sábado, 30 de agosto de 2014

“Robôs assassinos” poderão ser usados em guerras em breve


 
 
Representante da ONU disse que há uma preocupação com tais armamentos, mas que países devem concordar em proibi-los.
 
 
“Robôs assassinos” programados para abrir fogo sem controle humano estão prestes a chegarem em campos de batalha pelo mundo, porém, as potências militares podem concordar em proibi-los, afirmou um alto funcionário da ONU. As informações são do The Telegraph. 


Angela Kane, representante da ONU para o desarmamento, disse que os governos devem ser mais abertos sobre os programas de desenvolvimento tecnológico, e favoráveis a uma proibição preventiva. “Qualquer arma de guerra é terrível e você pode chegar àquelas que não precisariam de intervenção humana. Eu penso que isto seria pior. Torna a guerra sem rosto e acho que deveria ser proibido... A decisão está nas mãos dos estados que têm a capacidade de desenvolvê-las”, defendeu.


No ano passado, o ministro conservador britânico, Alistair Burt, disse que, embora a tecnologia de armamentos autônomos possa ter implicações "terríveis", a Grã-Bretanha se reservava o direito de desenvolvê-los para proteger as tropas.


Assim, Kane conta que existe uma grande preocupação com a crescente automação que está acontecendo. “Basta pensar sobre esses carros de autocondução que vemos sendo testados nas estradas. Esse é apenas um pequeno passo para o desenvolvimento de armas que vão ser ativadas sem a intervenção humana. A guerra, em geral, está se tornando cada vez mais automatizada”, diz.


A ONU realizou sua primeira reunião sobre a ameaça de “armas letais autônomas” no início deste ano e planeja realizar outra em breve, ainda em 2014.


Segundo Kane, países em desenvolvimento estão preocupados com tais armamentos, que podem ser usados no seu território, assim como os drones que vêm sendo pilotados remotamente nos últimos anos.

 
 
Fonte: Terra

Bruxas queimam homem vivo na frente de esposa e filho após o confundirem com feiticeiro rival



Um grupo de bruxas queimou um homem vivo em um ritual de matança, quando pensaram que ele fosse um feiticeiro rival.


As sete mulheres foram presas depois que repetidamente esfaquearam a vítima, Brijlal Chopra, e a colocaram em chamas com panos embebidos em querosene, na frente de sua esposa e filho que assistiram horrorizados.


“Elas estavam rindo e dançando ao redor de seu corpo, enquanto ele gritava em agonia. No final restou apenas um monte de cinzas”, disse um porta-voz da polícia em Mandla, na Índia, cidade onde o assassinato aconteceu.


Bruxas queimaram Brijlal Chopra na frente de sua família ao alegarem que ele era um feiticeiro rival. Caso aconteceu na Índia.


Segundo os investigadores, Brijlal tinha procurado uma curandeira local, apelidada de Parvati, para tratar seu filho de 10 anos de idade, segundo a polícia.


Mas logo que a família chegou ao seu município, Parvati marcou Brijlal como um feiticeiro rival e ordenou aos seus discípulos para matá-lo.


Mais tarde, a esposa do homem, Sushma, disse à polícia: “Foi revoltante. Eles cercaram e se revezaram em esfaqueá-lo. Eles cortaram as mãos, porque disseram que era o lugar onde seu poder estava. Meu marido disse-lhes que não tinha poderes, mas elas não quiseram ouvir. Quanto mais ele gritava, mais eles cantavam e mais riam.”


Parvati e seus seguidores permitiram que Sushma e seu filho fossem embora, mas prometeram amaldiçoá-los se contassem a alguém.


A família ignorou as ameaças e viajou a noite toda para a delegacia, onde relatou o incidente. A polícia diz que a bruxa e seis de suas seguidoras estão sob custódia, aguardando julgamento por assassinato.




