sexta-feira, 22 de maio de 2015

Polêmica do OVNI no Morenão ressurge; confira os registros







 
“Um disco voador! Essa frase foi exclamada por muita gente em Campo Grande, sábado, por volta das 20h30, quando um facho de luz – oscilando nas cores azul, verde limão, vermelho e amarelo – cortou parte do céu escuro da Capital, numa velocidade superior a de um supersônico”.


Com essas palavras, o jornalista Paulo Nonato de Souza, repórter do Correio do Estado em março de 1982, descreveu a cena que até hoje intriga os torcedores e jogadores que estavam no estádio Pedro Pedrossian, o Morenão, naquele sábado.


A suposta aparição de um Objeto Voador Não Identificado (OVNI) no estádio faz parte da memória de muitos campo-grandenses e foi assunto de uma matéria especial veiculada no domingo (17), no programa Esporte Espetacular, da Rede Globo.


Os registros publicados pelo Correio do Estado até hoje servem de pistas para estudiosos que investigam a vida extraterrestre. Diante de tanta repercussão, o Portal Correio do Estado remexeu os arquivos da publicação e traz alguns trechos da reportagem de 33 anos atrás e que até hoje mexe com o imaginário do campo-grandense.


Naquele dia, o fotógrafo que acompanhou a partida e era o responsável pelos registros do jogo era Valdenir Rezende, profissional que até hoje atua capturando imagens para o jornal. Naquele 6 de março, no entanto, o repórter fotográfico não teve a sorte de registrar o tal clarão no céu.


"Eu estava lá, mas não vi nada. Todo mundo comentou, mas eu não vi", conta Valdenir.


Confira acima uma série de imagens da matéria publicada no dia 8 de março de 1982, na segunda-feira, dois dias depois do jogo histórico entre Operário e Vasco, quando o time da Capital venceu o carioca por 2 a 0.
 
 
 
 
 
 

Sons extraterrestres intrigam NASA



Uma série de ruídos incomuns gravados por Daniel Bowman, estudante da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos da América, estão a causar espanto na NASA.

Os sons apelidados de 'alienígenas' foram captados a cerca de 35 quilômetros da superfície terrestre e apenas podem ser ouvidos pelo ouvido humano depois de aumentar a velocidade das gravações. Após análise, os cientistas da NASA continuam a não encontrar qualquer explicação para os ruídos. 




Fonte: Centro TV

Cientistas resgatam a longa jornada de jovem morta há 3.400 anos



Os restos mortais de uma jovem que viveu há 3.400 anos parecem indicar que ela fez uma longa jornada nos últimos meses de vida antes de morrer onde hoje fica a Dinamarca, a 800 km de onde nasceu, segundo um estudo publicado na quinta-feira (20).


Trata-se da "Menina de Egtved", localidade da península de Jutlândia, na atual Dinamarca, onde foram encontrados os seus restos em 1921, escondidos em um tronco de carvalho oco, onde teriam permanecido envoltos em couro de boi, provavelmente desde o verão do ano 1.370 aC.


Ela tinha entre 16 e 18 anos quando morreu e possivelmente media cerca de 1,60 metro, indicou este estudo publicado na revista Scientific Reports.


Seus ossos não se conservaram, mas seus cabelos loiros, seus dentes, suas unhas e parte de seu cérebro e pele ficaram excepcionalmente bem preservados, assim como a roupa de lã e couro com que foi sepultada.


Analisando o estrôncio, um componente químico contido nos alimentos ingeridos que se incorpora ao esmalte dos dentes, os pesquisadores chegaram à conclusão de que provavelmente ela viveu na Floresta Negra, no atual sudoeste da Alemanha, a mais de 800 quilômetros do local onde morreu.


O estrôncio existe naturalmente na crosta terrestre e sua radioatividade varia segundo os lugares. Em seres humanos e animais, este elemento é absorvido pela água e pelos vegetais.


Por fim, medindo os níveis de isótopos em restos antigos, os cientistas conseguem obter os dados necessários sobre o local onde viveu uma pessoa ou um animal.


Os pesquisadores, chefiados por Karin Margarita Frei, do Museu Nacional da Dinamarca e do Centro para o Estudo Têxtil, analisaram os níveis de radioatividade do estrôncio.


