sábado, 22 de novembro de 2014

Internautas se perguntam: Será um crânio no solo de Marte?



Volta e meia surge alguma coisa na superfície de Marte que intriga internautas e chega a causar burburinho entre os cientistas e os ufólogos de plantão.


Desta vez, o site "Paranormal Crucible" chamou atenção para uma figura no solo do planeta vermelho: seria um crânio humanoide?


A imagem do "objeto" coberto parcialmente de areia foi feita pela sonda Spirit e divulgada pela Nasa. O "UFO Sightings Daily" afirmou que há 80% de chance de se tratar realmente de um crânio, acrescentando que a formação óssea é entre 15 a 20% maior que a de um homem.


Para os mais céticos, não há qualquer dúvida: trata-se de uma rocha e nada mais.
 



Artefatos misteriosos de Laos inspiram lenda de gigantes




A Planície das Jarras, em Xieng Khouang, Laos, é um dos locais mais enigmáticos da Terra. O local possui milhares de jarras de pedra enormes espalhadas em cerca de cem áreas distintas nas montanhas do norte de Laos, e tem fascinado arqueólogos e cientistas desde sua descoberta, na década de 1930.


O local incomum, conhecido como a Planície de Jarras, é datado na Idade do Ferro (500 a.C. a 500 d.C.) e é composto por pelo menos 3 mil frascos de pedra gigantes, com até 3 metros de altura e pesando várias toneladas. A maioria é feita de arenito, mas há outras feitas de granito e calcário.


Já que todas as jarras possuem bordas, presume-se que todas elas foram originalmente cobertas com tampas e, apesar de algumas tampas de pedra terem sido registradas, é mais provável que tenham utilizado madeira ou ratan.


As jarras parecem ter sido feitas com um alto grau de conhecimento sobre os materiais e as técnicas utilizadas. Supõe-se que os habitantes da Planície de Jarras utilizavam cinzéis de ferro para fabricá-las, embora não exista ainda nenhuma evidência conclusiva. 


Pouco se sabe sobre o povo que esculpiu os enormes recipientes, e as jarras dão poucas pistas sobre sua origem ou finalidade.


Segundo a lenda local, os frascos foram criados por uma raça de gigantes, cujo rei precisava de um recipiente para armazenar vinho e arroz. 


O vinho era para ser consumido em uma grande festa, organizada para celebrar uma ilustre vitória militar há milhares de anos atrás. 


A lenda conta sobre um rei mau, chamado de Chao Angka, que oprimia seu povo de forma tão terrível que foi obrigado a pedir ajuda a um bom rei, chamado Khun Jeuam, para libertá-los. Khun Jeuam, com seu exercito, travou uma grande batalha na planície, e derrotou Chao Angka.


Enquanto alguns sustentam que as enormes jarras eram utilizadas para coletar água das monções, a maioria dos arqueólogos acreditam que as jarras foram usadas como urnas funerárias. 


Através de escavações feitas por arqueólogos do Lao e do Japão, esta última interpretação vem ganhando força, pois foram descobertos restos humanos, bens de sepultamento e cerâmicas em torno das jarras de pedra. 


Acredita-se que as jarras foram usadas para colocar os corpos de pessoas falecidas, onde eram deixados para a decomposição, uma prática muito comum na Tailândia e em Laos. 


Supõe-se que os corpos eram deixados nas jarras para o tecido mole se decompor, e o corpo secar antes de ser cremado. As cinzas seriam devolvidas às urnas, ou talvez enterradas em algum lugar sagrado, liberando os frascos para reutilização.


Os arqueólogos ainda não têm todas as respostas, e, infelizmente, essa investigação foi desacelerada devido à planície de jarras ser um dos sítios arqueológicos mais perigosos do mundo. 


Espalhadas sobre a planície, encontram-se literalmente milhares de toneladas de bombas que não explodiram, minas terrestres e outros artefatos explosivos não detonados, que contaminam mais de 35% da área total da província, e continua a ameaçar as vidas de 200 mil pessoas que agora vivem em Xieng Khouang.




Fonte: Epoch Times

Descoberta nova espécie de tubarão na Bahia



Animal ainda não tem nome, mas já se reproduz em cativeiro.


