sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Acidente aéreo causa lendário encontro com OVNI no México

Residente de Coyame, Leandro Valeriano, examina restos do impacto de um pequeno avião no deserto de Chihuahua, a norte de Coyame, no México. Os detritos podem ser parte do avião que colidiu com um OVNI em altas velocidades, em 1974 (Wikimedia Commons)


O suposto caminho feito pelo OVNI que colidiu com um pequeno avião civil perto Coyame, no México (Wikimedia Commons)
 

Em Coyame, México, 1974, no estado de Chihuahua, um objeto voador não identificado (OVNI) colidiu com um pequeno avião. Ambos os governos dos EUA e México responderam ao acidente. 


A série de eventos que se seguiram permaneceriam ocultos até o início da década de 2000, quando o México se tornou um polo de avistamentos de OVNIs, e investigadores se reuniram lá, descobrindo histórias ainda mais bizarras.


Em 25 agosto de 1974, um pequeno avião decolou de El Paso, Texas, indo em direção à Cidade do México.

 


Enquanto o pequeno avião civil continuava no seu curso, o radar da Defesa Aérea dos EUA acompanhava um OVNI voando sobre o Golfo do México em direção a Corpus Christi, Texas; isto foi por volta das 22h07.  O objeto viajava a mais de 3.000 km/h e as autoridades acreditavam se tratar de um meteoro. Mas isso mudou quando o objeto de repente mudou de rumo.


O objeto desacelerou e desceu com um novo movimento em direção a Coyame, uma cidade pacífica no deserto, a cerca de 64km ao sul da fronteira com os EUA, e com uma população de apenas cerca de 2,5 mil pessoas. Eventualmente, o objeto desapareceu das telas do radar. Aproximadamente uma hora depois, uma estação de rádio civil anunciou um acidente de avião, próximo a Coyame.


Na manhã seguinte, autoridades mexicanas iniciaram uma busca para o recolhimento do avião civil que havia caído. Aproximadamente às 10h35, equipes de busca mexicanas localizaram, através de rastreio aéreo, os destroços. 


Autoridades mexicanas então anunciaram outro local de acidente a apenas alguns quilômetros de distância. Momentos depois, as autoridades ordenaram silêncio nas rádios sobre a busca. Autoridades americanas ofereceram assistência para ajudar na limpeza e recolhimento. A oferta foi recusada.


Apesar da recusa, o Forte Bliss, no lado americano da fronteira, próximo a El Paso, estava organizando uma equipe de recolhimento e continuaram monitorando, através de vigilância aérea, os esforços mexicanos de recolhimento. Estes eventos e os que se seguiram foram associados em conjunto pelos pesquisadores Noe Torres e Ruben Uriarte, em seu livro “Mexico’s Roswell”.

 
Torres e Uriarte tinham como sua principal fonte um misterioso documento intitulado “Relatório Deneb”, que foi enviado anonimamente para ufólogos na década de 1990. Outras fontes incluem relatos de testemunhas oculares de moradores que viram a colisão no ar. 


Os autores também receberam uma postagem anônima em sua página no Wikipedia informando os nomes e os números de série de alguns soldados mexicanos e alguns funcionários do governo americano supostamente envolvidos no incidente. 


Os autores disseram, durante uma entrevista ao “Podcast UFO” em junho, que estão em processo de acompanhamento desses dados, que, segundo eles, têm provado ser promissores até agora, embora eles ainda não estejam dispostos a divulgar os nomes.


De acordo com estas fontes, a equipe de recuperação mexicana recolheu em caminhões os destroços das duas aeronaves colididas e se dirigiu para o sul. Autoridades dos EUA ordenaram um voo de baixa altitude e viram que o comboio, estranhamente, havia parado.


O voo de baixa altitude informou que todos os jipes e caminhões foram parados e dois corpos pareciam estar deitados no chão. Decidiu-se que a equipe de recuperação que estava a postos entraria em cena e se encarregaria do OVNI, apesar da recusa mexicana a receber assistência.

 


Quando as forças americanas chegaram no local, por volta das 16h do dia 26 de agosto, vestindo trajes de bio-perigo, eles tiveram uma visão espantosa. Todos os membros da equipe de recuperação mexicana estavam aparentemente mortos, e sobre a parte de trás de um dos caminhões, havia um nave metálica em forma de disco, com cor de aço polido e cerca de 5 metros de diâmetro, sem marcas.


