sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Estudo revela que crateras que surgiram na Sibéria possuem a mesma origem das crateras do Triângulo das Bermudas

 

A equipe russa responsável pela pesquisa da misteriosa cratera de Yamal, na Sibéria, afirma que sua aparição repentina sofreu os mesmos processos que poderiam explicar os acontecimentos famosos e enigmáticos do Triângulo das Bermudas. 


Cientistas da cidade de Novosibirsk estabeleceram que a formação do fosso siberiano ocorreu, provavelmente, devido a um estouro pneumático, provocado pela decomposição de hidratos gasosos. Segundo os especialistas, este mesmo processo pode ter causado os desaparecimentos inexplicáveis de navios e aviões no Triângulo das Bermudas.


Através de estudos que utilizaram métodos de tomografia, aeromagnetismo e radiometria, os cientistas chegaram à conclusão de que o estouro pneumático foi alimentado pelo calor elevado de um verão extremo e por infiltrações na crosta terrestre. 


Por fim, os hidratos gasosos contidos na superfície explodiram e deram origem a um buraco profundo. No caso do Triângulo das Bermudas, os hidratos gasosos começam a se decompor ativamente, e o gelo de metano se transforma em gás. 


Esse processo acontece em forma de avalanche, como uma reação nuclear, e, assim, começam a emanar grandes quantidades de metano. 


Desse modo, o aquecimento do oceano chega a tal extremo que a água começa a “ferver”, causando o afundamento das embarcações e provocando sérias turbulências na atmosfera sobressaturada com gás metano, o que termina por derrubar os aviões.




Fonte: History

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

População dos Andes peruanos já vivia a grandes altitudes na Era do Gelo




A população da Idade do Gelo conseguiu sobreviver em grandes altitudes nos Andes peruanos há 12.400 anos, quase um milênio antes do que se pensava, anunciaram cientistas nesta quinta-feira.


Caçadores-coletores fizeram suas casas 4.500 metros acima do nível do mar, apesar do pouco oxigênio, do clima glacial e da elevada radiação solar.


A descoberta de ferramentas, de um refúgio de pedra e de ossos animais e humanos no encrave arqueológico de Pucuncho sugere que essas pessoas subiram até lá para se estabelecer.


"O enclave da bacia de Pucuncho sugere que os humanos do Pleistoceno viveram com sucesso em altitudes extremamente elevadas", acrescentou o estudo, publicado na revista "Science".


Os especialistas ainda não sabem se a comunidade chegou à área já bem equipada para lidar com a altitude, ou se desenvolveu as características necessárias para sobreviver.


O povo andino mostra hoje algumas adaptações genéticas, como maior capacidade pulmonar e concentrações maiores de hemoglobina, que lhe permite viver mais confortavelmente do que a média em altitudes com pouco oxigênio.


Além disso, há indícios de que as pessoas viveram ali durante todo o ano, em vez de subir apenas para caçar durante alguns dias para depois descer.


Restos de todo tipo de animais foram encontrados no local, junto com fragmentos de esqueletos humanos e ferramentas de caça.


Os pesquisadores esperam saber mais sobre os hábitos dessa população, estudando com mais profundidade o local, de difícil acesso para os escaladores atuais.


"Nossa equipe subiu durante três ou quatro horas para chegar a esses lugares", disse a arqueóloga Sonia Zarrillo, da Universidade de Calgary (Canadá) e coautora do estudo.


"Foi uma escalada, levando todas as nossas ferramentas, equipamento para acampar e comida. E toda noite tem geada. Algumas vezes, neva. Esses lugares são incrivelmente difíceis de acessar", completou.




Fonte: Terra

Mais antigo DNA humano encontrado lança luz sobre colonização do planeta


 Svante Paabo


Cientistas anunciaram na quarta-feira ter decifrado o mais antigo DNA já recuperado do osso de um "Homo sapiens", um feito que lança luz sobre a colonização dos humanos modernos no planeta.


O fêmur encontrado por acaso nas margens de um rio do oeste da Sibéria em 2008 pertenceu a um homem que morreu cerca de 45.000 anos atrás, afirmaram.


Obtido a partir do colágeno contido no osso, o genoma contém rastros de Neandertais: uma espécie próxima da nossa que viveu na Eurásia juntamente com o "Homo sapiens", antes de desaparecer misteriosamente.


