quinta-feira, 31 de março de 2011

Jordânia busca repatriação de relíquias tidas como ‘maior descoberta da história cristã’


O governo da Jordânia tenta repatriar livros feitos de chumbo que, segundo suspeitas de especialistas, parecem ser os mais antigos da história cristã, tendo sobrevivido quase 2 mil anos em uma caverna do país do Oriente Médio.

As relíquias, que estão atualmente em Israel, poderiam trazer à luz novos dados para nosso entendimento sobre o nascimento do cristianismo e sobre a crucificação e a ressurreição de Jesus Cristo.

O conjunto de cerca de 70 livros – cada um com entre 5 e 15 “folhas” de chumbo presas por aros de chumbo – foi aparentemente descoberto em um vale remoto e árido no norte da Jordânia, entre 2005 e 2007.



Uma enchente expôs dois nichos dentro da caverna, um deles marcado com um menorá, candelabro que é símbolo do judaísmo.

Um beduíno jordaniano abriu os nichos e o que encontrou ali dentro parece ser uma extremamente rara relíquia dos primórdios do cristianismo.

Essa é a visão do governo da Jordânia, que alega que os livros foram contrabandeados para Israel por outro beduíno.

O beduíno israelense que atualmente guarda os livros nega tê-los contrabandeado e alega que as antiguidades são peças que sua família possui há cem anos.

O governo jordaniano disse que fará “todos os esforços, em todos os níveis” para repatriar as relíquias.


Valor histórico


O diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Ziad Al-Saad, diz que os livros parecem ter sido feitos por seguidores de Jesus nas décadas seguintes a sua crucificação.

“Talvez eles sejam mais significativos que os pergaminhos do Mar Morto (relíquias descobertas nos anos 1940 que contêm textos bíblicos)”, disse Saad.



“Talvez eles precisem de mais interpretação e conferência de autenticidade, mas a informação inicial é muito animadora. Parece que estamos diante de uma descoberta importante e significativa, talvez a mais importante da história da arqueologia.”

Ante alegações tão fortes, quais são as provas?

As “folhas” dos livros – a maioria delas do tamanho de um cartão de crédito – contêm textos escritos em hebraico antigo, a maior parte em código. Se as relíquias forem de fato de origens cristãs, em vez de judaicas, são de grande significado.

Um dos poucos a ter visto a coleção é David Elkington, acadêmico que estuda arqueologia religiosa e líder de uma equipe britânica empenhada em levar os livros a um museu na Jordânia.

Elkington alega que os livros podem ser “a maior descoberta da história cristã”.

“É de tirar o fôlego a ideia que tenhamos contato com objetos que podem ter sido portados pelos primeiros santos da Igreja.”

O acadêmico diz que as relíquias contêm sinais que seriam interpretados, pelos cristãos da época, como imagens de Jesus e de Deus e da “chegada do messias”.



Na “capa” de um dos livros “vemos o menorá de sete ramificações, o que os judeus eram proibidos de representar porque ele residia no local mais sagrado do templo, na presença de Deus”, explica Elkington. “Assim, temos a vinda do messias para obter a legitimidade de Deus.”


Imagens


Philip Davies, professor emérito de estudos do Velho Testamento da Universidade de Sheffield, afirma que a prova mais contundente da origem cristã das relíquias está em um mapa feito da cidade sagrada de Jerusalém.

“Há uma cruz em primeiro plano e, atrás dela, está o que seria a tumba (de Jesus), um pequeno edifício com uma abertura e as muralhas da cidade. Outras muralhas representadas em outras páginas dos livros quase certamente se referem a Jerusalém”, diz Davies, que afirma ter ficado “estupefato” com as imagens, “claramente cristãs”.

A cruz é o que mais chama a atenção dos especialistas, feita no formato de um T maiúsculo, como eram as cruzes que os romanos usavam para crucificações.

“É uma crucificação ocorrida fora dos muros da cidade”, diz Davies.

Margaret Barker, especialista em história do Novo Testamento, ressalta que o local onde acredita-se que as relíquias tenham sido encontradas denota sua origem cristã – e não puramente judaica.

“Sabemos que, em duas ocasiões, grupos de refugiados dos distúrbios em Jerusalém rumaram a leste, atravessaram a Jordânia perto de Jericó e foram para perto de onde esses livros parecem ter sido achados.”

Ela acrescenta que outra prova da “proveniência cristã” é que as relíquias são em formato de livros, e não de pergaminhos. “Os cristãos eram particularmente associados com a escrita na forma de livros e guardavam os livros como parte da secreta tradição do início do cristianismo.”

O Livro das Revelações se refere a esses textos guardados.

Outro possível elo com a Bíblia está contido em um dos poucos fragmentos de texto que foram traduzidos das relíquias. O fragmento, acompanhado da imagem do menorá, diz: “Devo andar honradamente”, frase que também aparece no Livro das Revelações.

Ainda que a frase possa simplesmente significar um sentimento comum no judaísmo, pode também se referir à ressurreição.


Testes


Não está esclarecido se todos os artefatos descobertos são parte do mesmo período, mas testes feitos no chumbo corroído dos livros indica que eles não foram feitos recentemente.

A arqueologia dos primórdios do cristianismo é especialmente esparsa ainda. Pouco se sabe dos desdobramentos após a crucificação de Jesus até as cartas escritas por Paulo, décadas mais tarde.

A história contida nas relíquias parecem ser, assim, a descoberta de maior escala até agora dessa época do cristianismo, em sua terra de origem e em seus primórdios.


Fonte: BBC

Ovos fossilizados de crocodilo pré-histórico são encontrados em Jales, SP

Baurusuchus pachecoi


Em Jales, o trabalho de pesquisadores que encontraram fósseis de um crocodilo recebeu destaque no meio científico internacional. Ninhos com ovos do animal estão sendo estudados.

