quarta-feira, 22 de junho de 2016

Aves são ‘tão inteligentes’ quanto primatas, diz pesquisa




Tradicionalmente considerados as criaturas mais inteligentes da vida selvagem, os primatas agora terão que dividir esse crédito com as aves. Pelo menos é o que diz um estudo publicado na edição de ontem do periódico “Proceedings of the National Academy of Sciences”. 


De acordo com a pesquisa da neurocientista Suzana Herculano-Houzel, corvos, araras e papagaios, apesar de terem cérebros significativamente menores que os de muitos primatas, contam com uma impressionante densidade de neurônios povoando esse espaço ‘compacto’.


— O cérebro dos pássaros é pequeno, mas vemos ali uma grande concentração de neurônios, superior à conhecida em muitos mamíferos — destaca Suzana, que apresentaria o estudo no Congresso Mundial sobre o Cérebro, em Buenos Aires, mas teve seu voo cancelado e não pôde participar do evento. 


— As aves desenvolveram comportamentos cognitivos complexos: têm discernimento para resolver problemas, reconhecem-se em um espelho e se planejam para necessidades futuras, entre outros papéis que considerávamos exclusivos dos primatas.


O estudo de Suzana confirma outro realizado com pombos há dois anos, que demonstrou que a ligação de neurônios — e, portanto, o funcionamento de todo o cérebro — nas aves era semelhante à de mamíferos.


Agora, a neurocientista pretende estudar a relação entre o número de neurônios das aves e o custo metabólico para que as espécies realizem suas atividades. Estima-se que a quantidade de energia demandada pelo cérebro para a realização de atividades seja maior entre as aves do que aquela observada entre os mamíferos.


Este é o primeiro estudo publicado por Suzana desde que ela trocou a UFRJ pela Universidade Vanderbilt, em Nashville, nos EUA (o trabalho já estava pronto quando ela deixou o Brasil). A neurocientista saiu do país criticando abertamente a falta de recursos públicos para a ciência e a inovação, o que motiva a “fuga de cérebros” para o exterior.


— Meu novo laboratório é de três a quatro vezes maior. A verba também nem se compara — garante a cientista. — Em breve, duas estudantes do pós-doutorado que trabalhavam comigo no Rio virão para cá.




Fonte: O Globo

Fósseis de bisões trazem pistas da migração humana nas Américas




 
 
Humanos teriam utilizado rota alternativa para migrar entre Américas antes mesmo da abertura de um corredor sem gelo nas Montanhas Rochosas no Canadá.
 
 
Uma equipe de pesquisadores do Canadá analisou fósseis de bisões de milhares de anos atrás e descobriu pistas sobre a ocupação humana das Américas durante o pleistoceno (entre cerca de 2,6 milhões e 12.000 anos).


pesquisa, publicada no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS),  contesta a hipótese de que os humanos tenham migrado do norte ao sul por uma passagem pelas Montanhas Rochosas, no Canadá. Segundo estimativa dos cientistas, esse corredor se abriu no gelo há cerca de 13 mil anos, mas, à época, o homem já havia chegado, por outro caminho, às regiões mais ao sul.


Migração – Em 1970, pesquisas identificaram que os humanos migraram da Sibéria para o Alasca por meio da chamada Ponte Terrestre de Bering, “seguindo” os passos de uma de suas principais fontes de alimentação, os bisões.


Ao pisarem em solo americano, contudo, os humanos teriam ficado “ilhados” do restante do continente por causa de uma grande placa de gelo que se estendia pelo Canadá. Pesquisadores acreditavam que, durante o pleistoceno, uma passagem teria se aberto na região onde ficam as Montanhas Rochosas, possibilitando que os humanos migrassem do norte para o sul e se espalhassem pelo continente.


Estudos iniciais de Beth Shapiro, professora de ecologia e biologia evolutiva da UC Santa Cruz e coautora da pesquisa, mostraram que, quando essa grande placa de gelo se formou onde é hoje o Canadá, os bisões já existiam na região e foram isolados em dois grupos, o do sul e o do norte.


Com o tempo, as duas populações se diferenciaram geneticamente. Por isso, identificar um bisão com DNA característico do sul na região norte (ou vice-versa) significaria que, de alguma forma, eles conseguiram vencer a barreira geográfica.