Estudos anteriores revelaram que "Homo sapiens" e Neandertais se miscigenaram e, como resultado, estes últimos teriam deixando uma pequena marca de apenas 2% nos humanos atuais, exceto os africanos.


A descoberta tem impacto no chamado cenário "Fora da África": a teoria segundo a qual o "Homo sapiens" evoluiu no leste da África há cerca de 200 mil anos e, então, se aventurou fora do continente.


Datar quando os Neandertais e os "Homo sapiens" se miscigenaram também indicaria quando o "Homo sapiens" iniciou uma etapa chave desta jornada, a saída da Eurásia rumo ao sul e ao sudeste da Ásia.


O novo estudo, publicado na revista britânica Nature, foi chefiado por Svante Paabo, um geneticista renomado do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva em Leipzig, Alemanha, pioneiro nas pesquisas sobre os Neandertais.



Cruzamento com Neandertais



O osso encontrado no rio Irtyush, perto do assentamento de Ust'-Ishim, contém uma quantidade sutilmente maior de DNA neandertal do que os não africanos da atualidade, afirmaram os cientistas.


Mas assume a forma de tiras relativamente longas, enquanto o DNA neandertal no nosso genoma, hoje, foi retalhado e disperso em seções minúsculas, como consequência da reprodução ao longo das gerações.


Estas diferenças fornecem uma pista para um "calendário molecular" ou datação do DNA, segundo mutações ao longo de milhares de anos.


Usando este método, a equipe de Paabo estima que a miscigenação entre os Neandertais e os "Homo sapiens" tenha acontecido entre 7.000 e 13.000 anos antes de quando o indivíduo siberiano viveu, portanto, não mais de 60.000 anos atrás.


Isto fornece um esboço de datação para estimar quando os "Homo sapiens" partiram rumo ao Sul da Ásia, destacou em um comentário do estudo Chris Stringer, professor do Museu Britânico de História Natural.


Se os australasiáticos atuais têm DNA neandertal, isto se deve a que seus antepassados atravessaram um território ocupado por Neandertais e se misturaram com os locais.


"Os ancestrais dos australasiáticos, com 'input' similar de DNA neandertal ao dos eurasiáticos, devem ter participado de uma dispersão tardia, e não precoce, no território neandertal", afirmou Stringer em um comunicado.


"Embora ainda seja possível que os humanos modernos tenham atravessado o sul da Ásia antes de 60.000 anos atrás, estes grupos podem não ter dado uma contribuição significativa às populações modernas remanescentes fora da África, que contêm evidências de miscigenação com os Neandertais", prosseguiu.


Antropólogos sugerem que um ramo de Eurasiáticos do norte fez a travessia para onde hoje fica o Alasca mais de 15.000 anos atrás, através de uma "ponte de gelo", que conectava as ilhas do Estreito de Bering, habilitando o "Homo sapiens" a colonizar as Américas.




Fonte: UOL

Sarcófago egípcio de 3 mil anos é achado em imóvel britânico






Caixão pode ter sido da família do dono da casa por 60 anos, comprado após o fechamento de um museu e será leiloado.
 
 
Um sarcófago egípcio datado de 3 mil anos atrás e avaliado em pelo menos 6 mil libras (R$ 24.094) foi achado em um domicílio do condado inglês de Essex, no leste do país, conforme noticiou nesta quinta-feira a rede BBC.

 
O caixão, que tem um rosto talhado em madeira e hieróglifos na parte posterior, foi descoberto pelo leiloeiro Mark Stacey quando inspecionava uma propriedade que estava sendo esvaziada na cidade de Colchester. Segundo o canal, o sarcófago de 1,83 metros continha o corpo de uma nobre e será leiloado em 24 novembro.


"Foi como se tivesse sido tirado da sala principal da Família Adams", comentou Stacey sobre sua descoberta, em entrevista à BBC.


Acredita-se que o caixão foi propriedade da família do dono dessa casa por 60 anos e que poderia ter sido adquirido após o fechamento de um museu.


"Sem dúvida é o objeto mais antigo que já me pediram que examinasse durante os meus 30 anos de carreira e provavelmente um dos mais emocionantes", declarou o leiloeiro, que admitiu, além disso, que a "beleza" do sarcófago foi surpreendente.


"É quase como se alguém fosse sair dali e se encontrar com a família para um jantar", detalhou Stacey.


