sexta-feira, 18 de abril de 2014

Ilha mais assombrada do mundo pode virar luxuoso hotel






 
Em Poveglia, na Itália, já foram abandonadas milhares de vítimas da peste bubônica. Também em hospital psiquiátrico local, pacientes foram submetidos a lobotomias.
 
 
A ilha de Poveglia, próxima a Veneza, na Itália, é considerada a mais assombrada do mundo, em grande parte devido a lobotomias lá realizadas e às vítimas de peste bubônica que foram mortas no lugar. 


O governo italiano colocou a ilha à venda em leilão e quer incentivar a construção de um luxuoso hotel no local, segundo informações do Huffington Post e do Daily Mail.


O lugar abrigou um hospital psiquiátrico entre 1922 e 1968, onde possivelmente foram realizadas lobotomias desnecessárias. As ruínas do hospital foram cenário do reality show paranormal "Ghost Adventures", no canal de TV Travel Channel.


Séculos antes, a pequena ilha já havia sido usada como quarentena para as vítimas da peste bubônica. Estima-se que 100 mil mortos ou pessoas infectadas foram levadas à ilha e lá queimadas.


Atualmente, Poveglia não é habitada e a visita é proibida, apesar de ruínas do hospital, da igreja e do crematório permanecerem no local.



Fonte: Terra

Imagens cabulosas: OVNI triangular e monstro do lago Loch Ness



Duas das mais cabulosas imagens do feriadão, até aqui, na mídia internacional: uma, de um objeto voador não identificado, nos EUA. Outra, do que parece ser um animal no lago Loch Ness, na Escócia.


A primeira foto é de um misterioso OVNI sobre o estado de Kansas. Lembra o mesmo aparelho que foi visto sobrevoando o Texas há alguns dias. A identificação exata da aeronave permanece um mistério.


Sites de aeronáutica especulam que poderia ser um avião secreto, uma espécie de drone furtivo – um SR-72 Blackbird, não tripulado, com capacidade de atravessar um continente em menos de uma hora.









A segunda foto seria de uma surpreendente criatura nadando pouco abaixo da superfície do mais famoso lago do mundo, justo pela suposta existência de um lendário monstro em suas profundezas.


A imagem foi capturada por um satélite na alta atmosfera e deixou os nessie hunters ouriçados. Uma baleia com 15 metros de comprimento? Problema: o Loch Ness, com 37 km, é um lago de água doce…



Já se sabe o que é o estranho anel negro que apareceu no céu



 
 
Especialistas explicaram tratar-se de uma explosão deliberada.
 
 
Afinal, o estranho anel negro que pairou nos céus de Warwick, no centro da Inglaterra, e que chegou a ser relacionado com um Ovni, não é assim tão estranho.


Alguns especialistas explicaram ao «Daily Mail» que o anel preto que flutuou nos céus ingleses foi causado, muito provavelmente, por uma explosão deliberada, que teria resultado numa nuvem de fumo.


No YouTube o mistério já foi desvendado. Ao que parece o «fenômeno» não é novidade e já teria sido reproduzido por mais que uma vez. 
 
 


Fonte: TVI24

Casamento de vaca e touro atrai multidão na Índia


 
O casamento de uma vaca e um touro em vilarejo de Madya Pradesh (Índia) atraiu mais de 5.000 pessoas. Ganga e Prakash se uniram em uma cerimônia hindu luxuosa, que custou cerca de R$ 37 mil, arrecadados com doações de moradores de três localidades agrárias. O matrimônio foi realizado para proteger a colheita local de um possível desastre natural.
 
 
 

Cientistas desvendam mistério sobre braços curtos do tiranossauro




O predador tinha membros pequenos, mas, com pescoço e cabeça poderosos, alimentava-se como as aves de hoje.


O Tyrannosaurus rex era o dinossauro mais durão e temido da pré-história. Os braços pequenos sempre foram um mistério, mas cientistas agora mostram que esses membros nunca fizeram falta para o predador, porque ele tinha pescoço e cabeça poderosos.  


Esses carnívoros gigantes tinham braços bastante parecidos com as garras de pássaros modernos. Portanto, foi estudando como as aves se alimentam que Eric Snively, da Universidade de Wisconsin–La Crosse (EUA), conseguiu analisar como esses dinossauros caçavam suas presas.


- Analisamos uma série de aves de rapina e documentamos seu comportamento - afirmou à “New Scientist” o pesquisador. - Existe uma forte possibilidade de que os tiranossauros se comportassem da mesma maneira.


