sábado, 23 de dezembro de 2017

BOAS FESTAS


sábado, 25 de novembro de 2017

Nota do Editor

Devido a questões pessoais paramos as publicações do blog nos últimos meses. Espero que a partir de agora as publicações fiquem regulares. Agradeço a todos os leitores que sentiram falta do blog e enviaram emails.

Carlos de Castro

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Arquivos Insólitos 101


O Globo, 07 de Janeiro de 1950

Para empresário de "hotel espacial", alienígenas estão visitando a Terra


 
 
O empreendedor Robert Bigelow é um dos responsáveis pelo projeto de construir um hotel na órbita terrestre e confia na visita de extraterrestres ao nosso planeta.
 
 
Robert Bigelow, empresário de 72 anos, disse em entrevista para a emissora de televisão norte-americana CBS News que acredita que alienígenas já vieram para a Terra — e continuam fazendo essas visitinhas regularmente. “A vida inteligente está embaixo do nariz das pessoas. Meu Deus!”, afirmou.


Bigelow disse que não se importa em revelar suas crenças em público: “Estou completamente convencido [da existências de alienígenas]”. A empresa do entrevistado, a Bigelow Aerospace, foi a primeira a instalar um módulo inflável na Estação Espacial Internacional. Acredita-se que um dia essa tecnologia possa ser usada para chegar à Marte — o que seria bem útil.


A Bigelow Aerospace também fez uma parceria com a United Launch Allience (ULA), companhia que realiza o lançamento de espaçonaves, para construir um hotel na órbita terrestre em 2020. Chamado de B330, o empreendimento poderia ajudar em pesquisas e até servir de hospedagem para as naves comerciais que já estão sendo produzidas. Alguém se habilita a reservar um quarto com vista para a Terra?

 
 
 
Fonte: Galileu

Nave extraterrestre aparece em céu russo


 
 
Após a declaração extravagante do colaborador da NASA sobre extraterrestres estarem presentes entre nós, o céu de uma cidade russa recebeu a visita de um objeto voador muito esquisito. Será que extraterrestres decidiram confirmar a teoria de Robert Bigelow?
 
 
Na região da cidade russa de Chelyabinsk, perto dos montes Urais, foi filmado um objeto desconhecido voando durante a noite.
 
 Um morador local filmou um objeto desconhecido na noite de 1º de junho. O objeto voou lentamente sobre a cidade de Snezhinsk (subúrbio de Chelyabinsk), desaparecendo estranhamente do foco da câmera.


Não é a primeira vez que OVNIs visitam esta parte da Rússia. Objetos estranhos deram as caras em 2011 e 2012. Vale lembrar que Chelyabisk é mundialmente conhecida pela queda do meteorito em 2015.







Fonte: Sputnik
 

OVNI é filmado em colina conhecida como 'ponto de visitas de extraterrestres'







A colina de Cley Hill, em  Warminster, situada no sudoeste do Reino Unido, é conhecida por, supostamente, receber muitas visitas extraterrestres, conforme ufólogos. Segundo eles, já foram registradas várias aparições enigmáticas neste local da Inglaterra.


Mais uma situação dessa natureza foi registrada recentemente, quando luzes estranhas no céu atraíram a atenção de Nigel Vile, residente na região que, ao perceber tais luzes, imediatamente passou a filmá-las. Apesar de ser bastante cético quanto a existência de extraterrestres, a testemunha admite que possa ser um caso de cunho alienígena.


"Fiz esse vídeo a partir da minha casa na noite passada. Aconteceu sobre Cley Hill, região visitadíssima por OVNIs. Poderia ter sido um drone com efeito de chama na cauda ou mais alguma coisa. Foi detectado várias vezes aqui", relatou o cidadão britânico ao The Mirror.


Coisa estranhas

 
Alguns moradores Warminster confirmam que coisas muito estranhas acontecem lá. Além disso, os ufólogos chamam esta cidade de "capital britânica" dos OVNIs.


Segundos eles, há mais de 50 anos são registradas coisas muito esquisitas em Warminster, entre as quais ruídos assustadores e clarões. Para que não acreditam na existência de OVNIs, tudo não passa de treinamentos militares nas redondezas.







Fonte: tnonline

Mãe acredita dividir a casa com fantasma após rosto sinistro aparecer em foto de família




 
 
Sally Watts relata que criança vive "dando as caras" para ela e seus filhos.
 
