sábado, 29 de agosto de 2015

Os vultos que guardam o palácio de Bento Gonçalves em Piratini

Fotos: Carlos Macedo / Agencia RBS

 O palácio onde o general Bento Gonçalves chefiava a nação separada do Brasil



 Da janela do gabinete, o general tinha a visão de Piratini e lançava proclamações ao povo


 O piso preservado e a mesa que teria acomodado Bento Gonçalves



 Chaminé do fogão árabe de sete bocas que abastecia o palácio


 Antônio Ortiz, diretor de turismo de Piratini, na mesa do Palácio


 Antônio Ortiz mostra a passagem secreta que leva até o sótão onde ficavam documentos


 A mesa de reuniões do palácio


Na primeira vez em que entrou no Palácio de Governo da República Rio-Grandense, onde o general Bento Gonçalves chefiava a nação separada do Brasil, a condutora de turismo Eliane Peroba Cardozo, 28 anos, achou que estava sendo acompanhada por alguém caminhando às suas costas.


A cada passo que dava na escadaria de madeira de 18 degraus, a qual leva ao segundo pavimento, imaginava ouvir pisadas de botas na retaguarda. Ao virar- se para ver quem era, espantou-se: não havia ninguém.

Era julho de 2011 quando Eliane intuiu que estava sendo escoltada ao ingressar no Palácio de Governo, em Piratini, a sede da insurreição contra o império brasileiro. Hoje, ela lembra que não sentiu medo. Mas teve certeza de que alguém a vigiava, de forma solene e atenta, monitorando onde pretendia ir e com que intenções se movia.


– Quando olhei para trás e não havia ninguém, pensei “ué, quem é que vinha comigo?” Depois de refletir, concluí: “eu sou a intrusa” – admira-se.

O sobrado onde os farrapos instalaram o governo, em novembro de 1836, após proclamada a independência do Rio Grande do Sul, fora construído 10 anos antes por um tal de Manuel Jacinto Dias. Foi ocupado por Bento Gonçalves a partir de novembro de 1837, pois o comandante estivera preso, no Rio de Janeiro e depois na Bahia, de onde fugiu para retomar a revolução.


Do segundo andar do palácio, onde montou o gabinete, Bento podia observar tudo ao redor de Piratini, que fica no topo de um cerro da Serra dos Tapes. Despachava com o multiministro Domingos José de Almeida (que tinha a chave do cofre), palpitava com o editor italiano Luigi Rossetti sobre o conteúdo do jornal O Povo e fazia a atividade que lhe era mais prazerosa – discutir estratégias militares com seus oficiais. Era de lá, dos janelões, que lançava proclamações ao povo reunido na rua.

Portas se abrem, depois se fecham

Não se pense que apenas Eliane Cardozo ouve estranhos rumores. O diretor de Turismo de Piratini, Antônio Lobato Ortiz, 59 anos, já se levantou da cadeira por acreditar que estavam batendo à porta do escritório, o qual funciona dentro do Palácio de Governo. Quando atendeu e abriu o trinco, deparou com o vazio.


– Cheguei a ter a nítida impressão de que estavam forçando a porta. No fundo, sabia que não era ninguém, mas fui conferir – relata Ortiz.


O prédio aguça a imaginação, com suas quatro enormes portas e janelas na fachada. Nos paredões, há seteiras (frestas cônicas), onde as sentinelas podiam assestar os fuzis em caso de ataque externo. Dentro do palácio, há uma passagem secreta para o sótão, onde os farroupilhas escondiam documentos e valores. Vultos fardados se posicionariam na entrada desse alçapão para assustar os bisbilhoteiros, os mais sensitivos e propensos a assombros.


Aos fundos da antiga sede governamental, está um fogão árabe de sete bocas – as quais podem ser constatadas nas aberturas da chaminé –, que servia para abastecer generais, ministros e seus ajudantes com chimarrão e carne assada nos prolongados serões. Atualmente, ao participar de reuniões noturnas no palácio, desta vez para tratar do turismo em Piratini, há quem estremeça com ruídos imprevistos. Especialmente se estiver sentado à mesa retangular, de 2m80cm de comprimento, que teria acomodado o presidente Bento à cabeceira.


– Sempre parece que tem alguém por perto. Portas que se imaginava fechadas aparecem abertas, e vice-versa – observa Ortiz.


O sugestionado convívio com fantasmas no palácio é amigável. Ortiz ressalta que os funcionários do turismo e do museu se sentem privilegiados por trabalhar no prédio onde foi administrado o efêmero país chamado
Rio Grande do Sul.


Nem todos são bem-vindos, porém. Ortiz conta que um vendedor de artigos gauchescos, ao pernoitar no palácio devido à lotação dos hotéis, foi encontrado na rua, 5h da madrugada, os nervos em frangalhos, olhos esbugalhados, num tremor só. Interpelado, balbuciou que não conseguira dormir, pois escutara gritos, gemidos, xingamentos. Então, pegou a sua trouxa e deu no pé. Ficou a dúvida: o que o desditoso hóspede fez para ser expulso do local?



Enigmas farrapos a desvendar

Se há mesmo fantasmas pelo Palácio de Governo e outros prédios da República Rio-Grandense, em Piratini, o pesquisador e professor de história João Manoel Ferreira, 53 anos, gostaria de conversar com eles – e demoradamente. Convidaria para que revelassem episódios obscuros da Revolução Farroupilha, esses, sim, verdadeiros mistérios a se esclarecer.

A maior curiosidade de Ferreira é saber o que aconteceu na infame madrugada de 14 de novembro de 1844, no Cerro de Porongos (atual município de Pinheiro Machado), próximo a Piratini, quando o esquadrão de Lanceiros Negros foi massacrado por tropas imperiais sem chance de defesa. O general farroupilha David Canabarro teria mandado desarmar os combatentes, temidos pelas cargas de lança, para apressar o fim da guerra civil? Ou tudo não passou de uma injustiça contra Canabarro, acusado de trair os farrapos?

– Gostaria de me deparar com um fantasma para saber mais coisas. Há fatos para os quais não temos respostas, ou são muitos os vieses – diz Ferreira.


