sábado, 28 de fevereiro de 2015

Misteriosas “cornetas voadoras” sobrevoaram Teresina em 1943

NOTÍCIA DO JORNAL TERESINENSE GAZETA, 19 DE JUNHO DE 1943



Drones buscam vestígios de civilizações antigas na Amazônia



Cientistas britânicos vão usar um drone para fazer varreduras na Amazônia brasileira e procurar vestígios de civilizações antigas.


O avião não-tripulado que será enviado para a região é equipado com um laser que analisa e procura por áreas onde podem ter existido construções há milhares de anos.


O objetivo do projeto é determinar qual era o tamanho destas comunidades milenares e até que ponto elas alteraram a paisagem local.


Os pesquisadores anunciaram a iniciativa durante a reunião anual da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS, na sigla em inglês), na cidade de San Jose, na Califórnia.


O projeto, uma parceria entre agências e instituições do Brasil e Europa, já conseguiu uma verba de US$ 1,9 milhão (cerca de R$ 5,3 milhões) do Conselho Europeu de Pesquisa.


Dependendo dos dados obtidos, eles também podem ser usados para a elaboração de políticas de uso sustentável da floresta.


Mas a questão mais importante é tentar compreender a escala e as atividades das populações que viveram na Amazônia no final do período antes da chegada dos europeus à América, ou seja, os últimos 3 mil anos antes de 1490.



Padrões no solo


A equipe internacional vai tentar encontrar na Amazônia os chamados geoglifos, que são desenhos geométricos grandes feitos no chão.


Mais de 450 destes geoglifos, em vários formatos geométricos, foram encontrados em locais onde ocorreu desmatamento.


Mas até hoje ninguém sabe exatamente o que estes círculos, quadrados e linhas representam - há indícios de que fossem centros cerimoniais.


No entanto, o que se sabe é que eles são provas de um comportamento coletivo. "É um debate acalorado agora na arqueologia do Novo Mundo", afirmou Jose Iriarte, da Universidade de Exeter, na Grã-Bretanha.


"Enquanto alguns pesquisadores acreditam que a Amazônia foi habitada por pequenos grupos de caçadores-coletores ou então por pequenos grupos de cultivavam apenas para a subsistência, que tiveram um impacto mínimo no meio ambiente, e que a floresta que vemos hoje foi intocada por milhares de anos, há cada vez mais provas mostrando que este pode não ser o caso."


"Estas provas sugerem que a Amazônia pode ter sido habitada por socieades grandes, numerosas, complestas e hierárquicas que tiveram um grande impacto no meio ambiente; o que nos chamamos de 'hipótese do parque cultural'", disse o cientista à BBC.


Drone e satélite


O projeto de Iriarte prevê o sobrevoo do drone por algumas áreas da floresta que servirão de amostra.
O laser acolpado ao drone vai procurar geoglifos estão escondidos em regiões ainda não desmatadas.


Parte da luz deste laser, chamado de "lidar" ("light-activated radar", ou radar ativado pela luz, em tradução livre) consegue ultrapassar a barreira das folhas das árvores.


Serão feitas várias inspeções e, se a existência dos geoglifos for confirmada, os cientistas vão tentar determinar mudanças específicas que foram deixadas no solo e na vegetação pelos antigos habitantes.


Estas "impressões digitais" poderão ser buscadas por imagens de satélites, possibilitando uma busca em uma área muito maior da Amazônia, maior do que com o pequeno drone.


E, a partir deste projeto será possível avaliar como a Amazônia pode ser gerenciada de forma sustentável. Segundo Iriarte, não é possível especular quais seriam as mudanças futuras aceitáveis na Amazônia se não existir uma compreensão completa de como a floresta foi alterada no passado.


"Queremos ver qual é a pegada humana na floresta e então formar uma política (de uso), pois pode ser o caso de que a biodiversidade que queremos preservar seja o resultado de uma manipulação no passado desta floresta", explicou.




Fonte: Terra

NASA quer mandar submarino para uma das luas de Saturno




Por volta de 2040, a Nasa pretende enviar um submarino para explorar um dos mares de Titã. O astro é uma das 62 luas de Saturno, segundo maior planeta do Sistema Solar (menor apenas que Júpiter).


