sábado, 28 de janeiro de 2012

Bebê de um ano é encontrado mastigando cabeça de serpente


Um bebê mastigou a cabeça de uma serpente em semi-hibernação, numa ação perigosa da qual o réptil não saiu ileso, informou na sexta-feira sua família, que mora em um povoado árabe do norte de Israel.

Ghadir Aleeyan, mãe do pequeno Imad, de 13 meses e seis dentes, ainda não pode acreditar: "estava preparando a mamadeira dele, e ao dar uma olhada para ele, vi que tinha uma serpente na boca. Comecei a gritar de terror", contou à AFP.

Alertados por seus gritos, outros membros da família e vários vizinhos foram ajudar, mas ninguém se atrevia a intervir, até que um vizinho decidiu tirar da boca da criança a serpente, que já estava meio morta.

"Quando a tiramos da boca, Imad começou a chorar", contou Yasmin Shahin, tia do bebê, que acrescentou que a cabeça da serpente tinha sido "seriamente mastigada".

O bebê foi levado para exame ao hospital Ramban de Haifa (norte), onde os médicos comprovaram que a serpente não o picou.

Segundo o médico Boaz Shacham, especialista da Universidade Hebraica de Jerusalém, se tratava de uma "hemorrhois nummifer" - conhecida como cobra corredora-, da família das colubridae, uma espécie não venenosa apesar de ter comportamento agressivo, pelo menos quando está acordada.

"Se não mordeu o bebê, provavelmente foi por causa do frio. No inverno, esses répteis não são muito ativos", explicou à AFP.


Fonte: Yahoo!/Ynetnews


Vêr também: BEBÊ DE 9 MESES MATA COBRA CORAL À DENTADAS

OVNIS em Chicoana, Argentina


Vários objetos voadores não identificados (OVNIs) foram vistos sobrevoando os céus de Chicoana, em plena luz do dia e a baixa altitude, entre sexta e segunda-feira.

O fato surpreendente foi observado por funcionários da prefeitura que inspecionavam o comércio de alimentos no bairro La Candelaria, localizado a oeste da cidade.


Também a oeste, na vizinhança do bairro Juan Pablo II, uma dezena de outros moradores viram e fotografaram um objeto cilíndrico que às vezes parava no ar e voltava para atrás.
Os casos ocorreram entre o meio-dia e o pôr do sol.

"São numerosos os avistamentos em nossa cidade.
O estranho é que ocorrem a qualquer hora do dia sobre as colinas a oeste ", disse Raul Vargas ao El tribuno.


Tradução: Carlos de Castro




Fonte:
El Tribuno

OVNI em Barnard Castle



Dois pensionistas de Barnard Castle dizem que um disco voador estava pairado a centímetros de seu carro quando eles voltavam para sua casa ontem noite (26).

Bruce e Priscilla Wetherill, ambos de 84 anos, descreveram o fato que aconteceu entre Gainford e o Castelo de Barnard, como "assustador".

O casal disse que viu algo estranho no céu quando eles passavam por uma área arborizada perto de Arlaw Banks.

A Sra. Wetherill disse: "Nós vimos essa coisa vindo em nossa direção - estava vindo direto para nós e estava tão baixo quanto o carro. O objeto era enorme. Foi muito assustador.

"Bruce continuou dirigindo, mas nós dois nos abaixamos esperando que o objeto iria bater no nosso carro. "

O Sr. Wetherills disse que o UFO tinha a forma de um disco voador, e que estava escuro no topo, mas brilhava por baixo e não fazia nenhum tipo de som ou ruído.

No último momento, o objeto se elevou e por pouco não bateu no carro, disseram ambos.
O Sr. Wetherill disse: "Foi uma coisa incrível – O objeto chegou bem perto de nós que eu pensei que ia bater no nosso carro.

"Estávamos esperando por uma explosão, mas depois desapareceu. Tudo aconteceu em uma fração de segundo, e depois o OVNI desapareceu no céu.”

"Sou realista, mas eu sei o que vi e foi inacreditável.”

"Acredito que jamais verei algo parecido novamente", disse o Sr. Wetherill.

A Sra. Wetherill, que também está convencida sobre o que ela viu, disse que o OVNI tinha tentáculos de aço pendurado.

O casal disse que o disco voador chegou tão perto que eles esperavam o choque do objeto com o teto de seu veículo, mas quando eles pararam para ver se o teto estava arranhado não havia nada.

