sexta-feira, 30 de setembro de 2016

A história do homem que foi empalhado e exibido como um animal



No início do século 19, era "moda" entre os europeus recolher animais de vários lugares do mundo, levá-los para casa e colocá-los em exposição. Um comerciante francês, porém, foi além e trouxe para casa o corpo de um guerreiro africano.


O escritor holandês Frank Westerman descobriu o homem em um museu espanhol há 30 anos e decidiu investigar a história por trás dele. Leia, a seguir, o seu relato:


AVISO: Algumas imagens ao longo deste texto podem ser consideradas ofensivas


"Uma cerca de arame decorativa nas cores nacionais - azul, branco e preto - marca a sepultura de um dos mais famosos - e menos invejados - filhos de Botswana: "El Negro".


Seu local de descanso em um parque público na cidade de Gaborone, sob um tronco de árvore e algumas pedras, faz lembrar o túmulo de um soldado desconhecido.


Uma placa de metal diz:
El Negro
Morreu em 1830
Filho da África
Trazido para a Europa morto
Levado de volta a solo africano
Outubro de 2000





Sua fama vem de suas viagens póstumas - que duraram até 170 anos - como as para exibições em museus na França e na Espanha. Gerações de europeus ficaram boquiabertos com o corpo seminu, que havia sido empalhado por um taxidermista. Ali ele ficou, sem nome, exibido como um troféu.


De volta a 1983, como estudante universitário na Holanda, eu acidentalmente acabei "cruzando" com ele em uma viagem de carona para a Espanha. Eu havia passado uma noite na região de Banyoles, uma hora ao norte de Barcelona. A entrada do Museu Nacional de História de Darder era coincidentemente na porta ao lado.


"Ele é real, você sabia?", uma garota de colégio gritou para mim.


"Quem é real?"


"El Negro!", a voz dela ecoou pela praça, acompanhada de roncos e risadas de seus amigos.


No instante seguinte, uma senhora apareceu saindo de um salão com um casaco sobre os ombros. Ela abriu o museu, me vendeu um ingresso e apontou na direção da Sala de Répteis.


"É ali", ordenou. "Aí vá passando pelas salas no sentido horário".


Quando eu estava no caminho para o Quarto Humano, um anexo do Quarto dos Mamíferos, passei uma parede de escalada com macacos e esqueletos de gorilas - e, de repente, comecei a tremer. Estava ali, o Negro de Banyoles, empalhado. Uma lança na mão direita, um escudo na esquerda. Curvando-se devagar, ombros levantados. Seminu, apenas com uma tanga laranja.


El Negro era um homem adulto, pele e ossos que mal chegavam a um cotovelo. Ele estava mantido em um recipiente de vidro no meio do carpete.


Ele era um ser humano, mas sendo exibido como qualquer outra amostra de animais selvagens. A história ditou que o taxidermista era um europeu branco e, seu objeto, um negro africano.


O reverso era inimaginável.


Ao ver essa cena, meu rosto corou e senti as raízes do meu cabelo formigarem - simplesmente por causa de uma sensação difusa de vergonha.


Senhora Lola não tinha uma explicação. Ela nem tinha um catálogo ou um livro com a história daquele homem. Me deu um cartão postal que dizia apenas "El Negro" e que trazia atrás "Museu Darder - Banyoles. Bechuana".


"Bechuana?", eu questionei.


Senhora Lola continuou olhando para mim. "Os cartões custam 40 pesetas cada", ela disse.
Comprei dois.





Vinte anos depois, decidi escrever um livro sobre a extraordinária jornada de El Negro de Botswana (Bechuana) até Banyoles e de volta de novo.


História

 

A história começa com Jules Verreaux, comerciante francês que, em 1831, testemunhou o enterro de um guerreiro no interior da África, ao norte da Cidade do Cabo, e depois retornou à noite - "não sem correr risco de morte" - para escavar até o corpo e roubar a pele, o crânio e alguns ossos.


Com a ajuda de um fio de metal que funcionava como a espinha, pedaços de madeira que funcionavam como membros, e enrolando tudo isso em jornais, Verreaux preparou e preservou as partes do corpo roubadas.