De acordo com Torres e Uriarte, a causa das mortes era desconhecida e a equipe de recuperação, provavelmente, teve pouco ou nenhum tempo para investigar. Além disso, se a causa da morte dos soldados foi de fato biológica, então, retornar com um corpo para investigação seria perigoso.


O avião civil encontrava-se em pedaços pequenos, resultado aparente de uma colisão em alta velocidade. O disco mostrou alguns sinais de danos, também interpretados como sendo o resultado de uma colisão em alta velocidade no ar.


As equipes de resgate dos EUA não perderam tempo. Amarraram a nave a um helicóptero Sea Stallion e destruíram os vestígios remanescentes da equipe de recuperação mexicana, incluindo os seus veículos e as restantes peças do avião civil, com explosivos de alto rendimento.


A equipe de recuperação dos Estados Unidos levou a nave para o lado americano da fronteira, deixando apenas rumores e lendas da queda de um OVNI em Coyame.


Alguns dos moradores mais antigos de Coyame lembram daquele dia. Alguns lembram-se de soldados que se deslocavam pela cidade e outros lembram-se dos destroços do avião ainda em chamas.


Hoje, ambos os governos negam o incidente, e registros dos jornais de Coyame desapareceram a partir daquele mês. Os únicos registros que podem lançar alguma luz sobre o incidente incluem um artigo do jornal “El Heraldo de Chihuahua”, do dia 27 de outubro de 1974, que mencionou um grupo de soldados mexicanos que morreram durante um transporte militar.





Fogo misterioso atinge sofá em loja fechada na Inglaterra




 
 
Fogo chamava atenção por causa de seu formato quadrado. Jovem alertou os bombeiros, que arrombaram a loja e apagaram chamas.
 
 
Um fogo misterioso atingiu um sofá de uma loja fechada de Fulham, sudeste de Londres, na Inglaterra. Por sorte, Ragini Patel flagrou o sofá em chamas, após ser alertada por um adolescente, e avisou os bombeiros.


Os bombeiros tiveram que arrombar a porta da loja para conseguir apagar o fogo, que começou em um formato quadrado e lentamente se espalhou pelo sofá.


"Liguei para os bombeiros imediatamente e, em seguida, comecei a filmar porque era muito estranho [o formato do fogo]", disse ela.




Fonte: G1

“Rastro” misterioso surge no céu da Sibéria e gera polêmica


 
 Residentes na cidade de Barnaul, nas margens do rio Ob, capturaram o mistério em fotos e vídeos.
 
 
Uma espécie de “nuvem” misteriosa causou diversas reações entre os moradores de uma cidade da Sibéria na última segunda-feira. 


O rastro de luz no céu alaranjado tem um formato de diversos círculos e zigue-zagues – tornando impossível, por exemplo, ter sido feita por um jato comum. Algumas pessoas levantaram a suspeita de ser o rastro deixado por um ovni. As informações são do Daily Mail.


Nenhuma confirmação oficial foi dada pelas autoridades sobre o que teria causado o desenho no céu, mas a forma “artística e estranha” é, provavelmente, o rastro de algum foguete – que teria sido lançado pouco antes de as pessoas tirarem as fotos. 


Especialistas dizem que os padrões são consistentes com a segunda fase de desengajamento das peças usadas para o foguete cair de volta à Terra.


Residentes na cidade de Barnaul, nas margens do rio Ob, capturaram o mistério em fotos e vídeos. 


A região siberiana de Altai é perto da pista de lançamento do foguete Proton-M, que teria decolado na mesma manhã, na fronteira com o Cazaquistão. Nessa região, é bastante comum que detritos espaciais caiam causando alguns “fenômenos” curiosos.


De acordo com especialistas, o frio extremo da região permite a criação dessas nuvens, pelo encontro do vapor quente dos destroços com o ar gelado.


Natalia Pavlova, chefe do planetário de Barnaul, disse que os padrões da nuvem podem ter sido causados pelo lançamento do foguete, mas ressaltou que também poderia ser determinado por meteoros. No entanto, não houve relatos deste fenômeno no dia.


Residentes na Rússia estão se acostumando a ver luzes misteriosas no céu. No mês passado, uma explosão inexplicada foi testemunhada em Yekaterinburg, a quarta maior cidade do país.  


Meteoritos, mísseis, um acidente de avião e até mesmo atividade extraterrestre estavam entre as muitas teorias propostas para explicar o incidente, em 14 de novembro.




