terça-feira, 27 de julho de 2010

Força Aérea Uruguaia investiga foto de OVNI tirada na caravana celeste





A Força Aérea Uruguaia investiga uma foto que mostra um estranho objeto voando no céu durante a recepção à seleção do Uruguai, na terça-feira 13 de Julho.


A fotografia foi tirada na Avenida Libertador.
"Como o ônibus com os jogadores passava perto do meu trabalho eu saí por alguns minutos para sauda-los e tirar algumas fotos.

Tirei algumas fotos deles, e antes de ir, eu tirei duas fotos panorâmicas da Avenida del Libertador, porque era realmente impressionante ver tantas pessoas reunidas festejando.


À noite, quando eu fui para o computador eu vi que em uma delas havia um ponto negro, estranho, no céu. Ampliando a imagem vi que este ponto era um semi-círculo, com várias esferas debaixo", disse ao El Pais o autor das imagens, que prefere se manter anônimo.


A Força Aérea, através da
Comisión Receptora e Investigadora de Denuncias de Objetos Voladores No Identificados (CRIDOVNI) recebeu ontem a imagem para analisar e determinar se o "ponto" pode ser considerado um OVNI.

O coronel Ariel Sanchez, diretor da Comissão, disse ao El País que na terça-feira, 13 de julho, não foram registradas anomalias no espaço aéreo, já que foi "muito controlado", pois aviões da Força Aérea participaram dos festejos da seleção do Uruguai.


De qualquer forma, Sanchez disse que uma investigação será conduzida de forma científica com os profissionais da Força e que a pesquisa irá produzir dados precisos sobre a origem do objeto.


"Nós nunca descartamos a hipótese extraterrestre, mas sabemos que podem ser partículas físicas ou manifestações luminosas", reconheceu o coronel.


A Força Aérea analisa uma média de quatro fotos por mês em que aparecem objetos estranhos.
Também recebe três relatos por mês de pessoas que dizem ter visto um OVNI.

"Há algumas imagens que não merecem ser analisadas, seja por falta de informação ou porque simplesmente o que você vê na foto é um inseto ou um pássaro.


Fotografias ou filmagens não são determinantes para nenhum caso, mas uma contribuição, já que hoje existem muitos meios técnicos para fazer montagens.


"
CRIDOVNI analisou 2.100 casos nos últimos 30 anos, dos quais cerca de 40 não têm explicação. "Encontramos objetos realmente estranhos, vistos principalmente pelos pilotos e observadores", disse Sanchez.

"Lembro de alguns casos não resolvidos dentro da Comissão.
Um deles foi a perseguição feita por aeronaves militares em uma noite em 1986. Ocorreu na represa de Palmar, os pilotos viram uma esfera luminosa, pegaram os aviões e decidiram segui-la".

"Quando eles tentaram interceptá-la, a esfera escapou em alta velocidade na direção da Argentina e não pôde ser alcançada".


"Quando os pilotos voltaram à sua base, a esfera apareceu outa vez na represa.
Mas aconteceu o mesmo: eles começaram a perseguição e a perderam de vista. A esfera se distanciou mudando de cor, em vez do vermelho inicial para o amarelo".

"Um caso semelhante aconteceu com um grupo de pilotos militares que faziam exercicios na base de Santa Bernardina, em Durazno, em 1996".


"Como naquela noite de 86, viram duas esferas luminosas, que foram confirmadas pela torre de controle de tráfego do aeroporto. Mas quando fugiram, mantiveram sua forma e luminosidade, que serviram para confirmar a sua forma esférica".

"Minutos mais tarde, os pilotos viram que as esferas começaram a perder brilho mantendo somente seu contorno iluminado.
Nesse momento os satélites foram descartados porque eles não ficam tão perto do chão".


Análise de um especialista



A imagem da Força Aérea já foi analisada pelo especialista
Hector Boetto, que publicou no seu website signosenelcielo.blogspot.com, que o objeto estranho tem uma forma semicircular, com uma série de esferas na base".

"O que chama a atenção é a disposição perfeita dessas esferas, em uma linha bem definida", acrescentou.


Tradução: Carlos de Castro



Fonte: El País Uruguai


EUA: Criatura misteriosa encontrada na baía de St. Louis

Molde da pegada do animal desconhecido


O Departamento de Polícia da Baía de St. Louis está investigando uma criatura misteriosa e perigosa no bairro de Cedar Point.

Eles disseram que um morador da área relatou ter visto um estranho animal tentando arrastar seu cão para matá-lo. O problema é que ninguém sabe que tipo de animal é.

A polícia fez um molde de uma pegada e um perito animal a analisará em breve. A pegada tem cerca de três polegadas e meia de comprimento, com longas garras afiadas.

Disseram que poderia ser de um leão da montanha, mas não sabem ao certo até que tenham a opinião de um perito.

Mike DeNardo é o Vice-Chefe do Departamento de Polícia da Baía de St. Louis.

"Tivemos uma chamada na Falicity Street de um animal arrastado por um grande predador", disse DeNardo.

"Nós não queremos que as pessoas tentem se aproximar dele. Tomem cuidado com ele. Sejam realmente cautelosos com os seus animais, e acima de tudo sejam cautelosos com suas crianças. Nós não temos ainda nenhuma idéia do que é. "

A polícia disse que uma vez que seja determinado o que é a criatura, eles pedirão ajuda a um caçador.


Tradução: Carlos de Castro



Fonte: WLOX 13


segunda-feira, 26 de julho de 2010

Boeing lança avião não-tripulado movido a hidrogênio


Empresa faz aeronave ‘ecológica’ com motor feito pela Ford.

A Boeing apresentou o Phantom Eye, seu novo avião a hidrogênio não tripulado. O protótipo poderá voar por quatro dias a quase 20 km de altura.