Sra. Wetherill disse que desde este incidente que ela tem tido muito medo de dirigir à noite. O casal disse que o incidente aconteceu há dois anos, mas que só agora resolveram revelá-lo.


Tradução: Milton Dino Frank Junior


Fonte: Teesdale Mercury via CUB

Reino Unido: Um fantasma assusta equipe de demolição





Quando a equipe de demolição começou a trabalhar na pensão vitoriana Meadowbank House, em Kendal, Cumbria, sentiu imediatamente que algo incomum estava acontecendo.

A primeira pista foi um lustre que começou a balançar por conta própria. Alguns ficaram com o cabelo em pé, mas foram em frente, ou pelo menos assim fizeram, até que um de seus companheiros tirasse uma foto da frente da casa, e finalmente os convencesse de que eles não estavam sozinhos.


Frances Grimshaw


A foto parece mostrar a silhueta fantasmagórica de uma mulher em um lugar particular.
Essa mulher é Frances Grimshaw. É o que diz seu filho e ex-morador David Grimshaw. "Essa é a minha mãe, tenho certeza", disse ele, acrescentando: "Ela usava óculos e brincos grandes, e usava um vestido com um laço na frente. Ficava por horas na sala ao telefone. Era a recepção da pensão, e de lá fazia as reservas". Ele acredita que ela pode ter aparecido para protestar contra a demolição de Meadowbank House, o prédio que ela amava.

Ela morreu há um ano.

O supervisor da demolição, Robert Johnson, 38 anos, tirou a foto e ficou surpreso quando chegou em casa e mostrou para sua esposa: "Você pode ver até mesmo as jóias que usa e tudo mais. Eu sempre fui cético, mas a partir de agora eu tenho que acreditar em fantasmas".




Dave Armstrong, da construtora Cox e Allen, disse que o prédio pertenceu originalmente a um dentista em 1900. Apesar da sensação que muitos dos funcionários expressaram de que estavam "fazendo algo errado" demolindo a casa, a Meadowbank House veio abaixo.


Tradução: Carlos de Castro





Fonte:
Daily Mail

Adolescente é sacrificado na Índia



Um adolescente de 14 anos morreu vítima de um sacrifício ritual no sul da Índia nas mãos de um grupo de moradores que acreditavam que a morte do menino levaria a um tesouro escondido, informou uma fonte policial.

O jovem Ganesh foi sequestrado em frente a sua casa na cidade de Nirmal na região de Andhra Pradesh, por um homem identificado como Raju que agora está preso, disse Mahesh, um inspetor da polícia local.

"O adolescente foi sacrificado porque os assassinos pensavam que ao matá-lo poderiam descobrir um tesouro repleto de ouro escondido no forte de Amavasya", disse Manesh.

"Raju disse que o tinha vendido a um homem chamado Prabhakar para evitar a acusação de assassinato, mas ele parece ter sido um dos autores do crime", disse o inspetor.

De acordo com fontes policiais o corpo de Ganesh foi encontrado no Forte de Shyamgarh, na periferia de Nirmal no distrito de Adilabad. As forças de segurança buscam mais oito pessoas envolvidas no crime.

Segundo dados oficiais, em 2009 foram registradas 186 mortes violentas relacionadas com "bruxaria", um termo que muitas vezes inclui rituais de morte.

A maioria dos sacrifícios humanos estão em zonas muito pobres da Índia, especialmente no norte e leste, onde ainda há práticas quase erradicadas, vinculadas a correntes minoritárias associadas ao hinduísmo, como o Tantrismo.



Tradução: Carlos de Castro





Fonte:
The Siasat Daily

Homem acusa duendes de violentarem sua esposa


Um homem está acusando cinco duendes de abusarem sexualmente de sua esposa, na cidade de Bulawayo, no Zimbábue. Malibeni Mhlanga contou à polícia que comprou os cinco bonecos de um curandeiro local.

Segundo ele, três duendes foram "mortos" durante uma cerimônia de exorcismo, mas outros dois ainda continuam "vivos".


Mhlanga alegou que adquiriu o goblins para acumular riqueza, mas nada aconteceu. Alguns de seus vizinhos disseram que suas esposas também estavam sendo abusadas sexualmente pelos gnomos da noite.

Por causa disso, dezenas de moradores se reuniram na casa de Mhlanga, na última terça, exigindo que ele fosse expulso da aldeia onde vive.