 
Sally Watts, de 40 anos, mora em Brynhyfryd, North Wales, no Reino Unido, com sua família. A britânica afirma que, além do marido e os cinco filhos, existe mais um misterioso integrante na casa e, segundo ela, a imagem acima comprova isso. 
 
 
O rosto do que parece ser uma criança aparece na fotografia da festa de aniversário de dez anos da filha Grace. Inicialmente, conta que pensou ser Ollie, um dos filhos, mas ele estava no sofá durante o clique. "Fiquei assustada, mas percebi que é o fantasma do garoto que vive aqui", afirma.
 
 
A mãe garante que apenas cinco crianças estavam na sala no dia. São elas: Charlotte (18), Eddie (14), Grace (13), Ollie (6) e Freya (1). "Não havia mais ninguém", diz Sally ao jornal britânico Daily Mail.
 
 
Como explicar a figura do garoto que aparece bem ali no espelho? Pois é. O que a família revela é ainda mais sinistro do que o flagra acima. Sally diz que ela e as crianças escutam coisas como sussurros infantis e móveis rangendo. Além disso, áudios estranhos já foram capturados pela babá eletrônica instalada no quarto dos filhos.
 
 
Segundo ela, isso acontece porque anos atrás, antes da família se mudar para casa, um garoto de seis anos morreu no local. A trágica morte é confirmada pelos vizinhos. "Descobrimos que o nome verdadeiro dele era Anthony. Mas como já estávamos habituados com tantos acontecimentos esquisitos, apesar dos sustos, costumávamos chamá-lo de Michael", diz.
 
 
Três anos depois da foto, Sally e o marido, Greg Sleep, também de 40 anos, decidiram compartilhar a foto na internet.
 
 
"Recebi muita mensagens de gente tentando explicar o motivo pelo qual o garotinho apareceu para mim. Outras pessoas me acusaram de usar Photoshop, não ligo. Eu não tenho tempo para sentar e me dedicar a esse tipo de coisa, eu trabalho e tenho cinco filhos", rebate.
 
 
"Não estou pedindo que ninguém acredite. Mas, para mim, não há nenhuma explicação para o que vimos na fotografia. É Anthony!", reforça.
 
 
Por conta disso, Sally conta que nem os amigos de seus filhos querem dormir lá.
 
 
 
 
Fonte: R7

Fenômenos estranhos e sem explicação assustam comunidade na região sul da Bahia






Fenômenos estranhos e sem explicação têm deixado os moradores do distrito de São João do Paraíso, no município de Mascote, no sul do Estado, assustados. O mistério está acontecendo em uma casa em São João do Paraíso. 


Os moradores dizem que móveis pegaram fogo sozinhos, sem nenhum motivo aparente, e pedras que estavam no terreno vizinho começaram a voar e foram parar dentro da casa. Os poucos móveis e eletrodomésticos que restaram estão quebrados, amassados ou revirados, vários pontos estão também queimados cobertos por cinzas.



Tudo começou na sexta-feira (19) e se estendeu no final de semana. O trabalhador rural Sidnei Pereira, que é dono da casa, estava com a mulher e o neto quando os fenômenos teriam começado a acontecer. 


A vizinha Silene Almeida diz que “teve prato e pedra quebrando, as pedras rodando e rodando no ar, foi aí que o fogo começou a aparecer do nada, sofá queimando. Eu mesmo presenciei e achei aquilo incrível, porque nunca tinha visto, só em filme”.


Do lado de fora da casa, ainda teve mais estragos. No quintal, a pia da lavanderia foi virada, muita coisa foi destruída e pedras que estavam em terrenos próximos vieram para aqui. A família ficou impressionada, sem entender direito como tudo aconteceu. 


E não foi a primeira vez, numa outra casa onde a família morava em Itapebi, pedras caíram do telhado, e na roça de parentes, objetos pegaram fogo e mais pedras caíram. Um padre que é parapsicólogo foi chamado para tentar descobrir o que está acontecendo.


“Vim tranquilizar a família, dizer que trata-se de um fenômeno humano parapsicológico, o tratamento está sendo feito, nós vamos acompanhar durante um tempo as emoções, os traumas, os problemas internos fazem com que a telergia seja liberada produzindo assim esse fenômeno”, afirma o padre Juarez Faria. Jornal da Chapada com informações da Rede Bahia.






