quarta-feira, 31 de julho de 2013

Alegado ataque de Chupacabras no agreste alagoano



Nove animais de uma mesma propriedade foram mortos em um suposto ataque de um ‘chupa-cabras’. Além das vísceras expostas, outro detalhe chama a atenção nas mortes, dois animais tiveram as orelhas arrancadas. 
 
 
Moradores do Sítio Vassouras, localizado na zona rural do município de Coité do Nóia, no Agreste alagoano, estão vivendo em estado de alerta.


Há pouco mais de duas semanas, nove animais de uma mesma propriedade foram mortos em um suposto ataque de um ‘chupa-cabras’.


A moradora da propriedade onde aconteceu o maior numero de mortes, Adriana Aureliana Barbosa de Oliveira, 29, conta que as mortes aconteceram durante a noite e nenhum barulho foi ouvido. “Pela manhã minha cunhada foi ao quintal e ficou desesperada quando encontrou os animais mortos e dilacerados”, relata a mulher.


Além das vísceras expostas, outro detalhe chama a atenção nas mortes, dois animais tiveram as orelhas arrancadas. “É como se as orelhas foram devoradas”, acrescentou.


A possibilidade dos animais terem sido atacados por cachorros não foi descartada, mas o dono da propriedade, José Souza Oliveira, 37 anos, não acredita na hipótese e alegando que mora no local há 15 anos e nunca viu nada parecido. “Não é possível, alguém poderia ter escutado o latido dos cães”, alega.


O dono dos animais, que amarga um prejuízo pelas mortes, acionou a polícia, mas contou que até os policiais ficaram assombrados com o que viram. “Nem os policiais sabiam dizer o que houve”, contou.


Ao ser levantada a possibilidade de algum inimigo pessoal seu ter cometido as atrocidades, José Souza alega que na localidade a maioria dos moradores são família, e descarta.


Dos bodes que sobraram (apenas dois), estavam vivendo presos, mas um deles acabou morrendo em consequência dos ferimentos.


Outros casos


Em outros sítios, moradores contam que pelo menos cinco casos também semelhantes foram registrados. “O bicho chupa o sangue e arranca as vísceras dos bodes”, conta a agricultora Neusa Maria Cavalcante de Oliveira, que mora na região há 36 anos e diz está assustada com o que vem acontecendo.


Religiosa, a mulher acredita que os ataques são praticados por um animal que desconhecido. “Isso é um bicho precisando de reza”, presume a agricultora, contando que em outro caso um bode foi arrastado de um sítio e foi encontrado a mais de 1 km do local.


A polícia ainda não se pronunciou sobre o caso.

 
 

Caixão 'misterioso' é aberto no Reino Unido e contém mais um caixão







Corpo foi enterrado no século 14, perto de onde depois ficou rei Ricardo III. Cientistas acreditam que morto teria sido um frade franciscano ou cavaleiro.
 
 
Um caixão de chumbo dentro de outro maior, de pedra, foi o que os arqueólogos da Universidade de Leicester, no Reino Unido, encontraram ao abrir a tampa de metal da sepultura do século 14 localizada perto do corpo do rei Ricardo III, morto no século 15 e exumado de um estacionamento da cidade em setembro de 2012.
 
 
A tampa de chumbo do caixão maior – que tem 2,12 metros de comprimento, por 30 cm de altura, por 60 cm de largura na altura da cabeça e 30 cm de largura na altura dos pés – precisou de oito pessoas para ser retirada.


Ela revelou por dentro um caixão quase intacto, exceto por um buraco em uma das extremidades, por meio da qual é possível ver os pés de alguém.


Esse alguém, segundo os cientistas, poderia ser um dos chefes da Ordem Franciscana na Inglaterra (o religioso Peter Swynsfeld, que morreu em 1272, ou o frade William de Nottingham, que morreu em 1330), ou ainda um cavaleiro medieval chamado Mutton, que foi prefeito de Leicester e seria, na verdade, Sir William de Moton de Peckleton, que morreu entre 1356 e 1362.


Ainda de acordo com os estudiosos, que estão nesse novo trabalho há um mês, o sepultamento provavelmente foi de uma pessoa de grande status. Nenhuma inscrição foi vista na tampa do caixão, mas há uma cruz soldada no metal.


"Ninguém da equipe já tinha escavado um caixão de pedra intacto antes, muito menos um caixão de chumbo e, para mim, foi tão emocionante como encontrar Ricardo III", disse no blog da universidade o arqueólogo e diretor do trabalho de campo Mathew Morris.


Séculos antes de o lugar abrigar um estacionamento, funcionava no local o mosteiro de Greyfriars. Agora – com as atuais escavações e a descoberta de um pedaço de piso bem preservado, restos de cerâmica, metais, vidros e corpos humanos, que serão limpos, catalogados e analisados –, os arqueólogos têm uma ideia melhor sobre a disposição do antigo edifício (que seria uma igreja, capela ou um prédio ligado ao mosteiro) e de que forma o túmulo de Ricardo III se encaixava dentro do coro.


Apesar disso, eles ainda não acharam evidências da nave principal, que parece ter sido completamente destruída.


O caixão de pedra calcária – considerado incomum, por ser o único de pedra encontrado totalmente intacto – foi desencavado na mesma época que o esqueleto de Ricardo III. Mas, como estudar o monarca era prioridade, o objeto não pôde ser avaliado antes.



Fonte: G1

Garota de 15 anos é morta por tubarão a cinco metros da praia, na Ilha da Reunião

 A Guarda Costeira procura por corpo da adolescente Foto: AFP



Uma garota de 15 anos foi morta por um tubarão, nesta segunda-feira, na Ilha da Reunião, território francês no Oceano Índico. A menina, uma francesa, estava nadando com outra garota de 14 anos, a cerca de cinco metros da praia.


A adolescente de 14 anos conseguiu nadar em segurança para a areia. Segundo o jornal britânico The Guardian, a área onde as duas estavam é proibida para banho, por causa do risco de ataque. É a segunda morte causada por tubarões desde o início do ano na ilha.


Segundo Gina Hoarau, responsável pela segurança pública na ilha, o corpo da menina ficou dividido em dois.


- A operação para tentar resgatar a parte superior do corpo ainda está em curso - contou.


