sábado, 14 de novembro de 2009

Fósseis revelam a existência de um rinoceronte pré-histórico no México


Esta espécie tinha tamanho mediano e chifres muito menores que as espécies atuais.

Paleontólogos mexicanos identificaram como pertencentes a espécie de rinocerontes "Teleoceras Hicksi" fósseis que foram encontrados nol estado de Jalisco, um lugar onde habitaram há pouco mais de 4,5 milhões de anos, disse a Efe o responsável pela investigação.

"Quando soubemos que ninguém havia estudado os fósseis nos tomamos a iniciativa e hoje estamos descrevendo pela primeira vez uma espécie que somente havia sido identificada nos Estados Unidos", declarou o cientista Rubén Guzmán Gutiérrez.





Restos da espécie haviam sido encontrados até agora em Nebraska, Colorado e Texas, mas jamais no México, onde estavam na região jalisciense de Tecolotlán.

Guzmán, chefe do Departamento de Paleontologia da Secretaria de Turismo de Aguascalientes, centro do México, disse que os fósseis que hoje se encontram nos museus Regional e de Paleontologia de Guadalajara foram achados no fim dos anos sessenta na região jalisciense de Tecolotlán.

Na década de setenta foram mostrados ao público "sem nenhum tipo de informação relevante acerca da espécie", algo que se concertou agora ao determinar qual é a espécie a que correspondem, asseguram fontes do Instituto Nacional de Antropologia e Historia (INAH).

O que existe no México é um crânio quase completo de Teleoceras Hicksi, peça que além de Guzmán Gutiérrez estudaram os cientistas Gerardo Carbot Chanona, do Museu de Paleontologia Eliseo Palacios Aguilera en Chiapas, e Javier Juárez Woo, do Museu de Paleontologia de Guadalajara.

"O tipo ´Teleoceras Hicksi´ era de hábitos anfíbios. Viveu em zonas de clima tropical úmido e se alimentava de pastos", afirmou Rubén Guzmán

Os rinocerontes Teleoceras Hicksi viveram no quarto período geológico da Era Cenozoica, época em que surgiram numerosas especies vegetais encontradas nos estados mexicanos de Chihuahua, Guanajuato, Sinaloa, Michoacán, Chiapas, Morelos, Hidalgo e Estado do México, detalharam os paleontólogos do INAH.

"A investigação foi feita tantos anos depois porque não há apoio e muito menos paleontólogos suficientes, mas estamos seguros de que todavia existe muito por descobrir", acrescentou Guzmán Gutiérrez.

Além do espécime do museu, investigado e identificado plenamente, existem vestígios de outros cinco rinocerontes que estão sendo investigados.

Para os cientistas mexicanos a nova informação sobre o Teleoceras Hicksi é uma grande "contribuição ao conhecimento científico e paleontológico do México".


Tradução: Carlos de Castro



Fonte: Terra Chile




Rússia: Mendigos canibais vendiam carne humana para restaurante


Polícia russa prendeu três mendigos suspeitos de canibalismo e comércio de carne humana.

Três mendigos russos foram presos na cidade de Perm, que fica a mil quilômetros a leste de Moscou, na Rússia.

Os três teriam esquartejado e comido o corpo de um rapaz de 25 anos e vendido outras partes de seu corpo para uma barraquinha de kebab - que é uma espécie de espetinho turco.

As suspeitas foram levantadas quando partes de corpo humano foram encontradas perto de um ponto de ônibus, nos subúrbios de Perm.

Os três mendigos tinham extensa ficha criminal e foram presos, segundo as autoridades, sob suspeita de terem matado a vítima a golpes de martelo e facas e, depois, picado o corpo para comer.

- Depois de terem levado o crime a cabo, o corpo foi dividido: parte foi comida e parte vendida a um quiosque que vendia kebabs e tortas, diz o boletim dos investigadores de Perm.

De acordo com o boletim, não se sabe se a barraquinha de kebab chegou a vender carne humana para algum de seus clientes.



Fonte: R7




Veado ataca estátua ao confundi-la com rival nos Estados Unidos


Animal encontrou réplica de concreto em jardim. Casal de caçadores ganhou estátua dos filhos há 4 anos.

Um veado macho atacou uma estátua de concreto achando que se tratava de um rival, no interior da cidade de Viroqua, no estado americano do Wisconsin.