Ao analisarem a genética dos bisões e datarem os fósseis, os pesquisadores foram capazes de identificar que essa passagem entre o norte e o sul se abriu há 13.000 anos. Como há evidências de assentamento humano no Chile há 15.000 e na Flórida (a sul do Canadá) há 14.500 anos, os cientistas concluíram que essa rota não pode ter sido a primeira utilizada nas migrações humanas.


Rota alternativa – As evidências indicaram aos pesquisadores, portanto, que os humanos teriam encontrado um caminho “alternativo” ao corredor nas Montanhas Rochosas. “Quando o corredor se abriu, as pessoas já estavam vivendo ao Sul da placa de gelo. Como essas pessoas eram caçadoras de bisões, nós podemos assumir que elas tenham seguido esses animais”, afirmou Shapiro.


No entanto, como os humanos chegaram ao Sul antes mesmo de o corredor se abrir é um assunto que ainda está em discussão. Para os autores da pesquisa, uma das únicas rotas que poderiam ser feitas pelos humanos era pela costa do Oceano Pacífico; no entanto, encontrar evidências humanas nessa rota é um grande desafio, e enquanto os ossos desses humanos ancestrais não são encontrados, ainda não é possível provar essa teoria.


 
 
Fonte: Veja

Kraken?! Internautas garantem terem encontrado lula gigante no Google






Na mitologia nórdica, conta-se sobre um monstro marítimo que se assemelha bastante a uma lula gigante, mas muito maior do que as que conhecemos: o kraken. Pesadelo dos navegadores e aventureiros, ele poderia destruir um navio facilmente com apenas um de seus tentáculos.


Essa história data da época dos vikings, mas há quem diga que um kraken foi visto em pleno 2016 – e com a ajuda do Google Earth. Teóricos da conspiração discutem internet afora a possibilidade de um monstro ter sido flagrado na costa da Ilha Decepção, na Antártida.


Ele foi visto pela primeira vez no dia 9 de abril, nas coordenadas 63° 2'56.73"S 60°57'32.38"W. De acordo com a escala do mapa, o animal teria cerca de 30 metros de tamanho, mas há quem diga que ele pode ser ainda maior.


“Parece o kraken”, constatou Scott Waring para o site UFO Sightings Daily.com. “Eu usei a régua do Google e diz que ele pode ter 30 metros (100 pés) da cabeça aos pés, mas o que são os ‘pés’ na verdade pode ser a parte do meio do corpo. Isso pode significar que na verdade ele tem mais de 60 metros com os tentáculos. Isso para mim é um kraken.”


Outras teorias

 

No entanto, outros teóricos da internet apareceram com mais duas possibilidades para explicar o que de fato seria isso no mar gelado do polo sul. 


Já extinto, o animal pré-histórico plesiossauro pode se encaixar na descrição. Entretanto, essa espécie desapareceu da Terra junto com os dinossauros, ao fim do período Cretáceo.  


Mas – como não poderia deixar de ser – teve quem estivesse 100% certo de que todas essas histórias são só hipóteses malucas e a melhor explicação é que, na verdade, se trata de um alienígena. 


“Se olharmos mais de perto, parece até com um objeto feito artificialmente. Pode ser um 'OVNI híbrido’ saindo da água”, comentou um dos curiosos do UFO Sightings Hotspot.




Fonte: Yahoo!

Mãe salva filho da boca de um puma nos EUA



Uma criança de 5 anos foi atacada por um puma enquanto brincava com o irmão no pátio de casa. A mãe saiu correndo de casa ao escutar os gritos e separou o filho da fera.


O menino sofreu vários ferimentos na cabeça e no pescoço e foi levado ao hospital Aspen Valley, em Denver, Ele se encontra em condição estável, segundo a NBC, que cita fontes policiais. A mãe também sofreu ferimentos leves.


A polícia perseguiu o animal junto com o serviço florestal e conseguiu matar o puma na mesma região onde ele atacou o menino. Os oficiais informaram que estudarão o corpo do animal e tentarão caçar outro puma visto nas imediações no mesmo dia.


Os representantes do órgão de Parques e Natureza do estado americano do Colorado garantem que normalmente pumas são “tranquilos e afáveis” e explicam que casos assim se devem a ações do homem, que invade seu habitat natural.