As vítimas mais comuns de tubarão nesta área são os surfistas, que ficam mais longe da praia. É a primeira vez, em anos, que um banhista é atacado tão perto da areia.


A vítima estava passando as férias na ilha com o pai. Segundo a prefeita da ilha, Huguette Bello, as duas garotas estavam com máscaras de mergulho, e nadavam bem em frente a um restaurante na praia. O local foi interditado após o ataque.



 Fonte: Extra Online

Bizarro: gatos de rua atacam e ferem mulher na França



Não é filme de terror trash. Uma gangue de gatos de rua atacou uma mulher e seu cachorro poodle, na França, obrigando as vítimas a procurar atendimento médico devido aos ferimentos.


O ataque felino aconteceu neste mês de julho, perto da cidade de Belfort, no leste da França. A mulher de 31 anos de idade estava andando com seu cão perto de uma área arborizada quando seis felinos pularam em cima dela, derrubando-a no chão, segundo informações do jornal “The Independent”. 


A vítima foi atendida em um hospital próximo, onde também recebeu injeção contra a raiva. O poodle foi tratado em uma clínica veterinária nas proximidades.


Josette Galliot, a mãe da vítima, relata o incidente: “Os gatos pularam na minha filha e conseguiram derrubá-la. Eles morderam sua perna e seus braços. Eles ainda perfuraram uma artéria”, conta. Galliot ainda diz que a filha pensou que fosse um pesadelo. “Ela ainda está traumatizada e está beirando a depressão”.


Veterinários e moradores locais estão divididos quanto ao que pode ter provocado a fúria felina. Segundo algumas testemunhas, a recente onda de calor na região pode ter desempenhado um papel no comportamento tão agressivo e incomum dos animais.


A veterinária Valerie Dramard acredita que os gatos estavam protegendo seu território do poodle e a moça simplesmente estava no caminho. “Os gatos não são os novos zumbis do apocalipse”, tranquiliza Dramard. “Eles apenas são muito territoriais e hostis com espécies desconhecidas”, completa.


Apesar da observação da veterinária, os gatos são, sim, conhecidos por serem caçadores muito agressivos. Uma pesquisa recente revelou que os gatos matam entre 1,4 bilhões e 3,7 bilhões pássaros e entre 6,9 bilhões e 20,7 bilhões de pequenos mamíferos a cada ano nos Estados Unidos. 


Recentemente, houve uma onda de defensores da ideia de manter todos os gatos domésticos nas casas de seus donos. Estudos comprovam que tamanha matança dos felinos pode afetar profundamente o equilíbrio da natureza.


O professor Stanley Temple, da Universidade de Wisconsin-Madison, está entre os defensores da fauna selvagem que propõe a proibição de gatos ou, pelo menos, o banimento da liberdade indiscriminada de gatos domésticos. 


“Nós há muito tempo aceitamos o fato de que você não pode deixar o seu cachorro correr livre por aí, e ainda assim os donos de gatos parecem se ofender com a ideia de ter que manter seus gatos dentro de casa”, comenta.


Segundo o “The Independent”, cerca de 8 mil gatos selvagens nascem todos os dias na França. “Devemos nos livrar deste flagelo”, acredita Galliot, a mãe da moça ferida. 


“Há muitos gatos no bairro, muitos dos quais são de rua. Há também muitas crianças aqui, não queremos que isso aconteça novamente”.


Para os amantes do gato, uma certeza: pesquisadores da Universidade de Oxford observaram que, enquanto os números de animais mortos são absolutos e complicados de serem deixados de lado, os cães não ficam muito atrás. 
 
 
Os cachorros domésticos também são assassinos de animais selvagens e espalham doenças quando são autorizados a passear ao ar livre.
 
 
 

Chupa-cabra aparece na Carolina do Norte e gera repercussão na internet




Mulher que capturou imagem descreveu-a como: chupa-cabras existem.


Uma estranha criatura vem chamando a atenção depois que sua foto foi postada na internet. Neste final de semana, uma espécie de “chupa-cabra” apareceu em Piedmont, Carolina do Norte, e uma mulher chamada Ramona capturou a imagem para divulgar na web.
 

Com o subtítulo "Chupa-cabras existem”, a fotografia começou a circular na internet com rapidez. De acordo com a lenda, o chupa-cabra é um monstro da América Latina que ataca o gado, geralmente as cabras, e bebe o seu sangue. As descrições do animal variam de répteis com espinhos ou penas para cães pelados com presas e garras.
 

A primeira vez que mencionou-se a existência desta espécie foi em 1995, quando oito ovelhas apareceram mortas em Porto Rico, com perfurações idênticas no peito e totalmente sem sangue no corpo. Essa morte gerou a lenda do chupa-cabra, que depois teria sido visto em Canóvanas, quando 150 animais foram mortos.
 
 
 
Fonte: Techmestre

Cinegrafista flagra disco voador em aeroporto de Paris



Um passageiro de um avião que estava no aeroporto de Paris, na França, estava fazendo uma filmagem pela janela e, sem querer, capturou imagens bem estranhas.


No vídeo, você vê versões em velocidades.  Na primeira, dá até pra notar algo muito rápido cruzando o céu. 

Em outra versão, mais lenta, dá pra ter uma ideia do que se trata, mas é só isso: uma ideia. Em apenas quatro frames de vídeo, o objeto já desapareceu.






Fonte: R7

Rinoceronte fóssil apareceu nos Urais




Cientistas russos fizeram mais uma descoberta sensacional nos Urais. Eles conseguiram desenterrar os restos de um antigo rinoceronte de Merck que tem vários milhões de anos. 
 
 
Este achado poderia eclipsar o do ano passado, quando na mesma área foi encontrado o dente de um antigo porco-espinho.


Mamutes são encontrados no permafrost da Rússia bastante frequentemente, mas um rinoceronte de Merck é algo muito raro, especialmente para os Urais. Estes animais fósseis são normalmente encontrados no sul da Europa Ocidental. 
 