Curiosamente, conforme lembra a BBC, no mês passado foi encontrado também em Essex uma tampa de sarcófago datada de 3 mil anos em uma casa na cidade de Bradwell-on-Sea.


Essa peça foi vendida em um leilão realizado no condado de Cambridgeshire por 12 mil libras (R$ 48.145), uma quantidade significativamente superior as 3 mil libras (R$ 12.034) pedidos originariamente por ela.


Sobre esta coincidência, o especialista em arte considerou "um pouco estranho encontrar dois objetos similares quase ao mesmo tempo".



 
Fonte: Terra

Descoberto na Argentina cemitério de dinossauros de 200 milhões de anos



Um sítio contendo cerca de cem fósseis de vertebrados de entre 200 a 210 milhões de anos, com pelo menos doze espécies desconhecidas, foi encontrado no oeste da Argentina, em uma descoberta importante para explicar por que surgiram os primeiros animais pré-históricos.


"É uma descoberta tremendamente relevante por sua composição faunística para saber o que aconteceu no Triássico Superior, por que apareceram os primeiros dinossauros, os primeiros mamíferos, as primeiras tartarugas e os primeiros pterossauros", explicou à AFP o paleontólogo Ricardo Martínez.


O chefe da equipe de pesquisas, formada por dez cientistas argentinos, explicou que se trata de uma jazida "realmente completa, com 113 fósseis, maravilhosamente preservados, entre os quais há, com segurança, no mínimo, 12 espécies novas".


Uma das peças mais relevantes é um fóssil de pterossauro, um réptil voador, "o primeiro registro existente desta espécie no hemisfério sul e em uma região distante da costa".


Esta bacia geológica de grandes dimensões, da qual exploraram apenas "3% ou 5% do potencial", localiza-se em Marayes, 160 km ao sul da cidade de San Juan, 1.000 km a oeste de Buenos Aires.


"Trata-se de uma região inóspita, árida, arenosa, de acesso muito difícil e onde não há água, com vegetação de montanha que danifica as caminhonetes. Fazemos os primeiros 120 km em uma hora e meia, mas para recorrer os últimos 40 km, demoramos mais de quatro horas", contou o especialista.


A província de San Juan já é conhecida pelas jazidas de fósseis de Ischigualasto, no Vale da Lua, com 600 km2 e 231 milhões de anos, onde também fica a formação Los Colorados, que contém restos paleontológicos de 213 milhões de anos.


A descoberta do cemitério de dinossauros aconteceu por acaso, durante uma conversa casual, que despertou o interesse do cientista, chefe da Divisão de Paleontologia de Vertebrados do Museu de Ciências Naturais da Universidade de San Juan, dez anos atrás.


"Há mais de dez anos, um mateiro da região me contou que a irmã tinha encontrado ossos por ali e se perguntava se seria de vacas. Organizei uma pequena expedição e conseguimos encontrar os primeiros restos.... E não eram de vacas", lembrou Martínez.

 
A partir de então, ele apresentou um projeto e conseguiu recursos do Ministério de Ciência e Tecnologia argentino, que lhe permitiram realizar duas campanhas.


Em 2012, fizeram a primeira descoberta "de uma concentração anômala de vertebrados, produto da ação orgânica", em uma região de 800 metros quadrados, mas em maio passado, a 8 km dali, encontraram a jazida.


Agora, depois de meses de trabalho em laboratório para separar os fósseis das rochas, foi possível determinar que correspondem a uma época da qual ainda não havia registros.


A província de San Juan, vizinha à Cordilheira dos Andes, na região central do país, se soma a outras regiões de importante valor paleontológico, como a Patagônia Argentina, uma espécie de Jurassic Park de enorme valor científico, que não para de render descobertas.




Fonte: UOL

Descobertos antepassados distantes dos mamíferos com 256 milhões de anos em Moçambique



Um número indeterminado de novos fósseis de dicinodontes, antepassados distantes dos mamíferos com 256 milhões de anos, foi este mês descoberto em Niassa, no norte de Moçambique, por uma equipe de paleontólogos liderada pelo português Ricardo Araújo.


A descoberta de inúmeros fósseis de animais petrificados em Niassa aconteceu no decurso de uma nova expedição do Museu Nacional de Geologia, no âmbito do Projeto denominado PalNiassa, disse à Lusa o paleontólogo português.