Os espectros também poderiam contar detalhes sobre a vida durante o governo de secessão. Piratini foi escolhida capital por razões estratégicas, práticas e políticas. Fica perto do Uruguai – útil para uma retirada em caso de invasão –, no topo da áspera Serra dos Tapes e guarnecida por obstáculos naturais, cerros e matas. Tinha casarões apropriados para abrigar os ministérios, mais o fervor revolucionário de jovens oficiais como Manoel Lucas de Oliveira, Joaquim Pedro Soares e Joaquim Teixeira Nunes.

Visitar Piratini, atualmente, é como entrar no cenário farroupilha. É por isso que Francieli Domingues, 20 anos, condutora de turismo, prefere ficar mais tempo no Palácio do que em casa. Diz que ouve sons – cochichos em salas vazias e rangidos de pisadas no assoalho – e pressente o farfalhar de vultos roçando perto de onde está. Longe de se apavorar, Francieli entrega-se ao devaneio. Chega a pensar que está na época errada, gostaria de voltar aos primórdios do século 19.

– Aqui se pode ouvir o tilintar dos farrapos – exclama ela.




Fonte: ZH

Mistérios milenares da Serra do Roncador




Histórias que rondam as áreas inexploradas do Brasil.

Fonte de muito misticismo que vai desde alienígenas até portais para outra dimensão, a Serra do Roncador localiza-se no Estado do Mato Grosso. É considerado um dos pontos mais desconhecidos da selva sul-americana. Seu nome vem do barulho feito pelo vento ao atravessar as paredes rochosas durante a noite, que lembram o ronco de uma pessoa.


Essas formações se estendem por 800 quilômetros até o Estado do Pará. Civilizações muito antigas já habitaram o local, o que torna as lendas muito presentes em cidades próximas a Barra do Garças, que conta inclusive com um monumento que simula um local de pouso para naves espaciais.


Caverna dos pezinhos




Em um documentário produzido pela TV Record em 1998, o fiscal de meio ambiente Fernando Penteado comenta sobre a Caverna dos Pezinhos, um dos lugares famosos na Serra do Roncador. Trata-se de uma estrutura ocupada por uma civilização milenar. Uma civilização anterior aos Xavante, que ocupa a região há cerca de 800 anos. Nessa caverna existem pegadas de pessoas e animais na entrada.

Algum tipo de abalo sísmico fez com que a entrada dessa caverna ficasse fechada, sendo a estrutura interior desconhecida. A entrada que existe leva a um buraco que talvez tenha mais de 50 metros, pois não é possível ouvir barulho de objetos caindo dentro dele. A área é considerada, segundo Fernando, um local ecumênico, pois é possível encontrar vestígios de várias representações religiosas de diversas civilizações.



Alienígenas


Gilberto Shoerder, em uma compilação de textos denominada Dicionário do Mundo Misterioso, expõe que as pegadas são estranhas. Algumas com dedos a mais e a menos do que se espera. O estranhamento causado por essas pegadas motiva uma série de lendas que tratam de presença extraterrestre naquela região em um período remoto daquela localidade. Isso influencia em teses que afirmam que o interior do planeta pode ser habitado por civilizações mais evoluídas que o ser humano.

Um cientista alemão chamado Oscar Luckner, que tinha a intenção de desvendar os mistérios do interior da terra, chama a atenção nas pesquisas disponíveis sobre coisas estranhas na Serra. O Monastério Teúrgico do Roncador, uma sociedade mística presente na região, baseia-se nos estudos de Luckner. Segundo sua esposa, que aparece no documentário da Record, ele teria desaparecido procurando uma das nove entradas que possibilitam o acesso a essas camadas, onde ele encontraria uma civilização vivendo.


Terra Oca




A tese de Luckman possui várias explicações que envolvem geologia para explicar a presença da Serra do Roncador como um portal para outra dimensão civilizacional, que envolveria seres extraterrestres e intraterrestres – terrestres que tiveram acesso aos portais. “Há milênios, quando nosso planeta ainda estava em processo de formação, o território onde se localiza hoje o Matogrosso era o fundo do mar”, introduz o texto do documentário.


A descrição segue explicando que a Serra do Roncador foi arquitetada por uma fortíssima compressão marítima, ficando bastante compactada, e por isso, elevou-se formando o visível paredão. Essa elevação fez com que as camadas subterrâneas do solo fossem impedidas de se movimentar, o que levaria a acreditar que seria mais provável ainda a existência de vida nessas camadas.

A teoria do cientista expõe um planeta oco, onde o núcleo terrestre seria uma espécie de sol. A distância entre o chão e a civilização e o vão onde essa civilização habitava teria segundo o cientista 14 metros . Os continentes, para Luckman, estão dentro da camada da terra, sendo o solo dos moradores desse mundo, e o ar necessário para se viver nesse local vem áreas de abertura do planeta.


Lagoa Miararé





Outro ponto de misticismo da região do Roncador, segundo o Dicionário do Mundo Misterioso, é uma lagoa encantada que, apesar de possuir profundidade e bastante água, não possui nenhuma forma de vida. “Os índios do Xingu consideram a lagoa em frente a uma caverna inexplorada um local perigoso, proibido, cujo acesso somente os pajés mais poderosos podem ter”, descreve o autor. Os dados são da década de 1970, quando começou a haver interesse científico em pesquisar a região.



A civilização milenar que habitou Goiás



 Arte rupestre em Serranópolis


Vários conhecimentos podem ser extraídos de estudos que possuem investimento e reconhecimento reduzidos em nosso País. A ufologia, a arqueologia e a sabedoria indígena, associadas a investimentos científicos, poderiam dar ao Brasil muitas descobertas acadêmicas. Civilizações milenares, mais antigas que a ocupação Europeia, já sobreviveram extraindo da natureza muito mais informações em localidades bem próximas às que ocupamos atualmente.


Um exemplo é a cidade de Serranópolis, que fica a 370 km de Goiânia e a 70km de Jataí. J.A. Fonseca, escritor do site de arqueologia Via Fanzine, faz uma análise da presença humana milenar em território goiano. O esqueleto mais antigo do País, com idade estimada de cerca de 11 mil anos faz parte de uma série de novidades científicas das pesquisas realizadas na cidade. Ele foi chamado de Homem de Jataí, pois na época da descoberta, Serranópolis não era emancipada de Jataí.