Depois, ele colocou o corpo em um navio para Paris junto com outros corpos de animais conservados. Em 1831, o corpo do africano apareceu em uma exposição na Rua Saint Fiacre, número 3.


Em reportagem, o jornal Le Constitutionnel elogiou o "corajoso Jules Verreaux, que deve ter encarado perigos entre nativos que são tão selvagens quanto negros". Esse texto deu o tom e, de repente, o "índivíduo do povo de Botswana" atraía mais atenção do que as girafas, hienas ou avestruzes.


"Ele é pequeno em postura, tem pele preta e sua cabeça está coberta por uma lã de cabelos crespos", dizia o jornal.


Mais de meio século depois, o "Botswano" apareceu na Espanha. À margem da exibição mundial em Barcelona em 1888, o veterinário espanhol Francisco Darder apresentou o homem em um catálogo como "O Botsuano", com um desenho em que ele é visto usando uma ráfia (como uma folha de palmeira) e segurando uma lança e um escudo.


Até o século 20, já tendo sido levado a Banyoles, uma cidade pequena ao pé dos Pirineus, as origens do homem haviam sido majoritariamente esquecidas, até que ele ficou conhecido como simplesmente "El Negro".


Em algum momento, a tanga laranja "reveladora" que Jules Verreaux havia colocado nele foi substituída por curadores católicos romanos do Museu de Banyoles, que o vestiram com uma saia laranja muito mais "recatada". Sua pele também ganhou um polimento de sapato para fazer com que ele parecesse ainda mais negro do que era.


De pé em sua "caixa" de exibição, levemente curvado e com um olhar penetrante, El Negro incorporava de uma forma mais pungente e angustiante, os aspectos mais obscuros do passado colonial europeu. Ele confrontava visitantes de frente com teorias de "racismo científico" - a classificação das pessoas como inferiores ou superiores baseado em medidas de crânio e outros pressupostos falsos.


Conforme o século 20 avançava, El Negro se tornou mais um anacronismo. Não só houve aumento de culpa e consciência sobre o fato de que seu corpo e túmulo haviam sido violados, como ficou clara a ideia de que ele, como um artefato europeu do século 19, refletia ideias que haviam se tornado universalmente insustentáveis.


Tudo começou a mudar em 1992, quando um médico espanhol de origem haitiana sugeriu, em uma carta para o jornal El País, que El Negro deveria ser retirado do museu. Os Jogos Olímpicos estavam vindo para Barcelona naquele ano e que o lago de Banyoles era um dos locais de competição. Com certeza, escreveu Alphonse Arcelin, atletas e espectadores que visitassem o museu local poderiam se sentir ofendidos com a visão de um homem negro empalhado.


O pedido de Arcelin foi apoiado por nomes importantes, como o do pastor americano Jesse Jackson, e o jogador de basquete Magic Johnson. O ganês Kofi Annan, então secretário-geral assistente da ONU, condenou a exibição dizendo que ela era "repulsiva" e "barbaramente insensível".


Mas, devido à resistência forte do povo catalão, que abraçou El Negro como "um tesouro nacional", foi preciso esperar até março de 1997 para El Negro desaparecer de vista do público. Ele foi armazenado e, três anos depois, em 2000, começou sua jornada final de volta para casa.


Volta à África

 

Seguindo longas consultas com a Organização para a Unidade da África, a Espanha concordou em repatriar os restos humanos para Botswana para um novo enterro cerimonial em solo africano. O primeiro passo da repatriação foi uma viagem à noite em um caminhão para Madri.


Uma vez na capital, seu corpo empalhado foi "desmontado" e desprovido de tudo de "não humano" que havia sido adicionado, como seus olhos de vidro. El Negro foi "desfeito", como se tudo o que Jules Verraux havia feito para conservar seu corpo por 170 anos tivesse sido rebobinado.


Sua pele, porém, estava dura e rachou. Por causa disso e por causa do tratamento com polimento de sapato, eles decidiram mantê-la na Espanha. De acordo com uma reportagem de jornal, ela foi deixada no Museu De Antropologia de Madri.


