terça-feira, 28 de julho de 2015

Pescadores russos filmam lula gigante





Lula estaria a tentar comer o peixe que os homens tinham apanhado. Estes animais não são vistos com frequência no mar, aparecendo por vezes em terra já mortos.


Uns pescadores russos foram surpreendidos por uma lula gigante. As imagens mostram um animal poucas vezes visto e que, neste caso, estaria a tentar aproveitar o peixe apanhado pelos homens para se alimentar, segundo o site australiano News.


No entanto, e apesar do seu tamanho, não será uma lula colossal, mas sim uma gigante, mas a espécie ainda não foi confirmada. Este é um dos poucos vídeos que mostram um destes animal no mar, pois o pouco que se conhece deles foi muitas vezes obtido por lulas mortas que acabaram por ser encontradas em terra.









Fonte: DN

'Templo Satânico' apresenta escultura de ídolo pagão e gera polêmica nos EUA



O corpo é de um homem musculoso, cabeça e patas de bode, com barba e chifres, tem grandes asas, exibe um pentagrama na testa e o que parece com um bastão de Esculápio à frente do abdome, um antigo símbolo associado ao deus grego de mesmo nome e à medicina.


Esta é uma estátua do ídolo pagão Baphomet (ou Bafomé), que o grupo religioso Templo Satânico inaugurou em Detroit, nos Estados Unidos. Além de todos estes símbolos e representações, a estátua também aponta dois dedos para o céu e está cercada por um menino e uma menina.


No website dos organizadores do evento, a inauguração da estátua, ocorrida no último sábado (25), foi anunciada como uma "noite de caos, ruído e libertinagem" onde apenas maiores de 18 anos poderiam entrar.
"Venha dançar com o diabo e viver a História enquanto ela é escrita", continuava o convite.


A escultura apresentada pelo Templo Satânico é de bronze e pesa uma tonelada e meia. Tem 2,59 metros de altura e foi inaugurada em um edifício industrial perto do rio Detroit, pouco antes das 23h30. O local exato da inauguração só foi informado para os participantes por e-mail poucas horas antes do evento, e a estátua não pôde ser vista pelo público em geral.


Os organizadores afirmam que apresentaram a estátua desta forma, em segredo, para "reduzir a perseguição", de acordo com declaração de um dos fundadores da organização, Lucien Greaves.


Por perseguição, Greaves se referia a cerca de 50 pessoas que protestaram do lado de fora do restaurante no qual, inicialmente, o Templo Satânico pretendia mostrar a estátua pela primeira vez.


Mas, o plano teve que ser cancelado pois o dono do restaurante, Bert Dearing, desistiu de realizar o evento.
"Detroit é uma área muito religiosa. Quando aluguei este lugar, acreditava que se tratava de uma igreja. Não sabia da apresentação da estátua. Não sabíamos que eram adoradores do diabo", disse Dearing.


Dearing também mandou celebrar missas contra Baphomet, como a celebrada no sábado em uma das igrejas católicas da cidade, a de Saint Joseph, a mais popular do Estado norte-americano de Michigan.


"A última coisa que precisamos em Detroit é de uma festa de boas vindas para o diabo", disse a jornalistas Dave Bullock, pastor da igreja batista de St. Matthew, em Highland Park, uma cidade da área metropolitana de Detroit.


'Um rebelde'

 

A organização Templo Satânico, com matriz em Nova York e representação em vários pontos dos Estados Unidos, reivindica para si Satã, mas não o considera um ser diabólico.


Segundo a explicação no site da organização, Satã é entendido pelos membros como "símbolo da natureza inerente do homem, a representação do eterno rebelde, da liberdade individual, mais que uma deidade ou um ser sobrenatural".


Para o grupo, os satanistas devem "trabalhar muito para afiar o pensamento crítico e exercitar o questionamento razoável de todas as coisas".


"A missão do Templo Satânico é encorajar a benevolência e a empatia entre as pessoas. Além disso, abraçamos o sentido comum e o sentido da justiça."


Por isso, eles alegam no website que a escultura é um "chamado às armas com que terá início nossa maior luta em nome da liberdade individual, do livre exercício e contra os teocratas egoístas".


