sexta-feira, 24 de abril de 2015

Cientistas tentam desvendar mistério da domesticação dos cães


 
 
Estudo com computadores utiliza crânios para entender origem do 'melhor amigo do homem'.
 
 
A renomada revista Science publicou um artigo na edição de 16 de abril sobre recentes estudos que buscam entender a origem do melhor amigo do homem.


O pesquisador Ardern Hulme-Beaman passou os últimos seis meses viajando o mundo em procura de fósseis de cães. Ele encontrou vários no laboratório de arqueologia da Universidade de Ohio. Em meio a caixas e caixas encontrou crânios, fêmures, mandíbulas, e vértebras.


É uma miscelânea, o que parece apropriado para um campo que é um pouco bagunçado. Cães foram a primeira coisa que os humanos domesticaram — antes até das plantas, antes de qualquer outro animal. Ainda assim, apesar de décadas de estudos, pesquisadores ainda lutam para saber onde e quando os lobos se tornaram companheiros fiéis dos seres humanos.


“É muito disputado e controverso,” afirma Jean-Denis Vigne, um zooarqueólogo no Museu Nacional de História Natural em Paris, que nota que cães poderiam lançar uma luz sobre a pré-história humana e a própria natureza da domesticação. “É um animal tão profundamente ligado a nossa história que todo mundo quer saber.”


E será possível saber em breve. Em uma trégua sem precedentes feita por dois cientistas de fora das “batalhas de cachorro”, os vários grupos começaram a trabalhar juntos. Com a ajuda de Hulme-Beaman e outros, eles estão compartilhando amostras, analisando milhares de ossos, e tentando deixar de lado anos de brigas de ego.


Se o esforço for bem sucedido os ex-competidores vão revelar a história do mais antigo amigo do homem — e solucionar um dos maiores mistérios da domesticação.
O naturalista e biólogo britânico Charles Darwin deu o primeiro tiro nessas guerras de cachorro.


Escrevendo em 1868 em “A variação de animais e plantas sob  domesticação”, ele se perguntou se cães evoluíram de uma única espécie ou de um acasalamento incomum, talvez entre lobo e chacal. Décadas de especulação se seguiram, até o final dos anos 1990, as análises genéticas  finalmente confirmaram que os cães descenderam de lobos cinzas. (os dois dividem 99,9% de seus DNA.)


Mas quando e onde essa transição ocorreu era um mistério. Em 1977, cientistas descobriram um cão enterrado nos braços de um homem sob uma casa de 12.000 anos no norte de Israel, sugerindo que esses cachorros eram domesticados no Oriente Médio, pouco antes dos seres humanos começarem a dominar a agricultura.


Mas descobertas posteriores – crânios encontrados em cavernas russas e de antigos acampamentos na Alemanha — empurraram as origens caninas para mais longe em 4000 anos, indicando que cachorros acompanhavam os humanos na Eurásia quando ainda eram caçadores e catadores.


O computador agora pode fazer algo que nenhum arqueólogo consegue: fazer uma análise geométrica morfométrica do crânio. As milhares de medidas que tomará vão bem além de meros comprimento e largura para determinar as verdadeiras formas: as circunferências precisas das órbitas oculares, a  de cada dente.


O DNA antigo, diz Hulme-Beaman, pode lhe dizer de onde um animal veio, mas somente esses dados morfométricos podem mostrar a domesticação em progresso — o ângulo mais acentuado do focinho, por exemplo, que ocorreu quando os lobos se transformaram em cães.


“Pela primeira vez, seremos capazes de olhar para esses estranhos crânios como o crânio de Goyet e compreender quão estranhos eles realmente são,” afirma Hulme-Beaman. “Seriam eles lobos que se tornaram cães, ou são apenas lobos incomuns?”


A combinação das duas abordagens, diz ele, poderá elucidar o mistério sobre de onde os cães vieram — e quando isso aconteceu.


“A arqueologia é contar histórias,” diz Hulme-Beaman. “Eu acho que vamos poder contar uma grande história.