Snively colocou eletrodos em dezenas de pássaros de dez diferentes espécies, desde galinhas domésticas a águias americanas. Isto possibilitou que ele identificasse o músculo específico que se movimentava em cada estágio da alimentação.


O pesquisador descobriu que pássaros geralmente levantavam sua cabeça e fixavam a visão na presa antes de atacar. O tiranossauro tinha a maioria dos mesmos músculos, o que sugere que ele poderia se movimentar de forma semelhante.




Epigenoma de dois hominídeos pré-históricos é reconstruído pela 1ª vez



Uma equipe internacional de cientistas reconstruiu pela primeira vez os epigenomas de dois hominídeos primitivos (um neandertal e um denisovano) e os comparou com os dos humanos modernos, um passo fundamental para entender como evoluímos até nos tornarmos o que somos hoje em dia. 


O epigenoma são as pequenas variações genéticas que, sem mutar ou modificar a estrutura dos genes, modulam sutilmente sua atividade. O estudo comprovou que, embora os hominídeos primitivos e nós tenhamos os mesmos genes, nosso epigenoma é diferente.


Conhecer bem os mecanismos que regem estas pequenas alterações é importante para o estudo da evolução humana, já que para alguns hominídeos representaram a extinção, e para nós o êxito evolutivo.


Embora esse êxito tenha sido resultado de uma melhor capacidade de se adaptar a um ambiente hostil, mudanças favoráveis no epigenoma podem favorecer a adaptação do indivíduo a um meio difícil.


A pesquisa, publicada hoje na revista "Science", foi coordenada por Liran Carmel, da Universidade de Jerusalém. Em fevereiro, pesquisadores do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva da Alemanha sequenciaram pela primeira vez o genoma completo de um neandertal, obtido graças ao osso de um pé de um indivíduo que viveu há 50 mil anos. Meses antes, a mesma equipe tinha descrito o genoma de um denisovano, um grupo de humanos primitivos originário da Sibéria.


Agora, graças a uma técnica inédita e baseada em algoritmos matemáticos, os pesquisadores foram um passo além e reconstruíram o epigenoma de ambos os indivíduos, oferecendo assim "uma visão mais completa" do genoma destas espécies primitivas, disse um dos participantes do estudo, Mario Fernández Fraga, do Centro Nacional de Biotecnologia do Conselho Superior de Pesquisas Científicas da Espanha (CSIC-CNB), em entrevista à Agência Efe.


"Um dos fatores epigenéticos melhor conhecidos é a metilação do DNA', um processo que controla quando e como são ativados e desativados os genes que controlam o desenvolvimento de nosso organismo e que podem ser afetados por causas ambientais", explicou.


Como todas nossas células "têm os mesmos genes, tanto faz que sejam células nervosas ou do pelo", mas o que as diferencia são os mecanismos epigenéticos, os que fazem "que alguns genes estejam ativos numas e bloqueados em outras e fazem com que essas células tenham uma função ou outra", especificou José Antonio Riancho, professor da Universidade de Cantabria e do Instituto de Pesquisa Valdecilla, da Espanha, também participante do projeto.


Estes mecanismos epigenéticos não só ocorrem entre células de um mesmo organismo, mas também entre espécies diferentes, e isso é o que comparamos neste estudo", acrescentou.


Os resultados obtidos na análise dos ossos destas dois espécies e que se compararam com os de homens atuais mostram que uma série de genes estão "modulados de forma diferente nas espécies primitivas e na nossa", explicou Riancho.


"Alguns desses genes estão relacionados, por exemplo, com a forma do esqueleto, o que explicaria por que eles tinham ossos mais fortes, largos e curtos em relação ao nosso esqueleto, que é muito mais frágil", destacou.


No entanto, outras diferenças observadas se referem a genes relacionados com o sistema cardiovascular ou o nervoso, e estão associados a doenças como o Alzheimer ou a esquizofrenia.


"Não sabemos se estes homens tinham estas doenças, entre outras coisas porque viviam menos tempo", mas "o que vimos é que nele a regulação dos genes destas doenças era diferente da nossa", disse Riancho.


A descoberta traz uma "interessante e ao mesmo tempo preocupante questão: saber se estes transtornos tão frequentes na sociedade atual são consequência de nossa forma de vida e do nosso entorno ou são uma característica inerente a nossa espécie", acrescentou.


Além disso, o estudo "abre uma nova via de investigação" porque o método informático utilizado permitirá estudar o DNA de outros indivíduos e espécies extintas e "sequenciar outras amostras para determinar seus epigenomas", frisou Fraga.
 
 
 
Fonte: Yahoo!