Fonte: Terra

Pesquisadores registram imagens de peixe em habitat mais profundo já visto










Cientistas revelaram imagens de um peixe bizarro filmado por uma câmera robô a mais de oito quilômetros de profundidade. As imagens foram feitas na fossa das Marianaa, no oceano Pacífico. Veja Vídeo.


Ela tem cerca de 11 quilômetros de profundidade e é considerada a parte mais profunda dos oceanos.
Essas imagens quebraram um recorde porque foram captadas a 8.145 metros abaixo da superfície – 500 metros a mais que a marca anterior. Além do peixe, diversos crustáceos gigantes foram captados pela câmera.


Essas espécies foram descobertas por uma expedição internacional à fossa das Marianas e agora devem ser estudadas de forma mais intensa.




Fonte: BBC

Presos de Alcatraz podem ter sobrevivido a fuga, afirma estudo das marés











Os três prisioneiros que escaparam da prisão de Alcatraz, em São Francisco, na Califórnia (EUA), em uma das mais famosas e elaboradas fugas de prisões já registradas na história dos Estados Unidos, podem ter sobrevivido e chegado à terra, concluíram cientistas em um estudo recente.


Usando o mais recente software de hidráulica e informações sobre as marés na noite da fuga em 1962, três pesquisadores holandeses afirmaram que os três homens poderiam ter conseguido chegar ao lado norte da ponte Golden Gate se eles tivessem saído de Alcatraz entre 23h e meia-noite.


Se a fuga aconteceu antes das 23h, as fortes correntes da baía de São Francisco teriam arrastado-os para o oceano Pacífico e, consequentemente, para a morte, segundo o levantamento.


Funcionários da prisão e agentes federais insistiram, na época, que os presos – os irmãos John e Clarence Anglin, e Frank Morris - não conseguiram sobreviver à fuga, mas os seus corpos nunca foram encontrados, por isso a especulação de que tenham saído vivos da façanha perdura.


"Claro que isso não prova que eles sobreviveram. Mas, a informação mais recente e melhor modelagem hidráulica indicam que isso certamente é possível", afirma Rolf Hut, pesquisador da Universidade de Tecnologia Delft, na Holanda.


Os cientistas apresentaram as descobertas nessa terça-feira (16) durante conferência da União Americana de Geofísica, em São Francisco, na Califórnia (EUA).


Os três prisioneiros cumpriam sentença por roubo a banco quando fugiram em uma jangada construída com colheres roubadas da prisão, peças de manequim e uma capa de chuva. A façanha foi transformada no filme "Escape from Alcatraz", de 1979, estrelado por Clint Eastwood, no papel de Morris.

O agente federal Michael Dyke, que herdou o caso não resolvido em 2003, já havia dito à Associated Press que ele não sabia se algum dos três fugitivos ainda estava vivo, mas, que havia provas suficientes para que ele cogitasse isso.
  Uma das provas é o relato de que por vários anos a mãe dos Anglin recebeu flores entregues sem um cartão de identificação e que os irmãos foram ao seu funeral em 1973, disfarçados com roupas de mulher, apesar de uma presença pesada do FBI.


Para seu estudo, os cientistas holandeses simularam dezenas de lançamentos de barco a partir de diferentes pontos da ilha de Alcatraz, a cada 30 minutos entre 22h e 4h, em condições parecidas com a da noite da fuga. Eles também consideraram a possibilidade de que os presos podem ter remado.


A teoria estudada também considera que, dadas as condições, os destroços da jangada improvisada deveriam se levados pela água até outra ilha da baía.


Os pesquisadores contaram que não tinham a intenção de estudar a fuga de Alcatraz e que o projeto foi inicialmente concebido para analisar riscos de inundação para grandes instalações industriais na baía.


Vêr Também:  O mistério da maior fuga de Alcatraz continua 50 anos depois




Fonte: BOL

Experiências paranormais com gatos fantasmas




“Quase tropeço no meu gato, estava justo debaixo dos meus pés. Me apoiei na parede para não cair no chão da sala, mas pude ver com o canto do olho uma figura escura que se movia. Nosso gato tinha o costume de passar por debaixo das minhas pernas, mas quando virei para procurar meu gato, não era ele que eu havia visto, ele estava dormindo no sofá. Então me dei conta de que não era meu gato, sem dúvida eu pisei numa sombra misteriosa em forma de gato.”