“O Phantom Eye é o primeiro do tipo e pode iniciar um negócio novo de recolhimento de dados e comunicações”, diz o presidente da Boeing Phantom Works, Darryl Davis. Há uma grande chance deste avião ser empregado para a espionagem no futuro.

Até o final desta temporada de verão, nos Estados Unidos, o avião deverá ser levado para a Base Aérea de Edwards na Califórnia para iniciar preparação para seu primeiro voo. O teste acontecerá no início de 2011 e deve durar de quatro a oito horas.



O avião pode não ter o design mais bonito, mas será ecológico. “A propulsão a hidrogênio será a chave do sucesso do Phantom Eye.

É muito eficiente, oferece uma grande economia de combustível, e o único subproduto gerado é a água, então, é também uma aeronave ‘verde’ ”, diz Drew Mallow, gerente do programa Phantom Eye.

A aeronave deve atingir uma velocidade aproximada de 277 quilômetros por hora e carregar até 200 quilos.



Tem dois motores de 2,3 litros de quatro cilindros, com 150 cv cada (300 cv no total). Seria o equivalente ao novo Ford Mustang V6, de 305 cv, a comparação é justa porque o motor foi desenvolvido pela Ford.

Além dela, Nasa, Ball Aerosapace, Aurora Flight Sciences, Mahle Powertrain, Turbosolutions Engineering e a Agência de Projetos de Pesquisa de Defesa Avançados estão entre as empresas e organizações que participaram do projeto.


Fonte: Revista Galileu


Lontra mais rara do mundo é fotografada na Indonésia

Lontra-de-nariz-peludo, a mais rara do mundo, fotografada em Bornéu, na Indonésia; espécime mede 1,3 m e pesa 7 kgs


A espécie mais rara de lontra do mundo foi descoberta em Bornéu, na Indonésia. Um espécime foi fotografado por uma armadilha com câmera montada por cientistas.

A lontra-de-nariz-peludo (Lutra sumatrana) foi fotografa na Reserva da Floresta Deramakot, no Estado de Sabah.

O último registro confirmado da lontra em Sabah ocorreu há mais de cem anos. A espécie foi observada em poucos lugares fora de Bornéu.

A lontra tem pescoço branco, uma cabeça mais longa e achatada e pelos mais escuros que seu parentes.

Poucas lontras-de-nariz-peludo existem em ambiente natural; a espécie é considerada ameaçada pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN).

O espécime na foto mede 1,3 metro de comprimento e pesa 7 quilos.

O animal foi fotografado por membros do projeto Conservação de Carnívoros em Sabah (ConCaSa). Detalhes da descoberta foram publicados no periódico "Small Carnivore Conservation", publicado pela IUCN.


Fonte: Folha.com

Capivaras “invadem” represa em São José do Rio Preto



Censo da prefeitura contabilizou 126 animais à beira da represa municipal.

A população de capivaras na represa municipal de São José do Rio Preto, cidade a 450 km de São Paulo, vem aumentando e começa a superlotar a região.

A prefeitura realizou um censo que mostrou que, atualmente, 126 capivaras vivem às margens da represa.

A população dos animais cresceu e, só nos últimos dois anos, aumentou em 40%. Os moradores de São José do Rio Preto gostam das capivaras e acreditam que elas são uma espécie de cartão postal da cidade.

No entanto, o grande número de animais está superlotando as margens da represa e causando alguns incômodos, pois os animais ficam perto da rua e podem ser atropelados.


Fonte: R7

Anfíbio longevo fornece pistas sobre como viver mais

Proteus, anfíbio cego e com pele translúcida que vive em cavernas no sul da Europa; animal vive mais de 70 anos


Um anfíbio pequeno e cego, com uma pele translúcida, está fornecendo pistas importantes na busca pelo elixir da vida.

O proteus (Proteus anguinus) vive em cavernas no sul da Europa, especialmente na Eslovênia e Croácia, pesa 20 gramas e é um dos poucos anfíbios que vive inteiramente em ambiente aquático.

Como muitos animais que vivem em cavernas, adaptou-se à pouca luminosidade, perdendo olhos e pigmentação da pele.

O proteus parece reproduzir-se ainda no estágio larval e, diferentemente de sapos e rãs, os animais adultos retêm características juvenis, como guelras.

Pensava-se que essas características do animal eram o resultado de um desenvolvimento abortado pelo difícil ambiente das cavernas. No século 17, acreditava-se que o animal era filhote de dragão.

Mas Yann Voituron,da Universidade de Lyon, na France, está interessado no proteus por outro motivo: sua grande expectativa de vida. Em zoológicos, o animal vive 70 anos. Ele acredita que esses anfíbios podem viver até 102 anos.

Voituron e sua equipe chegaram a esse número, que é três vezes maior que espécies de anfíbios de parentesco próximo, usando uma fórmula que estima a expectativa de vida média de animais adultos em cativeiro relativa a sua massa. "Mesmo os espécimes mais velhos podem se reproduzir", diz.

Mas como o proteus consegue viver tanto? Para começar, ele vive em um ambiente frio, o que reduz sua taxa metabólica.

Quanto menor a taxa metabólica, menor a produção de radicais livres, que danificam o DNA. Isso ocorre porque os radicais livres são um resíduo indesejado da manufatura da molécula adenosina trifosfato (ATP), a carregadora de energia do corpo, produzida nas mitocôndrias das células.

Além de atacar DNA, radicais livres também produzem espécies reativas de oxigênio (ROS), que atacam tecidos. Portanto, menos ROS pode significar menos envelhecimento.

Mas, de acordo com Voituron, a longevidade dos proteus não pode ser explicada totalmente pela baixa taxa metabólica e pelos seus eficientes mecanismos antioxidantes, pois seu metabolismo e atividade antioxidante não são muito diferentes dos de outros anfíbios que vivem muito menos. Então qual é o segredo?

Voituron sugere que o proteus possui uma maneira de gerar energia que produz menos radicais livres do que outros animais.

