segunda-feira, 23 de maio de 2016

Supostas bombas nucleares de Hitler são encontradas na Alemanha



 


 
 
Ogivas estariam enterradas sob túneis construídos durante a Alemanha nazista.


Um engenheiro mecânico aposentado afirmou ter descoberto duas bombas nucleares feitas na época em que Adolf Hitler comandava a Alemanha nazista (1933-1945). De acordo com Peter Lohr, o responsável pela descoberta, as bombas teriam 71 anos de idade, um ano mais velhas do que ele.



Usando radares de penetração do solo na região de Jonas Valley, no estado alemão de Thuringia, no centro do país, ele encontrou um grande complexo de cavernas subterrâneas. Numa deles, Lohr acredita ter encontrado um bunker com as ogivas nucleares. 


Apesar de não ter escavado a terra para comprovar a descoberta, ele usou tecnologia de construção de imagens em 3D para fazer simulações dos objetos enterrados. 
 
 
Com a técnica, ele afirma que encontrou cinco objetos muito grandes e que dois deles seriam bombas atômicas. “Este metal está abandonado por lá há 71 anos, pelos meus cálculos. Em algum momento, vai se deteriorar e teremos uma espécie de Chernobyl em nossas mãos”, disse Lohr em entrevista ao jornal alemão Bild


O pesquisador-amador enviou todos os dados que captou para as autoridades locais e disse que não há mais nada que possa fazer para prosseguir com a investigação. 


Para continuar investigando o caso, os alemães precisariam reabrir as entradas dos 25 túneis cavados na região durante a Segunda Guerra Mundial, porque as tropas americanas supostamente removeram tudo o que havia nas áreas subterrâneas e dinamitaram as entradas, bloqueando o caminho. 


Misteriosamente, os documentos americanos sobre as ações em Ohrdruf, o campo de concentração que havia em Jonas Valley, receberem classificação confidencial por 100 anos. Considerando que foram escritos em 1945, poderiam ser publicados somente em 2045. 
 
 
 
 
 
Fonte: Galileu

O fim de um mistério ancestral: é revelada a identidade do “homem da máscara de ferro”


 
 
Mais de 30 anos de pesquisa permitiram revelar a identidade do homem enigmático por trás da máscara de ferro, um mistério de três séculos de idade.


O lendário “homem da máscara de ferro” parece ter sido descoberto depois de 350 anos de enigma e suspense. 


A busca por sua identidade inspirou grandes escritores da literatura universal, como Voltaire, em seu livro “Questions sur l’Encyclopedia” (1771), ou Alexandre Dumas, em “O Visconde de Bragelonne” (1847), sem grandes resultados. Agora, Paul Sonnino, professor de história da Universidade de Santa Bárbara, diz ter uma resposta definitiva.



Em seu livro “The Search for the Man in the Iron Mask: A Historical Detective Story” (A Busca pelo Homem da Máscara de Ferro: Uma História de Detetives), o professor revela os resultados da pesquisa, um trabalho que demandou 30 anos de esforços. 


Nele, Sonnino afirma que o nome verdadeiro do personagem é Eustache Dauger e que ele não se escondia atrás de uma máscara de ferro, mas de uma máscara de veludo. Ele era assistente do cardeal Jules Mazarin, chefe dos ministros do rei. 


Poucos anos depois de Mazarin ser acusado de roubo à realeza britânica, Dauger foi preso. “Eustache Dauger deve ter falado demais em um momento inoportuno. Quando foi preso, lhe disseram que, se ele revelasse sua identidade, seria executado imediatamente”, afirma o professor. 


Após sete anos de prisão em Pignerol, Dauger foi transferido para a Bastilha em 1698, onde morreu em novembro de 1702, aos 45 anos. Ele foi enterrado no cemitério de Saint-Paul-de-Vence, em Paris, em um túmulo sob o nome de Marchioly. 




Fonte: History

Autoridades dos EUA encontram crocodilos 'comedores de gente' na Flórida



Autoridades dos Estados Unidos informaram que encontraram crocodilos-do-nilo "comedores de gente" nos pântanos da Flórida.


Foram necessários testes de DNA para confirmar que os três animais eram crocodilos de uma espécie invasora.


Diferente dos jacarés comuns na Flórida, esta espécie pode atacar humanos e acredita-se que seja responsável por até 200 mortes por ano em seu habitat na África subsaariana.


Especialistas afirmam que é possível que mais destes crocodilos estejam soltos pelos pântanos do Estado americano.