Assim, o caixão que ia para Botswana tinha apenas o crânio, além de alguns ossos de braços e pernas. Os restos do guerreiro de Botswana ficaram expostos na capital Gaborone, onde cerca de 10 mil pessoas passaram por ele para prestar as últimas homenagens. No dia seguinte, 5 de outubro de 2000, ele foi enterrado em uma área cercada no Parque Tsholofelo.

Foi um enterro cristão. "No espírito de Jesus Cristo", o padre disse com a mão na Bíblia, "que também sofreu". Um toldo, apoiado por dois postes, protegeu os convidados de honra do sol.


"Nós estamos preparados para perdoar", disse o então ministro das Relações Exteriores Mompati Merafhe para o público. "Mas não podemos esquecer os crimes do passado, para que não corramos o risco de repeti-los."


Houve bênçãos, cantos e danças.


Depois disso, o túmulo foi esquecido por muitos anos e o gramado ao redor dele foi usado como campo de futebol. Mais recentemente, porém, o governo de Botswana restaurou o local, transformou-o em uma área de visitação e colocou várias placas explicando a importância dele.


Mas, em 2016, ainda não se sabe quem esse "filho da África" era, qual era seu nome ou exatamente de onde ele veio.


Uma autópsia feita em um hospital catalão em 1995, no entanto, trouxe algumas informações. O homem que se tornou mundialmente conhecido como El Negro viveu cerca de 27 anos. Ele tinha cerca de 1,35m e 1,4m e provavelmente morreu de pneumonia."



Fonte: UOL

Raro elefante com presas ao contrário é encontrado na Malásia.



 
 
Formato lembra as presas do extinto tigre dentes-de-sabre.
 
 
Um raro elefante pigmeu com as presas ao contrário, lembrando as do tigre dentes-de-sabre, foi encontrado na Malásia, informaram representantes do departamento ambiental do estado de Sabá. O animal foi avistado em uma plantação de palmeiras no estado de Sabá, nas Ilha de Bornéu, na quinta-feira 15.
 
 — É muito raro — disse Sen Nathan, diretor assistente do departamento, em entrevista à AFP. — Nós não sabemos exatamente porque as presas são assim, mas pode ser por um defeito congênito ou talvez por relações endogâmicas.


O departamento enviou o animal a um santuário de elefantes em Sabá no sábado, onde ele ficará até que uma área selvagem adequada seja encontrada e ele possa ser libertado, com um dispositivo localizador.


— As presas parecem com as do pré-histórico tigre dentes-de-sabre, mas é claro que eles não estão relacionados — disse Andrew Sebastian, cofundador da Sociedade para o Ecoturismo e Conservação da Malásia. — Isso pode tornar a observação da vida selvagem em Sabá ainda mais interessante.


Entretanto, o defeito, que chama a atenção dos humanos, pode interferir no relacionamento do animal com outros elefantes, alertaram os especialistas.


Um estudo conduzido há uma década estimou em 2 mil o número de elefantes em Sabá, mas a espécie vem sendo ameaçada pelo avanço de populações humanas sobre o seu habitat.




Fonte: O Globo

Cientistas descobrem fóssil de minipterossauro no Canadá




Um grupo internacional de cientistas afirma ter descoberto um raro tipo de pterossauro no oeste do Canadá. Enquanto a maior parte dos pterossauros – um grupo de répteis voadores pré-históricos -, tem de quatro a oito metros entre as pontas das asas abertas, o novo espécime tem apenas 1,5 metro de envergadura. 


De acordo com os autores do estudo, publicado nesta quarta-feira, 31, na revista Open Science, da Royal Society – a academia britânica de ciências -, o novo animal tinha o porte de um gato, enquanto vários dos demais pterossauros tinham o tamanho de uma girafa e, com as asas abertas, alcançavam as dimensões de um pequeno avião. 