Fonte: Gadoo

Descoberta abundância fabulosa de cores em estátuas antigas


 Figura tumular de Phrasikleia (Vinzenz Brinkmann/Fundação Arqueológica de Munique)

 Cabeça de guerreiro do lado leste do Tempo de Aphaia (Vinzenz Brinkmann/Fundação Arqueológica de Munique)

 Relevo do sarcófago de Alexandre (Vinzenz Brinkmann/Fundação Arqueológica de Munique)

 Escultura do frontão oeste do Tempo de Aphaia em Aegina (Vinzenz Brinkmann/Fundação Arqueológica de Munique)

 Estátua chamada ‘Chioskore’ (Vinzenz Brinkmann/Fundação Arqueológica de Munique)

 Estela tumular de Paramythion (Vinzenz Brinkmann/Fundação Arqueológica de Munique)

 Artêmis de Pompeia (Vinzenz Brinkmann/Fundação Arqueológica de Munique)

Guerreiro troiano do frontão oeste do Templo de Aphaia (Vinzenz Brinkmann/Fundação Arqueológica de Munique)

Geralmente, temos uma imagem das estátuas gregas e romanas como exibidas tradicionalmente nos museus, sem cores exceto pela apresentada por seu material bruto. No entanto, muitas delas foram originalmente pintadas em cores vivas de ouro, vermelho, azul, amarelo e toda uma gama de tons.


“A impressão de esculturas de calcário e mármore branco domina nossa imagem da antiguidade clássica no mundo mediterrâneo. Fascinados pela aura de pureza do material, nos concentramos exclusivamente na forma. No entanto, sabemos que a arquitetura e escultura antiga eram pintadas em cores vivas”, destacou o Museu de História da Arte de Viena, descrevendo a gloriosa exposição “Deuses em cor”, que tem percorrido o mundo.


Anos atrás, o arqueólogo Vinzenz Brinkmann, ex-curador do Museu Glyptothek, e Raimund Wünsche, visando corrigir esse equívoco popular, prepararam uma exposição itinerante que até hoje percorre os museus para mostrar como pareciam as estátuas clássicas da antiguidade. Atualmente, a exposição tem se expandido.


Para mostrar a grande diferença entre o que se vê hoje e como foi no passado, fizeram-se réplicas das obras originais e pintaram-nas com os mesmos pigmentos identificados em análises do revestimento desgastado. Uma técnica fotográfica especial, que utiliza luz ultravioleta, destaca como luziam as estátuas originais. Identificaram-se assim os desenhos e cores que à primeira vista não eram percebidos.

 
“O que se via quando se caminhava através de uma antiga cidade, um cemitério ou um santuário”, explica Susanne Ebbinghaus, curadora de arte antiga do Museu Sackler, “seriam esculturas coloridas: mármore pintado, bronze colorido, imagens de ouro e marfim.”


“Isso muda completamente nossa imagem do mundo antigo”, destacou Ebbinghaus, segundo a revista Archeology, do Instituto Arqueológico da América.


Em vez do Calígula romano pálido visto hoje nos museus, sua imagem pintada tinha as maçãs do rosto coloridas mostrando suas bochechas arredondadas, seus lábios ligeiramente vermelhos e seus cabelos castanhos claros.


De um arqueiro troiano emergiam várias cores em que dominava o amarelo, no frontão do que foi o Templo de Aphaes em Aegina. Sua pintura alegre com calças coloridas é claramente evidenciada pela luz ultravioleta.


Ebbinghaus e outros arqueólogos pensam que a maioria não presta atenção nos vestígios de pigmentos das estátuas antigas que eram de base mineral com aglutinantes orgânicos e que foram se desintegrando ao longo do tempo. É por isso que muitos dos restos de pintura nas estátuas acabam perdidos durante a limpeza.


Com uma técnica chamada “luz rasa”, aproxima-se uma lâmpada cuidadosamente de modo que o percurso da luz seja praticamente paralelo à superfície do objeto. Quando usado em pinturas, isto revela as pinceladas, a areia e a poeira. Em estátuas, o efeito é mais sutil, pois a pintura desapareceu num ritmo diferente. No entanto, os padrões elaborados se tornam visíveis com a luz ultravioleta.


A luz ultravioleta faz com que muitos compostos orgânicos se tornem fluorescentes, diferente das tintas modernas, que os utilizam pouco. Este método pode identificar o padrão do desenho e a cor. A espectroscopia de raios-x também é usada.


A pintura das estátuas e relevos também é encontrada na Mesoamérica. No reinado Maia na Bacia de Mirador no norte da Guatemala, os belos relevos que dominaram o estilo das imponentes construções eram pintados com pigmentos que aderiam à camada de argila, geralmente da cor vermelha.