Na cidade também existem fortes indícios arqueológicos, como pintura rupestre e muitas cavernas, devido à sua região de relevo acidentada, que permitiu a instalação de antigas civilizações. Estima-se que 550 gerações humanas tenham habitado aquela região, tendo em vista que também foram encontrados vestígios de ocupação do início do século XX. A gruta onde o hominídeo foi encontrada é o local de maior fama arqueológica, e se chama gruta do Diogo.


Algumas localidades específicas já foram estudadas pela PUC-GO: a Gruta do Urubu, a Fazenda Canguçu, a Pousada das Araras, entre outras. Objetos arqueológicos também podem ser encontrados numa área de 200 km entre Serranópolis e Caiapônia, o que ajuda a entender o tamanho e a receptividade da região a civilizações primitivas, considerando a falta de tradição que o País tem em investir em arqueologia.





Fonte: DM

OPERAÇÃO PRATO - O Mistério Não Acabou - Fato sem precedente na história

 
 
Apesar de encerrada há 32 anos, a mais robusta missão militar de investigação ufológica da história ainda suscita debates e levanta polêmicas. 
 
 
 
A Operação Prato, conduzida secretamente pela Força Aérea Brasileira (FAB) no litoral fluvial do Pará, entre os meses de setembro e dezembro de 1977, foi a mais colossal atividade já realizada por militares para se investigar o Fenômeno UFO, que na época se manifestava geralmente na forma de bolas de luz, apelidadas pelos ribeirinhos de “chupa-chupa”. 
 
 
Eram objetos não identificados que emitiam raios de luz contra as vítimas, semelhantes a emissões de laser, através dos quais extraíam sangue.Foram centenas de casos, em especial na ilha de Colares, à 80 km de Belém, epicentro das manifestações, que resultaram em pelo menos quatro óbitos conhecidos.
 
 
A operação já foi amplamente exposta em diversas edições pela Revista UFO, que tem perseguido o assunto obstinadamente desde os anos 80, quando tinha o formato da série Ufologia Nacional & Internacional. Já naquela época recebemos de fontes anônimas dezenas de páginas de documentos sobre aquela missão militar, que, evidentemente, apesar de ainda vivermos no fim da Ditadura Militar, foram parar nas nossas páginas e ficaram conhecidas em todo o país. 
 
 
Mais de 10 anos depois, em 1997, período em que continuamos nossa busca determinada por mais evidências sobre a Operação Prato, a UFO obteve uma entrevista bombástica e exclusiva com o homem que a comandou, o coronel Uyrangê Hollanda. 
 
 
O militar procurou este editor e confirmou o que em parte já se sabia: que a Aeronáutica chegou a obter mais de 500 fotografias de discos voadores e sondas ufológicas, cerca de 16 horas de filmes em formato super 8 mm e 16 mm e centenas de depoimentos de testemunhas e vítimas, formando um calhamaço de cerca de 2.000 páginas.
 
 
 
Fato sem precedente na história
 
 
 
O volume de informações que a Operação Prato produziu é assombroso e foi confirmado, no ano passado, pelo brigadeiro José Carlos Pereira, ex-comandante do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) e homem de destaque no meio militar brasileiro, que ainda atestou a idoneidade de Hollanda [Veja edições UFO 141 e 142]. 
 
 
Simplesmente, não há conhecimento, em lugar algum do mundo, de uma ação militar que tenha obtido tamanha documentação e tão impressionantes resultados – e tudo oficialmente, conduzido por militares em missão oficial e pagos para executá-la. Isso é algo sério e sem precedente algum na história da Ufologia. Sem contar o ponto crucial daquela missão, que tinha entre seus objetivos finais a tentativa de manter um contato direto com as inteligências responsáveis pelo fenômeno.
 
 
Sim, o leitor entendeu corretamente: a Operação Prato, uma missão oficial de pesquisa ufológica, tinha como seu maior propósito determinar a natureza das inteligências por trás do chupa-chupa, e tentar manter contato com ela. 
 
 
Estas são informações confirmadas por Hollanda, o homem que começou sua função de comandante da operação como um cético, e acabou quatro meses depois como mais um contatado por ETs – com a significativa diferença de que ele era um militar em posição chave em um dos maiores destacamentos da Aeronáutica no país, o I Comando Aéreo Regional (COMAR I), e não uma testemunha qualquer.
 
 
Tal contato ocorreu no início da segunda quinzena de dezembro de 1977, quando a Operação Prato já tinha todos os registros documentais citados acima. O próprio Hollanda estava com um de seus comandados numa pequena embarcação de alumínio no Rio Guajará-Mirim, que banha um dos lados da ilha de Colares, quando ambos avistaram um UFO cilíndrico de cerca de 100 m de comprimento. 
 
 
Emitindo um chiado, o objeto praticamente pousou em posição vertical sobre a margem oposta do rio. Uma pequena porta abriu em sua parte superior e através dela uma criatura saiu do aparelho. Vestida com macacão inteiriço e capacete como o de um motoqueiro, ambos brancos, o ser desceu flutuando e se colocou praticamente na frente dos homens, atônitos. “Parecia que aquela criatura queria que o víssemos e soubéssemos que ele sabia de nossas atividades no local”, disse Hollanda à Revista UFO.
 
 
 
Situação impensável, mas real
 
 
 
Minutos depois, sem que uma única palavra fosse trocada entre as partes, encerrou-se o primeiro contato imediato entre militares e seres extraterrestres de que se tem conhecimento na história. O fato é impensável, mas real. 
 
 
E como parte de suas atribuições rotineiras, Hollanda foi à capital, Belém, desta vez com urgência e euforia, dar seu relato semanal dos acontecimentos ao seu superior, no I COMAR, o major-brigadeiro-do-ar Protásio Lopes de Oliveira, comandante daquela unidade e figura de referência na Amazônia, tendo seu nome amplamente usado para batizar ruas de cidades diversas. 
 
 
Oliveira foi quem determinou a criação da operação, que colocou Hollanda no comando e que fazia a ponte entre os militares que estavam na selva, seu Estado-Maior e o alto Comando da Aeronáutica, em Brasília.
 