Ele e sua equipe completaram experimentos, ainda não publicados, que "sugerem um funcionamento peculiar das mitocôndrias nesta espécie".

"Se o proteus consegue produzir ATP sem muito ROS, isso explicaria sua longevidade."


Fonte: Folha.com

Cratera "engole" carro e semáforo nos EUA


Cadillac Escalade é visto no fundo da cratera 20 horas após o acidente

Vinte horas após abertura do buraco em uma rua movimentada de Milwaukee, veículo continuava no fundo da cratera.

Uma cratera formada na cidade de Milwaukee, no Estado americano de Wisconsin, "engoliu" um semáforo e um Cadillac Escalade na tarde da última sexta-feira.

Vinte horas após a abertura do buraco em uma rua movimentada da cidade, o veículo continuava no fundo da cratera.

Em entrevista à rede CNN, o motorista do carro, Lance Treankler, afirmou que "a rua simplesmente sumiu".

"Quando o carro caiu, minha cabeça foi atingida e eu fiquei inconsciente por alguns segundos. Quando olhei para cima, vi água jorrando de um cano", disse.

O motorista sofreu apenas alguns arranhões e ninguém mais ficou ferido. As autoridades ainda não identificaram o motivo do acidente, mas fortes chuvas atingem a região da cratera desde a última quinta-feira.


Fonte: IG

Rapaz cai do 16º andar de prédio na Nova Zelândia e passa bem, diz jornal


Jovem de 15 anos despencou de terraço na noite da última quinta-feira (22). Ele foi hospitalizado em estado grave, mas passa bem - e espanta médicos.

Um jovem de 15 anos sobreviveu a uma queda do 16º andar do prédio em que vive em Manukau, na Nova Zelândia, informa, neste domingo (25), o jornal "The New Zealand Herald".

De acordo com a públicação, o rapaz encontra-se hospitalizado e em condições estáveis de saúde.

A queda, com altura entre 40m e 50m, ocorreu na noite da última quinta-feira e resultou em um pulso e uma costela quebrados e uma fratura exposta na perna.

Médicos ouvidos pela publicação estão espantados com o fato de ele ter sobrevivido.

O garoto caiu sobre o telhado do estacionamento do prédio antes de bater contra o chão de concreto. O impacto com o telhado teria atenuado a queda e sido determinante em sua sobrevivência.

As causas do acidente ainda não estão claras e as autoridades locais investigam o episódio. Testemunhas contam ter visto o garoto debruçado sobre o terraço de seu apartamento.

Um vizinho que fumava durante o momento da queda teria visto o garoto cair. "O som [do impacto] foi semelhante ao de um acidente entre carros, mas quando olhamos pela janela e vimos seu corpo, só se ouvia gritos e pessoas descendo as escadas para socorrê-lo."

Uma fonte ouvida pela publicação afirmou que é muito raro que alguém sobreviva a uma queda acima do 5º andar e considera "bizarro" o fato de alguém sobreviver à queda de 16 andares.


Fonte: G1

Supertatus tinham toca para escapar de dente-de-sabre

Infografia Ariel Tonglet/Ilustração Sandro Castelli
Animal de 400 mil anos era maior do que mais avantajado dos tatus atuais; humanos cabem agachados nos buracos


Por que diabos um supertatu da Era do Gelo, coberto por uma armadura natural e munido de garras possantes, precisaria se esconder sob a terra, como os tatus atuais?

"Você tem de lembrar que um dos predadores da época era o Smilodon [o célebre dente-de-sabre]", explica Francisco Sekiguchi Buchmann, da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de São Vicente. "Portanto, provavelmente valia a pena."

Buchmann e seus colegas estão descobrindo como era extensa a rede de bunkers antidente-de-sabre dos supertatus.

Segunda a última contagem, apresentada no 7º Simpósio Brasileiro de Paleontologia de Vertebrados, já são cerca de 200 paleotocas, como os pesquisadores as chamam --algumas ainda intactas, outras (a maioria) já preenchidas por terra.

Com até 45 metros de comprimento, os túneis se espalham por diversas localidades no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e em São Paulo.

Os buracos estão vindo à tona aos montes durante, por exemplo, cortes de terra feitos para obras de infraestrutura em vários municípios.

As paleotocas são grandes o suficiente para abrigar humanos --agachados, bem entendido. Isso permitiu que Buchmann e colegas como Renato Pereira Lopes, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), estudassem em detalhe tanto o interior das que se encontram desobstruídas quanto sua disposição no ambiente.


CSI TATU



Esse trabalho de detetive revelou, em primeiro lugar, que os escavadores dos túneis eram tão cuidadosos quanto os construtores de um metrô na hora de montar suas supertocas.

"Não adianta simplesmente cavar um buraco no chão, porque a chuva vai encher aquilo de água em dois tempos", explica Lopes.

Os bichos, portanto, aproveitavam as encostas de grandes barrancos. O mapeamento dos locais com a ajuda do GPS (Sistema de Posicionamento Global) sugere que os cavadores levavam em conta variáveis como posição do Sol, ventilação e presença de água na hora de construir seus ninhos.

Na Era do Gelo, a partir de 400 mil anos atrás (idade estimada para as paleotocas), não faltavam criaturas avantajadas que pudessem ter criado a rede de túneis.

As pistas, porém, apontam para os supertatus -mais especificamente bichos do gênero extinto Propraopus, por exemplo, significativamente maiores que os tatus-canastras do Brasil moderno.

São pistas indiretas: marcas de garras, de pelos e de osteodermas (como são conhecidas as unidades que formam a carapaça dos tatus) que batem com o que se conhece dos Propraopus. Ao se arrastar pelas galerias, explicam os pesquisadores, os bichos deixaram tais marcas.


CONDOMÍNIO FECHADO


Uma característica paradoxal das paleotocas é o fato de elas apareceram aos montes no mesmo lugar. "Eles formavam condomínios", diz Buchmann. Paradoxal porque tatus são bichos solitários, e não sociais.