Cuidadora é morta por tigre em zoológico no Reino Unido






Hamerton Zoo Park disse em comunicado se tratar de 'ataque incomum'; não houve fuga de animais.
Uma funcionária do zoológico da cidade de Hamerton, no nordeste da Inglaterra, morreu após ser atacada por um tigre em uma das jaulas.  

O Hamerton Zoo Park foi evacuado após o incidente, que ocorreu em 29/05 por volta das 7h15, horário de Brasília. Não há previsão para reabertura. 


Segundo a polícia, "aparentemente se trata de um acidente incomum, mas não suspeito". De toda forma, uma investigação foi aberta para apurar as circunstâncias que levaram ao ataque. 


"Um tigre entrou em uma jaula em que estava uma cuidadora, que morreu no local. Em nenhum momento durante o incidente houve fuga dos animais, e a segurança do público não foi afetada de nenhuma forma." 


Um dos visitantes do zoológico, que não quis ser identificado, disse à BBC que chegou ao local logo após a abertura e que estava próximo da jaula do tigre quando ouviu um funcionário gritar para que todos deixassem o parque imediatamente. 


"Eu estava tirando fotos dos leopardos. Os papagaios começaram a voar enlouquecidos, fazendo muito barulho", disse outro visitante. 


"Depois disso, vi os funcionários correndo para a área dos tigres e leões. Eles então nos mandaram sair do parque e depois de 20 minutos nos permitiram entrar novamente. Mas mais uma vez, os funcionários pediram que deixássemos o parque. Eles não nos contaram o que tinha acontecido, mas foram ótimos e muito calmos na condução da situação."


O zoológico 

 

O Hamerton Zoo Park abriu ao público em 1990 e cobre uma área de cerca de 25 acres. O parque abriga tigres-malaios, tigres-de-bengala, chitas, lobos, raposas, cangurus e uma variedade de pássaros, répteis e animais domésticos. 


A nova área das jaulas dos tigres-malaios foi aberta em junho do ano passado. Em outubro de 2008, uma chita escapou do parque e foi encontrada por um garoto de nove anos no jardim de casa.





Fonte: Terra

Elefante selvagem mata 4 pessoas e espalha pânico em várias aldeias na Índia




Um elefante selvagem espalhou o pânico, na sexta-feira 02, em várias aldeias do sul da Índia, onde matou quatro pessoas, entre elas uma menina, obrigando o serviço florestal a ativar um dispositivo para tentar capturar ao animal.

"Vamos tentar pegar o elefante usando tranquilizantes. Neste momento ele descansa entre alguns arbustos, em uma área com poucas árvores", disse à Agência Efe, Rama Subrahmaniyam, do Departamento Florestal.


O elefante macho, que tem entre 12 e 15 anos de idade, deixou ontem à noite a floresta, cruzando uma estrada que costuma fazer de fronteira entre o seu habitat e os humanos, e acabou entrando nesta madrugada em uma aldeia cerca de 12 quilômetros da principal cidade da região, Coimbatore, no estado de Tamil Nadu, explicou Subrahmaniyam.


Na aldeia, o animal surpreendeu um pai e sua filha de 12 anos enquanto dormiam e matou a menina, antes de se dirigir até uma fazenda, e também matar um agricultor de 73 anos, assim como fez com duas idosas em outra aldeia.


"As mulheres se encontravam a quase 15 quilômetros da floresta mais próxima, por isso nunca suspeitaram que poderia aparecer um elefante. Ele atacou as duas, com elas ficando feridas com gravidade e morrendo em seguida no hospital", explicou.


O elefante, que quando for capturado será levado para um abrigo, estava no radar dos guardas-florestais desde a última quarta-feira, quando ao tentar cruzar a estrada e atacou dois funcionários do serviço florestal, que foram hospitalizados, mas estão fora de perigo.


"Os ataques foram muito estranhos, pois as pessoas nunca imaginaram que pudesse aparecer o elefante", disse Subrahmaniyam.


A Índia tem uma população de mais de 27 mil elefantes selvagens, cerca da metade de toda Ásia, enquanto que outros 3,5 mil espécies domesticadas vivem em cativeiro.


