sábado, 28 de fevereiro de 2015

Misteriosas “cornetas voadoras” sobrevoaram Teresina em 1943

NOTÍCIA DO JORNAL TERESINENSE GAZETA, 19 DE JUNHO DE 1943



Drones buscam vestígios de civilizações antigas na Amazônia



Cientistas britânicos vão usar um drone para fazer varreduras na Amazônia brasileira e procurar vestígios de civilizações antigas.


O avião não-tripulado que será enviado para a região é equipado com um laser que analisa e procura por áreas onde podem ter existido construções há milhares de anos.


O objetivo do projeto é determinar qual era o tamanho destas comunidades milenares e até que ponto elas alteraram a paisagem local.


Os pesquisadores anunciaram a iniciativa durante a reunião anual da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS, na sigla em inglês), na cidade de San Jose, na Califórnia.


O projeto, uma parceria entre agências e instituições do Brasil e Europa, já conseguiu uma verba de US$ 1,9 milhão (cerca de R$ 5,3 milhões) do Conselho Europeu de Pesquisa.


Dependendo dos dados obtidos, eles também podem ser usados para a elaboração de políticas de uso sustentável da floresta.


Mas a questão mais importante é tentar compreender a escala e as atividades das populações que viveram na Amazônia no final do período antes da chegada dos europeus à América, ou seja, os últimos 3 mil anos antes de 1490.



Padrões no solo


A equipe internacional vai tentar encontrar na Amazônia os chamados geoglifos, que são desenhos geométricos grandes feitos no chão.


Mais de 450 destes geoglifos, em vários formatos geométricos, foram encontrados em locais onde ocorreu desmatamento.


Mas até hoje ninguém sabe exatamente o que estes círculos, quadrados e linhas representam - há indícios de que fossem centros cerimoniais.


No entanto, o que se sabe é que eles são provas de um comportamento coletivo. "É um debate acalorado agora na arqueologia do Novo Mundo", afirmou Jose Iriarte, da Universidade de Exeter, na Grã-Bretanha.


"Enquanto alguns pesquisadores acreditam que a Amazônia foi habitada por pequenos grupos de caçadores-coletores ou então por pequenos grupos de cultivavam apenas para a subsistência, que tiveram um impacto mínimo no meio ambiente, e que a floresta que vemos hoje foi intocada por milhares de anos, há cada vez mais provas mostrando que este pode não ser o caso."


"Estas provas sugerem que a Amazônia pode ter sido habitada por socieades grandes, numerosas, complestas e hierárquicas que tiveram um grande impacto no meio ambiente; o que nos chamamos de 'hipótese do parque cultural'", disse o cientista à BBC.


Drone e satélite


O projeto de Iriarte prevê o sobrevoo do drone por algumas áreas da floresta que servirão de amostra.
O laser acolpado ao drone vai procurar geoglifos estão escondidos em regiões ainda não desmatadas.


Parte da luz deste laser, chamado de "lidar" ("light-activated radar", ou radar ativado pela luz, em tradução livre) consegue ultrapassar a barreira das folhas das árvores.


Serão feitas várias inspeções e, se a existência dos geoglifos for confirmada, os cientistas vão tentar determinar mudanças específicas que foram deixadas no solo e na vegetação pelos antigos habitantes.


Estas "impressões digitais" poderão ser buscadas por imagens de satélites, possibilitando uma busca em uma área muito maior da Amazônia, maior do que com o pequeno drone.


E, a partir deste projeto será possível avaliar como a Amazônia pode ser gerenciada de forma sustentável. Segundo Iriarte, não é possível especular quais seriam as mudanças futuras aceitáveis na Amazônia se não existir uma compreensão completa de como a floresta foi alterada no passado.


"Queremos ver qual é a pegada humana na floresta e então formar uma política (de uso), pois pode ser o caso de que a biodiversidade que queremos preservar seja o resultado de uma manipulação no passado desta floresta", explicou.




Fonte: Terra

NASA quer mandar submarino para uma das luas de Saturno




Por volta de 2040, a Nasa pretende enviar um submarino para explorar um dos mares de Titã. O astro é uma das 62 luas de Saturno, segundo maior planeta do Sistema Solar (menor apenas que Júpiter).


Um estudo sobre o veículo foi divulgado pela agência espacial americana na internet. Nele, o órgão informa que o submarino está sendo desenvolvido para circular pelo Kraken Mare.


Um dos maiores mares de Titã, o Kraken Mare conta com cerca de mil quilômetros de extensão e é composto de etano e metano. Entretanto, a Nasa ainda terá de superar desafios para tornar o projeto realidade. Um deles envolve o envio de informações a partir de Titã. 


"A transmissão de dados por uma distância de mais de um bilhão de quilômetros requer uma antena grande", explicou a agência no estudo sobre o submarino.