Fonte: Epoch Times

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Povos viveram isolados no Ártico norte-americano durante 4.000 anos



Um grupo de povos antigos há muito extinto, conhecido como paleo-esquimós, viveu em isolamento no Ártico norte-americano por mais de 4.000 anos, revela um estudo publicado na quinta-feira (28).


Cruzando o Estreito de Bering, eles caminharam da Sibéria até seu novo lar, e não fizeram nenhum contato com outras culturas, que realizaram a mesma jornada em diferentes momentos da História, incluindo os nativos americanos e o povo inuit.


Estes paleo-esquimós desapareceram cerca de 700 anos atrás, por volta do tempo em que os ancestrais dos inuits modernos se mudaram para o leste, procedentes do Alasca, afirmam os cientistas no artigo publicado na revista americana Science.


"De certa forma, eles eram presa fácil e, ainda que tivessem sido empurrados para os limites do Ártico, onde não poderiam sobreviver economicamente, ou para outro lugar, eles podem simplesmente ter sido aniquilados de uma forma estranha", explicou William Fitzhugh, diretor do centro de estudos do Ártico do Museu Nacional Smithsonian's de História Natural.


Para o estudo, os cientistas obtiveram o DNA de um osso humano antigo, dentes e amostras de cabelos das regiões árticas da Sibéria, Alasca, Canadá e Groenlândia.


Eles também decodificaram os genomas de dois inuits atuais da Groenlândia, de dois Nivkhs siberianos, de um esquimó das Ilhas Aleutas e de dois nativos-americanos atabascanos.


Um estudo de seus genes demonstrou que os paleo-esquimós não tinham relação com os nativos americanos ou com os inuit.


Conhecidos como Saqqaq e povo Dorset, estes paleo-esquimós viveram em pequenos povoados, com um punhado de casas e grupos de apenas 20 a 30 pessoas.


É difícil saber com certeza qual era o tamanho de sua população, mas os cientistas afirmam que provavelmente era de poucos milhares.


Em vista da uniformidade encontrada pelos cientistas no DNA mitocondrial, que é passado pela mãe, aparentemente havia poucas mulheres entre eles e as relações consanguíneas parecem ter sido comuns.


"A história ocupacional do Ártico é única em comparação com outras regiões do planeta", declarou Maanasa Raghavan, biólogo molecular e cientista do Museu de História Natural da Dinamarca.


"As mudanças culturais foram provocadas pelo movimento de ideias e não por povos novos vindos à região", acrescentou.


Especialistas afirmam que o povo Dorset era conhecido por sua arte e sua habilidade na elaboração de pequenas lâminas e lanças de pedra. No entanto, não se acredita que eles usassem arcos e flechas.


Eles caçavam e pescavam e celebravam encontros rituais em malocas tradicionais.


No entanto, Fitzhugh disse que arqueólogos "tiveram muitos problemas em compreender sua mentalidade".


A história tampouco tem comparação conhecida para grupos que ficaram por sua própria conta por tanto tempo quanto eles.


"Penso que é uma incidência notável de estabilidade cultural e continuidade. E não acho que se possa encontrar um exemplo moderno nos últimos 4.000 ou 5.000 anos como este", afirmou.



Fonte: UOL

Barrense afirma ter visto Disco Voador em Barras, Piauí, e diz, eles estão entre nós


 
 
O professor Claudio Henrique (45 anos)  formado em Biologia afirma que já chegou a sentir a presença de extraterrestres em Barras. O fato ocorreu quando o mesmo comprou um transmissor  de link VHF e alterou a frequência.
 
Em entrevista ao agrandebarras.com.br o professor afirma que outros barrenses já viram os chamados discos voadores. "Aqui em Barras varias pessoas já avistaram no céu estes objetos, mais nunca relataram o fato por medo do preconceito e das gozações dos demais" fala Claudio. Ainda, segundo ele, localidades como o São Francisco e Cara Torta, são as que mais tiveram aparição destes objetos não identificados.


O professor já realizou inúmeras pesquisas sobre a aparição destes objetos e em conversa com moradores das localidades acima citadas, ouviu inúmeros relatos de que um foco de luz muito forte aparentando uma bacia no céu, sempre as 21hs, geralmente costuma aparecer deixando vários moradores apavorados.