Fonte: Sputnik

Mulher é atacada por urso durante maratona nos EUA



Uma mulher foi atacada por um urso durante maratona na reserva nacional do Novo México, nos Estados Unidos. Ela sofreu várias mordidas e arranhões e tinha ferimentos na cabeça e pescoço, mas não corre risco de morte. As informações são do jornal inglês The Telegraph. 


De acordo com os oficiais, o ataque ocorreu quando a atleta surpreendeu uma urso fêmea que estava com seu filhote. A corredora foi socorrida e levada de helicóptero para um hospital em Albuquerque. 


Até a publicação da reportagem, o Departamento de Caça e Pesca do Novo México ainda estava em procura do animal. 


Quando encontrado, o urso deve passar por testes contra raiva. Estima-se que existem cerca de 60 mil ursos negros na América do Norte, de acordo com membros de organizações a favor da vida selvagem. 




Fonte: Terra

Prática da bruxaria vai custar mais caro no Marrocos



A bruxaria, uma das práticas que deram e seguem dando fama ao Marrocos, será a partir de agora um ofício mais perigoso, depois que o governo marroquino multiplicou por dez as multas contra os atos de magia e feitiçaria.


O governo aprovou uma revisão do Código Penal em que subiu o valor das multas contra a magia que será entre 300 e 1.500 dirhams (R$ 103 e R$ 537, respectivamente), em comparação com penalidades atuais de 10 a 120 dirhams, contra aquele que "exerça uma atividade de adivinhar, prever ou explicar os sonhos".


A punição se aplica de forma geral a toda classe de bruxarias, enquanto as típicas videntes que percorrem a famosa praça de Marrakech lendo o destino dos turistas não costumam ser incomodadas pela lei.


A prática da feitiçaria é tão popular que custa ao país uma má fama internacional, especialmente no Oriente Médio, que associa o nome do Marrocos com as artes ocultas.


No Marrocos, o tema é comentado em voz baixa, mas, em abril, uma tentativa de assalto à casa de uma "chowafa" (vidente, ou bruxa por extensão) demonstrou a agressividade com que muitas pessoas perseguem um fenômeno que consideram herético. Apenas a intervenção policial conseguiu evitar uma tragédia.


O que provocou a ira popular nesse caso foi que alguns moradores viram sair da casa da "chowafa" um gato que tinha seus lábios costurados com fios porque levava na boca a foto de um homem: todo marroquino sabe que essa feitiçaria é uma das mais recorrentes para submeter a vontade de uma pessoa.


Isso porque as práticas da feitiçaria são muito populares, mas ao mesmo tempo seus autores são rejeitados socialmente. Uma ambivalência que se encontra na própria tradição islâmica, que admite o poder do mau-olhado e dos 'djin', ou gênios, ambos mencionados no Alcorão; mas condena a prática da feitiçaria como um "pecado capital".


Segundo um estudo publicado em 2012 pelo instituto americano Pew Research Center, 80% dos marroquinos crê no mau-olhado e 78% confia no poder da bruxaria.


Há duas figuras principais que se dedicam a este ofício no Marrocos. Uma delas é a chowafa "multitarefa" que prevê o futuro, cura o efeito de uma maldição ou um feitiço que ela mesma prepara para ferir alguém.


Junto a ela está o "fkih", uma espécie de curandeiro religioso que usa o Alcorão para fins terapêuticos para curar pessoas que sofrem de mau-olhado, ou que estão habitadas por gênios que só poderão ser despejadas em sessões de exorcismo.


As duas figuras tornaram-se as mais capacitadas para curar os males sobrenaturais, e até mesmo doenças que em outros lugares seriam tratadas por psiquiatras e psicólogos, pois para muitos marroquinos os problemas mentais são provenientes de uma maldição.


Quando um cliente visita uma chowafa, sai de lá com uma receita quase secreta de distintas substâncias para atingir seus fins. A mistura será fornecida por um herborista, presente em todos os mercados do país, cuja fachada é a venda de especiarias, plantas e frutos secos, mas que também vende peles ou líquidos de animais, ninhos de certos pássaros e outras substâncias inconfessáveis.


Mustafa (nome fictício) é um destes herboristas da Medina de Rabat, e só fala em voz baixa e quase nunca a um jornalista.