Foi em uma fazenda na zona rural de Jales que um pedaço da história do planeta surgiu no meio das rochas.

As escavações revelaram uma conquista: a maior quantidade de ovos de crocodilos pré-históricos já encontrada em todo o mundo. Os fósseis datam de 85 milhões de anos atrás.

Foram revelados no total doze ninhos, com registros bem visíveis de ovos do réptil primitivo Baurusuchus pachecoi. A espécie, encontrada pela primeira vez na cidade de Paulo de Faria, em 1945, viveu no final do cetáceo, o último período antes da grande extinção dos dinossauros.

Junto com os ninhos e ovos, também foi encontrado um crânio do crocodilo primitivo em perfeitas condições, algo muito raro de ocorrer.


Bauruoolithus fragilis



Para o paleontólogo Carlos Eduardo Maia de Oliveira, que descobriu os fósseis, o achado é de extrema importância, pois destaca a região em nível mundial.

O trabalho já foi apresentado nos Estados Unidos e também em países do Reino Unido, na Europa. Ele e sua equipe ainda puderam nomear o achado: Bauruoolithus fragilis.

A descoberta foi divulgada na revista cientifica Palaeontology, uma das mais conceituadas no meio. Os pedaços de rocha com as marcas pré-históricas foram trazidos para uma instituição de ensino em Fernandópolis para serem analisadas.



Fonte: TV Tem

Arco de pedra natural com 64 m de extensão é achado no Afeganistão

Com mais de 60 metros de extensão, formação em Hazarchishma é o 12ª maior arco de pedra natural existente no mundo. (Foto: Ayub Alavi)

Construção natural próxima a Hazarchishma é a 12ª em tamanho do mundo. Pesquisadores acharam formação durante busca por animais selvagens.


Pesquisadores da Sociedade Conservadora da Vida Selvagem (WCS, na sigla em inglês) encontraram um arco natural de pedra gigante no Afeganistão.

A formação rochosa tem 64 metros de extensão e fica em uma área com 3 mil metros de altitude no centro do país, próximo ao vilarejo de Hazarchishma.

O arco foi encontrado no final do ano passado pelos cientistas Chistopher Shank e Ayub Alavi, que vasculhavam a província de Bamyan em busca de caprinos e para visitar comunidades locais. O comprimento do arco foi medido em fevereiro de 2011.

A formação rochosa no Afeganistão assumiu o posto de 12ª maior construção natural deste tipo no mundo – antes ocupado por um arco no estado de Utah, nos Estados Unidos.

O maior do planeta fica na província de Guangxi, na China, e mede 122 metros de comprimento na base.

O arco afegão conta com camadas de rochas do período Jurássico – entre 200 milhões e 145 milhões de anos atrás – e da época Eoceno – entre 55 milhões e 34 milhões de anos atrás.


Conservação no Afeganistão


O governo local trabalha junto à WCS e à agência federal norte-americana para desenvolvimento internacional (USAID, na sigla em inglês) com objetivo de preservar os patrimônios naturais do Afeganistão.

Em 2009, foi criado o primeiro parque nacional em Band-e-Amir, localizado a 100 quilômetros ao sul do arco de Hazarchishma.

Outra ação para estruturar a conservação da riqueza natural do país foi a criação da primeira lista nacional de animais protegidos.

A medida proibiu a caça de animais ameaçados como o leopardo-das-neves, o urso marrom e espécies de lobos.



Fonte: G1

Europeus fornecem o mais exato modelo da gravidade na Terra

Modelo da gravidade na Terra fornecerá dados oceanográficos e da estrutura interna do planeta


Dados enviados por satélite à ESA (Agência Espacial Europeia), durante dois anos, possibilitaram o estudo preciso da gravidade do planeta Terra de uma forma inédita.

Os cientistas agora detêm um dos mais exatos modelo geoide (protótipo mais aproximado do nosso planeta, visto que ele não é totalmente redondo) do lugar onde vivemos.

A imagem foi divulgada na quarta-feira durante uma conferência em Munique (Alemanha) --para ver uma versão animada, acesse aqui.

No estudo apresentado pela ESA, com imagens fornecidas pelo satélite Goce (sigla em inglês de Explorador da Circulação Oceânica e do Campo Gravitacional), considerou-se a gravidade do geoide sem a ação de marés e de correntes oceânicas.

O modelo serve como referência para medir a movimentação dos oceanos, a mudança do nível do mar e a dinâmica do gelo, o que pode abrir precedente para entender com maior profundidade as mudanças climáticas.

Além desses dados oceanográficos, também servirá para o estudo da estrutura interna do planeta --como os processos que levam à formação de terremotos de grande magnitude e que podem provocar danos devastadores, como aconteceu com o Japão no sismo de 11 de março.

Do espaço, é praticamente impossível para os satélites observarem a dinâmica dos tremores, visto que o movimento das placas tectônicas ocorre abaixo do nível dos oceanos.

Contudo, explica a ESA em seu site, os tremores costumam deixar um "rastro" na gravidade do planeta, o que pode ajudar a entender o mecanismo de um terremoto e, quem sabe, antecipar sua ocorrência.


Fonte: Folha.com

Arraia de 90 kg salta dentro de barco e cai sobre mulher durante passeio

Arraia saltou dentro de barco e caiu sobre mulher. (Foto: Reprodução/CBS)

Caso ocorreu no estado da Flórida. Mulher e arraia não sofreram ferimentos.

A norte-americana Jenny Hausch levou susto quando uma arraia de 90 quilos pulou dentro do barco e caiu sobre ela durante um passeio em Islamorada, no estado da Flórida (EUA), segundo reportagem da emissora de TV "CBS 4".