Fonte: JB

Yanomami, os humanos com maior variedade de bactérias

O povoado ianomâmi foi descoberto em 2008 e sua localização não foi revelada para se respeitar seu mundo e protegê-lo do exterior. / Óscar Noya-Alarcón


O povoado ianomâmi foi descoberto por um helicóptero do Exército venezuelano em 2008, e, no ano seguinte, recebeu a visita de uma missão científica. Era a primeira vez que os índios tinham contato com o homem branco. / Óscar Noya-Alarcón


Os pesquisadores retiraram amostras da boca, da pele e das fezes de 30 ianomâmis

Análise mostra que índios amazônicos desenvolveram resistência aos antibióticos.
Um helicóptero do Exército venezuelano descobriu em 2008, entre a fechada floresta amazônica, um povoado não registrado em seus mapas. Meses depois, uma missão médica e científica chegou a essa região do sul da Venezuela para descobrir que se tratava de um grupo de cerca de 50 índios yanomamis.


Comprovaram que, salvo algum contato com outros de sua mesmo tribo, nunca haviam tido relação com o mundo externo. Era uma ocasião única para os cientistas estudarem seu universo bacteriano e compará-lo com o dos ocidentais. Depararam-se com várias surpresas.


Apesar de não ser o objetivo principal da missão, os cientistas conseguiram o consentimento de 30 yanomamis para retirar amostras da pele do antebraço, da boca e de material fecal, o melhor indicador da flora bacteriana do trato intestinal. Enquanto realizavam uma avaliação intensiva dos 54 integrantes do povoado, conservaram o material em nitrogênio líquido até voltarem à civilização.


Começava então a segunda parte da aventura. Em um exemplo de que a ciência se impõe sobre a política, as amostras voaram até um par de laboratórios dos EUA. Durante quatro anos, vinte cientistas norte-americanos e venezuelanos desvendaram o perfil genético das bactérias presentes nas amostras originais. Também as cultivaram, para realizar testes que mediram sua resistência aos antibióticos, o que se conhece como resistoma.


“O que encontramos é que os yanomamis desse estudo têm um grau de diversidade bacteriana sem precedentes”, disse em entrevista coletiva o professor de genética da escola Icahn de medicina do hospital Monte Sinai (Nova York) e principal autor do estudo, José Clemente.


Os autores da pesquisa compararam o microbioma dos yanomamis com amostras de norte-americanos e outras dos guahibos, também índios amazônicos, e de indígenas do Malaui, no sul da África. Nos dois casos trata-se de populações com certo grau de ocidentalização. Os yanomamis, acrescenta Clemente, “têm quase o dobro de diversidade do que os norte-americanos”.


Na verdade, observaram uma redução progressiva de diversidade a partir dos yanomamis até os ocidentais, passando pelos guahibos e os malauis. Além disso, os pesquisadores mergulharam em estudos anteriores sobre microbiomas e não encontraram outros povos que tenham maior variedade bacteriana.


Também não acharam nos arquivos do projeto Microbioma Humano. É como se, quanto mais exposto se está ao estilo de vida ocidental, mas se perde a riqueza de seu microbioma. Esses resultados colocam os yanomamis no topo no que se refere a bactérias. Nesta mesma semana, outro estudo mostrou como comunidades rurais de Papua Nova Guiné tinham 15% a mais de diversidade em relação aos ocidentais. Mas esses índios amazônicos se aproximam de 100% de aumento.


Os yanomamis desse povoado, cuja localização não foi revelada para protegê-los, continuam vivendo da caça e da colheita de frutas, como faziam seus antepassados há milhares de anos. O mais próximo que tinham visto de um homem branco era quando observavam algum avião sobrevoando o local. Da medicina, só conheciam a própria palavra, que já tinham ouvido de outros yanomamis de povoados vizinhos.