E, em sintonia com estes discurso, a intenção dos organizadores é levar Baphomet ao Estado do Arkansas, cujo governador, o republicano Asa Hutchinson, firmou em abril um projeto de lei que autorizaria a construção de um monumento aos Dez Mandamentos nos terrenos do Congresso do Estado.


Oklahoma

 

O Templo Satânico já havia tentado colocar a escultura em um jardim perto do Congresso do Estado de Oklahoma, perto do obelisco dos Dez Mandamentos, instalado no lugar em 2012, apesar das dúvidas sobre a constitucionalidade do monumento.


O obelisco dos Dez Mandamentos é dedicado, como se pode imaginar, ao conjunto de princípios éticos e de adoração que têm um papel importante no judaísmo e cristianismo e foi financiado pelo republicano Mike Ritze, membro da Câmara Baixa do Congresso estadual.


Para evitar conflitos relativos à separação da Igreja e do Estado ao colocar tal monumento em uma propriedade pública, o batizaram de parque monumental.


Mas agora, depois de anos de polêmica e batalhas legais, no dia 30 de junho a Suprema Corte de Justiça de Oklahoma concluiu que a peça viola a Constituição do Estado, que proíbe a utilização de propriedades do governo em benefício de uma religião.


Diante disto, vários legisladores estaduais ameaçaram tentar a destituição dos juízes da Suprema Corte de Oklahoma e se comprometeram a apoiar mudanças na Constituição do Estado.


A governadora republicana do Estado, Maria Fallin, anunciou que vai manter o monumento no lugar até que o Estado entre com um recurso contra a decisão da Suprema Corte.


Enquanto isso, mesmo que Baphomet não tenha sido colocado em lugar público, o Templo Satânico comemorou sua inauguração com gritos de "viva Satã".


"É um triunfo artístico único, um testamento da pluralidade e do poder da ação coletiva", informou o grupo em seu site.




Fonte: BOL

Dinossauros como o T-Rex tinham tipo único de dente serrilhado



 
 
Estudo detalha estrutura serrilhada única que permitia mastigar presas. Pesquisa envolveu oito espécies e revelou complexa dentição.
 
 
Se você quer saber o segredo por trás do sucesso do Tiranossauro Rex e seus primos dinossauros carnívoros, não precisa ir além dos dentes.


Cientistas apresentaram nesta terça-feira (28) uma análise abrangente dos dentes do grupo de dinossauros carnívoros chamados de terópodas, detalhando a estrutura serrilhada única que lhes permitia mastigar bem a carne e ossos de grandes presas.


O grupo dos terópodas inclui os maiores predadores terrestres da história do planeta. Eles apareceram pela primeira vez cerca de 200 milhões de anos atrás e foram os dominantes comedores de carne terrestres até o fim da era dos dinossauros, cerca de 65 milhões de anos atrás.


O estudo, que envolveu oito espécies de terópodas, revelou sua complexa dentição, previamente desconhecida. Os tecidos dentais internos eram dispostos de uma forma que reforçava a sua força e prolongava a vida dos dentes, serrilhados como facas para facilitar o desmembramento de outros dinossauros.


A paleontóloga Kirstin Brink, do campus de Mississauga, da Universidade de Toronto, explicou que a evidência fóssil mostrou que os dentes do T. Rex poderiam esmagar ossos. Dentes dessa espécie foram encontrados mesclados aos ossos de suas presas, e pedaços de ossos aparecem em seus excrementos fossilizados.


"As serrilhas era mais eficazes para cortar a carne e abocanhá-la enquanto esgarçava um pedaço de carne", disse Brink.


Os pesquisadores analisaram pedaços de fósseis de dentes usando um microscópio poderoso e um dispositivo sofisticado que revelou propriedades químicas do dente. Os dentes de tiranossauros e carcarodontossauros tinham até 23 centímetros de comprimento.





Fonte: G1
 

Crânio que lembra alienígena é encontrado na Rússia





 
 
De acordo com arqueólogos, nômades usavam técnica que alongava crânio.
 
 
Arqueólogos russos descobriram o esqueleto de uma mulher que viveu na região dos Montes Urais por volta do século II com um crânio superdimensionado, que alguns compararam com a cabeça de um suposto alienígena. 
 
 
"A primeira de nossas descobertas foi o esqueleto de um nômade, previsivelmente uma mulher, com uma clara deformação no crânio, que está superdimensionado em sua parte superior", disse Maria Makurova, diretora do museu do sítio arqueológico de Arkaim, na região de Cheliabinsk, à agência "TASS".  