 
Hollanda declarou que fez o relato dos fatos ao seu superior de maneira entusiasmada, imaginado que iria impressionar o major. E realmente o impressionou, porém muito mais do que imaginara – e de uma forma inesperada. 
 
 
Ao ouvir o que o comandante da Operação Prato tinha a contar, a descrição de seu encontro com um ET no Rio Guajará-Mirim, algo que era um dos objetivos daquela missão militar, Oliveira tomou um enorme susto. Pediu a seu comandado que voltasse no dia seguinte, quando receberia novas ordens. 
 
 
 
Quando voltou a ter com seu superior, Hollanda foi surpreendido com sua determinação para encerrar sumária e imediatamente as atividades. Certamente, Oliveira não decidiu isso sozinho, mas naturalmente após ter relatado os estarrecedores fatos aos seus pares, em especial, ao alto Comando da Aeronáutica.
 
 
 
Emergindo a conta-gotas
 
 
 
É sobre esta decisão que pairam as maiores dúvidas de toda esta história, e a Revista UFO está ainda mais persistente e determinada a esclarecer o que levou ao encerramento da Operação Prato tão prematuramente, se ela estava programada para durar muito mais tempo. 
 
 
E mais: por que isso se deu justamente quando seu objetivo máximo foi alcançado, ou seja, quando ocorreu um contato direto entre seus integrantes e as tais inteligências responsáveis pelo fenômeno, sem qualquer hostilidade e conseqüências para ambas as partes? Ao que tudo indica, tal fato colocou em alerta a cúpula da Aeronáutica, que optou pelo encerramento sumário das atividades, e assim foi feito. Hollanda recebeu a determinação de juntar seus homens em Colares e retirar-se de lá.
 
 
O militar recebeu ordens também para entregar ao seu superior toda a documentação obtida nos quatro meses de operações. Desta forma, fotos, filmes, relatos, mapas, croquis etc, tudo foi arquivado no I Comando Aéreo Regional (COMAR I) e uma parte foi posteriormente enviada ao Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra), em Brasília, onde se encontra até hoje e de onde, desde o ano passado, começa a emergir a conta-gotas, por ação da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), através de seu movimento UFOs: Liberdade de Informação Já, resultando na liberação oficial de centenas de páginas de documentos ufológicos secretos. 
 
 
No entanto, tudo o que a Aeronáutica disponibilizou até agora não representa nem 20% de todo o material compilado pelos militares na selva, em termos de papéis e fotos. E simplesmente nenhuma das 16 horas de filmes até agora apareceu.
 
 
Este material foi entregue pelo Centro de Documentação e Histórico da Aeronáutica (Cendoc) à CBU e disponibilizado no Arquivo Nacional, em Brasília. Isso é um alento, mas também um incômodo para os ufólogos brasileiros, ou pelo menos para aqueles mais conscientes dos fatos, que sabem que, muito provavelmente, as poucas centenas de páginas e fotos liberadas até agora não passam da ponta do iceberg. 
 
 
Suspeita-se, com razão, que um volume imensamente maior, e certamente mais contundente, continua nas mãos da Força Aérea Brasileira (FAB), e isso não parece que virá à tona tão cedo. Que segredos inconfessáveis são estes, que fazem os já liberados parecerem brincadeira de criança?
 
 
À esta pergunta soma-se a mais inquietante de todas: por que o Comando da Aeronáutica decidiu encerrar a Operação Prato em seu auge? É absolutamente desrespeitoso com nossa inteligência que nos façam querer crer que, tendo como um de seus principais objetivos a tentativa de contato com tripulantes dos UFOs, a Operação Prato tenha sido encerrada justamente quando isto ocorreu! 
 
 
É simplesmente improvável que a missão militar que tinha a função de determinar a natureza das manifestações no Pará, além de estabelecer contato oficial com seus responsáveis, tenha sido cancelada justamente quando se constatou que a origem do fenômeno era extraterrestre – e embora fosse terrivelmente hostil com os moradores, nenhum dos mais de 30 homens que participaram daquela missão militar foi atacado uma só vez. 
 
 
Pelo contrário. “Parecia que os seres sabiam que estávamos ali por causa deles, e iam para onde quer que nos dirigíssemos, como se nos investigassem ao mesmo tempo que investigávamos eles”, disse o coronel Uyrangê Hollanda.
 
 
Enfim, é quase inocente acreditar que após ter documentado a atividade de forças alienígenas no país, nossos militares, tão ciosos de suas responsabilidades, a ponto de permanecerem mais de 30 anos calados quanto à Operação Prato, tenham preferido ignorar o fato e seguido adiante com suas rotinas. 
 
 
Não, certamente a operação não foi encerrada naquele dezembro de 1977, e muito provavelmente continuou a ser conduzida com recursos mais sofisticados e estratégias mais bem definidas, para que nossas autoridades pudessem avaliar a extensão exata da ação de extraterrestres em nosso território. Se é que o contato direto com eles, iniciado por Hollanda, também não continuou sob outro formato.
 
 
 
Recursos mais sofisticados
 
 
 
O desafio da Revista UFO, agora, é checar esta hipótese para comprová-la para toda a Ufologia Brasileira e Mundial, exatamente como fez nos anos 80, quando sustentava que a Operação Prato existia e a maioria de nossos ufólogos não levava isso a sério. Pois bem, sério mesmo é muito mais do que a operação produziu até ser encerrada. 
 
 
É o que veio a seguir, quando as atividades assumiram outro formato, Hollanda e seus homens foram sumariamente afastados – o que o levou a uma brutal depressão que resultou, logo após ter concedido entrevista à UFO, seu suicídio – e os contatos com as inteligências por traz do chupa-chupa foram não somente aumentados em número, como também em profundidade.
 
 
Seguindo esta intuição, este editor já colocou mecanismos em prática para responder às perguntas feitas alguns parágrafos acima. E dentro desta nova busca, já teve confirmação categórica, partindo de fonte que ainda terá que ser mantida anônima, mas é de enorme relevância no meio militar brasileiro, que aquilo que se supunha de fato ocorreu. 
 
 
E mais: não somente a Operação Prato recebeu outro formato, muito mais secreto e técnico, como passou, já com outro nome, a contar com a participação decisiva e intensa de militares norte-americanos. Se antes eles apenas sondavam e se mostravam curiosos com os resultados daquela missão militar até seu encerramento formal, depois passaram a dar as cartas na sua fase seguinte.
 