"Algumas pessoas vêm até nós com receita de uma chowafa, outros preferem contar a sua doença e nos pedem conselhos. É como ir até uma farmácia ao invés de um médico", afirmou Mustafa à Agência Efe, acrescentando que esta atividade pode gerar enormes lucro em apenas um dia (uma receita pode custar até 1.500 dirhams, cerca de R$ 525), algo melhor que "passar todo o mês vendendo tâmaras, amêndoas ou pimentão".


Aço em pequenas lâminas, grãos de pedra de âmbar ou pedaços do ninho de uma cegonha são algumas das substâncias mais pedidas para curar doenças comuns, ajudar uma mulher a encontrar um marido, eliminar o azar, trazer êxito profissional e até ganhar eleições.


O próprio Mustafa contou que foi vítima de um feitiço de uma ex-namorada que lhe impedia de sentir atração por outras mulheres, até que visitou uma chowafa que o ordenou a jogar o aço e um talismã que preparou em um braseiro e saltar sobre a fumaça para remover o mal.


Após o salto, Mustafa logo encontrou outra namorada. 




Fonte: UOL

Parapsicólogo comenta sobre suposto fenômeno paranormal em Catu





Fonte: Aratu Online

terça-feira, 21 de junho de 2016

Equipe de TV filma UFO no Peru




Cinco membros de programa televisivo flagraram o fenômeno em 11 de junho.

Banhado pelo oceano Pacífico, O Peru, berço do emblemático império Inca, considerado o maior da América pré-colombiana, abrangendo diversas nações e composto por mais de 700 idiomas diferentes, sendo o ‘quíchua’ o dialeto mais falado entre a população, contém, em seu território, alguns mistérios ainda não resolvidos.


Até hoje, pesquisadores de todo o mundo procuram desvendar as origens das famosas Linhas de Nazca, um conjunto de desenhos gigantescos elaborados no solo que só podem ser vistos por completo em imagens aéreas.


Embora alguns arqueólogos afirmem que as figuras foram motivadas por conceitos religiosos, grande parte dos ufólogos acreditam se tratar de uma espécie de simbologia direcionada aos alienígenas. Mesmo que seja improvável a alegação anterior, diversos objetos voadores não identificados (ovnis/ufos) são registrados no país.


A mais recente gravação de um ovni, em 11 de junho, testemunhada por cinco peruanos, membros de um programa televisivo sobre ufologia, tem despertado a curiosidade de milhares de usuários das redes sociais.


Conforme divulgado pela mídia peruana, durante aquela tarde, um ovni foi filmado sobre a cidade de Pucuchinchi. Na ocasião, membros do programa se dirigiam ao município, situado à margem esquerda do rio Higueras, a 500 metros das históricas ruínas de Kotosh, um sítio arqueológico, quando flagraram a estranha nave, às 17 horas.


Hábito comum entre o povo andino, os cinco homens, munidos com câmeras e aparelhos para transmissão de imagens, se preparavam para fazer um ritual à terra, com objetivo de homenagear o Dia do Agricultor, celebrado em 24 de junho, quando avistaram o objeto voador não identificado sobre o monte Marabamba.


Durante a gravação, os profissionais se espantaram ao perceberem a existência de um segundo objeto, exatamente às 17h33. Segundo eles, os ovnis estavam a cerca de 3 a 4 quilômetros de distância, em altitude desconhecida.


Diversos internautas demonstraram apoio às imagens e ao trabalho da equipe. Um brasileiro, identificado como João Lucas, revelou observar esses misteriosos objetos no Brasil. “Continue as vigílias Manuel (membro da equipe), eu moro em uma área de muitos avistamentos no Brasil, a cidade de Quixadá, no Ceará”, escreve nos comentários do vídeo.


Em 18 de maio desse ano, outro enigmático objeto voador gravado no Peru, repercutiu em fóruns da internet. Assista abaixo a filmagem da equipe peruana. Na sequência, veja o ufo observado no mês passado, também durante o dia.


Até o momento, autoridades não comentaram o assunto.










sábado, 18 de junho de 2016

Arquivos Insólitos 80


O Globo, 02 de Junho de 1933

Mulher diz que vítimas de desastre aéreo vagam por sua casa



Marina, filha de Dona Terezinha e irmã de Ivone, mortas após sua casa na zona norte de São Paulo ser atingida por um avião em janeiro de 1984, afirma que os espíritos das nove pessoas mortas no acidente continuam no local. "Já vi vultos, ouvi barulhos e tenho depressão de ficar nesta casa", afirma Marina.





Fonte: BOL
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