"Estou buscando ajuda para assegurar a remoção ou destruição desses duendes, já que eles estão afetando nossas vidas diárias. Desde que chegaram aqui, não conseguimos mais viver em nossas próprias casas", disse ele.

"Eu urino sangue todos os dias, enquanto os duendes mantêm relações sexuais com minha esposa o tempo todo."


A mulher de Mhlanga confirmou que vem sofrendo "abusos" por parte dos espíritos.

"Ele anda como uma cabra, e quando faz sexo comigo, eu muitas vezes me sinto cansada e cuspo sangue", disse ela.




Fonte:
O Dia Online/News Day

Decoradores levam susto ao achar gato mumificado em reforma de casa

George Hartley e o gato mumificado encontrado em uma casa do século 18 durante a reforma

Dupla estava removendo o teto quando achou o felino. 'Acho que ele estava lá há mais de 100 anos', disse George Hartley.

Uma dupla de decoradores levou um susto após encontrar um gato mumificado em uma casa do século 18 que passa por reforma em Knaresborough, North Yorkshire, no Reino Unido, segundo o jornal inglês "Daily Mail".

Mumificado: Muito parecida com a descoberta de Hartley, trabalhadores na Abadia de Woburn ficaram chocados ao descobrir este gato mumificado, que se acredita ter sido enterrado para proteger a abadia


Espíritos malignos: Um gato mumificado paira sobre o bar do pub The Nutshell em Bury St Edmunds, Suffolk, para manter afastadas as coisas ruins


Andrew e George Hartley estavam removendo o teto para avaliar as reformas que seriam necessárias quando descobriram o felino dentro do telhado.

"Ele estava bem preservado. Acho que estava lá há mais de 100 anos", disse Hartley.

"Segundo o folclore, diz-se que os gatos eram colocados nas paredes das propriedades como uma espécie de amuleto de boa sorte", disse a srª Hartley, acrescentado, "gatos mortos eram colocados nas casas para supostamente afastar os maus espíritos". "Durante o trabalho de reforma, também encontramos restos de cebolas secas ao redor da casa, novamente sinais para afastar espíritos indesejáveis".


Fonte: G1

Crocodiliano é descoberto em São Paulo


Ele era um bicho "bastante esquisito", nas palavras do paleontólogo Alexander Kellner, do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Viveu na era dos dinossauros, mas não era um dino; tinha o formato de um crocodilo mas, diferentemente dos de hoje, tinha curiosos "chifres" no crânio.

"Não existe nada parecido com ele", diz Kellner. E nenhum ser vivo hoje descende desse animal "crocodiliano" --semelhante a crocodilos-- encontrado perto de Presidente Prudente (SP).

Descrito agora na revista "Zoological Journal of the Linnean Society", ele recebeu o nome Caryonosuchus pricei, do grego "cáryon", protuberâncias (os "chifres"), e "souchus", crocodilo.

Animais como esse eram comuns no Brasil durante o período geológico Cretáceo superior, entre 83,5 milhões a 65,5 milhões de anos atrás.

Antes desse período, os continentes estavam unidos na Pangeia, dividida em uma parte sul (Gondwana) e uma norte (Laurásia). Mas, com o processo de deriva continental, as partes foram se afastando. O que viria a ser a América do Sul ficou em certo isolamento no Cretáceo.

"Isso permitiu aos crocodilianos ocuparem nichos ecológicos específicos", diz outro coautor do estudo, Diógenes de Almeida Campos, do Museu de Ciências da Terra do Departamento Nacional de Produção Mineral, do Rio.

Os "jacarés" de então "faziam de tudo": havia espécies que comiam insetos, outras tinham habitats marinhos, outras eram carnívoros predadores ou comedores de carniça --ou ambas as coisas, o que parece ser o caso do Caryonosuchus pricei. A variedade desses bichos mostra como a fauna no Brasil do Crétaceo era diversificada.

"Ele tinha dentes fortes e serrilhados, ótimos para mastigar ossos e ter acesso ao tutano", afirma Campos. "Tinha dentes triangulares possantes com lâminas voltadas para fora em uma mandíbula e para dentro na outra, bons para cortar, quebrar ossos e atacar outros animais", completa Kellner.

E nem tão grande assim: só se conhecem dentes, a parte anterior do crânio e a mandíbula inferior do animal, o que indicaria um comprimento de até 1,2 metro.

