos, além de outros mamíferos como coiotes, lobos cinzentos, raposas, linces e pumas.

O parque recomenda aos visitantes que, em caso de ocorrer um encontro próximo com um urso, não corram e não tentem subir em uma árvore, mas deitem lentamente de bruços e permaneçam sem se mover e em silêncio, com as mãos na nuca.




Fonte:
UOL

Pescador encontra sapo de 20 kg na Malásia


Um cidadão chinês encontrou um sapo gigante, pesando cerca de 20Kg, em seu quintal, peso normal de uma criança de 7 ou 8 anos.

Segundo o autor da descoberta, o anfíbio foi encontrado em uma área montanhosa, na beira de um rio.

Segundo ele, sapo foi capturado por um amigo nos arredores da cidade de Gemenchech, no Estado maláio de Negeri Sembilan.

O autor da foto, feita com um celular, disse que seu amigo ofereceu uma quantia considerável pelo anfíbio. Porém, quando foi buscar o sapo, descobriu que seu amigo tinha matado e comido o estranho ser.


Fonte:
O Dia Online

Estudo vincula peste negra da Idade Média a doença atual


Uma versão muito menos perigosa da bactéria que provocou a peste negra, a devastadora pandemia que matou um terço da população da Europa no século XIV, ainda existe atualmente, segundo estudo publicado esta terça-feira.

Exames de DNA das ossadas de vítimas da terrível doença, encontradas em uma fossa comum de um cemitério medieval de Londres, revelaram parte do mesmo sequenciamento genético da peste bubônica moderna, apesar de seus atributos diferentes.

"Pelo menos esta parte da informação genética variou muito pouco nos últimos 600 anos", afirmou Johannes Krause, um dos autores do estudo, publicado nas Atas da Academia Nacional de Ciência (PNAS) dos Estados Unidos.

"Sem sombra de dúvida, o agente patogênico conhecido hoje como 'Yersinia pestis' também foi a causa da peste (negra) na Idade Média", acrescentou.

A peste negra matou um terço da população europeia em apenas cinco anos, de 1348 a 1353, mas os surtos modernos têm sido muito menos mortais.

Um surto em Mumbai, Índia, em 1904, por exemplo, matou 3% da população, apesar de ter ocorrido antes da descoberta dos antibióticos.

Para o estudo, realizado pelo Instituto de Arqueologia Científica da Universidade de Tubingen, na Alemanha, e pela Universidade McMaster, no Canadá, os cientistas extraíram o DNA de 109 esqueletos de uma fossa comum, no cemitério de East Smithfield, em Londres.

Ao comparar o DNA com o de dez esqueletos escavados de um sítio anterior à peste negra, os cientistas puderam demonstrar que não havia sido contaminado por material moderno genético ou bactérias do solo.

Os autores sustentam que a versão da bactéria que causou a peste medieval provavelmente tenha sido extinta, mas sugerem que novas pesquisas poderiam revelar como pôde ter evoluído até se transformar em uma cepa menos virulenta.

A peste negra, que afeta tanto animais quanto humanos, é causada pela bactéria 'Yersinia pestis', que os roedores transmitem aos humanos através de pulgas infectadas.



Fonte: UOL

EUA reconhecem morte de 83 guatemaltecos em estudo sobre sífilis

Sífilis pode causar cegueira, distúrbios mentais e até a morte, caso o paciente não seja tratado


O governo dos Estados Unidos reconheceu nesta segunda-feira a morte de 83 cidadãos da Guatemala, infectados nos anos 1940 com doenças sexualmente transmissíveis (DST), como sífilis e gonorreia, durante experimentos médicos.

Uma comissão de inquérito, formada a pedido do presidente americano, Barack Obama, concluiu que cerca de 1.300 pessoas foram expostas às doenças.

Ao todo, 5.500 pessoas participaram dos estudos, sem saber dos riscos que corriam, segundo declarações de um dos investigadores, Stephen Hauser.

Entre os infectados, apenas 700 receberam tratamento médico. Ao fim, 83 morreram.

A sífilis pode causar cegueira, distúrbios mentais e até a morte, caso os doentes não recebam o devido tratamento.

Menos nociva e mais fácil de curar que a sífilis, a gonorreia pode se espalhar pelo organismo e até causar infertilidade nos homens.