 
“Naquela época, os militares norte-americanos estavam por todos os lados. Estávamos em plena Ditadura e eles mandavam e desmandavam aqui”, revelou a mesma fonte, confirmando algo que todos já sabíamos sobre os tempos negros de exceção da liberdade em nosso país. 
 
 
Mas o que não sabíamos era até que ponto os estrangeiros tinham acesso ao que produzíamos aqui na área ufológica. “Sem os norte-americanos, nós não tínhamos sequer combustível e pneus para nossas aeronaves. Então, é claro que cedemos e demos a eles acesso completo a tudo o que se apurou sobre UFOs e ETs na Amazônia”, continuou nossa fonte. “E eles tomaram conta”, finalizou. É o que vamos ver.
 
 
Há Boatos sobre um acordo secreto entre os Estados Unidos e o Brasil, Que Dizia Que Os Estados Unidos Tomariam Posse De Todos Os Arquivos, Vídeos, Corpos, E Qualquer Artigo Ufológico Brasileiro, Em Troca Disso Eles Financiavam As Pesquisas E Tudo A Ser Usado Pelos Brasileiros. Há Vários OVNIS E Corpos Capturados No Brasil Como O E.T De Varginha Na Area 51.



Relato inédito indica que a missão na Amazônia nunca teve fim, que os contatos continuaram e que militares norte-americanos comandaram as atividades.
 



Água vaza de tronco de árvore e intriga moradores em MS



Uma árvore da espécie sibipiruna tem chamado a atenção por jorrar água de dentro do tronco para fora. Perto das raízes, um pequeno buraco é passagem de água que mina para fora. O mistério intriga moradores de Dourados, a 214 km de Campo Grande.


A espécie, que tem o nome científico de Caesalpinia pluviosa, está famosa na cidade. Vizinhos tentam entender o que consideram um fenômeno. "É um mistério, um fenômeno ou outra coisa qualquer, por que eu não posso entender também", disse Eneias Ferreira Lima, aposentado. Ele registrou a vazão da água com o celular.


O fenômeno na árvore foi descoberto por funcionários de uma unidade de saúde que fica em frente. Para o engenheiro agrônomo Homero Scalon Filho, a explicação para o mistério pode estar em algum cano estragado, já que a árvore não produz água.


"Se essa água está passando por dentro dela e está corroendo a árvore, está minando a área radicular dela. Essa árvore precisa ser apreciada até pelas autoridades aí do serviço público", alertou.


Características

 
A sibipiuna é da família Fabaceae (Leguminosae). A árvore pode ter, em média, de 8 a 16 metros de altura, com tronco que varia de 30 a 40 centímetros de diâmetro. A espécie é aparentemente nativa da Mata Atlântica, mas também existem registros de exemplares na região do Pantanal.


É comum ver sibipirunas em ruas, parques e avenidas. O desenvolvimento das mudas é considerado rápido, mas a espécie leva dois anos para atingir três metros de altura. Entre agosto e novembro, a árvore floresce e chama a atenção com flores, amarelas, que parecem pequenos buquês.



Fonte: G1

Ovni estranho é registrado pelas câmeras da NASA






As imagens divulgadas nesta publicação foram registradas no dia 13 de  agosto de 2015 por uma das câmeras na Estação Espacial Internacional e  transmitidas ao vivo no site da National Aeronautics and Space Administration (NASA).


O site secureteam, especialista em fenômenos paranormais, mostrou recentemente um dos momentos da transmissão ao vivo, onde é possível ver um objeto estranho, semelhante a um navio, girando a toda a velocidade para a direita da tela.


Curiosamente, após o aparecimento do objeto voador não identificado, a transmissão ao vivo apresentou problemas técnicos. De acordo com especialistas do site, o navio estava viajando em alta velocidade quando ficou visível em uma sequência de imagens.


“Queríamos saber se havia um reflexo, um flash ou um único grão de poeira, mas com o zoom da imagem, rapidamente eliminamos estas suposições. Ficamos surpresos ao ver um objeto semelhante a um veículo enorme, de forma cilíndrica.”, afirmam.


Ainda de acordo com eles, não é incomum a transmissão ao vivo da NASA ser interrompida quando ocorrem fenômenos estranhos. Seria uma forma de evitar confusão e pânico entre a população terrestre.


Esse estranho fenômeno permanece sem explicação até hoje. Veja as imagens que fazem você pensar:








Brasília: Segundo vizinhos, é possível escutar sussurros e passos no apartamento de casal assassinado



Sem desfecho, crime continua sendo um mistério. Filha é a principal suspeita da morte dos pais. Há quem diga que elevador volta e meia vai parar no sexto andar, sem ninguém apertar o botão.


Adriana Villela tem 51 anos e possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (UnB). A arquiteta também é mestre em Desenvolvimento Sustentável. Hoje, ela mora no Rio de Janeiro e atua principalmente nos seguintes temas: reciclagem de vidro, sustentabilidade e seguidas tentativas de provar sua inocência. 


Em 2009, Adriana foi apontada como a principal suspeita pela morte dos seus pais, José Guilherme Villela, de 73 anos, a também advogada Maria Carvalho Villela, de 68, e a empregada deles, Francisca Nascimento da Silva, de 58. Desde então, tornou-se figura central em uma história que tem até vidente. Menos desfecho.
Seis anos após o triplo homicídio na 113 Sul, o caso permanece obscuro. Apontada pelo Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) como mandante do assassinato dos pais e da empregada deles, Adriana Villela ainda luta para provar a consistência de sua versão. 


Tanto ela quanto Paulo Cardoso, acusado de participação nas mortes, aguardam julgamento no tribunal do júri popular. E, vale lembrar, a ela ainda cabem mais recursos. Seu advogado, Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay, assegura que o álibi da arquiteta é inquestionável e diz: “Acho que estamos no melhor momento do processo”.


Enquanto isso, Adriana vive entre a sombra de ser a principal suspeita da morte dos pais e a aparente saudade deles. No Facebook, a filha  do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) coloca imagens de praias, viagens, amigos e, inclusive, dos pais. 


