sábado, 30 de outubro de 2010

A estranha história do cineasta que viajou na maionese e da viajante do tempo surda



Um cineasta irlandês diz que está convencido de que um
filme de 1928 de Charlie Chaplin mostra uma mulher falando em um telefone celular - e que, depois de considerar todas as possibilidades a única que resiste a razão é que a mulher é uma viajante do tempo vinda do futuro.



O vídeo se tornou viral, e muitos acreditam na declaração sincera de George Clarke, de que a senhora que aparece nos extras do DVD de "The Circus" está ostentando um iPhone ou Droid.

Mas agora a teoria mais popular é que ela está segurando um aparelho auditivo - sim, eles existiam em 1928.



Confira no site da Siemens essas pessoas utilizando um "compacto microfone de carbono/ dispositivo amplificador de bolso", desenvolvido em 1924.



Tradução: Carlos de Castro


Fonte: CBS News

OVNI triangular passa sobre freeway em New Hampshire

Desenho da testemunha


Uma testemunha de Hampshire dirigindo para o norte pela Rota 93, a norte de Manchester viu um OVNI em forma de triângulo passar pela freeway às 19hs50m em 22 de outubro de 2010, de acordo com o banco de dados
da Mutual UFO Network.

"Era escuro e apagado, mas claramente de forma triangular e com 3 funis embaixo - como o tipo de propulsores na parte inferior do ônibus espacial", afirmou a testemunha. "Eu só vi a parte inferior do objeto, e desviei o meu carro da estrada, enquanto olhava com espanto."


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Examiner

"Objeto cilíndrico Branco" fotografado em Illinois


Uma testemunha de Illinois observou e fotografou entre 10hs e 10hs30m de 27 de outubro de 2010, um "objeto cilíndrico branco" com uma "faixa escura no meio e uma outra atrás", segundo o banco de dados da Mutual UFO Network.

A testemunha afirmou que o objeto foi observado da Grove Road, cerca de 3 km ao norte da Rota 126.

"Quando ampliado, o objeto parece ser principalmente branco com uma faixa escura em torno de seu centro e outra escura no fim", afirmou a testemunha.

"A ponta escura era a frente do objeto. Mas o mais importante de tudo é que parecia não ter asas. Embora tenha sido um dia de ventania, isso não era um lixo flutuante.

Eu vi a coisa voar em uma trajetória perfeita (do meu ponto de vista) por alguns segundos, uma impossibilidade se fosse um pedaço de papel flutuando ou um saco de algum tipo. acabei por perder de vista o objeto contra o céu azul e o brilho do dia. "


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Examiner

Entidade capturada em vídeo durante investigação Paranormal



Chame isso de aparição, fantasma, ou entidade. Algo foi capturado em vídeo durante uma investigação paranormal numa casa em East McKeesport, Pensilvânia.

A investigadora Doreen Hill captou uma aparição. Ela estava no segundo andar de uma casa, sozinha em uma sala, quando isto foi filmado.


Foto Copyright 2009 by Doreen Hill
Barb King é fundadora da PA. Departamento de Investigações Paranormais ou PDPI, uma equipe de investigação sem fins lucrativos baseada nos arredores de Pittsburgh na Pensilvânia.

Ela descreve Doreen Hill como "uma investigadora forte, com boas habilidades", e em seguida, acrescenta: "Eu confio nela totalmente."


Uma noite, em março de 2009, Doreen Hill e alguns pesquisadores da Sociedade Paranormal de Pittsburgh aceitaram um convite para investigar uma propriedade em East McKeesport, Pensilvânia.

Uma mãe e seus dois filhos que moravam lá sentiam-se ameaçados. A família testemunhou fenômenos, como sombras na escada que levava ao segundo andar.

Um odores fétidos
flutuavam pela residência.
Eles começaram a dormir no chão da sala, antes de finalmente, irem para a casa de um parente, uma vez que não tinham outro lugar para ir.

Quando os investigadores chegaram havia um cheiro 'terrível' na casa. Eles verificaram a geladeira dos moradores para saber se alguma coisa tinha estragado... Nada.

Dois investigadores imediatamente decidiram verificar as coisas do lado de fora.

Doreen foi com a moradora ao segundo andar para escapar do mau cheiro, gravar um vídeo, ou talvez um EVP (Electronic voice phenomena) Fenômeno de Voz Eletrônica. Sendo um tanto "sensitiva", ela foi atraída para um quarto usado como despensa.

A mãe desceu as escadas para ficar com seus filhos e verificar o que todo mundo estava fazendo. Doreen fez alguns vídeos sem qualquer incidente.

Conferindo rotineiramente o que a sua Sony Handycam DCR-SR45 Híbrida tinha capturado, seus olhos saltaram da cabeça como um desenho animado dos anos 40.


"Eu não vi aquela aparição no meu visor," Doreen explicou. "Depois de uma hora ou algo assim, eu quiz ver o vídeo, foi quando a vi!

Eu não pude acreditar e corri para mostrar para a moradora e a fundadora do grupo paranormal o que eu peguei.

Quando cheguei lá embaixo, todos estavam no porão, porque uma das investigadoras foi empurrada contra uma parede e eles estavam vendo se ela estava bem. "


A aparição pode ser vista claramente em 00:06 segundos, quando a câmera se move lentamente para a esquerda e sai de foco, e se move muito rapidamente para a direita.

Temos três opções aqui:

1.) Fraude deliberada? A integridade de Doreen Hill e a sua falta de conhecimento técnico nega qualquer indício de fraude.

2.) Erro? Para contrapor os argumentos céticos que ela apenas gravou o seu próprio reflexo, ou mais alguém na casa, Doreen diz: "Sei as cores que eu estava usando.... eu sei que estava vestindo uma camisa preta com letras brancas e jeans. A camisa que eu usava era a camisa da Pittsburgh Paranormal Society ".

Isto não é o reflexo ou filmagem acidental de qualquer pessoa viva presente na casa. A família é afro-americana. Ninguém estava vestido como a aparição. Isto não é um orbe ou pareidolia.

3.) A coisa real? Shawn Kelly, fundador da Sociedade Paranormal de Pittsburgh, disse sobre a gravação, "O vídeo é real e é uma verdadeira aparição. É a melhor evidência até hoje."

