sábado, 30 de julho de 2011

Foto de famoso OVNI belga é uma farsa



O OVNI de Petit-Rechain era um painel de frigolite (painel isolante de poliestireno). O emblemático OVNI da onda belga dos anos 90 revela o seu último segredo.

A fotografia do OVNI de Petit-Rechain intrigou o mundo inteiro, incluindo especialistas da Nasa. Vinte anos depois, o seu autor decidiu revelar a verdade, e foi para um jornalista da RTL-TVI que Patrick decidiu falar.

Esse antigo torneiro da região de Verviers é o autor de uma fotografia de OVNI de forma triangular que se tornou o símbolo de uma onda de avistamentos no céu belga.

Arriscando decepcionar os aficionados, Patrick revelou que o seu “OVNI” não era nada mais que um simples painel de frigolite pintado e equipado com lâmpadas.

Foi suficiente que o fotografasse a noite para a brincadeira começar. A sua fotografia deu a volta ao mundo e intrigou os cientistas, entre os quais os da Nasa.

Patrick confessa que não esperava que a brincadeira tomasse tais proporções.


Desculpas


Quando perguntado porque decidiu revelar o segredo até então inviolado vinte anos depois, Patrick disse simplesmente que "devia ser dito mais cedo ou mais tarde", pedindo desculpas aos que acreditaram.



Tradução: Carlos de Castro




Fonte:
Lesoir.be

Agência espacial europeia divulga foto de três galáxias

Cientistas estão mais interessados nos pequenos pontos e nos borrões da imagem


A imagem do telescópio europeu para pesquisa (VST, na sigla em inglês) fotografou três galáxias da constelação de Leão, o que já um grande feito por si só, já que os grandes telescópios normalmente só conseguem registrar uma dessas galáxias por vez.

Entretanto, os cientistas estão ainda mais interessados nos borrões que aparecem ao fundo da imagem, que só puderam ter sua luz capturada graças à alta precisão das lentes do VST.

Os tais "borrões" são galáxias mais distantes, e também se podem ver diversas estrelas menos brilhantes. Um dos objetivos do VST é estudar objetos mais escuros, como estrelas anãs marrons, planetas e buracos negros.

O telescópio será focado em eventos menores do espaço, na expectativa de que novas descobertas a respeito da matéria negra sejam reveladas indiretamente.


Fonte: Terra

Caso raro de amnésia faz mulher de 32 anos acordar pensando ter 15

Naomi Jacobs (Foto: Caters)

Naomi Jacobs não reconheceu filho de 11 anos e desconhecia internet. Ela recorreu a diários e jornais para recuperar 17 anos de memória.

Um raro tipo de amnésia fez Naomi Jacobs esquecer os últimos 17 anos de sua vida. Ela acordou num certo dia de 2008 como se tivesse 15 anos de idade.

Não reconhecia as rugas no espelho nem o filho de 11 anos. Não sabia o que era internet e um telefone celular.

“Era como se eu tivesse dormido em 1992 como uma garota atrevida e auto-confiante de 15 anos e acordado como uma mãe solteira de 32 anos”, disse.

“Quando acordei, olhei no espelho e tive o maior susto quando vi uma mulher com rugas me encarando”.

“Não foi engraçado como Michael J. Fox em “De volta para o Futuro”. Eu havia adormecido num mundo de infinitas possibilidades e acordado num pesadelo.”

Os médicos disseram que Naomi tinha estado sob tanto stress que parte de seu cérebro simplesmente fechou, apagando as memórias da maior parte de sua vida.

“Dizer que eu fiquei petrificada é um eufemismo. Eu só queria minha mãe. Não conseguia entender ir para a cama numa noite e acordar em outro século. (...) Nos primeiros meses, tentava desesperadamente encontrar um sentido na vida. À noite, ficava acordada chorando, desejando estar de volta à escola, quando todas as minhas preocupações eram sobre garotos por quem eu tinha quedas e ser flagrada bebendo no parque.”", relatou.


'Não me lembrava de ter dado à luz'



Naomi recebeu o diagnóstico de Amnésia Global Transitória, um tipo de perda de memória ocasionada por stress.

A parte da memória referente a fatos havia sido “desligada” completamente, o que significava que ela havia perdido todas as lembranças emocionais.

No entanto, a parte semântica estava intacta, e ela era capaz de se lembrar de coisas como dirigir e usar telefones.

A perda era tamanha que ela não reconheceu o filho de 11 anos e começou a gritar. “Eu não sabia quem ele era. Não achava que ele era muito mais novo que eu, e certamente eu não me lembrava de ter dado à luz a ele. Comecei a chorar incontrolavelmente”.

Ela ficou confusa com a internet e com as redes sociais. Não sabia como usar um telefone celular nem o e-mail. “'Facebook, Google e o YouTube pareciam coisas completamente inventadas. A primeira vez que vi meu Filho Leo jogando seu Xbox e interagindo com a TV fiquei tão chocada que cuspi meu chá”, contou.


Diários e jornais



Naomi foi orientada a não ler jornais ou se forçar a lembrar de qualquer coisa para não causar mais stress ao cérebro, mas decidiu recorrer a diários que havia escrito e a jornais para tentar reunir partes de sua memória.

Assim que as lembranças foram voltando, ela teve que aceitar o rumo que sua vida havia tomado.

“Aos 15 anos, eu pensava que teria conquistado metade do planeta aos 32. Foi um choque descobrir que eu era apenas uma mãe solteira comum que vivia em Manchester e dirigia um velho Fiat Brava. (...) Usei meus diários para questionar as decisões que havia tomado na vida – por que eu estudei psicologia, por que era uma mãe solteira – e isso me ajudou a entender e a lembrar”.

Aos poucos, flashes de memória começaram a voltar por alguns segundos. Primeiro, ela tinha lembranças recentes. Depois, as lembranças mais antigas foram voltando.

Naomi contou com a ajuda do melhor amigo e da irmã, que lhe explicaram fatos da vida atual como a guerra ao terror e os ataques às Torres Gêmeas nos Estados Unidos.