De acordo com reportagem publicada no jornal La Crosse Tribune, os donos da estátua de cerca de 290 quilos, Mark e Carol Brye, são caçadores e ganharam a réplica de presente de Natal dos filhos há quatro anos. Na semana passada, eles a encontraram no chão, com a galhada quebrada.

Em época de acasalamento, machos dominantes defendem territórios e fêmeas enfrentando outros machos.

Normalmente, o vencedor fica no local e o perdedor vai procurar outra área. Depois de atacar a estátua, o veado acabou morrendo a poucos metros de distância, ainda no terreno do casal.



Fonte: G1




Bruxas se reúnem em convenção



Santo André recebe neste fim de semana visitantes místicos. É a 6º Convenção das Bruxas e Magos.

A Vila de Paranapiacaba dá as boas vindas. As ruas estão desertas. Escuras. Um clima de assustar.

Mas para eles a noite está perfeita e pede roupa especial. Afinal, não é todo dia, que dá para usar um figurino desses: Capa longa, chapéu de bruxa. Mas elas logo avisam: não tem nada a ver com as bruxas das histórias infantis.

“A premissa de uma bruxa é sempre fazer o bem”, diz Miriam Martins, professora.

Eles são astrólogos, terapeutas, professores, operadores de telemarketing, mas, a profissão dá lugar para o mundo da magia.

Virou tradição. Há seis anos, bruxas e magos se reúnem e depois dos rituais, eles seguem em procissão pelas ruas de Paranapiacaba.

A noite escura fica logo iluminada. Enquanto caminham, eles agradecem a natureza.

Passam pela vila e chamam atenção da vizinhança. Quem sente, mesmo de longe, a boa energia dessas bruxas quer saber também um pouco mais sobre o mistério das magias.

As bruxas garantem: tem receita que é milagrosa. “Magia de amor: utilize uma vela azul representando o masculino e uma vela rosa representando o feminino.

Você coloca as velas juntas, num pires com mel, e acende as duas velas e pedindo para o universo trazer o seu par ideal”.

Oito mil pessoas devem participar da Convenção das Bruxas e Magos, que termina neste domingo (15).




Fonte: SPTV 2ª Edição




sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Sexta-feira 13 reúne mitos e superstições



Medo inspirado pela data tem várias explicações. Há quem não saia de casa no dia e desenvolva fobias.

Na famosa franquia cinematográfica de horror dos anos 1980, a sexta-feira 13 é o pior dia. É quando acontecem as mortes, as vinganças de Jason Voorhees -que morreu afogado num lago quando menino- ou de sua mãe.

Mas não só os frequentadores da colônia de Crystal Lake têm medo do dia. Na vida real, há quem não saia de casa, quem deixe de trabalhar ou mesmo quem desenvolva uma fobia ao número. Em 2009, aliás, três sextas-feiras caem no dia 13.



A idéia de que a sexta-feira 13 dá azar mistura duas superstições: a do número 13 e a da sexta-feira. Para os católicos, 13 eram os apóstolos da Última Ceia -e o 13º era Judas, que, de acordo com o Evangelho, traiu Jesus. Sexta-feira foi o dia da crucificação de Cristo, e há teólogos que afirmam que o Dilúvio começou numa sexta-feira.

A partir daí, muitos fiéis começaram a cancelar planos de viagem ou projetos no penúltimo dia da semana. Marinheiros também temiam viajar na sexta.

Segundo uma reportagem da revista "National Geographic" sobre o tema, na Roma antiga, as bruxas se juntavam em grupos de 12 -pois o décimo-terceiro era o demônio.


O 13 dos templários



A sexta-feira 13 também não foi um bom dia para a Ordem dos Cavaleiros Templários. Fundada no século XII, sua influência na Europa incomodou tanto alguns reis que, numa sexta-feira, 13 de outubro de de 1307, uma determinação de Filipe IV, da França, implantou uma 'caça às bruxas' e fez templários do país serem presos, excomungados e queimados na fogueira. Após cinco anos, os templários deixariam de existir, acusados de heresia.

Além da caça aos templários, a sexta-feira ficou conhecida por ser o dia das execuções oficiais. Na Inglaterra, era esse o dia em que os prisioneiros eram enforcados. Conta-se, também, que os condenados davam 13 passos até chegar ao local da corda.

Apollo 13

Insígnia da missão Apollo 13, em 1970 (Foto: Reprodução/Wikimedia Commons)



Muito da superstição que já existia quanto à sexta-feira e ao número 13 se intensificou quando houve o acidente com a missão tripulada da agência espacial americana Apollo 13, em 1970.