O ajuntamento dos bunkers provavelmente tem a ver com o terreno favorável, e não com algum interesse dos supertatus em vizinhança animada.

Falta ainda a prova definitiva: achar o fóssil de algum dos bichos "em casa". "Nas tocas ainda abertas, o contato com o ar deve ter decomposto os ossos", afirma ele.

As supertocas e supertatus estudados pelos pesquisadores brasileiros podem parecer impressionantes para os desavisados, mas são café pequeno diante do tamanho gigantesco que outras espécies do tipo alcançaram.

A Era do Gelo foi também uma era de ouro para os tatus e bichos assemelhados. Originários da América do Sul (a mais antiga espécie tem uns 60 milhões de anos e foi achada em Itaboraí, no Rio de Janeiro), os bichos avançaram rumo à América do Norte quando o istmo do Panamá se formou e uniu os dois subcontinentes.

De norte a sul, os ambientes foram tomados pelos gigantescos gliptodontes, cuja carapaça maciça e arredondada dava a essas criaturas o aspecto -e o tamanho aproximado- de um Fusca. Não cavavam tocas, claro.

Os gliptodontes não são considerados tatus verdadeiros. Ao contrário de seus primos menores, eram pastadores, e não comedores de inseto.

Outra diferença importante é a falta de dobradiças no casco, o que os tornava rígidos feito um tanque se comparados, por exemplo, a um tatu-bola.

Além dos tatus verdadeiros e dos gliptodontes, outros animais do tipo a alcançar grandes dimensões foram os pampatérios, esses com carapaças mais maleáveis.

Não se sabe ao certo porque essa diversidade de bichos gigantes sumiu. Mudanças na vegetação são um dos fatores apontados pelos paleontólogos, mas a caça por humanos não está descartada.


Fonte: Folha.com

Israel: descoberta tábua semelhante ao Código de Hamurabi


Uma equipe da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriu em escavações em Tel Hazor, no norte de Israel, o fragmento de uma tábua cuneiforme que apresenta semelhanças com o conteúdo e o momento da criação do Código de Hamurabi, um dos mais antigos conjuntos de leis escritas.

O fragmento está escrito na língua acádia, atualmente extinta e usada na antiga Mesopotâmia principalmente por assírios e babilônios no segundo milênio antes de Cristo.

Os arqueólogos dataram a tábua entre os séculos XVIII a.C. e XVII a.C., o mesmo período do Código de Hamurabi, disse nesta segunda-feira a universidade em comunicado.

A tábua foi achada recentemente em Tel Hazor, um dos sítios arqueológicos mais importantes de Israel, declarado Patrimônio da Humanidade em 2005.

"Leis similares às do Código de Hamurabi são conhecidas pela Torá (corresponde ao Antigo Testamento), mas a diferença de tempo entre as duas escrituras é de mil anos.

Agora, temos em nossas mãos o fragmento de uma tábua que contém leis muito similares ao código, mas achada em Hazor e que datam do mesmo período", aponta o professor Amnon Ben-Tor, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica.

Os fragmentos encontrados se referem a questões relacionadas com legislação sobre danos pessoais e relações entre amos e escravos, que guardam similaridades com a peça de Hamurabi descoberta há mais de um século no que hoje é o Irã.

A tabuleta achada em Israel também contém diretrizes relacionadas com a legislação bíblica, do tipo "olho por olho, dente por dente", dizem os pesquisadores.

Durante anos, estudiosos da Bíblia e acadêmicos tentaram desvendar as relações existentes entre a lei mosaica e a babilônica.

"Hoje sabemos que em Tel Hazor havia uma escola de escribas que estavam familiarizados com o Código de Hamurabi", aponta Ben-Tor, para quem essa transferência de conhecimento pode ter acontecido na última etapa da Idade do Bronze.

Segundo o pesquisador, a descoberta pode ajudar a entender sobre como esse tipo de leis passou para o período israelita.


Fonte: Terra

Enxame de abelhas ataca família em Goiânia


Crianças só escaparam com a ajuda dos bombeiros; pai está em estado grave.

Uma família foi atacada por um enxame de abelhas dentro da própria casa, em Goiânia. Dois meninos, de sete e 13 anos, ficaram presos dentro de casa e só saíram com a ajuda dos bombeiros.

Eles foram levados a um hospital para tomar doses de antialérgicos e liberados em seguida. O pai dos garotos continua internado em estado grave.


Fonte: R7

Morador encontra onça na garagem de casa



Ele foi tirar o carro e deu de cara com uma onça sussuarana.

Você já pensou em ir até a garagem da sua casa e dar de frente com uma onça? Foi isso que aconteceu na tarde de sábado (24) no centro de São Tomaz do Aquino, no Sul de Minas.

Segundo a Polícia Militar Ambiental, um morador viu que a onça estava na garagem dele quando foi tirar o carro.

Ao se aproximar do veículo ele ouviu um rosnado e estranhou, já que não tem cachorro. Foi então que deu de frente com uma onça sussuarana.

Ele chamou a polícia e o Corpo de Bombeiros, que capturaram o animal e o levaram para São Sebastião do Paraíso.

Segundo a PM, o animal é adulto e tem o tamanho de um cachorro da raça pastor alemão. A onça vai ficar no quatel da Polícia Militar Ambiental de Passos até segunda-feira (26), quando deve ser levada pelo Ibama, que já foi acionado.


Fonte: EPTV

sábado, 24 de julho de 2010

Urso gigante habitava Argentina, revela fóssil


Há 700 mil anos, um urso que pode ter passado de 1,5 tonelada atacava os herbívoros de La Plata, na Argentina, com a mesma voracidade que os humanos gaúchos hoje dedicam ao churrasco.

Trata-se, de longe, do maior urso que já viveu, e do maior carnívoro do planeta durante o Pleistoceno (a Era do Gelo), afirma um dos responsáveis por descrever o fóssil, Leopoldo Soibelzon, do Museu de La Plata.