 
O clima lá era mais adequado para os rinocerontes, que preferiam lugares menos frios. No entanto, nos meses mais quentes, eles migravam para o leste e chegavam até o sul da Sibéria, o que é evidenciado por descobertas individuais, disse à Voz da Rússia o chefe de expedição, gerente do Laboratório de Paleoecologia do Instituto dos Urais de Ecologia de Plantas e Animais, Pavel Kosintsev:


"Rinocerontes de Merck foram achados no sul da Sibéria, mas a maioria deles foram encontrados em lugares como margens de rios, fora de seu local de sepultamento original, por isso, era difícil obter quaisquer dados sobre sua biologia. Porque não sabíamos com que tipos de plantas e animais eles tinham coabitado no passado. E aqui, pela primeira vez, encontramos seus restos dentro de uma camada particular junto com os restos de outros animais, o que nos permitirá reconstruir o meio ambiente desta espécie e, consequentemente, construir uma imagem mais completa de sua biologia e descobrir por que ele foi extinto".


Por enquanto, paleoecólogos não têm respostas a estas perguntas. A idade aproximada dos fósseis encontrados é de 120 mil anos. E isso faz os especialistas supôr que o clima dos Urais era diferente do que agora. A importância do achado é que com ele surgiu uma oportunidade de reconstruir o ambiente do último período interglacial, explica o cientista:


"Estamos vivendo hoje num período interglacial. O anterior ocorreu cerca de 120-130 mil anos atrás. Foi naquele período que o rinoceronte de Merck viveu nos Urais. Este animal de áreas quentes veio do sul para estas áreas do norte quando o clima cá aqueceu. O achado sugere que o clima naquela época era mais quente do que hoje".


Rinocerontes de Merck viviam em paisagens florestais, preferindo arbustos e grama alta. Eram animais solitários, até um metro e meio de altura e mais de três de comprimento. 
 
 
Há uma teoria de que foram mudanças do clima e da vegetação que causaram sua extinção. Sendo gradualmente forçado pela glaciação a migrar para o sul da Europa, o animal ainda viveu durante muito tempo em estepes, semelhantes às atuais pradarias americanas. 
 
 
Acreditava-se que os últimos destes rinocerontes viviam no território da Itália de hoje em tempos do homem paleolítico. Idade dos fósseis do rinoceronte de Merck italiano é cerca de 200 mil anos. 
 
 
No entanto, a descoberta dos cientistas dos Urais prova que estes animais ainda existiam mais tarde – 120 mil anos atrás.
 

As escavações na caverna onde foram encontrados os fósseis irão continuar. Especialistas não duvidam que, escavando camadas mais antigas, irão encontrar algo ainda mais sensacional.



terça-feira, 30 de julho de 2013

Três enganos comuns que as pessoas pensam que são encontros extraterrestres



Quase todo mundo que já olhou para o céu à noite perguntou a si mesmo, pelo menos de alguma forma, a mesma questão: “Será que estamos realmente sozinhos no universo?”. 


A única coisa que é certa é que nós definitivamente não queremos estar. Talvez isso explique porque as pessoas continuam vendo OVNIs no céu, e porque estão sempre caindo em um de três tipos básicos de engano.


A ideia de que a humanidade é única é um pensamento muito deprimente para a maioria das pessoas. É natural, então, que nós passemos a interpretar praticamente qualquer coisa como um sinal de contato alienígena. 


A história está repleta de relatos de avistamentos de OVNIs, mas se você tomar um segundo para parar e pensar, quase todos vêm com explicações, e nenhuma delas extraterrestre. 


Considere o seguinte: uma de nossas naves espaciais levaria cerca de 60 mil anos simplesmente para alcançar a borda de nossa galáxia, o que dificulta a viabilidade de uma visita extraterrestre. 


Isso não impediu hordas de pessoas dispostas a jurar até o dia da morte que viram, interagiram com, foram tocados e/ou sido sondados por criaturas de um mundo além do nosso. 


Estas pequenas revindicações e suas posteriores “provas” de vida alienígena na Terra quase sempre caem em uma das três categorias: exercícios militares que deram errado, fenômenos da natureza, e, é claro, fraudes.


1. Casos Militares

 

Já percebeu como avistamentos de OVNIs tendem a acontecer convenientemente em torno de bases militares? Sim, e isso não é uma coincidência. 


Seja balão meteorológico, câmeras espiãs voadoras, ou aeronaves não autorizadas, as pessoas sumariamente, e felizes com isso, assumem que o mistério observado é alienígena – em vez de atividade militar. Especialmente em tempos de paranoia nacional.


A Batalha de Los Angeles


Após o ataque a Pearl Harbor, a sensação de segurança nos EUA foi destruída. Assim, três meses depois, quando um balão meteorológico casualmente passou flutuando sobre Los Angeles em 1942, a histeria coletiva se alastrou. 


O que uma cidade aterrorizada pode pensar? Pensou que se realizava um ataque aéreo militar maciça contra um intruso extraterrestre, resultando nesta fotografia icônica do que mais tarde foi apelidado de “The Battle of Los Angeles”.



Inicialmente, a sombra no céu foi pensado como sendo um ataque vindo do Japão, mas em uma entrevista coletiva logo após o incidente, o Secretário da Marinha Frank Knox rapidamente procurou tirar atenção do fato, chamando-o de um “alarme falso”. 


Isso, em seguida, deixou o pessoal da mídia livre para publicar todos os tipos de “relatórios” de encobrimento de atividades extraterrestres. 


A Batalha de Los Angeles aclimatou os civis para a noção de que avistamentos de alienígenas não eram apenas plausíveis, mas prováveis. Permitiu uma maneira mais confortável para explicar os seus medos.


O Incidente Roswell


Um dos mais notórios alegamentos de avistamentos de OVNIs (e a inspiração para um programa de televisão criminalmente subestimado), começou em julho de 1947, Roswell – Novo México EUA, quando o capataz William Brazel tropeçou em uma vala gigante com centenas de metros de comprimento e cheia de detritos, tiras de borracha, papel alumínio, papel, fita adesiva e madeira.


A confusão bizarra foi na propriedade onde trabalhava, e Brazel prontamente comunicou às autoridades, até que o relato chegou à base aérea de Roswell. 


O comandante da base descreveu o evento como sendo nada mais que um balão meteorológico com defeito, encorajando todos a esquecer tudo e voltar às suas atividades. Então, os teóricos da conspiração decidiram que era o momento perfeito para alavancar a demagogia UFO.