“Apesar de ter sido traumático, agora estou grata por ter sido jogada para frente através do tempo. (...) Fui capaz de seguir meu sonho de infância e me tornar uma escritora – e estou atualmente escrevendo a minha história.”

“Levou três anos de trabalho duro para juntar a maior parte de minha memória de novo. Isso me ajuda a prezar tudo que eu tenho.”


Fonte: G1

Jacaré assusta banhistas e interdita praia em Goiás


A presença de um jacaré-açu nas proximidades da praia do Sesi, às margens do rio Araguaia, em Aruanã, interior de Goiás, fez com que a Operação Férias do Corpo de Bombeiros interditasse temporariamente o acesso de banhistas.

O animal foi visto na água por dois dias consecutivos, chegando a andar pela praia no final da tarde de quinta-feira.

Segundo barqueiros, um turista chegou a atirar no animal. Para a segurança dos banhistas, os bombeiros orientaram que não entrassem na água.

Técnicos consultados afirmaram que o bicho, que deixou de ser visto, deveria ter no mínimo dois metros e meio de comprimento.


Fonte: O Globo Online

Pesquisadores procuram restos mortais de Cervantes


Já se sabe muito sobre a vida de Miguel de Cervantes e a sua obra "Dom Quixote", mas onde estão seus restos mortais ainda é um mistério.

Agora o historiador e genealogista espanhol Fernando Prado lidera um projeto para encontrar o corpo de Cervantes, que foi enterrado em 1616 no convento da ordem das Trinitárias Descalças de Madri, fundado en 1612.

Ninguém tem informações precisas onde ele está. "Dom Miguel de Cervantes é o espanhol mais universal de toda a História, mas ninguém tentou recuperar os seus restos para que ele tenha um tumba com seu nome.

Com os recursos científicos e tecnológicos atuais quero tentar isso", disse Prado. Ele conta com a ajuda de Luis Avial, um renomado pesquisador de solos, e do antropólogo Francisco Etxebarría, que recentemente participou da investigação que confirmoou o suicídio do presidente chileno Salvador Allende.

A maior dificuldade é que o convento sofreu várias reformas e as tumbas, que não são muitas, foram trasladadas a outro recinto nas proximidades da igreja.

Segundo Prado, se eles encontrarem os ossos, não será difícil identificar os restos de Cervantes, que perdeu a moblidade de seu braço esquerdo devido a ferimentos sofridos na célebre batalha de Lepanto, em 1571, com os turcos otomanos.

"As marcas devem ser facilmente reconhecidas", afirma. "Estamos falando de uma imobilidade de 45 anos, que gera atrofia do músculo, mas também dos ossos cúbito e rádio, e em outras partes do corpo". Além disso, Cervantes morreu aos 69 anos, uma idade muito avançada para a época.


Fonte: Extra

Após 70 anos, museu da Alemanha devolve esfinge para Turquia

Artista Sandro DiMichele trabalha em cópia de gesso da esfinge de Hattusa, no Museu de Berlim, capital alemã


A antiga esfinge de Hattusa foi devolvida por um museu de Berlim para seu lar de origem na Turquia, depois de mais de 70 anos de discussões sobre o futuro da escultura. A esfinge tem 3.000 anos e vem da capital do império dos hititas.

A informação foi divulgada na quinta-feira (28) pela Fundação Prussa de Patrimônio Cultural --instituição cultural alemã que conserva o nome do Estado extinto na metade do século 20.

Ela esteve em exposição no museu alemão Pergamon desde 1934, mas seu destino esteve no limbo por décadas, já que nem as autoridades turcas ou o museu eram capazes de produzir documentos de propriedade legítimos.

O ministro da Cultura da Turquia, Ertugrul Gunay, lançou um ultimato à fundação em fevereiro para recuperar a escultura da esfinge --mítica criatura com corpo de leão e cabeça humana, famosa pela versão egípcia.

Os arqueólogos alemães foram ameaçados de não obter mais permissão de realizar escavações no país asiático-europeu.


Artistas trabalham em cópia da esfinge de Hattusa; nova versão, será exposta em outubro na Alemanha


A fundação concordou em maio devolver a esfinge, uma de duas desenterradas em 1907 em Hattusa, centro da Turquia, e enviadas a Berlim com milhares de outros artefatos hititas.

No entanto, uma cópia de gesso da escultura está sendo preparada no Museu de Berlim. Ela deve ir para exposição no museu Pergamon a partir de outubro.

No início deste ano, a fundação rejeitou uma solicitação do Supremo Conselho Egípcio de Antiguidades para devolver o busto da rainha Nefertiti, de 3.400 anos. A peça leva cerca de 1 milhão de visitantes anuais ao Museu de Berlim.


Fonte: Folha.com

EUA devolvem ao Egito 19 peças arqueológicas de Tutancâmon



O Metropolitan Museum of Art de Nova York devolveu ao Egito 19 peças arqueológicas pertencentes à tumba do faraó Tutancâmon (1336-1327 a. C.), informou neste sábado o Conselho Supremo de Antiguidades egípcias (CSA).

Entre as peças, se destacam por seu valor um cachorro de bronze, de apenas dois centímetros de altura, um bracelete de lápis-lazúli, em forma de esfinge, e um colar de contas.

O anúncio foi feito pelo secretário-geral do CSA, Mohammed Abdel Maqsud, em comunicado no qual precisou que o subdiretor do Departamento de Arqueologia Egípcia, Atef Abul Dahab, chegará ao Cairo desde os Estados Unidos com as antiguidades na terça-feira.

O museu de Nova York decidiu entregar esses objetos ao Egito após uma série de negociações entre responsáveis egípcios e americanos.

Os 19 objetos, todos de pequeno tamanho, foram encontrados na tumba de Tutancâmon, descoberta pelo arqueólogo britânico Howard Carter em 1922 na ribeira oeste do rio Nilo, na localidade monumental de Luxor, localizada 700 quilômetros ao sul da capital.

Nessa época, o governo egípcio permitia que os arqueólogos que trabalhavam com recursos próprios ficassem com uma parte substancial de suas descobertas.