Arraia foi devolvida ao mar sem ferimentos. (Foto: Reprodução/CBS)


A mulher e a arraia não sofreram ferimentos. Um barco do órgão de vida selvagem da Flórida que passava pelo local ajudou a devolver o animal ao mar. "Nós tínhamos acabado de passar pelo barco e ouvimos os gritos", disse a agente Aja Vickers.



Fonte: G1

Criatura misteriosa é vista na Pensilvânia


Um novo caso de criatura estranha foi divulgado em 29 de março pelo escritor e investigador do paranormal Stan Gordon que entrevistou a testemunha de um incidente que ocorreu no condado de Butler, Pensilvânia, em 18 de março de 2011, entre Chicora e East Brady.

Gordon investigou o encontro em 21 de março. Chicora é uma área rural a aproximadamente 72 quilômetros a nordeste de Pittsburgh.

Stan Gordon é autor do recém-lançado livro Silent Invasion: The Pennsylvania UFO-Bigfoot Casebook - notas incríveis de casos, e os bastidores das investigações de centenas de relatos de OVNIs e aparições do Bigfoot que foram informados principalmente no sudoeste da Pensilvânia em 1973 e 1974.

O novo caso de Gordon é muito semelhante as histórias recebidas por toda a região da Pensilvânia durante muitas décadas - uma criatura incomum cruza uma estrada e, aparentemente, não está interessada no que acontece, ou no motorista que a observa.

Nas próprias palavras do pesquisador Stan Gordon - www.stangordon.info :

"Em 21 de março de 2011, fui procurado por uma testemunha que informou ter se encontrado com uma criatura muito estranha durante a madrugada de 18 de março de 2011.

O incidente ocorreu em uma estrada rural no Condado de Butler entre Chicora e East Brady. A testemunha, um homem de negócios que passava pela área, afirmou que "esta foi a coisa mais esquisita que já vi, e fez o meu cabelo arrepiar na nuca."

O homem me disse que estava dirigindo pela estrada quando ele observou a um quarto de milha algo no lado direito em uma área gramada. Primeiro pensou que era um cervo.

O motorista pisou no acelerador para chegar mais perto e obter uma visão melhor. A cerca de 45 metros de distância, ele observou algo abaixado, que se levantou.

O motorista então observou uma criatura muito alta e musculosa. Neste ponto, o motorista acendeu os faróis altos e viu a criatura andando na frente de um sinal de estrada amarelo refletivo, em seguida, ela atravessou as duas pistas em três passos longos e continuou em uma área arborizada.

O que ele viu foi uma figura humanóide, com pelo menos 2 metros de altura que tinha a pele parecida com um couro liso escuro ou marrom claro.

A criatura nunca olhou para a testemunha. A cabeça parecia ser reta na parte da frente, arredondando para trás. Na parte superior do crânio, era como um daqueles capacetes aerodinâmicos. Parecia ter uma proeminência na parte superior da cabeça.

O rosto era liso, e os olhos não estavam definidos claramente, mas o homem pensa que eles poderiam estar nos cantos. A orelha, observada no lado esquerdo, era longa e lisa, e ia para cima e para trás, como uma aba.

Os braços eram musculosos e um pouco maiores do que os de um ser humano. As mãos mais pareciam garras, mas o número de dedos não ficou claro. Uma das características físicas que mais se destacou foram as pernas fortes.

A testemunha afirmou que era difícil de explicar, mas as pernas não se moviam como as de um ser humano, e "parecia que dobravam para trás." A testemunha também viu o que pareciam ser asas em suas costas que estavam dobradas no corpo, com as pontas se estendendo em direção a cabeça.

Sons ou cheiros incomuns não foram percebidos durante a observação, que teve cerca de 7 ou 8 segundos. Quando o motorista se aproximou do local onde a criatura entrou no mato, ela já não podia mais ser vista.

No dia seguinte, a testemunha decidiu voltar para o local do encontro para procurar por qualquer evidência. As condições do solo não estavam apropriadas para pegadas, e nada foi encontrado.

A testemunha, no entanto, mediu a altura do sinal da estrada onde a criatura havia passado em frente. O sinal tinha pouco mais de 2 metros de altura, e a cabeça da criatura, foi estimado, teria atingido cerca de 4 polegadas acima do sinal".



Tradução: Carlos de Castro




Fonte: Examiner

quarta-feira, 30 de março de 2011

'Poção milagrosa' gera filas de até 26 km e atrai milhares na Tanzânia

Curandeiro pediu que seguidores contenham o afã e interrompam visitas


Um pastor da Tanzânia pediu a seus seguidores que parem de ir à remota região em que ele vive em busca de uma ''poção milagrosa''.

As visitas à sua casa começaram a causar caos na região, porque atraem milhares de pessoas, e as filas se estendem por dezenas de quilômetros.


O reverendo Ambilikile "Babu" Mwasapile


O reverendo Ambilikile "Babu" Mwasapile, de 76 anos, disse que não quer que ninguém mais compareça a suas sessões de curandeirismo até a sexta-feira, dia 1º de abril, prazo que deu para que as multidões de peregrinos diminuam.

Uma repórter da BBC contou que as filas para uma visita a Mwasapile chegam a ter 26 quilômetros de comprimento.

De acordo com a mídia local, cerca de 52 pessoas morreram quando esperavam para vê-lo.

A crença na magia e nos poderes dos curandeiros tradicionais são costumeiras na Tanzânia.

Alguns curandeiros afirmam, por exemplo, que partes do corpo de pessoas albinas são eficazes na produção de encantos, o que provocou o assassinato de inúmeros albinos nos últimos anos.