Irmãos detidos no Paquistão por canibalismo



A polícia paquistanesa prendeu na terça-feira um segundo homem suspeito de canibalismo.


O detido teria comido com o irmão um bebê, que teve a cabeça encontrada na casa da família em uma localidade do centro do país.


A polícia anunciou na segunda-feira a detenção na área remota de Darya Khan, em Punjab, de Mohamad Arif, que confessou ter cozinhado e comido o bebê que seu irmão havia exumado de um cemitério próximo.


A polícia encontrou a cabeça de um recém-nascido de dois dias na casa que os irmãos dividem e iniciou uma operação para encontrar o fugitivo.


"O segundo suspeito foi detido", afirmou na terça-feira Ameer Abdula, chefe de polícia do distrito local de Bhakkar. 

 
Os dois irmãos, abandonados pela família há vários anos, foram detidos em 2011 por um caso similar de canibalismo e liberados ano passado.


O Paquistão não tem uma lei específica de proibição do canibalismo, algo extremamente raro no país, assim como no resto do mundo.


As autoridades abriram um processo por "profanação" de cadáveres contra os dois irmãos, que serão submetidos a exames psiquiátricos.



Fonte: Yahoo!

Estudo nega que tubarões sejam 'fósseis vivos'



Os tubarões modernos não são "fósseis vivos", réplicas de seus ancestrais pré-históricos, tendo evoluído significativamente ao longo de milhões de anos para desenvolver seu desenho característico, revelou nesta quarta-feira um estudo que contesta uma hipótese até hoje considerada um consenso.


O recém-descoberto fóssil do crânio de um ancestral comum a todos os vertebrados com mandíbula, semelhante ao tubarão, reforça a evidência de que um esqueleto ósseo, e não cartilaginoso, era o protótipo.




O ancestral, que viveu na era Paleozoica, cerca de 325 milhões de anos atrás, apresentava as características de peixes com esqueletos cartilaginosos, como o dos tubarões, e ósseos, como o salmão e o atum, escreveram os autores do estudo, publicado na revista Nature.


Faz muito tempo que os cientistas presumiram que os animais modernos com esqueletos ósseos tinham evoluído de uma criatura similar ao tubarão, com uma carcaça feita de cartilagem, e que foram adquirindo ossos com o passar do tempo.


Acreditava-se que os tubarões e arraias modernos fossem os representantes mais próximos do ancestral mandibulado (com mandíbula), tendo permanecido basicamente inalterados.


Mas o novo estudo reforçou uma nova corrente de pensamento segundo a qual os tubarões trocaram seus esqueletos ósseos por cartilaginosos para se tornar caçadores especializados de águas profundas.


"Os cientistas e o público em geral costumavam acreditar que os tubarões da atualidade fossem 'fósseis vivos' - pertencentes a um grupo de animais que apareceu muito tempo atrás e que mudou pouco", afirmou à AFP o principal autor do estudo, Alan Pradel, do Museu Americano de História Natural.


Os pesquisadores se basearam no fato de que seus esqueletos são cartilaginosos como o de peixes sem mandíbula (um grupo irmão integrado por lampreias e peixes-bruxa), que seriam mais primitivos, acreditam.


"Assim, os pesquisadores presumiam que os tubarões modernos representassem a versão ancestral do esqueleto dos vertebrados mandibulados", prosseguiu.


Mas o novo fóssil desafia essa visão. Seu crânio é organizado de forma muito diferente daquele dos tubarões, muito mais parecido ao dos peixes ósseos, descobriu a equipe de Pradel.


"O ancestral comum dos vertebrados mandibulados lembra muito mais os peixes ósseos da atualidade do que os cartilaginosos", disse Pradel a respeito em alusão às descobertas do estudo.


"Isso causa uma reviravolta no pensamento científico tradicional. Os tubarões de hoje não são fósseis vivos e são muito diferentes dos nossos ancestrais", prosseguiu.


A descoberta significa que os cientistas provavelmente podem aprender mais com os peixes ósseos, como o salmão e o atum, a respeito da evolução primitiva dos vertebrados mandibulados do que com tubarões, como se acreditava.



Fonte: UOL

Descoberto o mais antigo ancestral dos herbívoros



Paleontólogos descobriram o mais antigo ancestral dos herbívoros, com 300 milhões de anos, um espécime que ajuda a esclarecer o aparecimento dessa forma de alimentação no mundo animal, determinante para a evolução do ecossistema terrestre atual.