Abdel Maqsud destacou o gesto do museu nova-iorquino, especialmente depois de a instituição ter se transformado em uma grande aliada do CSA para recuperar peças arqueológicas levadas ilegalmente do Egito.

Nesse sentido, o responsável egípcio lembrou que no passado o Metropolitan proporcionou ao Egito informações que ajudaram a recuperar um pedaço de rocha que fazia parte do templo faraônico de Karnak, situado em Luxor.

O CSA adiantou que as 19 peças serão exibidas junto ao restante das antiguidades pertencentes a Tutancâmon no Museu Egípcio do Cairo.


Fonte: Terra

Há 70 milhões de anos, supercrocodilo mineiro comia dinossauros

Desenho do Pissarrachampsa sera: "Considerando a fauna neste período, as possíveis presas dele incluiriam outros crocodilos e dinossauro", diz pesquisador

Pesquisadores descobrem fóssil de nova espécie, o Pissarrachampsa sera, no interior de Minas Gerais.

O paleontólogo Alexander Kellner, um dos principais "caçadores de dinossauros" do Brasil, costuma dizer que, "na maioria das vezes, questões relacionadas aos aspectos da vida dos animais que fizeram parte do passado geológico do nosso planeta não têm resposta”.

Membro da Academia Brasileira de Ciências e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o seu trabalho é montar um quebra-cabeça infinito - sem saber onde estão as peças nem qual será a imagem final.

Em busca destas peças que ajudem a entender como o planeta era há milhões de anos e como ele se tornou o que é hoje, pesquisadores têm descoberto no Triângulo Mineiro, no interior de Minas Gerais, um manancial de fósseis que estão deixando o retrato do planeta cada vez mais interessante.

A mais recente descoberta no local indica a existência de uma espécie de supercrocodilo pré-histórico, extinto há 70 milhões de anos.



Com três metros de comprimento, o chamado Pissarrachampsa sera aterrorizava a região. “Considerando a fauna neste período, na América do Sul, as possíveis presas dele incluiriam outros crocodilos e dinossauros”, explica Felipe Montefeltro, pesquisador brasileiro que está na Universidade MCGill, no Canadá. Ele publicou recentemente um estudo referente à descoberta do crocodilo mineiro.

Montefeltro conta que este tipo de espécie de crocodilo só teve registro no Triângulo Mineiro, mas outras espécies do grupo foram registradas em São Paulo e Argentina. “Comecei os estudos em 2008, quando fomos informados da ocorrência de fósseis em Campina Verde (cidade a 672 quilômetros de Belo Horizonte).

Até o momento, encontramos basicamente esta única espécie, variando de fragmentos, como crânios, até espécimes mais completos. Com base na morfologia, podemos dizer que seriam terrestres, carnívoros e possivelmente bem ativos”, explica ele.


Berço de fósseis


O professor Vicente de Paula Antunes Teixeira, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), conta que existem registros de fósseis na região desde 1945 e estima-se que apenas 1% de material histórico tenha sido encontrado até agora.

Ele lembra que uma das últimas espécies de dinossauro no Brasil teve registro encontrado em Uberaba, em 2004. O Uberabatitan ribeiroi, com 3,5 metros de altura, viveu há 65 milhões de anos.

“De março a setembro, sempre estamos escavando. Há muitas espécies de dinossauros ainda a descobrir Uberaba”, conta ele, esperançoso.

Teixeira explica que, após ser descoberto, o fóssil é retirado da terra e encaminhado ao laboratório para análise. Em seguida, é feita uma réplica de espuma do animal e um desenho de como ele seria. Depois, o material é catalogado e segue para exposição em museus.

O promotor de Defesa do Patrimônio Público do Estado de Minas Gerais Marcos Paulo de Souza Miranda afirma que os fósseis do crocodilo de Minas ficarão sob custódia de instituições do Estado após estudos por pesquisadores paulistas.

Hoje, os fosseis dos crocodilos encontram-se na Universidade Federal de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.

Após a pesquisa de Montefeltro, em quatro anos o material deve retornar ao Estado de origem, graças a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o Ministério Público de Minas Gerais e a USP.


Fonte: IG

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Novo telescópio russo no espaço

Rádio Telescópio russo Spektr-R


Depois de vários anos de atraso por razões orçamentárias o Rádio Telescópio russo Spektr-R movimenta-se, enfim por cima das nossas cabeças.

O projeto teve início na altura em que a Rússia era ainda União Soviética.

De uma massa terrestre de 3,8 toneladas, o aparelho dispõe de uma antena de 10 metros de diâmetro que lhe permite comunicar com as estações de alta resolução.

O astrofísico Nikolay Kardashev explica: “O Hubble permite observar objetos a grandes distâncias, mas o anglo de resolução e os detalhes não são muito elevados. Deveríamos ser capazes de receber imagens, centenas de vezes melhores em qualidade do que o Hubble.”

A órbita dos telescópios é muito elíptica, uma vez que está situada entre 10 mil a 390 mil quilómetros da terra, ou seja a distância entre a terra e lua.

O satélite vai estudar as ondas rádio, os fenómenos estrelares e os buracos negros.

Os cientistas aguardam com grande expectativa as informações que ele irá recolher.

Em Moscovo, no Instituto russo da Academia das Ciências fala-se de um tempo mínimo de vida de cinco anos. Sergei Likahchev defende: “Penso que a astrofísica moderna está à beira de uma revolução. Creio de dentro de 10 ou 15 anos o universo vai mudar”.

O Radio Telescópio Spektr-R vai permanecer em órbita durante cinco anos, tempo suficiente para que os cientistas possam regalar-se com imagens do universo profundo de uma resolução muito precisa.

Outra esperança para a ciência é a obtenção de dados sobre a descoberta de outras galáxias.


Fonte: Euronews

Sonda encontra o primeiro asteroide troiano da Terra

Nasa divulga imagem conceitual mostrando o asteroide 2010 TK7 /Paul Wiegert/NASA

O 2010 TK7 orbita o Sol junto ao nosso planeta e está a cerca de 80 milhões de quilômetros.