Proibição


Em 2009, o governo da Tanzânia proibiu a atuação de todos os magos e curandeiros tradicionais no país.

Mas na segunda-feira, o primeiro-ministro do país, Mizengo Pinda, disse que não iria tomar qualquer ação para impedir as sessões de Mwasapile.

A popular poção do curandeiro da Tanzânia é feita de ervas e água, que ele vende por 500 shilings tanzanianos (o equivalente a pouco mais de R$ 0.50).


Filas para ver curandeiro e provar de sua poção são quilométricas


A repórter da BBC Caroline Karobia, quando visitou a região em que Mwasapile vive, disse ter encontrado cerca de seis mil pessoas aguardando para ver o pastor aposentado da Igreja Luterana Evangélica da Tanzânia.

A maior parte delas dorme ao relento ou dentro de seus carros perto da estrada que leva à casa do curandeiro, no vilarejo de Samnuge, que não conta com abrigos, água potável ou banheiros.

Assim que se espalharam os rumores sobre o poder de cura da infusão, muitas pessoas começaram a ser retiradas de hospitais por seus pareentes, que acreditam que elas têm mais chance de cura nas mãos de Mwasapile.

Muitas acabaram morrendo antes de vê-lo, enquanto outras, segundo relatos, teriam morrido após tomar a sua poção.



O ministro da Saúde da Tanzânia, Haji Hussein Mponda, disse à BBC que testes provaram que a mistura é segura para o consumo humano.

Ele acrescentou que estão sendo feitos novos testes para avaliar os supostos predicados médicos da infusão.

A polícia foi reforçada na região que leva à casa do pastor, a fim de conter as grandes multidões, muitas das quais chegam a vir de outros países, como o Quênia e até outras nações mais distantes.

Mwasapile pediu por uma interrupção na visita de seus seguidores, após um encontro com autoridades locais.


Fonte: BBC

Tubarão de 170 quilos pula para dentro de barco e assusta pescadores






Uma simples pescaria no Golfo do México pode ser uma experiência assustadora. Segundo o pescador Steven Prejean, um tubarão de cerca de 170 quilos pulou no barco em que ele estava com outros dois amigos.

Steven, morador da cidade de Freeport, no Texas, Estados Unidos, estava limpando peixes e jogando no mar os restos quando o animal da espécie tubarão-mako (Isurus oxyrinchus) saltou na embarcação.

O americano disse que teve medo de chegar perto do tubarão e não conseguiu com seus amigos devolvê-lo para a água.

O animal acabou morrendo dentro do barco. Steven garante que não é história de pescador e que parte da embarcação foi destruída. Apesar do susto, nenhum dos três amigos se feriu.


Fonte: Extra

Nasa divulga 1ª imagem da sonda Messenger na órbita de Mercúrio

A agência espacial americana divulgou a primeira imagem feita pela sonda Messenger do planeta mais próximo do Sol


A agência espacial americana (Nasa) divulgou na terça-feira uma imagem feita pela sonda Messenger após entrar na órbita de Mercúrio, o menor planeta do Sistema Solar e também o mais próximo do Sol.

"Esta é a primeira imagem obtida a partir de uma nave espacial em órbita em torno do planeta", explicaram os cientistas em um comunicado.

A primeira fotografia mostra uma paisagem cinzenta, coberta por crateras. Segundo a Nasa, outras 363 imagens foram feitas pela sonda Messenger durante seis horas de observação em torno do planeta.

Os coordenadores da missão disseram que a nave fez uma pausa em seu trabalho de reconhecimento fotográfico apenas o tempo suficiente para transmitir as novas imagens à Terra.

Enviada ao espaço em 2004, a sonda Messenger entrou na órbita de Mercúrio no dia 17 de março de 2011 e deve permanecer na missão por pelo menos um ano.

A fase principal terá início no dia 4 de abril, quando a sonda vai começar o mapeamento de toda a superfície de Mercúrio, um processo que deve resultar em cerca de 75 mil imagens.

Os cientistas acreditam que, ao conhecer Mercúrio mais detalhadamente, será possível compreender melhor como a Terra e os outros planetas do Sistema Solar se formaram.


Fonte: Terra

Antropólogo exibe pedra maia para desmentir o fim do mundo em 2012


A pedra do calendário maia que foi interpretada erroneamente como um anúncio do fim do mundo marcado para dezembro de 2012 foi apresentada na terça-feira em Tabasco, sudeste do México.

A peça é formada de pedra calcária e esculpida com martelo e cinzel, e está incompleta. "No pouco que podemos apreciá-la, em nenhum de seus lados diz que em 2012 o mundo vai acabar", enfatizou José Luis Romero, subdiretor do Instituto Nacional de Antropologia e História.

Na pedra está escrita a data de 23 de dezembro de 2012, o que provocou rumores de que os maias teriam previsto o fim do mundo para este dia. Até uma produção hollywoodiana, "2012", foi lançada apresentando esse cenário de Apocalipse.

"No pouco que se pode ler, os maias se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo numérico", afirmou Romero.

A data gravada em pedra se refere ao Bactum XIII, que significa o início de uma nova era, insistiu Romero.


Fonte: UOL

Peças incas de Machu Picchu voltam ao Peru após quase 100 anos


Universidade de Yale, nos Estados Unidos, enviou 363 peças no primeiro lote.

Um primeiro lote de 363 peças incas de Machu Picchu chegou nesta quarta-feira a Lima procedente da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, quase 100 anos depois de serem retiradas pelo explorador americano Hiram Bingham do sítio arqueológico.

Um porta-voz do Ministério da Cultura peruano assinalou à Agência Efe que as 363 peças, que estavam em poder da universidade americana, foram transportadas por um avião de carga e estão em condições de serem exibidas imediatamente.