O fóssil parcial deste animal, denominado "Eocasea martini", que tinha menos de 20 centímetros de comprimento, representa "o primeiro vínculo entre os carnívoros e os herbívoros", disse à AFP o paleontólogo Robert Reisz, professor da Universidade de Toronto, no Canadá, principal responsável pela descoberta, divulgada em artigo publicado nesta quarta-feira na revista americana PLOS ONE.


O esqueleto do "Eocasea", ainda um carnívoro, apresentava certas características estreitamente relacionadas a uma linhagem de herbívoros, acrescentou Reisz, indicando que apenas uma parte do crânio, o essencial da coluna vertebral, a pélvis e uma pata traseira foram recuperados no Kansas.


Este animal, que viveu 80 milhões de anos antes do aparecimento dos dinossauros, fazia parte da classe "Synapsida", que inclui os primeiros herbívoros terrestres e os grandes predadores, ancestrais dos mamíferos modernos.


Antes da emergência dos herbívoros, um pouco depois do "Eocasea", os animais terrestres, todos carnívoros, alimentavam-se uns dos outros, ou comiam insetos. 


O aparecimento dos herbívoros "foi uma revolução da vida sobre a Terra, porque significou que os vertebrados puderam ter acesso diretamente a vastos recursos alimentares oferecidos pelos vegetais", destacou o pesquisador.


Os herbívoros, que se multiplicaram e cresceram, por sua vez, viraram uma fonte importante de nutrição para os grandes predadores, completou.


Assim, o "Eocasea" foi o primeiro animal a ativar um processo que resultou no ecossistema terrestre atual, no qual um grande número de herbívoros assegura o aporte alimentar de um número cada vez menor de grandes predadores, observou o professor Reisz.


Este fenômeno ocorre depois separadamente em outros grupos de animais, em pelo menos cinco ocasiões, afirmou.


"Uma vez que a via para o mundo da alimentação herbívora foi aberta pelo 'Eocasea' (...), vários grupos de animais continuaram evoluindo para desenvolver os mesmos traços", permitindo-lhes digerir a celulose, um glicídio que é a principal fonte de energia fornecida pelas plantas.


"Os primeiros dinossauros eram todos carnívoros antes que um grande número se tornasse herbívoro" no curso da evolução, revelou o cientista. 


Mas, ele admitiu, "não compreendemos porque essa evolução de carnívoro para herbívoro não aconteceu mais cedo, nem as razões pelas quais ela ocorreu separadamente em várias linhagens animais".


O paleontólogo Jörg Fröbisch, do "Museum für Naturkunde" e da Universidade Humboldt, em Berlim, é co-autor desses trabalhos.



Fonte: Terra

Confirmada descoberta de primeiro exoplaneta potencialmente habitável





A Nasa (agência espacial americana) anunciou nesta quinta-feira a descoberta de um planeta de tamanho aproximado ao da Terra e no qual pode existir água em forma líquida.


O planeta, que orbita a estrela anã Kepler-186 e que recebeu o nome provisório de Kepler-186f, fica na constelação do Cisne, a cerca de 500 milhões de anos luz da Terra. Ele foi analisado pelos telescópios Gemini North, de oito metros, e Keck II, de dez metros, ambos instalados em Mauna Kea, no Havaí.

"É extremamente difícil detectar e confirmar planetas do tamanho da Terra, e agora que encontramos um, queremos encontrar mais", disse em uma teleconferência Elisa Quintana, pesquisadora do Instituto para a Busca de Inteligência Extraterrestre (SETI).

"As observações de Keck e de Gemini combinadas com outros dados e cálculos numéricos nos permitem acreditar 99,98% que Kepler-186f é real", declarou Thomas Barclay, do Instituto de Pesquisa Ames, da Nasa.


Em fevereiro, a agência espacial americana anunciou que o telescópio Kepler, que orbita a 149,5 milhões de quilômetros da Terra há cinco anos, tinha acrescentado 715 exoplanetas à lista de mil corpos que orbitam estrelas a uma distância que torna possível a existência de água e, portanto, de vida.


A busca de planetas similares à Terra é uma das maiores aventuras na pesquisa espacial, e embora já tenham sido detectadas centenas de planetas do tamanho do nosso e outros menores, eles circulam em órbitas próximas demais de suas estrelas para que haja água líquida em sua superfície.


O Kepler-186f é o quinto e mais afastado de um sistema de cinco planetas, todos com tamanho parecido com o da Terra.


A intensidade e o espectro de radiação da estrela coloca o Kepler-186f na zona estelar habitável, ou seja, se o planeta tivesse uma atmosfera e água em sua superfície, como a Terra, essa água provavelmente existe em forma líquida.



Fonte: UOL
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