quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Esqueleto de animal intriga moradores do interior de SP



Carcaça foi encontrada por trabalhador rural de Fernandópolis, São Paulo. Bicho tinha dentes de roedor, duas patas e cauda de lagarto.

O esqueleto de um animal encontrado por um trabalhador rural, no meio de uma plantação intriga a cidade de Fernandópolis, no noroeste do estado, a 553 km de São Paulo.

A ossada tem aproximadamente um metro de comprimento. O animal tinha dentes de roedor, duas patas e uma cauda longa - semelhante a de um lagarto.

Biólogos de uma universidade do município vão recolher a ossada, para tentar descobrir a origem do animal.


Fonte: G1

REINO UNIDO: ADOLESCENTES DE HORSHAM AMEDRONTADOS COM POLTERGEIST


Stephen Foster, 18, e Todd Bevis, 16, dois adolescentes de Horsham, em West Sussex, alegam que estão sendo atormentados por um poltergeist a mais de um mês.

Stephen acredita que uma "força do mal"que encontrou na floresta seguiu-o até em casa.



Tudo teria começado quando resolveram acampar uma noite na Floresta de Saint Leonard, perto da Igreja de São João Evangelista em Coolhurst.

Durante sua excursão Stephen e Todd disseram que viram luzes estranhas, ouviram o som de uma menina gritando, e sentiram uma presença estranha que tentou invadir a barraca.

Duas semanas após o acampamento, fenômenos estranhos começaram na casa de Stephen. As portas abriam e fechavam sozinhas, xícaras e copos quebravam no armário e risadas inexplicáveis foram ouvidas.

Após uma noite aterradora em que viu figuras escuras em seu quarto, Stephen passou a dormir em um sofá na parte de baixo da casa.

Caroline, mãe de Stephen diz que não sabe o que está acontecendo, que tende a ser cética, mas que não encontra uma explicação plausível para isso.

O Grupo de Investigação Paranormal de Sussex foi convidado pela familia para averiguar os fenômenos, mas mesmo assim Stephen diz temer pela sua segurança.



Fonte: Worthing Herald

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Descoberto dinossauro do tamanho de galinha


Um dinossauro do tamanho de uma galinha cujo alimento predileto eram os cupins pode ter sido o 'tamanduá' da sua era e talvez seja um dos menores dinossauros descobertos na América do Norte, informaram cientistas. A nova espécie, que recebeu o nome de Albertonykus borealis, é parte de um grupo de dinossauros de aparência incomum, os alvarezssauros, que também já foram encontrados na Ásia e na América do Sul.


Criaturas bizarras


"Eles eram realmente animais muito esquisitos", disse Nick Longrich, co-autor do estudo e paleontologista da Universidade de Calgary, no Canadá, sobre o albertonykus.

Os alvarezssauros em geral têm focinhos longos semelhantes a pinças, pernas esguias como as dos pássaros e bracinhos curtos como os dos tiranossauros.

Com comprimento de 70 centímetros, o dinossauro recém-encontrado é o menor dos alvarezssauros localizados até hoje na América do Norte, disse Longrich.

Proporcionalmente, seus braços eram tão curtos quanto os do tiranossauro, ou ainda mais curtos, mas sua construção era consideravelmente mais poderosa.

"Eles se parecem com os membros dianteiros de uma toupeira", disse Longrich. Mas, ao contrário das toupeiras, os braços do albertonykus não teriam utilidade para escavações.

As mãos do animal dispunham de apenas dois dedos truncados e de um polegar imenso, com forma de palheta.

A equipe especula que a dieta preferencial do alvareszssauro fossem os insetos, e que ele usava a garra do grande polegar para abrir buracos em troncos apodrecidos recheados de cupins e de outro insetos.

Fragmentos de crânios de outros alvarezssauros localizados na Ásia sugerem que o albertonykus tinha um focinho longo repleto de pequenos dentes semelhantes aos de certos mamíferos que se alimentam de insetos hoje, como os tatus e certas espécies de tamanduás, disse Longrich.

Ele e seus colegas descrevem o novo dinossauro em artigo publicado pela revista Cretaceous Research.


Migrações antigas


Hans-Dieter Sues é paleontologista no Museu Smithsonian de História Natural, em Washington, e não participou do estudo.

Ele afirma que a nova descoberta coloca em destaque o movimento dos alvarezssauros e de outros diferentes grupos de dinossauros entre o leste da Ásia e a América do Norte e do Sul.

"Agora existe um registro norte-americano definido dessas criaturas, antes conhecidas apenas com base em ossos isolados", afirmou.

Quando às pequenas dimensões do albertonykus, é possível que os espécimes que os pesquisadores examinaram não tenham atingido a maioridade, segundo Sues.