O projeto prevê que uma espaçonave leve o submarino até Titã. A ideia é que o veículo percorra uma distância de cerca de 2 mil quilômetros durante 90 dias no Kraken Mare. Nesse período, o submarino irá realizar experimentos científicos.


"O veículo contará com uma câmera para observar o estado do mar e a paisagem do litoral e fará observações meteorológicas", afirma a Nasa.




Fonte: MSN

Transplante de cabeça pode ser realidade em breve,diz médico

Desenho de transplante de cabeça realizado em um macaco há 40 anos Foto: The Mirror / Reprodução
 
 
Críticos dizem que teoria do italiano Sergio Canavero é “pura fantasia”.
 
 
Parece mais um roteiro de filme de terror, mas pode se tornar realidade – e em breve: o transplante de cabeça humana poderá ser testado já em 2017, segundo defende o médico italiano Sergio Canavero, do Grupo Avançado de Neuromodulação de Turin. As informações são do The Mirror.
 
 
A equipe liderada por Canavero apresentará um projeto em uma conferência médica da Academia de Cirurgias Neurológicas e Ortopédicas (AANOS), que acontecerá em junho nos Estados Unidos.


Segundo acredita o médico italiano, o transplante de cabeça poderá ajudar pessoas com doenças musculares degenerativas e com câncer. Testes básicos começaram a ser realizados em 2013 e agora o médico acredita que os maiores obstáculos tenham sido superados para que aconteça uma bem-sucedida fusão da medula espinal com uma nova cabeça, assegurando o sistema imunológico do corpo não a rejeite.


Basicamente, para o procedimento, a ideia é que o corpo do doador seja mantido congelado para manter as células o máximo possível sem oxigênio. Depois disso, o tecido em volta do pescoço seria dissecado e os grandes vasos sanguíneos seriam ligados utilizando tubos minúsculos. 


Assim, as medulas espinhais seriam limpas, cortadas do destinatário e movidas para o corpo do transplantado. Posteriormente, a pessoa iria ser colocada em coma por cerca de quatro semanas e, somente depois disso, poderia iniciar um processo de adaptação (como aprender a andar de novo, o que poderia levar até um ano).


Os críticos de Canavero dizem que a teoria é “pura fantasia”. Ele defende a ideia após 40 anos desde o primeiro transplante de cabeça feito em um macaco, além de uma operação similar em um rato realizado recentemente com sucesso na China.
 
 
 
 
Fonte: Terra

Conheça os deuses egípcios mais aterrorizantes



A mitologia egípcia é repleta de deuses das mais diversas características. Alguns deles, talvez menos conhecidos, por não serem os protagonistas das histórias mais comumente relatadas, são verdadeiramente assustadores. Segue abaixo uma breve lista das divindades egípcias mais amedrontadoras.



Mafdet: essa deusa, simbolizada por uma mulher com cabeça de gato, representava a justiça e as execuções. Com frequência, era retratada como um gato subindo em um carrasco, já que ela era invocada quando eram feitas as execuções dos inimigos do faraó.


Ammit: “O Devorador dos Mortos” era um demônio com cabeça de crocodilo, com parte superior do corpo de leão e inferior de hipopótamo. Se o coração de um morto pesava mais que as plumas da deusa Maat, símbolo da justiça e da verdade, ele era, então, considerado impuro, e Ammit o comia, transformando o defunto em um espírito vagabundo.


Shezmu: era o deus da execução, do sangue e do vinho: cortava a cabeça dos inimigos e a esmagava junto às uvas, para obter seu elixir. Com esse vinho, recebia os mortos no além.



Babi: representado por um macaco babuíno dotado de um falo enorme, era invocado para pedir fertilidade e uma boa vida sexual, embora de forma cuidadosa, já que ele costumava comer as entranhas das pessoas.



Menhit: deusa-gato, divindade da guerra, com tendência à agressão e ao assassinato. Seu nome pode significar “a degoladora”, “a que sacrifica” ou “a que massacra”.



Am-heh: deus do submundo egípcio, representado por um homem com cabeça de cão, que vivia em um lago de fogo, onde honrava o seu nome: “devorador de milhões”. Somente Atum, pai dos deuses, podia controlá-lo.




Fonte: History

Achados arqueológicos no Rio ajudam a desvendar mistérios do século 16

Largo do Machado, na zona sul do Rio de Janeiro, entre 1893 e 1894. Ao centro, palmeiras do Largo do Machado. No fundo, da direita para a esquerda, o Morro da Urca e o Pão de Açúcar Coleção Juan Gutierrez/Museu Histórico Nacional


Prestes a completar 450 anos, neste domingo (1º),  a cidade do Rio de Janeiro não tem edifícios de seus primórdios ainda de pé. Nenhuma casa do século 16 sobreviveu às mudanças urbanísticas e à especulação imobiliária dos últimos quatro séculos. 