Pesquisadores da Bahia descobriram uma nova espécie de tubarão, na região do Projeto Tamar, na Praia do Forte, a 80 quilômetros de Salvador. Referência mundial na preservação das tartarugas marinhas, o trabalho de conservação tem levado os biólogos a novas descobertas sobre a fauna do oceano.


Sem nome, o tubarão de pequeno porte ainda nem foi classificado por pesquisadores, mas ele tem se reproduzido em cativeiro, um feito inédito no mundo.  Já são mais de cinquenta filhotes, que nascem com cerca de 10 centímetros.


O desafio é entender os hábitos da espécie, em um trabalho de tentativa e acerto para saber como se alimentam e os cuidados que necessitam. Os animais ficam expostos em ambientes de baixa temperatura e quase sem luz, para lembrar o habitat natural.


O relevo do mar na Praia do Forte permite que peixes de grande profundidade sejam encontrados perto da costa. A cerca de quinze quilômetros da areia, a profundidade do mar pode chegar a 800 metros, uma condição rara no planeta.
 




Fonte: Band 

Meteoro é flagrado nos céus dos EUA

 
 
 
 
 
 
 
 
Um meteoro foi visto nos céus dos EUA esta semana. As imagens logo se tornaram viral na web.


A rocha em chamas foi filmada nos céus de Edmond, em Oklahoma, durante a manhã de quarta-feira (19). Em certo momento é possível perceber um “flash”, antes de notar o meteoro aparentemente caindo com velocidade ainda maior. 
 

A notícia surge poucos dias depois de uma luz misteriosa surgir nos céus de uma região russa. Na ocasião não foi confirmado se tratava de um meteoro. 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Techmestre

Buraco de 50 metros de diâmetro engole casas na Rússia



Um buraco de 50 metros de diâmetro engoliu várias casas de um pequeno povoado perto da cidade russa de Solikamsk, em Urais, segundo vários testemunhos de moradores dessa região mineira.


A cratera começou a se formar na terça-feira passada após o colapso de uma mina de potássio em Uralkali e obrigou às autoridades a evacuar os habitantes da aldeia localizada na zona do desastre.


Em várias imagens divulgadas pela imprensa local, é possível ver a imensa cavidade no meio da rua com as casas de campo quase à beira do abismo. O site de notícias "newsru.com" informou que o buraco já tem 50 metros de diâmetro frente aos 30 informados logo que a cavidade se formou.


O colapso da mina Solikamsk-2 foi provocado pela entrada de água, enquanto alguns meios apontam a que os residentes da aldeia e vários especialistas já tinham advertido sobre o risco de um desastre.




Fonte: UOL

Impressionantes pegadas milenares são descobertas na Dinamarca



Quando uma dupla de pescadores estava nas águas geladas do sul do mar Báltico, há cerca de 5 mil anos, eles, provavelmente, não imaginavam que o fundo do mar estava “gravando” todos os movimentos dos seus pés. 


Suas impressionantes pegadas foram descobertas, recentemente, por arqueólogos na ilha de Lolland, na Dinamarca. Lá também foram encontradas gravuras ao lado de uma espécie de barreira de pesca, ferramenta datada em torno do ano 3.000 a.C.


As pegadas, da Idade da Pedra, foram, provavelmente, formadas em algum momento entre 5000 a.C. e 2.000 a.C., acreditam os pesquisadores. 


Segundo envolvidos na descoberta, naquela época, o nível da água do mar Báltico estava subindo devido ao derretimento das geleiras no norte da Europa. Também nessa época, as pessoas utilizavam as enseadas desta região para pesca.


As pegadas, bem como vários outros vestígios na área, foram preservadas ao longo deste tempo todo por conta das tempestades. 


Como os pescadores precisavam fazer um grande esforço por causa do mau tempo para passar com seu equipamento, seus pés afundavam no chão e acabaram cobertos pela areia do fundo do mar. As pegadas encontradas apresentam finas camadas de lama e areia, perfeitamente posicionados um sobre o outro.


Os arqueólogos disseram que as marcas devem ter sido feitas por duas pessoas diferentes, uma vez que um conjunto de marcas é significativamente menor do que o outro. Moldes destas pegadas serão feitos com o objetivo de preservar o achado. 