A especialista explicou que os nômades dessa região costumavam "esticar" as cabeças de seus filhos com a ajuda de cordas e tábuas de madeira, e isso fazia com que seus crânios mudassem dramaticamente de forma com o tempo. 


Esses crânios deformados, prática que também existiu no Egito antigo e na Índia, podiam ser vistos por essas tribos como um símbolo de status social superior, um novo padrão de beleza ou uma forma de se diferenciar de outras tribos, segundo Makurova. 


Arkaim, um sítio arqueológico descoberto em 1987, é conhecido como o "Stonehenge russo" pela boa conservação de suas fortificações defensivas e túmulos, e pelo fato de que, por ter um formato espiral, se assemelha a um observatório. 


Alguns meios da imprensa local e estrangeira, além dos aficionados pelo desconhecido nas redes sociais, não hesitaram em utilizar sua imaginação para destacar que o crânio parece com o de um extraterrestre, pelo tamanho da cabeça e de suas órbitas. Por isso, Arkaim, que se encontra em uma colina, seria uma espécie de local de comunicação entre o homem e os alienígenas. 


No entanto, os arqueólogos locais insistem que a mulher provavelmente pertencia ao povo conhecido como os sarmatos, que habitou durante milhares de anos as estepes de Ucrânia, Cazaquistão e o sul da Rússia. 




Fonte: Terra

97 corpos antigos enterrados de forma brutal são descobertos





Se você acha que a arqueologia é um ramo chato e pouco emocionante, está prestes a mudar de opinião. Tudo bem que as pesquisas de campo podem demorar muito tempo para apresentar resultados ou proporcionar descobertas. Mas quando elas acontecem…


Dia pra lá de emocionante

 

Os restos de 97 corpos humanos foram encontrados recheando uma pequena casa de 5.000 anos de idade em uma aldeia pré-histórica no nordeste da China. Os corpos eram de adolescentes, adultos jovens e adultos de meia-idade e foram embalados juntos na casa antes que ela queimasse.


De acordo com a equipe de arqueólogos que estuda a região, cerca de metade dos indivíduos tinham entre 19 e 35 anos de idade. 


O terreno, cujo nome moderno é “Hamin Mangha”, remonta a um tempo em que as pessoas viviam em assentamentos relativamente pequenos, dependendo do cultivo e da caça por comida. A vila também contém restos de cerâmica, instrumentos velhos, flechas e lanças, o que dá algumas dicas sobre o estilo de vida da época.


Mas o que raios aconteceu ali?

 

Uma equipe da Universidade de Antropologia Jilin, na China, está estudando os restos pré-históricos, tentando determinar o que aconteceu com essas pessoas. Depois de muitas análises, a conclusão que chegaram é a de que elas morreram em virtude de algum desastre pré-histórico.


Outra possibilidade é que tenham sido vítimas de alguma praga impiedosa. Se foi isso, provavelmente a doença atacou e matou as pessoas de todas as faixas etárias muito rapidamente, sem dar tempo para que os sobreviventes enterrassem os falecidos como manda o figurino. Os cientistas não especulam sobre qual doença pode ter sido.



Semelhanças

 

As idades das vítimas em Hamin Mangha são semelhantes a de corpos encontrados em outro sítio pré-histórico, que foi previamente descoberto também no nordeste da China. Esta semelhança pode indicar que a causa de morte nos dois lugares muito provavelmente foi a mesma. Ambos podem estar ligados a um surto de uma doença infecciosa aguda.
 
 
 
 
 
Fonte: Hypescience

Revelada identidade de esqueletos enterrados na 1ª colônia dos EUA











Cientistas descobriram a identidade dos esqueletos encontrados há dois anos na primeira colônia norte-americana, em Jamestown, no estado da Virginia. 


Os restos mortais têm 400 anos de idade e foram enterrados próximo ao altar de uma igreja que foi instalada na cidade entre 1608 e 1617. O local era reservado para os mais importantes líderes da colonização.


Dois dos homens, o capitão Gabriel Archer e o reverendo Robert Hunt participaram da criação da cidade de Jamestown, segundo os pesquisadores do Museu Nacional de História Natural do Instituto Smithsonian. Os outros dois homens, sir Ferdinando Wainman e capitão William West, teriam chegado três anos após a fundação da vila.