"Os fósseis descobertos são sobretudo de animais extintos chamados dicinodontes, que são antepassados distantes dos mamíferos, logo antepassados também dos homens", afirmou em comunicado enviado à Lusa.

 
"Estas descobertas únicas, não só enriquecem o patrimônio paleontológico moçambicano, mas também permitirão perceber as transformações anatômicas que deram origem ao modelo craniano típico dos mamíferos", acrescenta-se na nota.


No comunicado, a equipe de cientistas de várias instituições e nacionalidades, nomeadamente moçambicanas e portuguesas, assinalou que os primeiros fósseis de vertebrados foram descobertos na região em 1949, e, entretanto, recolhidos pontualmente por brigadas de cartografia geológica nas décadas de 1950, 1960 e 1970.


"Contudo, só 2009 as expedições organizadas pelo Museu Nacional de Geologia (Moçambique) estão focadas sistematicamente em recolhas paleontológicas. Na expedição deste ano, o número e qualidade dos fósseis recolhidos superou largamente as expectativas", assegurou Ricardo Araújo.


O trabalho envolvido no PalNiassa, liderado pelo paleontólogo Ricardo Araújo, Luís Costa Júnior e Rui Castanhinha, é um programa científico multidisciplinar fruto de cooperação internacional que conta com a participação de mais de duas dezenas de cientistas de três continentes diferentes com o objetivo de descobrir, estudar e preservar o patrimônio paleontológico moçambicano.


No ano passado, a mesma equipe do projetoPalNIassa, que pretende impulsionar a investigação científica moçambicana em especial no domínio da paleontologia e estudos avançados, descobriu e publicou um estudo do primeiro fóssil de vertebrado de Moçambique, o "Niassodon mfumukasi", na revista científica internacional PLoSONE. 
 
 
 
 

Cientistas descrevem dinossauro 'esquisito', ancestral de avestruz








 
 
Primeiros ossos do dinossauro de 5 m de altura foram achados em 1965. Agora, o resto do esqueleto foi recuperado, revelando corpo 'desajeitado'.
 
 
Há quase 50 anos, cientistas encontraram os ossos de dois braços grandes e potentes de um dinossauro na Mongólia. Na época, eles pensaram que se tratava de uma criatura temível, com garras matadoras. Agora, pesquisadores encontraram o resto do dinossauro e têm novas descrições para ele: desajeitado e esquisito.
 
 
A fera provavelmente andava sobre duas pernas e se parecia com um cruzamento entre o dinossauro Barney, do programa de televisão infantil, e o personagem Jar Jar Binks, da saga "Guerra nas Estrelas". Ele tinha quase 5 metros de altura, 11 metros de comprimento e pesava 7 toneladas.


Com uma cabeça pontuda, uma estrutura parecida com uma corcunda nas costas, algumas penas espalhadas pelo corpo e sem nenhum dente, sua aparência foi tachada como "esquisita" pelos autores da descoberta. Como se não bastasse, o dinossauro se alimentava como um aspirador de pó gigante.


Este é o Deinocheirus mirificus, que significa "mãos terríveis com aparência peculiar". Ele foi recentemente reavaliado depois que o esqueleto completo foi encontrado na Mongólia e descrito em um artigo publicado na revista "Nature". Com cerca de 70 milhões de anos, ele é um ancestral do avestruz moderno.


"O Deinocheirus tornou-se um dos dinossauros mais esquisitos descobertos, além da nossa imaginação", disse o autor do estudo Yuong-Nam Lee, diretor do Museu Geológico em Daejeon, na Coreia do Sul.



'Bem desajeitado'




Quando os cientistas encontraram os primeiros ossos do animal em 1965, muitos imaginaram "uma criatura que provocaria terror nas pessoas", disse o especialista em dinossauros Thomas Holtz Jr, da Universidade de Maryland. Ele não fez parte da pesquisa. "Agora é uma criatura que provocaria perplexidade, espanto". "E é bem desajeitado", acrescentou.


O especialista da Universidade de Chicago Paul Sereno, que também não participou da descoberta, lembra que a evolução não é sempre o que imaginamos. "Isso é a evolução em um mundo dos dinossauros, não um mundo dos mamíferos", disse Sereno.