"Quando você elimina o impossível, aquilo que permanece, não importa o quão improvável, deve ser a verdade." - Sir Arthur Conan Doyle


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: PRLog.org

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Atividade agrícola em sítio arqueológico de Rondônia pode chegar a 8.000 anos

Arqueólogo Eduardo Bespalez mostra pedaço de cerâmica decorada que acaba de ser desenterrado na ilha do Japó


O sítio arqueológico conhecido como Garbin não existe mais. Tragado pelas obras da Usina Hidrelétrica Santo Antônio (RO), em seu lugar ficará o vertedouro da barragem -- uma espécie de válvula de escape da usina.

Antes que o sítio sumisse, porém, arqueólogos desenterraram ali sedimentos e artefatos que podem indicar que a agricultura na Amazônia foi "inventada" há uns 7.700 anos -- uma das datas mais antigas do continente, e a mais velha do Brasil.

A pista de que a técnica foi dominada em época tão remota é indireta, mas forte. Trata-se da chamada terra preta, solo rico em matéria orgânica que, até onde se sabe, só surge com o acúmulo constante de dejetos de origem animal e vegetal, característico do uso intensivo desses recursos.

"Se não era agricultura propriamente dita, eles, no mínimo, estavam fazendo um manejo intenso dos recursos vegetais", diz o arqueólogo Renato Kipnis, sócio da empresa Scientia Consultoria Científica e um dos coordenadores do trabalho.


AO RESGATE


Kipnis e seus colegas andam zanzando para cima e para baixo da BR-364, perto de Porto Velho, desde 2008. Por lei, as compensações ligadas a uma usina do porte da de Santo Antônio, no rio Madeira, exigem o resgate de possíveis bens de interesse arqueológico que apareçam na construção. A empresa do arqueólogo venceu a licitação para fazer o serviço.

"Imagine só quando percebemos que os principais sítios estavam bem no canteiro da obra", brinca Ricardo Márcio Martins Alves, gerente de sustentabilidade da Santo Antônio Energia. "Mas logo conseguimos nos organizar para que o trabalho dos arqueólogos fosse feito."

A equipe da Scientia descobriu que, em paralelo com a rodovia moderna, corria uma hidrovia pré-histórica. A calha do Madeira na região está coalhada de sítios, que abrangem ambas as margens do rio e também as ilhas e pedrais (rochas de corredeiras) no meio do leito. Há gravuras rupestres, cerâmica decorada, artefatos de pedra e terra preta para dar e vender.

"O incomum é que no sítio Garbin havia terra preta associada a artefatos de pedra, e não a cerâmica", diz a arqueóloga gaúcha Silvana Zuse, que integra a equipe.

Vasculhar esses instrumentos em busca de restos vegetais microscópicos pode indicar o que, afinal, os moradores do Garbin cultivavam. A aposta mais óbvia: mandioca, a lavoura amazônica por excelência.

"É chato saber que vários sítios vão sumir. Mas, se não fosse pela obra, dificilmente teríamos tanta verba para trabalhar aqui", diz a geóloga Michelle Mayumi Tizuka.


Fonte: Folha.com

Bolívia: casal é linchado por bruxaria

No início do mês outro suposto bruxo foi enterrado vivo por aldeões



A população de uma aldeia quechua em Chuquisaca fez justiça com as próprias mãos após as autoridades não atenderem "sua denúncia".

A polícia recuperou na terça-feira os corpos de um homem e uma mulher linchados no sul do país por uma multidão que os acusava de pratica de bruxaria, disse o chefe de polícia.

O homem e a mulher de 48 e 46 anos, respectivamente, foram espancados e estrangulados por uma turba no sábado, em uma remota vila quechua no sul do departamento de Chuquisaca, como relatou o chefe de polícia da região, o coronel Raúl Matos.

Moradores da comunidade de Ichupampa, cerca de 500 quilômetros a sudeste de La Paz, denunciaram anteriormente o casal às autoridades, que não investigaram, pois a prática de bruxaria não é crime, por isso os vizinhos fizeram justiça com as próprias mãos, disse Matos a emissora Fides.

No início deste mês outro suposto bruxo foi morto por camponeses quechuas em uma região central da Bolívia. Ele foi enterrado vivo, acusado de enfeitiçar um dos agricultores.

Matos disse que no caso do casal linchado não ocorreu nenhuma prisão, mas a polícia começou uma investigação na aldeia.

Os linchamentos ocorrem geralmente em favelas
e aldeias rurais remotas, onde a presença policial é limitada.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte:
Peru 21


Máquina para gravar sonhos é possível, diz cientista




Um pesquisador nos Estados Unidos afirmou que tem planos para criar um dispositivo eletrônico de gravação e interpretação de sonhos.

Moran Cerf, do Instituto de Tecnologia de Pasadena, na Califórnia (oeste do país), afirma que a "leitura dos sonhos" é possível baseada em um estudo inicial que, segundo o cientista, sugere que a atividade de células individuais do cérebro, os neurônios, é associada a objetos ou conceitos específicos.


Cientistas analisaram neurônios ativados por imagens específicas


Em sua pesquisa Cerf descobriu que, quando um dos voluntários estava pensando na atriz Marilyn Monroe, um neurônio em particular foi ativado.

Ao mostrar a voluntários acordados que participaram de seu estudo uma série de imagens, Cerf e seus colegas conseguiram identificar neurônios que eram ativados pelos objetos e conceitos.

Ao observar qual neurônio se ativava e quando isso acontecia, os cientistas construíram uma base de dados para cada paciente.

Com ela, Cerf alega que é, efetivamente, capaz de "ler as mentes” dos voluntários.


Análise do sonho


Há séculos são feitas tentativas de interpretar os sonhos; no Egito antigo, por exemplo, eles eram considerados mensagens dos deuses.

Atualmente, análises de sonhos são usadas por psicólogos como uma ferramenta para compreender o inconsciente. Mas a única forma de interpretar os sonhos é perguntar para as pessoas depois que elas acordam.

O objetivo do projeto de Moran Cerf e sua equipe é desenvolver um sistema que daria aos psicólogos uma forma de corroborar as lembranças destes sonhos com a visualização eletrônica da atividade cerebral durante o sonho.