A missão partiu da terra às 14h13 e, no dia 13 de abril, dois dias depois do lançamento, foi abortada após uma explosão em um dos tanques de oxigênio. Os tripulantes conseguiram voltar ilesos para a Terra no dia 17.


A fobia do 13


Tudo isso fez com que crescesse a superstição quanto à sexta-feira 13. Ainda hoje, há prédios que não tem o andar 13, há ruas em que a numeração passa por 11, 12, 12,5 e 14 e existem países que tiraram o 'número do azar' de sua loteria nacional.


Painel de elevador em Buenos Aires exclui o número 13 dos andares (Foto: Reprodução/Wikimedia Commons)



Algumas pessoas, no entanto, levam tão a sério as superstições que desenvolvem uma fobia ao número. O nome científico para isso é triskaidekaphobia e é citado em manuais e livros médicos.

Segundo Robert B. Taylor no livro "White Coat Tales", um escritor russo chamado Sholom Aleiehem, que viveu no século XIX, tinha triskaidekaphobia.

Ele morreu num dia 13 mas, se você visitar sua lápide, num cemitério de Glendale, Nova York, vai encontrar a data 12a de maio de 1916.

O psicólogo Marcos R. Maximino, do Núcleo de Medicina Comportamental do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), confirma a existência da fobia do 13.

Segundo ele, “um comportamento supersticioso surge quando a pessoa associa – de forma intencional ou não – determinados fatos que ela vive, dando a eles valor positivo ou negativo.

Assim, surge uma crença que pode ser positiva (sorte) ou negativa (azar): fatos da vida cotidiana passam a ter um significado especial, sem que essa pessoa perceba.

A superstição é uma crença fundamentada na idéia de que determinado comportamento, atitude, número ou palavra pode trazer sorte ou azar.”



Fonte: G1



Cientistas fotografam peixe raro a 7,6 mil metros de profundidade

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Cientistas que trabalham na costa da Nova Zelândia conseguiram fotografar peixes que habitam regiões profundas do oceano, 7.560 metros abaixo da superfície.

É a primeira vez que se vê peixes vivos em tamanha profundidade no hemisfério sul.

As criaturas, de aparência estranha e coloração rosada, foram fotografadas quando nadavam na Fossa de Kermadec, uma vala situada no fundo do mar perto da costa neo-zelandesa.


Os Notoliparis kermadecensis foram fotografados a 7.650 m de profundidade


A equipe de pesquisadores vinha estudando a área com uma sonda submarina construída para suportar grande pressão.

No ano passado, a mesma equipe registrou a presença de peixes a 7.700 metros - a maior profundidade em que peixes foram filmados até hoje, segundo a equipe.

Os animais haviam sido encontrados na Fossa do Japão, no Oceano Pacífico, ao norte do Equador.


Aparência semelhante


As duas expedições integram o projeto Hadeep, que tenta expandir o conhecimento sobre a vida nas fossas oceânicas, as regiões mais profundas do mar.

Os peixes encontrados no mar profundo perto da Nova Zelândia têm aparência muito semelhante à daqueles encontrados no ano passado: de cor rosa pálida, com corpos arredondados e caudas longas - mas tratam-se, na verdade, de espécies diferentes.

Os habitantes da Fossa Kermadec são de uma espécie conhecida como Notoliparis kermadecensis , enquanto os da Fossa do Japão são da espécie Pseudoliparis amblystomopsis .

O pesquisador Monty Priede, diretor do Oceanlab, da University of Aberdeen, na Escócia, responsável pelo projeto Hadeep, disse:

"O que nos intriga é que cada uma das fossas parece ter sido colonizada por esses peixes, apesar de estarem em hemisférios diferentes".

"Presumimos que (evoluíram) a partir de ancestrais semelhantes (que habitavam) regiões mais rasas".

"Essas espécies nunca são encontradas fora das fossas - são regiões muito isoladas. Você pode imaginar as fossas como se fossem ilhas".

Os peixes foram fotografados com o uso de um mini-submarino acoplado com uma câmera, conectado a um barco e controlado a partir da superfície.

O submarino foi carregado com peixes podres, para atrair os animais do fundo do mar e permitir que eles fossem fotografados e estudados.

Mas diferentemente de 2008, neste ano a equipe de cientistas não conseguiu filmar os peixes (apenas fotografou), porque o submarino principal, que levava o equipamento de vídeo, foi perdido durante a operação.