As peças arqueológicas permanecem na zona alfandegária do Aeroporto Internacional de Lima e seguirão nas próximas horas para o Palácio de Governo do Peru, onde serão recebidas pelo presidente do país, Alan García.



Fonte: Estadão

terça-feira, 29 de março de 2011

Reaparece o ameaçador asteróide Apofis

No círculo, o asteróide Apofis em uma composição de cinco imagens captadas em 31 de janeiro, com o telescópio de 2,2 metros da Universidade do Havaí, em Mauna Kea. O rastro vertical fraco corresponde a um satélite.


Primeiras imagens em três anos do objeto celeste que estará muito próximo da Terra em 2029.

As boas condições óticas no cume do vulcão Mauna Kea, no Havaí produziram as primeiras imagens em três anos do asteróide Apofis, quando ele saía de trás do Sol em sua órbita elíptica em torno da estrela.

Este pequeno objeto celeste de 270 metros de diâmetro, tornou-se famoso em 2004, quando estimava-se que havia uma probabilidade de 1 em 37, que caísse na Terra em 2029.

Cálculos subsequentes praticamente anularam essa possibilidade, mas deixaram a porta aberta a um choque posterior. Por isso os astrônomos tem interesse em continuar acompanhando o asteróide para refinar os cálculos.

A equipe de David Tholen da Universidade do Havaí, obteve as imagens em 31 de janeiro, quando o asteróide estava a apenas 44 graus longe do sol e era um pequeno ponto.

Serão necessárias novas e regulares observações para conseguir refinar a órbita. Além disso, em 2013 o Apofis estará muito perto da Terra, assim sua trajetória poderá ser observada com grande precisão através do radar.

A razão do risco de colisão é que o Apofis se aproximará muito da Terra em 13 de abril de 2029, quando se acredita que passará a menos de 36.000 quilômetros de altura, onde estão muitos satélites de comunicações. Então será visivel no céu noturno como um pequeno ponto em rápido movimento.

Se espera que este encontro tão próximo da influência gravitacional da Terra possa mudar a órbita do asteróide, o que poderia resultar em uma colisão com a Terra em 2036 ou 2068.

Para que isso aconteça o asteróide teria que passar em 2029 por uma região específica do espaço, pouco maior que o asteróide, o que em si é pouco provável.

"A probabilidade de que o asteróide passe pela região é pequena", disse Don Yeomans, diretor do Escritório de Objetos Próximos da Terra da NASA. Este especialista diz que, em todo caso, a Nasa enviará uma missão depois de 2029 para desviar o asteróide numa missão semelhante à do Deep Impact, que bombardeou o cometa Tempel 1 em 2005.

No entanto, outros especialistas acreditam em uma missão preventiva. A medida foi anunciada em fevereiro pela agência espacial russa e o astronauta espanhol Pedro Duque foi chamado recentemente para uma missão de teste, que teria um ótimo custo-benefício.

Novas estimativas de astrônomos russos insistem na possível colisão que poderia ocorrer em 13 de abril de 2036, de acordo com Leonid Solokov da Universidade de São Petersburgo.

A probabilidade, agora definida como 1 em 250.000, é muito baixa, reconhece Solokov, e é mais provável que se parta em pedaços ao passar próximo da Terra em 2029, todos os cálculos teriam que ser refeitos para detectar as possiveis colisões posteriores com alguns dos pedaços.


Tradução: Carlos de Castro



Fonte: El País

Arqueólogos encontram esculturas do período asteca no México

Uma das peças encontradas


As cinco peças encontradas no centro histórico da Cidade do México são de 1325 a 1521 d.C.


Arqueólogos do Instituto Nacional de Antropologia e História do México localizaram cinco esculturas, datadas do período asteca de 1325 a 1521 d.C.

As esculturas eram utilizadas como decoração nas fachadas do Templo Mayor - o principal santuário da antiga Tenochtitlán, a capital do império asteca.

O estado geral das esculturas em pedra varia de peças inteiras a apenas fragmentos. Os pesquisadores encontraram as obras durante escavações no centro histórico da Cidade do México.

O crânio do período pré-hispânico identificado pelos arqueólogos é o maior já encontrado nas imediações.

Na área da descoberta, de um lado da catedral metropolitana, em uma das escavações – de 7,70 metros de largura por 12,20 metros de profundidade – estavam enterradas as peças, incluindo os restos de esculturas.


Fonte: IG

Poltergeist em Coventry, Inglaterra





Assustada, Lisa Manning e seus filhos, Ellie, 11, e Jaydon seis, dizem que tiveram suas vidas abaladas por acontecimentos sobrenaturais em sua casa.

Eles afirmam ter visto potes e panelas sendo jogados violentamente em volta da cozinha, cortinas que se deslocam para cima e para baixo, e luzes que ligam e desligam sozinhas.



Na semana passada eles tiveram de fugir de casa através de uma janela quando a porta da sala trancou sozinha.

A família recorreu a crucifixos dados por um sacerdote, desde que fizeram um vídeo de uma cadeira que aparentemente se movia sozinha no quarto de Ellie.

Lisa, 34, fez o filme há duas semanas após a colocação de câmeras escondidas na casa da família em Holbrooks, Coventry, West Mids.

O clipe de 52 segundos mostra a porta de um armário abrindo, e uma cadeira rosa movendo-se lentamente para trás em direção à parede.

Lisa Manning e seus filhos, Ellie e Jaydon


Lisa, que vive com seu companheiro Anthony, 25, na casa, disse que se sente como "em um filme de terror".