"Não há uma resposta clara para a razão de os humanos sonharem", disse Cerf. "E, uma das questões que gostaríamos de responder é quando nós criamos estes sonhos."

No entanto, o cientista admite que há um longo caminho antes que a simples observação das reações de um neurônio específico possa se transformar em um dispositivo para gravar sonhos. Mas Cerf acredita que existe uma possibilidade e ele gostaria de tentar.

Para isso, o próximo estágio de seu trabalho é monitorar a atividade do cérebro dos voluntários enquanto eles estão dormindo.

Os pesquisadores vão conseguir identificar imagens ou conceitos relacionados com os que estão arquivados em sua base de dados.

Mas, esta base de dados pode, na teoria, ser construída. Por exemplo, ao monitorar a atividade dos neurônios enquanto o voluntário está assistindo um filme.


Eletrodos e sensores


Roderick Oner, psicólogo clínico e especialista em sonhos britânico, acredita que este tipo de visualização limitada pode gerar interesse acadêmico, mas, por outro lado, pode não ajudar muito na interpretação dos sonhos ou em terapias.

"Para isso você precisa da narrativa total e complexa do sonho", afirmou.

Outra dificuldade com a técnica proposta por Moran Cerf é que, para conseguir o tipo de resolução necessária para monitorar neurônios individuais, os voluntários teriam que ter eletrodos implantados profundamente, por um processo cirúrgico, no cérebro.

No estudo publicado na revista Nature, os pesquisadores americanos conseguiram os primeiros resultados ao estudar voluntários com o implante de eletrodos usados normalmente para tratar de convulsões cerebrais.

Mas Cerf acredita que a tecnologia de sensores está se desenvolvendo em um ritmo tão acelerado que, com o tempo, poderá ser possível monitorar a atividade do cérebro sem a necessidade de cirurgias.

"Seria maravilhoso ler as mentes das pessoas quando elas não podem se comunicar, como em pessoas em coma", disse o cientista.


Interface


Para o professor Colin Blakemore, da Universidade de Oxford, existe uma distância grande entre os resultados limitados obtidos no estudo do cientista americano e a possibilidade de gravar sonhos.

Já foram feitas tentativas de criar interfaces para traduzir pensamentos em instruções para controlar computadores e máquinas.

Mas, a maioria destas tentativas se concentrou em áreas do cérebro envolvidas no controle de movimentos.

Os sistemas de monitoramento que Cerf pretende criar visam áreas mais sofisticadas do cérebro para poder identificar conceitos abstratos.

O cientista americano afirma que as pesquisas e usos de um dispositivo que lê a mente de outra pessoa são muitos.

"Por exemplo, em vez de escrever um email, você poderia apenas pensar o email. Ou, outra aplicação futurista, seria pensar em um fluxo de informações e ter estas informações escritas bem à sua frente", disse.


Fonte: BBC

Homem começou a afiar pedras mais cedo do que o estipulado, diz estudo


Os homens pré-históricos do sul da África dominaram técnicas para afiar pedras e também o uso do fogo para fazer facas há pelo menos 75 mil anos --50 mil anos mais cedo do que se pensava até o momento, revelou um estudo publicado nesta quinta-feira.

A descoberta, feita na caverna de Blombos, na África do Sul, antecipa em pelo menos 50 mil anos o domínio desta técnica que consiste no aquecimento do silcreto, um material duro constituído por quartzos cimentados por sílica para modificar a estrutura e melhor moldá-la.

Essas pedras eram, em seguida, delicadamente trabalhadas com martelos de madeira ou de ossos para deixá-las bem afiadas.

"Essa técnica é a mais eficaz para dominar a afiação, espessura e forma de uma ferramenta de dois gumes, como as pontas de lança e as facas de pedra", explicou Paola Villa, conservadora do Museu de História Natural da Universidade do Colorado (oeste dos Estados Unidos), coautora do estudo que será publicado na edição desta sexta-feira da revista "Science".

Antes da descoberta destes objetos em Blombos, os indícios mais antigos da dominação destas técnicas sofisticadas remontavam somente à cultura Solutrense do Paleolítico Superior, na França e na Espanha, datando de aproximadamente 20 mil anos.

"A descoberta na caverna na Blombos é importante porque mostra que os humanos modernos no que é hoje a África do Sul tinham um repertório de técnicas sofisticadas de fabricação de ferramentas de pedra desde muito cedo", revelou Paola Villa.

"O uso dessas técnicas é um bom exemplo de uma tendência para desenvolver novas ideias e técnicas amplamente consideradas como características de comportamentos modernos e avançados", acrescentou.

Os pesquisadores analisaram 159 pontas e fragmentos de silcreto e 179 outras peças trabalhadas. Eles também examinaram mais de 700 escamas ou pequenas placas, feitas a partir do trabalho de amolação.


Fonte: Folha.com

Britânica dá à luz menina branca e menino negro


Shirley, a mãe, diz que Leo puxou a ela, e Hope parece com o pai. Ela disse, brincando, que pensou em batizá-los de Ébano e Marfim.

A britânica Shirley Wales deu à luz um bebê negro, Leo, e uma bebê branca, Hope, com diferença de apenas um minuto, segundo a imprensa local.

Hope, com pele clara, olhos azuis e cabelo liso, parece com o pai, mas Leo tem a pele negra e os cabelos e olhos castanhos de sua mãe, que é de Granada.

Leo nasceu primeiro, com 2,6 kg, e foi seguido por Hope, com 2,8 kg, no hospital distrital de Dewsbury, em West Yorkshire, há 14 semanas.



Shirley, que tem 21 anos, disse que sabia que ia ter gêmeos, sabia que seriam um menino e uma menina, mas jamais poderia imaginar como eles seriam diferentes no tom da pele.

Ela chegou a brincar que as crianças poderiam ser uma branca e uma negra, e disse que iria batizá-los de Ébano e Marfim, mas depois mudou de ideia.


Fonte: G1


Fotógrafo captura antílope perseguindo leoa










Um fotógrafo especializado em vida selvagem capturou o momento em que um gnu, um tipo de antílope que habita as savanas africanas, reage ao ataque de uma leoa, colocando-a para correr.

A série de fotos, tiradas por Paul Goldstein, começa com a leoa atacando um grupo de gnus no Quênia. Pouco depois, um gnu ferido fica para trás do grupo, separado da leoa e três de seus filhotes por um pequeno córrego.

