quinta-feira, 24 de abril de 2014

Menino de 2 anos sobrevive a queda de 10º andar no Uruguai


 
 
Criança provavelmente brincava no terraço do prédio que havia perdido alguns vidros de proteção durante temporal.
 
 
Um menino argentino de dois anos sobreviveu neste sábado a uma queda do décimo andar de um prédio na cidade de Punta del Este (Uruguai), e está internado em um hospital com múltiplos traumatismos, e hematomas no baço e no fígado, mas fora de risco.
 
 
Segundo informa o jornal "El País", a criança caiu do terraço do edifício, situado em frente à praia Mansa da cidade, um dos lugares favoritos dos argentinos para passar férias, e foram as plantas do jardim da entrada do prédio e o gramado que amorteceram a queda.


Aparentemente, a criança brincava no terraço do prédio que no último temporal que atingiu a região havia perdido alguns vidros de proteção e, em um momento de distração, caiu.

 
 
 
Fonte: Terra

Centopeia devora e mata cobra depois de ter sido engolida pelo réptil




Centopeia fez sua última tentativa de sobrevivência comendo estômago de cobra que a engoliu, em uma tentativa desesperada de fuga.


Depois de ser inteiramente engolida por uma cobra, uma centopeia fez sua última tentativa de sobrevivência desesperada comendo o estômago do réptil, em uma tentativa de fuga.


Pesquisadores descobriram a víbora fêmea morta com sua presa saindo do corpo mastigado, durante um estudo realizado na Macedônia. Ambas as criaturas já estavam mortas.


Os especialistas acreditam que a cobra de 20 centímetros subestimou o tamanho da presa, e acabou pagando caro. O réptil foi encontrado na Golem Grad, também conhecida como Ilha das Cobras.
 
 
 
Fonte: Techmestre

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Jovem acredita ter filmado um OVNI na Argentina




Luis Gomez, um morador do Bairro 08 de Abril cidade Santiago Del Estero, estava na sua casa nessa tarde, quando de repente "olhou para o céu e viu um estranho objeto no ar como se fosse o esboço de um navio, se movendo lentamente por cerca de dois minutos antes de desaparecer. "


Sem hesitar, foi para o interior de sua casa para ir buscar a sua câmera de vídeo e conseguiu gravar imagens do suposto OVNI.


"É claro que é um objeto voador, dei muito zoom na câmera para verificar que é um OVNI. A gravação foi realizada pelas 18:15h e perdeu-se de vista quando o misterioso objeto se movia para Sudeste, gostei, era uma imagem muito bonita diz "Luis Gomez ao Diario Panorama.


video



Suposto monstro do lago Ness flagrado em mapa da Apple é veleiro





 
Entusiasta encontrou imagem ao observar mapa em seu celular. Imagem seria apenas movimento da água causado por veleiro.
 
 
Após diversos boatos a respeito de uma imagem de satélite que finalmente mostraria o monstro do lago Ness, na Escócia, fãs da criatura mítica ficaram desapontados ao descobrirem que o registro não passa de um simples barco.
 
 
De acordo com o jornal “The Scotsman”, o entusiasta do assunto Andrew Dixon teria encontrado a imagem no serviço de mapas da Apple em seu iPhone, e alertado a mídia sobre sua “descoberta”.


“Vi algo grande embaixo d’água e salvei a foto em meu celular. Meu primeiro pensamento foi que aquilo era o monstro, e então contatei Gary Campbell, do Clube Oficial do Monstro do Lago Ness”, contou o escocês.


No entanto, diversas análises apontam que a imagem, na verdade, não passa de uma formação de ondas provocada pela passagem de um veleiro, e que a embarcação que teria provocado as marcas na água teria sido borrada, visto a tendência das empresas como Apple e Google de tentarem apagar detalhes que revelem características pessoais de personagens fotografados por satélite.


A notícia deixou os fãs do monstro bastante baqueados, já que não há nenhum indício confirmado sobre a existência da criatura, que teria sido avistada pela primeira vez em 1925.