"É outra ordem de magnitude [perto dos demais ursos]", diz Soibelzon. Há registros de ursos-polares com até uma tonelada no começo do século 20. Hoje, eles e os ursos-pardos, os dois maiores bichos do tipo, não passam de 700 kg.

O pesquisador apresentou os dados no 7º Simpósio Brasileiro de Paleontologia de Vertebrados, organizado pela Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro).

Os fósseis-dois "braços", ambos com ossos articulados- amargaram décadas de gaveta antes de ser analisados.


HOSPITAL


"Foram achados durante a construção de um hospital em La Plata, 40 anos atrás. Quando você os vê pela primeira vez, fica achando que são de um mastodonte, de tão grandes", diz Soibelzon.

"Sempre quis trazer a público, mas a vida vai levando, o momento nunca chega." A oportunidade veio quando o argentino e uma aluna iniciaram um estudo da massa (o popular peso) dos ossos fósseis.

Visitando museus, e com ajuda de um colega americano, Blaine Schubert, da Universidade Estadual do Leste do Tennessee, Soibelzon se deu conta de que nenhum outro urso chegava perto do monstrão.

Trata-se, aliás, de um gigante entre gigantes: sua espécie, Arctotherium angustidens, já era conhecida pelo tamanho, mas nunca se imaginou que um indivíduo pudesse ficar tão grande.

A explicação para o porte desmesurado do bicho provavelmente tem a ver com o fato de que os ursos são invasores recentes na América do Sul, vindos do norte depois que a América Central se formou e uniu os dois subcontinentes americanos.

"Logo aparece em cena um urso gigantesco num continente, naquela época, quase vazio de carnívoros", explica Soibelzon. "Tinham um mundo, um supermercado de carne para comer."

Quando outros carnívoros, como os felinos, foram se estabelecendo na América do Sul, os ursos evoluíram para se tornar menores e mais herbívoros. A única espécie ainda viva na região é o urso-andino (Tremarctos ornatus), com apenas 150 kg.

Um estudo sobre o exemplar gigante do Arctotherium angustidens sairá na revista "Journal of Paleontology".


Fonte: Folha.com

Astrônomos encontram a estrela de maior massa do universo


R136a1

Astrônomos britânicos descobriram o que se acredita ser a estrela de maior massa do universo. De acordo com os cientistas, a massa atual do astro é 265 vezes maior que a do Sol e a luminosidade cerca de 10 milhões de vezes mais intensa.

Usando o Telescópio Extremamente Grande, no Chile, da Organização Europeia para a Investigação Astronômica no Hemisfério Sul (ESO, na sigla em inglês) – que reúne 14 países – e informações de arquivo capturadas pelo telescópio espacial Hubble, da agência americana (Nasa), a equipe liderada pelo astrofísico Paul Crowther, da Universidade de Sheffield, calculou que a massa da estrela gigante teria sido 320 vezes maior que a do Sol no momento de sua formação, número que também é o dobro da estrela de maior massa anteriormente conhecida.

A estrela, batizada de R136a1, faz parte do aglomerado de estrelas jovens RMC 136a. Os astrônomos também encontraram outras estrelas imensas no aglomerado NGC 3603.

Ambos aglomerados foram apelidados de “fábricas de estrelas”, já que novos astros se formam constantemente a partir da extensa nuvem de gás e poeira das nebulosas.

O NGC 3603 fica a 22 mil anos-luz do sol, na Nebulosa da Tarântula, e o RMC 136a fica em uma galáxia vizinha à nossa, a 165 mil anos-luz de distância, a Grande Nuvem de Magalhães.

Segundo o artigo publicado na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, a expectativa é de que estrelas colossais como as encontradas existam apenas durante alguns milhões anos, antes de explodirem.

A existência de estrelas como essas, afirmam astrônomos, era mais comum no início do universo.

Embora a R136a1 seja a estrela de maior massa já encontrada, outras estrelas menos densas e com diâmetros maiores que a dela já eram conhecidas pelos astrônomos.


Planetas


Ainda segundo os cientistas, é pouco provável que alguma dessas estrelas venha a ter planetas orbitando a seu redor, já que demoram mais tempo para serem formados que a "curta" vida das estrelas.

Muitas das estrelas observadas têm temperatura superior a 40 mil graus centígrados – mais de sete vezes superior à temperatura do Sol – além de serem dezenas de vezes maiores e milhões de vezes mais brilhantes que o astro.

“Ao contrário dos humanos, essas estrelas nascem pesadas e vão perdendo peso ao envelhecer”, disse Crowther.

“Com um pouco mais de um milhão de anos, a estrela mais extrema, a R136a1 já está na ‘meia idade’ e passou por um programa intenso de ‘emagrecimento’, perdendo mais de um quinto de sua massa inicial neste período, ou mais de 50 massas solares.”

Se a R136a1 substituísse o Sol em nosso Sistema Solar, “a sua grande massa reduziria a duração de um ano na Terra para apenas três semanas e banharia o planeta em uma radiação ultravioleta incrivelmente intensa, tornando a vida impossível em sua superfície”, afirma Raphael Hirschi, da Universidade de Keele, integrante da equipe.

Estrelas como essas são extremamente raras e se formam apenas nos aglomerados estelares mais densos.

Se houvesse algum planeta dentro do aglomerado RMC 136a, o céu nunca escureceria, já que a densidade de estrelas na região é 100 mil vezes maior do que em torno do Sol e muitas delas são extremamente brilhantes.

A descoberta ainda confirmou a hipótese anterior dos astrônomos, de que há um tamanho máximo para estrelas, e a R136a1 levou os cientistas a estenderem este limite.