O felino salta para atacar o animal ferido, mas, surpreendentemente, os papeis se invertem e o antílope passa a perseguir a leoa.

A sequência foi capturada nos campos Kicheche. Goldstein organiza safáris fotográficos na África, Índia, Antártida e no Ártico.

Os campos no norte do Quênia existem há dez anos praticando o chamado ‘turismo responsável’, com respeito o meio-ambiente e aos habitantes locais.


Fonte: BBC

Maior cobra vivendo em cativeiro morre em zoo


O zoológico de Columbus, nos Estados Unidos, anunciou que a maior cobra vivendo em cativeiro morreu na quarta-feira.

Segundo o zoo, a píton de 18 anos chamada Fluffy, que tinha aproximadamente 7 metros de comprimento, morreu aparentemente por causa de um tumor. As informações são da AP.



O Livro dos Recordes - Guinness Book - oficializa a cobra como a maior vivendo em cativeiro. O animal pesava 136 kg e estava no zoo de Columbus desde 2007.

Pítons têm como marca os desenhos padrões em suas escamas e, em média não ultrapassam os 5 metros de comprimento. A maior já registrada possuía 9,75 metros e vivia na Indonésia, até ser morta em 1912.


Fonte: Terra

Campo Grande: Policiais ambientais localizam rastro de onça fugitiva do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres


O animal, de apenas seis meses, deve ser capturado com espingarda com dardo tranquilizante.
Os policiais ambientais já localizaram, próximo do Córrego Prosa, rastros da onça pintada que escapou nesta madrugada do Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres), em Campo Grande. As duas entradas da reserva do Parque dos Poderes estão fechadas.

A operação envolve 30 pessoas, entre funcionários do Cras, guardas do Parque e Policiais Militares Ambientais.

O animal, de apenas seis meses, deve ser capturado com espingarda com dardo tranquilizante, pois já tem o tamanho de um animal adulto.

Conforme os funcionários, a onça fugiu, após uma anta colidir com a jaula da onça, que fugiu. Os policiais fazendo ronda pela reserva e cães da Companhia de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais (Cigcoe) também ajudam a localizar o animal.


Fonte: TV Morena

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Lobo Guará é capturado em avenida movimentada de Uberaba


Um morador de Uberaba acionou o Corpo de Bombeiros quando viu o lobo guará caminhando livremente por uma das principais avenidas da cidade.

De acordo com o Sargento Garcia da Polícia Militar de Meio Ambiente, a captura de animais silvestres em centros urbanos já é considerada comum e que as grandes quantidades de queimadas e desmatamentos colaboram para essa fuga em busca de alimentos.

A Polícia Ambiental alerta que esses animais não devem ser capturados por moradores, já que fora de seus habitats naturais eles podem oferecer riscos.

O lobo foi levado à Mata da Vida, próximo à BR-262, onde foi solto em uma reserva ambiental.


Fonte: eBand

Crianças usam chapéu em escola de SP para evitar ataque de gaviões


Aves atacaram dois funcionários de escola de Campinas. Um delas foi atingido no olho e teve de ir para o hospital.

Um casal de gaviões da espécie carijó virou sinônimo de preocupação na Escola Estadual Regina Coutinho Nogueira, na Vila Nogueira, em Campinas, a 93 km de São Paulo.

Os ataques das aves a dois funcionários nos últimos meses obrigaram as crianças a usar chapéu de palha para se proteger.

O local serve de colégio eleitoral e receberá até 4 mil eleitores no próximo domingo (31), no segundo turno da votação para presidente.

Nenhum aluno foi atacado até o momento. As duas vítimas foram alvo cinco vezes cada uma. Na última, uma delas teve o olho atingido e acabou no hospital. Outro funcionário ficou com uma cicatriz na testa.



Por precaução, o diretor da escola, César Eduardo Vaz, mudou a rotina das crianças. Elas só estão autorizadas a deixar a sala de aula com um chapéu. “Isso serve para qualquer área descoberta da escola”, explica.

Os animais estão em fase de procriação e escolheram construir o ninho na árvore localizada no meio do pátio da escola.

A fêmea fica no alto da árvore para proteger a cria. Da torre de uma igreja, o macho observa toda a área, com uma visão privilegiada.

Segundo a Polícia Ambiental, a presença da espécie nas cidades é comum por se alimentar de pequenos roedores.

De acordo com o tenente Fábio da Nóbrega, um espantalho e fitas no telhado ou esticadas no muro são medidas preventivas válidas. “Isso serve para diminuir a noção de solo do gavião e evitar que ele faça o voo raso”, afirma.

A retirada das aves do ambiente só pode acontecer com a autorização do Ibama, que até agora não foi obtida.

Quem retirar os gaviões da árvore corre o risco de pegar de seis meses a um ano de prisão. A multa é de R$ 500 por ave. Os gaviões avançam apenas no caso de se sentirem ameaçados.



Fonte: G1

25% das estrelas como o Sol podem ter planetas semelhantes à Terra

Estatística sugere abundãncia de planetas pequenos

Análise foi feita com base na observação de 166 estrelas próximas do Sistema Solar.

Praticamente uma de cada quatro estrelas semelhantes ao Sol podem contar com planetas do tamanho da Terra, diz um estudo realizado pela Universidade da Califórnia em Berkeley, que analisou astros de massa próxima à solar localizados na nossa vizinhança.O resultado foi publicado na revista Science.

Os astrônomos Andrew Howard e Geoffrey Marcy escolheram 166 estrelas de tipo espectral G e K - o próprio Sol é tipo G - localizadas num raio de 80 anos-luz da Terra.

Esses astros foram observados durante cinco anos para determinar quantos planetas tinham, qual a massa e a que distância da estrela cada um deles orbita.

Estrelas tipo K são alaranjadas, um pouco menores e menos intensas que as estrelas amarelas do tipo do Sol.

Os pesquisadores descobriranm que, quanto menor o planeta, maior o número encontrado, chegando ao limite detectável atualmente, o das chamadas super-Terras. com cerca de três vezes a massa da Terra.

"De cerca de 100 estrelas típicas semelhantes ao Sol, uma ou duas têm planetas do tamanho de Júpiter, cerca de seis têm um planeta do tamanho de Netuno, e cerca de 12 têm super-Terras, com de três a dez massas terrestres", disse Howard.