Fonte: G1

Fantasmas Coreanos – Parte 4



Em um cenário mais moderno, os Jayuro gwishin (자유 로 귀신) são fantasmas que assombram Jayuro (faixa da estrada que liga Goyang á Paju, situado ao norte de Seul) e surpreendentemente possui muitas testemunhas.


A estrada segue o rio Han e é famosa por ter frequentemente  uma névoa profunda, o que resulta em muitos acidentes de carro. No entanto, alguns colocam a culpa dos acidentes no Jayuro gwishin. 


Muitas pessoas que dirigem na estrada já mencionaram ver uma pessoa em pé ao lado da estrada, uma jovem em perigo, aparentemente usando óculos de sol. Ao olhar mais de perto, verifica-se que ela não está usando óculos de sol, mas seus olhos foram arrancados.


Há também a história do motorista de táxi que pegou uma jovem senhora em um dia chuvoso perto Jayuro, e depois de colocar o endereço no sistema GPS, apenas seguiu as instruções para uma área remota. 


Quando ele olhou no espelho para pedir a sua passageira instruções detalhadas, ele descobriu que ela não estava mais lá. Surpreso, ele percebeu que tinha parado na frente de um cemitério público. Sua passageira já estava em casa.


Se for para Seul e for passar pela estrada Jayuro, não vai se descuidar afinal, os Jayuro gwishin não tem um padrão de vítimas!



Pescadores fisgam tubarão de 365 quilos e batem recorde






Três moradores de Panhandle (Flórida, EUA) lutaram por mais de uma hora para levar à um tubarão-anequim (mako) de 3,3 metros e 365 quilos - um recorde mundial (a marca anterior: 331 quilos) para pesca em terra firme. 
 
 
O trio responsável pela proeza é composto pelos primos Joey Polk, de 29 anos, e Earnie Polk, de 43, e Kenny Peterson, de 21. A marca ainda precisa ser homologada pela Associação Internacional de Pesca de Tubarão em Base Terrestre.


Os recordistas vão comemorar a marca fazendo um churrasco com a carne do tubarão. Geralmente, o grupo liberta o que pesca, mas esse tubarão não resistiu ao esforço durante a batalha e acabou morrendo.
 
 
 
 

Neandertais eram menos diversos geneticamente que o homo sapiens, diz estudo


 
 
Um grupo internacional de pesquisadores constatou que a diversidade genética dos neandertais era menor que a dos humanos modernos, e que os genes que mais sofreram mutações no homo sapiens são os relacionados com a pigmentação da pele e o comportamento, sobretudo a hiperatividade e a agressividade.


Estas são algumas das conclusões de um trabalho dirigido pelo paleogeneticista Svante Pääbo, do Instituto de Antropologia Evolutiva do Max Planck (Alemanha), publicado na revista "PNAS".


Para chegar a essas conclusões, os cientistas sequenciaram o exoma - a parte do genoma que codifica os genes - de dois neandertais, um da caverna de Sidron e outro da caverna de Vindija (Croácia), e o compararam com restos mortais de neandertais da Sibéria e de um denisovano (Homo cuja descoberta foi anunciada em 2010 e cujos restos também foram encontrados na Sibéria).


Os pesquisadores comprovaram que os neandertais tinham menor diversidade genética que os humanos atuais, o que evidencia um menor número de recursos evolutivos para se adaptar às mudanças - "uma possível perda de adaptabilidade", segundo o cientista espanhol Antonio Rosas, do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC), que participou do trabalho.


Outra verificação importante é que os neandertais estavam organizados em pequenos grupos e dispersos no território.


Rosas disse à Agência Efe que os pesquisadores chegaram a esta última conclusão graças ao estudo comparativo das duas cópias de cada cromossomo.