Ainda não se sabe com certeza como eles chegaram aos Estados Unidos.


"Eles não nadaram da África (até aqui)", disse Kenneth Krysko, especialista em répteis e anfíbios da Universidade da Flórida.


Krysko disse à agência de notícias Associated Press que é possível que eles tenham sido trazidos de forma ilegal ao país, e a pessoa que trouxe não conseguiu manter os crocodilos em um lugar seguro ou pode até ter libertado os animais de forma intencional.



Gigantes

 

 

Os crocodilos foram encontrados na Flórida nos anos de 2009, 2011 e 2014. Os testes de DNA para confirmar que eram crocodilos-do-nilo foram feitos apenas recentemente.


Esta espécie pode chegar até aos seis metros de comprimento, maior do que os jacarés locais que, geralmente, chegam aos quatro metros de comprimento.


Estes crocodilos geralmente se alimentam de peixes, aves e mamíferos incluindo humanos. Eles também são conhecidos por atacar rebanhos.


Especialistas em vida selvagem da Flórida temem que espécies de outros países como este crocodilo possam ameaçar o ecossistema do Estado se começarem a se reproduzir nos pântanos do Parque Nacional de Everglades.


Um exemplo foi o da píton birmanesa que foi vista pela primeira vez em Everglades na década de 1980 agora já é uma população estabelecida na Flórida.


"Tenho duas palavras para você: píton birmanesa. Se você me falasse 15 anos atrás que teríamos uma população destas estabelecida em Everglades, eu não teria acreditado", disse o biólogo Joe Wasilewski.


Espécies de outros países podem causar muitos danos em um ecossistema que não está pronto para recebê-las.


Quando as primeiras pítons birmanesas apareceram na Flórida, elas começaram a se reproduzir muito rápido e mantiveram sua população alta se alimentando da vida selvagem local, que é formada por espécies ameaçadas.


Entre suas presas estavam até os jacarés locais.


Agora acredita-se que existam cerca de 30 mil estas cobras na região. E o governo da Flórida até chegou a permitir a caça da píton birmanesa.




Fonte: UOL

Aeronáutica libera áudios registrados na 'Noite Oficial dos OVNis'




 
 
Era 20 de maio de 1986 quando o tenente-brigadeiro do ar Octávio Júlio Moreira Lima, então ministro da Aeronáutica, convocou uma coletiva de imprensa. A intenção do oficial era divulgar ao Brasil inteiro que caças da Força Aérea Brasileira (FAB) haviam perseguido, sem sucesso, 21 objetos voadores não identificados (OVNIs) que sobrevoaram o espaço aéreo de nosso país. 
 
 
O evento ocorreu um dia antes da entrevista de Moreira Lima, em 19 de maio de 1986, há 30 anos, quando os objetos foram detectados pelos radares do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta I), de Brasília. 
 
 
A revoada teve em torno de três horas de duração e pôde ser observada em quatro estados distintos — Paraná, Rio de Janeiro, Goiás e São Paulo. Diante do fato, a FAB iniciou duas operações para perseguir e interceptar os OVNIs, utilizando para tal caças Dassault Mirage III e F-5E Tiger II. 
 
 
As aeronaves decolaram das Bases Aéreas de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, e de Anápolis, Goiás. Na noite de ontem (22), o programa Fantástico, da Rede Globo, exibiu uma reportagem especial a respeito da Noite Oficial dos OVNIs. 
 
 
Nas imagens, é possível rever a reportagem original do programa do dia 25 de maio de 1986, semana do ocorrido, bem como áudios inéditos de diálogos entre o controle de solo e os pilotos da aeronave e também entrevistas com participantes dos eventos. No site da Aeronáutica, é possível conferir todos os diálogos na íntegra.





Fonte: Canaltech

Meteorito pode ter sido causa de brilho e estrondo no céu do México







O astrônomo José Ramón Valdés, da Coordenação de Astrofísicos do Instituto Nacional de Astrofísica, Óptica e Eletrônica, declarou neste sábado que o evento que se viu e escutou na madrugada de sábado foi a passagem pela atmosfera de um meteorito que cortou os céus da região central do México. 


Em entrevista coletiva, o cientista afirmou que a interação do objeto com a atmosfera gerou uma onda de choque que foi visível e perceptível para a população. 


Apesar de sentido e visto como um fenômeno próximo, o astrônomo afirmou que o meteorito deve ter passado a mais de 1.000 quilômetros de altitude. 