Além das pegadas, a equipe descobriu vários crânios de animais domésticos e selvagens. Os pesquisadores disseram que os crânios seriam, provavelmente, parte de oferendas de agricultores locais, que habitavam a região em torno de 4.000 a.C.




Fonte: History

Decifrada magia secreta do Antigo Egito, escrita há 1.300 anos, para conquistar amor, sucesso e poder







Durante séculos, os antigos egípcios usaram magias para banir maus espíritos e encontrar o sucesso, amor e poder.


Suas coligações de rituais, bem como invocações, foram catalogadas, remontando há a mais de 1.300 anos de história. Agora, os pesquisadores acreditam que conseguiram decifrar todos os segredos de um manual antigo.


Escrito na extinta  língua copta, o códice contém uma mistura de referências de cristianismo ortodoxo e setianismo. Há referências feitas a Jesus, bem como uma frase que declara “Seth, o Cristo vivo”.

Os setianistas eram uma seita gótica cristã que se espalhou em todo o Mediterrâneo na época em que o códice foi escrito. Eles idolatravam Seth, que diziam ser o terceiro filho de Adão e Eva.


O nome Bakiotha também é mencionado no texto, conhecido como “o senhor sobre as quarenta e nove serpentes”, que os especialistas acreditam ser uma forma de chamar Jesus.


Um feitiço que apela a Cristo, diz: “Eu invoco hoje, Bakiotha, o grande da confiança de cima, confiável sobre a nona geração das coisas. Estenda a mão e nos escute hoje”.


A Universidade Macquarie recebeu o manual de 20 páginas de um negociador de antiguidades em 1981 depois que ele disse ter sido possuído por um praticante masculino de rituais.


No entanto, a identidade desse comerciante e o praticante dessas magias, bem como de onde veio os papiros, não é conhecido. Ele mede 23 centímetros e é todo feito de pergaminhos encadernados.


As traduções foram feitas pelos professores Macquarie Choat e Lain Gardner e foram publicados em um livro chamado A Coptic Handbook of Ritual Power.


Os pesquisadores acreditam que o dialeto sugere vir da religião mais antiga da cidade de Hermopolis.


Ele apresenta, além das magias, uma série de desenhos e diagramas de “cura e possessões por espíritos causadores de doenças, prazer, sucesso, poder e prosperidade nos negócios”, relatava o estudo divulgado no LiveScience.


Um dos exemplos citados nos escritos antigos mostra a forma de conduzir uma pessoa para a esquerda e para a direita, controlando-a como uma máquina.


O copta era uma língua afro-asiática do norte, falada no Egito a partir do século 2 e foi diminuindo gradativamente até o século 17. É derivada de uma mistura de grego com sinais demóticos. A linguagem ainda é intimamente ligada e inspirada nos escritos hieróglifos.


Apesar de extinta em todos os países, ela permanece sendo falada na Igreja Ortodoxa Copta e na Igreja Católica Copta.


O códice está, atualmente, armazenado no Museu de Culturas Antigas da universidade.


Advogado americano afirma ter sido teletransportado para Marte mais de 40 vezes



Muitas pessoas foram até Cappila Del Monte, na província argentina de Córdoba, para ouvir as inúmeras experiências do advogado norte-americano Andrew Basiago, que afirma ter sido teletransportado para Marte em mais de 40 ocasiões – algumas das quais fizeram parte de missões secretas da CIA.


O advogado relatou uma série de viagens ao planeta vermelho, ocorridas entre 1981 e 1984, durante as quais alega ter encontrado o atual presidente dos EUA, Barack Obama. 


“Subiam dez em um elevador que, por 15 minutos, mudava de forma e, quando a porta abria, estávamos em uma base espacial, em Marte”, afirma Basiago, acrescentando que o planeta é como “um deserto vermelho com cheiro de waffles queimados”. 


“Mesmo assim, o planeta pode ser habitado por seres humanos. Só é um pouco difícil de respirar no início, como se você estivesse no alto de uma montanha muito alta”, disse o advogado.


De acordo com seu relato, quando ele viajou a Marte já havia vários humanos trabalhando na construção de casas, embora o que mais tenha chamado sua atenção foi a civilização que habita o submundo marciano, a qual ele conheceu através de um guia local. 