Ao analisar a roupa concluíram que foi fabricada fora da Dinamarca atual.


"As ovelhas de onde extraíam a lã pastaram em locais com as mesmas características da Floresta Negra", destacou Karin Margarite Frei.


No entanto, os pesquisadores tampouco descartam que o local de origem da jovem estivesse nas atuais Suécia e Noruega ou na ilha dinamarquesa de Bornholm.


Os restos de seus cabelos, de 23 centímetros de comprimento, permitiram retratar seus movimentos mês a mês nos últimos dois anos de sua vida. As características químicas dos cabelos e das unhas podem dar informações sobre o local onde estava a pessoa no momento em que cresceram.


Segundo os cientistas, entre 13 e 15 meses antes de morrer, a jovem permaneceu em um local com características de estrôncio "muito similares" às do local onde se criou. Dali, viajou para outro local, possivelmente a Jutlândia, permaneceu ali nove ou dez meses e depois retornou.


Ali ficou entre quatro e seis meses e depois viajou ao que hoje é Egtved, onde morreu um mês depois.


"Penso que esta jovem (...) foi casada com um homem de Jutlândia com o fim de criar uma aliança entre duas famílias poderosas", avaliou Kristian Kristiansen, da Universidade de Copenhague, coautor do estudo.




Fonte: UOL

Nova espécie de lagarto é descoberta no litoral brasileiro

Réptil é endêmico de Santa Catarina e já está ameaçado de extinção 


Uma nova espécie de lagarto foi descoberta no litoral catarinense, nas praias de Imbituba, a 90 km de Florianópolis. O Tropidurus imbituba, que foi descrito na revista científica Zootaxa, era confundido com outro lagarto, o Tropidurus torquatus, espécie que tem ampla área de ocorrência no Brasil, do sul da Bahia até o Rio Grande do Sul.


De acordo com o orientador da pesquisa de mestrado responsável pela descoberta e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Marcio Borges-Martins, a espécie de lagarto já conhecida está presente com maior frequência em ambientes de interior.


Por isso, ao verificarem a possível presença dela no litoral, ficaram desconfiados de que poderia se tratar de uma nova espécie. “Vimos os lagartos na Praia de Imbituba [o nome do novo lagarto homenageia o município e achamos que o ambiente não era condizente para espécie, então começamos a estudá-la e verificamos que se tratava de um animal ainda não descrito”, explica Martins.


Para o pesquisador, a nova descoberta representa um passo importante para ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira. “É um trabalho em conjunto que depende de esforços coletivos, desde o interesse dos pesquisadores e das universidades até o financiamento de instituições de fomento à pesquisa”, ressalta. Segundo Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, instituição que apoiou a pesquisa, esse tipo de resultado é fundamental.


“Buscamos oferecer as ferramentas necessárias para que os projetos que apoiamos ou empreendemos possam promover a conservação efetiva das espécies e dos biomas brasileiros e permitir a melhoria das políticas públicas ambientais”, explica a diretora, que completa: “a descrição de novas espécies é um dos  caminhos para atingirmos esse objetivo, pois representa o ponto de partida para conhecermos melhor espécies que corriam o risco de desaparecer, sem jamais terem sido descritas”, comenta.


Tobias Kunz, pesquisador orientando que trabalhou em conjunto com Martins, conta que, por ele conhecer muito bem o litoral catarinense, a descoberta dessa população em uma área tão restrita foi uma grande surpresa. “Inicialmente, acreditei que pudesse ser uma população da espécie já conhecida e que havia sido introduzida a partir do Porto de Imbituba, que fica adjacente à área. Por isso, iniciei as análises um pouco relutante, mas conforme pude comparar essa população com outros lagartos percebi que se tratava realmente de uma espécie distinta”, destaca.


Trabalho árduo


O pesquisador afirma que a descoberta de novas espécies é a base que possibilita estudos futuros. "Às vezes, as pessoas e até mesmo a comunidade científica não valorizam as descrições taxonômicas, porém é a partir delas que conseguimos entender de modo mais completo a nossa biodiversidade”, enfatiza. Martins explica ainda que o processo de descoberta de uma nova espécie é  minucioso e depende do banco de dados de materiais coletados. “Usamos informações geradas por outros pesquisadores para efeito de comparação e análise. Por exemplo, nesse estudo consultamos materiais de naturalistas do século XIX para embasar a descoberta da nova espécie”, ressalta.