Por esse motivo, descobertas recentes no centro da capital fluminense prometem ajudar a revelar segredos ainda escondidos sobre hábitos e costumes desses primeiros habitantes "cariocas".


Em um terreno de 800 metros quadrados, na esquina da 1º de Março com a Rua do Rosário, no centro, arqueólogos encontraram estruturas remanescentes do final do século 16, sob edificações mais novas. 


Além de cachimbos nativos, louças, cerâmicas e outros materiais de uso cotidiano, arqueólogos encontraram estruturas das estacas que ergueram as casas mais antigas, possivelmente de 1580.


Uma das responsáveis pela pesquisa no local, Jeanne Cordeiro, do Laboratório de Arqueologia Brasileira, explicou que será possível, pelas marcações encontradas, traçar um desenho dessas casas ocupadas a partir de 1580. Naquela época, a 1º de março chamava-se Rua Direita.


"Temos cozinhas, um vaso turco que seria um banheiro precário, quintais fechados, pátios com poço para captação de água. Esse todo nos ajuda a entender esse Rio de Janeiro, o que ele significa e por que nós somos dessa maneira", disse ela, ao lembrar que a maioria das casas daquela época era feita com estuque e coberta com palha e sapê. Poucas tinham telhas. 


"Eram estruturas muito frágeis. Somente no fim do século 16, início do século 17, começam a construir casas em pedra e cal, mais duradouras."


Ali será construído um edifício do Banco Bradesco. Nos últimos dez anos, a lei determina que toda obra de grande porte deve ter uma equipe durante o processo de escavações para estudo de impacto arqueológico. Algumas das estruturas encontradas ficarão expostas no novo edifício. "O poço, por exemplo, será preservado e ficará no hall do banco, será um espaço de memória", informou.


Jeanne explicou que o sítio pesquisado era um lote só, que se estendia da Rua do Rosário até a da Alfândega. A partir do século 17, por volta de 1623, começou a ser dividido em lotes menores até chegar a sete. Era composto por casas térreas e sobrados com três andares.


Os arqueólogos constataram que uma das casas pertenceu ao nobre português Manuel de Brito, dono de terras, que chegou ao Brasil com Estácio de Sá, fundador da cidade. 


Documentos apontam que o atual Mosteiro de São Bento ocupa o terreno que ele doou aos beneditinos.  As pesquisas também revelaram que um nativo chamado Martinho índio morou no local. "Mas esperamos, com mais estudos, compreender que tipo de habitação ele possuía", ressaltou Jeanne.


Para a arqueóloga Angela Buarque, do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), os achados têm grande relevância histórica, sobretudo, devido à falta de documentos e culturas materiais desse período de formação da cidade.


"A partir do século 18, 19, há muito registro, mas sobre o século 16, em particular para essa ocupação, os dados são precários. A maior parte se perdeu. O registro agora, como está sendo feito, pode trazer no futuro dados fundamentais sobre esse período," comentou. 


"Existem informações escassas sobre sítios do século 16, não conheço nem uma única publicação de arqueologia sobre o centro do Rio de Janeiro que abarque o século 16", informou ela.


A arqueóloga lembrou que um incêndio na antiga Câmara dos Vereadores em 1790 destruiu a maior parte do acervo daquela época. "Esses achados [na 1º de Março] acabam suprindo carências desses dados primários, desses documentos que foram destruídos."


Outro aspecto interessante sobre o sítio arqueológico da 1º de Março, segundo ela, é o fato de que no terreno há camadas de diferentes períodos históricos que revelam as diferentes ocupações e as transformações no espaço de viver.


Angela ressaltou que pouco se sabe sobre o episódio em que grupos indígenas Tupi ajudaram os portugueses a expulsar os franceses da região, na segunda metade do século 16. 


O cacique Arariboia, líder de uma dessas tribos, ganhou dos portugueses terras onde hoje se encontra Niterói, cidade na região metropolitana fundada por ele. "Antes, esses grupos viveram na região do centro do Rio. A cultura material tem ajudado a esclarecer esse momento histórico", completou.





Fonte: UOL

Criatura estranha achada em praia é identificada como polvo-véu nos EUA


Casal passeava em praia na Flórida quando se deparou com animal. Inicialmente, Jack LaPenta e sua mulher pensaram que fosse lula gigante.
 
 
Uma criatura estranha foi encontrada na quarta-feira (25) em uma praia de Hollywood, no estado da Flórida (EUA). Inicialmente, pensou-se que fosse uma lula gigante, mas era, na verdade, um polvo-véu (espécie Tremoctopus violaceus).
 
 
O animal foi descoberto por Jack LaPenta, que mora em West Hartford, no Connecticut. Ele se deparou com o polvo-véu enquanto caminhava na praia com sua mulher. A criatura estava enrolada em linhas de pesca.