E o posto de saúde mais próximo, administrado por missionários, se encontra a duas semanas de caminhada entre as montanhas. Para os microbiólogos, esse povoado isolado é uma máquina do tempo com a qual se pode imaginar como era a microbiota dos humanos antes que a modernização mudasse tudo.


“Nossas bactérias desempenham papel importante na fisiologia humana, como a resposta imune, o metabolismo e até o comportamento. Mas ainda não sabemos quanto ou como nossos microbiomas ocidentalizados mudaram em relação ao microbioma de nossos ancestrais”, diz a professora María Gloria Domínguez, da escola de medicina da Universidade de Nova York, também coautora do estudo.


"Temos muitas práticas antimicrobianas, como o nascimento por cesárea, o uso dos antibióticos, o sabão, os produtos de limpeza. Mas no mundo ainda existem populações remotas de caçadores e coletores que vivem na era pré-biótica como os nossos antepassados”, acrescenta. Povos que, alerta, “estão se ocidentalizando rapidamente”.


Antes que o estilo de vida ocidental reduza sua diversidade bacteriana, povos como esses yanomamis podem ajudar a ciência. Muitas das doenças não transmissíveis, como infecção intestinal, esclerose múltipla, diabetes tipo I, artrite reumatoide, obesidade, câncer de cólon e inúmeras alergias são provocadas por bactérias.


A maioria tem uma alta prevalência nas sociedades avançadas, com depoimentos nas populações menos ocidentalizadas. Apesar de ainda faltar muito a se investigar, a degradação do microbioma pode ter muito a ver com essas doenças modernas.


Resistência adquirida aos antibióticos

 

A segunda grande surpresa descoberta pelos pesquisadores foi que, ao cultivar e sequenciar as amostras fecais, descobriram que as bactérias dos ianomâmis têm genes que as fariam resistentes aos yanomamis, inclusive aos de última geração. Para medir essa resistência, os estudos científicos costumam se concentrar nas cepas da enterobactéria Escherichia coli.


Descobriram nas amostras fecais dos yanomamis que todas as cepas da E. coli contavam com genes que agem no desenvolvimento da resistência à ação dos antibióticos. Então ampliaram sua análise a outras bactérias, encontrando cerca de 30 genes que poderiam apresentar resistência.


Considerando-se como verdadeiras as palavras do chefe do povoado negando ter tido contato com outros homens que não fossem yanomamis, e, ao menos um, com a medicina moderna, de onde procede essa resistência? A principal hipótese dos pesquisadores é que vem da íntima relação desses índios com o meio que habitam.


Muito antes de Alexander Fleming descobrir, quase por sorte, o poder antibiótico de fungos do gênero Penicillium, as bactérias têm tido que lidar com outros micro-organismos para sobreviver. No caso dos yanomamis, esses micróbios teriam aprendido a combater graças à flora bacteriana do solo da floresta, que teria dado a eles genes contra os antibióticos por meio de transferência horizontal.


“No entanto, também encontramos vários genes de resistência que codificam resistência contra as últimas gerações de antibióticos semissintéticos e sintéticos”, afirma o professor de patologia Gautam Dantas, da Universidade Washington, em San Luis (EUA).


“Incluem, por exemplo, medicamentos de terceira e quarta geração (as cefalosporinas) que tentamos reservar para lutar contra algumas das piores infecções do mundo”, acrescenta. São remédios tão novos e tão sintéticos que a hipótese de empréstimo da resistência por outras bactérias não consegue explicá-lo.


Os autores do estudo, publicado na Science Advances, foram surpreendidos pela descoberta de que a flora bacteriana dos yanomamis pode ser resistente a remédios tão modernos. “Pensamos em um par de explicações para esses resultados. A primeira, e talvez a mais simples, é que no solo haja versões naturais desses medicamentos sintéticos, e que, simplesmente, ainda não as encontramos”, diz Dantas. No fim das contas, as primeiras gerações de antibióticos copiavam a penicilina natural.