"Se extrapolarmos para planetas do tamanho da Terra, com uma massa e meia a duas vezes a massa terrestre, prevemos que serão encontrados cerca de 23 para cada 100 estrelas".

Os pesquisadores detectaram apenas planetas que orbitam perto de suas estrelas, o que significa que pode haver ainda mais planetas a distâncias maiores, talvez até mesmo na chamada "zona habitável" de cada estrela.

No fim de setembro, uma equipe de astrônomos dos EUA havia anunciado a descoberta de um planeta dentro da zona habitável da estrela Gliese 581, mas cientistas europeus colocaram o resultado em dúvida. A questão permanece em aberto.

Os pesquisadores usaram o telescópio Keck, no Havaí, para medir oscilações das estrelas causadas pela presença de planetas próximos.

Apenas 22 das estrelas apresentaram planetas detectáveis, num total de 33 planetas encontrados.

Depois de fazer ajustes estatísticos nos dados, os astrônomos estimaram que 1,6% das estrelas da amostra teriam planetas do tamanho de Júpiter e 12%, super-Terras, com até dez massas terrestres.

Se essa tendência, de números cada vez maiores à medida que se buscam planetas menores, for mantida, 23% das estrelas teriam planetas semelhantes ao nosso.

Doze outros possíveis planetas também foram detectados, mas ainda precisam ser confirmados, disse Marcy. Se esses "candidatos" forem incluídos na contagem, a equipe terá detectado 45 planetas em órbita de 32 estrelas.


Fonte: Estadão

Arqueólogo armênio diz ter encontrado fragmento de saia de 5.900 anos

No centro a caverna Areni-1, local dos achados

Se você acha que chegou a hora de fazer compras porque sua saia está fora de moda, pense duas vezes. Um arqueólogo armênio anunciou ter encontrado um fragmento de saia que data de pelo menos 5.900 anos atrás.

Durante entrevista com jornalistas, o chefe do Instituto de Arqueologia e Etnografia, em Yerevan (Armênia), disse que fragmento é feito de uma espécie de junco e pode se tornar uma das mais antigas peças de roupa fabricada com esse material.

Escavações conduzidas anteriormente no mesmo local --em uma caverna situada a sudeste da Armênia-- já resultaram no achado de um sapato com cerca de 5.500 anos. O objeto se tornou um dos mais antigos calçados produzidos em couro que é conhecido por cientistas.

Outro arqueólogo armênio, Boris Gasparian, que trabalhou em conjunto com cientistas dos EUA e da Irlanda no sítio arqueológico, disse que o grupo também achou um bode mumificado com idade estimada em 5.900 anos. O bicho seria mil anos mais velho do que os animais mumificados encontrados no Egito.


Fonte: Folha.com

Empresa lança primeiro mini-vant com tecnologia nacional

Ele possui autonomia de 20 a 30 minutos de voo e levou um ano e meio para ser desenvolvido

A Gyrofly Innovations lança no país o primeiro mini-vant com tecnologia totalmente nacional. O Gyro 500, um helicóptero não-tripulado, tem uma autonomia de 20 a 30 minutos de voo e levou um ano e meio para ser desenvolvido.

A aeronave fará uma voo demosntrativo nesta sexta-feira, durante o Seminário Internacional de Veículos Aéreos Não Tripulados, em São José dos Campos.

O Gyro 500 é a primeira geração de mini-VANT no mercado brasileiro que utiliza as mais avançadas tecnologias em propulsão elétrica, sistema inercial e GPS.

O mini-vant nacional tem alta manobrabilidade, habilidade para pairar, e característica de pouso e decolagem vertical, possibilitando voos em pequenas áreas.

Esse tipo de veículo é usado principalmente para monitoramento e segurança. Pode ser útil em grandes eventos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.


Fonte: Terra

Aparição de OVNIs assusta quatro comunidades

Ainda chocado com o que viu, morador aponta a direção dos OVNIs (Foto: Antonio Melo)


A noite costumeiramente pacata de quatro comunidades pertencentes ao município de Santo Antonio do Tauá, distante 56 quilômetros de Belém, foi perturbada por um fenômeno surpreendente.

Dois objetos voadores não identificados (OVNIs) foram avistados por dezenas de pessoas na noite de segunda-feira e início da madrugada de ontem.

Muito mais que surpresa, a aparição dos objetos causou medo e assustou a maioria dos moradores das comunidades de Santa Rita, Tracuateua, Remédios e Tracuateua da Ponta, localizadas no ramal do quilômetro 23 da PA-140.

A noite de 25 de outubro de 2010 dificilmente vai ser esquecida por parte das 140 famílias da comunidade Remédios que presenciaram o fenômeno.

Por volta das 22h30, Manoel da Conceição Lopes, o “Santos”, foi chamado pelo filho para ver algo estranho que sobrevoava a mata localizada atrás de sua residência.

Um fato curioso ocorreu no momento em que alguns moradores avistaram os objetos que pairavam sobre a cobertura das árvores.

“As televisões saíram do ar. Ficou só o chuvisco. Quando fui ver, pensei que eles iam descer na piçarreira.

Vi dois objetos e eles não faziam barulho de avião. Um deles seguiu e se afastou. O outro deu a volta por trás da mangueira, depois voltou em direção do outro objeto e foram embora”, relata Manoel da Conceição.

Essa primeira aparição foi assistida por pelo menos 10 pessoas que se encontravam em suas casas e outras na rua, conversando.

Luan Carlos Conceição Costa, de 17 anos, foi quem descreveu com mais clareza os objetos avistados. “Tinha uma luz forte, parecia um farol, e mais em cima luzes piscando e girando em volta. Fazia um barulho de motor falhando.

Pensamos que era um avião falhando, depois sumia e aparecia em outros lugares. As luzes apagavam e apareciam em outro lugar”, descreveu o adolescente.


PERSEGUIÇÃO


Luan contou que dois moradores da comunidade saíram correndo atrás dos objetos tentando acompanhá-los e ver para onde seguiriam.

Após se afastarem alguns metros, um dos objetos girou no próprio eixo e jogou um foco de luz em direção aos dois rapazes.