Segundo o biólogo Charles Messing, professor do centro de oceanografia da Universidade Nova Southeastern (NSU), a espécie vive em mar aberto, mas, às vezes, as correntes marinhas fazem com que eles surjam ao longo da costa.
 
 
 
Fonte: G1

Descobertos dois tipos curiosos de aranha-pavão


Sparklemuffin - Foto: Divulgação/Jürgen Otto
 

Skeletorus - Foto: Divulgação/Jürgen Otto
 
 
Um estudo publicado por Madeline Girard, aluna de graduação da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA), e Jürgen Otto, entomologista de Queensland (Austrália), na revista "Science" trouxe a descoberta de dois tipos de aranha-pavão.


As novas espécies foram batizadas de "Skeletorus" e "Sparklemuffin".


A primeira aranha-pavão foi descoberta no século XIX, mas até recentemente o aracnídeo era bem pouco estudado. As espécies são conhecidas pelas cores brilhantes e por complexos rituais dançantes de acasalamento. Essas aranhas são bem pequenas, medindo entre 3 e 7 milímetros.


"Apesar do grande número de espécies descobertas nos últimos anos, não posso deixar de sentir que podemos ter apenas arranhado a superfície deste emocionante grupo de aranhas. A natureza parece ter sempre uma surpresa no estoque", disse Otto. 
 
 
 
 
 

Americanos flagram "buracos" em nuvens; fenômeno tem explicação científica











Quem olhou para o céu na quinta-feira (26) na região sudeste dos EUA, em Mississippi, Alabama e Louisiana, ficou intrigado com um mistério: nuvens pareciam perfurar o céu.



O fenômeno é conhecido como fallstreak holes, que é uma grande lacuna circular ou elíptica que pode aparecer em nuvens do tipo cirrocumulus e altocumulus, abaixo das quais oscilam trilhas de cristais de gelo.


Estes flagras têm fascinado e preocupado as pessoas ao redor do mundo por décadas, levando à especulação até sobre ETs.


Um estudo de 2011 descobriu que o pouso e a decolagem de aviões através da camada dessas nuvens são a provável causa desses buracos.






Fonte: UOL

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Morte misteriosa de 20 animais levanta suspeita da existência de chupa cabra



20 animais, entre ovelhas e cabras, morreram desde o início do ano em uma cidade do interior da Bahia com perfurações no pescoço e sem vestígios de sangue. A suspeita da existência de um chupa cabra tem assustado os moradores, que mudaram suas rotinas e tem deixado de sair de casa durante a noite.







Fonte: R7

Teria uma câmera de segurança flagrado um fantasma vagando pela Disney?



Ao mesmo tempo em que a Disneylândia é mundialmente famosa entre crianças e adultos como a “Terra da Fantasia”, o que também não faltam são rumores sinistros e lendas urbanas sobre o parque e suas atrações. 


E para alimentar ainda mais o repertório de histórias macabras relacionadas com a Disney, existe um vídeo que parece mostrar um fantasma vagando pelas suas dependências.


De acordo com Jancy Richardson, do portal Movie Pilot, o material foi postado no YouTube há alguns anos, e, segundo explicou, as imagens teriam sido registradas pelas câmeras de segurança do parque nos EUA. 
 
 
Conforme você poderá conferir a seguir, no início, o vídeo parece estar composto apenas por cenas tremidas e pouco definidas — sem nada de mais. No entanto, a partir dos primeiros 14 segundos, a coisa começa a ficar mais interessante.
 
 
 
 
 
Fonte: Megacurioso

Sonda da Nasa fotografa duas pequenas luas de Plutão


 
 
Nix e Hydra aparecem como duas manchas brancas na imagem.
 
 
Novas fotos enviadas para a Terra pela sonda da Nasa New Horizons mostram duas manchas brancas que aparecem ao lado de Plutão na escuridão do espaço. As imagens difusas são duas luas que aparecem como uma possibilidade de abertura para um vasto território que a humanidade não tinha visto claramente antes.
 
 
Viajando um milhão de quilômetros por dia, um dos veículos mais rápidos do espaço já feitos está estendendo a vista humana ao planeta anão. Mesmo a essa velocidade, foram necessários mais de nove anos para chegar perto. New Horizons foi lançada em Janeiro de 2006.


Para especialistas, os registros desta semana de Nix e Hydra são apenas um prelúdio. A partir de abril, pela primeira vez, vamos começar a levantar a cortina sobre a superfície de Plutão com cada vez maior detalhe.


A Nasa a comparou aos mitos dissipados quando a nave espacial Mariner 4 enviou primeiras imagens da superfície de Marte em 1965.


Até então, muitos cientistas pensavam que veriam água e vegetação em nosso vizinho. No entanto, encontraram um vasto deserto rochoso.


