quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Cientistas descobrem mamute incrivelmente preservado

Soterrado há mais de 10 mil anos, um desses grandões pode ser clonado em um futuro mais breve do que imaginávamos //Crédito: ShutterStock

 
Expedição no Nordeste da Rússia encontrou carcaça do animal com células vivas. Desdobramentos da descoberta prometem ser ambiciosos.

A região de Yakutia, na Rússia, acaba de ser palco de um dos maiores achados arqueológicos dos últimos anos.

Cientistas encontraram a carcaça de um mamute soterrada à 100 metros de profundidade. O fato em si é legal, mas não chega a ser histórico.

O que chama a atenção é o estado em que o animal foi encontrado: é a primeira vez que células vivas são encontradas no corpo de um mamute – que está congelado no local há pelo menos 10 mil anos.


Cabelo, tecido gorduroso, medula óssea, tudo estava praticamente intacto. Essa abundância de “informação fresca” é, como o leitor mais atento – e criativo – já deve ter notado, um grande avanço no que diz respeito à clonagem do animal em questão.

O DNA das células normalmente é destruído quando congelado e o código genético precisa estar inteiro para clonar um ser (que já foi) vivo.


Os detalhes da descoberta serão esmiuçados em publicações científicas em um futuro breve e até um documentário sobre a expedição deverá sair ano que vem. 




Fonte: Galileu

Nenhum comentário:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...