Assustados, os dois correram de volta para a comunidade, mas ainda viram os objetos e afastando em direção à mata que circunda área.

Os jovens não foram localizados, pois estavam trabalhando no município vizinho de Santa Izabel do Pará.

Na localidade de Tracuateua da Ponta, Augusto Souza, de 25 anos, conhecido na comunidade como “Lequito”, estava pescando em um porto do rio Tauá, com três amigos.

Já passavam das 21h30 quando eles foram surpreendidos com a passagem de um “avião” sobre as árvores e depois sobre o rio.

“Era uma luz muito forte, como um farol. Tinha luzes vermelhas na lateral que ficavam girando. Passou e voltou novamente. Uma hora a luz ‘candiou’ a gente e fazia um barulho intenso, mas não era de avião”, recordou “Lequito”.


ANIMAIS ASSUSTADOS



Ainda em Tracuateua da Ponta, o professor Nazareno Correa contou que os animais, a maioria cães, se assustaram ao avistarem os objetos. Ele também chegou a pensar que se tratava de um avião, mas as manobras realizadas pelos objetos não são compatíveis com a movimentação de uma aeronave de pequeno porte, diz o professor.

Nazareno Correa foi chamado pela mulher para ver o objeto que passava pouco acima de uma torre de transmissão que existe na comunidade.

“Ainda disse: Mulher, esse avião vai cair e está procurando rota para pousar, mas ia devagar. Não dava para ser avião”, acredita o professor.

Nazareno também descreveu o objeto avistado por ele e pelos familiares. “Tinha uma luz forte. A base arredondada era brilhante e havia sete luzes amarelas e três vermelhas que ficavam piscando em um movimento circular constante. Em um avião as luzes são fixas”, compara o professor.

Ele disse ainda que o que mais estranhou foi o comportamento dos animais da redondeza. “Os cachorros latiam, os galos e galinhas faziam barulho.

Mas o mais curioso foram os galos, que costumam cantar no início da manhã mas passaram a cantar quando o objeto passou por aqui”.


Fonte: Diário do Pará

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Âmbar na Índia oferece nova versão para passado geológico do país

Formiga fossilizada há mais de 50 milhões de anos está bem conservada na Índia


Insetos fossilizados mostram que país não é tão isolado como se pensava. Espécies na resina estão bem preservadas após 50 milhões de anos.

Junto a pesquisadores norte-americanos e indianos, paleontólogos da Universidade de Bonn, na Alemanha, descobriram um grande depósito de âmbar na Índia, resina que preserva insetos há 50 milhões de anos. A informação foi divulgada pelo site do Proceedings of the National Academy of Sciences (em PDF e em inglês).

O material foi encontrado na costa da província de Gujarat, no extremo noroeste do país. Presos na substância, foram catalogados 700 artrópodes, de 55 gêneros diferentes.

A maioria eram insetos, mas também foram registrados aranhas, ácaros e partes de plantas.

A origem do âmbar vem, segundo os especialistas, de uma planta da família Dipterocarpaceae, tipica de florestas tropicais, muito presente na região da península indo-malaia.

A resina petrificada também é propícia para o estudo, pois ainda é relativamente fácil de dissolver, segundo os pesquidores.

A Índia é compreendida como um subcontinente, que se despreendeu do lado leste da África há 160 milhões de anos, para flutuar a uma taxa de 20 cm por ano até o encontro com a Ásia. A colisão teria dado origem ao Himalaia.

Caso isso seja verdade, a Índia teria se isolado durante 100 milhões de anos no oceano, tempo suficiente para desenvolvimento de fauna e flora únicas.

A formação do âmbar descoberto pelos pesquisadores alemães é de 53 milhões de anos atrás.


Inseto retirado do âmbar é visto em imagem de microscópio. (Foto: Universidade de Bonn)


Pela data, os paleontólogos deveriam encontrar espécie raras, não disponíveis em outras áreas do globo. Mas a análise dos fósseis revelou muitos insetos similares a espécies encontradas na América Central e na Europa.

"Isso indica que houve um intercâmbio de espécies entre a Índia e os continentes antes da formação do âmbar", explica Res Just, paleontólogo da Universidade de Bonn.

"Talvez houvesse grandes cadeias vulcânicas ligando o subcontinente a outras áreas, como existem hoje no Japão e na Indonésia."


Fonte: G1

Nova espécie de macaco com nariz arrebitado é descoberta em Mianmar

Esta montagem foi feita a partir de uma carcaça do macaco


Uma nova espécie de macaco com o nariz arrebitado foi encontrada no nordeste de Mianmar (antiga Birmânia), na Ásia.

As narinas do animal são voltadas para cima, portanto, quando chove, a água entra pelas cavidades, fazendo com que o macaco espirre.

Há outras espécies com esse tipo de nariz, mas são bastante raras.

Para os especialistas, a descoberta de uma nova espécie de primata é algo excepcional e demonstra a grande biodiversidade de Mianmar - uma riqueza que precisa ser protegida, eles enfatizam.

A nova espécie foi descrita em um artigo divulgado na publicação especializada American Journal of Primatology.


Barba e pelos nas orelhas


Cientistas fazendo pesquisas na área identificaram o chamado macaco a partir de pele e crânios recebidos de caçadores locais, que haviam relatado a existência de uma espécie que não se encaixava nas descrições existentes.

Depois, uma população pequena, estimada entre 260 e 330 indivíduos, foi localizada no Estado de Kachin, no norte de Mianmar.

Os animais são pretos e têm tufos de pelo branco saindo das orelhas. Eles também têm barba no queixo, lábios carnudos e uma cauda longa, com comprimento de em torno de 140% o tamanho de seu corpo.

A espécie está separada do habitat de outra espécie de macaco de nariz arrebitado pelos Rios Mekong e Salween.

Uma equipe de primatologistas de Mianmar e outros países identificou formalmente a nova espécie, cujo nome científico é Rhinopithecus strykeri.

O biólogo Frank Momberg, um dos diretores da ONG Fauna & Flora International (FFI), que trabalha pela preservação de plantas e animais, participou da expedição que descobriu a espécie.

É absolutamente excepcional descobrir uma nova espécie de primata e, especialmente, descobrir uma nova espécie de macaco de nariz arrebitado é algo muito raro", disse Momberg à BBC.