Fonte: BBC

Cratera no Egito indica que mesmo asteroides menores podem ser perigosos

Cientistas trabalham no interior da Cratera Kamil, no sul do Egito. Divulgação

Rochas com massa de poucas dezenas de toneladas podem não se fragementar tanto quanto o esperado.

Uma cratera de impacto com 45 metros de diâmetro e ainda apresentando características que a atmosfera da Terra costuma apagar ao longo do tempo foi encontrada no sul do Egito, com a ajuda do Google Earth.

A descoberta está descrita na edição desta semana da revista Science, e sugere que objetos relativamente pequenos podem chegar à superfície terrestre com mais energia - e causar maior destruição - do que se imaginava.

Chamada Cratera Kamil, a depressão foi causada pelo impacto de um meteorito metálico, provavelmente ocorrido há poucos milhares de anos.

De acordo com os autores do estudo, crateras de impacto tão bem preservadas quanto esta só haviam sido observadas anteriormente em astros desprovidos de atmosfera.



O artigo na Science, que tem como principal autor Luigi Folco, da Universidade de Siena, Itália, estima que o objeto causador do impacto tinha uma massa de 20 a 40 toneladas antes de entrar na atmosfera da Terra, e que o fragmento que atingiu o solo no Egito pesava de 5 a 10 toneladas.

Essas estimativas, destacam os autores, contradizem modelos teóricos que preveem que asteroides com massa inicial inferior a alguns milhares de toneladas deveriam se fragmentar de modo significativo ao entrar na atmosfera, reduzindo a energia liberada no impacto.

Se os cálculos apresentados na Science estiverem corretos, objetos com massa de poucas dezenas de toneladas podem não se fragmentar tanto quanto o esperado, o que os tornaria mais perigosos do que se imaginava.

Os cientistas estiveram no local da cratera no início deste ano, e determinaram que a depressão tem uma borda elevada de cerca de 3 metros de altura, e profundidade total de 16 metros.

Buscas realizadas na cratera e arredores revelaram 5.178 fragmentos de meteorito de ferro, numa massa total aproximada de 1,7 tonelada. O maior fragmento pesa 83 kg.


Fonte: Estadão

Macho terá 2 leoas para salvar a maior subespécie de leões

Chalid

O zoológico de Hanover, na Alemanha, apresentou na sexta-feira o recém-chegado Chalid, um leão berbere.

Segundo o zoo, duas leoas esperam Chalid no estabelecimento e, como só existem 54 animais desse tipo no mundo, recai sobre seus ombros a pressão para a procriação da subespécie em cativeiro. As informações são da Agência EFE.

Em seu site na internet, a instituição descreve o leão berbere (Panthera leo leo) como o mais pesado e maior de todos os leões.

Ele é um caçador noturno que pode alcançar 2,5 m de comprimento, até 250 kg e que pode viver até 25 anos.

A espécie tem pelos longos nas patas e no abdome e o macho se caracteriza por uma juba com pelagem muito espessa.

Existindo apenas em cativeiro, esta espécie foi extinta do seu habitat natural - no norte da África - no Século XX. Hoje ela faz parte do Programa Europeu de Espécies Ameaçadas.

Esse programa conta com o apoio de zoológicos e parques pelo mundo, como o Zoológico Nacional de Marrocos, que se esforça por preservar espécies como esta.

Ainda de acordo com o zoo, após desaparecer da natureza, na metade do século XX, a subespécie só poderia ser encontrado no zoológico de Rabat, no Marrocos.

A reprodução controlada salvou o leão berbere de desaparecer e então espécimes foram encaminhados à Europa.

As duas leoas também chegaram ao zoo recentemente, em abril deste ano. Inicialmente, passaram protegidas do frio europeu, mas depois foram para exposição.


Fonte: JB Online


Arqueólogos encontram no Peru túnel para sacrifícios humanos

A antropóloga e pesquisadora Maria Del Pilar observa ruínas moche


Um local cerimonial antigo, utilizado por uma civilização pré-colombiana para sacrifícios humanos, foi achado na costa norte do Peru, disseram arqueólogos na quinta-feira.

A descoberta reforçaria as teorias sobre uma cerimônia chamada "apresentação", realizada pela cultura mochica, uma civilização agrícola que existiu entre 100 a.C. e 800 d.C..

Carlos Wester La Torre, diretor do Museu Bruning no Peru e líder da escavação, disse que no local provavelmente ocorriam rituais de matança de prisioneiros de guerra. Fotos feitas ali mostram mais de 12 esqueletos no chão do túnel.

"Após a escavação de grandes unidades pôde-se documentar este grande corredor ou passagem cerimonial que permite estabelecer a presença de certas personalidades da elite mochica, e também a existência de atividades rituais muito complexas, como os sacrifícios humanos", disse Wester à Reuters.

Sua equipe descobriu um corredor de 60 metros de comprimento que leva a três pórticos equidistantes e cinco tronos na pirâmide principal do sítio arqueológico.

Os restos de um mural achado dentro do corredor mostram três sacerdotes cuja ornamentação confirma a participação dos líderes políticos da cultura mochica na cerimônia, explicou.

Acredita-se que o Peru, que conta com centenas de sitos arqueológicos, inclusive a famosa cidadela inca de Machu Picchu, seja um dos primeiros lugares do planeta em que se desenvolveu a agricultura.


Fonte: UOL

Baleia salta e quebra mastro de barco na África do Sul


Uma baleia de cerca de 40 toneladas saltou sobre um barco e quebrou seu mastro no litoral da África do Sul, no último domingo (18).

"Nós estávamos observando a baleia por cerca de meia hora", disse Paloma Werner, administradora da Academia de Iatismo da Cidade do Cabo, que estava no iate com seu namorado, o instrutor de iatismo Ralph Mothes.

"Ela estava a cerca de 100 ou 200 metros de nós quando desapareceu sob a água e reapareceu a cerca de 10 ou 20 metros do barco, mas nós não pensamos que ela estava em rota de colisão", disse Werner ao site americano MSNBC.