Ela revelou que recorreu até mesmo a caçadores de fantasmas para expulsar qualquer espírito, e acrescentou: "Um médium veio e disse que nossa casa é um portal, uma espécie de ponto de ônibus para os espíritos, que a usam para passar para o nosso mundo.

"Eu coloquei a câmera de vídeo, porque eu queria provar que o fantasma existe. Não pude acreditar quando eu vi a fita, deu calafrios na espinha".

"Nós chamamos o senhorio e ele mandou um padre que benzeu a casa, e disse que não deveriamos viver aqui, nós definitivamente não deveriamos ficar".

"Ele nos deu todos os pequenos crucifixos que levamos todo o tempo na casa".

"Esta é uma casa do horror. É como viver em um filme de terror. O pior de tudo é que, até mesmo eu não consigo acreditar no que está acontecendo.""O problema é que não podemos vê-lo, não sabemos onde ele vai estar ou o que vai fazer".

Lisa primeiro ficou desconfiada quando seus filhos começaram a se queixar de barulhos e de objetos que se moviam sozinhos.

Mas seus temores aumentaram quando ela descobriu o cão da família misteriosamente ferido, deitado no fundo das escadas.

Lisa disse: "Ninguém estava na casa no momento, eu o levei ao veterinário, mas ele morreu. O veterinário me disse mais tarde que os ferimentos eram consistentes com um empurrão..."

Ela agora implora ao seu senhorio, Whitefriars, para conseguir uma casa nova para a família.

Ela alega que na semana passada o assustador poltergeist ficou ainda pior, com luzes piscando e desligando, e passos sendo ouvidos durante a noite.

Quarta-feira passada a família estava com tanto medo, que mesmo escondida na sala, foi forçada a fugir pela janela depois que a porta ficou misteriosamente trancada. "Ellie tentou abrir a porta e gritou para Anthony parar de puxar a porta". "Ela não sabia que ele estava bem atrás dela", disse Lisa.

"Estavamos todos tentando abrir a porta, mas era como se alguém tivesse colocado o seu peso por trás dela. No final, saimos pela janela."

"Eu estou com medo de ir para casa, e eu não gosto de ir lá em cima no meu próprio quarto." disse Ellie.



Tradução: Carlos de Castro



Fonte: The Sun/Daily Mail

Funcionário de empresa petrolífera acha dinossauro no Canadá

O supervisor Michel Gratton e o operador de escavadeira Shawn Funk


Os campos petrolíferos do Canadá forneceram mais do que óleo cru neste mês. O fóssil de um anquilossauro, herbívoro que se distingue pela carapaça nas costas, foi achado em Alberta.

Shawn Funk, um trabalhador da empresa de exploração Suncor Energy viu o dinossauro na última quarta-feira e avisou os responsáveis.

Por uma sorte do acaso, o homem havia visitado a ala sobre os animais pré-históricos do museu Royal Tyrrell algumas semanas antes.

A descoberta surpreendeu porque se estima que a região era coberta totalmente pela água milhões de anos atrás.

"Nunca vimos um dinossauro nessa localidade", conta o curador do Museu Royal Tyrrell, Donald Henderson. "A área era um oceano, e a maior parte dos achados são de invertebrados como moluscos e ammonites."



O anquilossauro deveria ter cerca de cinco metros de comprimento e outros dois de largura. Ao contrário de outros fósseis, não estava incrustado em sedimentos rochosos e apresenta boas condições.

O último fóssil de grandes proporções já registrado em Alberta foi de um réptil marinho gigante, o ichthyossauro, localizado dez anos atrás perto de Fort McMurray.


Fonte: Folha.com/CBC News

Cérebro de 2,5 mil anos é descoberto intacto na Inglaterra

O cérebro intacto foi retirado de um crânio datado de 673 a 482 a.C


Pesquisadores da Universidade de York fizeram uma descoberta curiosa na Inglaterra. Eles encontraram um crânio humano de 2,5 mil anos e, dentro dele, o cérebro praticamente intacto.

Os cientistas ficaram intrigados com o fato de um órgão tão frágil ter se preservado tanto tempo. A descoberta foi publicada na revista Yorkshire Archaeology Today. As informações são do site Live Science.

O crânio, datado entre 673 e 482 a.C, foi retirado de um fosso lamacento da Idade do Ferro, no local da planejada expansão do campus leste da universidade.


Os cientistas ficaram intrigados com o fato de como um órgão tão frágil pôde resistir por tanto tempo


"Foi simplesmente incrível pensar que o cérebro de alguém que morreu há tantos milhares de anos pôde persistir mesmo em terra úmida", disse Sonia O'Connor, pesquisadora na Universidade de Bradford, ao site Live Science.

O'Connor liderou uma equipe de pesquisadores que avaliou o estado do cérebro, depois que foi encontrado, em 2008.


De acordo com os pesquisadores, há evidências de que o crânio pertenceu a um homem entre 26 a 45 anos e de que ele teria sido enforcado


"É particularmente surpreendente, porque se você falar com patologistas que lidam com cadáveres eles diriam que o primeiro órgão a se deteriorar seria o cérebro, por causa de seu teor de gordura", explicou O'Connor, segundo o site.


O crânio foi retirado de um fosso lamacento da Idade do Ferro, no local da planejada expansão do campus leste da Universidade de York


De acordo com os pesquisadores, há evidências de que o crânio pertenceu a um homem entre 26 e 45 anos e de que o mesmo teria sido enforcado.

O'Connor diz que o achado pode ter sido enterrado rapidamente após a morte em um ambiente úmido, onde a ausência de oxigênio impediu que o cérebro entrasse em estado de putrefação.


Fonte: Terra

segunda-feira, 28 de março de 2011

ARQUIVOS INSÓLITOS 25

Notícias sobre a onda ufológica ocorrida no início dos anos 90.