Um estudo sobre o veículo foi divulgado pela agência espacial americana na internet. Nele, o órgão informa que o submarino está sendo desenvolvido para circular pelo Kraken Mare.


Um dos maiores mares de Titã, o Kraken Mare conta com cerca de mil quilômetros de extensão e é composto de etano e metano. Entretanto, a Nasa ainda terá de superar desafios para tornar o projeto realidade. Um deles envolve o envio de informações a partir de Titã. 


"A transmissão de dados por uma distância de mais de um bilhão de quilômetros requer uma antena grande", explicou a agência no estudo sobre o submarino.


O projeto prevê que uma espaçonave leve o submarino até Titã. A ideia é que o veículo percorra uma distância de cerca de 2 mil quilômetros durante 90 dias no Kraken Mare. Nesse período, o submarino irá realizar experimentos científicos.


"O veículo contará com uma câmera para observar o estado do mar e a paisagem do litoral e fará observações meteorológicas", afirma a Nasa.




Fonte: MSN

Transplante de cabeça pode ser realidade em breve,diz médico

Desenho de transplante de cabeça realizado em um macaco há 40 anos Foto: The Mirror / Reprodução
 
 
Críticos dizem que teoria do italiano Sergio Canavero é “pura fantasia”.
 
 
Parece mais um roteiro de filme de terror, mas pode se tornar realidade – e em breve: o transplante de cabeça humana poderá ser testado já em 2017, segundo defende o médico italiano Sergio Canavero, do Grupo Avançado de Neuromodulação de Turin. As informações são do The Mirror.
 
 
A equipe liderada por Canavero apresentará um projeto em uma conferência médica da Academia de Cirurgias Neurológicas e Ortopédicas (AANOS), que acontecerá em junho nos Estados Unidos.


Segundo acredita o médico italiano, o transplante de cabeça poderá ajudar pessoas com doenças musculares degenerativas e com câncer. Testes básicos começaram a ser realizados em 2013 e agora o médico acredita que os maiores obstáculos tenham sido superados para que aconteça uma bem-sucedida fusão da medula espinal com uma nova cabeça, assegurando o sistema imunológico do corpo não a rejeite.


Basicamente, para o procedimento, a ideia é que o corpo do doador seja mantido congelado para manter as células o máximo possível sem oxigênio. Depois disso, o tecido em volta do pescoço seria dissecado e os grandes vasos sanguíneos seriam ligados utilizando tubos minúsculos. 


Assim, as medulas espinhais seriam limpas, cortadas do destinatário e movidas para o corpo do transplantado. Posteriormente, a pessoa iria ser colocada em coma por cerca de quatro semanas e, somente depois disso, poderia iniciar um processo de adaptação (como aprender a andar de novo, o que poderia levar até um ano).


Os críticos de Canavero dizem que a teoria é “pura fantasia”. Ele defende a ideia após 40 anos desde o primeiro transplante de cabeça feito em um macaco, além de uma operação similar em um rato realizado recentemente com sucesso na China.
 
 
 
 
Fonte: Terra

Conheça os deuses egípcios mais aterrorizantes



A mitologia egípcia é repleta de deuses das mais diversas características. Alguns deles, talvez menos conhecidos, por não serem os protagonistas das histórias mais comumente relatadas, são verdadeiramente assustadores. Segue abaixo uma breve lista das divindades egípcias mais amedrontadoras.



Mafdet: essa deusa, simbolizada por uma mulher com cabeça de gato, representava a justiça e as execuções. Com frequência, era retratada como um gato subindo em um carrasco, já que ela era invocada quando eram feitas as execuções dos inimigos do faraó.


Ammit: “O Devorador dos Mortos” era um demônio com cabeça de crocodilo, com parte superior do corpo de leão e inferior de hipopótamo. Se o coração de um morto pesava mais que as plumas da deusa Maat, símbolo da justiça e da verdade, ele era, então, considerado impuro, e Ammit o comia, transformando o defunto em um espírito vagabundo.


Shezmu: era o deus da execução, do sangue e do vinho: cortava a cabeça dos inimigos e a esmagava junto às uvas, para obter seu elixir. Com esse vinho, recebia os mortos no além.



Babi: representado por um macaco babuíno dotado de um falo enorme, era invocado para pedir fertilidade e uma boa vida sexual, embora de forma cuidadosa, já que ele costumava comer as entranhas das pessoas.