"Com o novo macaco de nariz arrebitado, Mianmar tem agora 15 espécies de primatas, o que enfatiza a importância do país para a preservação da biodiversidade".

Na vizinhança da região habitada pela nova espécie vivem os macacos Yunnan (R. bieti), que também têm o nariz arrebitado.

Segundo os especialistas, o fato de que os novos primatas estão isolados do outro grupo é uma indicação de que se trata de uma outra espécie e não uma espécie já identificada que tem apenas uma cor diferente.


‘Mey nwoah’


Entrevistas com a população local revelaram que, embora cientistas desconhecessem a espécie, os moradores da área já sabiam da existência do animal, que é conhecido como mey nwoah, ou “macaco com o rosto virado para cima”.

Segundo relatos de caçadores, é particularmente fácil identificar os macacos quando chove: eles espirram alto quando a água da chuva cai em suas narinas e tendem a ser vistos com a cabeça entre os joelhos.

Todas as espécies de macacos de nariz arrebitado são consideradas seriamente ameaçadas de extinção, incluindo o impressionante macaco de rosto azul R. roxellana.

A caça e a destruição do habitat desses animais são os fatores que mais ameaçam as populações de animais no mundo.

A ONG Fauna & Flora International já iniciou campanhas envolvendo a população da área e a indústria madeireira para que o habitat da nova espécie seja protegido.

"Se pudermos convencer a população da área a parar de caçar o macaco de nariz arrebitado, por meio da criação de um sentimento de orgulho local, desenvolvendo patrulhas comunitárias e monitoramento, e oferecendo fontes alternativas de sustento para comunidades que dependem da floresta, poderemos salvar (a nova espécie) da extinção", disse Momberg.


Fonte: BBC

Dentes de macacos antropoides questionam tese sobre nossos ancestrais

Dentes fossilizados de primatas de 39 milhões de anos ditam novos rumos sobre a origem africana


Dentes fossilizados de pequenos macacos antropoides, datando de 38 a 39 milhões de anos atrás, trazem um novo esclarecimento sobre a origem africana ou asiática dos nossos ancestrais mais distantes, segundo os trabalhos de uma equipe franco-líbia publicados nesta quarta-feira.

A origem dos antropoides, primatas que incluem macacos e humanos, gerou debate entre paleontólogos durante anos.

A hipótese de uma origem africana foi há muito tempo privilegiada, mas esses recentes trabalhos, alguns conduzidos na Birmânia e na Tailândia por Jean-Jacques Jaeger (Universidade de Poitiers, França), tendem a favor de uma origem asiática há mais de 55 milhões de anos.

Os fósseis encontrados na Líbia central, em Dur At-Talah, complicam o cenário. Eles revelam a existência de três formas de antropoides africanos, os mais antigos conhecidos neste continente, segundo o estudo publicado na revista científica "Nature".

A partir dos fósseis descobertos na África (Faium no Egito e Bir-El-Ater na Argélia), até o presente, era conhecida somente uma forma de primatas antropoides, com 37 milhões de anos, mas esses outros passam os 39 milhões ou 38 milhões de anos, e são três, explicou Jaeger.

"Dois milhões de anos antes, já existiam esses três, então, a história se complicou. E entre os três, há uma forma asiática reconhecida como tal por especialistas. Logo, isso aponta o sentido de migração da Ásia para a África", declarou à AFP.

Os dentes fossilizados encontrados no deserto líbio são de pequenos primatas, cujo peso adulto é estimado em 120 gramas para a menor forma e 470 gramas para a maior.



Afrotarsius (alto à esquerda) Karanesia (alto à direita) Biretia (abaixo à esquerda) e Talahpithecus (abaixo à direira), precursores do homem


"Eram primatas que se pareciam mais com saguis do que com ratos. Tinham mãos prêenseis [habilidade de agarrar objetos] com polegares opositores, unhas no lugar de garras e cauda certamente para ajudar no equilíbrio quando pulavam ou escalavam um galho", explicou.

"[O pequeno tamanho] valida uma hipótese formulada a partir de descobertas asiáticas, ou seja, que o início da história dos antropoides, nossa história, começou por um estágio de pequeninos tamanhos", precisou o pesquisador.

Os fósseis encontrados na Líbia são os mais antigos representantes africanos desta linhagem de antropoides, segundo o estudo.

Após aparecerem na Ásia, teriam migrado para a África, berço da humanidade, onde eles teriam encontrado condições para se diversificar e crescer em tamanho.

Os três grupos diferentes identificados chegaram da Ásia ou seriam fruto de uma primeira diversificação que teria acontecido na África? A questão segue sem resposta.


Fonte: Folha.com

EUA projetam 'avião-helicóptero' para missões militares


Aparelho será desenvolvido pela Boeing, a pedido da Darpa. Aeronave usa conceito de 'disco rotor' com hélices retráteis.

A Boeing distribuiu fotos e vídeos conceituais, gerados por computador, de uma aeronave que combinaria as características de um avião, capaz de viajar em alta velocidade, e de um helicóptero, que pode decolar e pousar verticalmente.

A iniciativa, chamada de “Disco Rotor”, é parte de um projeto da Agência de Pesquisas em Projetos Avançados de Defesa (Darpa, na sigla em inglês) do governo norte-americano.

A Darpa é a responsável pelo nascimento da rede que serviu como embrião da internet, conectada pela primeira vez em 29 de outubro de 1969.

A Boeing concluiu que é possível, mas que não é fácil, construir essa aeronave, mas informou que o projeto seguirá para mais testes.

Para conseguir essa façanha e mesclar dois tipos diferentes de voo, a aeronave tem um disco em sua parte superior, no qual estão localizadas suas hélices, que são retráteis. Isso permite que o disco rotor funcione como um avião depois de atingir altura e velocidade.

A velocidade máxima do protótipo proposto seria de 660 km/h – inferior a de um avião, mas significativamente superior a de helicópteros que, mesmo em modelos militares, não passam de 400 km/h.

Além de ter uma velocidade máxima superior, a aeronave também é capaz de viajar em altitudes maiores, como aviões, ou mais baixas, se estiver em seu modo helicóptero.

O disco rotor foi conceituado pelo engenheiro dinamarquês Jacob Ellehammer no início do século passado.