O inusitado minipterossauro teria vivido no período Cretáceo Superior, há aproximadamente 77 milhões de anos. Se a descoberta for confirmada, o novo animal terá sido o primeiro pterossauro a ser encontrado na costa oeste da América do Norte. Além disso, segundo os cientistas, é a primeira vez que um conjunto de fósseis tão recente é associado a pequenos pterossauros. 


Os pterossauros são os primeiros vertebrados a desenvolver a capacidade de voar e conviveram por cerca de 100 milhões de anos com seus primos distantes, os dinossauros, até que todos fossem extintos no fim do Cretáceo, há 66 milhões de anos. 


O novo pterossauro, no entanto, viveu há 77 milhões de anos, quando a maior parte dos répteis voadores já havia sido evolutivamente substituída pelas aves, que começaram a se diferenciar dos dinossauros há 165 milhões de anos. 


O estudo foi realizado por cientistas da Inglaterra, Estados Unidos e Canadá. Os pesquisadores encontraram fósseis correspondentes a um úmero – um osso do braço -, vértebras dorsais e outros fragmentos. Como os fragmentos eram muito esparsos, porém, os cientistas não quiseram dar um nome ao animal – como é feito com as novas espécies -, porque seria difícil provar com quais outros animais ele teria parentesco mais próximo. 


Os fósseis foram localizados em 2009, na ilha Hornby, que fica a cerca de 100 quilômetros de Vancouver, na província canadense de British Columbia. Segundo os autores, os fragmentos foram encontrados por um colecionador e voluntário do Museu Royal British Columbia, que os doou à instituição. 


O novo animal pertence à família dos pterossauros Azhdarchidae, um grupo de répteis voadores com asas curtas e desprovidos de dentes, que dominou a fase final da evolução dos pterossauros. 


Estudos anteriores sugeriam que os céus no fim do Cretáceo eram ocupados apenas por pterossauros bem maiores, além de aves. A nova descoberta, no entanto, indica que a diversidade desses animais naquele período era maior do que se imaginava. 


“(Descobrir) esse novo pterossauro é emocionante, porque isso sugere que os pequenos pterossauros estavam presentes até o fim do Cretáceo e não haviam sido vencidos na competição com as aves”, disse uma das autoras do estudo, Elizabeth Martin-Silverstone, que faz seu doutorado em paleobiologia na Universidade de Southampton, na Inglaterra. 


“Os ossos dos pterossauros são notoriamente mal preservados e animais maiores parecem ter ficado mais bem preservados em ecossistemas também existentes no fim do Cretáceo na América do Norte. Isso sugere que a preservação de um pequeno pterossauro poderia ser muito rara, mas não necessariamente que eles não existiram”, disse Elizabeth. 



Pequenos e raros


 
De acordo com a pesquisadora, mesmo entre os pterossauros maiores do fim do Cretáceo, há uma ausência de registros fósseis de pequenos filhotes, o que seria uma evidência de um viés de má conservação entre os pequenos pterossauros. 


“É mais um elemento de um grande conjunto de evidências de que o fim do Cretáceo não foi dominado por espécies gigantes e de que os pterossauros menores podem ter sido bem representados nessa época”, afirmou. 


“Esse espécime está longe de ser o mais bonito ou mais completo fóssil de pterossauro que veremos, mas ainda assim é um achado emocionante e significativo”, disse outros dos autores, Mark Witton, especialista em pterossauros da Universidade de Protsmouth (Reino Unido). 

 
De acordo com Witton, é raro encontrar fósseis de pterossauros porque seus esqueletos são leves e se danificam facilmente depois da morte dos animais. Os pequenos pterossauros são mais raros ainda. 


“Mas por sorte, diversos ossos deste animal sobreviveram. Examinando a estrutura interna dos ossos e a fusão de suas vértebras, podemos concluir, apesar do tamanho pequeno, que o animal estava quase completamente maduro. Por isso acreditamos que se trata de uma espécie genuinamente pequena e não de um filhote de uma espécie maior”, explicou Witton.