"Os asteroides grandes podem ser monitorados, podemos ver sua trajetória no Sistema Solar. O problema são os pequenos, esses não os podemos ver", declarou Valdés. 


Ele explicou que "estes objetos são remanescentes da formação do Sistema Solar, de nosso planeta", por isso que são de importância científica para reconstruir a história do sistema planetário ao que pertence a Terra. 


Valdés também explicou que se trata de objetos que podem ser formados por rocha ou metais, e que o desta madrugada "tudo indica que foi de pedra pequena". 


"Há muitos, mas poucos chegam à superfície. É preciso estarmos preparados para um grande; esses sim são mortais e acabariam com uma cidade inclusive, e são os que estamos monitorando", especificou o especialista. 


Esta madrugada, a plataforma de alertas SkyAlert reportou que um brilho acompanhado de um estrondo foi registrado no centro do México, e atribuiu o fenômeno a um possível "bólido ou meteoro". 


A SkyAklert, uma plataforma extraoficial que alerta sobre fenômenos sísmicos, vulcânicos e atmosféricos, detalhou através da rede Twitter que ao redor de 1h47 (horário local, 3h47 em Brasília) "se viu uma luz e escutou uma explosão", e acrescentou que os relatos do fato chegam de Puebla, Cidade do México, Estado do México e Tlaxcala. 


"É muito provável que a explosão do possível 'bólido ou meteoro' tenha ocorrido durante sua entrada na atmosfera terrestre. Não foram reportados danos, por isso que também é provável que não impactou em terra", afirmou. 


"O céu se iluminou, como quando cai um raio, e durante poucos segundos se viu um objeto laranja como um foguete que recém explode", disse à Agência Efe Eduardo Bravo, morador de Puebla que testemunhou o fenômeno quando estava em seu veículo. 


Outros o sentiram em suas casas como um estrondo que fez vibrar portas, janelas e paredes. "Se escutou como se alguma coisa tivesse explodido", declarou Julián Peña, que estava em casa, em uma conversa por telefone com a Efe.




Fonte: Terra

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Depois de 30 anos, aparição de ovnis em São José ainda é mistério


 A noite dos ovnis. Um dos mais emblemáticos casos de ufologia do mundo

 Varela diz que caso tem fundamento





FAB liberou documentos secretos com relatos sobre o caso.


Passados 30 anos, o mistério sobre a aparição de ovnis (objetos voadores não identificados) no Brasil na noite do dia 19 de maio de 1986, especificamente em São José dos Campos, continua um grande mistério e um dos mais emblemáticos casos de ufologia do mundo.


Era uma noite com céu limpo e boa visibilidade. De acordo com o relatório confidencial da FAB (Força Aérea Brasileira), liberado em 2009, por volta de 23h15 o radar da torre de controle do aeroporto de São José dos Campos detectou objetos não-identificados sobre a cidade.


O fenômeno também foi percebido no ar. O coronel Ozires Silva, um dos fundadores da Embraer e então recém-nomeado presidente da Petrobras, voava num avião Xingu e avistou as luzes. Em relatos publicados na imprensa, Ozires disse que “as luzes tinham presenças reais, eram alvos primários no radar, alvos positivos, uma coisa concreta”. 


Por volta de 1h, radares em São Paulo e Brasília detectaram as luzes e acionaram caças nas bases aéreas de Santa Cruz (RJ) e Anápolis (GO) para perseguir as luzes de forma esférica, que se deslocavam a velocidades acima de 1.000 km/h. Relatos de pilotos dos caças dizem que objetos foram detectados pelo radar mas tinham um nível de agilidade incompatível com aeronaves terrestres e superavam com facilidade a velocidade das aeronaves.


Para Ricardo Varela Corrêa, pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e ufólogo 'de carteirinha', como ele mesmo frisou, o caso tem forte fundamentação por ter sido relatado por profissionais treinados para reconhecer e diferenciar aeronaves. "O operador da torre de controle [do aeroporto de São José dos Campos] relatou ter visto objetos no radar de solo. Esse é um dos eventos mais impactantes na ufologia mundial porque há testemunhas abalizadas, com treinamento para não identificar Vênus como disco voador".


Em 25 de setembro de 2009 foi divulgado o relatório oficial da FAB sobre o caso, que diz textualmente: "Como conclusão dos fatos constantes observados, em quase todas as apresentações, este Comando é de parecer que os fenômenos são sólidos e refletem de certa forma inteligência, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores, como também voar em formação, não forçosamente tripulados". O documento é assinado pelo Brigadeiro do Ar José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque.