Observações feitas com uma sonda da missão Wise (Wide-field Infrared Survey Explorer) da Nasa permitiu a localização de um asteroide troiano, chamado de 2010 TK7, que orbita o Sol junto com a Terra.

Os cientistas já tinham localizados corpos celestes semelhantes próximos a Júpiter, Marte e Netuno, o que levava a crer que encontrar um destes perto da Terra era apenas questão de tempo. Também já foi encontrado asteroides troianos compartilhando a órbita de duas luas de Saturno.

A Nasa explica que os asteroides troianos são aqueles que compartilham a órbita próximo a pontos estáveis na frente ou atrás dos seus planetas "companheiros", o que torna a colisão destes asteroides improváveis.

A dificuldade em encontrar estes corpos celestes pode ser explicada pelo tamanho, eles são muito pequenos. Além disso, eles aparecem próximos ao Sol a partir do ponto de vista da Terra.

"Esses asteroides aparecem na maior parte do tempo durante o dia, fazendo com que seja muito difícil vê-los", disse Martin Connors da Universidade de Athabasca, no Canadá, principal autor do artigo publicado na revista Nature sobre o assunto.

"Mas finalmente encontramos um, porque esse objeto tem uma órbita incomum que faz com que ele se distancie do Sol além do que é considerado típico para um asteroide troiano".

O 2010 TK7 tem 300 metros de diâmetro e está a cerca de 80 milhões de quilômetros da Terra. A órbita do asteroide está bem definida e ele não deverá chegar mais perto da Terra que 24 milhões de quilômetros pelos próximos 100 anos.


Fonte: Estadão

Filhote de gata sobrevive a ciclo de 1h em lava-roupas

Gatinha foi levada para o hospital à beira da morte, mas conseguiu escapar


Um filhote de gata sobreviveu a um ciclo de uma hora dentro de uma máquina de lavar junto com a roupa suja.

Princess, uma gatinha de oito semanas que vive com a dona, Susan Gordon, na Escócia, foi levada para a emergência veterinária já à beira da morte, mas conseguiu escapar.

"Coloquei a roupas na máquina, pus o sabão, fechei a porta e liguei a máquina. Depois, dei as costas e fui assistir televisão", disse Susan.

Uma hora mais tarde, quando o marido abriu a porta do eletrodoméstico para recolher a roupa limpa, encontrou o animalzinho desorientado e frágil.

"A pobrezinha estava se tremendo muito. Peguei uma toalha e a enrolei", disse Susan. "Fiquei com ela perto de mim. Ela estava se tremento muito, em estado de choque."

Princess foi levada para o veterinário com hematomas, sangramento no nariz e olhos irritados pelo sabão. Ela ficou sob tratamento durante três dias.

Tratada, aquecida e recuperada, a gatinha está de volta à casa e goza de boa saúde.

"Agora eu sempre checo a máquina antes de colocar a roupa", disse a dona.



Fonte: BBC

Arqueólogos encontram mosaico com deus grego Apolo na Itália

Funcionário limpa mural com o mosaico do deus grego Apolo; a peça foi encontrada no centro de Roma, na Itália


Um mosaico contendo a imagem do deus grego Apolo, acompanhado por musas, foi encontrado em um sítio arqueológico no centro de Roma, na Itália.

O Departamento de Relações Culturais divulgou a foto da peça nesta sexta-feira.

A descoberta surgiu durante o trabalho de restauração de uma vila antiga romana localizada na área conhecida como Casa Dourada, construída por ordem do imperador Nero.

O mosaico de parede, de cerca de 16 metros de comprimento e que pode chegar a 10 metros de largura, foi descoberto recentemente sob as Termas de Trajano.

A descoberta foi apresentada à imprensa pela Superintendência de Bens Culturais da Prefeitura de Roma, que a considera de "um extraordinário valor", já que desvela novas pistas sobre a Roma antiga.

O mosaico foi descoberto graças a trabalhos iniciados em 1995 em uma das sete colinas de Roma com o objetivo de descobrir restos sepultados pela erosão.

Os primeiros resultados desse trabalho apareceram em 1998, com a aparição de um afresco que representava um mapa da Roma antiga.

O mosaico apresentado nesta sexta-feira se estende ao longo de 16 metros de comprimento e se suspeita que possa ter dez metros de largura.

Nele aparecem representados o Deus Apolo e as musas protetoras das artes, o que leva a crer que o edifício possa ter sido um local dedicado a atividades artísticas e culturais.

Umberto Broccoli, superintendente de Bens Culturais de Roma, e o assessor de política cultural da capital italiana, Dino Gasperini, estiveram presentes na cerimônia de apresentação do mosaico.


Pesquisadores acreditam que mosaico seja anterior ao período do imperador Trajano


Broccoli destacou que a descoberta é muito importante porque nela aparecem "representadas figuras humanas perfeitamente identificáveis que pertencem a um conceito arquitetônico urbano esplêndido".

Por sua vez, Gasperini ressaltou que a antecipação dos fundos para os trabalhos dos arqueólogos é uma prioridade de seu departamento.

"São necessários 200 mil euros para continuarmos avançando", disse.

O edifício é anterior à época do imperador Trajano (98 d.C.-117 d.C.) e os especialistas acreditam que ele tenha sido construído entre 60 d.C. e 109 d.C..

Na data de construção das termas, todos os edifícios nos arredores do complexo urbanístico construídos antes da era do imperador Trajano ficaram sepultados e esquecidos.

Por essa razão, o arquiteto do imperador utilizou estas construções como galerias para suportar os alicerces das termas.


Fonte: Folha.com/IGLink

Homem manda ossada ao Ceará pelo correio

Farrell/AE

Pacote só foi descoberto porque a carreta onde estava foi assaltada e ladrões o abandonaram.

Um morador do Rio de Janeiro mandou pelo correio uma encomenda pouco usual para o Ceará: a ossada de um conhecido, morto no Rio, mas cuja família é do município cearense de Viçosa.