Fonte: Isto É

Homens chegaram à América do Sul há pelo menos 14 mil anos, indica estudo

Imagem mostra (à esq.) três diferentes locais de impacto onde ossos de animais teriam sido fraturados por ferramentas humanas. Também é possível ver (à dir.) os entalhes e cicatrizes ampliados para análise





 Crânio de Luzia, um dos fósseis mais antigos já encontrados no Brasil


Os homens já ocupavam a América do Sul há cerca de 14 mil anos, segundo evidências de uma pesquisa publicada na quarta-feira (28) pela revista PLOS.


O estudo conduzido por Gustavo Politis, da Universidade Nacional de Buenos Aires, analisou os Pampas da Argentina e encontrou ossos de animais quebrados por ferramentas humanas. O achado indica que os Homo sapiens teriam chegado à América antes do que acreditávamos.


Pesquisas anteriores afirmavam que os mais antigos habitantes do continente americano eram o povo da cultura Clóvis. Eles seriam de uma cultura pré-histórica que surgiu 13 mil anos atrás e receberam este nome por terem sido encontrados na cidade de Clóvis, Novo México, nos Estados Unidos.


Os novos achados colocam em xeque essa teoria, pois a ocupação humana do continente seria anterior aos indícios encontrados em Clóvis.


O local de pesquisa escolhido pelos cientistas foi Arroyo Seco 2, um sítio arqueológico considerado um dos mais importantes da Argentina e tem sido estudado desde 1972.


Na região, os pesquisadores encontraram ferramentas antigas, restos ósseos de diversas espécies extintas e ossos de animais contendo fraturas provavelmente causadas por ferramentas de pedra. 


Lugar de reunião

 

Os arqueólogos explicaram que várias partes do corpo de mamíferos extintos foram encontradas reunidas em um mesmo local, o que indica que ali deveriam acontecer atividades humanas de depósito e transporte de carcaças de animais para consumir em acampamentos temporários.


Os ossos concentrados também podem indicar a área onde aconteciam os abates.


Segundo resultados de técnicas de datação feitas por radiocarbono e análises microscópicas, cientistas calculam que as amostras são de entre 14.063 e 13.068 anos atrás.


Outros indícios já foram encontrados

 


Não é apenas na Argentina que existem indícios que contradizem a teoria que o povo da cultura Clóvis foi o primeiro da América. Um estudo publicado no fim do ano passado mostra que no Chile foram descobertos indícios de humanos nômades há 18.500 anos.
 
 
No Brasil, a descoberta de um crânio de cerca de 12 mil anos em Minas Gerais, Luzia, também questiona a teoria norte-americana sobre a entrada dos primeiros habitantes do continente.

 

 

 Fonte: UOL

Leoa pode desenvolver juba, aponta revista científica






Uma das maiores 'certezas' do mundo animal pode estar com os dias contados. Nem sempre os leões agora podem ser identificados somente pela juba. A fêmeas também passaram a desenvolver a cabeleira.


Um grupo de cientistas liderado pelo zoólogo britânico Geoffrey Gilfilla, da Universidade de Sussex, observou um grupo de cinco leoas com juba e comportamento masculino em Moremi, Botsuana.


O estudo do zoólogo foi publicado na revista African Journal of Ecology com imagens de leoas idênticas aos reis da selva.


A revista explica o provável fenômeno do cabelo nas fêmeas: um elevado nível de testosterona.


Os machos castrados produzem menos hormônio masculino e sua cabeleira desaparece. A juba cresceu em uma leoa que vive no Jardim Zoológico Nacional da África do Sul, em Pretória. As análises veterinárias revelaram a existência, em seus ovários, de uma anomalia que estimulava a testosterona. Depois de retirados, a leoa voltou a ter aspecto feminino.


Geoffrey estuda a comunicação entre os felinos do delta do rio Okavango. Caso consiga estabelecer uma conexão, poderá gravar os rugidos para usar em alto-falantes e assim afugentar os leões quando estes se aproximarem do gado, evitando serem mortos por fazendeiros.