Em maio, ela chegou a postar uma foto de sua mãe. “Vai ser bonita assim lá em casa, mãe”, escreveu. Em outros momentos, defende-se das acusações. “Nenhuma calúnia, por maior que seja, pode calar a semente dessa verdade viva em mim”, publicou.


Longe da cena do crime que chocou a capital federal pela crueldade, Adriana parece tentar reconstruir sua vida. De acordo com o advogado da arquiteta, hoje, ela vive de forma simples. 




“Costumo dizer que Adriana morreu duas vezes: quando viu a morte de seus pais, com facadas, de uma forma terrível e, depois, quando foi acusada de forma irresponsável”, salienta Kakay. “Ela tem o temperamento próprio dos pais dela. Está com bastante fé no julgamento. É uma pessoa independente. Optou por sair de Brasília até o julgamento”, afirma ainda. “Temos convicção de provar inocência dela”, salienta.


Em abril deste ano, a 1ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do DF julgou recurso de Adriana e Paulo Cardoso. Na sessão, garante Kakay, foram apresentadas provas que contrariam as versões dadas pelos outros envolvidos, que apontam para a culpa de Adriana. 


Reconstituição


“Conseguimos reconstituir o dia desde a hora em que ela acordou até a hora em que voltou pra casa. Inclusive, através de provas testemunhais. Tinha gente que viu ela no curso, que esteve com ela na casa de uma amiga. E, também, pelo cartão de crédito, que comprovou que, naqueles horários, ela estava na padaria. Nos lugares em que ela sempre disse que esteve. Conseguimos fazer uma prova negativa”, explica o advogado.


Segundo ele, o Ministério Público partiu do pressuposto de que Adriana poderia até ter almoçado na casa dos pais no dia do crime, em 28 de agosto de 2009. “E, inclusive, a prisão dela na primeira vez foi porque eles disseram que ela não tinha álibi às 22h naquele dia”. No entanto, salienta, “nós conseguimos localizar um e-mail que ela passou de casa às 22h17”. 


Memória


 Em 31 de agosto de 2009, um forte cheiro tomava conta dos corredores do sexto andar do bloco C da 113 Sul. O odor ainda vive na memória de muitos moradores. Na época, o zelador chegou a sugerir ao síndico que trocasse de desinfetante, na tentativa de sanar o problema.


Na mesma data, a neta do casal, Carolina, decidiu ir à casa dos avós, que não atendiam ao telefone. Acompanhada de três amigos policiais, ela chamou o chaveiro, abriu a porta e encontrou os corpos de Maria, José Guilherme e Francisca. O cheiro que tomava conta do andar vinha deles, assassinados três dias antes, em 28 de agosto.


Segundo laudo do Instituto Médico-Legal (IML), foram 78 facadas. A empregada da família, Francisca, levou 23 golpes nas costas. Maria, agarrada por trás, teria levado 12 punhaladas. José Guilherme recebeu o maior número: 38 ao todo.


Da casa, os criminosos roubaram dinheiro e jóias que a família escondia em caixas de uísque e fundos falsos de armários. Mesmo assim, eles deixaram para trás quase US$ 100 mil, achados na perícia.


"Prova negativa dos fatos"


No julgamento, conta ainda o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o desembargador Mário Machado divergiu dos outros julgadores em relação à pronúncia da arquiteta. “Ele é uma pessoa muito respeitada. É muito técnico. E nós fizemos a prova negativa dos fatos”, salienta.


No site do Tribunal de Justiça, a sessão é descrita em uma matéria do dia 23 de abril deste ano. Nela, é possível constatar o posicionamento de Mário Machado. 


“Ele concluiu que a defesa de Adriana conseguiu fazer a prova negativa dos fatos, demonstrando por meio de documentos, obtidos por meio das quebras dos sigilos bancário, telefônico, bem como de testemunhos em juízo, que a ré não estava no apartamento dos pais no momento do crime e que não fez contato telefônico com Leonardo no dia dos fatos", narra a publicação. 


Para o Ministério Público, que sustenta a acusação de Adriana, os principais indícios contra ela são o depoimento de testemunhas e duas cartas encontradas pela polícia em que Adriana rompe relações com Maria Villela. 


As desavenças entre mãe e filha seriam causadas por “conflitos por dinheiro”. Com 45 anos, a arquiteta ainda dependia de uma mesada de R$ 8 mil para pagar suas contas pessoais. Por conta disso, Maria deixava claro o que esperava da filha, reprovava algumas amizades e o suposto uso de maconha.


Amigos e vizinhos


Além dos familiares, os amigos de Adriana dão total apoio à versão que ela sustenta. Nas vezes em que expõe o caso no Facebook, alguns comentam e dizem ter certeza de que a arquiteta jamais mandaria matar seus pais e a empregada da casa. 


No entanto, o mesmo posicionamento não é mantido por aqueles que foram vizinhos dos pais de Adriana. No bloco C da quadra 113 Sul, apesar da discrição, é evidente que o triplo homicídio mexeu com a vida de todos. Agora, para entrar nas portarias que dão acesso aos apartamentos, é necessário passar pelo arsenal de segurança, que exige o reconhecimento de digitais.


Revolta dos moradores


Os moradores, que preferem não comentar oficialmente os assassinatos, deixam escapar a revolta por verem a filha do casal Villela ainda solta. “Não quero comentar sobre isso porque não acredito mais na Justiça”, diz um senhor. 


Uma senhora vê a equipe do Jornal de Brasília e diz em voz alta: “Já faz seis anos que isso aconteceu e nada foi feito. É um trauma para todos. Mostra que dinheiro compra a Justiça”.


Apartamento vazio e mal-assombrado


Um dos porteiros do prédio, Marcus, que já trabalhava no local na época do crime, não diz nada. Segundo ele, o que todos sabem é o que a mídia mostra. O apartamento dos Villela, garante, continua igual. Porém, vazio. Do alto do prédio, claramente dá para ver que o imóvel está totalmente desocupado. 


Há rumores de que Adriana retirou todos os móveis do apartamento. A informação, contudo, também não foi confirmada pelo porteiro e nem pelo síndico, que preferiu não estender o assunto. São muitas dúvidas, muitas supostas verdades e poucos esclarecimentos. Na mesma tragédia em que até uma “adivinha” foi protagonista, não faltam elementos de um filme de suspense.