Alan Jamieson, da empresa Oceanlab, que coordena o projeto, disse que ficou “devastado” com a perda do equipamento, avaliado em 150 mil libras (cerca de R$ 430 mil).


Sem Consenso



O debate sobre quais seriam as espécies de peixes a viver nas maiores profundidades do oceano divide especialistas.

Em 1960, os pesquisadores Jacques Piccard e Don Walsh baixaram a 10.910 metros na Fossa das Marianas, o ponto mais profundo dos oceanos.

Em seu livro Seven Miles Down, Piccard disse ter visto um tipo de peixe. Mas especialistas dizem que a 10 mil metros de profundidade, a pressão faria com que as janelas se curvassem, tornando difícil a visão do lado externo.

O recorde oficial do peixe encontrado à maior profundidade é do Abyssobrotula galatheae, localizado no fundo da Fossa de Porto Rico, em 1970, a uma profundidade de mais de 8.370 metros.


Os peixes de profundidade foram atraídos com peixes podres


Os pesquisadores tentaram retirar o peixe para estudá-lo, mas ele morreu antes de chegar à superfície.

A descoberta da equipe da Oceanlab tem o recorde para o peixe de maior profundidade estudado vivo.

O pesquisador Monty Priede disse esperar que mais peixes possam ser eventualmente vistos a profundidades ainda mais altas.



Fonte: BBC


Com 1,07 metro, cão americano é o mais alto do mundo

'Titan' vive em San Diego (EUA) com a dona, Diana Taylor. Ele tem a mesma altura que o recordista anterior, 'Gibson'.


O cão 'Titan', que vive com sua dona, Diana Taylor, em San Diego, nos Estados Unidos, é o mais alto do mundo, de acordo com o Guinness Book. (Foto: Crissy Pascual/Guinness World Records/AP)


'Titan' tem 1,07 metro, a mesma medida que o anterior recordista, 'Gibson', que morreu em agosto. (Foto: Peggy Peattie/The San Diego Union-Tribune/AP)



Fonte: G1





Prefeitura de SP proíbe adoção de gato preto na sexta 13




Para evitar maus-tratos aos animais, o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) da Prefeitura de São Paulo vai proibir hoje, sexta-feira 13, a adoção de gatos pretos e outros animais que estejam com a saúde debilitada.

O centro de zoonoses observou que a procura por esses animais --que normalmente é quase nula-- aumenta perto de datas como as sextas-feiras que caem no dia 13, a Semana Santa e o Dia das Bruxas e diz acreditar que os bichos sejam usados em rituais de bruxaria e magia negra.

O centro, que é ligado à Coordenação de Vigilância em Saúde, promove campanhas de adoção de animais que passaram por maus-tratos, abandono ou agressão.

Os bichos que estão lá são vacinados, castrados e recebem tratamento contra vermes antes de serem entregues aos novos donos.

De acordo com a instituição, a maioria das pessoas dispostas a adotar prefere escolher um bicho saudável, mas, em dias como hoje, aparecem candidatos a abrigar animais que estejam sem pata, sem olho ou com a saúde fragilizada.

Todos os candidatos a adotar passam por uma espécie de entrevista em que são indagados sobre qual o objetivo da pessoa em ter o bicho (companhia, segurança etc.) e onde ele irá viver e em quais condições.

O procedimento realizado pelo centro busca também descobrir se a pessoa tem outro interesse no animal.

Atualmente, o CCZ abriga três gatos pretos e alguns animais debilitados em processo de recuperação.

Quem procurar por um bicho nessas condições hoje vai receber uma simples orientação: voltar na semana que vem.



Fonte: Folha Online



Submarinos japoneses da 2ª Guerra são achados perto do Havaí

Os destroços do submarino japonês I-14 estão no fundo do mar do Pacífico, perto do Havaí


Na quinta-feira, pesquisadores anunciaram a descoberta de dois submarinos japoneses da Segunda Guerra Mundial, entre os quais um equipado para carregar aviões e atacar cidades americanas e o canal do Panamá, em águas profundas ao largo do Havaí, onde eles foram afundados 63 anos atrás.

Os submarinos, que estavam entre os cinco capturados por forças americanas ao final da guerra e trazidos ao Havaí para estudos, foram localizados ao largo da ilha de Oahu a uma profundidade de 780 metros, com o uso de submersíveis do Laboratório de Pesquisa Submarina do Havaí, que é financiado pela Administração Nacional da Atmosfera e Oceano (NOAA) e opera do campus da Universidade do Havaí em Manoa.