Segundo o professor, esse foi apenas o primeiro passo, pois falta compreender muita coisa sobre o Tropidurus imbituba. “Nesse momento, fizemos apenas estudos de morfologia, como tamanho, formato e cores presentes no corpo, mas não sabemos quais são os hábitos dessa nova espécie, qual sua alimentação preferida, quais animais ele preda, entre outros fatores importantes”, destaca. Marcio Martins comenta que um ponto já percebido é a ausência de outras espécies de lagarto na região, o que torna a nova espécie responsável pelo controle de populações de invertebrados como os cupins.


Ameaças


Durante a pesquisa percebeu-se que a ocorrência da nova espécie é restrita apenas a Imbituba e arredores, por isso resolveram chamar o lagarto de Tropidurus imbituba. “Por conta de seu grande endemismo e das ameaças que sofre, o novo lagarto já está correndo risco de extinção”, alerta Márcio Martins. As principais pressões antrópicas na região são a alteração do ambiente natural por conta de atividades portuárias e a visitação turística intensa. “O turismo pode ser grande aliado da conservação, quando é realizado levando em conta os fatores que garantem a manutenção do equilíbrio da biodiversidade”, conclui o pesquisador. O réptil já consta na lista de espécies da fauna brasileira ameaças de extinção.


Características da nova espécie


O tamanho do corpo do Tropidurus imbituba varia entre nove e 12 centímetros quando adulto. Com a cauda, a espécie chega aos 20 centímetros. A coloração é cinza e marrom com manchas salpicadas. Uma das diferenças para as outras espécies de lagartos é uma mancha de tom alaranjado na altura do ventre, além de uma faixa preta no pescoço, lembrando um pequeno colar.




quinta-feira, 21 de maio de 2015

Jovem morre após ser atacado por jumento na Bahia

 Jumenta ainda estava próxima ao corpo quando os agentes chegaram Foto: Reprodução / Facebook


Um homem morreu após ser atacado por um jumento, na cidade de Amargosa, na região Centro-Sul da Bahia. De acordo com a Polícia Civil, Alírio Juvêncio da Silva Filho, de 24 anos, foi encontrado morto em uma fazenda, na região rural conhecida como Água Sumida, a cerca de 10 Km do centro da cidade.


O caso, segundo a polícia, aconteceu na sexta-feira 01. Alírio trabalhava em um descarregamento de carga de cacau e usava o jumento para fazer o transporte. O animal, por algum motivo, avançou contra ele e o feriu com mordidas na cabeça e no pescoço. 


O rapaz também foi pisoteado pelo animal e foi achado com marcas espalhadas pelo corpo. Moradores que encontraram o corpo de Alírio chamaram a polícia e, quando os agentes chegaram, o jumento ainda estava próximo ao local onde o corpo da vítima foi achado.


Uma ambulância do Samu chegou a ser chamada ao local, mas Alírio já estava morto. O corpo dele foi levado ao Instituto Médico Legal de Amargosa e sepultado, no sábado 02, no cemitério da cidade.




Fonte: Extra

Moradores na Austrália enfrentam "temporal" de aranhas








O dia está claro, mas, de repente, o vento sopra e o céu escurece com uma nuvem de aranhas. Não, não é uma cena de filme de terror. Moradores na Austrália têm enfrentado um verdadeiro "temporal" de aranhas nos últimos dias. Milhões de pequenas aranhas estão caindo do céu em regiões do sul do país. O fenômeno tem uma explicação.


Aranhas pequenas tecem fios finos de seda e, quando são apanhadas pelo vento, são levadas por grandes distâncias. Desta forma, elas podem encontrar novos territórios para colonizar. O fenômeno natural recebe o nome de "cabelo de anjo" ou "balonismo" (porque as aranhas planam ao sabor do vento). Trata-se de uma migração natural que ocorre com alguma periodicidade.


Para que o fenômeno ocorra é preciso uma combinação de fatores, como o céu ficar claro logo após a chuva, segundo o jornal NT News. Entre maio e agosto é o período que as aranhas estão tecendo suas teias.