"Comprovou-se que nos neandertais as duas cópias de um mesmo gene nos dois cromossomos (herdados um do pai e outro da mãe) são muito mais parecidas do que no humano atual, o que indicaria endogamia e convivência em pequenos grupos", declarou.


Os paleobiólogos também apontam que entre os grupos de neandertais existe diversificação (os da Sibéria são um pouco diferentes do que os que viveram na a península Ibérica, por exemplo). Este trabalho também aborda a identificação dos genes potencialmente responsáveis pelas mudanças físicas na evolução.


A comparação dos exomas fósseis com os de vários humanos modernos de África, Europa e Ásia mostra que a linhagem comum de denisovanos e neandertales acumulou um bom número de mutações nos genes que controlam a forma do esqueleto - rosto, paladar, tórax -, distribuição do pelo, metabolismo e sistema cardiovascular.


No ramo dos neandertais, as mudanças afetaram especificamente os genes relacionados à lordose da coluna: Sabe-se por estudos de anatomia comparativa que os neandertais tinham uma curvatura lombar reduzida.


No entanto, na descendência dos "Homo sapiens", as mutações genéticas se concentram em certos genes vinculados ao comportamento e à pigmentação da pele: "Neste último caso, as mudanças podem estar relacionadas com as diferenças na pigmentação da pele das populações atuais", segundo Rosas.


Quanto ao comportamento, o homem moderno tem de maneira exclusiva mutações genéticas que fizeram mudar sua atividade e agressividade, mas não se sabe se para mais ou menos.


Para Rosas, este estudo "pela primeira vez põe um nome, embora não ainda um sobrenome, à base genética das mudanças na anatomia e o comportamento produzidos nos processos evolutivos".




Fonte: BOL

Plutão pode ter mares profundos e falhas tectônicas



Em julho de 2015, teremos o primeiro vislumbre do planeta anão Plutão e de sua lua, Caronte, o que gera inúmeras especulações entre os cientistas.

Segundo uma das teorias mais recentes, a colisão que teria formado Plutão e Caronte aqueceu o interior do planeta a ponto de criar um oceano subterrâneo de água líquida, engendrando um sistema de placas tectônicas de curta duração, como o da Terra.

“Quando a sonda New Horizons chegar lá, acreditamos que veremos evidências de tectonismo antigo”, declara Amy Barr, da Universidade de Brown, co-autora de um estudo com Geoffrey Collins, publicado na última edição da revista Icarus. Por “antigo”, Barr se refere aos primeiros bilhões de anos da história do sistema solar.

Plutão anticongelante

Barr e Collins criaram um modelo para o sistema Plutão-Caronte, baseado na ideia de que a colisão inicial entre os dois corpos gerou calor suficiente para derreter o interior de Plutão, formando um oceano de longa duração sob uma crosta de gelo.

“Quando um oceano se forma em um corpo de gelo, ele não se deteriora facilmente”, explica Barr. Isso acontece porque quando o oceano congela, a parte líquida remanescente é enriquecida por sais e amônia, que agem como anticongelante.

Em seguida, esse oceano interior teria criado placas tectônicas de gelo na superfície de Plutão. “Uma coisa que sabemos é que o momento angular se conserva à medida que o sistema evoluiu”, comenta Barr.

A partir desse fato, eles simularam diversos cenários baseados na órbita de Caronte logo depois da colisão (já que ninguém sabe exatamente onde a lua surgiu). Em seguida, em cada um dos cenários, eles constaram que  a órbita de Caronte se desloca gradualmente para fora – assim como a órbita da Lua ao redor da Terra.

Quando Plutão e Caronte estavam próximos e ainda quentes devido à colisão, eles se atraíam com mais força e tinham um formato mais oval. Mas quando Caronte se afastou, Plutão se tornou mais esférico. Para mudar de forma, a superfície gelada teria de rachar e criar falhas, que são indícios de tectonismo.

“Nos cenários que vemos, a pressão gerada é mais do que suficiente para criar todo tipo de vestígios tectônicos”, explica Barr.

