quinta-feira, 26 de março de 2015

Ruínas encontradas na Argentina podem ser de antigo esconderijo nazista







A lenda de um esconderijo nazista na selva de Misiones, na Argentina, se arrasta há décadas mas, agora, pesquisadores parecem estar prestes a confirmar a tese, mas com uma importante ressalva.


O que se sabe é que a tal casa era composta por três grandes prédios construídos em meio ao que agora é o parque Teyú Cuaré, perto da fronteira com o Paraguai.


Acreditava-se que as grossas paredes de pedra, de até 3 m de espessura, fossem vestígio de uma antiga missão jesuíta que foi reformada e chegou a acomodar o secretário pessoal de Adolf Hitler, Martin Bormann, que desapareceu após o fim da Segunda Guerra.


Agora, pesquisadores da Universidade de Buenos Aires (UBA) disseram acreditar que estas paredes foram construídas por ordem da Alemanha para servir como refúgio para a hierarquia nazista no caso de uma eventual derrota na Segunda Guerra Mundial.


Entretanto, segundo Daniel Schavelzon, diretor do Centro de Pesquisa de Arqueologia Urbana (CAU) da UBA, a "Casa de Bormann" nunca alojou o secretário pessoal de Hitler, como dizia a lenda, e sequer chegou a ser habitada.


"A construção é, provavelmente, da década de 1940, ou seja, não há nada que seja jesuíta. E nunca foi usada: não há evidências de vida cotidiana, de vida doméstica", disse Schavelzon.


"Mas acreditamos - para nós é uma hipótese, não uma afirmação definitiva - que este pode ter sido um retiro nazista que nunca foi usado", disse ele à BBC Mundo.


Pratos de porcelana feitos na Alemanha, frascos e garrafas da década de 1940 são algumas pistas.


"Encontramos um conjunto de moedas do Terceiro Reich - alemãs, nazistas - colocadas sob o cimento da construção. Ou seja, foram colocadas antes de que as paredes fossem feitas", disse Schavelzon.


Área inacessível

 

Além disso, segundo o arqueólogo, as mesmas características do complexo, localizado numa área quase inacessível àquela época, também parecem confirmar que a sua finalidade era proteger e esconder.


"Não eram duas casas, como se pensava, mas três prédios bastante complexos: um deles é uma casa para poucas pessoas, outro é um depósito muito grande e complexo, e o terceiro, que está numa espécie de colina, é uma estrutura defensiva que não é para viver, mas para controlar todo o território".


"Há também alguns papéis, sobre os quais estamos trabalhando, que indicam que, já em 1941, o serviço secreto alemão já estaria preparando abrigos em locais secretos e inacessíveis", disse.


Em meados dos anos 1940, a floresta certamente se encaixava nessas características.


Depois da derrota da Alemanha nazista, vários membros importantes do gabinete de Hitler se esconderam na Argentina.


Eles, no entanto, não precisariam se esconder nesta área remota da selva, a poucos minutos da fronteira com o Paraguai, já que eram bem recebidos pelo governo de Juan Domingo Perón.


Adolf Eichmann, por exemplo, oficial que supervisionou o Holocausto, viveu discretamente num subúrbio de Buenos Aires durante anos até ser capturado por agentes de Israel.


Sem ajuda

 

"Eles foram bem recebidos. Por isso, não teria sido necessário utilizar o esconderijo. É a única explicação que tenho", disse Schavelzon.


Ele reconhece que, para provar sua hipótese, precisará trabalhar bastante - e que a certeza absoluta é uma possibilidade distante.


"Agora temos de estudar objetos, devemos analisar mais de 2 mil peças, uma a uma", disse ele.


"E, idealmente, precisaríamos de duas ou três temporadas de escavações e mais pesquisa documentais - e não tenho ideia de quando voltaremos (a Misiones), porque não temos nenhum centavo de subsídio ou qualquer coisa para fazer este trabalho".