"O fator chave para determinar se um dinossauro é um animal jovem ou um adulto de pequenas proporções é estudar as vértebras, porque certas porções só se fundem na maturidade", ele disse.

"Nesse caso, pode ser simplesmente que os espécimes individuais se refiram a animais que ainda não haviam completado seu crescimento".


Fonte: Portal Terra


domingo, 5 de outubro de 2008

NOVAS REVELAÇÕES SOBRE O INCIDENTE DE SHAG HARBOUR




Há 41 anos atrás, na noite de 4 de outubro de 1967, um incidente ufológico na Nova Escócia, Canadá, mobilizou varias agências governamentais, e pelo menos um submarino de pesquisa esteve na área para recuperar os destroços do objeto.

Esse, que é um dos poucos casos da ufologia em que consta nos documentos oficiais a citação a um objeto voador não identificado, ganha novos contornos com o depoimento da senhora Ruth Neville de 85 anos, moradora de Halifax. De acordo com ela o OVNI ou OSNI de Shag Harbour poderia ser um dispositivo de pesca.





Tudo começou as 11:20 hs da noite quando alguns moradores observaram um objeto iluminado voando baixo ao longo da baía. Algumas testemunhas ouviram um assobio, seguido de um estrondo. Após um flash de luz o objeto caiu na água.

Acreditando que um avião havia caído em Shag Harbour, as testemunhas contataram imediatamente o destacamento local da Policia Montada do Canadá, que enviou um alerta para o serviço de busca e salvamento em Halifax que passou a coordenar a operação.

Uma missão foi organizada e barcos de pesca e da guarda costeira saíram para procurar sobreviventes. Uma luz pálida, branca ou amarela foi visualizada da superficie, mas logo afundou e desapareceu de vista.

No local do afundamento uma espuma amarela com cerca de 80 metros de largura e meia milha de comprimento foi observada. Nos dias subsequentes as buscas continuaram, inclusive com mergulhadores, mas nada foi encontrado.

Ruth Neville foi casada com Lawson Dolleman. Seu falecido marido foi o gerente de operações na costa oeste da John Leckie Inc. uma importante empresa de pesca.

Antes do incidente de Shag Harbour, Ruth folheava uma revista especializada de seu marido quando teve sua atenção despertada para um dispositivo desenvolvido por uma companhia escandinava para a pesca comercial de arenques.

O engenho parecia a metade de um globo grande e brilhante, equipado com feixes de luzes lacradas em seu interior. A ideia era lançar o equipamento do barco e manter as luzes sob a água no meio do cardume, que atordoado, seria facilmente capturado.

A captura de peixes com a utilização de luzes era ilegal no Canadá, mas um ano após o incidente de Shag Harbour, Ruth Neville e seu marido visitaram a exibição anual de pesca em Lunenburg.

Em um dos estandes encontrou o equipamento de pesca escandinavo que havia visto na revista. Passearam em outros estandes, mas quando regressaram o aparelho tinha desaparecido. Ruth acredita que o proprietário retirou o equipamento ilegal.

Ruth e Lawson especularam se algum pescador fez uso do aparelho ilegal na época do incidente, e teorizaram que a espuma amarela residual poderia resultar da pesca, pois alguns peixes liberam uma grande quantidade de substância oleosa quando capturados.



Fonte: The Chronicle Herald



HOMEM AFIRMA QUE VIU MOKELE-MBEMBE


Zeiker Tamoshkin é piloto de helicópteros no Congo, na região de Likouala, e afirma que viu em agosto um animal semelhante a um saurópode no Centro-Oeste africano.

Segundo o piloto, o animal possuia um longo pescoço e o tamanho aproximado de um elefante. A descrição coincide com o animal denominado pelos locais de Emela Ntouka, ou assassino de elefantes, que habitaria a região.


Fonte: The Alien Seeker News


SANTA NA JANELA MOBILIZA MORADORES DE SPRINGFIELD, MASSACHUSETTS


Um fenômeno de pareidolia, similar ao que aconteceu na cidade de Ferraz de Vasconcelos, em São Paulo, no dia 18 de julho de 2002, está acontecendo no Mercy Medical Center na Stafford Street na cidade de Springfield em Massachusetts.



Em uma janela do 2º andar do hospital, uma mancha na janela foi vista por alguns passantes, que imediatamente visualizaram a Virgem Maria.

Mais de 500 pessoas, entre fiéis e curiosos, se reuniram na porta do hospital para vêr o "milagre", orar, depositar buquês de flores e velas votivas.




Engenheiros acreditam que a imagem foi formada pelo acúmulo de minerais entre duas vidraças.


Mark E. Dupont, porta-voz da Diocese de Springfield, disse que a diocese foi informada sobre a situação no Mercy Medical Center mas não quiz se manifestar.