Os cinco foram rebocados para o mar alto em 1946 e torpedeados, e os pesquisadores disseram que um dos prováveis motivos era evitar revelar os detalhes de sua tecnologia às forças armadas soviéticas.

Uma das embarcações japonesas, o I-201, tinha capacidade de atingir velocidade subaquática da ordem de 20 nós, o que o tornava um dos mais rápidos submarinos a diesel já construídos.

Como outros submarinos japoneses, ele tinha um revestimento emborrachado no casco, inovação que tinha por objetivo torná-lo menos perceptível para os sonares e radares.

O outro, o I-14, era muito maior e mais lento, e foi projetado para carregar dois pequenos aviões, do modelo Aichi M6A Seiran.

Os aviões, que tinham asas e caudas dobráveis e eram capazes de carregar um torpedo ou uma bomba de 810 quilos, ficavam abrigados em hangares à prova de água no interior do submarino.

Podiam ser transportados ao convés e lançados por meio de uma catapulta. (O único Seiran remanescente da guerra faz parte do acervo da Smithsonian Institution.)

Somada à descoberta, quatro anos atrás, do I-401, um dos dois vasos japoneses que foram os maiores submarinos não nucleares já construídos, a descoberta "nos oferece um bom panorama de algumas das melhores tecnologias desenvolvidas no período final da guerra" pelos japoneses, disse Hans von Tilburg, do programa nacional de santuários marinhos da NOAA.

A busca também foi patrocinada pelo National Geographic Channel, que produziu um documentário cuja estreia acontece na próxima terça-feira.

Terry Kerby, o diretor de operações e piloto chefe do laboratório, disse que seu grupo vinha buscando por destroços da Segunda Guerra Mundial desde 1992, durante mergulhos de "teste e exame", nos quais as tripulações testam os sistemas dos submersíveis antes de grandes missões de exploração científica.

"Os grandes submarinos I tinham posição elevada em nossa lista", afirmou Kerby em entrevista coletiva telefônica.

Kerby afirmou que a localização do I-401 ajudou os pesquisadores a determinar a posição do I-14.

Quando a descoberta do I-401 foi anunciada, pessoal reformado da marinha americana contatou o laboratório para descrever o que havia acontecido a alguns dos demais submarinos.

Um dos marinheiros enviou um filme de 16 milímetros com imagens do I-14 sendo torpedeado. Enquanto filmava, ele moveu a câmera para mostrar Diamond Head e outros marcos da costa havaiana.

"Conseguimos identificar alguns daqueles marcos, triangular a posição em que o marinheiro se encontrava e identificar a área geral em que o I-14 afundou", disse Kerby.

O objetivo desses submarinos era o de ameaçar diretamente o território dos Estados Unidos, mas nenhum deles atacou.

Foram desenvolvidos tarde demais durante a guerra, e o serviço de informações americanos estava inteirado da ameaça.

Carl Boyd, professor aposentado de história na Universidade Old Dominion e co-autor de um livro sobre os submarinos japoneses na Segunda Guerra Mundial, disse que a marinha americana sempre esteve informada sobre a missão dessas embarcações.

Boyd, que não esteve diretamente envolvido nas descobertas, disse que impedir o acesso dos soviéticos à tecnologia havia provavelmente sido apenas uma das possíveis razões para afundar os submarinos em 1946.

Outra era a condição das embarcações. Estavam imundas - os submarinos estavam infestados de ratos quando capturados -, e em geral não podiam ser navegados de maneira confiável.

"Nós obtivemos o máximo de informações que pudemos, com eles", afirma o historiador. "Mas aquelas coisas claramente não eram seguras".


Fonte: Terra



SP: vereador pode ter morrido em ritual de magia negra, diz polícia


Um vereador da cidade de Bernardino de Campos, localizada no interior de São Paulo, foi encontrado com a cabeça decepada, em uma casa na zona rural da cidade, na manhã de quinta-feira, segundo informações da rádio Jovem Pan. A polícia acredita que o crime pode estar ligado a rituais de magia negra.

Dois suspeitos foram detidos pela polícia. Com um deles, foram encontrados livros e material relacionado a magia negra.

Os dois foram levados para a cadeia pública de Bernardino Campos e poderão responder pelo crime de homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Caso sejam condenados, os dois, que têm idade de 27 e 36 anos, podem ser condenados a até 25 anos de detenção.


Fonte: Jornal do Brasil