"A verdade, porém, é que não me importo se levar uma ou duas gerações para se chegar a uma conclusão", disse ele.





Fonte: UOL

Anta albina rara é fotografada em floresta brasileira


 
 
Fotógrafo não segurou a emoção e disse não ter acreditado ao perceber que tinha uma imagem da anta albina passeando pela floresta.
 
 
Antas já não são os animais mais vistos andando por aí – e a possibilidade de se deparar com uma albina delas é algo ainda mais raro. 
 
 
Mas, o fotógrafo da National Geographic, Luciano Candisani, teve a sorte quase inédita de se deparar com um destes animais durante visita à Floresta Atlântica. As informações são da IFL Science.  


O fotógrafo não segurou a emoção e disse não ter acreditado ao perceber que tinha uma imagem da anta albina passeando pela floresta.  


Candisini contou que criou uma armadilha com sua câmera que pudesse flagrar qualquer animal transeunte e, graças a isso, conseguiu a fotografia de um albino selvagem da anta brasileira. 


“Meu coração pulou pela boca quando, ao rever as fotos da noite, a anta branca apareceu de repente em um dos quadros”, relatou. 


O tapirus é um animal nativo da América Central, América do Sul e sul da Ásia, sendo conhecido popularmente por “anta ou tapir”. 




Fonte: Terra

Raro texugo albino é visto 'encolhido' em banheiro no Reino Unido


 
 
Texugo foi resgatado por agência de defesa de animais. Ele foi recolhido ao ser encontrado em banheiro em Beaminster.
 
 
Um raro texugo albino foi encontrado "encolhido" em um banheiro em Beaminster, no Reino Unido, no último sábado (21). O animal foi resgatado por agentes da RSPCA (Sociedade Real para a Prevenção da Crueldade aos Animais).
 
 
O texugo estava com marcas de mordidas no pescoço e nas costas, provavelmente provocadas durante o período de acasalamento.


Segundo Paul Oaten, da RSPCA, a agência se depara com muitos texugos com esses tipos de lesões entre fevereiro e março, pois é quando eles estão mais territoriais e "lutam" para acasalar com as fêmeas.
 
 
 
 
Fonte: G1

Fantasma do Palácio da Liberdade assombra sede do governo mineiro desde o século 19



Inaugurado no mesmo ano da fundação de Belo Horizonte, em 1897, o Palácio da Liberdade é a sede do governo mineiro. 

Os cômodos luxuosos, com decoração francesa, cristais da Boêmia e painéis milionários, serviram de moradia para os primeiros governadores. 


Uma sequência de mortes trágicas em suas dependências levou os políticos a trocarem de residência oficial. Dois governadores morreram dentro do palácio, cumprindo a lenda que dizia que a antiga moradora do terreno iria assombrar os políticos por causa da demolição de seu casebre.



Este é o salão nobre do Palácio da Liberdade, que desde 2010 funciona como museu aberto ao público. Diz a lenda que o fantasma da idosa já matou quatro governadores:  Silviano Brandão foi o primeiro, em 1902.  Depois foi João Pinheiro (1908). As mortes misteriosas dos governadores Raul Soares (1924) e Olegário Maciel (1933) deram força à lenda.



As escadarias construídas na Bélgica reforçam o clima luxuoso do palácio.



O medo de ser atacado pelo fantasma fez o governador Juscelino Kubitschek mandar construir o Palácio das Mangabeiras para servir como casa oficial. Com medo, Israel Pinheiro chegou a propor a demolição do velho palácio nos anos 1960, mas a ideia não foi para frente.




Tancredo Neves enfrentou o fantasma e retomou a tradição de despachar no Palácio da Liberdade.




Em entrevista em 2002, o ex-presidente Itamar Franco admitiu que percebia as portas rangendo por causa do fantasma.