Expedição identifica cavernas sagradas dos índios yanomami no Pico da Neblina, no Amazonas

Pico da Neblina, no Amazonas, possui uma diversidade de cavernas desconhecidas da maioria da população (Divulgação/Acervo Parna Pico da Neblina.)

Cecav e IMCBio realizam expedição inédita para cadastrar cavernas, em um projeto denominado Levantamento Etnoespeleológico.


Expedição inédita realizada no final do ano passado no Parque Nacional do Pico da Neblina, no Amazonas, identificou cinco cavernas que são consideradas sagradas pelos indígenas da etnia yanomami – além de ser um parque federal, a área é uma terra indígena demarcada.

As cavernas localizadas na região do Alto Rio Negro, apesar do conhecimento dos indígenas, ainda não haviam sido cadastradas pelo Centro Nacional de Conservação e Pesquisas de Cavernas (Cecav), órgão vinculado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsáveis pela expedição.

Embora tenha sido realizada há três meses, somente nesta semana a expedição foi divulgada pelo ICMBio.

Com o cadastro das cavernas, espera-se assegurar a preservação da área, conforme explicações de José Carlos Reino, analista do Cecav e coordenador da expedição, em entrevista ao acritica.com.

O projeto Levantamento Etnoespeleológico também deverá compor o etnozoneamento e o Plano de Manejo da Unidade.

Diferente de outras áreas semelhantes, as cavernas do Pico da Neblina (localizadas na base) não são espaços meramente físicos. A importância espiritual que os yanomami dão ao local confere um status especial às cavernas.


Mitos


Daí o cuidado que o Cecav e o ICMBio estão tendo para divulgar os dados encontrados no local.

“A gente ainda não colocou as coordenadas geográficas, nem divulga fotografias do que foi encontrado. Por enquanto, a gente está sistematizando os dados para apresentar primeiramente aos indígenas”, disse Reino.

Algumas informações, contudo, podem ser reveladas. Segundo Reino, as cavernas são de pequenas dimensões e têm um rico ecossistema.

O conjunto geral é denominado de granitóides (referente à gratito). A expedição, que demanda uma expressiva logística, foi realizada ao longo de 60 quilômetros de extensão.

Além do cadastro oficial das cavernas, os participantes da expedição querem dar continuidade ao projeto com a construção de uma publicação com relatos das histórias e dos mitos identificados na relação entre os yanomami com as cavernas.


Sagrado


Embora toda expedição em uma unidade de conservação federal seja realizada também com vistas ao desenvolvimento de um plano de manejo, é pouco provável que as cavernas do Pico da Neblina possam ser utilizadas para atividades turísticas, segundo Reino.

“Eles (indígenas) não querem isso. As cavernas são sagradas para eles. O que eles querem é poder reviver a história e os mitos associadas às cavernas para as próximas gerações para que eles não sejam esquecidos”, disse o analista.


Yanomami


A primeira fase da expedição contou com uma assembleia geral para pedir autorização dos yanomami. Em seguida, os indígenas participaram ativamente como protagonistas da atividade.

“Foram os próprios yanomami que levaram a equipe. Mas antes, a gente apresentou o projeto a eles, para ver se concordavam em nos deixar entrar. Eles permitiram e nos acompanharam”, disse Márcia Abrão, analista do Parna Pico da Neblina, cuja sede fica em São Gabriel da Cachoeira, interior do Amazonas.

Moradores das comunidades Maturacá e Ariabú, no Parque, os indígenas foram os guias da expedição até as cavernas – no início da atividade, o cacique Joaquim Figueiredo também ofereceu proteção espiritual à expedição.

“Antes de sairmos em busca das cavernas, o cacique disse que deixou um sinal (uma luz) na cabeça de cada um de nós, para que fossemos identificados pelos espíritos. Assim, todas as cavernas do planeta onde haja esses espíritos receberão uma fumaça avisando que os exploradores irão com um sinal de luz na cabeça, para que não haja mal algum a eles”, conta Marcia.


Rio Negro


O Cecav planeja realizar outras expedições no Alto Rio Negro, desta vez no região do rio Maiá e Morro dos Seis Lagos.

Conforme Reino, devido aos cortes no orçamento feito pelo governo federal ainda não está definido se o projeto de prosseguir na expedição ainda este ano.



Fonte: A Crítica via Brazil Weird News

Um site mostra as últimas aparições de OVNIS no Google Maps


O UFO Stalker é um aplicativo que alerta sobre avistamentos de objetos voadores não identificados, ao vivo e em todo o mundo, usando o Google Maps.

Todas as informações fornecidas são validadas pela MUFON com os dados reais das testemunhas, o que desmascara os avistamentos falsos.

Por todo o mapa você pode ver alguns ícones pequenos, como discos voadores, e clicando sobre eles você verá informações sobre o avistamento, a data e hora, localização, visibilidade, país, cidade e comentários adicionais.

Ao entrar, o aplicativo mostrará os casos de hoje, mas pressionando o botão de pesquisa, você pode fazer uma pesquisa de casos por data, país, estado, cidade, usando palavras-chave.

Entre no aplicativo aqui


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: MDZ

Sem macho, cobra se reproduz sozinha em zoo de Campinas

Um exame de DNA será feito pelo Instituto Butantan para confirmar se houve partenogênese


Uma serpente fêmea isolada em cativeiro, sem contato com um macho, é mãe de dois filhotes. A espécie caiçaca ou jararacão (Bothrops moojeni) vive na Casa dos Animais Interessantes, do Aquário Municipal de Campinas, e que fica no Zoológico do Bosque dos Jequitibás.