Ou seja, não era uma ameaça aos grandes dinossauros. "Convivia com eles, cada qual na sua", diz Campos.

Isso indicaria que poderiam ter comportamento semelhante ao das hienas. Além de comedoras de carniça, elas atacam em bando à noite. Teriam os crocodilomorfos dessa espécie hábitos semelhantes? Ainda não é possível saber.

E para que serviam os "chifres"? "Essa é a grande pergunta", diz Kellner. Poderiam ser um meio de ajudar as espécies a se distinguirem entre si ou ter alguma função ainda desconhecida.


Fonte: Folha.com

Leopardo é capturado após ferir duas pessoas na Índia


Nas últimas semanas, este é o terceiro ataque do tipo em Guwahati. O felino causou pânico ao caminhar pelas ruas da metrópole.

Um leopardo capturado na sexta-feira (27) na cidade de Guwahati, na Índia, deixou duas pessoas feridas após andar solto pelas ruas de um bairro densamente povoado em Guwahati, umas das principais cidades do norte da Índia.


O jovem Mafij Ali, de 21 anos, que sofreu ferimentos após ataque do leopardo

Akila Bibi, no segundo trimestre da gravidez, está sendo tratada de ferimentos graves após ser atacada pelo leopardo em Guwahati


Os habitantes entraram em pânico ao ver o animal, que atacou uma mulher no segundo trimestre da gravidez e um jovem de 21 anos. Este é o terceiro ataque do tipo nas últimas semanas na cidade.



Fonte: G1

Descoberto o primeiro mamífero iridescente do mundo


A iridescência – um fenômeno luminoso causado por diferentes formas de refração da luz, que forma um arco íris na superfície – acaba de ser detectada na pele de toupeiras douradas.

Além dos “olhos brilhantes” dos mamíferos noturnos, a descoberta marca a primeira evidência de iridescência em mamíferos. E outra surpresa: as toupeiras douradas são completamente cegas.

“Elas são muito sedosas, e tem quase uma aparência metálica e brilhante, com cores que vão do azul ao verde”, comenta o coautor do estudo, Matthew Shawkey.

Shawkey pensou em estudar as toupeiras douradas depois que uma aluna dele, Holly Snyder, escreveu sua tese sobre a iridescência. Snyder é a autora principal do novo estudo.

Para que ele fosse realizado, os cientistas pegaram pelos de quatro espécimes da toupeira. Usando equipamentos altamente tecnológicos, como microspia de elétrons, eles analisaram as estruturas dos pelos, até os mínimos elementos.

E eles determinaram que os pelos são sim iridescentes. Em seguida, descobriram que cada pelo tem um formato achatado com pouca escala cuticular, o que oferece uma superfície boa para a reflexão. As escalas formam camadas múltiplas de luz.

Modelos ópticos sugerem que essas camadas agem como refletores que produzem a cor a partir da interferência da luz. A sensitividade desse mecanismo explica a variedade de cores.

O que permanece um mistério é porque animais cegos têm esse pelo tão cativante.

Os ancestrais das toupeiras tinham visão, então é possível que a iridescência seja uma herança desses tempos. “Entretanto, esses animais já estão consideravelmente longe de seus ancestrais, então tem que haver algum tipo de pressão seletiva, para manter sua cor intacta”, comenta Shawkey.

Outra possibilidade é que o pelo afasta predadores. Mas Shawkey diz que o brilho “os deixaria mais atraídos”, gerando o efeito inverso. As toupeiras não são venenosas, então a coloração não serve como aviso de perigo.

Os pesquisadores realmente pensam que a iridescência é um produto da composição do pelo, já que sua estrutura permite aos animais uma boa circulação pela lama e areia.

“Muitas das nanoestruturas que produzem as cores iridescentes têm propriedades não ópticas, como rigidez e repelimento da água”, explica Shawkey. “No caso das toupeiras, claramente não há uma função de comunicação, então é um produto do pelo”.

A iridescência existe há pelo menos 50 milhões de anos, desde que besouros com essa coloração única foram descobertos. Um pássaro iridescente, com pelo menos 40 milhões de anos, também foi documentado, assim como antigas conchas. Hoje alguns pássaros, cobras e peixes apresentam o fenômeno.

No futuro, Shawkey e sua equipe esperam estudar melhor a iridescência, e enter sua função nas toupeiras e em outros espécies.




Fonte:
Hypescience

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