— As portas fechadas, as janelas fechadas e de repente a porta abria. Isso acontece de vez em quando aqui.


  

O certo é que em 2010 a Cidade Administrativa foi construída no extremo norte da cidade e o palácio foi entregue à Secretaria de Cultura para ser aberto como museu. As visitas guiadas ocorrem aos domingos, mas neste mês de março o palácio está fechado para atualização do inventário.




Fonte: R7

Marte tem nitrogênio, elemento chave para vida



O veículo Curiosity da Nasa descobriu nitrogênio na superfície de Marte, algo significativo que contribui para evidenciar que o Planeta Vermelho poderia ter sustentado vida no passado - informou a agência espacial americana na terça-feira.


Ao perfurar rochas marcianas, o rover Curiosity encontrou evidências de nitratos, compostos contendo nitrogênio que pode ser usado por organismos vivos.


A equipe do Curiosity já encontrou evidências de que outros ingredientes necessários à vida, como água em estado líquido e matéria orgânica, já existiram no local conhecido como cratera Gale.


"Encontrar uma forma bioquimicamente acessível de nitrogênio é mais um argumento para a tese de que o antigo ambiente marciano na cratera Gale seria habitável", disse Jennifer Stern, do Goddard Space Flight Center da NASA, em Greenbelt, Maryland.


O nitrogênio é essencial para todas as formas de vida conhecidas, porque é um bloco de construção de DNA e RNA.


No entanto, "não há nenhuma evidência para sugerir que as moléculas de nitrogênio encontradas pela equipe foram criadas pela vida", alertou a Nasa.


"A superfície de Marte é inóspita para as formas conhecidas de vida", lembrou a agência.


A equipe de pesquisa sugeriu que, ao invés disso, os nitratos são antigos e provavelmente vieram de impactos de meteoritos, raios e outros processos não-biológicos.


Na Terra e em Marte, o nitrogênio é encontrado na forma de gás de dióxido de nitrogênio - dois átomos presos juntos com tanta força que não reagem facilmente com outras moléculas.


Os átomos de nitrogênio devem ser separados ou "fixados" para que possam participar nas reações químicas necessárias à vida.


"Na Terra, certos organismos são capazes de fixar o nitrogênio atmosférico e esse processo é fundamental para a atividade metabólica", disse a Nasa.


"No entanto, quantidades menores de nitrogênio também são fixadas por eventos energéticos como os relâmpagos".


O veículo Curiosity está atualmente no sopé do Monte Afiado, uma montanha de 5.500 metros, formado por camadas sedimentares.


Em dezembro, o robô detectou emissões de metano regulares perto da superfície marciana, mas a origem do fenômeno é desconhecida.


Os cientistas não esperam que o rover Curiosity encontre alienígenas ou seres vivos em Marte, mas esperam usá-lo para analisar o solo e as rochas em busca de sinais dos elementos-chave para a vida que o Planeta Vermelho pode ter abrigado no passado.


O veículo de 2,5 bilhões de dólares também tem como objetivo estudar o ambiente marciano para se preparar para uma eventual missão humana por lá nos próximos anos.


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, promete enviar humanos para o Planeta Vermelho até 2030.




Fonte: Yahoo!

Mistério: Quem anda produzindo metano em Marte?



Aqui na Terra, mais de 90% do metano são seres vivos quem o produzem. E recentemente a sonda curiosity detectou uma fonte de metano em Marte, e isso deixou os cientistas animados, já que seres vivos podem estar produzindo este metano.


Este é o mistério: quem anda produzindo esse metano? Existe várias possibilidades. Uma delas é a presença de metanógenos, que são micróbios que produzem metano. Outra hipótese é que meteoritos ricos em carbono podem estar liberando metano quando entram na atmosfera do planeta vermelho.


Outra questão que não quer calar os cientistas, é porque o metano de Marte desaparece. De acordo com a ciência, é praticamente impossível o metano desaparecer tão rápido. Por isso acredita-se que ele se encontrava estável durante 300 anos na atmosfera.