Vestígios tectônicos

Mas será que a New Horizons conseguirá ver essas falhas? Provavelmente sim, acredita Jeffrey Moore, chefe da equipe de geologia e geração de imagens da sonda, do Centro de Pesquisa Ames da NASA. “Será uma surpresa de não virmos vestígios de tectonismo”, acrescenta.

Uma possível complicação é o clima de Plutão. Anos trás, telescópios descobriram que Plutão possui atmosfera quando está mais próximo do Sol, mas que ela se congela até a superfície quando o planeta está no ponto mais distante de sua órbita elíptica. Essa alteração contínua pode ser suficiente para erodir sua superfície a ponto de esconder os vestígios de tectonismo.

“Não é inconcebível que as placas tectônicas estejam erodidas e cobertas de sedimentos “, especula Moore. Mas ele duvida que este seja o caso, destacando exemplos de planetas com atmosferas que congelam até a superfície regularmente – como Calisto, a lua de Júpiter.

“A atmosfera de Calisto tem depósitos e passa pelo processo de sublimação, mas ainda se pode ver grandes traços de tectonismo”, explica Moore.

Além disso, a New Horizons observará Plutão com uma resolução superior a 100 metros por pixel em alguns lugares, diz Moore. Portanto, as chances são muito boas. E se as falhas tectônicas não forem observadas? ”Então teremos que voltar para revisitá-las quando chegarmos lá”, conclui.



Fonte: Discovery

‘Homo sapiens’ deixou África antes do imaginado, diz estudo

Aborígines australianos: população seria descendente de onda migratória que deixou a África há 130 mil anos NEIL SANDS/AFP


Jornada humana em direção à Ásia ocorreu em pelo menos dois momentos, o primeiro deles há 130 mil anos.


O homem deixou a África em duas grandes ondas migratórias, marchando por caminhos diferentes há mais de 130 mil anos. Sua movimentação mundo afora foi revelada esta semana por um estudo coordenado pela Universidade de Tübingen, da Alemanha. 


A pesquisa desvenda a polêmica jornada para outros continentes. Até agora, acreditava-se que houve apenas uma grande dispersão, e muito mais recente — seu registro seria de 50 mil anos atrás.


A pesquisa considerou diversas possibilidades de dispersão, levando em conta medições cranianas, dados genéticos de populações humanas e condições climáticas que influenciariam o deslocamento das populações.


Dois caminhos na Ásia


A comunidade científica concorda que o homem moderno é descendente de uma mesma população ancestral, que existiu na África entre 100 mil e 200 mil anos atrás. 


No entanto, não havia consenso sobre o caminho que seguiu após deixar o continente. Segundo uma teoria, a marcha passou pelo interior da Ásia. Outra hipótese é que a trajetória até o Extremo Oriente ocorreu margeando o litoral asiático.


— Testamos diferentes cenários sobre o êxodo dos homens modernos fora da África: se isso ocorreu em uma migração, ou duas, ou em diferentes versões — conta Katerina Harvati, paleoantropóloga do Centro Senckenberg de Evolução Humana de Tübingen e coordenadora do estudo, publicado na revista “Proceedings of the National Academy of Sciences”. 


— Usamos análises genéticas, anatômicas e concluímos que a trajetória humana foi uma dispersão múltipla, ou seja, uma combinação dos caminhos já estudados.


Além de definir o percurso do homem, os pesquisadores também concluíram que a caminhada começou muito antes do que se cogitava. 


A primeira migração saiu da África há 130 mil anos. Entre seus descendentes estão os atuais aborígenes australianos e os habitantes de Papua Nova Guiné. 


O segundo grupo só deixou o continente de origem 80 mil anos depois. Estima-se que dele vieram populações nativas do Sul da Ásia, como os negritos, que têm baixa estatura, pele escura e cabelo encaracolado. 


Coautor do estudo, Hugo Reyes-Centeno destaca que novos achados arqueológicos no Nordeste da África e na Península Arábica apoiam a tese de que o homem pisou nesta região mais cedo do que se pensava. 