Stanton Friedman, físico e ufólogo, foi um dos que iniciaram as explicações envolvendo alienígenas nesse evento, porém trinta anos depois. 


Depois de entrevistar o Major Jesse Marcel, um dos inspetores do sítio original, em 1978, Friedman conseguiu o que estava procurando. Marcel afirmou que todo o evento foi um acobertamento militar de uma nave alienígena.


Glenn Dennis, um agente funerário, também afirmou que corpos foram retirados do local e levados para uma base aérea. Mas essas pessoas não eram totalmente insanas (ou, no mínimo, totalmente erradas).


Com tanta controvérsia sobre o que realmente aconteceu, duas investigações oficiais do governo separadas ocorreram – uma em 1994 e outra em 1995. 


A primeira confirmou que a causa tinha sido de fato sido um balão meteorológico, em um programa confidencial que usou luzes sensíveis para tentar detectar testes nucleares russos. 


A segunda esclareceu que os “corpos mortos” eram manequins usados durante testes de paraquedas, manequins estes que, em seguida, tiveram que ser removidos.


Depois de Roswell, o interesse em potenciais naves alienígenas disparou, com cerca de 800 avistamentos ocorrendo nas semanas que se seguiram. 


Tal como acontece com a Batalha de Los Angeles, o clima internacional provavelmente desempenhou um papel fundamental. Enquanto as fotografias de OVNIs são agora relativamente raras e se formou um considerável ceticismo, naquela época, as reivindicações foram aceitas em massa. 


Cada avistamento de OVNI era apenas um outro acréscimo para cima de uma já grande pilha de eventos e indutores de ansiedade (quanto mais relatos vinham, mais a ideia se prospectava na população, causando ainda mais relatos).


As luzes misteriosas


Em agosto e setembro de 1951, a pequena cidade americana de Lubbock, Texas, teve seu próprio e breve período nos holofotes ufológicos. Avistaram um grupo de 20 a 30 luzes flutuando no céu, na noite de 25 de agosto. 


Na semana seguinte, o estudante Carl Hart notou um fenômeno similar no céu e tirou fotos, que o jornal local, em seguida, publicou e eventualmente enviou por todo o país.



O Tenente Edward Ruppelt, do Projeto Blue Book da Força Aérea (a agência governamental norte-americana criada para o propósito expresso de investigações de UFOs) analisou as imagens e, finalmente, declarou como sendo uma brincadeira. 


Para Ruppelt, a visão não tinha sido nada mais do que postes a refletir sob as barrigas de um bando de maçaricos (aves). Testemunhas na área apoiaram esta explicação, concordando que eles tinham de fato visto e até ouvido grandes bandos de aves migratórias.


Ainda assim, outros sustentaram a ideia de que o tenente estava simplesmente tentando encobrir atividades militares com aeronaves. Qualquer que possa ser a explicação correta, no entanto, certamente não inclui alienígenas.


2. Fenômenos da Natureza

 

Nosso planeta é plenamente capaz de criar seus próprios e absolutamente belos fenômenos impressionantes que podem muito facilmente aterrorizar testemunhas que não entendem o que está acontecendo no céu acima deles. 


Geralmente, conforme a ciência avança, temos cada vez menos casos de pessoas relatando atividades suspeitas, potencialmente de outro mundo ou sobrenaturais, diante de uma ocorrência natural. 


Ainda assim, é curioso o quão rápido chegamos à conclusão de que uma visão fenomenal veio de algum ser alienígena quando, na verdade, ele só veio a partir de nosso próprio mundo.



Milagre do Sol em Portugal


Em 1917, trinta mil pessoas em Fátima, Portugal, supostamente testemunharam o “Milagre do Sol”, um evento que deveria ser uma prevista aparição da Virgem Maria. Multidões se reuniram para olhar para um céu nublado durante horas. 


Mas quando as nuvens finalmente abriram e o sol veio, todo mundo experimentou, simultaneamente, uma visão de luzes multicoloridas que vieram para baixo em espiral – pânico coletivo.




Para esta população claramente de devoção religiosa, as luzes brilhantes poderiam muito bem ter parecido como um sinal do fim dos tempos. 


Quase 100 anos depois, sabemos do fato que ficar olhar para o sol por um tão longo período de tempo tem o potencial de induzir diretamente histeria em massa e alucinações. 


Se eles estavam procurando por um pouco de emoção, ao menos conseguiram. O dano grave na retina foi apenas um bônus.



As luzes do País de Gales


Em janeiro de 1974, as pessoas nas montanhas do País de Gales relataram ter visto luzes estranhas no céu, diretamente seguidas por um abalo violento do solo sob seus pés – hoje sabemos que eram terremotos. 


Os habitantes da montanha Berwyn, no entanto, definiram que havia apenas duas possíveis explicações: explosões de enormes meteoritos ou ataques alienígenas.




Infelizmente para os sensacionalistas galeses, a ciência diz o contrário: quando a crosta da Terra está sob estresse antes da atividade sísmica, (o que se presume ser) luzes eletromagnéticas, muitas vezes, aparecem no céu. 


E o British Geological Survey (BGC) determinou que um terremoto de magnitude 3,5 havia agraciado a região com sua presença nessa mesma noite.



3. Fraudes (mentirosos, charlatões ou brincalhões)

 

E há quem simplesmente age de má-fé – e quem acredita.


Roswell: a Autópsia


Em 1995, o tema de Roswell mais uma vez acendeu conversas em todos os Estados Unidos quando o empresário Ray Santilli alegou ter em sua posse um filme em preto e branco de 17 minutos de uma autópsia alienígena recuperada do setor do Caso Roswell. 


Então eis que surge um documentário acompanhado do vídeo, com muitos, senão a maioria dos indivíduos entrevistados afirmando firmemente que eles acreditavam que era falso. 


As emissoras de televisão que mostraram o documentário mais tarde admitiram censurar as partes que colocavam a validade da autópsia em questão. 


Uma vez que o filme foi exibido, o diretor do documentário também afirmou que ele acreditava que o filme só podia ser falso.


Claro que, em breve, quase todos com algum tipo de conexão com o evento começaram a falar que era apenas uma brincadeira. Santili, então, admitiu que a maioria das “imagens originais” eram de péssima qualidade, e ele teve que usar porções refilmadas e reencenar eventos supostamente reais. 