Mas há outra possibilidade que intriga ainda mais: que esses genes de resistência tenham uma grande plasticidade e sejam multifuncionais. “Na realidade, poderiam ter outras funções na bactéria, mas, expostos aos antibióticos, poderiam reprogramar-se para desenvolver carga de resistência", sugere este patologista.


Assim sendo, isso explicaria o rápido e amplo desenvolvimento de resistência entre muitas das bactérias patógenas que alarma tanto os cientistas e médicos pelo abuso no uso dos antibióticos.





Fonte: El País

Caçador é pisoteado até a morte por um elefante que ele tentava matar



Um elefante matou um caçador que queria tirar a vida do enorme animal, pisoteando nele em um contra-ataque fulminante.


Ian Gibson vinha liderando uma caçada com um cliente em Chewore North, Zimbabwe, quando viu um elefante.


Apesar de estar ciente de que o animal estava passando por um período de mudança de comportamento agressivo, ele continuou a acompanha-lo até que ficou muito próximo dele.


O elefante, em seguida, virou-se e correu atrás da dupla, e Ian foi brutalmente pisoteado até a morte.


Sua morte foi anunciada na internet através do site de caça “Safari Classics.”


“É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento do caçador profissional do Chifuti Safaris, Ian Gibson”, relatou o site.


A outra pessoa que estava com Ian escapou ilesa do ataque.





Fonte: Gadoo

Conheça a tribo de mais de 60.000 anos que assassina quem tenta entrar na ilha em que vive





Uma tribo indígena que existe há milhares de anos em uma ilha, não aceita receber estrangeiros, e comete assassinatos se alguém a visita.


Os Sentineleses são tribais habitantes da ilha Sentinel do Oceano Índico, que tem o tamanho da ilha de Manhattan, nos EUA.


Eles vivem na região há mais de 60.000 anos e há relatos de serem hostis com os que tentam se aproximar do local.


Em 2006, dois homens foram mortos pelos tribais por pescarem nas proximidades.


Devido a tal hostilidade e ao respeito à cultura desse povo, as autoridades entendem como crime a tentativa de fazer contato com eles, embora algumas pessoas insistam em invadir essas terras.




Fonte: Gadoo

Vilarejo mineiro é tomado por gafanhotos e moradores falam em fim do mundo







Moradores do distrito de Candeias, no norte de Minas Gerais, estão assustados com uma infestação de gafanhotos. O vilarejo, pacato e tranquilo, foi tomado pelos insetos. Para alguns a chegada dos visitantes indesejados faria parte de uma profecia. 


Os milhares de gafanhotos se espalharam por árvores, praças, casas e têm tirado o sono dos habitantes da cidade, que fica a 50 km de Montes Claros. 


Um dos moradores inventou uma "gambiarra" de metal para tentar impedir a invasão nas árvores da praça local, mas não funcionou: os bichos se adaptaram e conseguiram subir mesmo assim. Há um mês a comunidade convive com a infestação. 


Alguns acreditam se tratar de uma profecia que anuncia o fim do mundo, mas nem todos acreditam.

— O mundo vai começar a acabar logo aqui? 


Especialistas também são mais céticos e explicam que duas características da região contribuem para a propagação: as altas temperaturas e a falta de chuva. Não existe um veneno eficaz que possa controlar a praga.




Fonte: R7


Fóssil de 17 mi de anos pode explicar por que homem anda ereto

 Fóssil de baleia de 17 milhões de ano /Foto: IFL Science / Reprodução



O fóssil de 17 milhões de uma baleia pode explicar a evolução da humanidade e porque o homem começou a andar ereto, segundo informações do IFL Science. 


O fóssil foi encontrado em um planalto de pelo menos mil metros de altura no Leste Africano, há mais de 700 quilômetros da costa. O animal teria chegado ao local antes do Rio Anza mudar de curso, sendo mantido no local até a morte. 


A conclusão da Proceedings of the National Academy of Sciences é de que há 17 milhões de ano o planalto começou a se elevar e, com as condições climáticas modificadas e o local mais seco, os primatas (incluindo o ser humano) foram expulsos do local. 