Este é um relato de uma pessoa que afirmou ter um encontro com um “gato fantasma”, este tipo de fenômeno paranormal ocorre com bastante frequência. As vezes as pessoas que experimentam este fenômeno são pessoas que tiveram um vínculo afetivo com seu gato, mas em outras ocasiões as pessoas nem sequer tinham animais de estimação.


Muitas pessoas inclusive afirmam haver fotografado estes gatos fantasmas, onde podemos ver formas transparentes. Os testemunhos são muito numerosos para se fazer pouco caso, mas os fenômenos mais comuns são os gatos falecidos que saltam na cama de seus antigos proprietários, ficam ao lado deles, caminham pelas suas pernas, miam, e algumas pessoas até descreveram como os gatos fantasmas arranhavam as colchas nas camas de seus donos.




Aparições fantasmagóricas de gatos



“As vezes umas sombras escuras passeavam pelos pés de todos os membros de minha família e igualmente dos visitantes. Muitas vezes, quando qualquer um de nós se aproximava da porta da frente, a pequena figura escura na periferia parecia ser um gato, mas quando um de nós olhava para ter certeza de que não era um gato de rua, não havia nada.”


Um dos casos mais famosos de gatos espectrais é o conhecido “Gato Demônio de Washington”. Durante mais de 100 anos, quando havia uma eleição presidencial ou uma tragedia nacional as pessoas que trabalhavam no Capitólio informavam ver um gato negro que crescia até o tamanho de um leão antes de desaparecer a meia distância.


Segundo os especialistas, a origem da história do Gato Demônio de Washington pode estar ligada a  uma infestação de ratos no Capitólio. O problema foi tão grave, que os responsáveis utilizaram um enorme número de gatos no edifício para controlar a população de ratos. Desde então, o gato negro tem feito a sua aparição. Até mesmo os guardas de segurança temem ver estes “animais”, pois poderiam perder o emprego se relatassem o fato.


Também há casos de pessoas anônimas que surpreenderam os próprios especialistas, como o de Laura Hotalling de Kansas City, Missouri, que teve seu próprio encontro com um gato fantasma no 1886 Hotel Crescent em Eureka Springs, Arkansas, em 2001. Laura e um grupo de amigos da universidade iam de carro de Kansas City a Arkansas para passar as férias de verão.


“Cresci a uma hora de distância de Eureka Springs, havia estado varias vezes no Hotel Crescent”, explicou. Era uma viagem da universidade, Laura e o grupo de amigos passaram um fim de semana no Hotel Crescent, com seu cão Cocker Spaniel chamado “Little Bear”.


A medida que o grupo de amigos da universidade dormia, o cachorro começou a rosnar. Laura olhou rapidamente acima da penteadeira para onde Little Bear rosnava: "Então vi um gato negro que estava na penteadeira. Vi pelo espelho, mas não estava sentado na penteadeira, mas no outro lado do espelho".


Laura esfregou os olhos e olhou de novo : "O gato saiu do espelho, saltou sobre o banco em frente da cama e atravessou a parede. Meu cachorro ficou louco e acordou todo mundo. Foi então que eu percebi que eu não estava sonhando ".
.


Esta história foi investigada por diversos especialistas no paranormal e descobriram que havia uma antiga lenda de um gato fantasma rondando o hotel, um gato preto que andava através de espelhos. Laura deixou claro que a partir da experiência com o gato fantasma decidiu que não queria voltar para o Hotel Crescent.



Teorias sobre os gatos fantasmas



Mesmo as pessoas que acreditam na vida após a morte e na existência de fantasmas são, por vezes céticas quando se trata da idéia de fantasmas de  animais, porque dizem que os animais não têm almas ou espíritos , e, portanto, não podem ter uma vida em outro mundo. Mas especialistas dizem que os gatos, cães , pássaros e outros animais são feitos da mesma energia dos humanos , e pode ser possível que essa energia possa sobreviver à morte, como ocorre com as pessoas.


A realidade é que qualquer pessoa que tenha convivido com seus animais de estimação pode atestar a conexão psíquica que partilham. A energia psíquica e a energia fazem parte do mesmo fenômeno, de modo que os animais podem ter uma conexão com o mundo invisível como nós, talvez até mais.


Este é o caso dos gatos de fantasmas, como muitas pessoas afirmam que os gatos em vida tem uma conexão especial com o além, e uma vez mortos sua conexão pode ser muito mais ampla do que a de uma pessoa.