Eventualmente, o artista e escultor John Humphreys também veio a público admitindo que ele tinha construído dois corpos extraterrestres e enchido-os com um pouco de mistura “saborosa” de cérebros de ovelha, geleia (sabor não especificado), vísceras de frango e ossos de articulações. Você sabe, coisas alienígenas…


Apesar de todas estas admissões e as provas em contrário, Santilli continua a afirmar que o filme é uma reconstrução precisa de 100% do original.



Morristown, New Jersey


Recentemente, 2009, os moradores de Morris Conde, New Jersey, ficaram de janeiro a fevereiro mistificados em torno de cinco luzes estranhas que sempre apareciam no céu noturno. 


Mesmo trabalhadores em torres de controle não conseguiam descobrir de onde as luzes estavam vindo – nada aparecia em seus radares. Portanto, é claro, a próxima conclusão lógica foi alienígenas.


No mesmo dia da mentira, dois jovens admitiram a fraude. Colocaram luzes simples em balões de hélio, e enviaram num caminho acima da cidade, em um esforço para mostrar como é fácil incitar um susto UFO. E certamente funcionou.




Desde que sabemos 100% ao certo o que realmente aconteceu nesse caso, a extensão e a variedade de reações provaram o quão não confiáveis ​​e inconsistentes podem ser os relatos de avistamentos de alienígenas. 


Embora não tinha sido nada mais do que algumas luzes pairando, algumas pessoas afirmaram nunca ter visto nada tão assustador em suas vidas, alguns se recusavam a acreditar que a causa tinha sido balões, e um homem ainda insistiu que ele tinha visto nove luzes espalhadas que finalmente se juntaram numa linha e começaram a se comunicar uma com a outra. 


Portanto, não importa quão sincera a história possa parecer, as pessoas são absurdamente não confiáveis ​​quando se trata de um encontro alienígena – e outros também.


Ainda assim, sempre haverá pelo menos algum mistério não resolvido que leve a promessa de contato alienígena. Mesmo que seja apenas a menor das possibilidades, isso é tudo que algumas pessoas precisam para desencadear um “comboio de teorias da conspiração com atividades alienígenas”.



Fonte: Hypescience

Americano é atacado por urso polar em parque no Canadá




O americano Matt Dyer, que acampava em um parque no Canadá, ficou seriamente ferido depois de ser atacado por um urso polar, informou a assessoria do Hospital Geral de Montreal neste sábado. 


Dyer, um advogado de Lewiston, no Maine, foi atacado no Parque Nacional das Montanhas Torngat na última quarta-feira.


A vítima continua em estado crítico, de acordo com o hospital. "Sua mulher, que está ao seu lado, disse que ele está melhorando e recebeu muita atenção, que deve ajudá-lo a continuar vivo", acrescentou o hospital.



Fonte: Terra

Arqueólogos encontram oferenda pré-hispânica no México



Especialistas encontraram na zona arqueológica de Tlatelolco, na capital mexicana, o crânio de um indivíduo decapitado e uma vasilha, cuja idade se estima em cerca de 500 anos, informou na sexta-feira (26) o Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH).


Em comunicado, o INAH assinalou que a pequena oferenda foi achada ao pé do Templo Maior do sítio pré-hispânico depois que um vigia reportou "o que parecia ser uma vasilha enterrada".


O arqueólogo Salvador Guilliem, diretor do Projeto Tlatelolco, explicou que os restos, achados sobre a vasilha, correspondem a um jovem adulto, "muito provavelmente um prisioneiro de guerra".


Guilliem disse que a descoberta aconteceu dentro da primeira fase do trabalho de exploração arqueológica, por isso que não foi possível determinar as dimensões da oferenda, que pôde ter sido colocada nos rituais de preparação do espaço que ocuparia a edificação.


Ambos os materiais foram localizados a um nível que está relacionado com a etapa de construção do Templo Maior correspondente aos anos de 1500 e 1515 d.C.


"Estamos delimitando o espaço para ver se a oferenda se compõe exclusivamente do crânio e da vasilha, ou se temos mais restos associados", disse Guilliem.


Paola Silva, responsável da manutenção da zona arqueológica de Tlatelolco, explicou que a pequena oferenda é a de número 34 encontrada e que a exploração deve ser feita com muito cuidado para evitar a perda de informação.


"Não podemos descer os níveis de escavação muito rápido porque há fragmentos de cerâmica que encontramos perto da oferenda e não sabemos se fazem parte da mesma ou de alguma outra; antes de retirá-los temos a ver sua disposição e como chegaram lá, fazendo um registro minucioso do contexto", disse.


Os arqueólogos estimam que esta oferenda poderia ser equiparada em tamanho à exibida na Sala Mexica do Museu Nacional de Antropologia, composta por uma máscara-crânio infantil com incrustações de concha e pirita, facas de sílex e outros objetos similares aos descobertos no Templo Maior de Tenochtitlan.



Fonte: Vírgula

Álcool e folhas de coca ajudaram três incas a 'aceitar' sacrifício, diz estudo

Corpo da 'Donzela' é visto na figura A; na B aparece radiografia que mostra o interior da boca com vestígios de folha de coca entre os dentes; imagens C e D são visões tridimensionais do crânio, com dentes em laranja, a língua em vermelho e folhas de coca em verde (Foto: Reprinted with permission from ref. 1/Johan Reinhard)
 
 
Crianças e adolescente mumificados teriam sido mortos em ritual sagrado. Corpos das 'crianças de Llullaillaco' são exibidos em museu da Argentina.
 
 
Vestígios de consumo de álcool e folhas de coca encontrados no cabelo de três múmias incas lançam uma nova luz para entender o sacrifício de crianças no noroeste da Argentina, há mais de 500 anos – antes do contato com os espanhóis. 
 
 
Os resultados do estudo estão publicados na edição desta segunda-feira (29) da revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS).
 
 
 
As múmias, conhecidas como "crianças de Llullaillaco", foram descobertas congeladas em março de 1999 no topo do vulcão Llullaillaco, localizado na Cordilheira dos Andes (perto da fronteira com o Chile), a 6.739 metros de altitude.