No sítio arqueológico de Jebel Faya, nos Emirados Árabes Unidos, foram encontradas artefatos de pedra que teriam entre 100 mil e 125 mil anos.


— Vemos fósseis na Palestina de até 120 mil anos e cuja forma craniana se assemelha muito a populações da Oceania, bem mais do que a de qualquer outra população moderna.


Seca na África, vulcão na Ásia


Eventos extremos climáticos podem ter motivado o deslocamento da população africana para o Vale do Rio Nilo e, dali, para a Península Arábica.


— Especulamos que houve secas severas entre 130 mil e 75 mil anos atrás no Leste da África, estimulando a migração do homem para outras regiões — explica Reyes-Centeno. — As populações em expansão fora do continente teriam encontrado inicialmente condições climáticas mais favoráveis, mas também foram confrontados com fenômenos inesperados.


Há aproximadamente 75 mil anos, segundo o pesquisador, o deslocamento pela costa Sul da Ásia teria sido afetado por uma erupção vulcânica na Indonésia. 


Este fenômeno impediu a passagem para o Sudeste do continente e atrasou a entrada na Austrália. O primeiro registro de homens modernos na região é de 50 mil anos atrás.


Jeanne Cordeiro, arqueóloga do Laboratório de Arqueologia Brasileira, acredita que o período analisado é muito amplo e carente de dados, mas que o estudo preenche algumas lacunas históricas.


— Como aborda um espaço temporal muito longo, a pesquisa pode provocar discussões — explica a arqueóloga, que não participou do levantamento alemão. — O novo estudo tem uma base muito sólida. Ele conjuga um método antigo, que é a medição de crânios, e técnicas cada vez mais aceitas, como a análise do genoma para medir a dispersão das populações.


A chegada do homem à América não é abordada no estudo. Mas, segundo Reyes-Centeno, o mesmo método poderia ser usado para investigar quando começou o seu povoamento:


— Nosso estudo desafiou um modelo ao dizer que houve pelo menos duas dispersões da África para a Ásia. Agora, podemos testar se a chegada às Américas ocorreu ao longo de uma rota costeira a partir da Ásia, como muitos especialistas propõem, ou se outros cenários são mais prováveis.


Katerina lembra que, segundo os principais estudos, o homem pisou pela primeira vez na América por volta de 15 mil anos atrás, embora haja indicações de que isso poderia ter ocorrido até 15 mil anos antes. 


— Independentemente do caso, isso é muito tarde, considerando que a saída da África ocorreu há 130 mil antes — assinala.



Arquivos do FBI indicam que Hitler não se suicidou e morou na Argentina e Brasil



Com quase 70 anos de atraso o FBI abre seus arquivos secretos que atestam: HITLER foi para a Argentina em vez de cometer suicídio. Outros relatos anteriores a estas provas indicavam já detalhes da vida de Hitler na Argentina e final de sua vida no Brasil.


A 30 de abril de 1945, Adolf Hitler suicida-se num bunker subterrâneo. O corpo foi descoberto mais tarde e identificado pelos soviéticos, envolto em contradições e histórias, antes de ser levado de volta para a Rússia. É realmente possível , que os soviéticos tivessem mentido todo este tempo, propositadamente para a história ser reescrita?


Ninguém pensava assim até a liberação dos documentos do FBI . Parece que é possível, que o homem mais odiado da história escapou da Alemanha devastada pela guerra e viveu uma vida bucólica e tranquila nos maravilhosos sopés da Cordilheira dos Andes ou alegadamente terá terminado a sua senda em algum longínquo lugar no Brasil. 
 
 

A comunidade secreta sabia!


Registros do FBI divulgados recentemente estão a mostrar que não só Hitler e Eva Braun tiveram suicídios falsificados, mas que a dupla infame pode ter tido a ajuda do diretor suíço dos OSS dos Estados Unidos, Allen Dulles.