"Meu namorado disse para eu ir para o outro lado do barco. Tudo que eu ouvi dele depois foi 'oh, merda' e então vi a baleia saltar da água e atingir o mastro do barco", disse.

Com o acidente, pedaços de gordura da baleia ficaram no barco, mas o casal diz não ter visto sinais de sangue na água. Apesar dos estragos, o barco conseguiu navegar até um porto em Table Bay, na Cidade do Cabo.


Fonte: UOL

Urso invade carro, coloca em ponto morto e anda 38 metros

Caso ocorreu em Larkspur, no estado do Colorado. Família estava dormindo quando o urso entrou no carro.

Um urso ficou trancado dentro de um carro na sexta-feira (23) em Larkspur, no estado do Colorado (EUA), depois que buzinou e desengatou o veículo, fazendo com que ele descesse 38 metros até bater. Devido a um solavanco, a porta fechou e prendeu o animal dentro do carro.

O adolescente Ben Story disse que sua família estava dormindo quando o urso entrou no carro através de uma porta destravada.

Os vizinhos ligaram para o serviço de emergência da polícia, que libertou o urso. Ninguém ficou ferido, mas o interior do carro foi danificado pelo animal.


Fonte: G1

São Paulo: Lobo-guará é capturado perto da praça Arautos da Paz em Campinas




Um lobo-guará foi encontrado no estacionamento da Regional 3 da Prefeitura de Campinas, ao lado da Praça Arautos da Paz, na manhã da sexta-feira (23).

Segundo a zoóloga dos Bosque dos Jequitibas, Eliana Ferraz, o animal é de vida livre. A administração municipal ainda sabe como o lobo-guará veio para Campinas.

A captura do animal foi feita pelo corpo de bombeiros da cidade. O animal foi levado para o Bosque dos Jequitibas, mas não está em espaço para visitação.

O animal será alimentado e devolvido para a natureza, mas o local ainda não foi definido.


Loba do bosque continua desaparecida


Em fevereiro, um fêmea de lobo-guará fugiu do Bosque dos Jequitibás. Várias buscas foram feitas, mas ela ainda não foi encontrada.


Fonte: EPTV

Mexicana de 10.000 anos dá pistas sobre ocupação das Américas

Reconstituição da Mujer de las Palmas, esqueleto mexicano de 10.000 anos


Reconstituição de aparência feita com base em esqueleto encontrado em 2002 sugere origem indonésia.

Uma reconstituição científica de um dos mais antigos conjuntos de restos humanos das Américas parece dar apoio às teorias de que os primeiros povos a emigrar para este hemisfério vieram de uma área mais ampla do que se imaginava.

O Instituto Nacional de Antropologia e História do México divulgou fotografias da imagem reconstituída de uma mulher que provavelmente viveu na costa caribenha do México há 10.000 ou 12.000 anos.

Antropólogos acreditavam que os seres humanos migraram para as Américas durante um período curto e vindo de uma área limitada no nordeste da Ásia, por meio de uma ponte de terra temporária aberto no Estreito de Bering durante uma era glacial.

Mas o arqueólogo mexicano Alejandro Terrazas diz que o quadro agora se complica, porque a reconstituição lembra mais o povo de áreas como a Indonésia.

"A história não é tão simples", disse Terrazas. "Isso indica que as Américas foram povoadas por diversos movimentos migratórios, não só uma ou duas ondas via Bering".

Alguns especialistas não ligados ao estudo mexicano pedem cautela.

Ripan Malhi, da Universidade de Illinois, disse que "usar reconstituição facial para determinar ancestralidade não é tão forte quando usar DNA, porque o ambiente pode influenciar as características da face".

Ele acrescenta que a preponderância da evidência genética indica o nordeste da Ásia como a principal fonte dos primeiros americanos.

No entanto, há poucas oportunidades de usar DNA para identificar as origens dos primeiros habitantes do continente, porque poucos esqueletos de mais de 10.000 anos sobrevivem.

A mulher, conhecida como "La Mujer de las Palmas", foi descoberta por mergulhadores em 2002.

A antropóloga Susan Gillespie, da Universidade da Flórida, lembra que, embora a teoria da ponte de Bering ainda tenha muito apoio, "a situação é muito mais complexa que o cenário direto... de caçadores correndo atrás de mamutes pela 'ponte de Bering' até o Alasca".

"Recentemente tem havido muita investigação séria sobre as diversas origens dos migrantes, seus modos de transporte e as datas em que chegaram", disse ela.

A antropóloga advertiu contra a comparação das características faciais da reconstituição com as de populações atuais, já que a ocupação de áreas como a Indonésia provavelmente mudou nos últimos 10.000 anos.

"É preciso encontrar esqueletos do mesmo período na Ásia, ou usar reconstituições genéticas, para ter uma conexão forte".


Fonte: Estadão

Casa é atingida por bloco de gelo caido de um avião


Um grande bloco de gelo que teria se desprendido de um avião, caiu no telhado de uma casa na cidade de Chichester, na Grã-Bretanha.

Os donos da casa, Vince Foote e sua esposa, estavam dormindo quando o gelo rompeu o telhado da casa, fazendo um buraco de 60 cm, durante a madrugada.

O bloco foi parar no quarto de hóspedes do casal.

Foote disse que ficou em estado de choque quando o incidente ocorreu.

“Primeiro pensei que tivesse sido um trovão e me levantei para ver o que havia acontecido,” disse Foote.

“Tentei abrir a porta do quarto de hóspedes e estava bloqueada.”

“Quando a forcei e consegui abri-la, não consegui acreditar no que vi.”

“Havia um buraco enorme no telhado e no teto do quarto e pedaços de gelo por todo lado.”

Foote disse que tiveram sorte de escapar ilesos. Segundo ele, o quarto é normalmente usado por seus netos, o que para ele “é um pensamento aterrorizante”.