Claudio vai mais além e afirma que podem existir extraterrestres disfarçados entre nós em nosso município, buscando informações sobre nossos costumes e nossa vida. Para validar ainda mais suas informações o professor informa que muitos dos avistamentos de OVNIs em Barras, coincidem com os que ocorreram no Maranhão e Pará em 1977 e que foram investigados pelo francês Jacques Vallée. 
 
 
 
 

Crocodilo gigante é capturado e morto em Miami após morder 2 pessoas

Crocodilo de nome Pancho, suspeito de morder 2 pessoas em Miami, é capturado


A perseguição a um enorme crocodilo que mordeu duas pessoas em Miami terminou nesta sexta-feira (29) com sua captura e morte, após vários dias em que o animal de quase quatro metros recebeu a ajuda de vizinhos.


As autoridades acreditam que o crocodilo capturado seja "Pancho", como era conhecido o animal no bairro de Gables, no sudoeste de Miami, onde vivia nos canais.


"Acreditamos que seja o crocodilo que estávamos procurando", disse à AFP um porta-voz da Comissão de Conservação da Pesca e Vida Silvestre da Flórida (FWC, por sua sigla em inglês), George Pino.


O animal, de 3,7 metros de comprimento e 140 quilos, morreu logo após ser capturado, segundo Pino.


Vários caçadores e as autoridades estavam atrás de Pancho, que no domingo mordeu duas pessoas que entraram no canal em que vivia. A imprensa local indicou que este teria sido o primeiro ataque de um crocodilo a um humano na Flórida.


Mas, aparentemente, Pancho tentava apenas defender o seu território: o casal imprudente, sob a influência de álcool, entrou em um santuário dos crocodilos em plena madrugada, momento em que estes animais são mais ativos.


"É o crocodilo mais procurado da Flórida", havia dito nos últimos dias um dos caçadores, Todd Hardwick.


A perseguição encontrou obstáculos graças a cumplicidade de alguns vizinhos que, acostumados a ver Pancho e outros crocodilos como "Snaggletooth" e "Streetwalker" nos canais, colocavam música alta para assustar os animais quando percebiam a aproximação de caçadores.


"Este era o seu habitat antes de nós. Tem o direito de estar aqui", declarou um vizinho ao jornal "Miami Herald".


Mas Pancho não era popular entre os vizinhos. Alguns o culpavam pelo desaparecimento de cães na área.


Pancho era um dos quase dois mil crocodilos americanos que vivem na Flórida. Seus primos, os aligators e jacarés são muito mais comuns (sua população é de cerca de 1,3 milhão) e agressivos: cerca de seis mordidas a humanos são registradas anualmente.



Fonte: UOL

Arqueólogos descobrem monumentos sob Stonehenge




 
 
Pesquisas indicam que a região começou a ser habitada no ano 8.820 a.C.
 
 
Um estudo recém-lançado sugere a existência de 15 monumentos abaixo e ao redor do Stonehenge, localizado no sul da Inglaterra, informou o Huffington Post.


Os pequisadores usaram técnicas variadas durante a investigação, entre elas, um radar capaz de penetrar no solo e um scanner a laser 3D, para criar um mapa altamente detalhado da subsuperfície de toda a área. 


Segundo um comunicado do Instituto Ludwig Boltzmann de Prospecção Arqueológica e Arqueologia Virtual, um dos parceiros do estudo, as tecnologias são muito menos destrutivas do que as técnicas de escavação exploratórias tradicionais.


Conhecido como "The Stonehenge Hidden Landscape Project" ("Projeto das Paisagens Escondidas do Stonehenge", em tradução livre), a pesquisa, que levou 4 anos para ser concluída, sugere que há muito mais na região do monumento do que se pensava.


Um das descobertas é uma antiga depressão que corta uma vala, conhecida como "Cursus", de acordo com o professor e arqueólogo da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, e um dos cientistas responsáveis pelo projeto, Vince Gaffney.


Gaffney acredita que o "Cursus" se alinha com o nascer do sol nos equinócios da primavera e do outono, e que o vale recém-descoberto pode ter servido como um meio de as pessoas se locomoverem em direção ao cento do Stonehenge e seguirem para o sul, durante cerimônias ou rituais.


