Pelos nas asas dos animais agem como 'sondas Pitot'. Descoberta pode ajudar a desenvolver aviões melhores.
De acordo com a líder do estudo, a neurocientista Susanne Sterbing-D’Angelo, da Universidade de Maryland, esses pêlos agem como “sondas Pitot”, que em aeronaves tiram informações do fluxo de ar no exterior do avião para orientar os pilotos.
Da mesma maneira, essas estruturas tiram informações do ar, como velocidade e orientação, que são processadas no cérebro dos animais.
A equipe de Sterbing-D’Angelo primeiro analisou a atividade cerebral de morcegos quando esses pelos eram estimulados por fluxos de ar.
Depois, para testar, treinaram os animais para voar por uma sala com obstáculos. Por último, rasparam os pelos para ver como eles se comportavam.
Sem as estruturas, os animais apresentaram dificuldade de voo: eles não desviavam com a mesma eficiência nem voavam tão rápido.
Fonte: G1
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