Um porta voz da agência de aviação civil britânica disse que um acúmulo de gelo normalmente ocorre na vedação dos dutos exteriores por onde água é bombada para dentro da aeronave.

Quando há vazamento, gelo começa a se formar em grandes altitudes, e continua a crescer até o avião descer e atingir temperaturas mais quentes.

O porta voz afirmou que é raro que esses pedaços de gelo caiam, normalmente, eles se dissipam na atmosfera.

Ele também disse que cerca de 30 incidentes do tipo acontecem a cada ano.


Fonte: BBC

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Indonésia encontra grupo indígena desconhecido


A Indonésia descobriu uma nova tribo indígena nas remotas selvas de Papua, um grupo nômade de quase três mil indivíduos que vive em árvores, não usa roupas e pratica a caça para sobreviver, informou nesta quinta-feira a imprensa local.

O grupo foi encontrado durante a realização do Censo Nacional, graças à mediação de um grupo de missionários evangelistas que haviam tido contato casualmente com os indivíduos em uma região montanhosa e supostamente desabitada.

"Vivem nus, nas árvores. Se alimentam de folhas e carne de animais selvagens da floresta", explicou Suntono, chefe do Centro Nacional de Estatística (BPS) em Papua, após confirmar a existência de 2.868 pessoas pertencentes a esta nova tribo.

Para obter a informação demográfica dos indivíduos, os funcionários do Censo tiveram que recorrer aos missionários, que se comunicam com os indígenas através de um código de sinais.

Papua, no extremo oriental da Indonésia, é uma região muito montanhosa e de difícil acesso na qual habitam mais de 290 grupos tribais, cada um com um idioma diferente.

Esta não é a primeira informação surpreendente descoberta pelo Censo Nacional indonésio, que recentemente assegurou ter encontrado uma mulher de 145 anos, 31 a mais que a pessoa com maior idade comprovada no mundo, no norte da ilha de Sumatra.


Fonte: IG

Austrália: Será que o Rio Hawkesbury têm seu próprio monstro de Loch Ness ?

Rex (esquerda), Heather Gilroy e Greg Foster, acreditam que o Hawkesbury tem sua própria criatura do Loch Ness. Foto: Peter Kelly


Imagine um monstro vivendo na fronteira da costa norte superior.
Um animal aquático que se esconde nas profundezas do Rio Hawkesbury. Uma criatura relacionada com o monstro de Loch Ness.

Para o criptozoólogo Rex Gilroy, a lenda do monstro do Rio Hawkesbury é real e ele está determinado a provar isso.

Desde 1965, ele e sua esposa Heather recolhem informações sobre uma criatura que ele ainda acredita, que viva ou viveu, no importante rio australiano.

Após anos de "paciência, pesquisas de campo e vigilância'' nas margens do rio, Gilroy, que também é conhecido por suas pesquisas sobre a Pantera das Blue Mountains, espera finalmente obter provas fotográficas.

"Mais cedo ou mais tarde, eu estou esperando para tirar a foto das fotos'', disse Gilroy ao Advocate.

Os Gilroys dizem que compilaram centenas de relatos de avistamentos.

"Eles tendem a ser vistos em volta (Mooney Mooney e Long Island),'' disse Gilroy.

Há histórias de casas flutuantes sendo erguidas em uma das extremidades, quando algo abaixo da superfície tentou emergir em Jerusalém Bay.

"Muitas das enseadas daqui têm histórias. O avistamento mais recente foi feito por pescadores perto de Wisemen Ferry, em março".

"(Um deles) momentaneamente viu uma cabeça serpentiforme com cerca de 2 metros e um longo pescoço muito acima da água antes de submergir,'' disse Gilroy.

Ele também se referiu a um avistamento feito por Rosemary Turner em 1975, que relatou um monstro nadando rio acima desde um mirante na Reserva Natural Muogamarra.

Robert Jones, um paleontólogo do Museu Australiano, disse que no que concerne a ciência, a existência do monstro do rio Hawkesbury nunca foi comprovada. "É impossível que vivam no Rio Hawkesbury, eles simplesmente não existem'', disse.

Mas de acordo com Gilroy, o monstro é parte do folclore aborígene, com histórias de mulheres e crianças sendo atacadas pelos ''moolyewonk" ou "mirreeular'', os nomes indígenas da criatura. Eles também possuem a arte rupestre nas margens do rio.

"Tem que ter algo a ver com ele,'' disse Gilroy.

As descrições do Monstro do Rio Hawkesbury se assemelham a um plesiossauro pré-histórico, um reptil aquático extinto há 70 milhões de anos. Se diz que o monstro de Loch Ness também estaria relacionado com a mesma criatura extinta.

Jones disse que os plesiossauros existiam na Austrália, mas não há nenhuma evidência de que habitem o rio Hawkesbury.

No entanto, Gilroy e Jones descrevem o réptil aquático como cinza e com cores matizadas, com um grande corpo volumoso, dois conjuntos de nadadeiras como remos, um pescoço longo, cabeça de serpente e cauda grossa de enguia.

Os relatos de avistamentos costumam descrevê-lo com cerca de 24 metros de comprimento. Jones disse que o plesiossauro crescia até 10 metros de comprimento.

Gilroy disse que ele e seu assistente de campo Greg Foster podem ter avistado a criatura em agosto passado, de um banco de areia alto, próximo de Wiseman Ferry .

Eles viram o que descreveram como uma forma escura, volumosa, com um pescoço longo, cerca de um metro da superfície.

Seus movimentos causaram perturbação na superfície, o que sugere uma criatura marinha com dois conjuntos de nadadeiras e uma cauda, disse Gilroy.

"Foi encorajador,'' disse.

"Estou esperançoso de que obterei algum tipo de evidência que me satisfaça ... '' e quando eu tiver, terei o maior prazer de colocá-la na mesa de algum cientista e dizer "bem, aí está!''


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Hornsby and Upper North Shore Advocate


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