De acordo com o estudo, o planalto teve uma elevação baixa, alta pluviosidade e umidade, formando uma vegetação densa. As atividades do manto da Terra “empurraram” o local centenas de metros para cima, o que teria acontecido há 13,5 milhões de anos, alterando a vegetação completamente. 


A região se tornou árida e seca, transformando a floresta em pastagens, o que teria obrigado os primatas a evoluírem para se adaptar, fazendo, inclusive, com que os homens começassem a andar eretos.



Fonte: Terra

Cientistas encontram evidências de que europeus antigos praticavam canibalismo






Ossadas de 15 mil anos em caverna no Reino Unido têm marcas de mastigação; crânios foram transformados em copos.
Pesquisadores do Museu de História Natural no Reino Unido e da Universidade College London encontraram novas evidências de que humanos antigos praticavam canibalismo no território da atual Europa. 
Especialistas sabem da existência de vestígios de nossos ancestrais na Caverna de Gough, na Garganta de Cheddar, em Somerset, desde o século XIX, mas análises recentes mostram que cada osso deixado no local tem sinais de devoração por outros humanos.
"Todos os ossos da cabeça para baixo foram muito modificados por mastigação", disse a líder da pesquisa, Silvia Bello, ao jornal britânico "The Times".


Segundo ela, a grande maioria dos vestígios, deixados lá há cerca de 15 mil anos, foram despedaçados pelos homens da caverna, com o objetivo de comer até o tutano dentro dos ossos. Arranhões e marcas de mordidas sugerem que eles usaram ferramentas e seus próprios dentes para devorar o máximo possível.


Os crânios, porém, não foram mastigados. "Essas partes receberam tratamento especial... Foram cuidadosamente partidas para serem usadas como copos", explica Silvia Bello, que acha até que havia um ritual religioso realizado durante esse processo.


Há 15 mil anos, a Humanidade estava na "reta final" do Paleolítico, ou Idade da Pedra Lascada, que antecedeu o início do período Neolítico, marcado pelo começo da agricultura, há cerca de 10 mil anos. Os indivíduos na época eram caçadores-coletores.


Isto é, comiam frutas e vegetais encontrados na natureza ou animais abatidos durante a caça. Sinais de canibalismo já haviam sido encontrados antes no continente. Mas somente com análises mais profundas será possível dizer se a prática em Somerset era algo restrito ou se estava inserida num contexto mais amplo da Europa Ocidental.





Fonte: O Globo

Maior pedra esculpida já descoberta: Quem a construiu?


Uma ilustração que coloca em perspectiva o tamanho da peça megalítica, considerada a maior já encontrada. Os homens utilizados na ilustração devem ter aproximadamente 1,8 metro de altura



Baalbek é um antigo complexo de templos, localizado a uma altitude de aproximadamente 1.150 metros, no pé da cordilheira Antilíbano. Um dos atributos mais incríveis deste complexo é o Templo de Júpiter, construído pelos romanos no século 1 d.C. Ele rivaliza com os grandes templos do Império Romano.


Em sua fundação, há três pedras megalíticas de aproximadamente 800 toneladas cada. Mais impressionante ainda é a peça megalítica esculpida em uma pedreira, que se estende por aproximadamente uma milha. 


A mesma foi considerada pelo Instituto de Arqueologia Alemão como a maior pedra esculpida por mãos humanas já descoberta. Seu peso é estimado em 1.650 toneladas; possui 19,6 metros de comprimento, 6 metros de largura e 5,5 metros de altura.


Analisando a semelhança desta enorme peça com as menores, mas também impressionantes, peças do Templo de Júpiter, a teoria que prevalece é que os romanos também a esculpiram. Supõe-se que os romanos só perceberam que elas eram muito pesadas para levantar após esculpi-las. 


Diz-se também que uma das peças megalíticas não foi totalmente utilizada, porque a qualidade da pedra em uma das extremidades era pobre. Mas o pesquisador Graham Hancock não tem tanta certeza disso. Ele acha que os romanos eram melhores planejadores que isso.