O conteúdo impróprio do pacote foi descoberto por acaso: a carreta que levava a "correspondência" foi roubada no dia 18 de julho.

O bando levou parte da carga e deixou um pacote para trás. Esse material foi encaminhado para uma agência dos Correios em Fortaleza, onde passou por uma vistoria em equipamentos de raio X.

E aí veio a surpresa: uma das caixas continha uma ossada humana, acompanhada de uma ordem de exumação emitida pela prefeitura do Rio de Janeiro.

O remetente postou a correspondência no bairro do Caju, na zona portuária carioca, no dia 14, quinta-feira.

A caixa de tamanho médio, que pesava seis quilos, estava dentro dos parâmetros dos Correios, que transportam no máximo 30 quilos.

E não chamou a atenção na agência onde foi postada. Na segunda-feira, dia 18, quando a carreta trafegava no Ceará, houve o roubo.

Desconhecimento. O homem que postou a encomenda foi encontrado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da polícia cearense.

Ele contou que a família do seu amigo, de Viçosa, pediu o favor de providenciar a exumação e o envio dos restos mortais para o Ceará.

O homem desconhecia que o correio não pode transportar esse tipo de material e, por isso, não será processado.

A Assessoria de Imprensa da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos explica que nem toda a correspondência passa pela triagem no raio X.

A proporção varia de acordo com critérios de segurança - nas fronteiras, por exemplo, tudo o que é postado passa por vistoria no equipamento.

‘Excepcional’. A empresa não revela a quantidade de correspondências que trafegam em território nacional que passa pelo aparelho.

"O caso é excepcional e decorreu de desconhecimento, por parte do remetente, da legislação sobre o assunto", informou.

A ossada foi encaminhada para o Instituto Médico Legal e está à disposição da família.


Fonte: Estadão

Paleontólogos realizam escavações em Marília





Os pesquisadores procuram fósseis do Titanossauro.

Pesquisadores de três universidades brasileiras recomeçaram na quinta, os trabalhos de escavações em Marília.

Desta vez, eles estão usando máquinas para escavar a rocha. Os pesquisadores procuram por fósseis do Titanossauro, uma espécie com pescoço longo que se alimentava de folhas e que viveu na região há milhares de anos.

Apesar do barulho, o trabalho é cuidadoso e lento. Com a ajuda de tratores e máquinas para perfurar o solo, quatro paleontólogos fazem as escavações.

Os pesquisadores acreditam que de baixo de cinco metros de rocha exista um fóssil de Titanossauro totalmente preservado. O bicho viveu na região há 70 milhões de anos.

Achar um único osso de dinossauro é considerado um golpe de sorte, mas o corte feito na rocha para a construção da rodovia que passa pelo município de Marília deixou diversos fragmentos praticamente pendurados no barranco.

A descoberta considerada rara atraiu a atenção dos caçadores de dinossauros. Profissionais do Distrito Federal e do Rio Grande do sul estão em Marília.

A escavação pode demorar meses. O Titanossauro se apoiava em quatro patas e tinha rabo e pescoço bem longos.

Se alimentava basicamente de plantas e media 12 metros de comprimento. O fóssil é considerado um tesouro pelos cientistas.

"Parte da coluna vertebral do dinossauro, até onde nós pudemos avaliar, está preservada. As vértebras estão fusionadas umas às outras e isso futuramente, após a remoção total do material, vai permitir grandes estudos morfológicos e anatômicos para nós determinarmos qual espécie de titanossauro era.

Mas nós já temos algumas suspeitas que indicam ser este Titanossauro uma espécie nova para o Brasil e para a América do Sul" explica o paleontólogo William Nava.

A região de Marília é famosa em todo o país pelas descobertas. Um crocodilo de 90 milhões de anos já foi encontrado na cidade.

Até hoje, o único vestígio dessa espécie no mundo. Todo o resultado das escavações vai para o museu de paleontologia da cidade. Em todo o interior paulista são apenas dois como este: o de Marília e o de Monte Alto.


Fonte: Tem Mais

Chupacabra aterroriza vilarejo na Rússia


O Chupacabra voltou a atacar! E agora, o alvo foram os rebanhos da Rússia. Fazendeiros do vilarejo de Novosibirsk estão apavorados com uma série de brutais ataques aos seus animais.
Padres já foram chamados para abençoar os rebanhos, tamanho o pavor que ronda a região. E os cadáveres possuem sempre as mesmas características em comum: uma espécie de chupão no pescoço e ausência total de sangue.
- A polícia não vai agir. Eles acreditam que se escreverem "vampiro" ou "chupacabra" em um relatório vão parecer idiotas. Mas nós sabemos o que temos visto. São dezenas de cadáveres. Esse bicho vem do diabo! - disse o fazendeiro Viktor Shushpanov.
As aldeias vizinhas de Krasnoginnoe, Tolmachevskoye e Chick também foram vítimas de ataques. A população não tem dúvidas de que a criatura lendária realmente existe.
- Há sete anos, meu irmão fotografou acidentalmente um Chupacabra. Ele tirou uma foto de sua família e depois viu o rosto demoníaco através da janela da cozinha. A cabeça parece a de um morcego gigante - disse Shushpanov, que revelou o destino da imagem:
- Após uma reunião de família, resolvemos queimá-la.

Fonte: Extra

Supremacia numérica dos humanos acelerou fim de neandertais


O aumento populacional dos homens modernos pode ter sido um dos principais motivos que levou ao desaparecimento dos neandertais, afirma um novo estudo publicado nesta sexta-feira na revista "Science".

Segunda a estimativa dos dois autores da pesquisa, para cada neandertal havia até dez homens modernos.

O resultado dessa proporção numérica é que os segundos levavam vantagem, por exemplo, na disputa de comida ou de abrigo cerca de 40 mil anos atrás.

Colaborou ainda para isso o fato de os homens modernos terem sido um grupo social bem mais organizado.

Os pesquisadores Paul Mellars e Jennifer French, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), afirmam que os humanos eram também mais evoluídos.