New Horizons, construída e operada pela Universidade John Hopkins, fará a sua passagem mais próxima em julho. O momento está sendo muito aguardado, já que a câmera tem a capacidade de reconhecer objetos do tamanho de prédios na superfície de Plutão.





Fonte: O Globo
 

O asteróide que matou os dinossauros pode não ter provocado uma tempestade de fogo



Os cientistas há muito acreditam que o impacto de um asteróide no que é hoje o México varreu 80% das espécies da Terra – incluindo os dinossauros --, há 80 milhões de anos.


Mas o que aconteceu exatamente quando houve essa colisão cataclísmica, e por que ela levou a uma extinção em massa? Essas perguntas são parte de um complicado quebra-cabeças.


Pesquisas anteriores sugerem que o asteróide tenha provocado terremotos, ondas de choques, intenso calor e nuvens de pó sufocantes que bloquearam o Sol e causaram uma diminuição radical da temperatura. Em 2013, os cientistas levantaram a hipótese de que o asteroide também tenha causado uma tempestade de fogo global que seria parte da explicação da extinção.


Agora, uma equipe de cientistas do Reino Unido apontou um buraco na teoria da tempestade de fogo.


Os cientistas usaram um aparato de propagação de fogo para criar pulsos de calor usando poderosas lâmpadas halógenas. Eles expuseram materiais vegetais a pulsos de diferentes intensidades e durações, simulando os efeitos de impactos próximos e distantes – e observaram se isso seria suficiente para provocar combustão.


O que aconteceu? Pulsos curtos mas muito intensos, que simulavam o calor perto do ponto de impacto, eram breves demais para fazer as plantas entrarem em combustão. Paradoxalmente, plantas que foram submetidas a pulsos menos intensos, mas mais longos, representando o calor que se propagou pela atmosfera por milhares de quilômetros, pegaram fogo.


“Isso mostrou que o calor tinha maior probabilidade de afetar ecossistemas muito distantes, de modo que florestas na Nova Zelândia tinham probabilidade maior de sofrer grandes incêndios do que florestas na América do Norte, mais perto do impacto”, diz ao HuffPost por email Claire Belcher, palestrante sênior em sistemas de ciência da Terra na Universidade de Exeter.


Os incêndios locais causariam danos, mas é improvável que eles se espalhassem a ponto de criar uma tempestade de fogo ao redor do mundo – os oceanos a manteria sob controle.


“O trabalho reforça que precisamos reconsiderar o histórico de sobrevivência e extinção, pois sabemos que as ondas de calor eram potencialmente mais danosas a grandes distâncias”, diz Belcher. “mas também que o calor e incêndios localizados são apenas parte do quebra-cabeças da extinção. Provavelmente foi uma cadeia de eventos que foi tão mortal, não o calor sozinho”.


A pesquisa foi publicada em 22 de janeiro na revista Journal of the Geological Society.




Fonte: Brasil Post

Conheça Cruithne 3753, a outra lua da Terra

 
A lua não é o único satélite natural da Terra. Aqui está o que você precisa saber sobre Cruithne 3753, a outra lua da Terra
 
 

Todos conhecemos e amamos a lua e estamos tão certos de que apenas tema uma que nem sequer lhe demos um nome específico. Chamamos-lhe apenas Lua.
 
Mas na verdade a Lua não é o único satélite natural do nosso planeta. Em 1997, astrónomos descobriram que um outro corpo, Cruithne 3753, é um satélite quase-orbital da Terra.
 
Isto significa simplesmente que Cruithne não gira em torno da Terra numa bela elipse, da mesma forma que a lua, ou mesmo os satélites artificiais que colocamos em órbita. Em vez disso, Cruithne vagueia ao redor do sistema solar interno numa órbita chamada "ferradura".
 

Orbita estranha de Cruithne 3753

 

Para ajudar a entender por que ele é chamada uma órbita ferradura, vamos imaginar que estamos a olhar para o sistema solar, a girar ao mesmo ritmo que a Terra gira em torno do sol. Do nosso ponto de vista, a Terra parece parada. Um corpo numa órbita ferradura simples ao redor da Terra move-se em direção a ela, e então vira-se e afasta-se.
 
Assim que se move para longe começa a aproximar-se da Terra a partir do outro lado, e então vira-se e afasta-se novamente. De facto, as órbitas ferradura são realmente muito comuns para luas do sistema solar. Por exemplo Saturno tem um par de luas nesta configuração. Veja em seguida um video que demonstra como funciona essa órbita.
 
 
 
O que é único sobre Cruithne é a forma como ele oscila ao longo da sua ferradura. Se você olhar para o movimento de Cruithne no sistema solar, faz um anel estranho em torno da órbita da Terra, balançando de forma tão elevada que entra nas órbitas de Vénus e Marte. Cruithne orbita o Sol uma vez por ano, mas leva cerca de 800 anos a completar esta forma de anel estranho em torno da órbita da Terra. Veja em seguida outro vídeo.
 