Hancock tem uma hipótese de que essas peças foram esculpidas por uma civilização mais antiga, que remonta a talvez 12 mil anos, e os romanos apenas construiram em seu entorno. Ele se pergunta se eles são contemporâneos em relação ao local de peças megalíticas de Gobekli Tepe, na Turquia.


Por que, pergunta Hancock, os romanos iriam arrumar tantos problemas para esculpir os blocos, e não simplesmente cortá-los em pedaços menores de modo que o trabalho não fosse desperdiçado? 


Nós sabemos que os Romanos usaram blocos menores para construir em cima da plataforma megalítica em Baalbek, então porque esculpir novas peças e não usar as já existentes?


Ele fez uma viagem de pesquisa para o Líbano em julho do ano passado, para dar uma olhada nas peças megalíticas pessoalmente. Ele acha que as peças na pedreira eram desconhecidas pelos romanos, e estavam cobertas por sedimentos da época, pois o bloco descoberto foi recentemente desenterrado.


Supondo que os romanos houvessem extraído essas pedras e decidido que poderia mover as três peças de 800 toneladas para o templo em Baalbek, mas não as mais pesadas, como eles conseguiram mover as que pesavam mais de 800 toneladas? Este continua sendo um mistério até mesmo para aqueles que apoiam a teoria convencional.


“Estou ciente de que peças megalíticas ainda maiores que esta (por exemplo, a chamada pedra do trovão de St. Petersburg) foram movidas e posicionadas em tempos antigos”, escreveu Hancock. 


“Mas a movimentação e posicionamento de três peças megalíticas de 800 toneladas a uma altura de 18 a 20 metros acima do solo, como é o caso em Baalbek, é um problema de uma ordem completamente diferente. Eu penso que isso requer uma cuidadosa análise ao invés de simplesmente dizer ‘os romanos fizeram isso’, como os arqueólogos de hoje em dia estão inclinados a fazer”.


Hancock escreveu: “Não há dúvida de que os romanos podiam mover grandes blocos de pedra, e que foram responsáveis pela majestade clássica do templo, mas eu estou trabalhando na suposição de que eles o construíram em cima de uma plataforma megalítica já existente há milhares de anos”.


A partir de 7000 a.C., sabe-se que os Fenícios usaram o local para adoração de uma tríade de deuses da fertilidade (Baal-Shamash, Anat e Aliyan). Embora não haja nenhuma civilização conhecida que possa ter movido ou feito essas peças, Hancock continua a investigar.


Muito mistério ainda envolve este local, e Hancock sabe que não pode explicá-lo completamente. Ele diz que só questiona a teoria predominante e vai continuar se aprofundando em seu própria hipótese.




Fonte: Epoch Times

OVNI Detectado em Foto de 1960





Muitos astronautas e cosmonautas declararam que suas missões foram seguidas de perto por objetos voadores não identificados. Seria esta uma foto que prova essa espionagem "extraterrestre" sobre as primeiras tentativas do homem de conquistar o espaço?


O pesquisador Scott Waring encontrou em uma foto de 55 anos de antiguidade pertencente ao Projeto Mercury da NASA, o que parece ser um ovni espreitando a nave não tripulada Mercury Redstone 1A.



Lançada em dezembro de 1960, tomaria a fotografia durante a sua missão dedicada a realizar os testes necessários para poder considerar esta nave apta para os voos espaciais e estudar a validade dos sistemas para a missão seguinte, um voo suborbital tripulado por um símio.


"Por que os alienígenas perderiam este histórico momento na história da humanidade? Especialmente tendo em conta que era uma cápsula não tripulada, e não havia ninguém que pudesse vê-los a olho nu?", se pergunta Waring em seu blog.


As fotos em alta resolução estão disponíveis AQUI, em uma seção do próprio site da NASA.