Até mesmo a Nasa analisou as possibilidades de construí-lo, mas há um grande desafio técnico em retrair as hélices com segurança enquanto a aeronave está no ar, sujeita a variadas condições climáticas.

A Boeing pretende construir um protótipo em 20% do tamanho real para realizar testes em túneis de vento.

Segundo a Darpa, agência que financia o projeto, um disco rotor seria capaz de “satisfazer um interesse militar atual, fechando o vaco entre helicópteros de escolta e missões de inserção, provendo sobrevivência, mobilidade e respostas rápidas para locomoção de tropas e cargas”.

Dentro das especificações desejadas pela agência, a aeronave final deve ter uma velocidade máxima entre 540 e 740 km/h.


Fonte: G1

Amazônia tem uma nova espécie descoberta a cada 3 dias

Segundo a WWF, 17% da floresta amazônica já foi destruída. Na imagem, o lagarto Anolis cuscoensis, descoberto na amazônia peruana


A organização ambientalista internacional WWF (World Wide Fund for Nature) lançou um relatório que faz uma extensa compilação das mais de 1.200 novas espécies de animais e vegetais descobertas na Amazônia na última década.

Segundo o estudo, intitulado "Amazon Alive!" uma nova espécie foi descoberta a cada três dias na região entre 1999 e 2009.


O peixe Compsaraia samueli foi descoberto em 2008 no rio Tocantins



A rã Ranitomeya benedicta é uma dessas espécies descobertas. Seu habitat é a floresta úmida primária de terras baixas (várzea) nas cercanias de Iquitos


O falcão críptico (Micrastur mintoni) foi descoberto em 2002 no Estado do Pará. Pouco se sabe sobre a espécie, mas acredita-se que haja um grande número deles


O sagüi-do-rio-Acari (Mico acariensis) está entre os 39 mamíferos catalogados. O animal, descoberto em 2000, tem 24 cm de altura e pesa apenas 420 g


Da família dos papagaios, o Pyrilia aurantiocephala habita regiões próximas aos rios Madeira e Tapajós e foi classificado "ameaçado", por causa de sua população reduzida


Descoberta na Guiana Francesa em 2000, a aranha Ephebopus cyanognathus chama a atenção pelas presas azuis em contraste com o corpo marrom


Os números comprovam que a Amazônia é dos lugares de maior biodiversidade da Terra: foram catalogados 637 novas plantas, 257 peixes, 216 anfíbios, 55 répteis, 39 mamíferos e 16 pássaros.

"O volume de descobertas de novas espécies é incrível - e isso sem incluir o grupo dos insetos, onde as descobertas também são muitas", afirma a coordenadora da WWF no Brasil Sarah Hutchison.

"Esse relatório mostra a incrível diversidade da vida na Amazônia e por isso precisamos de ações urgentes para que essas espécies sobrevivam."


Fonte: BBC

Homem moderno e Neandertal conviveram na Ásia há 100 mil anos


Pesquisadores encontraram restos humanos no sul da China que mostram que os dois habitaram a Ásia na mesma época.



A convivência entre o homem moderno e o de Neandertal pode ter sido mais extensa do que se imaginava.

Em artigo publicado nesta segunda-feira na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), pesquisadores liderados por Erik Trinkaus da Universidade de Washington, em Saint Louis, nos Estados Unidos, e Wu Liu, da Academia de Ciências da China, encontraram restos de humanos modernos, entre elas uma mandíbula e dois dentes, com mais de 100 mil anos.

O achado é 60 mil anos mais velho do que os restos até então conhecidos do homem moderno na região.

O trabalho indica que o homem moderno e outros hominídeos arcaicos, como o homem de Neandertal, conviveram por mais de 50 mil anos na região da Ásia.

“Inicialmente ficamos surpresos com a descoberta. Sempre esperei e publiquei recentemente, ano passado, que o homem moderno estava restrito a áreas da África equatorial até 50 mil anos atrás.

Agora parece que ele se espalhou pelo sul da Ásia ou pela Europa há duas vezes mais tempo do que isto, embora não tenha ido para o norte da Ásia ou para dentro da Europa até 50 mil anos atrás”, disse Trinkaus ao iG.

A conclusão está em linha com outra descoberta feita em maio por uma equipe internacional de pesquisadores que sequenciou o genoma do homem de Neandertal.

Eles concluíram que de 1% a 4% do genoma humano provêm do homem de Neandertal, que apareceu há cerca de 400 mil anos e se extinguiu há 30 mil anos.

Segundo eles, essa transferência genética deve ter ocorrido de 50 mil a 80 mil anos atrás, provavelmente quando os primeiros homens modernos (Homo sapiens) saíram da África, berço da humanidade, coincidindo com a presença dos homens de Neandertal na Ásia.


Fonte: IG

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Onze pessoas saltam da janela de apartamento após acharem que viram o diabo

Robert De Niro em "Angel Heart" (Coração Satânico)


Um bebê morto, uma dezena de feridos e dois presos foi hoje o balanço de um estranho fato ocorrido na madrugada passada nos arredores de Paris, no qual 11 pessoas caíram ou pularam de uma janela de um apartamento, aparentemente após crerem ter visto o diabo.

Uma menina de quatro meses morreu em decorrência das contusões várias horas depois que ocorreram os fatos em um conjunto habitacional da localidade de La Verrière, segundo a Procuradoria de Versalhes, que advertiu que só contava por enquanto com a versão de um dos presentes.

Um pai de família, segundo a versão que deu à Polícia, teria sido confundido por sua mulher com o diabo quando se levantou, nu, para preparar uma mamadeira para seu filho, disse à imprensa Odile Faivre, funcionária da Procuradoria.

Sua mulher, que ao vê-lo gritou "O diabo, o diabo!", o feriu seriamente na mão com uma faca e, junto com as outras pessoas, o expulsou do apartamento, ainda de acordo com seu relato.

Se especula que enquanto o homem tentava entrar no imóvel, as 11 pessoas - incluindo duas crianças - tenham fugido pulando pela janela, o que provocou fraturas em várias delas.

A Polícia, que não encontrou drogas e também não tem pistas de que estivessem realizando uma sessão de espiritismo, prendeu o pai e outro homem que ficou escondido por várias horas em arbustos próximos ao local do incidente.


Fonte: UOL


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