Passos pela casa


Há quem diga que os passos de Maria dentro de casa ainda podem ser ouvidos. A advogada costumava usar tamanco dentro do apartamento. Sussurros, vultos e um elevador que, volta e meia, vai parar no sexto andar, sem ninguém apertar o botão. 


“Já aconteceu comigo e mais de uma vez”, diz uma moradora do prédio. Dizem até que a própria Adriana teria levado um padre para benzer o apartamento 601/2. Nada incomum para uma história cuja vidente, agora, caça fantasmas.


Poderes paranormais


Rosa Maria Jaques, a vidente que na época previu, com seus poderes paranormais, onde estavam as peças fundamentais para o esclarecimento do crime, hoje tem uma empresa de caça fantasmas. 


Durante as investigações, ela disse à delegada Martha Vargas, que cuidava do caso, ter recebido do mundo dos espíritos a missão de ajudá-la.


"Visão" atrapalha o caso

 
No mesmo dia em que a vidente Rosa Maria Jaques disse à delegada Martha Vargas, que cuidava do caso, ter recebido do mundo dos espíritos a missão de ajudá-la, ela, a delegada, o marido dela, e o agente policial José Augusto Alves foram ao apartamento do casal Villela. Lá, a mulher afirmou ter tido uma visão: descobriu onde morava o assassino.


A história, porém, caiu por água abaixo. Tudo não passou de uma armação para atrapalhar o esclarecimento do caso. Segundo a polícia, Rosa Maria Jaques embarcou no aeroporto de Brasília dois meses depois do crime e só foi falar com a então delegada do caso dez dias depois. 


De acordo com a polícia, a vidente se encontrou com Adriana Villela, filha do casal assassinado, para combinar a farsa. As duas negam o encontro. Mas uma testemunha teria afirmado que elas tinham até uma “certa intimidade na conversa”.


Suspeitas


Passados seis anos do triplo homicídio, nem a vidente e nenhum dos envolvidos conseguem desfazer as suspeitas que pairam sobre eles. Segundo o promotor de Justiça, agora responsável pelo caso, Marcelo Leite, de fato, não há prova que conduza Adriana à inocência. 


Para ele, as provas apresentadas no último julgamento de recurso, em abril, não são incontestáveis. “Isso não é verdade. Eles (defesa de Adriana) tentaram produzir uma contraprova. Mas a principal prova é a delação dos réus, gravadas e filmadas. E tem a relação conflituosa que ela tinha com a mãe”, salienta Marcelo Leite.


O promotor lembra ainda que dois dos réus, Leonardo Alves e Francisco Aguiar, já foram condenados a 60 e 55 anos de reclusão, respectivamente. 


“Gente rica”


“O Leonardo seria o articulador, que teria, em contato com Adriana, trazido os executores, que são Francisco e Paulo”. Agora, ressalta: “O processo do Paulo já está pronto para ir para julgamento. E o da Adriana... Advogado rico. Nos processos de gente rica, os recursos parecem intermináveis”, diz.


O advogado de Adriana Villela diz que não pode responder se o inventário da família foi fechado ou não. Não é ele quem cuida disso, afirmou. No entanto, para o promotor de Justiça, é provável que a herança já tenha, sim, sido dividida entre Adriana e o irmão, Augusto Villela. “Não posso lhe dar certeza. Mas imagino que já terminaram o inventário. Para ela ficar impedida, precisaria de ação de indignidade”, esclarece.


A ação de indignidade, explica ainda, é o meio pelo qual os herdeiros podem excluir o(s) outro(s) da partilha da herança. “No Brasil, o Ministério Público não tem legitimidade para ação de indignidade. E, como o irmão aparenta apoiá-la, enquanto ele estiver apoiando, ela vai receber a herança e, inclusive, pagar o advogado dela com isso”, afirma o promotor.


Disputa de egos nas investigações


Na tentativa de descobrir o quanto antes os culpados pelo crime, a Polícia Civil criou um trabalho em conjunto com três unidades policiais. A ideia, no entanto, não deu certo. 


As investigações do triplo homicídio deixaram em evidência três delegadas da corporação. Martha Vargas, ex-chefe da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul), Mabel de Faria, diretora da Coordenação de Investigação de Crimes contra a Vida (Corvida), e Deborah Menezes, na época à frente da 8ª DP.


Estranhamento


Em menos de um mês, Martha e Mabel se estranharam. A força-tarefa se dissolveu de vez com a soltura de três suspeitos – por falta de provas – que haviam sido detidos pela ex-titular da 1ª DP. Com isso, Martha saiu do caso, que passou a ser exclusividade da Corvida.


Em dezembro de 2009, o então responsável pela unidade especializada em elucidação de homicídios, delegado Luiz Julião Ribeiro, deixou o inquérito com Mabel. 


As desavenças internas se tornaram públicas com uma investigação paralela conduzida inesperadamente pela 8ª Delegacia de Polícia, no SIA. Em novembro de 2010, a titular da unidade, delegada Deborah Menezes prendeu, em Minas Gerais, o ex-porteiro Leonardo Campos Alves.


Martha acabou exonerada da corporação, com a suspeita, inclusive, de mudar o rumo das investigações para favorecer Adriana. 


Hoje, Martha está aposentada, segundo informou a Divisão de Comunicação da Polícia Civil do Distrito Federal. Débora também se aposentou. Mabel é hoje diretora do Departamento de Polícia Especializada (DPE).


Como estão os envolvidos hoje


Adriana Villela  – Mora no Rio de Janeiro, aguarda julgamento no tribunal do júri. No entanto, ainda cabem mais recursos em seu processo.

Paulo Cardoso  – Está preso. Ele também aguarda julgamento no tribunal do júri. É sobrinho do ex-porteiro Leonardo Campos Alves.

Leonardo Alves  – Foi julgado em 2013. O ex-porteiro pegou pena de 60 anos em regime inicial fechado pelos três homicídios e por furto qualificado.

Francisco Mairlon Barros  – Comparsa de Leonardo e Paulo, foi condenado, também em 2013, a 55 anos pelos três homicídios e furto qualificado.