Os corpos bem preservados pertenciam a uma adolescente de 13 anos, conhecida como "A Donzela", a uma menina de 4 e a um menino de 5, que teriam sido sacrificados como oferenda a um deus inca durante um ritual chamado "capacocha".


De acordo com os autores, liderados por Andrew Wilson e colegas da Universidade de Bradford, no Reino Unido, o padrão de consumo de folhas coca e de uma bebida alcoólica chamada "chicha" revela que essas substâncias foram usadas para ajudar o trio a "consentir" com a cerimônia religiosa que culminou nas mortes.


Durante análise – que usou dados bioqúmicos, radiológicos e arqueológicos para entender os momentos finais da vida de humanos oferecidos em sacrifício –, os autores identificaram o padrão de consumo de folhas de coca e chicha pelas múmias, e relacionaram os níveis dessas substâncias achadas nos cabelos delas com as taxas de crescimento dos fios – do couro cabeludo até as pontas – ao longo dos 21 meses anteriores aos óbitos. Segundo os cientistas, a adolescente consumiu mais coca e chicha que as duas crianças.


Visitantes observam 'A Donzela', que foi encontrada sentada, com as pernas cruzadas e os braços apoiados sobre o ventre. Seu longo cabelo tem pequenas tranças, como era costume em alguns povoados dos Andes. Já o rosto foi pintado com um pigmento vermelho e, acima da boca, observam-se pequenos fragmentos de folhas de coca (Foto: New York Times)


Além disso, para os pesquisadores, as descobertas levantam questões sobre os padrões incas de controle social sobre os territórios recém-adquiridos.


O império inca incluía regiões que iam desde o norte do Equador e o sul da Colômbia, passando pelo Peru e pela Bolívia, até o noroeste da Argentina e o norte do Chile.


Múmia de 'O Menino', de 5 anos, encontrada congelada no topo de um vulcão (Foto: Juan Mabromata/AFP)

O trabalho da equipe britânica foi feito em parceria com a Universidade de Copenhague, na Dinamarca, a Universidade de Salta, na Argentina, e a Sociedade Nacional de Geografia dos EUA, em Washington DC.


Junto com as múmias, também foram encontrados mais de 150 objetos, todos exibidos no Museu de Arqueologia de Alta Montanha, em Salta, 1.510 km a noroeste de Buenos Aires.


Alguns dos mais de 150 objetos achados perto das múmias incas congeladas (Foto: Juan Mabromata/AFP)


De acordo com especialistas, as condições ambientais garantiram a boa preservação dos corpos e dos utensílios.




Fonte: G1

Polêmico acampamento secreto reúne poderosos nos EUA

 Reunião com ex-presidente Ronald Reagan (dir.) e Richard Nixon (esq.), sentados


Como em todos os meses de julho há mais de um século, alguns dos homens mais ricos e influentes dos Estados Unidos estão reunidos no acampamento Bohemian Grove, perto da cidade de Monte Rio, no norte da Califórnia.


O encontro, que é fechado à imprensa, dura duas semanas e é o ponto alto do ano para os integrantes do Bohemian Club, uma instituição privada para homens fundada em São Francisco, em 1872.


Entre os integrantes há intelectuais, vários ex-presidentes dos Estados Unidos e influentes senadores, deputados, acadêmicos e altos executivos das maiores empresas e instituições financeiras do país.


Acredita-se que o Projeto Manhattan, que levou à criação da bomba atômica, tomou forma no Bohemian Grove, durante uma reunião em 1942.


De acordo com o porta-voz do clube, Alex Singer, o evento é apenas uma reunião em que os sócios e seus convidados – entre os quais, como em todos os anos, figuras de destaque internacional – desfrutam da natureza e de uma série de atividades culturais que incluem concertos, peças de teatro, recitais e palestras sobre assuntos da atualidade.


Peter Phillips estuda confraria há mais de 20 anos e já teve acesso ao acampamento secreto nos EUA

Mas o forte esquema de segurança e sigilo vêm tornando o encontro alvo de protestos de muitos grupos de ativistas, que questionam a legitimidade do Bohemian Grove por reunir funcionários do governo e representantes do mundo corporativo a portas fechadas.


O acampamento também tem gerado uma série de teorias da conspiração (algumas mais prováveis do que as outras) que asseguram que os "bohos", como são chamados os sócios do clube, trabalham para estabelecer uma nova ordem mundial e celebram rituais pagãos com conotações satânicas.


Origens e características

 

Peter Phillips, professor de sociologia política da Universidade de Sonoma, na Califórnia, pesquisa as atividades do Bohemian Club há mais de 20 anos. Para sua tese de doutorado entrevistou muitos de seus membros, e acabou convidado a passar vários dias no acampamento de verão do grupo.


Em meio à floresta, local onde membros da confraria se reúnem é cercado de segurança e sigilo


Ele explica que a confraria tem entre 2.500 e 3 mil sócios (embora o número exato e os nomes dos integrantes do clube nunca tenham sido divulgados). A lista de espera pode durar entre 15 e 20 anos, e não é de se surpreender que tornar-se um "boho" tenha seu preço: entrar no seleto grupo custa nada mais nada menos do que US$ 25 mil (R$ 56 mil).


Fundado por um grupo de jornalistas, artistas e músicos, o Bohemian Club começou a aceitar empresários e homens de negócios com o passar do tempo para financiar suas atividades culturais.


  
Símbolo de sabedoria, a coruja é usada também como talismã dos membros do Bohemian Club


O especialista diz que atualmente o clube conta com os 200 maiores doadores do Partido Republicano e diretores das cem maiores empresas americanas.


Figuras de destaque já passaram pela confraria, entre eles os escritores Mark Twain e Jack London, os multimilionários William Randolph Hearst e David Rockefeller e políticos conservadores de reputação nacional, como Dwight Eisenhower, Ronald Reagan, Henry Kissinger, George Bush e seu filho George W. Bush, Dick Cheney e Donald Rumsfeld.


Neste ano, a lista inclui nomes como o ex-general do Exército americano Stanley McChristal, o famoso comediante Conan O'Brien, o presidente da Universidade de Stanford, John Hennessey, o ex-presidente da Intel, Paul Otellini, e o ex-presidente boliviano Jorge Quiroga.