  

Assim Cruithne é a nossa segunda lua. Mas como poderá isso ser? Bem, na realidade não sabemos. Tem apenas cerca de cinco quilómetros de diâmetro, não sendo muito diferente das dimensões do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, que atualmente é palco da sonda Rosetta e do lander Philae.
 
A gravidade superficial de 67P é muito fraca - andar num ritmo animado é provavelmente o suficiente para colocá-lo no espaço mais amplo. É por isso que foi tão crucial à Philae ser capaz de usar os seus arpões para se prender à superfície, e o seu fracasso fez com que o lander saltasse para longe de seu local de aterragem.
 
Apesar de pequena, se Cruthin atingisse a Terra, daria origem a um evento de extinção, semelhante ao que se se acredita ter ocorrido no final do período Cretáceo. Felizmente não nos vai atingir em breve - a sua órbita está inclinada para fora do plano do sistema solar, e os astrofísicos têm demonstrado através de simulações que, embora possa chegar perto, é extremamente improvável que nos atinja.
 
O ponto em que está previsto chegar mais próximo fica a cerca de 2.750 anos de distância. Cruithne deverá submeter-se a um encontro bastante próximo com Vénus daqui a cerca de 8.000 anos. Ainda assim há uma boa chance que isso acabe com a nossa segunda lua, lançando-a para fora do caminho da família Terráquea.
 

Cruithne não é a única

 

A história não termina aí. Como um bom lar adotivo, a Terra é mãe para muitos caroços rebeldes de rocha à procura de um poço gravitacional para ficar por perto. Os astrônomos têm realmente detectado vários outros satélites quase-orbitais que pertencem à Terra, todos aqui por algum tempo antes de rumarem a novas pastagens.
 
Então o que podemos aprender sobre o sistema solar com Cruithne? Bastante. Como muitos outros asteróides e cometas, contém provas periciais sobre como os planetas se formam. A sua órbita excêntrica é um campo de testes ideal para a nossa compreensão de como o sistema solar evolui sob gravidade.
 
 
 
 

Arqueólogos noruegueses encontram moedas islâmicas em túmulo viking

Moedas estavam no túmulo desde o ano 950 (Foto: Museu de História Natural e Arqueologia da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia)


No ano passado, de acordo com informações do Museu de História Natural e Arqueologia da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, situada em Trondheim, arqueólogos descobriram na região central da Noruega um túmulo de um viking que faleceu no ano de 950 d.C.. Junto aos restos mortais, encontraram uma espada de alta qualidade, um escudo e uma bolsa de couro com moedas islâmicas.


Os pesquisadores afirmam que as moedas podem estar relacionadas com a chegada dos vikings à Espanha no ano de 800 d.C, quando eles tiveram o primeiro contato com o islamismo. Há também a possibilidade de que as moedas foram compradas.


“O escudo tem marcas de combate, claramente de um machado ou espada, mas não sabemos se ele morreu lutando”, explica a arqueóloga Ingrid Ystgaard, do Museu de História Natural e Arqueologia.





Astrônomos encontram pontos brilhantes misteriosos em Ceres


 
 
Sonda Dawn capta pontos brilhantes que podem ter origem vulcânica.
 
 
Ceres, o planeta anão presente no cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter, continua intrigando os cientistas da NASA.


Imagens divulgadas pela agência espacial revelaram pontos brilhantes na superfície do pequeno planeta. As fotos foram feitas pela sonda espacial Dawn a uma distância de cerca de 46 mil quilômetros de Ceres.


Os pontos brilhantes não são raros, mas permanecem um mistério. Antigamente, acreditava-se que eram apenas crateras com gelo exposto, por existir água no interior do planeta.


Porém, outra possibilidade surgiu a partir das novas imagens: os pontos brilhantes podem ter origem vulcânica - não com magma, como os vulcões terráqueos, e sim com água (criovulcanismo).


Mais de um ponto brilhante foi flagrado em Ceres, o que contribui para a teoria. "A proximidade dos pontos pode estar apontando para uma origem vulcânica, mas vamos ter de esperar para uma melhor resolução, antes de podermos fazer essas interpretações geológicas ", disse Chris Russell, principal pesquisador da missão Dawn. A missão Dawn entrará na orbita de Ceres no próximo dia 6. A expectativa é de novidades.


Ceres tem 950 km de diâmetro e é um dos maiores corpos celestes do cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter.


O planeta se destaca por seus recursos hídricos. Em uma era de colonização do espaço, o pequeno planeta é um dos favoritos dos astrônomos.