Menhit: deusa-gato, divindade da guerra, com tendência à agressão e ao assassinato. Seu nome pode significar “a degoladora”, “a que sacrifica” ou “a que massacra”.



Am-heh: deus do submundo egípcio, representado por um homem com cabeça de cão, que vivia em um lago de fogo, onde honrava o seu nome: “devorador de milhões”. Somente Atum, pai dos deuses, podia controlá-lo.




Fonte: History

Achados arqueológicos no Rio ajudam a desvendar mistérios do século 16

Largo do Machado, na zona sul do Rio de Janeiro, entre 1893 e 1894. Ao centro, palmeiras do Largo do Machado. No fundo, da direita para a esquerda, o Morro da Urca e o Pão de Açúcar Coleção Juan Gutierrez/Museu Histórico Nacional


Prestes a completar 450 anos, neste domingo (1º),  a cidade do Rio de Janeiro não tem edifícios de seus primórdios ainda de pé. Nenhuma casa do século 16 sobreviveu às mudanças urbanísticas e à especulação imobiliária dos últimos quatro séculos. 


Por esse motivo, descobertas recentes no centro da capital fluminense prometem ajudar a revelar segredos ainda escondidos sobre hábitos e costumes desses primeiros habitantes "cariocas".


Em um terreno de 800 metros quadrados, na esquina da 1º de Março com a Rua do Rosário, no centro, arqueólogos encontraram estruturas remanescentes do final do século 16, sob edificações mais novas. 


Além de cachimbos nativos, louças, cerâmicas e outros materiais de uso cotidiano, arqueólogos encontraram estruturas das estacas que ergueram as casas mais antigas, possivelmente de 1580.


Uma das responsáveis pela pesquisa no local, Jeanne Cordeiro, do Laboratório de Arqueologia Brasileira, explicou que será possível, pelas marcações encontradas, traçar um desenho dessas casas ocupadas a partir de 1580. Naquela época, a 1º de março chamava-se Rua Direita.


"Temos cozinhas, um vaso turco que seria um banheiro precário, quintais fechados, pátios com poço para captação de água. Esse todo nos ajuda a entender esse Rio de Janeiro, o que ele significa e por que nós somos dessa maneira", disse ela, ao lembrar que a maioria das casas daquela época era feita com estuque e coberta com palha e sapê. Poucas tinham telhas. 


"Eram estruturas muito frágeis. Somente no fim do século 16, início do século 17, começam a construir casas em pedra e cal, mais duradouras."


Ali será construído um edifício do Banco Bradesco. Nos últimos dez anos, a lei determina que toda obra de grande porte deve ter uma equipe durante o processo de escavações para estudo de impacto arqueológico. Algumas das estruturas encontradas ficarão expostas no novo edifício. "O poço, por exemplo, será preservado e ficará no hall do banco, será um espaço de memória", informou.


Jeanne explicou que o sítio pesquisado era um lote só, que se estendia da Rua do Rosário até a da Alfândega. A partir do século 17, por volta de 1623, começou a ser dividido em lotes menores até chegar a sete. Era composto por casas térreas e sobrados com três andares.


Os arqueólogos constataram que uma das casas pertenceu ao nobre português Manuel de Brito, dono de terras, que chegou ao Brasil com Estácio de Sá, fundador da cidade. 


Documentos apontam que o atual Mosteiro de São Bento ocupa o terreno que ele doou aos beneditinos.  As pesquisas também revelaram que um nativo chamado Martinho índio morou no local. "Mas esperamos, com mais estudos, compreender que tipo de habitação ele possuía", ressaltou Jeanne.


Para a arqueóloga Angela Buarque, do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), os achados têm grande relevância histórica, sobretudo, devido à falta de documentos e culturas materiais desse período de formação da cidade.


"A partir do século 18, 19, há muito registro, mas sobre o século 16, em particular para essa ocupação, os dados são precários. A maior parte se perdeu. O registro agora, como está sendo feito, pode trazer no futuro dados fundamentais sobre esse período," comentou. 


"Existem informações escassas sobre sítios do século 16, não conheço nem uma única publicação de arqueologia sobre o centro do Rio de Janeiro que abarque o século 16", informou ela.