As descobertas se baseiam nos resultados de pesquisas realizadas em outubro de 2013, indicando que o entorno de Stonehenge é a região mais antiga da Grã-Bretanha a ser ocupada de forma continuada. De acordo com os cientistas, ela começou a receber habitantes em 8.820 A.C.



 
Fonte: Terra

O mistério por trás do desmaio de 200 meninas na Colômbia






Nos últimos 12 dias, os médicos de El Carmen de Bolívar, uma cidade no norte da Colômbia, já atenderam pelo menos 200 meninas com sintomas muito parecidos: desmaios, tonturas, dor de cabeça, dormência e formigamento em várias partes do corpo. A razão para essas reações ainda é um mistério.


Elas não foram as primeiras a darem entrada no Hospital Nuestra Señora del Carmen com quadro similar. De acordo com o prefeito de El Carmen de Bolívar, Francisco Veja, foram registrados um total de 276 casos como esse desde o meio do ano. Todos com adolescentes, sendo a maioria deles estudantes do Colégio Espírito Santo.

O próprio Ministro da Saúde da Colômbia, Alejandro Gaviria, citou na última quinta-feira "246 meninas que apareceram com sintomas bizarros".

Diante desse quadro, aumentaram as especulações sobre as causas que estariam levando as jovens a desmaiarem. Na falta de um diagnóstico preciso, multiplicam-se as teorias que correm no boca a boca entre os colombianos.

Para acabar com as especulações, especialmente as que ligam os casos a uma possível reação adversa à vacina contra o Vírus do Papiloma Humano (HPV), o ministro da Saúde convocou uma coletiva de imprensa e revelou a hipótese "que parece mais provável no momento" – e que é, inclusive, "apoiada por especialistas". Segundo Gaviria, os sintomas seriam uma 'resposta psicogênica em massa'.


'Medo coletivo'


"A resposta psicogênica em massa é uma espécie de sugestão de medo coletivo que se contagia de um lado para o outro e termina apresentando um fenômeno estranho", explicou o ministro aos jornalistas.


"Os sintomas aparecem, mas quando os médicos vão examinar clinicamente as meninas, não encontram nenhum tipo de doença."


O ministro citou casos similares ao redor do mundo, um deles que aconteceu no Taiwan, após uma campanha de vacinação em massa para prevenir a gripe suína (N1H1), e outro na Austrália, mas sem dar datas, nem mais detalhes de como aconteceram.


No entanto, Gaviria insistiu que as meninas estão, sim, doentes.


"Não é que essas meninas não estejam doentes, elas estão. Não estamos subestimando o problema. O problema tem que ser levado a sério e seguiremos acompanhando e apoiando a comunidade, mas isso não parece ser um problema de uma doença clínica."


Alejandro Gaviria ainda acrescentou que o Ministério da Saúde colombiano quer trabalhar nesta semana com a Associação Colombiana de Psiquiatria, que se mostrou disposta a se deslocar até El Carmen de Bolívar para estudar os casos.


O ministro novamente reiterou que o motivo para os sintomas nas garotas não aparenta ser clínico e que nada tem a ver com a vacina contra o vírus do HPV. "Não há nenhuma evidência que possa haver uma relação entre as duas coisas", acrescentou ele, insistindo que tem o apoio da Organização Mundial da Saúde, da Organização Pan-Americana da Saúde "e de todas as associações científicas."


Mistério continua


As explicações do ministro não convenceram a todos. "A coletiva de imprensa dele abalou os ânimos de vários pais das garotas", explicou Vicente Arcieri, jornalista da sucursal do El Heraldo em Cartagena das Índias.


Uma hora depois da coletiva de imprensa, várias pessoas protestaram por cinco horas em Troncal de Occidente - a estrada que liga o interior do país com a costa - pela postura das autoridades com o caso.


O jornalista Vicente Arcieri está acompanhando bem de perto o caso e esteve no Hospital Nuestra Señora del Carmen na última quinta. Segundo ele, somente nesse dia, 10 meninas deram entrada no hospital com os sintomas já conhecidos – desmaios, tonturas, dormência e formigamento em várias partes do corpo.