A comissão reconheceu que os cientistas americanos infectaram prisioneiros, pacientes psiquiátricos e órfãos guatemaltecos em estudos que testavam a abrangência do uso da penicilina.

A presidente da comissão, Amy Gutmann, classificou o estudo como “um pedaço vergonhoso da história médica”. Um relatório deve ser publicado em setembro com as conclusões finais sobre o caso.

Obama fez um pedido de desculpas por telefone ao presidente da Guatemala, Álvaro Colom, dizendo que os estudos contrariam os valores americanos.

No início deste ano, vários cidadãos guatemaltecos infectados à época e familiares das vítimas anunciaram que estavam abrindo um processo contra o governo americano.


Pesquisa


A história dos experimentos americanos na Guatemala veio à tona no ano passado, fruto de uma pesquisa histórica da professora Susan Reverby, do Wellesley College, de Massachusetts.

Segundo a acadêmica, o governo guatemalteco da época deu permissão aos estudos, que ocorreram entre 1946 e 1948.

Os cientistas usaram prostitutas portadoras da sífilis e fizeram inoculações nos pacientes para determinar se a penicilina também poderia evitar a doença, e não apenas curá-la.

Na ocasião, o presidente Colom classificou os estudos como “crime contra a humanidade” por parte dos Estados Unidos.


Fonte: BBC

Antigos egípcios já usavam gel para cabelo, diz estudo



Se você considera a vaidade uma praga, talvez o Egito tenha algo a ver com isso. É que, segundo estudo divulgado recentemente no periódico "Journal of Archaeological Science", e relatado no site LiveScience, os antigos egípcios se preocupavam com seus cabelos já no ano 300 a.C.

Como naquele período a indústria de cosméticos ainda não havia criado os vendedores que iam de porta em porta, o jeito era improvisar.



Os cabelos eram preservados sedosos para o além-vida com uma espécie de gel à base de gordura, de acordo com os pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido.

"A aparência pessoal era tão importante para os antigos egípcios que, em alguns casos, o processo de embalsamamento foi adaptado para preservar o estilo de cabelo", afirma o relatório.

Para a pesquisa, foram analisados microscopicamente os cabelos de 18 múmias, sendo 15 de um cemitério deserto e três de procedência desconhecida, emprestadas de museus.

Em nove das múmias, os estudiosos identificaram algum tipo de substância que protegia o cabelo. Análises subsequentes revelaram tratar-se de ácidos graxos de vegetais e de origem animal.


Fonte: UOL

Onça fujona é solta no habitat natural e terá monitoramento inédito em MS

Onça foi solta no início da manhã de terça-feira (30) (Foto: Edemir Rodrigues / Secon)

Animal foi equipado com rádio colar com monitoramento via satélite e GPS. Será a primeira onça pintada com essa tecnologia no Brasil.

A onça pintada que escapou das jaulas e foi capturada duas vezes no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras) em Campo Grande foi solta em seu habitat natural no início da manhã desta terça-feira (30).

O felino recebeu um rádio colar equipado com GPS e rastreamento via satélite e, de acordo com técnicos da equipe que coordenou a soltura, será o primeiro animal da espécie monitorado com essa tecnologia.

O diretor do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) Roberto Gonçalves não divulgou o local onde o animal foi libertado.

Segundo ele, estudos genéticos feitos previamente no felino mostraram o local adequado para a soltura.

De acordo com o analista ambiental do Centro Nacional de Conservação de Mamíferos Carnívoros, Peter Crawshaw, que junto com o Imasul deverá monitorar o bicho, explica que a onça é natural de regiões de cerrado e conhecer o habitat dela é fundamental para o sucesso da operação. “O importante é que ela consiga se inteirar na população local de onças”, explica.

Segundo ele, o colar capta a movimentação da onça e encaminha as informações por e-mail para os responsáveis.

Não existem onças monitoradas em conjunto por GPS e satélite. “Isso não tira a necessidade de fazer um monitoramento no local onde ela está”, explica Crawshaw.


Técnicos acompanharam operação de soltura (Foto: Edemir Rodrigues / Secon)


A pintada deve estar se aproximando dos dois anos de vida, segundo o analista, e deve estar pronta para procriar em breve. Isso será um dos sinais que a soltura obteve sucesso.

“Esse é um experimento para saber se essa técnica de introdução pode ser empregada e como”, afirma Crawshaw.