Talvez os ventos estejam soprando o metano para bem longe do alcance da sonda curiosity. Bem, até o momento esses e outros mistérios rondam o planeta, e quem sabem se não são seres vivos que estejam produzindo esse gás? Já pensou que descoberta incrível? Deixe sua opinião abaixo nos comentários.




Fonte: Climatologia Geografica

Cientista manipula DNA de mamute pré-histórico em células de elefante





Parece, mas não é o Parque dos Dinossauros. O professor de genética na Universidade de Harvard George Church inseriu o DNA de um Mamute-Lanoso em células retiradas de um elefante vivo.


Através da técnica de edição de genoma conhecida como Crispr, o cientista conseguiu manipular o genoma do elefante ao adicionar os genes do mamute, retirados de uma carcaça preservada desde a era Ártica.


O Mamute-Lanoso foi a última espécie de mamute que se adaptou às regiões mais frias do planeta, como o hemisfério norte, e foi extinto há três mil anos.


Apesar da esperança de clonagem do animal, o professor Church negou qualquer intenção nesse sentido em palestra ministrada em Harvard.


O material coletado não seria o suficiente. Os cientistas querem entender melhor como funcionava a resistência do animal ao frio, e, possivelmente, usar isso para criar novas espécies de elefantes mais resistentes ao frio. O mamute vivia em temperaturas abaixo dos 50ºC negativos, acreditam os cientistas.


O grupo de estudos do professor George Church se preocupa em como melhorar espécies para um mundo em constante mudança climática e também foca no potencial da edição genética. A intenção é poder criar resistência em humanos contra doenças e problemas que surgirão no futuro.





Fonte: BOL

Pesquisadores encontram no nordeste da China a flor mais antiga do mundo


Um grupo de pesquisadores acharam no nordeste da China o que poderia ser a flor mais antiga do mundo, uma espécime de aproximadamente 160 milhões de anos (período Jurássico), informaram nesta quinta-feira os meios de comunicação locais. 


O achado aparece no último número da "Historical Biology", uma publicação britânica especializada em paleontologia, na qual detalha que a flor -denominada "Euanthus panii"-, poderia ter uma antiguidade de 162 milhões de anos. 


O fóssil deste exemplar foi achado junto a outras espécimes em 1970 na cidade de Sanjiaocheng, na província oriental de Liaoning, pelo colecionador chinês de fósseis Kwang Pan. 


Se confirmada, a descoberta suporia "uma nova perspectiva que não estava disponível para a evolução das flores", assinalaram os dois autores do estudo, o professor Liu Zhongjian do Centro de Conservação Nacional de Orquídeas e seu colega Wan Xin do Instituto de Geologia e Paleontologia de Nanjing. 


A busca pela flor mais antiga do mundo foi protagonista de várias controvérsias. 


Durante mais de um século, muitos pesquisadores afirmaram ter achado a flor mais ancestral, mas as amostras não superaram os exames posteriores e não ganharam a aceitação da comunidade botânica.


Anteriormente, a primeira flor amplamente aceita foi a "Callianthus dilae", também achada na China e datada com aproximadamente 125 milhões de anos atrás. 


No entanto, a flor "Euanthus panii" é diferente do resto das plantas achadas anteriormente da época jurássica, revelou a pesquisa publicada. 


Os pesquisadores da jazida revelaram que o fóssil contém todas as estruturas "típicas" de uma flor e que está preservado em "perfeitas" condições. 


Este exemplar tem sépalas e pétalas assim como outros elementos comuns às flores modernas, "organizados de forma perfeita da mesma forma que as flores de angiospermas existentes (plantas com flores)", agregaram. 


As mesmas fontes assinalaram que o descobrimento "provocou um replanejamento da origem da história das flores". 