A arqueóloga lembrou que um incêndio na antiga Câmara dos Vereadores em 1790 destruiu a maior parte do acervo daquela época. "Esses achados [na 1º de Março] acabam suprindo carências desses dados primários, desses documentos que foram destruídos."


Outro aspecto interessante sobre o sítio arqueológico da 1º de Março, segundo ela, é o fato de que no terreno há camadas de diferentes períodos históricos que revelam as diferentes ocupações e as transformações no espaço de viver.


Angela ressaltou que pouco se sabe sobre o episódio em que grupos indígenas Tupi ajudaram os portugueses a expulsar os franceses da região, na segunda metade do século 16. 


O cacique Arariboia, líder de uma dessas tribos, ganhou dos portugueses terras onde hoje se encontra Niterói, cidade na região metropolitana fundada por ele. "Antes, esses grupos viveram na região do centro do Rio. A cultura material tem ajudado a esclarecer esse momento histórico", completou.





Fonte: UOL

Criatura estranha achada em praia é identificada como polvo-véu nos EUA


Casal passeava em praia na Flórida quando se deparou com animal. Inicialmente, Jack LaPenta e sua mulher pensaram que fosse lula gigante.
 
 
Uma criatura estranha foi encontrada na quarta-feira (25) em uma praia de Hollywood, no estado da Flórida (EUA). Inicialmente, pensou-se que fosse uma lula gigante, mas era, na verdade, um polvo-véu (espécie Tremoctopus violaceus).
 
 
O animal foi descoberto por Jack LaPenta, que mora em West Hartford, no Connecticut. Ele se deparou com o polvo-véu enquanto caminhava na praia com sua mulher. A criatura estava enrolada em linhas de pesca.


Segundo o biólogo Charles Messing, professor do centro de oceanografia da Universidade Nova Southeastern (NSU), a espécie vive em mar aberto, mas, às vezes, as correntes marinhas fazem com que eles surjam ao longo da costa.
 
 
 
Fonte: G1

Descobertos dois tipos curiosos de aranha-pavão


Sparklemuffin - Foto: Divulgação/Jürgen Otto
 

Skeletorus - Foto: Divulgação/Jürgen Otto
 
 
Um estudo publicado por Madeline Girard, aluna de graduação da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA), e Jürgen Otto, entomologista de Queensland (Austrália), na revista "Science" trouxe a descoberta de dois tipos de aranha-pavão.


As novas espécies foram batizadas de "Skeletorus" e "Sparklemuffin".


A primeira aranha-pavão foi descoberta no século XIX, mas até recentemente o aracnídeo era bem pouco estudado. As espécies são conhecidas pelas cores brilhantes e por complexos rituais dançantes de acasalamento. Essas aranhas são bem pequenas, medindo entre 3 e 7 milímetros.


"Apesar do grande número de espécies descobertas nos últimos anos, não posso deixar de sentir que podemos ter apenas arranhado a superfície deste emocionante grupo de aranhas. A natureza parece ter sempre uma surpresa no estoque", disse Otto. 
 
 
 
 
 

Americanos flagram "buracos" em nuvens; fenômeno tem explicação científica











Quem olhou para o céu na quinta-feira (26) na região sudeste dos EUA, em Mississippi, Alabama e Louisiana, ficou intrigado com um mistério: nuvens pareciam perfurar o céu.



O fenômeno é conhecido como fallstreak holes, que é uma grande lacuna circular ou elíptica que pode aparecer em nuvens do tipo cirrocumulus e altocumulus, abaixo das quais oscilam trilhas de cristais de gelo.


Estes flagras têm fascinado e preocupado as pessoas ao redor do mundo por décadas, levando à especulação até sobre ETs.


Um estudo de 2011 descobriu que o pouso e a decolagem de aviões através da camada dessas nuvens são a provável causa desses buracos.






Fonte: UOL

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Morte misteriosa de 20 animais levanta suspeita da existência de chupa cabra



20 animais, entre ovelhas e cabras, morreram desde o início do ano em uma cidade do interior da Bahia com perfurações no pescoço e sem vestígios de sangue. A suspeita da existência de um chupa cabra tem assustado os moradores, que mudaram suas rotinas e tem deixado de sair de casa durante a noite.







Fonte: R7
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