“Um humanoide nos recebeu uma vez, nos comunicamos por telepatia e ele nos levou a um lugar que construíram no interior do planeta”, relatou Basiago, que confessou ser admirador daquela cidade. “Parece feita por Gaudí. É repleta de formas curvas, porém harmônicas”, ele descreveu.


Apesar de ter admitido que “tudo isso é difícil de acreditar”, o advogado afirmou que o governo americano vem fazendo experimentos no planeta há décadas.




Fonte: History

Físico afirma que civilização marciana antiga foi destruída por alienígenas armados que podem atacar a Terra







O físico John Brandenburg apresentou a teoria de uma antiga civilização em Marte dizendo que ela foi supostamente dizimada por um ataque nuclear a partir de uma outra raça alienígena.


Em sua teoria bizarra, ele diz que os marcianos antigos, conhecidos como Cydonians e Utopians, foram massacrados no ataque, com evidências do genocídio ainda podendo ser vistas hoje.


De volta a 2011, o cientista primeiro disse que a cor vermelha de Marte pode ter ocorrido devido a uma explosão termonuclear que acontece naturalmente.


Físico afirmou que a civilização marciana antiga foi destruída por alienígenas armados com bombas nucleares que poderiam vir e atacar a Terra no futuro.


Mas desde então, ele avançou sua teoria para um nível em que ele já acha que não foi uma explosão, mas sim um ataque planejado de uma raça alienígena inteligente.


De acordo com ele, a conclusão de seu mais recente estudo diz que os isótopos nucleares na atmosfera, que se assemelham a testes de bombas de hidrogênio, podem apresentar um exemplo de civilização dizimada por um ataque nuclear a partir do espaço.


Os cientistas já comentaram que o aparecimento desses elementos não é surpreendente, uma vez que são encontrados em todos os lugares.


Mas John é inflexível em dizer que são os restos de duas explosões nucleares na superfície.


Ele diz que Marte já teve um clima parecido com a Terra para a vida animal e vegetal, e qualquer vida inteligente teria sido tão avançada como os antigos egípcios na Terra.


Uma das supostas explosões nucleares destruiu a civilização em Cydonia Mensa, e outra, uma civilização em uma região chamada Galaxias Chaos. 


O físico ainda afirma que é preciso ter medo de um ataque ao nosso próprio planeta, e que devemos montar uma missão tripulada a Marte para saber o que estamos enfrentando.




 Fonte: Gadoo

Descoberta de trigo permitiu ao homem viver em terras altas há 3.600 anos



Arqueólogos afirmam que há 3.600 anos os humanos são capazes de se instalar permanentemente acima dos 2.500 metros e confirmaram isso em uma colina tibetana, conhecida como o "cume do mundo".


Segundo uma pesquisa pública na revista "Science", foi graças à descoberta da cevada e do trigo, importados do Oriente Médio, que estes agricultores-coletores puderam passar a viver a uma altura de 3.400 metros, já que estes cultivos são resistentes ao frio e às alturas elevadas.


Apesar de existirem indícios de presença humana intermitente na colina tibetana há 20 mil anos, os investigadores determinaram que só em 1.600 a.C. um grupo se estabeleceu permanentemente além dos 2.500 metros de altitude.


Os arqueólogos estudaram os ossos e os dentes de animais (porcos, ovelhas e gado), restos de plantas e outros vestígios procedentes de 53 sítios no nordeste da colina tibetana.


Deste modo, determinaram que os moradores mais antigos, há 5.200 anos, viviam abaixo dos 2.500 metros e dependiam de cultivos sensíveis ao frio.


Mas foram encontrados indícios de povoadores estabelecidos acima dos 2.500 metros há 3.600 anos, cujo regime alimentar era a base de trigo e cevada.


"Sobreviver todo o ano a essas altitudes devia ser muito difícil. Isso levanta questões interessantes em relação à capacidade de adaptação dos humanos, do gado e das culturas a tais altitudes", disse o professor Martin Jones, da Universidade de Cambridge no Reino Unido.


Segundo ele, esta descoberta poderá ter implicações em termos de segurança alimentar.




Fonte: UOL
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...