O descobrimento de uma flor completa como o Euanthus no período jurássico não se ajusta às teorias atuais sobre a evolução das plantas, "o que implica também que estas teorias são imperfeitas e a história das plantas angioespermas é muito mais extensa do que a um princípio tínhamos suposto", concluíram. 




Fonte: Terra

Grande asteroide irá passar próximo da Terra na sexta-feira (27)

O asteroide 2004 BL86 passou pela Terra em 26 de janeiro a uma distância de cerca de 1,3 milhão de quilômetros - pouco mais de três vezes a distância da Terra à Lua 


Um asteroide, com a área de uma das faces de um quilômetro quadrado, está a caminho da Terra nesta semana. 


Ele deve atingir o ponto mais próximo do planeta na sexta-feira (27), segundo a agência espacial norte-americana (Nasa).


O asteroide 2014-YB35 viaja numa velocidade de 37 mil quilômetros por hora e deve passar "raspando" a 4,4 milhões de quilômetros, algo como 11,7 vezes a distância da Terra à Lua. Não há previsão de danos nem impactos.


O 2014-YB35 foi descoberto em dezembro do ano passado e deve voltar próximo à Terra em 2033, a uma distância de 3,3 milhões de quilômetros. 


Ele é considerado um asteroide de potencial destrutivo (PHA). Segundo a Nasa, existem no espaço cerca de 1.500 asteroides nessas condições. 



Fonte: UOL

Estudo indica forte presença de genes bascos e iorubás em genoma sul-americano

A diversidade genética dos ancestrais na América do Sul e do Norte foi mapeada por pesquisadores da Universidade de Oxford em um estudo detalhado sem precedentes. O estudo comparou os genes dos africanos e dos europeus de hoje com mais de 4.000 amostras de DNA. A conclusão é que há grande representatividade de genes de povos como os iorubás da Nigéria e os bascos, no genoma da população atual da América do Sul
 

 
Um estudo divulgado na terça-feira (24) revela a forte presença de genes de alguns povos africanos e europeus, como os iorubás da Nigéria e os bascos, no genoma da população atual da América do Sul.


Cristian Capelli, da Universidade de Oxford, e seus colegas usaram dados genéticos de mais de 4.000 americanos, europeus e africanos para determinar a contribuição dessas populações ancestrais diferentes na população atual das Américas do Norte e do Sul.


Para os nove países hispânicos da América do Sul, a maior contribuição europeia vem da Espanha, de acordo com o estudo. Mas os pesquisadores afirmam ter descoberto "pela primeira vez" a assinatura genética de ancestrais bascos em cinco de cada seis sul-americanos.


Entre os imigrantes espanhóis do século XVI e XVII estavam muitos bascos, especialmente no México, em Cuba, no Chile, no Peru e na Colômbia, observa a pesquisa, publicada na revista Nature Communications.


O estudo também mostra que os iorubás da África Ocidental são os "maiores contribuintes" genéticos africanos para toda a população das Américas, já que esta região foi a mais afetada pelo comércio de escravos.


Outros povos, como os Mandingos (Senegal e Gâmbia) e os Bantos (África do Sul e África Oriental) também foram identificados no DNA do povo americano.


Entre os outros grupos europeus detectados, os pesquisadores descobriram uma contribuição significativa de pessoas do sul da Itália e da Sicília. Eles também encontraram uma forte contribuição de antepassados franceses entre um grupo de afro-americanos, "refletindo a imigração francesa colonial no sul dos Estados Unidos durante o período colonial".


Os pesquisadores também mostraram que as populações do Caribe tinham maior componente africano do que os povos da América do Sul, refletindo o maior número de escravos que chegaram a estas ilhas.


"Conhecer os rastros deixados pelos antepassados no DNA da população americana de hoje é essencial para levar em conta o desenvolvimento de doenças e de medicamentos para combatê-las", explicou Cristian Capelli à AFP.





Fonte: BOL
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