Durante dois anos, os pesquisadores analisaram registros históricos dos 19 anos em que a igreja esteve de pé no local e compilaram uma lista de identidades possíveis para os líderes. Depois, partiram para os detalhes.


Cada um dos esqueletos tinhaa alguma pista que ajudava na identificação, seja a idade, seja a forma como o enterro foi feito. Hunt teria sido enterrado de frente para a congregação, o que era um hábito na época para os ministros da igreja. 


Os arqueólogos encontraram outros materiais enterrados junto aos corpos, que também ajudaram na identificação, como uma pequena caixa de metal cheia de ossos próximo ao túmulo de Archer. A caixa guardaria relíquias e os ossos, acredita-se, seriam de um possível santo. 


A análise química dos ossos também ajudou na identificação. No caso de Wainman, descobriu-se que os ossos tinham sido expostos ao chumbo, o que permitiu descobrir que ele era rico já que os materiais de grande valor na época, inclusive os utensílios domésticos, continham esse material.





Fonte: UOL

Dente humano de 560 mil anos é encontrado na França








Uma arqueóloga voluntária francesa de 16 anos e um colega de 20 encontraram na semana passada no sudoeste da França o dente de um adulto que viveu há 560.000 anos, uma descoberta importante, segundo os pesquisadores.


"Um dente grande de adulto - de homem ou mulher, não se sabe - foi encontrado durante as escavações em um nível do solo que sabemos que remonta de 580.000 a 550.000 anos, porque utilizamos diversos métodos de datação diferentes", explicou nesta terça-feira à AFP a paleoantropóloga Amélie Viallet, de 39 anos.


"É uma descoberta importante porque temos poucos fósseis humanos deste período na Europa", acrescentou.


"É uma peça do quebra-cabeças que nos faltava para contribuir na resolução da pergunta crucial: o homem de Neandertal, de 120.000 anos, é proveniente de uma única linhagem?", acrescentou a paleoantropóloga. Tautavel, um povoado próximo a Perpignan, é um dos sítios pré-históricos mais importantes do mundo. 


Neste mesmo lugar, onde milhares de voluntários fazem escavações há 50 anos, já haviam sido encontrados mais de 140 restos de esqueleto do "homem de Tautavel", que viveu há 450.000 anos.


Na tarde de quinta-feira, Camille, de 16 anos, e Valentin, de 20, trabalhavam com um pincel quando encontraram o dente, contou Viallet.





Fonte: Exame

Vestígios de ocupação humana de 4 mil anos são encontrados no Rio





Vestígios de ocupação humana de 3 mil a 4 mil anos foram encontrados em escavações do metrô na região central da cidade do Rio de Janeiro. 


Os restos de um sambaqui (são resquícios de ocupações de povos coletores e caçadores) foram descobertos por arqueólogos, em meio a material escavado em 2013, no canteiro de obras da Linha 4, no bairro da Leopoldina.


Pelo menos 50 artefatos de pedra pertencentes a grupos nômades de coletores e caçadores já foram catalogados pela equipe liderada pelo arqueólogo Claudio Prado de Mello. Entre os itens encontrados no terreno do metrô estão pontas de lanças de caça, raspadores usados para cortar a carne do animal, machadinhas e batedores (que funcionavam como martelos primitivos).


Segundo Mello, acredita-se que o sambaqui estivesse originalmente em um pequeno morro na própria Leopoldina, mas acabou sendo movido para o terreno do metrô depois que a colina foi arrasada para aterrar a região no final do século 19.


O arqueólogo diz que, antes de ser aterrada, a Leopoldina era uma região pantanosa, região propícia para a ocupação temporária de povos que viviam da caça, pesca e coleta. "Regiões pantanosas, mangues, locais alagados são os locais principais escolhidos pelos povos primitivos não agricultores para ocupação temporária", disse Mello.


O material ainda será analisado com mais profundidade para tentar descobrir detalhes sobre o povo que fabricou esses artefatos.


As escavações no metrô já foram concluídas, mas todo o material foi recolhido e armazenado em um depósito. Aos poucos, esse material arqueológico vem sendo pesquisado e catalogado. 