Para Varela, parte importante dos documentos ainda não foi liberada. "A gente acha que houve um escalonamento de alguma documentação, de confidencial para secreto, e aí a liberação só ocorre depois de 50 anos. Em 1987 nós mandamos uma solicitação ao Comdabra (Comando de Defesa Aerospacial Brasileiro), questionando o ocorrido. A resposta do ministro da época foi que não tinha o que falar porque não existia relatório. Anos depois eles liberam um relatório de 10 páginas. Foram liberadas três horas de gravação da torre de controle. Então, a gente fica desconfiado", concluiu.


Cronologia do caso


23h15 - O controlador da torre de controle do aeroporto de São José dos Campos avistou luzes amarelas, verdes e laranja se deslocando sobre a cidade. O radar detectou objetos não-identificados, nas posições correspondentes a essas luzes.


1h - Radar da Base Aérea de Anápolis (GO) registrou objetos não identificados. Os sinais de radar indicaram a direção e a velocidade de deslocamento dos objetos.


1h34 - O Comando da Aeronáutica autorizou a decolagem de um caça da Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro. O avião seguiu para São José dos Campos para investigar. No caminho, o piloto viu uma luz branca voando abaixo do avião, que estava a aproximadamente 5 mil metros de altitude. O objeto se posicionou acima do caça. O piloto perseguiu a luz, que subiu até 10 mil metros e mudou de cor. O radar do caça registrou o objeto, que estava entre 16 e 18 km de distância do avião e voava na direção do mar. A perseguição continuou até que a aeronave atingiu o ponto de não-retorno (em que não teria mais combustível para voltar), e o piloto desistiu.


1h48 - Um caça decolou da Base Aérea de Anápolis para perseguir objetos detectados naquela região. O piloto registrou um ovni pelo radar, mas não conseguiu aproximação visual. O caça voava em velocidade supersônica (acima de 1.100 km/h), mas o objeto tinha um nível de agilidade incompatível com aeronaves convencionais.


1h50 - Mais um caça decolou em direção a São José dos Campos. O piloto observou uma luz vermelha, na mesma posição captada pelos radares em solo. Ele começou a perseguição, sem conseguir se aproximar, até que a luz se apagou. No momento seguinte, o radar em terra registrou 13 objetos não-identificados atrás do avião. O piloto fez uma curva de 180 graus para tentar observá-los, mas eles sumiram.


3h30 - Os militares encerram a operação. 





Fonte: Meon

Alunos têm convulsões "demoníacas" em escola no Peru




Cerca de 80 alunos do colégio Perea Flores, em Tarapoto, no Peru, já foram internados após sofrerem convulsões ao longo das últimas semanas. 


O caso que está acontecendo aleatoriamente desde 29 de abril tem sido descrito pela população como uma série de "possessões demoníacas". As informações são do Daily Mail.


Em um vídeo registrado por um estudante que testemunhou uma das cenas, é possível ver alguns adolescentes gritando e se contorcendo enquanto colegas tentam ajudá-los.


À emissora Panamericana TV, o médico Antony Choy comentou o caso. "Não entendemos como isso aconteceu. Sabemos que começou em abril e continua até hoje. Agora temos aproximadamente 80 crianças que passaram por isso", disse.


Uma das alunas afetadas relatou a experiência. "É muito perturbador relembrar isso. Eu via um homem alto, vestido todo de preto e com uma barba grande, e parecia que ele tentava me estrangular. Meus amigos disseram que eu estava gritando desesperadamente, mas eu não me lembro disso", descreveu. Outras vítimas também alegaram ter visto a imagem do mesmo homem.


Para o parapsicólogo Franklin Steiner, o caso está ligado com o passado do local onde a escola foi construída. "Anos atrás houve um monte de vítimas de terrorismo mortas nesse lugar. Quando o colégio foi construído, alguns ossos e cadáveres foram encontrados", afirmou.


Segundo o tabloide britânico, ainda não se sabe ao certo o que está causando essas convulsões.


video





Fonte: Rede TV

Restos de ave gigante pré-histórica encontrados na Antártida




 
Osso incompleto de uma asa do pelagornítido

 
Os petréis gigantes eram animais carnívoros da Antártida que se assemelham ao que teriam sido os pelagornítidos


Cientistas argentinos revelaram na quarta-feira que identificaram restos de uma ave gigante que viveu há 50 milhões de anos na Antártida, cuja envergadura é a maior já registrada.