Fonte: Rede TV

Há 42 anos na Câmara de SP, funcionário conta os fantasmas que já viu lá


O Palácio Anchieta, sede da Câmara Municipal de São Paulo, carrega a fama de ser assombrado por fantasmas e outras entidades sobrenaturais


O Salão Nobre do Palácio Anchieta, sede da Câmara Municipal de São Paulo, fica próximo ao local onde foi avistado um suposto fantasma. "Apareceu uma loira no oitavo andar, no banheiro que fica perto do Salão Nobre. Ela veio flutuando e estava toda vestida de noiva. Saí correndo e depois ela sumiu também", diz o ascensorista Aristides Saturnino de Paula


Elevadores do Palácio Anchieta, sede da Câmara Municipal de São Paulo. "Eu estava no elevador, no quinto andar, quando entraram três pessoas. Só que um dos três não era gente, era invisível --cruzou a porta do elevador e desapareceu", conta Aristides Saturnino de Paula, ascensorista que trabalha há 42 anos na Casa



 Heliponto do Palácio Anchieta, que foi utilizado para resgate das vítimas do incêndio do edifício Joelma, em 1974. Ele está desativado desde então 


 Escada símbolo do Palácio Anchieta, prédio da Câmara Municipal em São Paulo


Quadros com retratos de ex-presidentes da Câmara Municipal de São Paulo ocupam corredor do 8º andar do Palácio Anchieta 


Aristides conta que é "perseguido" por espíritos e fantasmas desde a infância, por ser sensitivo, e por isso acumula tantas histórias. "Eu trabalhei durante a noite por 23 anos, mas tive que pedir para sair desse horário porque tomava muito beliscão dos fantasmas dentro do elevador" 


O ascensorista Aristides Saturnino de Paula, que trabalha no prédio há 42 anos, é referência quando o assunto é paranormalidade na Câmara. Ele afirma ter visto fantasmas por todos os cantos: desde nos banheiros e elevadores até na garagem do prédio


 "Aqueles que acreditam no mal-assombrado dizem que existem entidades que andam aqui dentro da Câmara assombrando as pessoas, criando certas dificuldades", conta o vereador Gilberto Natalini (PV), na Casa desde 2000 


 Plenário da Câmara Municipal de São Paulo



Quem vê a movimentação do saguão principal do Palácio Anchieta, sede da Câmara Municipal de São Paulo, nem imagina a fama que o prédio carrega: no boca a boca, corre a lenda de que o local é assombrado por fantasmas e outras entidades sobrenaturais.


O ascensorista Aristides Saturnino de Paula, que trabalha no prédio há 42 anos, é referência quando o assunto é a paranormalidade na Câmara. Ele afirma ter visto fantasmas por todos os cantos: desde os banheiros e elevadores até na garagem do prédio.


"Eu estava no elevador, no quinto andar, quando entraram três pessoas. Só que um dos três não era gente, era invisível --cruzou a porta do elevador e desapareceu", conta. 


Até mesmo uma versão da famosa lenda da loira do banheiro já aconteceu entre as paredes do prédio da Câmara, segundo De Paula: "Apareceu uma loira no oitavo andar, no banheiro que fica perto do Salão Nobre. Ela veio flutuando e estava vestida de noiva. Saí correndo e, depois, ela sumiu também", diz o operador de elevador, com convicção.


A explicação do funcionário para acumular tantas histórias é sua sensibilidade em relação ao mundo invisível. Ele conta que é "perseguido" por espíritos e fantasmas desde a infância: "Tive que pedir para sair do horário da noite porque tomava muito beliscão dos fantasmas dentro do elevador".


Caça aos fantasmas

 

Há quem acredite que o prédio seja assombrado por aqueles que morreram no incêndio do edifício Joelma, em 1974 --uma das maiores tragédias da capital paulista, que matou 189 pessoas e deixou outras 300 feridas. Como o Palácio Anchieta ficava próximo, seu heliponto --hoje desativado-- foi utilizado como base para as aeronaves de resgate, e o saguão do prédio, transformado em um hospital de campanha.


Para o vereador Gilberto Natalini (PV), que acumula mandatos desde 2000, a explicação pode ser mais antiga. "O terreno onde a Câmara está construída era um terreno anexo ao rio Anhangabaú e era um cemitério de índios, segundo reza a lenda", diz.