Os elefantes selvagens na Índia estão espalhados em 30 reservas que ocupam cerca de 65 mil km².


Fonte: Yahoo!

Rinoceronte mata cientista húngaro em parque de Ruanda



Um rinoceronte matou um especialista húngaro nesta quinta-feira no Parque Nacional Akagera de Ruanda enquanto o cientista fazia trabalho de campo com os animais, informaram à Agência Efe as autoridades do parque. 


O animal que acabou com a vida de Krisztián Gyöngy é um dos 18 exemplares desta espécie levados no mês passado desde a África do Sul para começar o reflorestamento do rinoceronte-negro-oriental, extinto de Ruanda há dez anos. 


"Kris tinha um papel crucial nos esforços para reintroduzir os rinocerontes no parque", explicou à Efe por telefone Peter Fearnhead, diretor-executivo da autoridade de parques nacionais de Ruanda. 


"Estava fazendo trabalho de campo, treinando os guardas sobre como rastrear os animais", acrescentou Fearnhead, que descreveu a morte como uma perda "tremenda para todo o mundo e especialmente para a conservação do rinoceronte na África". 


Os funcionários do parque seguem trabalhando para estabelecer os detalhes pontuais sobre a morte de Gyöngy, que acabava de se mudar para Ruanda após trabalhar em projetos de conservação no Malawí. 


O cientista húngaro estava há cinco anos pesquisando a conservação de rinocerontes e deixa mulher e uma filha. 


"Enviamos as nossas mais profundas condolências à família", disse o diretor-executivo da autoridade de parques de Ruanda. 


Entre novas funções, Gyöngy estava a cargo da formação de guardas sobre como cuidar dos rinocerontes recentemente levados à reserva. 


O Parque Nacional de Akagera abrigava na década de 50 cerca de 50 rinocerontes-negros. A população foi diminuindo progressivamente por causa da caça proibida, e o último rinoceronte desapareceu do parque em 2007. 


A reserva conta com um hábitat de savana e experimentou importantes melhoras desde 2010. 


O turismo é a principal fonte de renda de Ruanda e o Governo redobrou seus esforços para potencializar o setor com o reflorestamento de espécies extintas como os rinocerontes-negros e os leões brancos. 



Fonte: Terra

Múmias egípcias tinham relação de parentesco com povos do Oriente Médio






Ao contrário do que se pensava, os corpos não possuíam traços genéticos de ascendência negra, mas tinham relações com povos que habitavam territórios como Palestina, Mesopotâmia e Arábia Saudita.


Pesquisadores da Universidade de Tubinga e do Instituto Max Planck para Ciência da História Humana, na Alemanha, conseguiram identificar a origem étnica de parte dos egípcios antigos. 
De acordo com umaanálise realizada com mais de 90 DNAs de múmias, a maioria dos egípcios era parente de povos que viveram na região do Oriente Médio, como a Palestina, Mesopotâmia e Arábia Saudita. Foi a primeria vez que uma extração de genoma utilizando os últimos recursos tecnológicos foi realizada com sucesso em múmias de mais de 2.000 anos de idade.


Acreditava-se que a maioria dos habitantes do Egito Antigo descendia de populações negras da África, que habitavam os território ao sul do deserto do Saara. 
A análise de DNA dos egípcios da atualidade revela, no entanto, que o aumento da influência genética de outros povos africanos só começou a ocorrer recentemente — a hipótese é de que o contato entre egípcios e outras populações da África ocorreu durante o período da escravidão no continente. 


Os corpos analisados foram retirados de Abusir el-Meleq, no Médio Egito. O local era considerado um santuário a Osíris, rei do mundo dos mortos segundo a mitologia egípcia. As múmias datam de um perído conhecido como Novo Império, que se inicia em 1400 a.C. e se estende até 400 d.C, data que marca o término do domínio do Império Romano na região. 


Na maioria das múmias, os cientistas utilizaram o DNA mitocondrial — aquele presente nas mitocôndrias das células — para a análise, já que essa estrutura tende a ser preservada por mais tempo. No caso de um dos corpos, no entanto, os pesquisadores conseguiram mapear carcterísticas específicas como a pele clara, os olhos escuros e uma possível intolerânica à lactose.