Fonte: UOL

Mistério do “Chupa-Chupa” intriga moradores do interior do Ceará

 A agricultora Amélia de Irauçuba



Um “fenômeno sobrenatural” estaria acontecendo em Irauçuba, no interior do Ceará. No dia 10 de maio, a agricultora Amélia de Irauçuba alega que foi atacada por algo conhecido como “Chupa-Chupa”. 


Ela conta que ouviu seus animais agitados e quando se aproximou do chiqueiro, foi atacada e sentiu a pele arder e sangrar. Para o ufólogo Agobar Peixoto, trata-se de uma máquina extra-terrestre que perfura a pele e suga o sangue de pessoas e animais. O “fenômeno” teria acontecido no norte do Estado, nos anos 80.


video




Fotógrafo captura imagens de OVNI na Espanha



Objetos foram vistos por cerca de 90 minutos.


Um fotógrafo capturou imagens de uma “frota” de Objetos Voadores Não Identificados no céu da Espanha.


Karl Jennings, em entrevista ao tabloide Mirror Online, do Reino Unido, disse que tirou as fotos na manhã do dia 27 de outubro de 2014, na região central de Madri.


Ele insiste que as fotos não foram alteradas de nenhuma forma e está convencido que os objetos bizarros não eram nem pássaros, nem aviões.


De acordo com Karl, os estranhos objetos foram vistos por cerca de 90 segundos antes de desaparecem atrás dos prédios.


Ele disse ainda que os objetos emitiam uma luz tão brilhante que podia ser vista mesmo de manhã.


Segundo Karl, não possuía asas ou hélices, não emitia nenhum som audível e não deixou rastros. Ele acredita que os objetos voaram a oito quilômetros de altitude e tinham entre três e quatro e meio metros de comprimento cada.


Karl consultou outras fotografias e tecnologias avançadas que demonstraram que os objetos não são pássaros, mas não conseguiram oferecer nenhuma outra explicação.


Como comparação, ele fotografou aviões com a mesma câmera e as mesma configurações, 20 minutos depois do evento.




Fonte: Band
 

Piloto de Barack Obama fala sobre o encontro com UFO para a FOX News



No último mês, um piloto que voou para o Presidente Barack Obama durante sua campanha de 2008 escreveu um artigo sobre um incrível avistamento UFO que teve em 1989. Hoje ele relata o acontecido para a  FOX News. Veja esta incrível entrevista. Ative a legenda com tradução no vídeo.




Fonte: UFOS Online

Primeiras ferramentas podem ter 3,3 milhões de anos, diz estudo













As primeiras ferramentas existentes no mundo podem ser muito anteriores ao que se achava até agora: foram descobertas no Quênia diversos objetos de pedra que datam de 3,3 milhões de anos, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira pela revista científica britânica "Nature". 


Os objetos descritos no trabalho antecipam consideravelmente as origens conhecidas do gênero "Homo", que se distingue por fabricar ferramentas, entre outras características, e que inclui os humanos atais, embora falte determinar que espécies de hominídeos os produziram. 


A existência de utensílios de pedra associadas ao gênero "Homo" tinha sido datada em 2,6 milhões de anos a partir de descobertas feitas na Etiópia. Lá, foram encontrados instrumentos de pedra junto a partes de fósseis de um dos mais antigos exemplares do gênero "Homo", o "Homo habilis", pertencente à cultura denominada olduvaiense. 


A principal autora do estudo publicado hoje, Sonia Harmand, do West Turkana Archaeological Project, mostra que os objetos desenterrados na jazida Lomekwi 3 perto do Lago Turkana, no Quênia, são anteriores as ferramentas olduvaiense em mais de 700 mil anos. A coleção inclui bigornas, martelos de pedra e cantos do mesmo material empregados para cortar e afiar. 


O trabalho mostra que as peças recém-descobertas são mais antigas do que as ferramentas da cultura olduvaiense e, assim como que os hominídeos da zona de Lomekwi, tinham uma poderosa aderência manual e bom controle da motilidade, dando mostras de capacidades cognitivas de parentes próximos do ser humano.


Além disso, a forma das ferramentas achadas no Quênia indica que foram usadas com toda a força possível para amassar objetos e fabricar lâminas afiadas, conforme o relatório. 




Fonte: Terra
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...