Verdade ou não, os rumores de assombração seguem correndo pela Câmara dia após dia. "Tem gente que tem até medo de andar sozinho pelos corredores à noite", diz Natalini.


Aristides conta que os fantasmas que "vê" são sempre aparições diferentes. "[Mas] De político nunca vi", afirma.




Fonte: UOL

Zoológico alemão mata leão após fuga




Em Leipzig, dois leões fogem de jaula e um deles é sacrificado, após tranquilizantes não terem surtido efeito. Zoológico investiga como ocorreu a fuga. 


Animais viviam no local há um mês e meio. Um leão foi morto a tiros no zoológico de Leipzig, no leste da Alemanha, na quinta-feira (29/09), após ter fugido da jaula junto com outro animal. Funcionários do local tentaram imobilizá-lo, mas os tranquilizantes não surtiram efeito. O leão foi sacrificado quando furou o bloqueio de segurança. 


"Foi um desfecho muito triste, mas não tivemos escolha. Trata-se da segurança de pessoas", afirmou o diretor do zoológico Jörg Junhold. 


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Os dois leões, Majo e Motshegetsi, escaparam da jaula no início da manhã, quando o zoológico ainda estava fechado. A administração do local ainda não sabe com os animais conseguiram fugir do espaço construído há quinze anos. A área conhecida como Savana dos Leões era considerada segura. 


Depois da fuga, os leões se esconderam num matagal dentro da área do zoológico. Eles foram encontrados assustados pelos funcionários. Cerca de 40 pessoas trabalharam na operação de resgate. Depois que Majo foi pego, o grupo tentou imobilizar Motshegetsi com tranquilizantes. No entanto, a medicação não surtiu efeito e a situação saiu do controle. O animal foi morto a tiros, quando furou o bloqueio. 


Os dois leões, da Namíbia, chegaram em Leipzig em meados do mês passado. Eles foram transferidos do zoológico de Basileia, na Suíça. Os animais tiveram algumas semanas de adaptação antes de serem expostos ao público há poucos dias. Com a vinda dos dois novos exemplares, o zoológico pretendia dar início a uma criação da espécie. 


Essa não é a primeira vez neste ano que o zoológico de Leipzig tem problemas com morte de animais. Em março, um tigre foi morto por outro depois que a divisão que os separava foi removida acidentalmente.


A Federação de Proteção Animal da Alemanha exige que as circunstâncias da morte do leão sejam esclarecidas e pediu ainda que o zoológico verifique suas medidas de segurança para evitar que situações como esta voltem a acontecer. 




Fonte: Terra

Quem passou aqui? Pegadas gigantes são encontradas na China






O mistério sobre a possível existência do Pé Grande continua: a suposta descoberta de novas evidências poderá confirmar que não se trata apenas de um mito.

Na cidade de Pingyan, na China, um grupo de fotógrafos encontrou pegadas gigantes de humanos fossilizadas em rochas, de acordo com informações divulgadas pela agência Sina de notícias. O achado ocorreu no final do mês de agosto.  


Agora, os pesquisadores estão estudando a origem e a data dessas marcas para revelar o mistério que as rodeia. A descoberta impressionante de pegadas gigantes não é uma novidade, já que, em 1912, Stoeffel Coetzee encontrou uma marca de 128 cm de comprimento e 60 cm de largura.


Fonte: History

Duendes são os principais suspeitos por deslizamentos na Islândia (e o governo não nega)




Quando Siglufjördur, uma pequena cidade montanhosa no norte da Islândia, foi atingida por uma série de tempestades no verão passado, operários da construção civil que liberavam uma estrada logo se viram fugindo de deslizamentos de terra e lutando com a enchente do rio.


Um membro da equipe ficou ferido, e depois uma escavadeira quebrou. Um repórter de TV, que chegou para examinar os danos, caiu em uma poça de lama e teve de ser socorrido. A limpeza dos escombros virou um suplício de 10 dias e se tornou um espetáculo.