De acordo com o analista, o ideal era que a onça tivesse aprendido a sobreviver sozinha durante o crescimento, o que não ocorreu devido ao cativeiro.

Contudo, as fugas mostraram que ela era capaz de sobreviver ao ambiente. “Ela sobreviveu e ganhou peso”, explica.

Segundo Crawshaw, em três ou quatro meses será possível obter dados e informações para saber houve a readaptação e reprodução do felino.



Fonte:
G1

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Suposto disco voador é filmado na Sibéria; dois dias antes foram vistas luzes no céu



Um vídeo gravado na remota região de Irkutsk (Sibéria, Rússia) mostra o que seria um disco voador pousado. Além disso, apareceriam nas imagens cinco alienígenas ao lado da nave.

O vídeo foi revelado dois dias após estranhas luzes no céu de Bayanday, também em Irkutsk, chamarem atenção dos moradores.


Fonte: Paraíba.com/Daily Mail

Eu acho que já vivi isso antes! A ciência por trás do déjà vu


Déjà vu é matéria de discussão, filmes, livros, mistérios. Mas o que é exatamente déjà vu? “É o sentimento que você já fez exatamente a mesma coisa antes – já esteve naquele lugar ou já realizou aquela atividade em particular – quando você sabe que não fez”, explica a especialista no assunto, Anne M. Cleary.

Segundo Cleary, nem todo mundo experimenta a sensação, mas a maioria das pessoas sim.

Talvez seja um curto-circuito no cérebro. Ou uma memória distante que escorregou para o presente. Ou as duas coisas e algo mais.

Seja qual for o caso, o déjà vu não é apenas um sentimento estranho e irrelevante na vida: a melhor compreensão do fenômeno quase certamente levará a uma melhor compreensão de como nosso cérebro funciona.

Akira O’Connor, que estuda déjà vu na Universidade de St. Andrews, na Escócia, afirma que os jovens, da adolescência a meados dos 20 anos, experimentam mais déjà vu.

Pessoas cansadas também têm a sensação com mais frequência, como aqueles que viajam muito. Mesmo com muitos mais anos armazenados em seus bancos de memória, as pessoas mais velhas não são tão propensas a déjà vu.

Quando a maioria de nós sente um déjà vu, achamos um pouco esquisito ou mesmo significativo – quem nunca pensou que poderia ser uma lembrança de uma vida passada?

A maioria simplesmente continua com seu dia. Outros não são tão sortudos: algumas pessoas sofrem de déjà vecu, uma sensação de já ter vivido antes.

“Parece louco, até divertido, mas na realidade é extremamente inquietante e muda drasticamente o comportamento das pessoas”, conta O’Connor.

“As pessoas acham que experimentam a sensação mais fortemente com novas experiências. Como eles acham essa situação inquietante, tendem a evitar a novidade, com a triste consequência de que podem retirar-se do mundo para um pequeno universo de familiaridade, assistindo reprises de filmes e programas de TV o tempo todo porque isso lhes traz menos angústia”, explica.

Não há nenhum tratamento para pessoas com essa condição, que é muitas vezes relacionada com problemas de memória e envelhecimento.

Mas como pode ter um tratamento se não há nem uma compreensão clara do que causa o déjà vu e sentimentos relacionados a ele?

Cleary afirma que algumas possíveis causas da sensação estranha incluem erros na forma como o cérebro processa o mundo que nos rodeia ou breves disfunções neurológicas, como uma atividade cerebral espontânea que desencadeia um sentimento inadequado de familiaridade, ou uma pequena convulsão. Também, múltiplas causas podem trabalhar juntas.

Por enquanto, os pesquisadores estão encontrando novas maneiras de analisar o déjà vu. Cleary está usando realidade virtual para ver se pode acionar o sentimento nas pessoas e descobrir exatamente o que em uma “cena” faz o déjà vu acontecer. Já se sabe que visão não é necessária, pois pessoas cegas têm déjà vu também.

“Os pesquisadores precisam descobrir o que causa a desconexão entre o sentimento de que algo é familiar, e saber que esse algo não pode ser familiar”, diz O’Connor.

“Quero entender quais partes do cérebro estão associadas com o sentimento de familiaridade e quais partes estão associadas com o saber que algo deve ou não deve evocar memórias”, conta.


Fonte: Hypescience

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