Lixo espacial durante as "embrionárias" aventuras espaciais do homem? Dificilmente. Um objeto desprendido da própria nave Mercury? Improvável. Uma simples mancha? Julguem por vocês mesmos...


"No fundo está o planeta Terra e o ovni encontra-se no espaço vigiando a cápsula Mercury", conclui Waring. 
 
 
 
Tradução/Adaptação: rusmea.com & Mateus Fornazari
 
 
 
Fonte: Assombrado

Estudo sugere que estegossauros machos e fêmeas tinham placas diferentes nas costas




Ilustração mostra diferença entre placas de estegossauro macho (em cima) e fêmea (embaixo) - Evan Saitta/ Universidade de Bristol

Machos tinham placas arredondadas, e fêmeas, pontudas. Pesquisa pode ser ‘evidência mais convincente para o dimorfismo sexual em dinossauros’.

É especialmente difícil diferenciar os machos das fêmeas de espécies extintas, como no grupo dos dinossauros, conhecidos apenas a partir de fósseis. Isso ocorre porque as distinções sexuais raramente são evidentes nos esqueletos.

 
Mas, no caso do estegossauro, do período Jurássico, um estudo publicado na quarta-feira na revista científica “Plos One” fornece um guia prático sobre como identificar os machos e as fêmeas com base na forma das placas ósseas salientes de suas costas, característica que tornou esse animal tão famoso.

Pelo que a pesquisa indica, os machos tinham placas de formato mais arredondado, e as fêmeas, de formato mais pontudo. 

Os estegossauros, que habitaram o oeste dos Estados Unidos há 150 milhões de anos, eram herbívoros de grande porte e de quatro patas, com duas fileiras de placas nas costas, bem como dois pares de espetos no final de suas caudas, que serviam para a defesa contra predadores.


A maior espécie de estegossauro chegou a medir nove metros de comprimento. Já os fósseis analisados pela Escola de Ciências da Universidade de Bristol, no Reino Unido, pertencem à espécie Stegosaurus mjosi, com cerca de 6,5 metros de comprimento.


Um “cemitério” de estegossauros no estado americano de Montana contém fósseis de vários animais com placas divididas em duas categorias: algumas mais largas e outras mais altas. As placas largas têm uma superfície até 45% maior do que as altas, que mediam cerca de 90 centímetros de altura.


— Os machos costumam investir mais na ornamentação do que as fêmeas, então as placas de largura maior provavelmente eram dos animais do sexo masculino — explicou o responsável pelo estudo, Evan Saitta, um estudante de pós-graduação em Paleontologia de apenas 23 anos. — A estrutura ampla e finas das placas e seu posicionamento na parte de trás do animal sugere que eram usadas como um atrativo sexual, análogo ao da cauda de um pavão. As placas largas provavelmente funcionavam como uma superfície de exibição contínua ao longo das costas do animal para atrair parceiros, como um outdoor.


Para testar se as placas não eram diferentes porque alguns indivíduos eram mais jovens e outros, mais velhos, tomografias computadorizadas e análises microscópicas foram realizadas. As análises mostraram que o tecido ósseo dos animais já havia parado de crescer quando eles morreram, ou seja, que as duas variedades de placas pertenciam a animais adultos.


As diferenças anatômicas entre sexos diferentes de uma mesma espécie, como a juba de um leão macho ou os chifres de um cervo macho, são chamadas de dimorfismo sexual.


Alguns cientistas têm proposto exemplos de dimorfismo sexual em espécies de dinossauros, mas muitos estudiosos ainda consideram as provas inconclusivas. De acordo com Saitta, as placas dos estegossauros podem ser “a evidência mais convincente para o dimorfismo sexual em dinossauros até o momento”.


O paleontólogo Michael Benton, da Universidade de Bristol, se mostrou empolgado com a descoberta:


— Isso sugere que muitos dinossauros usavam a seleção sexual, como aves e mamíferos fazem hoje. Geralmente são os machos que se exibem ou simulam uma luta para atrair a atenção das fêmeas.





Fonte: O Globo
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