No mesmo terreno da obra, onde já funcionaram uma estação de trem (Alfredo Maia) e o Matadouro Imperial, também foram encontrados materiais usados pela família imperial, como porcelanas, cachimbos e até uma escova de dente que teria pertencido ao imperador Dom Pedro II.





Fonte: UOL

Menor roedor do mundo é encontrado na China


 
 
Jerboa pigmeu de três dedos é uma espécie que geralmente aparece em áreas desérticas.


Um “rato pulante” considerado o menor roedor do mundo foi recentemente encontrado na Prefeitura de Hotan da China ocidental, na região de Xinjiang. O animal é conhecido como jerboa pigmeu de três dedos, e é uma espécie que geralmente aparece em áreas desérticas.


Chen Wenjie, um amante de pássaros da região autônoma da República da China, estava dirigindo em uma vila quando viu que o “rato” tinha parado na frente de seu carro. 


De acordo com Chen, o bicho tem um rosto parecido com um porco e um corpo um pouco maior do que uma tampa de garrafa de água. Ele pesa aproximadamente o mesmo que uma moeda de um centavo.


O homem colocou a pequena criatura em uma garrafa vazia e a trouxe para casa, observando que ela só parecia sair à noite.


“Em casos extremos, ele dormiu por cerca de 17 horas por dia, envolvendo sua cauda em torno de seu pescoço para excluir todos os ruídos”, disse Chen, complementando que já libertou o animal.


Jiang Wei, um investigador do Centro de Controle de Doenças e Prevenção em Xinjiang, identificou a criatura como um jerboa pigmeu. Os jerboas pigmeus normalmente vivem em Xinjiang, Gansu e Mongólia, e foi visto em outros países como o Cazaquistão. 


Jiang disse que o jerboa se move sobre a areia do deserto seco usando saltos longos. Ainda segundo o pesquisador, o tempo de vida do animal é de apenas cerca de dois anos, e eles têm apenas três ou quatro filhotes a cada ano. Aparentemente, um jerboa recém-nascido é ainda menor, aproximadamente do tamanho de um amendoim.




Fonte: O Globo

Gaivotas "assassinas" no Reino Unido. Até o primeiro-ministro está preocupado









Este verão as gaivotas já mataram dois cães e atacaram uma idosa e uma criança.



Com as histórias de ataques de gaivotas a multiplicarem-se no Reino Unido este verão, especialmente na região da Cornualha, os jornais britânicos já falam em gaivotas "assassinas".


Já há dois relatos de cães mortos por gaivotas, e uma criança e uma idosa foram também atacadas pelos pássaros, o que levou o primeiro-ministro David Cameron a pronunciar-se sobre a situação.


Quando visitava a região da Cornualha na semana passada, David Cameron disse que era necessário que houvesse uma "grande conversa" sobre os perigos das gaivotas.



"Temos de ouvir as pessoas que realmente percebem deste assunto", disse o primeiro-ministro, que não quis dar "uma resposta imediata" acerca da necessidade de um abate em massa.


Na Cornualha, um menino de quatro anos foi atacado por uma gaivota enquanto comia. O Guardian fala de "fraca pontaria" da parte da gaivota, que estaria a tentar apanhar a comida do rapaz mas acabou por magoar-lhe o dedo.



Já o caso de uma mulher de 66 anos, que foi atacada na cabeça por uma gaivota e teve que ser hospitalizada. levantou mais preocupação. "Fiquei assustada. Não só estava a sangrar como tinha medo que ela voltasse", disse a idosa ao jornal britânico.


 



Existem mesmo casos de cães mortos por gaivotas. Até agora, um Yorkshire Terrier e um Chihuahua terão sido atacados e mortos por gaivotas, à bicada, em dois incidentes diferentes.




Após a morte do Chihuahua, que se chamava Bella, um porta-voz da sociedade de proteção animal britânica, a RSPCA, disse ao jornal local Exeter Express que esperava que as pessoas não ficassem assustadas. "Incidentes como este são muito incomuns", disse.



Num texto de opinião no Guardian, o perito em história natural Patrick Barkham alerta para o fato de que os confrontos com gaivotas costumam acontecer nesta altura do ano, no princípio do verão, quando as gaivotas estão a proteger os ninhos com as suas crias, o que as pode levar a comportamentos mais agressivos. "Nós causamos um aumento nas populações urbanas de gaivotas", escreve Barkham, "porque tiramos o peixe do mar".




Fonte: DN
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