Tradução: Carlos de Castro




Besta de Bodmin Moor: Mistério resolvido?




O Misterioso animal que aterrorizou famílias em Cornwall por 30 anos foi identificado em documentos do governo.

As teorias variaram de panteras a pumas e até mesmo um leopardo escuro.

A chamada Besta de Bodmin Moor tem gerado uma série de histórias por três décadas com um mistério que envolve uma fera rondando Cornwall e matando o gado.

 
E, apesar de nenhuma evidência concreta de sua existência nunca ter sido descoberta, ela continua sendo um dos animais mais temidos da Grã-Bretanha.

 
Mas registros agora recém-encontrados revelaram que, longe de ser a criatura temida do folclore, a tão falada fera que aterrorisou os agricultores é de fato um gato com 40 centímetros de altura.

 
Uma investigação do Governo de seis meses em 1995 sobre o enigma de Cornish  descobriu que não havia "provas verificáveis" de felinos exóticos soltos no Reino Unido, informa o Daily Mail.


Os especialistas descobriram que a "besta" era um gato preto com 40 centímetros de altura depois de um gasto equivalente a £ 84.000 examinando fotos e vídeos e reconstruindo cenários.

 
O professor de jornalismo David Clarke da Universidade Sheffield Hallam encontrou os resultados em um arquivo no Public Record Office.

 
O relatório detalhado do Ministério da Agricultura, Pesca e Alimentação  tem pelo menos 60 relatos de avistamentos da 'besta' desde 1983.

 
E, apesar de decidirem que era um animal de estimação comum, os pesquisadores não foram capazes de provar que os grandes felinos "não estão presentes".

 
Pouco tempo depois que o relatório foi publicado, um crânio com dentes grandes foi encontrado no Rio Fowey perto de um brejo por um adolescente. O Museu de História Natural de Londres, disse que era o crânio de um leopardo macho.



 
Em 2012, um horrorizado passeador de cães encontrou os restos de uma fera apavorante próximos a um pitoresco ponto popular escoces.







John Robertson, 50 anos, estava andando por um caminho rural em Cullen, Morayshire, com a esposa Pauline quando se depararam com o corpo de um grande felino.


 John Robertson

 
Robertson, de Drybridge, Morayshire disse: "Eu estava andando com meus dois cães na segunda-feira de manhã, quando nos deparamos com todas estas aves mortas espalhadas por toda parte".

 
"Eu não podia acreditar nos meus olhos. Eu nunca vi tantas aves mortas em uma área. Elas foram completamente estraçalhadas".

 
"Em seguida, um pouco mais adiante, nos deparamos com um cheiro horrível de podridão que vinha desse grande felino".

 
"Parece que ele atacou e se banqueteou com as gaivotas e talvez tenha caído do penhasco nas proximidades, se machucou e morreu alí."

 

 Tradução: Carlos de Castro




 Fonte: Mirror

Gato sobrevive depois de passar mais de um mês dentro de uma caixa enviada para o Havaí



O bichano Mee Moowe deve ter gasto suas sete vidas de uma vez. Isso porque o gato foi empacotado, acidentalmente, durante a mudança de uma família da cidade de Suffolk, na Virgínia, Estados Unidos, para o Havaí. Mee Moowe ficou sem água e comida durante toda a viagem.


A dona do animal, Ashley Barth, disse a Wavy-TV que seu gato desapareceu em setembro. Ela e as duas filhas pequenas só viram o bichano 36 dias depois, quando as caixas da mudança chegaram na casa nova da família, no Hawaí. Barth contou ter ouvido um “miau” fraco vindo das caixas, que foram logo descarregadas. Para surpresa de todas, Mee Moowe estava em uma das caixas.


Segundo a mulher, o gato tinha perdido metade de seu peso e mal conseguia andar. Ela levou o animal para um veterinário no Hawaí, que constatou que o gato apresentava sintomas clássicos de fome. Segundo o especialista relatou à Wavy-TV, é bem improvável que um gato sobreviva 36 dias sem comida ou água, mas não impossível.





Fonte: Extra

A história do Ourang Medan e todo o mistério por trás desse navio fantasma


O cinema, os livros, os documentários e vários outros meios estão cheios de histórias sobre navios fantasmas, e você certamente conhece algum conto sobre o tema. Todos eles são cheios de fatos assustadores, mas poucos são tão aterrorizantes quanto o caso do navio SS Ourang Medan, uma embarcação holandesa com mistérios indecifráveis.