Desde 1980 os especialistas tentam retirar o código genético das múmias encontradas, mas só há pouco tempo atrás a tecnologia necessária para isso começou a aparecer. 
Os cientistas pretendem, no futuro, analisar melhor as múmias enterradas mais ao sul do país, próximos à fronteira do Sudão. Os arqueólogos acreditam que nessas áreas existiram habitantes com descendência comum a de outros povos africanos.


Fonte: Galileu

domingo, 4 de junho de 2017

Restos de primeiros humanos do Neolítico são encontrados na península ibérica



Uma pesquisa conjunta da Universidade de Barcelona e da Universidade Complutense de Madri descobriu os restos humanos de seis indivíduos pertencentes aos primeiros habitantes do Período Neolítico junto a objetos domésticos e animais em Cova Bonica, em Vallirana, na província de Barcelona, na Espanha. 


Além disso, os pesquisadores confirmaram informações que já conheciam de outras investigações, como a de que os indivíduos eram "intolerantes à lactose, tinham pele clara, olhos castanhos e cabelos escuros". 


Os primeiros pastores e agricultores - entre os quais estariam os restos descobertos - chegaram há 7.400 anos à península ibérica, informou a Universidade Complutense em comunicado sobre os trabalhos que foram desenvolvidos entre os anos 2008 e 2015, e cujos resultados foram divulgados através da publicação especializada "Journal of Field Archaeology". 


"A singularidade deste sítio arqueológico é que os restos humanos foram encontrados com seus objetos domésticos", afirmou a pesquisadora do departamento de Paleontologia da UCM e do Centro Misto UCM-ISCIII de Evolução e Comportamento Humano, Montserrat Sanz, que acrescentou que "isto permite relacionar a cultura material com as práticas de pastoreio desta população". 


Os arqueólogos identificaram 98 ossos humanos que correspondem a um mínimo de seis indivíduos de diferentes idades, de 3 a 35 anos, e de pelo menos duas mulheres, segundo o comunicado. 


Entre eles, os pesquisadores conseguiram identificar dois adultos (de 25 a 35 anos), um adolescente (de 12 a 13) e três meninos (de 9, 5 e inferior a 3 anos), através de restos de crânios, dentes, costelas, bacias e ossos de mãos e pés. 


"É relevante que tenhamos encontrado tanta quantidade de restos humanos em uma área inferior a dois metros quadrados", destacou Montserrat, apesar de nenhum esqueleto articulado ter sido descoberto. 


Junto aos restos humanos também foram encontrados vestígios de animais - sobretudo cabras e ovelhas - e ornamentos, bem como utensílios de pedra de sílex e cristal de rocha e fragmentos de cerâmica "dos mais antigos documentados na península ibérica". 


Esta descoberta "lança novos dados sobre como eram os ritos funerários dos cadáveres" e trata-se da "primeira evidência de inumações coletivas", segundo a nota da universidade. 


"Observamos que as práticas funerárias são muito heterogêneas", detalhou Montserrat. 


A arqueóloga qualificou a escavação como "muito complicada" até chegar aos restos neolíticos devido aos diferentes usos que a cova teve ao longo dos séculos, entre eles, como pedreira, mina de calcita e área de cultivo de cogumelos. 


O projeto esteve dirigido por Montserrat Sanz junto com Joan Daura, da Universidade de Lisboa, e os pesquisadores Xavier Oms, Mireia Pedro e Pablo Martínez. 





Fonte: Terra

Hominídeos primitivos e homem moderno podem ter coabitado na África



Hominídeos primitivos podem ter coexistido na África com os primeiros seres humanos modernos, anunciaram na terça-feira 09/05 pela primeira vez cientistas, um cenário que complica ainda mais a árvore genealógica da espécie humana.


De acordo com pesquisas, a datação de fósseis descobertos em 2013 em uma caverna no sítio arqueológico de Maropeng, perto de Johannesburgo, sugere que estes primos muito distantes viveram há entre 200.000 e 300.000 anos, no mesmo período que os primeiros Homo sapiens.


Estes antepassados ​são os Homo naledi, uma nova espécie cuja descoberta agitou a ciência.


Em 2015, o controverso paleontólogo americano Lee Berger ocupou as manchetes ao anunciar a descoberta em Maropeng de uma rica coleção de 1.500 ossos de quinze hominídeos de um tipo inédito.