Num documento do FBI de Los Angeles, é revelado que a agência estava ciente de um misterioso submarino fazendo caminho até a costa argentina levava para fora altos funcionários nazis. O que é mais surpreendente é o fato estranho que o FBI sabia que ele estava de fato a viver no sopé da Cordilheira dos Andes.


 



Quem é o misterioso informante ?


Numa carta ao escritório de Los Angeles , em agosto de 1945, um informante não identificado concordou em trocar informações de asilo político. 
 
 
O que ele disse aos agentes foi impressionante. O informante não só sabia que Hitler estava na Argentina como confirmou ser um dos quatro homens dentro do submarino alemão. Aparentemente, dois submarinos haviam desembarcado na costa argentina: Hitler e Eva Braun estavam a bordo do segundo.

O governo argentino não só se congratulou com o ditador alemão, como objetivamente também auxiliou no seu esconderijo. 
 
 
O informante não só passou a dar instruções detalhadas sobre as aldeias que Hitler e seu partido tinham passado, como também os detalhes físicos credíveis sobre Hitler. Embora por razões óbvias o informante nunca seja citado nos documentos do FBI , ele era confiável o suficiente para ser acreditado por alguns agentes.


Este informante disse ainda que o líder nazista tinha cortado o seu bigode e vivia num rancho fortemente vigiado. “Se forem a um hotel em San Antonio, Argentina, consigo arranjar um homem que se encontre lá com vocês e vos diga onde é o rancho onde está Hitler”, disse o informante.


A informação chegou ao líder do FBI, J. Edgar Hoover, que a reencaminhou para o Departamento de Guerra.


No entanto, num documento de 21 de setembro de 1945, os agentes do FBI concluíram que devido à pouca informação seria impossível continuar a seguir esta pista. 
 
 

O FBI tentou esconder paradeiro de Hitler


Mesmo com uma descrição física detalhada, o FBI ainda dá indicações sobre como não acompanhar nova tese. Mesmo com evidências que colocaram o submarino alemão U-530 circundando a costa argentina pouco antes de chegar, e uma abundância de testemunhas oculares atestando que o oficial alemão foi deixado, nada nem ninguém foi investigado.


Em 1945, um Adido Naval em Buenos Aires havia informado Washington que havia uma alta probabilidade de que Hitler e Eva Braun tinham acabado de chegar na Argentina. Isso coincidiu com as aparições do submarino U-530. 
 
 
Adicionado à prova estão, sob a forma de artigos de jornais, detalhes da construção de uma mansão em estilo bávaro, no sopé da Cordilheira dos Andes, trabalho do arquiteto Alejandro Bustillo que já escrevera sobre o seu projeto de construção de nova casa de Hitler. Tudo era financiado por ricos imigrantes alemães.



Provas irrefutáveis ​​de que Hitler escapou:


Talvez a evidência mais representativa de que Hitler sobreviveu à queda da Alemanha encontra-se na Rússia. Com a ocupação soviética da Alemanha, o corpo de Hitler deveria ser escondido rapidamente e levado para a Rússia, para nunca mais ser visto. 
 
 
Isso é até 2009, quando um arqueólogo de Connecticut State, Nicholas Bellatoni, foi autorizado a realizar testes de DNA num dos fragmentos do crânio recuperado descobrindo algo que desencadeou uma reação explosiva na comunidade acadêmica. 
 
 
Não só a de que não encontrou nenhuma das amostras de DNA que se pensava ser de Hitler, como elas não correspondem ao DNA de Hitler ou de Eva Braun. Então a questão é, o que os soviéticos descobriram no bunker, e onde estaria Hitler ?


Dwight D. Eisenhower escreveu a Washington estar preocupado com o desaparecimento de Hitler (e não com a morte) e alguns documentos apresentam que não era apenas o general Eisenhower que estava preocupado com o desaparecimento de Hitler, Stalin também expressou essa preocupação. 
 