Eles teriam melhores instrumentos para caçar e conheciam formas mais avançadas para estocar alimentos durante o inverno, entre outras habilidades.

As análises se deram em uma região ao sudeste da França, onde evidências de ferramentas e restos de animais sugerem que os homens modernos eram muito maiores em número do que os neandertais.

O trabalho da dupla, porém, recebeu críticas por parte de especialistas, que dizem que a abordagem já consta em pesquisas anteriores.

O professor João Zilhão, da Universidade de Barcelona (Espanha), argumentou que os métodos usados no estudo estavam ultrapassados.

Ele acrescentou também que evidências genéticas e paleontológicas já mostraram que houve assimilação e não substituição dos neandertais.


Fonte: Folha.com

Dois bezerros aparecem com estranhas mutilações em um pasto de Alta Italia, Argentina


“Eu não acredito em bruxas, mas que existem, existem", diz George Pratt. Em 9 de julho, apareceram dois bezerros mortos com estranhas mutilações em seu pasto em Alta Itália, entre Falucho e Realicó.

As mutilações nos animais remetem ao estranho fenômeno das vacas mutiladas que chocou a província durante quase uma década.

Pratt, um homem de 51 anos, proprietário de uma fábrica de caixas em Alta Itália, revelou ao El Diário que em seu pasto “apareceram animais mutilados da mesma maneira” que naquela ocasião.

Naquela época, o fenômeno foi atribuído a alienígenas e alimentou supersticiosas lendas rurais como a do “chupacabras”.

O Senasa informou na época que as mutilações em mais de uma centena de animais, correspondiam ao ataque do “ratón hocicudo” (Oxymycterus rufus platensis) uma espécie de roedor carnívoro. No entanto, essa espécie não existe na região e o mistério nunca foi esclarecido.

Pratt não revelou o achado, alguns conhecidos o desanimaram porque "dizem que são fantasias das pessoas".

No entanto, a informação chegou no povoado, já que a rádio FM de Alta Itália deu a noticia na manhã da quarta-feira 13.

O delegado de Alta Itália, Germán Schreiber, foi na quarta-feira até o rancho “El Iman” da família Pratt, cerca de 13 quilômetros do lugarejo, acompanhado do veterinário local.

“Não pude determinar a causa da morte. É o que sei até o momento”, disse o policial.


Sem sangue


Ao El Diário, Pratt disse que no dia 9 um empregado descobriu em um cercado de 60 hectares dois bezerros Abeerden Angus, de 350 quilos cada um, mortos e mutilados de uma forma muito estranha, sem rastros de sangue ao redor.

“Em um falta o pelo da cabeça, do focinho até a parte esquerda. Falta a língua completa e parte da garganta. Não há uma gota de sangue. O corte do couro é perfeito, como se fosse uma navalha”, descreve, espantado.

“No outro animal faltam os dentes de cima, tem o lábio superior queimado, como se fosse um azul escuro e falta meia língua. Não há outro tipo de sinal”, garante.

O achado assustou o empregado que achou os animais. "O homem tem quarenta anos trabalhando no campo, está acostumado a ver animais mortos, e nunca viu algo assim. Eu também vi muitos animais mortos, mas nunca nessas circustâncias", disse.

“De nenhuma maneira são carniceiros. Não é um puma, javalí, ou abutre", acrescentou. Além dos dois animais mortos no campo havia duas portas com correntes quebradas.


Nunca visto


Pratt não denunciou o caso na polícia ou outro orgão porque já sabe a resposta do Senasa. “Vão dizer que foi um rato ou um abutre. Eu sei. Se voce me perguntar, eu vou dizer que não. É algo que nunca vi, que chama muito a atenção”, insiste.

Com seu filho Maurício (18 anos), tirou fotos dos animais mortos no campo, já em decomposição.

Pratt tem 51 anos e no lugarejo é tido como “uma pessoa séria”. “Conheço o assunto. Me criei no campo. Louco não estou, sou normal, como qualquer um”, brinca.


Tradução: Carlos de Castro



Fonte:
El Diario La Pampa

Imagem de um misterioso OVNI filmado em 2006 na Escócia é divulgada agora



Um homem de Glasgow que investiga um objeto inexplicável que voou sobre a sua casa, pede que qualquer outra pessoa que tenha visto algo estranho se apresente.

John McGregor, que vive na área da cidade de Whiteinch, decidiu mostrar um vídeo que filmou em 2006 em um esforço para saber mais sobre o estranho losango que se move em alta velocidade.

Em seu filme, rodado com uma câmera de vídeo, o objeto pode ser visto movendo-se rapidamente através do céu com luzes brancas piscando ocasionalmente.

John, que está com 50 anos, disse para o STV Notícias acreditar que o objeto era uma aeronave militar, e que as luzes eram armas sendo disparadas.

Ele acrescentou: "Tenho visto esses objetos muitas vezes desde 2004, em janeiro de 2006 eu estava assistindo TV e vi este objeto passando pela janela, então eu peguei a câmera e comecei a filmar..

"Quero mostra-lo para saber mais sobre eles."

McGregor disse que falou com o Ministério da Defesa sobre os OVNIs, que ele alega terem sido vistos por outros membros de sua família.



Tradução: Carlos de Castro





Fonte:
STV

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Sobrenatural: incêndios inexplicáveis consomem objetos de família em Cruzeiro do Sul, Acre


Objetos pegam fogo, são atirados e mensagens aparecem escritas no piso de forma misteriosa.

Tudo começou há dois anos. A dona de casa, Antônia Luiza Lopes de Oliveira, 46 anos, recolhia o cortinado no quarto de sua casa no Bairro da Várzea, onde morava, quando sentiu um movimento em sua perna esquerda, como se tivesse levado uma pancada, mas nada avistou.

Daí pra frente, ela passou a sofrer de uma dor intensa na perna e nunca mais conseguiu caminhar.



Já procurou vários médicos que não conseguem diagnosticar o problema. Além da doença, coisas estranhas começaram a surgir dentro de casa, barulhos e objetos que caem sem explicação.