O fato do réptil procriar sem o acasalamento é raro e a hipótese provável é que ocorreu uma partenogênese, ou seja, uma reprodução assexuada - algo muito incomum em um vertebrado -, segundo a bióloga do aquário, Denise Polydoro.

Os dois filhotes são sobreviventes de uma ninhada de 23 ovos dos quais 20 não se desenvolveram (atrésicos).

Dos três ovos restantes, vingaram apenas os dois filhos já que do terceiro ovo o filhote estava morto.

A serpente está em Campinas desde 2006, proveniente do Zoológico de Sorocaba, também interior de São Paulo. Desde então ela não teve contato com nenhum outro exemplar de sua espécie.

Em janeiro de 2010 a serpente também chegou a pôr ovos, porém nenhum dos filhotes sobreviveu.


DNA


"Vamos fazer O exame de DNA para confirmar a partenogênese", afirmou a bióloga Denise. De acordo com ela o teste será conduzido pelos pesquisadores do Instituto Butantan, de São Paulo que irão à cidade para a coleta de material.

Na ocorrência do ano passado, não houve tempo de se fazer a coleta para o DNA, já que os filhotes não sobreviveram.

Denise explica que a reprodução assexuada de fêmeas mantidas em cativeiro isoladas de machos já foi registrada em pelo menos em duas espécies brasileiras: Bothrops moojeni e Bothrops insularis.


Filhotes separados


Após o nascimento os dois filhotes foram separados da mãe por precaução a fim de evitar algum acidente como serem predados, explicou a bióloga.

Eles foram colocados, separados entre si, em uma caixa de vidro dentro de uma sala com aquecimento controlado.

A serpente pesa quase 2 kg e está com 1 m e 40 cm de comprimento. Ela é muito agressiva e o seu bote, que pode ser tanto no sentido horizontal como na vertical, pode alcançar a distância de um terço do seu comprimento.



Fonte: Terra

Cientistas criam primeiros espermatozoides em laboratório


Pela primeira vez na história, cientistas conseguiram desenvolver espermatozoides em laboratório a partir de um estudo que pode ajudar a resolver os problemas de fertilidade em seres humanos. As informações são do site do The Guardian.

O trabalho, publicado na revista Nature, é a tentativa mais bem sucedida de criar espermatozoides de mamíferos em laboratório. Pesquisadores japoneses da Universidade da Cidade de Yokohama cultivaram pequenos pedaços de tecido dos testículos de ratos congelados. Depois de várias semanas, eles coletaram espermatozoides viáveis a partir do tecido.

Manter as células congeladas, até então era um fator que atrapalhava o sucesso da técnica. Os espermatozoides foram usados em um tratamento de fertilização in vitro, produzindo 12 filhotes, todos saudáveis e férteis.

"Um dos problemas que enfrentamos, como urologistas, é que não temos meios eficazes para tratar pacientes que sofrem de infertilidade masculina, devido à insuficiente produção de espermatozoides ou com defeito", disse Takehiko Ogawa, que conduziu o estudo. "A maioria destes problemas são por razões desconhecidas", disse.

Segundo ele, a nova técnica vai permitir aos cientistas estudar em detalhes o processo de produção de espermatozoides e elucidar as falhas que causam a infertilidade.


Fonte: Terra


Mamífero marinho é resgatado em campo de arroz após tsunami no Japão


Um filhote de boto-do-Índico foi encontrado em um campo de arroz inundado, distante cerca de 2km do mar na área atingida pelo tsunami no Japão.

Moradores da região de Sendai, uma das mais atingidas pelo tsunami que ocorreu depois do terremoto de 11 de março, viram o animal marinho se debatendo no campo e alertaram voluntários que estão resgatando animais da região.



"Logo depois que vi, percebi que não podia ignorá-lo. Tinha que fazer alguma coisa", disse Masayuki Sato ao jornal japonês Asahi. "Ele também era uma vítima do tsunami."

O morador ligou para um grupo local de defesa dos animais, que estava na área resgatando animais de estimação isolados devido ao tsunami causado pelo terremoto de magnitude 9,0 do último dia 11.



Os voluntários afirmaram que o filhote estava com alguns arranhões, mas parecia estar em bom estado de saúde.

Eles tentaram fazer uma espécie de maca para levar o animal, de cerca de um metro de comprimento. No entanto, um dos voluntários, Ryo Taira, pegou o filhote nos braços e o levou de volta ao mar.

"Não sei se vai sobreviver, mas é bem melhor do que morrer em um campo de arroz, certo?", disse o voluntário ao jornal.

O número de mortos no terremoto seguido de tsunami no Japão subiu para 9.523 na quinta-feira. Outras 16.084 pessoas estão desaparecidas.



Fonte: BBC

Albatroz idosa volta para cuidar de cria após tsunami

Albatroz fêmea Wisdom cuida de filhote; ave com cerca de 60 anos é uma das mais velhas dos Estados Unidos


Wisdom ("sabedoria", em inglês), uma fêmea de albatroz, não detém apenas o título de ser uma das mais velhas da sua espécie a viver nos Estados Unidos --ela tem aproximadamente 60 anos.

A albatroz também se tornou conhecida por ter sobrevivido ao tsunami provocado pelo terremoto que ocorreu no Japão em 11 de março, atingindo o Havaí e matando milhares de aves do atol de Midway.


Albatrozes que sobreviveram ao tsunami

Pequeno sobrevivente no Atol de Midway


Nesta semana, Wisdom foi vista mais uma vez cuidado de uma cria. Fotografada, a imagem foi divulgada pela agência geológica americana, a US Geological Survey.

Um pouco antes, em fevereiro, a albatroz também ocupou o noticiário ao gerar um filhote apesar de sua idade avançada.


Fonte: Folha.com

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