Buscando na internet ou em qualquer biblioteca, você não vai encontrar muitas coisas sobre esse navio, já que pouco foi registrado sobre ele. Especula-se que nem ao menos tenha existido, já que não há nenhum registro de embarcação com esse nome. Porém, a história circula por aí e é repleta de perguntas jamais respondidas.


Um pedido de socorro

 



Dois navios americanos navegavam pelo estreito de Malaca quando receberam um pedido de socorro em código Morse, vindo de um navio holandês chamado Ourang Medan. Não se sabe com exatidão quando isso aconteceu, mas provavelmente foi entre junho de 1947 e fevereiro de 1948. A mensagem era assustadora e dizia:

"Pedimos o auxílio de qualquer embarcação próxima. Todos os oficiais, inclusive o capitão, estão mortos, caídos na sala de mapas e na ponte. Provavelmente toda a tripulação está morta". Depois, algumas palavras foram pronunciadas, mas somente duas puderam ser ouvidas com exatidão: "eu" e "morrendo".



A ajuda do Silver Star e o susto de sua equipe

 



Um dos navios mercantes dos Estados Unidos que receberam a notificação era o Silver Star. Como era ele o mais próximo do Ourang Medan, partiu imediatamente para socorrer a tripulação e também para saber em que poderia ser útil. Quando a equipe da embarcação subiu a bordo, levou um susto memorável que eles prefeririam não ter presenciado.


Todas as pessoas dentro do Ourang Medan estavam realmente mortas de uma forma assustadora: suas bocas estavam abertas, os olhos arregalados como se estivessem muito assustados e alguns deles até mesmo tinham os braços estendidos como se apontassem para alguma coisa na hora da morte. E, claro, estavam petrificados de terror.


O socorro que não deu certo

 



O capitão do Silver Star não se conformou com a situação que presenciou e teve a certeza de que algo precisaria ser feito para descobrir o motivo daquelas mortes. Ele, então, decidiu rebocar o navio até o porto mais próximo, solicitando a ajuda de sua tripulação. Porém, aconteceu uma explosão violenta no compartimento de cargas do Ourang Medan.


Isso foi o suficiente para que o capitão e toda a tripulação do Silver Star abandonassem o navio fantasma, soltando as amarras do reboque e partindo sozinho. Poucos minutos depois que a embarcação holandesa afundou, levando para o fundo do mar tudo o que poderia ajudar a desvendar aquelas mortes a bordo.




Algumas teorias sobre o que teria acontecido

 

Assaltos e brigas

 

É claro que nós nunca saberemos se o Ourang Medan de fato existiu — já que algumas pessoas acreditam ser uma história fictícia. Além disso, se algum dia ele realmente navegou, não teremos ideia do que aconteceu a bordo. Porém, como não pode deixar de ser, diversas especulações circulam por aí referente à morte de toda a tripulação. 


Algumas pessoas acreditam que o navio possa ter sido invadido por piratas, mas não existe nenhum fato que comprove essa teoria, já que não havia sinais de lutas e os cadáveres não apresentavam machucados e nem qualquer tipo de escoriações. Logo, essa especulação foi descartada, pois as provas seriam realmente necessárias.


Reações químicas

 

A explicação mais plausível é a hipótese de que o Ourang Medan carregava produtos químicos, como cianeto de potássio e nitroglicerina, que, em contato com a água do mar,  liberaram gases tóxicos, levando toda a equipe à asfixia. Mais tarde — e com toda a movimentação no navio, isso resultou na grande explosão no compartimento de cargas.


Envenenamento por monóxido de carbono é outra teoria. O sistema de caldeira do navio poderia estar funcionando mal e ter liberado o gás que envenenou toda a tripulação. Com isso, o fogo ficou fora de controle e teria atingido o seu ponto máximo no momento da explosão, quando a equipe do Silver Star estava exigindo um pouco mais da embarcação.


Fenômenos sobrenaturais

 



Essa teoria foi registrada por muitas revistas e livros que tentam, de alguma forma, pesquisar um pouco mais sobre o caso do Ourang Medan. A maioria das pessoas não aceita esse fato, principalmente aquelas que são céticas e preferem acreditar que existe uma explicação lógica para tudo. 


