Camarões foram encontrados na praia de Jurerê, no Norte da Ilha de SC (Foto: Marcia Callegaro/RBS TV)
Fatma recolheu amostras neste sábado; laboratório da UFSC vai analisar. Esta é a segunda vez em menos de um mês que o fenômeno ocorreu.
No sábado (11) diversos camarões da espécie Peisos petrunkevitchi
foram encontrados mortos em três praias do Norte da Ilha de Santa
Catarina.
Esta é a segunda vez em menos de um mês que o fenômeno
ocorreu, explica o gerente de pesquisas da Fundação do Meio Ambiente,
Haroldo Elias. Além disso, segundo informações de pescadores, já houve,
em anos anteriores, o encalhe destes camarões. Porém, segundo eles, foi
em menor escala.
De acordo com Haroldo Elias, foram encontrados exemplares nas praias de
Jurerê, Canasvieiras e Lagoinha.
"Na manhã deste sábado fomos até as praias para recolher amostras vivas e mortas. Na segunda-feira (13) elas serão encaminhadas para o Laboratório de Patologia da UFSC, a fim de verificar se há algum tipo de doença com os camarões", explicou Elias.
Segundo a Fatma, por ser a morte de apenas uma espécie, as hipóteses apontam para a não contaminação da água.
No entanto, a Fundação, que já realizava análises semanais da região norte durante a alta temporada, vai continuar o trabalho por precaução.
"Estamos na fase de descartar as possibilidades. Pode ser alguma mudança de temperatura, salinidade ou até excesso de vento", comenta o gerente.
Já a professora Andreia Freire, da UFSC, explica que a espécie tem mecanismos para afundar, a fim de escapar dos ventos superficiais. "Há a hipótese de doença ou a baixa qualidade de água, fazendo com que a espécie não consiga permanecer nesta região".
De acordo com a Fatma, essa espécie de crustáceos vive em cardumes, em locais com até 50 metros de profundidade. É uma espécie costeira que aparece na Argentina, Uruguai, Sul e Sudeste do Brasil. Além disso, serve de alimento para os peixes como pampo, espada, entre outros.
Fonte: G1
"Na manhã deste sábado fomos até as praias para recolher amostras vivas e mortas. Na segunda-feira (13) elas serão encaminhadas para o Laboratório de Patologia da UFSC, a fim de verificar se há algum tipo de doença com os camarões", explicou Elias.
Segundo a Fatma, por ser a morte de apenas uma espécie, as hipóteses apontam para a não contaminação da água.
No entanto, a Fundação, que já realizava análises semanais da região norte durante a alta temporada, vai continuar o trabalho por precaução.
"Estamos na fase de descartar as possibilidades. Pode ser alguma mudança de temperatura, salinidade ou até excesso de vento", comenta o gerente.
Já a professora Andreia Freire, da UFSC, explica que a espécie tem mecanismos para afundar, a fim de escapar dos ventos superficiais. "Há a hipótese de doença ou a baixa qualidade de água, fazendo com que a espécie não consiga permanecer nesta região".
De acordo com a Fatma, essa espécie de crustáceos vive em cardumes, em locais com até 50 metros de profundidade. É uma espécie costeira que aparece na Argentina, Uruguai, Sul e Sudeste do Brasil. Além disso, serve de alimento para os peixes como pampo, espada, entre outros.
Fonte: G1




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