Para se livrar do problema, o carpinteiro Adílio Correia da Silva, 46 anos, marido de dona Luíza, decidiu vender a casa e se mudou para o Bairro Olivensa, na margem direita do Rio Juruá.

“Os vizinhos aqui diziam que essas coisas eram da casa e eu tinha que fazer alguma coisa. Minha mulher lavava roupa para fora e parou de trabalhar, eu também deixei o meu trabalho de vigia para cuidar dela”, comenta seu Adílio.

A venda da casa de nada adiantou. Pelo contrário, os problemas se tornaram mais intensos e coisas cada vez mais estranhas passaram a acontecer, segundo a família.

Além do que já sucedia, objetos, móveis, roupas e até a própria casa passaram a pegar fogo de maneira inexplicável.

Seu Adílio já teve que apagar o fogo no colchão, no sofá, no armário, em vários cantos da casa, em alimentos e até nas roupas. “Os prejuízos são enormes”, lamenta.

Encontramos seu Adílio pescando no Rio Juruá, fomos com ele até em casa, enquanto tinha saído para a pesca, a esposa, a nora e um cunhado que ficaram em casa, mostraram uma camiseta que teria pegado fogo sozinha e ainda estava fumaçando.



Eles também afirmaram que estavam dentro de casa quando de repente apareceu escrito na tábua do assoalho, um desenho do rosto de uma mulher e uma mensagem escrita. “Adílio eu quero você. Não brinque comigo é só o começo, vocês vão ver muito mais”.

De acordo com a família as mensagens desaparecem e surgem em outras partes da casa e também através de bilhetes sempre escritos por uma grafia difícil de entender.

O fenômeno causa espanto nos vizinhos. A aposentada Nair Ferreira de Freitas que mora ao lado, já pediu várias vezes aos filhos para debelar o fogo quando seu Adílio não está em casa.

“Só que eu mesma nem chego perto, tenho muito medo. Uma coisa eu posso dizer que é tudo verdade, isso é quase todo dia”, afirma.

Já a outra vizinha, Maria Ferreira dos Santos, 60 anos, já perdeu o medo. Ela conta que atualmente, dona Luíza, passa de dois dias praticamente desmaiada, com muita sonolência e precisa de cuidados.

Enquanto presta auxílio à vizinha, a aposentada por várias vezes já teve que ajudar a apagar o fogo em móveis e objetos.

Seu Adílio diz que não sabe mais o que fazer, mas acredita que o que acontece é mesmo um fenômeno sobrenatural.

“Eu sou católico, acredito em Deus e nunca tivemos desavenças com ninguém não sei por que isso acontece”, se expressa em tom de preocupação.


Fonte: Tribuna do Juruá

Câmera flagra queda de meteorito na França


A passagem da grande bola de fogo foi gravada por uma câmera de segurança infravermelha. O possível meteorito cruzou o céu de Ille-et-Vilaine, em Rennes (França), no dia 19 julho.

Nas imagens é possível identificar um jardim, com uma teia de aranha que oscila com o vento no canto superior direito.

Então a bola de fogo surge na tela durante três segundos. A cor dos sensores da câmera são ativadas imediatamente, como filmar em plena luz do dia.

Em seguida, a câmera retorna para infra-vermelho. O fenômeno é breve, porém intenso, sendo capaz de iluminar todo o céu.

O meteorito entrou na atmosfera terrestre terça-feira (19/7), às 5h15, em algum lugar sobre o Reino Unido.

Após a entrada, ele então explodiu no ar. Seu tamanho ainda é desconhecido. Estima-se que a altitude da explosão tenha ocorrido entre 10 e 15 km do solo.

A mulher que possui o vídeo, Francois Berthot, vive na fronteira do Ille-et-Vilaine e Loire-Atlantique.

Segundo o jornal local Ouest-France, ela não tinha visto ou ouvido nada, até que assistiu à gravação e descobriu o fenômeno.

Após perceber o ocorrido, Francois entrou em contato com a Agência de Ciência de Rennes que publicou as imagens do meteorito.

Os cientistas ainda não localizaram o lugar exato da queda.




Fonte:
IG

Meteorito de 30 toneladas é encontrado na China


Um gigantesco meteorito de ferro de 30 toneladas foi descoberto na província chinesa de Xinjiang Uygur, no noroeste do país, por uma equipe de cientistas. A rocha procede do exterior do Sistema Solar e é uma das maiores de todo o mundo.

Inclusive poderá superar o atual recorde local de outro meteorito de 28 toneladas encontrado na região em 1898, segundo informou a revista Sky&Telescope.

Além de seu surpreendente tamanho, o objeto pode servir aos estudiosos para determinar a origem de nosso sistema planetário e, por tanto, da própria Terra. Mas a existência da rocha não é recente. Os habitantes do lugar já sabiam dela há décadas.

Segundo a ABC, Sky&Telescope também explicou que o meteorito se encontra encerrado em uma pedra de granito ainda maior, o que pode dar a entender que ambos foram arrastados a sua localização atual há muito tempo pelas geleiras.

Se acredita que a rocha é composta de ferro e níquel e pode ter relação com o meteorito de Armanty, que atualmente ostenta o título de peso pesado da área. Os investigadores realizarão uma série de provas para comprovar se as duas rochas tem alguma relação.


O recorde do Hoba


O recorde de maior meteorito é ostentado pelo Hoba West, de 60 toneladas, descoberto em 1920 na Namíbia. É seguido por outras rochas encontradas na Argentina (37 toneladas) e Groenlândia (quase 31 toneladas).


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Terra.pe

Idosa sofre raro ataque de canguru na Austrália


Um grande canguru-vermelho atacou uma mulher de 94 anos de idade em Queensland, Austrália.

Phyllis Johnson estendia roupa em seu quintal quando foi atacada pelo animal, o maior tipo de canguru que existe.

Os cangurus-vermelhos podem chegar a ter 90 kg e 2 metros de altura. Seus saltos alcançam 9 metros de distância. Eles recebem esse nome por causa da penugem avermelhada.