Curiosidades e polêmicas

 

Phillips diz que os participantes dividem-se em cerca de 120 acampamentos, que vão desde chalés com bastante conforto até alojamentos mais simples, com banheiros e chuveiros compartilhados.


Em meio à floresta, as instalações contam ainda com três teatros ao ar livre, um restaurante, um pequeno museu de história natural e mais de cem pianos.


O clima é de festa e há muita bebida o tempo todo, conta o estudioso, relembrando outro aspecto essencial do evento: a preferência de seus sócios por urinar ao air livre, nas árvores, constantemente.


Há polêmica em torno de uma das tradições do grupo, chamada "Queima das Preocupações". O ritual ocorre no primeiro fim de semana do acampamento, quando um grupo de homens segurando tochas e vestidos com togas e com as cabeças cobertas coloca fogo em uma efígie coberta por um manto diante de uma estátua de uma coruja com mais de 12 metros de altura.


O ritual foi gravado pelo jornalista americano Alex Jones, um dos principais críticos do evento.


Relatos de funcionários do acampamento apontam ainda que muitos de seus participantes, a maioria homens de meia idade, brancos e de classe média alta, gostam de se disfarçar de mulher – sobretudo para representar papéis femininos nos espetáculos, já que só homens podem participar da confraria.

Decisões

 

A ativista californiana Mary Moore vem liderando protestos contra o evento há mais de 30 anos. Para ela, o problema mais grave é que algumas das ideias que circulam durante o acampamento acabam convertendo-se em políticas reais.


A ativista Mary Moore organiza protestos anuais diante do acampamento há mais de 30 anos


"Em 1981, ao analisar a lista de sócios e convidados, nos demos conta de que os principais membros da indústria militar estavam lá (...) E foi neste ano que o secretário da Defesa do presidente Ronald Reagan, Caspar Weinberger, deu a palestra intitulada 'Rearmando os EUA' (...) Pouco depois o governo Reagan lançou a Iniciativa de Defesa Estratégica que desencadeou uma carreira armamentista", diz.


"O que se faz no Grove é se embebedar, mas é óbvio que também são feitos negócios e política. Estamos usando o Grove como um exemplo. O que queremos é que as pessoas se deem conta de como funciona o mundo da política e das altas finanças. Que vejam como o que é discutido a portas fechadas afeta a todos", acrescenta Moore.



Fonte: BBC

Casal afirma ter filmado 'pé-grande' durante caminhada no Canadá



 
 
Gravação mostra criatura grande e peluda caminhando à distância. Vídeo foi visto mais de 69 mil vezes.
 
 
Um casal que fazia caminhadas na região de Mission, em British Columbia (Canadá), filmou o que seria a aparição de um “pé-grande”, que foi avistado de longe pela dupla. Os canadenses gravaram um vídeo e postaram no YouTube (assista).


Na gravação, feita de muito longe, é possível ver uma criatura grande, aparentemente ereta e coberta de pelos, andando em meio à vegetação e as árvores. Em determinado momento, ela caminha em direção às folhas e desaparece completamente.


De acordo com o jornal "Daily Mail", o vídeo deixou muitos especialistas no assunto intrigados, apesar da baixa qualidade das imagens. A gravação foi vista mais de 69 mil vezes no YouTube.



Fonte: G1

Filhote raro de zebra com jumenta nasce na Itália após pulada de cerca







Uma pulada de cerca, literalmente, resultou no nascimento de um raríssimo cruzamento entre uma zebra macho e uma jumenta, há duas semanas. 


O filhote incomum nasceu em uma reserva animal em Florença, na Itália, após a zebra Martin invadir a área onde estava a jumenta Jade. 


A notícia foi divulgada apenas esta semana e, segundo funcionários da reserva, Ippo, o filhote, passa bem. 


Ele puxou as listras do pai misturadas à cor predominante da mãe. Martin está na reserva desde que foi resgatado de um zoológico que ameaçava ir à falência. 


Jade se encontra no local por ser uma espécie rara de jumenta. Há 12 meses, a proprietária da reserva, Serena Aglietti, construiu a cerca que separava os dois animais, mas ela não foi o suficiente para impedir o nascimento do pequeno Ippo, o único filhote de zebra com jumento na Itália.



Pesquisadores da USP descrevem primeiro jacaré jurássico brasileiro


O primeiro jacaré jurássico viveu no Maranhão


Pesquisadores do Laboratório de Paleontologia, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, acabam de publicar a descrição dos fósseis do primeiro tetrápode jurássico coletado no Brasil. 


O material foi descoberto em maio de 2012 no interior do Maranhão, município de Nova Iorque, e se trata de um crocodiliforme (grupo que congrega os jacarés e crocodilos viventes, bem como alguns de seus parentes extintos) denominado Batrachomimus pastosbonesis.


O estudo, desenvolvido em parceria com colegas do nordeste e do Canadá, foi publicado no último sábado (27/7) na versão eletrônica da revista alemã Naturwissenschaften.


Até então, tetrápodes, grupo que inclui anfíbios, répteis, aves e mamíferos, jurássicos eram conhecidos no país apenas com base em pegadas. 


Com idade aproximada de 150 milhões de anos, nova espécie teria cerca de um metro de comprimento, estimado com base nos ossos preservados, que incluem partes do esqueleto pós-craniano, além de cerca de 70% do crânio. 


Este inclui muitas características, como um focinho alongado, olhos voltados dorsalmente e ossos ornamentados, que são também encontradas no grupo dos temnospôndilos, anfíbios que ocupavam o nicho de predadores aquáticos de médio-grande porte, e que já haviam sido coletados em rochas mais antigas, período Permiano, na região.


Tais semelhanças levaram a uma confusão inicial na identificação do bicho, por isso Batrachomimus (imitador de anfíbios), nome que também alude a uma inferência muito mais interessante. 


Os temnospôndilos foram os principais predadores de água doce no início do Mesozoico (período Triássico), época em que os parentes mais próximos dos jacarés atuais eram pequenos animais terrestres. 


Assim, de certa forma, somente após a extinção dos temnospôndilos é que os crocodilianos ocuparam o nicho mais comumente associado aos mesmos (predadores aquáticos), tendo substituído aquele grupo de anfíbios, “imitando” algumas de suas características. 