Os restos, encontrados nas proximidades da base argentina Marambio na Antártida, em 2014, foram identificados pela equipe de paleontólogos do Museu de Ciências Naturais de La Pampa (centro-sul).


"Há quase três anos começaram a aparecer restos do que pensávamos que podia ser esta ave, e depois encontramos um osso que confirmou que se tratava de um pelagornítido cuja envergadura, com as asas estendidas, ultrapassa 6,4 metros", disse à AFP Carolina Acosta Hospitaleche, pesquisadora neste projeto.


O paleontólogo Marcos Cenizo, diretor do Museu de La Pampa, confirmou que se trata do maior exemplar encontrado até hoje.


"O comprimento do úmero deste exemplar antártico é um pouco maior que a do Pelagornis sandersi, que era a ave com maior envergadura de asas de que se tinha registro até o momento", disse Cenizo, um dos autores do estudo publicado na revista científica Journal of Paleontology.


De acordo com Cenizo, "a forma de suas asas lhes permitiam planar e atravessar grandes distâncias sobre os oceanos".


Segundo especialistas, na Antártida conviviam dois tipos de pelagornítidos, um de até cinco metros de altura e de envergadura, e outro que ultrapassava sete metros.


As aves provavelmente desenvolveram tamanhos tão gigantescos há cerca de 50 milhões de anos, quando um período de aquecimento da temperatura dos oceanos provocou uma grande produtividade biológica dos mares antárticos, permitindo que os pelagornítidos e os pinguins tivessem alimento suficiente para crescer, disseram os pesquisadores.


Apesar da estatura, a espécie recentemente identificada teria sido bastante leve, pesando entre 30 e 35 quilos - "quase como uma pluma", disse Cenizo.




Fonte: Yahoo!

Nova espécie de dinossauro com quatro chifres é descoberta nos EUA Comente







Paleontólogos encontraram nos Estados Unidos uma nova espécie de dinossauro, com quatro chifres, que viveu há 77 milhões de anos.


A descoberta, que foi feita no parque nacional de Grand Staircase-Escalante National Monument, no estado de Utah, no oeste do país, foi revelada nesta quarta-feira na revista científica americana PLOS One.


Este herbívoro, que deve ter medido entre seis e oito metros de altura e pesado entre uma e duas toneladas, foi batizado de 'Machairoceratops cronusi'.


Os cientistas autores da publicação afirmaram que é muito pouco comum encontrar fósseis desta família de dinossauros nesta região dos Estados Unidos. Geralmente, são encontrados em estados mais ao norte, como Alasca e Montana, ou no Canadá.


Este dinossauro, do período Cretáceo (entre 145,5 milhões e 65,5 milhões de anos atrás), evoluiu em uma parte do continente norte-americano chamada Laramidia, que era então separada pelo mar do resto do que é hoje a América do Norte.


O crânio fossilizado encontrado é diferente dos de outros dinossauros da mesma família que foram encontrados no norte desta região, o que sugere que estes dinossauros viviam em duas regiões separadas e constituíram dois subgrupos que evoluíram de maneiras distintas, explicam os paleontólogos.


Os dinossauros desta família, chamados 'Centrosaurine ceratopsids', tinham chifres, bicos e carapaças para proteger seu pescoço.


"O Machairoceratops é único entre os Centrosaurines, porque tinha também dois grandes chifres curvos atrás da cabeça que apontavam para baixo e formavam parte da carapaça óssea protetora do seu pescoço", afirmou em um comunicado Erik Lund, cientista da Universidade de Ohio e autor principal do trabalho sobre esta descoberta.





Fonte: UOL

Imagem misteriosa aparece atrás de mulher enquanto ela tirava foto e imagem causa debate na internet





Uma foto que foi postada na internet mostrou o que parece ser um fantasma atrás de uma mulher, em uma imagem de aparição misteriosa.


O usuário do site Reddit “BoyUnderMushrooms” publicou a imagem de uma mulher que posava para uma fotografia.


Ela estava de frente para a câmera e fez uma pose como se estivesse tirando uma foto da pessoa que registrava sua imagem. Nesse instante algo estranho aconteceu.


Parte de uma figura misteriosa pode ser vista atrás da fotógrafa amadora. Alguns internautas não conseguiram enxergá-la, mas outros sim.


O “fantasma” ainda parece estar com as mãos nos ombros da mulher, mas não se sabe o que ele realmente seja.



Fonte: Gadoo
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