Rosa Maria Jaques  – A vidente chegou a ser detida em 2010 por suspeita de tentar atrapalhar as investigações abertas com as mortes. Hoje, vive em Porto Alegre e se diz investigadora paranormal na empresa “Visão Paranormal Caça Fantasmas Brasil”.






Fantasma vestido de vermelho aterroriza visitantes de parque onde pessoas se suicidam






Na Austrália, um homem teve uma surpresa bastante desagradável ao passar no local onde um homem se suicidou! Ele registrou um fantasma parado no lugar, e disse que "se sentiu como que vigiado". 


Para piorar, a assombração continuou por lá mesmo olhando diretamente pra ele. O homem é integrante de um grupo de caçadores de fantasmas da Austrália. 


O caçador afirmou que perto de onde ele viu o fantasma, cerca de 30 pessoas já se suicidaram. Segundo ele, o local do avistamento, o parque de Toowoomba é considerado o lugar mais assombrado do país.




Fonte: R7

Evidência Paranormal? Caça-Fantasmas Registram Momento em que Fantasma Move Cadeira




Caça-fantasmas afirmam ter registrado uma evidência paranormal em vídeo, que mostra o momento em que uma cadeira aparentemente foi movida por um fantasma em uma casa mal assombrada.

Investigadores paranormais - que capturaram as imagens enquanto sondavam acontecimentos incomuns na propriedade - disseram que é uma forte evidência da existência de espíritos.

Um membro da equipe, Terry Johnson colocou uma câmera em uma casa em Rowlands Gill, em no condado de Tyne and Wear no Nordeste da Inglaterra, após um residente atemorizado acreditar que sua propriedade estava assombrada.

Na hora de montar o equipamento especializado, Terry gravou cenas de uma cadeira se movendo inteiramente por sua própria conta.

Terry, de 54 anos de idade disse ao jornal Newcastle Chronics que "Nunca tiveram nada parecido antes e não pararam de falar sobre isso desde então. A filmagem, é a evidência mais convincente que tiveram até agora em uma investigação."

O proprietário que não quis ser identificado, agregou que aquilo foi absolutamente incrível.

Terry, de Newcastle, fundou a Gateshead Paranormal Society (Sociedade Paranormal de Gateshead) no ano passado junto de um antigo colego que também tem um grande interesse em fantasmas.

O proprietário abordou Terry, no início deste ano ao investigar alguns acontecimentos incomuns no pub supostamente assombrado, Red Kite em Winlaton Mill.

Terry e seu companheiro caça-fantasmas, foram para a casa na noite de domingo e prepararam suas câmeras.

Por volta das 22:20, ele pediu aos espíritos que se revelassem, e dentro de instantes, a cadeira se moveu.

O proprietário disse que estava convencido de que sua casa estava assombrada desde que se mudou há 18 meses e depois de ouvir sobre o trabalho de Terry, ele estava determinado a ver se poderia provar que havia algo estranho na casa.

Mas apesar de ter visto o trabalho de seus "inquilinos fantasmas" em primeira mão, o proprietário não está muito assustado.

O proprietário que sempre acreditou em fantasmas, explicou que "Quando foi para a cama, logo depois de ver a filmagem, pensou que não seria capaz de dormir, mas disse que não se sente muito diferente  agora, pois o registro apenas confirmou o que ele já sabia e que na sua opinião, se trata de um "fantasminha camarada".





Tradução/Adaptação: rusmea.com & Mateus Fornazari



Fonte: Assombrado

Com 26 anos e 13 dias, Corduroy é o novo gato mais velho do mundo




Corduroy, do Oregon (EUA), é o novo gato mais velho do mundo do Guinness World Records. O felino de estimação é o mais velho do mundo, com 26 anos e 13 dias, segundo os funcionários do Guinness World Records.


Corduroy entrou para história sem fazer nada mais do que dormir, comer e desfrutar a vida em sua casa no Oregón (Estados Unidos): desta forma completou 26 anos e se tornou o gato mais velho do mundo.


O livro Guinness dos recordes confirmou a novidade na quinta-feira, dia 13, ao parabenizar o felino por sua façanha, dado que os gatos vivem 15 anos em média.



Corduroy nasceu em 1º de agosto de 1989 e foi adotado por Ashley Reed Okura, sua fiel proprietária que tinha sete anos na época.



"É incrível dividir o mundo com ele", assegurou a mulher em um comunicado.



Corduroy já havia sido nomeado o gato mais velho do mundo, mas em 2014 foi superado por Tiffany Two, que viveu 27 anos, dois meses e 20 dias.



Após a morte recente deste felino, Corduroy recuperou a coroa.



Contudo, ainda levará tempo para alcançar Crème Puff, que nasceu em 1967 e morreu em 2005, com 38 anos e três dias.
 



Fonte: UOL /Band

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Papiro que afirma que Jesus tinha uma esposa é autêntico, dizem cientistas



Um estudo conduzido por três equipes de cientistas de Harvard, Columbia e MIT (Massachussetts Institute of Technology) chegou à conclusão de que Jesus Cristo era casado. A pesquisa levou em conta um antigo papiro, estudado nos últimos anos por especialistas.


Escrito na língua copta, idioma que deixou de existir no século 17, o papiro se chama “Evangelho da Esposa de Jesus” e, quando descoberto em 2012, foi negado pelo jornal do Vaticano, que à época afirmou que o papiro “era falso, tinha gramática pobre e origem incerta”.


O papiro traz à tona a frase “Jesus disse-lhes: ‘Minha esposa…’” e faz referência também a uma discípula mulher. Por conta dessa referência ao fato de Jesus ser casado, as escritas achadas em um documento de 4cm por 8cm causaram tanta polêmica.


“A composição química do papiro e os padrões de oxidação são consistentes com outros papiros antigos, ao comparar o fragmento do Evangelho da Esposa de Jesus com o Evangelho de João”, escreveram os pesquisadores no artigo publicado na revista Harvard Theological Review. 


A pesquisa, porém, não acabou de vez com a polêmica. O egiptologista Leo Depudydt, um dos mais renomados do mundo e da Brown University, afirma que existem erros gramaticais do copta e o uso de negrito nas palavras “minha esposa” mostram que se trata de um documento falso.




Fonte: Yahoo!
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