Foram esses os casos mais recentes de um fenômeno que tem preocupado cidadãos e autoridades colombianas há meses. Dez das primeiras pacientes que deram entrada no Hospital Nuestra Señora del Carmen estão sendo tratadas em Bogotá, no Hospital Infantil Universitário de San José.


Uma delas é a filha de María Romero. Foi a primeira das que apresentaram os sintomas em El Carmen de Bolívar, no dia 21 de março. Elas recorreram primeiro ao centro de saúde da região e tiveram que voltar para lá pela mesma razão em 23 de abril.


"Desde então não tivemos descanso", contou Romero à BBC por telefone.


No hospital de Bogotá, disseram que o resultado de um teste feito com a filha de Romero apontou que ela teve intoxicação por chumbo, assim como outra menina do grupo.


O chefe de toxicologia do hospital, Camilo Uribe, explicou na quarta-feira ao diário colombiano El Tiempo que não havia características claras ou específicas que indicassem o que as outras pacientes poderiam ter. E acrescentou que os próximos exames estariam focados em endocrinologia, imunologia e psiquiatria.


As autoridades informaram que o diagnóstico sairá em uma semana. Uma resposta que poderá acabar com o mistério e acalmar os ânimos na Colômbia.




Fonte: UOL

Pilotos presenciam fenômeno desconhecido sobre o Pacífico





"Havia um brilho verde sinistro cobrindo todo o hemisfério norte". "Achávamos que não havia nada abaixo de nós". Pilotos presenciam um estranho fenômeno sobre o Oceano Pacífico.


O piloto holandês JPC van Heijst explicou ao portal Pbase como ele e seu copiloto testemunharam ao evento "mais assustador" ao longo de sua experiência profissional. Como indicado pelo piloto, após cinco horas de voo vistos de longe, no Oceano Pacífico, um flash intenso que o projetado para os céus. "Parecia um relâmpago [...] Eu nunca vi nada como isso", disse ele.


Embora não houvesse tempestades elétricas, eles decidiram permanecer em estado de alerta para eventos climáticos que poderiam causar problemas. "Eu decidi tirar algumas fotos do céu noturno e o brilho verde sinistro que havia por todo o hemisfério norte", diz o piloto, acrescentando que após cerca de 20 minutos mais tarde percebeu a presença diante de si de um brilho vermelho-alaranjado profundo . "Isso foi um pouco estranho, pois supúnhamos que não havia nada além de um oceano infinito abaixo de nós", diz ele.


"Quanto mais perto chegávamos, mais intenso o brilho, iluminando as nuvens e o céu com vermelho aterrorizante", descreveu van Heijst, reconhecendo que o pior era que o aeroporto mais próximo ficava a duas horas de voo e que a ideia de estar voando sobre uma coluna perigosa não era nada agradável.


Embora ainda não tenha sido identificada a sua origem, acredita-se que esses flashes pode ter se originado da explosão de um enorme vulcão sob a superfície do oceano. "Nós apresentamos nossas conclusões ao Controle de Tráfego Aéreo que abriu uma investigação sobre o que aconteceu", acrescentou.


"Agora só espero que se houver uma nova ilha formada [por uma erupção], pelo menos, que a batizem com o meu nome como o descobridor oficial" conclui sarcasticamente o piloto.



Fonte: Sede Insana

Mamífero pré-histórico encontrado em Itaboraí será levado para estudo na UFRJ


A ossada de um xenungulado (Carodnia Vieirai), que parece com uma anta, embora ambos não sejam ‘parentes’ - Divulgação/Prefeitura de Itaboraí
 
 
Animal, semelhante a uma anta, viveu no período Paleoceno e foi encontrado no Parque Paleontológico de São José.
 
 
Encontrado recentemente por pesquisadores no Parque Paleontológico de São José, em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio — como adiantou Ancelmo Gois, em sua coluna, no GLOBO —, o fóssil de um xenungulado (Carodnia vieirai) será transportado para ser estudado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) na manhã desta sexta-feira. 
 
 
O animal, com corpo e tamanho semelhantes ao de uma anta, viveu na época da formação da Bacia de Itaboraí, há cerca de 55 milhões de anos, e é o maior mamífero do período Paleoceno já localizado na América do Sul. 
 