Fonte: Galileu

Fóssil encontrado no Quênia revela origem do hipopótamo










Segundo estudo, um dos grandes mistérios da paleontologia é desvendado: quais são os ancentrais do hipopótamo. O mamífero subsaariano provém dos antracoterídeos e é parente próximo de baleias e golfinhos. 


A origem do hipopótamo era um dos grandes enigmas da paleontologia. No entanto, em estudo divulgado na terça-feira (24/02) na revista científica Nature, pesquisadores afirmaram que ancestrais do hipopótamos provavelmente tenham nadado da Ásia à África cerca de 35 milhões de anos atrás, muito antes da chegada do leão, rinoceronte, zebra e girafa.


No mundo científico se discutia se o hipopótamo é relacionado à subordem dos mamíferos artiodátilos suiformes, como os porcos as girafas, ou a uma família extinta de cetáceos primitivos, da qual provém a baleia e o golfinho.


"A origem do hipopótamo era um mistério até então", disse o paleontólogo da Universidade Francesa de Montpellier e coautor do estudo, Fabrice Lihoreau.


"Agora podemos afirmar que os hipopótamos vieram dos antracoterídeos." Antracoterídeos eram mamíferos semiaquáticos, herbívoros e com patas com cascos angulados.


Até então, o mais antigo fóssil conhecido de um ancestral do hipopótamo era datado de cerca de 20 milhões de anos atrás, enquanto restos de cetáceos possuem idades de 53 milhões de anos.


Com base em achados paleontológicos, cientistas há muito tempo relacionavam os hipopótamos à família dos Suidae (suínos), mas o DNA sugeria que eles eram parentes das baleias.


No entanto, a enorme lacuna de idade entre hipopótamos e cetáceos no registro de fósseis tinha deixado os especialistas perplexos.


"Isso significava que ou nós nunca havíamos encontrado ancestrais dos hipopótamos, ou nós não os reconhecemos entre os fósseis de mamíferos que já tínhamos", disse Lihoreau.


Mas, os restos de um animal de 28 milhões de anos, descoberto no Quênia, têm proporcionado uma importante peça deste quebra-cabeça, segundo o estudo divulgado na revista Nature.


Nomeado de Epirigenys lokonensis, o animal era do tamanho de uma ovelha, pesava aproximadamente 100 quilos, o que é um vigésimo do tamanho do atual "hipopótamo comum", um gigante subsaariano.


Este animal não é um antepassado direto do hipopótamo atual, mas pertence a uma ramificação paralela. No entanto, ele viveu muito mais próximo do tempo no qual o ancestral de ambos, o Epirigenys e o hipopótamo, provém.


Análise da arcada dentária levou à equipe de cientistas a concluir que ambos vieram de um ancestral antracoterídeo, que migrou da Ásia à África há cerca de 35 milhões de anos.


Tudo isso significa que os ancestrais dos hipopótamos "estavam entre os primeiros mamíferos de porte grande que colonizaram o continente africano, muito antes de qualquer um dos grandes carnívoros, girafas ou bovinos, que chegaram apenas cerca de 18 milhões de anos atrás", afirma o relatório do estudo.




Fonte: DW

Encontrados no Peru fósseis de crocodilos com 13 milhões de anos





 
Modelo de um Gnatusuchus pebasensis, um crocodilo que viveu há 13 milhões de anos nas selvas do Peru


Uma equipe internacional de paleontólogos descobriu na selva peruana fósseis de sete espécies de crocodilos que se alimentavam de moluscos e que têm 13 milhões de anos.


"Encontramos em um só lugar os restos fósseis de sete espécies de crocodilos com 13 milhões de anos, isto é algo único para a ciência paleontológica", informou à AFP Rodolfo Slas-Gismondi, encarregado do Departamento de Paleontologia de Vertebrados do Museu de História Natural da peruana Universidade San Marcos.


"Esses crocodilos são totalmente novos para a ciência porque não se sabia que havia crocodilos que se alimentavam de moluscos", sustentou o estudioso que lidera desde 2002 uma equipe de paleontólogos peruanos, americanos e franceses na região de Loreto, no nordeste do Peru.


Em um telefonema feito da Flórida, nos Estados Unidos, Salas-Gismondi manifestou que entre as espécies encontradas destaca-se um crocodilo de nariz pequeno que utilizava sua mandíbula achatada para caçar os moluscos em lamaçais da Amazônia.


"Este crocodilo com dois metros de altura tinha o focinho muito curto e a mandíbula muito forte", afirmou o paleontólogo, ao comentar que os crânios e as mandíbulas dos animais encontrados foram indispensáveis para serem identificados.


A descoberta ocorreu recentemente em um sítio paleontológico de 20 metros quadrados em duas localidades da cidade de Anchiyacu perto das bacias dos rios Amazonas, Itaya e Momón, na região de Loreto, fronteiriça com o Equador. A pesquisa foi publicada recentemente na revista Proceedings B da Royal Society.