Alguns autores acreditam que o navio foi invadido por ETs ou fantasmas e, assim, a equipe teria mesmo sido morta por causa do susto. É claro que essa explicação é a menos usada, mas ainda assim não é descartada; afinal, o que teria ocasionado o olhar de pavor e as mãos estendidas, apontando para alguma coisa? Mistérios que não podem ser solucionados!






Fonte: Megacurioso

Humanos começaram a usar o fogo regularmente há 350 mil anos atrás em Israel

O uso controlado do fogo ajudou a humanidade a chegar ao topo da cadeia alimentar, além de permitir a dispersão humana em climas mais frios. Crédito da Imagem: Reuters


Peças de sílex encontradas em Tabun Cave apresentam de alteração de fogo, como manchas negras e vermelhas, enquanto outras peças apresentam cúpulas (negativos de fragmentos arredondados, similares a bolhas, causados pelo fogo).


Tabun Cave, nas montanhas Carmel no norte de Israel, onde foram encontradas evidências da presença humana há 500 mil anos atrás.


A caverna foi descoberta nas falésias calcárias do Monte Carmel cerca de 22 km ao sul Haifa, Israel.


Machados de mão (bifaces) estão entre os artefatos que foram descobertos nos níveis sedimentares de Tabun Cave, Israel.





Os seres humanos começaram a usar fogo habitualmente há apenas 350.000 ~ 320.000 anos atrás, no Pleistoceno Médio, de acordo com uma análise de detritos de sílex encontrados em uma caverna em Israel.


Este estudo apresenta evidências de uso de fogo que remontam até um milhão de anos atrás, mas centra-se no uso regular de fogo.


Uma equipe internacional liderada por Ron Shimelmitz da Universidade de Haifa examinou líticos (artefatos de pedra) e demais fragmentos provenientes do sítio arqueológico Tabun Cavenas, nas falésias calcárias de Monte Carmel, no norte de Israel.


A caverna foi habitada há pelo menos meio milhão de anos, o que permitiu uma análise da evolução, passo a passo, da utilização de fogo. Cerca de 27 metros de areia, silte e argila formados ao longo de anos ajudaram a datar sinais habitação humana em cada camada.


Sílex de diferentes camadas mostraram vários graus de exposição ao fogo com os mais novos enegrecidas ou de cor vermelha, rachados, e parcialmente arredondadas; enquanto os das camadas mais antigas não apresentavam estas evidências.


Com base no aumento da freqüência de pedras queimadas, a equipe concluiu que o uso regular do fogo se desenvolveu entre 350.000 e 320.000 anos atrás no Mediterrâneo oriental.


“Os benefícios do fogo para processamento de alimentos, alteração de matéria-prima ou melhoramento das interações sociais seriam plenamente realizadas somente quando o uso do fogo mudou de oportunista e ocasional para habitual (regular), podendo ser assim que as antigas fogueiras surgiram, mas esta última continua a ser simplesmente uma hipótese para o momento” disse o Dr. Ron Shimelmitz.


Como o fogo raramente se espalha em cavernas, os cientistas acreditam que os líticos foram queimados em fogueiras construídas dentro da caverna por humanos pré-históricos. Mas, como as fogueiras surgiram ainda é desconhecido.


Acredita-se que o fogo tenha desempenhado um papel fundamental na evolução de maiores cérebros humanos, mas há 350 mil anos atrás, no Paleolítico inferior, é tarde demais para o fogo influenciar um aumento do cérebro, podendo ter, na verdade, desempenhado um papel fundamental nas origens do comportamento social.


Milhares de peças de sílex com sinais de exposição ao calor e ao fogo foram descobertas em Tabun Cave. Elas começam a aparecer no periodo do Paleolítico inferior, há 350 mil anos atrás.


O controle de fogo também foi um elemento-chave que permitiu que os primeiros seres humanos se espalhassem em climas mais frios, mas essa expansão já tinha começado muito antes de 350 mil anos atrás.


Alguns antropólogos acreditam que o fogo desempenhou um papel fundamental na evolução dos primeiros hominídeos cerca de dois milhões de anos atrás, quando os nossos dentes e intestinos tornaram-se menores. Além de estabelecer a espécie como um predador de topo, o fogo permitiu que alimentos fossem cozinhados (ou assados) e forneceu mais calorias com menos gasto de energia. 
 


Artigo Publicado no Journal of Human Evolution: ‘Fire at will’: The emergence of habitual fire use 350,000 years ago





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