Os locais sabiam que a culpa havia sido das chuvas fortes. Ou dos duendes.


Acontece que operários haviam despejado terra, sem saber, sobre uma pedra que é especial o suficiente para ter seu próprio nome no folclore islandês: Alfkonusteinn. A pedra tem até um histórico que envolve um ser humano, uma fada e uma roupa encantada de duende.


Os duendes islandeses, também chamados de povo escondido ou álfar, não são criaturas minúsculas de orelhas pontudas, disse em um e-mail Alda Sigmundsdóttir, jornalista e autora de "The Little Book of the Hidden People: Twenty Stories of Elves From Icelandic Folklore" ("O pequeno livro do povo escondido: 20 histórias de elfos do folclore islandês", não lançado no Brasil). 


Dizem que eles são majestosos e parecidos com humanos, e uma boa forma de pensar neles, de acordo com Sigmundsdóttir, é como "a versão dos islandeses para o karma". Durante décadas os duendes foram acusados de causarem confusão em projetos de construção em toda a Islândia.


Procurado pela reportagem, Viktor A. Ingólfsson, um porta-voz da Administração Rodoviária e Costeira da Islândia, enviou uma declaração de quatro páginas da comissão detalhando sua posição oficial sobre os duendes.


"Não se pode negar que a crença no sobrenatural às vezes é a razão para preocupações locais" em torno de obras e desenvolvimento, de acordo com a declaração. Se existe a crença de que um determinado ponto é amaldiçoado ou habitado por duendes, "então esse deve ser considerado um tesouro cultural."


Sigmundsdóttir disse que boa parte do folclore em torno dos duendes tem a ver com a explicação para condições difíceis de vida.


"Estudiosos modernos acreditam que este era um dos meios pelos quais os islandeses tentavam controlar seus destinos em uma terra onde o clima era incrivelmente rigoroso e inclemente", ela disse.


O que aconteceu em Siglufjórdur provavelmente foi mais "um remanescente da antiga crença de que os lares do povo escondido são sagrados", disse Sigmundsdóttir. O folclore em torno dos duendes não é uma parte da vida cotidiana, ela disse, e às vezes a mídia internacional gosta de explorar histórias do chamado lobby do duende, muitas vezes para consternação dos locais.


No entanto, a administração rodoviária finalmente desenterrou a pedra do duende no final de agosto, de acordo com o jornal islandês "Morgunbladid". Ingólfsson disse em um e-mail que os locais pediram para que limpassem a pedra para honrar o folclore.


Só por garantia —e talvez para ter sorte— os funcionários lavaram a pedra com máquinas de alta pressão.





Fonte: UOL

Surge em deserto uma das maiores pegadas de dinossauro




Uma equipe de especialistas mongóis e japoneses descobriu no Deserto de Gobi (Mongólia) uma das maiores pegadas de dinossauro do mundo, com 106 centímetros de comprimento e 77 de largura, que acredita-se que tenha sido deixada por um Titanossauro, informou nesta sexta-feira a agência oficial "Montsame". 


A pegada foi achada em 21 de agosto por paleontólogos da universidade japonesa de Okayama e da Academia Mongol de Ciências, embora a descoberta só tenha sido anunciada hoje, dia em que foi confirmada sua autenticidade e a espécie à qual pertenceu. 


A pegada, na qual era possível ver a forma da planta do pé e as garras, foi encontrada em uma camada geológica de entre 70 e 90 milhões de anos, afirmou a agência mongol. 


O animal, de cerca de 30 metros de comprimento e 20 de altura, possivelmente deixou a pegada de uma de suas patas esquerdas em um solo que depois, com a desertificação da zona, ficou recheada de areia, ajudando sua conservação. 


O Titanossauro era um gigantesco animal de longo pescoço, herbívoro, que habitou no período Cretácico. 


"É uma descoberta muito especial, já que trata-se de uma pegada fossilizada muito bem conservada, de mais de um metro de comprimento e sinais das garras", afirmou um comunicado da Universidade de Ciências de Okayama. 




Fonte: Terra
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