 

Jornalista afirma que Hitler morou e morreu na Argentina


Muito antes destas certezas ou confirmações já no livro “El Exilio de Hitler” (Ediciones Absalón), do jornalista argentino Abel Basti, de 54 anos, se sustenta que o líder nazi e sua mulher, Eva Braun, não se mataram. 
 
 
“Fugiram” para Barcelona, onde passaram alguns dias, e depois foram para a Argentina de submarino, onde morreu, depois dos anos 60. Dezenas de relatórios mainstream sustentam que a polícia secreta comunista levou os restos mortais (queimados) de Hitler e Eva Braun para a União Soviética. 
 
 
Basti afirma, sem apresentar documentação confiável, que a informação não é verdadeira e que os nazis, como Hitler, o chefe da Gestapo, Heinrich Müller, e Martin Bormann plantaram pistas falsas. 
 
 
Entrevistado pelo jornal “ABC”, em Espanha, sustenta que “existem três documentos” que comprovam que o nazi não se matou: “Do serviço secreto alemão, que dá conta de que chegou a Barcelona, procedente de um voo da Áustria; do FBI, que indica que ‘o exército dos Estados Unidos está gastando a maior parte de seus esforços para localizar Hitler na Espanha’; e um terceiro do serviço secreto inglês, que fala de um comboio de submarinos com líderes nazis e ouro saindo rumo a Argentina, fazendo uma escala nas Ilhas Canárias”.


Um jesuíta nonagenário é apresentado por Basti como uma de suas mais importantes fontes. Ele dispõe de muitas informações sobre a presença de Hitler na Espanha, segundo o jornalista. No livro, porém, não revela nada de sensacional.


Para não ser reconhecido, Hitler cortou o cabelo, ficou quase careca e rapou o bigode. Teria ficado irreconhecível. “O corte do bigode deixou à mostra uma cicatriz, sobre o lábio superior, que não era conhecida por gente comum.”
 

Basti assegura que “a fuga de Hitler estava prevista em um grande plano de evasão — de homens, capital e tecnologia — preparado pelos nazis. Esse plano, em 1945, recebeu luz verde dos norte-americanos, como resultado de um pacto secreto militar de troca de conhecimento e cientistas. Os milhares de nazis que puderam fugir para o Ocidente — dos quais cerca de 300 mil foram para os Estados Unidos — foram ‘reciclados’ [recrutados] para lutar contra o comunismo. Hitler transformou-se num dinossauro vivo, protegido e refugiado”.


O entrevistador Antonio Astorga menciona documentos secretos britânicos nos quais se revela que Hitler fugiu para a Argentina num submarino, “com escala técnica nas Ilhas Canárias”. 
 
 
A versão de Basti: “Antes que o comboio de submarinos partisse da Espanha, a Armada [Marinha] norte-americana retirou todas as suas unidades navais do Atlântico Sul. Os submarinos nazis ‘trocaram mensagens’ com a frota norte-americana. As mensagens foram interceptadas pelos ingleses”. 
 
 
 
 
 
Cidadã brasileira afirma que Hitler morreu no Brasil


Adolf Hitler fugiu da Alemanha e depois de viver noutros países da América do Sul, morreu no Brasil aos 95 anos anos. Este é a tese de doutorado em jornalismo de Simoni Renée Guerreiro Dias, cidadã brasileira.



O ditador recorreu a amigos que tinha no Vaticano e fugiu da Alemanha depois de ter simulado a própria morte, alega a investigadora, que explica que o primeiro destino foi a Argentina após espera por submarino em Barcelona. Já com o apelido alterado para Adolfo Leipzig, Hitler ter-se-á depois mudado para o Paraguai, antes de rumar ao Brasil, onde morreu em 1984, com 95 anos, na cidade de Nossa Senhora do Livramento, no estado de Mato Grosso.


A investigadora, que reside no estado de Mato Grosso, revela que foram os relatos de um alemão idoso com muitas parecenças com Hitler que a levaram a investigar. 
 