"O ponto inicial é um animal com duas pernas que se parece com um avestruz com penas esparsas. Depois, ele ficou muito grande e começou a sugar grande quantidade de vegetação macia. No final, o que você tem é algo como um avestruz desajeitado com penugem e rabo - não uma vaca."


Lee supõe que os quadris largos e inclinados mostram que o Deinocheirus se movia lentamente e provavelmente cresceu tanto para escapar de ser regularmente atacado por dinossauros maiores.


Ele tinha um bico capaz de comer plantas, mas também uma língua enorme que criava um mecanismo de sucção para aspirar a comida do fundo de riachos, lagos e lagoas.


A equipe de Lee, a princípio, não conseguia encontrar o crânio do dinossauro, mas uma dica de um outro pesquisador levou à recuperação dos ossos no mercado privado da Alemanha.

 
 
 
Fonte: G1

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Submarino nazista é descoberto afundado na costa dos EUA







A embarcação afundou com toda a tripulação, e o local do naufrágio é considerado um cemitério submarino.

Pesquisadores informaram na terça-feira a descoberta de um submarino alemão e de um cargueiro nicaraguense que afundaram na costa americana do Atlântico durante uma batalha na II Guerra Mundial.


O U-boat 576 foi localizado na região do Cabo Hatteras, na Carolina do Norte, sobre o leito marinho e próximo ao cargueiro Bluefields, revelou um comunicado do escritório de santuários marinhos da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA).


"Isto não é apenas a descoberta de um naufrágio", disse o líder da expedição do NOAA, o pesquisador Joe Hoyt. "É uma janela para uma histórica batalha e o quadro de um campo de batalha submarino da II Guerra Mundial".


Em 15 de julho de 1942, um comboio de 19 navios mercantes, entre eles o Bluefields, transportava insumos de guerra de Norfolk, Virgínia, para Key West, na Flórida, quando foi atacado pelo submarino.


O U-576 afundou o Bluefields e danificou seriamente outros dois navios, mas foi atingido pelo bombardeio de um avião da Marinha americana e pelo fogo de um cargueiro armado. No final da batalha, "o Bluefields e o U-576 naufragaram", destacou o NOAA.


"Pouca gente se dá conta do quão perto esteve a guerra da costa americana", disse David Alberg, diretor do NOAA.


Não houve vítimas do lado americano, mas o submarino alemão afundou com toda a tripulação, e o local do naufrágio é considerado um cemitério submarino.


O ministério das Relações Exteriores da Alemanha disse que o país não está interessado em participar da recuperação dos destroços do submarino, mas pediu que, "na medida do possível", deixem "os mortos descansar em paz".




Fonte: Terra

Nasa registra imagem polêmica em Marte



Internautas questionam se existiriam "humanoides" ou "apenas pedras".


Mais uma foto divulgada pela Nasa reavivou a discussão sobre a possibilidade de existir vida em Marte. Especula-se que a foto mostra "duas figuras humanoides" averiguando o local.


Várias imagens de pedras em Marte já foram confundidas com objetos da Terra. Seria esta mais uma? A Nasa já registrou um “dedo fossilizado” e um “roedor”. A nova imagem disponibilizada tem causado estranhamento na web.


A discussão que permanece pela internet e nas redes sociais é se realmente seriam dois pequenos seres humanos ou apenas pedras empilhadas neste formato. A Nasa não se manifestou sobre a imagem.  







Fonte: Band

No Acre, fóssil de preguiça gigante é resgatado por pesquisadores

 Cranio da preguiça atual em cima da ossada do crâncio da preguica gigante


A ossada fossilizada de uma preguiça gigante foi resgatada no Rio Clandless, afluente do Rio Purus, por pesquisadores da Universidade Federal do Acre (Ufac), em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Rio Branco (Sema).


O paleontólogo Jonas Filho disse que a ossada é de um Eremotherium (preguiça gigante) que habitou a região há cerca de 11 mil anos.


- É um dos maiores eremotérios já coletados e uma das ossadas mais completas desses animais encontradas na Amazônia. Em Belo Horizonte, já foram coletados ossadas mais completas desse animal pré-históricos – acrescentou o paleontólogo.


Eremotério era uma preguiça gigantesca, cujo tamanho poderia ser comparado a de um elefante de porte médio, que viveu durante os períodos Plioceno e Pleistoceno nas Américas do Sul e do Norte.




Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...