O Batrachomimus é um típico representante desta tendência, sendo uma forma de focinho alongado claramente adaptado para predação em ambiente de água doce. O nome da espécie se refere à região de Pastos Bons, onde se deu a descoberta.


Outro detalhe interessante da descoberta é que a nova espécie é o único representante Americano e Gondwânico dos Paralligatoridae, grupo de crocodilianos até então conhecido apenas na Ásia central (China, Mongólia e Uzbequistão). 


Isso sugere ou que estes animais tinham grande capacidade de dispersão, inclusive cruzando barreiras oceânicas, ou que as grandes massas de terra da época (Gondwana e Laurásia) tinham faunas não tão diferentes quanto anteriormente se supunha.


 Além da inusitada procedência geográfica, a nova espécie é também 30 milhões de anos mais antiga que seus parentes mais próximos, que incluem os demais paraligatorídeos, bem como o grupo que congrega jacarés e crocodilos atuais. 


Assim, Batrachomimus contribui com informações sobre um segmento pouco conhecido da evolução dos crocodilianos, sendo importante para entender como se originaram as formas viventes do grupo.


 Por fim, as rochas onde Batrachomimus foi coletado (Formação Pastos Bons) já eram anteriormente conhecidas por seus fósseis de peixes, sendo que a nova descoberta entusiasma os paleontólogos a empreender novos trabalhos de campo para a região, que podem conter outros fósseis do Jurássico, inclusive os primeiros dinossauros do período no Brasil.



Cientistas iniciam remoção de animal pré-histórico em Candelária



Pode ser o maior fóssil encontrado no município, onde já foram retirados mais de 50 animais.
 
 
De peça em peça, os paleontólogos vão reconstruindo a nossa história. Num trabalho minucioso e imprevisível, mais um fóssil começou a ser removido ontem em Candelária, no Vale do Rio Pardo. 
 
 
Ainda encoberto por rocha, os pesquisadores acreditam ser um dicinodonte, animal que viveu há cerca de 230 milhões de anos e que faz parte da linhagem que inclui os mamíferos.


Embora não seja a primeira vez que essa espécie seja encontrada em Candelária, os cientistas acreditam estar diante de um dos poucos fósseis inteiros pertencentes a ela, uma circunstância rara e, por isto, bastante comemorada quando ocorre. 

 
— Não é o primeiro e nem deve ser o último dessa espécie a ser encontrado. Mas cada fóssil encontrado sempre soma na reconstrução da história e, se ele estiver inteiro, deve ajudar ainda mais — afirma o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Cesar Schultz.


Com cerca de dois metros de comprimento, o animal pode ser o maior já encontrado em Candelária. O fóssil, que fica numa fazenda particular da localidade de Pinheiro, foi descoberto há três anos por estudantes da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), que não conseguiu dar continuidade à coleta do material justamente em função das dimensões do fóssil.


No início deste ano, a pedido do Museu de Paleontologia de Candelária, que colabora com as instituições de pesquisa do Estado, realizando o monitoramento dos sítios fossilíferos do município, o trabalho foi retomado, agora com a participação da UFRGS.


— Outra possibilidade é que haja outros animais nesse mesmo espaço ou até mesmo mordidas, o que pode nos ajudar a identificar possíveis predadores da época — complementas Schultz.


Nesta segunda-feira, utilizando britadeira, enxadas e martelos geológicos, uma equipe composta por oito estudantes e um professor, somada a três colaboradores do museu Candelária, intensificou o trabalho no local, escavando a rocha ao redor do fóssil.


Após ser totalmente escavado, o bloco, como é chamado o conjunto da ossada com a rocha que a encobre, deve receber uma nova camada protetora de gesso, sendo que a primeira havia sido colocada pela Unipampa, mas acabou desgastada devido ao longo tempo de exposição. 
 
 
Este processo é importante para evitar que o bloco — que deverá pesar mais de uma tonelada — se desmanche na hora de ser retirado do local onde está.


Somente depois de estar totalmente protegido com gesso e apoiado numa armação de madeira, que deve ser colocada hoje, é que um guindaste deve ser levado para retirar o bloco e transportá-lo até o Museu de Candelária.


— Lá, onde há condições para ser devidamente guardado, estudantes devem iniciar a limpeza do fóssil — afirma o curador do museu de Candelária, Carlos Nunes Rodrigues, acrescentando que ferramentas da espessura de uma agulha serão utilizadas para remover a terra e expor toda a superfície do osso.

Parte da Rota Paleontológica gaúcha, que vai de Vila Mariante à Mata, Candelária possui 30 pontos fossilíferos e única região do país onde existem animais do período triássico, 29 deles são monitorados por voluntários do Museu Paleontológico e um é mantido pelo governo estadual em parceria com o município, local chamado de Parque Paleontológico de Candelária.



QUEM É ESSE ANIMAL ENCONTRADO? 


— Os pesquisadores ainda não têm certeza a respeito da espécie, mas já sabem que o animal encontrado em Candelária pertence ao grupo dos dicinodontes.


— Esse animal viveu há cerca de 230 milhões de anos, ou seja, no período triássico, um pouco antes dos primeiros registros de dinossauros. Na época, eram os herbívoros mais comuns em todo o planeta (lembrando que, naquela época, todos os continentes estavam unidos numa só massa de terra, a Pangeia), podendo ser comparado à vaca nos tempos atuais.

— Há duas espécies conhecidas de dicinodontes no Rio Grande do Sul. Um deles, o Dinodontosaurus, que é o mais abundante, possuía na boca dois grandes caninos superiores. A outra, sem estas presas, se chama Stahleckeria e podia chegar a quatro metros de comprimento.


— Eles são quadrúpedes, não tinham dentes para mastigação (mas sim um bico córneo parecido com o das atuais tartarugas) e uma cauda curta. Não são dinossauros nem répteis e se aproximam mais dos mamíferos, principalmente pelas características do esqueleto e pela forma como andavam juntos, em manadas. Sabe-se que eles tinham esse comportamento devido a uma descoberta anterior, feita na mesma região de Candelária, de 10 filhotes que morreram todos juntos. 




Fonte: Zero Hora
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