 
A mulher encontrou uma fotografia desse homem, datada de 1982, e, segundo o portal Globo, ao manipular a imagem e lhe colocar um bigode, deu aquele que seria o primeiro passo da investigação: aquele homem podia mesmo ser Adolf Hitler.


A tese foi contestada por Cândido Moreira Rodrigues, professor de História Política e Contemporânea da Universidade Federal de Mato Grosso, que acusa a investigação de Simoni de falta de rigor científico.


Sobre o fato de a imagem mostrar um homem e a sua companheira, uma mulher negra, Simoni alega que era parte do disfarce, uma vez que ninguém pensaria que Hitler se envolveria com uma mulher que não fosse caucasiana. 
 
 
Outro dado tido por Simoni como indicação de que era mesmo Hitler aquele «alemão velho», como era chamado no bairro, tem a ver com os relatos de uma freira sobrevivente ao Holocausto que se sentiu mal ao reconhecer Adolfo Leipzig como sendo Hitler, durante uma visita do idoso ao hospital, em 1979.


O caso será desvendado em breve. Simoni conseguiu autorização para exumar o corpo de Adolf Leipzig e recolheu amostras de ADN, que serão comparadas com as de um descendente de Hitler.


Um outro livro, A última operação secreta do Terceiro Reich – de Juan Salinas e Carlos de Napoli – lançado pela Civilização Brasileira – com apoio do Ministério das Relações Exteriores e Cultura da Argentina, relata a misteriosa viagem da Europa à Mar del Plata de dois submarinos alemães, o U-530 e o U-977, após a rendição de 7 de maio de 1945, com grandes conjecturas sobre quais eram os objetivos dessa longa travessia, já depois da rendição alemã. 
 
 
Os submarinos se renderam à Marinha argentina, um Pais simpático ao Terceiro Reich, despertando as maiores desconfianças entre os Aliados, inclusive de que levariam altos dignatários nazistas. Stalin desconfiava que Hitler era um deles.


A calorosa recepção da Marinha em Mar del Plata aos submarinistas alemães aumentou as suspeitas que tinham como pano de fundo as evoluções da politica interna argentina, sob o domínio da dupla Farrell-Peron.


O livro é longo, quase 500 páginas, bem documentado e tem como moldura as complexas condições de rendição dos nazistas aos anglo-americanos e aos soviéticos, duas operações distintas recheadas de desconfianças mútuas, bem como do efêmero Governo do Almirante Doenitz que funcionou entre a anunciada morte do Fuhrer em 30 de abril de 45 e a rendição de 7 de maio.


Trata também das rendições paralelas no Norte da Itália e na Noruega, teatros secundários aonde as forças armadas alemãs não estavam taticamente derrotadas e poderiam resistir ainda se quisessem, bem abastecidas e com equipamento em bom estado.


Na viagem da Alemanha via Noruega para a Argentina, o U-530 torpedeou em 4 de julho, dois meses após a rendição alemã, o cruzador brasileiro BAHIA, que contava com 336 tripulantes, causando grande número de mortes após afundar em 6 minutos.


Esse episódio e outros pouco conhecidos tem um minucioso tratamento nesse livro interessante e surpreendente, mesmo para os que conhecem o tema da Segunda Guerra. São fatos e episódios que se entrelaçam à trama, como a derrota eleitoral de Churchill logo após o fim da Guerra, a Conferência de Potsdam e o encontro de Stálin com Truman pela primeira vez, a primeira deposição e prisão de Peron pela Marinha argentina, o Brasil muito presente na trama, a preparação da grande rota de fuga dos nazistas para a Argentina, que se daria entre 45 e 47. 
 
 
A obra é uma tessitura atraente que prende o leitor, como um bom romance policial e político, todavia trata-se de um livro de história sobre o fechamento da Segunda Guerra com episódios pouco conhecidos, que deixam bem mal a Argentina daquela época.



Fonte: Nerdices
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