A análise dessas ossadas revelou o retrato de um humanoide deslumbrante, dotado com características de espécies de vários milhões de anos, como um pequeno cérebro, e de outras mais recentes, como pés contemporâneos e mãos capazes de segurar ferramentas.


Lee Berger imediatamente ordenou seu achado no gênero Homo, a do homem moderno. Mas depois de não conseguir datar esses fósseis, atraiu a ira de muitos colegas que negaram qualquer novidade.


Na terça-feira 09/05, o professor da Universidade de Witwatersrand e sua equipe revelaram a idade dos ossos.


Seus resultados são surpreendentes. Os Homo naledi viveram entre 335.000 e 236.000 anos atrás, "no início do que nós consideramos como o começo da era dos humanos modernos", segundo Berger.


"Eles são surpreendentemente jovens", entusiasmou-se diante da imprensa. "Esta é uma espécie primitiva que sobreviveu por milhões de anos e que havia permanecido invisível".


"E é muito possível que o Homo naledi, esta espécie de hominídio de cérebro pequeno, tenha encontrado o Homo sapiens", ressaltou.


Casos de coabitação entre espécies já foram identificados. Na Europa, por exemplo, o homem de Neandertal cruzou seu caminho com o Homo sapiens antes de sua extinção há 30.000 anos.


Mas este cenário jamais havia sido traçado na África.


- Elo perdido -


"Humanos, parentes de humanos e parentes muito distantes dos humanos como o Homo naledi viveram aqui, no sul da Áfruca, durante os últimos 1,5 a 2 milhões de anos de nossa evolução", ressaltou outro membro da equipe, John Hawks, da Universidade de Wisconsin.



Esta realidade poderia colocar em questão as leituras lineares da evolução da Humanidade.


"Pensávamos que o Homem era invencível (...) e que havia apenas uma história ou uma linha reta cada vez mais humana com um cérebro maior e comportamentos mais complexos", acrescenta o pesquisador da universidade de Wisconsin.


"Não poderemos mais afirmar qual espécie fabricou quais ferramentas ou mesmo que os homens modernos estão na origem de certas inovações técnicas ou comportamentais", aventura-se Lee Berger.


"A árvore da nossa família tem vários ramos e foi só muito recentemente que um único se impôs", lembra Paul Dirks, da Universidade John Cook da Austrália. "A datação destes fósseis sugere muitas possibilidades de trocas (...) entre o Homo sapiens e o Homo naledi".


"Este pode ser um elo perdido crucial na história da nossa evolução", acrescentou o professor Berger.



- 'Neo' -


O paleontólogo também anunciou nesta terça-feira a descoberta de mais uma coleção de fósseis de Homo naledi em uma caverna próxima à de sua primeira descoberta.


Entre eles, um esqueleto bastante completo, incluindo um crânio muito bem preservado, apelidado de "neo", "presente" na língua local sesotho.


"Homo naledi (estrela em sesotho) é definitivamente uma nova espécie, este material bem preservado confirma a morfologia dos fósseis com a qual já estamos trabalhando", ressaltou Lee Berger a seus críticos.


O paleontólogo também voltou a falar sobre uma outra controvérsia relativa a sua descoberta inicial.


Em 2015, ele afirmou que a presença de ossos em uma caverna quase inacessível significava que ela era de fato um tumba e que o Homo naledi praticava ritos funerários, uma prática até então atribuída unicamente aos seres humanos modernos.


Sua hipótese suscitou muitas provocações de seus pares, mas Lee Berger persistiu nesta terça-feira, revelando que o caminho para o local de sua segunda descoberta era tão estreito quanto o primeiro.


"Isso reforça, creio eu, a ideia de que o Homo naledi utilizava essa caverna com um objetivo particular e potencialmente (...) que o Homo naledi enterrava seus mortos lá", insistiu.


As descobertas foram publicadas na revista científica eLife e, segundo Lee Berger, estão abertas a críticas.




Fonte: Yahoo!

Descoberto um dos últimos dinossauros que viveu na África


 
 
Um dos últimos dinossauros que viveu na África antes da extinção da espécie, há 66 milhões de anos, foi descoberto numa mina de fosfato no norte de Marrocos.
 