Os estudiosos tiveram que esperar os meses de julho e agosto, quando o nível dos rios baixam quase dez metros, para poderem fazer suas pesquisas. Nesse momento, entraram nas partes rochosas que se formam ao lado dos rios onde foram localizados os fósseis.


"O interessante deste estudo é que identificamos uma etapa na história da Amazônia, na qual os membros dessa comunidade alimentícia das zonas tropicais eram crocodilos que se alimentavam de moluscos", afirmou Salas.


"Há milhares de anos a Amazônia não era como é agora, o ambiente era diferente, com pântanos e lagos. A floresta estava fragmentada por lagos, todo este ecossistema desapareceu quando o rio Amazonas apareceu", explicou.


Em 2011, outra expedição de paleontólogos peruanos liderados por Klaus Honninger e austríacos foram descobertos na região de Loreto os restos fossilizados de um crocodilo gigante com idade de 20 milhões de anos.




Fonte: BOL

Mordida de antepassado de jacaré era mais potente do que a do tiranossauro




O rei dos dinossauros perdeu o seu posto: o feroz Tiranossauro rex (Tyrannosaurus rex) teve sua mordida superada pela do Jacaré do Acre (Purussaurus brasiliensis), um antepassado do jacaré atual, que viveu há 8 milhões de anos na Amazônia e que tinha a mordida com o dobro de força.


"O Purussaurus brasiliensis mordia com sete toneladas de força", detalhou Tito Aureliano, pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e coautor do estudo.


Segundo ele, essa potência era 20 vezes maior do que a mordida do tubarão branco, embora o recorde de mordidas fortes seja do 'Carcharodon megalodon', um tubarão gigante, que conseguia morder com a força de até 18 toneladas.


Tamanha abocanhada servia a esse animal terrestre para conseguir os 46kg de carne que precisava comer por dia, já que os seus dentes conseguiam atravessar a dura pele de animais de enormes dimensões.


"O limite de sua dieta era literalmente seu tamanho. O Jacaré do Acre se alimentava de mamíferos grandes. Existia até mesmo canibalismo, mas ele também comia lagostas, gambás e peixes", relatou Aureliano.


Em sua opinião, estes dados dizem muito sobre os limites da natureza.


"Ele era o predador do topo da cadeia alimentar durante a época do Mioceno, com total liberdade para escolher suas presas".


No entanto, o surgimento da Cordilheira dos Andes e a redução dos pântanos que dominavam a atual região amazônica foi o princípio do fim para o Jacaré do Acre.


"A transformação dos pântanos nos atuais rios e o surgimento da Floresta Amazônica favoreceu a seleção natural de animais de menor porte", esclareceu o cientista, que lembrou que o canibalismo foi outro fator que contribuiu para a extinção deste "monstro", descoberto em 1892 pelo cientista João Barbosa Rodrigues.
 
 
 
 
 
Fonte: Yahoo!

Descoberto misterioso objeto da idade da pedra


 
 
Um misterioso objeto da Idade da Pedra foi encontrado em Sømmevågen, na Noruega, e os arqueólogos não sabem para que serve.


Arqueólogos da Universidade de Stavenger que exploravam um sítio arqueológico da Idade da Pedra estão perplexos com um objecto de madeira, com cerca de 6.000 anos, encontrado num leito rochoso de forma oval, coberto com pedras planas.


“O magnífico artefacto que encontrámos é um objecto com cerca de 20cm, em madeira, minuciosamente construído – com que propósito, não sabemos”, disse ao Science Nordic o líder da equipa de cientistas, Trond Meling, investigador do Museu de Arqueologia da Universidade de Stavenger.


“Até agora não conseguimos perceber o que é este objecto – se é uma uma ferramenta, ou um objecto decorativo”, acrescentou Meling. “Ainda não o datámos, mas tudo indica que seja do Neolítico, o mesmo período do sítio onde foi encontrado”, estima o arqueólogo. Mas esta não é a primera descoberta interessante da equipa no local.


Um braço e alguns dentes


Os arqueólogos já tinham descoberto no local um braço, que terá 6.000 anos de idade. Inicialmente, foi encontrada a parte superior do braço, mais tarde o antebraço e o pulso – mas estranhamente, o resto do indivíduo a que pertencia não foi encontrado.


Meling e a sua equipa têm mais perguntas do que respostas acerca deste achado. “Não parece ser uma sepultura, é provavelmente uma lixeira, uma vez que encontrámos também ossos de animais”. Mas durante a escavação foram também encontrados molares humanos, no que já parece ser uma sepultura rectangular, com dois metros de comprimento e um de largura.


“É raro encontrar este tipo de sepulturas na Noruega”, explica Meling. Não tão raro quanto uma estranha coisa de madeira com 20cm e utilidade desconhecida. 
 
 
 
 
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