Fonte: masslive.com



FAMÍLIA BRITÂNICA FOTOGRAFA SUPOSTO FANTASMA




John Wilson de 32 anos, marceneiro em Daniel Place, Rosyth, acredita que fotografou o fantasma de um mineiro na entrada das antigas minas abandonadas em Blarenbathie na floresta de Blairadam, em Kelty.

Wilson passeava com sua esposa Karen e os três filhos, Holly (11), Derryn (5), e Kyle (3), quando parou para fotografar a família.

Quando baixou as fotografias para o computador observou assustado uma presença fantasmagórica no canto esquerdo de uma das fotos.

O marceneiro afirma que não havia ninguém no lugar além deles e que recorda que seu cão ficou agitado sem nenhum motivo em particular no momento da foto.



Fonte: Dunfermline Press


PREFEITO DE FLINTSHIRE OBSERVA OVNI


Terry Renshaw, prefeito de Flintshire, no norte do País de Gales, observou de sua casa em Bagillt um estranho objeto cilindrico que lembrava uma tubulação de alumínio.

Segundo Renshaw o objeto viajava muito rápido e não emitia nenhum som. " No inicio eu pensei que fosse um avião arrastando uma flâmula, mas em seguida vi que havia algo mais".

" Tirei uma foto e continuei observando, até que ele sumiu atrás do que pensei ser uma nuvem. Mas não havia nuvem alguma". "Quando olhei a foto , vi que o objeto não foi registrado, apenas o céu azul limpo".


Fonte: Evening Leader

sábado, 4 de outubro de 2008

ARQUIVOS INSÓLITOS 11


O que era a massa gelatinosa que apareceu nos quintais de Garland,Texas, em 1974? Teria correlação com uma suposta queda de OVNI em Aurora em 1897?




quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Meteorito pode dar "carona" a micróbio

A cápsula Foton-M3, recolhida no Cazaquistão, com amostras circulares de rocha do experimento Stone-6 afixadas em seu casco


Há muitas pedras de cor clara no caminho dos caçadores de meteoritos marcianos, e todas têm sido ignoradas.

É uma pena, pois algumas dessas rochas sedimentares, que vieram parar na Terra, seriam aquelas com mais chance de revelar fósseis de micróbios com bilhões de anos, caso eles existam.

Em um experimento com um meteorito "artificial", pelo menos, restos fósseis de seres vivos sobreviveram ao espaço.

O resultado do teste foi revelado pelo projeto "Stone-6", da ESA (Agência Espacial Européia), há cinco dias, no Congresso Europeu de Ciências Planetárias, na Alemanha.


A importância do experimento é que ele foi feito com rochas sedimentares, formadas pela ação erosiva de água e gelo em um passado remoto.


Se existiu vida em Marte, é nessas rochas que há mais chance de encontrar os seus vestígios.


Ocorre que os 39 meteoritos que caíram na Terra e que se tem certeza de que vieram de Marte são todos feitos de rochas vulcânicas, escuras.


Por isso, o local favorito de caça aos meteoritos marcianos é a Antártida, onde as rochas escuras vindas do céu contrastam com a superfície branca do gelo que recobre o continente.


Pouca gente se preocupou em tentar achar meteoritos sedimentares marcianos, pois achava-se que eles seriam desintegrados no atrito com a atmosfera da Terra.


Mas o grupo da cientista Frances Westall, da Universidade de Orleans (França), prova o contrário.


Os pesquisadores incrustaram três amostras de rochas terrestres (semelhantes às do planeta vermelho) no escudo protetor da cápsula espacial Foton-M3, lançada pela ESA, dia 14 de setembro de 2007 e recuperada 12 dias depois.


A primeira amostra era uma rocha vulcânica, que não sobreviveu ao choque da reentrada na atmosfera terrestre, quando a velocidade da cápsula chegou a 29 mil quilômetros por hora e se aqueceu a 1.700C. A amostra se descolou do escudo.


As outras duas amostras sobreviveram. Uma das rochas, feita de areia vulcânica com fósseis de bactérias se formara há 3,5 bilhões de anos, numa época em que as condições na Terra e em Marte eram muito parecidas.


Apenas metade da amostra foi arrancada pelo calor. Os fósseis, analisados por microscópio, permaneceram reconhecíveis.


A terceira amostra era uma argila petrificada, de 370 milhões de anos, com sinais químicos de vida. Somente 26% da amostra sobreviveu, mantendo traços das substâncias bioquímicas.


Bactérias modernas que vivem dentro de rochas foram colocadas atrás de cada amostra. Todas morreram carbonizadas, mas traços de seus corpos foram preservados.


"Traços de vida em sedimentos marcianos podem ser encontrados na Terra", diz Westall. E segundo ela, o contrário também vale: traços de vida em sedimentos terrestres podem ser encontrados em Marte.


Fonte: Folha Online



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