O estudo do fóssil, dirigido pela Universidade de Bath, Reino Unido, sugere que após a separação do supercontinente Gondwana (que há milhões de anos incluía a maior parte dos continentes atuais do hemisfério sul) uma fauna distinta de dinossauros evoluiu na áfrica.


A nova espécie, o `Chenanisaurus Barbaricus`, foi um dos últimos tipos de dinossauros na terra até à extinção da espécie e era contemporâneo do norte-americano `Tyranossaurus Rex`, refere o estudo, publicado na revista especializada Cretaceous Research.


Como pouco se sabe sobre os dinossauros que viveram na África até ao fim do período Cretáceo, há 66 milhões de anos, a descoberta é considerada importante pelos responsáveis da Universidade, que explicam que os depósitos de fosfato (usados em fertilizantes ou em bebidas de cola) são restos de um antigo fundo marinho.


No ano passado, Nick Longrich, da Universidade de Bath, estudou um fragmento raro de um osso da mandíbula que foi descoberto nas minas de Sidi Chennane, em Oulad Abdoun Basin (perto da cidade de Khouribga e que corresponde a quase metade das reservas de fosfato de Marrocos).


Em colaboração com outros especialistas de Marrocos, França e Espanha, Longrich identificou o fragmento como pertencendo a um Abelissauro. Os Abelissauros (em homenagem a Roberto Abel, do Museu Argentino de Ciências Naturais) eram carnívoros bípedes como o T.Rex e outros tiranossauros mas com um focinho mais curto e mais fraco e braços mais pequenos. Dominavam o território que é hoje essencialmente o hemisfério sul.


"Não temos praticamente nenhum fóssil de dinossauros deste período de tempo no Marrocos, pode até ser o primeiro dinossauro do fim do Cretáceo na África", disse Nick Longrich.
 
 
 
 
 Fonte: RTP

Jardim funerário de 4.000 anos é descoberto perto da cidade egípcia de Luxor



Os vestígios de um "jardim funerário" de mais de 4.000 anos de antiguidade foram encontrados na superfície de um túmulo da época faraônica perto de Luxor, no sul do Egito, anunciou na quarta-feira 03/05 o Ministério de Antiguidades.


Os arqueólogos conheciam a existência destes pequenos jardins, situados na entrada de hipogeus faraônicos, por sua representação em esculturas e pinturas murais nos túmulos.


No entanto, é a primeira vez que um jardim desse tipo foi descoberto na antiga cidade de Tebas, hoje chamada Luxor, indicou o ministério em um comunicado.


"Provavelmente o jardim devia ter um significado simbólico e desempenhava um papel importante nos rituais funerários", indicou José Galán, chefe da missão arqueológica espanhola que fez a descoberta no setor de Draa Abul Naga, perto de Luxor, afirma o comunicado.


Os restos do pequeno jardim funerário, de três por dois metros, divididos em pequenos quadrados, foram exumados na superfície de um túmulo e datam do Médio Império (2030-1640 a.C)


Os arqueólogos encontraram "as raízes e o tronco de uma pequena árvore de cerca de 4.000 anos, de uma altura de 30 centímetros", disse o comunicado.


Também descobriram "uma tigela que continha tâmaras e outras frutas" secas, "que serviram provavelmente como oferenda", segundo o texto.


O jardim continha "certamente diversas variedades de plantas e flores", indicou Mahmud Afifi, que dirige o departamento de egiptologia do ministério, citado no comunicado.


"Trata-se de um jardim único em sua espécie, nunca antes tinha sido feita uma descoberta similar na antiga cidade de Tebas", acrescentou Afifi. "Os arqueólogos conheciam estes jardins funerários graças unicamente às esculturas e pinturas murais".


Na entrada do túmulo, os arqueólogos também encontraram, em um pequeno nicho que fazia as vezes de capela, três estelas funerárias decoradas com cenas faraônicas. Uma delas conserva as cores ainda muito vivas - ocre, vermelho, amarelo, azul e preto, segundo as fotografias do ministério. Estes vestígios datam das 13º dinastia, detalhou o comunicado.


Em meados de abril, o ministério anunciou a descoberta, também em Draa Abul Naga, de três múmias, sarcófagos de madeira com cores vivas e cerca de mil pequenas figuras funerárias no túmulo de um magistrado da 18º dinastia (1550-1295 a.C)




Fonte: Yahoo!
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