 
 
 
O início do resgate do fóssil está previsto para as 9h, com a presença da paleontóloga Lilian Bergqvist, da UFRJ, e de sua equipe, além do subsecretário municipal de Meio Ambiente de Itaboraí, André Pereira, e o gerente do Parque, o biólogo Luís Otávio Castro, responsável pela descoberta. Em caso de chuva, a ação será adiada para a segunda-feira.


Em nota, a prefeitura de Itaboraí explicou que, pelo fato de os ossos se encontrarem em um calcário muito duro, será preciso que eles sejam desmembrados da rocha apenas no Laboratório de Preparação de Macrofósseis, da UFRJ, para onde será levado o material: “No local, que já conta com uma réplica do esqueleto montada por Bergqvist, eles serão tombados para, posteriormente, retornarem ao Parque de São José, onde permanecerão para observação pública”.



O Parque Paleontológico de São José, criado em 1995 e eleito pela Comissão Brasileira de Sítios Geológicos e Paleobiológicos, órgão ligado à Unesco, Patrimônio da Humanidade - Divulgação/Prefeitura de Itaboraí


— Percorrendo a Trilha do Pescador, em uma atividade de rotina, avistei uma rocha na qual notei algo diferente. Quando me aproximei, vi que se tratava de um fóssil, e logo entrei em contato com a Lilian Bergqvist, que é a profissional de referência que temos para fazer esse tipo de estudo por aqui — disse Luis Otávio, que no momento da descoberta estava acompanhado do professor Emiliano Oliveira, pesquisador da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), segundo a nota.


Apesar da similaridade morfológica com a anta atual, o Carodnia Vieirai não tem parentesco com o animal. Primo do argentino Carodnia Feruglioi, estima-se que o Vieirai habitava exclusivamente as redondezas da região de Itaboraí.


— Esse achado é de grande importância para a paleontologia, e também para o Parque Paleontológico de Itaboraí, mostrando que a Bacia deve ser valorizada pela população, como já é pelos estudiosos. Isso também nos estimula ainda mais a continuar abrindo trilhas e clareiras para seguir na busca por mais descobertas, sempre em equilíbrio com a preservação ambiental. Para isto, fazemos as escavações apenas em blocos rolados, não comprometendo a integridade dos afloramentos remanescentes — destacou Lilian Bergqvist, que atua no local desde 1994, também na nota divulgada pela prefeitura de Itaboraí.


No Parque Paleontológico de São José já foram descobertos fósseis de diversos mamíferos, gastrópodes, répteis e anfíbios, se destacando o tatu mais antigo do mundo e o ancestral das emas, ambos do período Paleoceno. Também foram achados lá fósseis de preguiça gigante e mastodonte, da Idade Pleistocênica (há aproximadamente 20 mil anos).


Gerido pela prefeitura do município e dirigido pela arqueóloga Maria Beltrão, o local também abriga restos arqueológicos, o que evidencia a presença do homem pré-histórico por lá há milhares de anos. Maria Beltrão estima existir ali um fóssil humano cujo possível achado mudaria a história da ocupação das Américas.


Fóssil encontrado em Itaboraí, onde arqueólogos também já acharam restos de uma preguiça gigante e de um mastodonte, da Idade Pleistocênica - Divulgação/Prefeitura de Itaboraí


Em 1928, um fazendeiro achou pedaços de rocha que considerou interessantes. Levou para análise e descobriu que se tratava de calcário. Com isso, a área onde hoje é o Parque Paleontológico foi vendida para a Companhia Nacional de Cimento Mauá, que aproveitou o material na construção da Ponte Rio-Niterói e do Maracanã.


Com a exploração mineral, descobriram-se vestígios arqueológicos. E quando o calcário terminou, em 1984, restou uma depressão de 70 metros, que foi progressivamente coberta com água da chuva e de veios subterrâneos, erguendo um grande lago.


Seis anos depois, em 1990, a prefeitura de Itaboraí declarou a área de utilidade pública, através de um processo de desapropriação. Com isto, em 1995, nascia o Parque Paleontológico de São José, eleito pela Comissão Brasileira de Sítios Geológicos e Paleobiológicos (Sigep), órgão ligado à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), um dos patrimônios da humanidade.




Fonte: O Globo Online
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