O herbívoro é considerado dócil, e ataques a humanos são raros. No caso de Johnson, ela tentou, sem sucesso, se defender com uma vassoura.

Ela entrou em casa com dificuldade e chamou seu filho. Este tentou persuadir o animal a ir embora, antes de chamar a polícia, que usou spray de pimenta para conter o canguru.

Johnson está hospitalizada, e os médicos ainda não decidiram se a submeterão a uma cirurgia na perna.

A paciente disse que sempre gostou de cangurus e costumava alimentá-los.

"Eles eram tão gentis. Não eram tão grandes como este e nunca me atacaram", disse ela.

O canguru está sendo examinado por veterinários, que vão determinar o que deve ser feito com o animal.


Fonte: BBC

Achei que ia morrer, diz adolescente atacado por urso


Dois adolescentes tiveram lesões graves após serem atacados por ursos na noite de sábado nas montanhas Talkeetna, no Estado americano do Alasca.

Eles faziam parte de um grupo de jovens que estava passando por um treinamento de sobrevivência na região, informou na segunda-feira a agência AP.

"Achei que ia morrer enquanto estava sendo atacado. Eu estava muito apavorado", disse Samuel Gottsegen, 17 anos, de sua cama em hospital na localidade de Anchorage, maior cidade do Alasca.

Segundo um porta-voz do hospital, Gottsegen e outro jovem identificado como Joshua Berg ficaram seriamente feridos e correram risco de morte.


Samuel Gottsegen, 17 anos, conta sua experiência enquanto se recupera no hospital de Anchorage, no Alasca


Um grupo de sete adolescentes participava de um curso de 30 dias de educação selvagem organizado pela National Outdoor Leadership School quando foram atacados pelo animal. Segundo os jovens, o urso estava com um filhote no momento do ataque.

Apesar de o ataque ter oLinkcorrido na noite de sábado, os adolescentes só foram resgatados na manhã de domingo.

Eles não estavam acompanhados por nenhum instrutor, pois, segundo os responsáveis pelo programa, eles já se encontravam em uma etapa do treinamento em que já teriam aprendido o suficiente para sobreviverem sozinhos.


Fonte: Terra

Gruta famosa por arte pré-histórica resiste ao tempo e a turistas

Foto tirada em 2008 mostra parede de gruta em Lascaux, França, coberta com desenhos de animais


Totalmente fechada ao público desde 1963, depois de ocorrerem contaminações, a gruta francesa de Lascaux, na França, obra-prima da arte pré-histórica, resiste ao tempo.

Há um portão fechado com a placa de Monumentos Históricos e uma câmara de vigilância no meio dos carvalhos que crescem na colina de Montignac.

Difícil de suspeitar que, a apenas alguns metros sob a terra, atrás de um pesado portão de bronze envelhecido, existem vacas vermelhas, bisões negros, cavalos ocres e cabritos monteses pré-históricos de 18 mil anos.

Apesar da presença de cabos elétricos e de mastros metálicos suportando toda uma bateria de aparelhos de vigilância ligados à superfície, a emoção de ver os desenhos é a mesma da época de sua descoberta.


Arte pré-histórica de 18 mil anos possui vacas vermelhas, bisões negros, cavalos ocres e cabritos monteses


Até para Jean Clottes, especialista de arte parietal que conhece bem a gruta. Ele se lembra, ainda, das lágrimas de emoção que derramou por ocasião de sua primeira visita, em 1960.

Antes mesmo de sua descoberta fortuita, em 1940, Lascaux havia sofrido "alterações consideráveis", destaca Muriel Mauriac, conservador da gruta.


TURISTAS


Além de fenômenos lentos e naturais, a invasão súbita do turismo de massa, alguns anos mais tarde, foi muito violenta --erros pelos quais Lascaux ainda paga o preço.

"A gruta foi completamente perturbada. Durante a adaptação, em 1947, foram retirados 600 metros cúbicos de sedimentos", lembra Clottes.

A modificação era para se instalar uma entrada e concretar o solo, além de instalar uma iluminação para facilitar o acesso ao público. "Isso causou mudança total na atmosfera da gruta, sem nenhum estudo prévio", lamenta.

O outro choque: antes de seu fechamento, em 1963, até 2.000 turistas percorreram por dia suas estreitas passagens, sem qualquer precaução.

"O maior problema de Lascaux é que foi rompido um equilíbrio. Uma gruta é um organismo vivo, em estado de equilíbrio instável, como o corpo humano", comenta Jean Clottes.


ALGAS E MANCHAS


Seguiu-se uma invasão de algas verdes em 1960 e, depois apareceram manchas brancas provocadas pela proliferação de um fungo, no final 1999.


Descoberta da caverna aconteceu em 1940


Mais recentemente, outras manchas, agora negras, foram observadas, mas parecem em regressão, segundo cientistas.

O visitante que deseja penetrar no santuário deve cumprir os rituais parecidos aos exigidos numa sala de cirurgia: é preciso cobrir os sapatos, usar luvas e roupões esterilizados de plástico.

Após um primeiro crivo, chega-se ao "pulmão artificial" da gruta, de onde os técnicos trabalham para manter uma temperatura constante, a fim de captar a umidade sem influir nos deslocamentos de ar.



Técnicos mantêm temperatura constante para que ambiente não altere pinturas rupestres


Invasão de turistas acabou deteriorando os restos artísticos e caverna foi fechada


Apesar da idade avançada, os afrescos comovem ainda quem os viu


"O princípio de base, é causar menos perturbações. É como um grande doente, tenta-se não agredi-lo", sorri Clottes.

Apesar de sua idade avançada, os afrescos são comoventes, apesar da presença dos fungos indesejáveis, hoje limitados a alguns traços acizentados.


Em 1960, caverna teve problemas com algas verdes, em 1999, com manchas brancas provocadas pela proliferação de fungos


A presença humana na gruta não deve ultrapassar o equivalente a 800 horas por ano. Nestas condições, será possível, um dia, reabrir a gruta ao público? "Não", responde categórico, acrescentando, depois, num suspiro: "Não num futuro previsível."


Fonte: Folha.com

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