sábado, 31 de outubro de 2009

Misterioso avistamento de "avião em chamas" nos céus de Brean, Reino Unido

Brean


Sharon Witcombe de Warren Road alega ter visto uma aeronave envolvida em chamas quando voltava para casa na quarta-feira (28) ao redor das 17 hs:15 m. Estava vindo da direção de Bristol e voava aparentemente mais baixo que o habitual.

Sharon diz que ela claramente pode ver as chamas alaranjadas brilhantes e, assustada, mesmo porque em seu carro estava a sua mãe idosa, guiou para longe de Brean temendo que o avião caísse próximo.

Quando ela retornou para casa vários minutos mais tarde ela diz que não havia nenhum sinal da aeronave, embora diga que havia cheiro de queimado.

A Subdivisão de Investigação de Acidentes Aéreos disse na quinta-feira que não tinha recebido nenhuma informação de aviões em dificuldades ou perdidos na área naquele momento.


Tradução: Carlos de Castro



Fonte: Burnham-On-Sea




Cobras invadem zonas urbanas de Miami, EUA

Jibóias podem chegar a três metros e meio de comprimento; animal não possui veneno, mas mata suas presas por constrição


Várias espécies de cobras gigantes, entre elas a jiboia e a píton africana, estão invadindo de forma descontrolada o Estado da Flórida (EUA) a tal ponto que conseguem se adaptar às áreas urbanas de Miami, alerta um estudo científico da agência americana de Pesquisas Geológicas (USGS).

O controle desses ofídios, que não são nativos dos Estados Unidos, é muito difícil devido ao fato de se reproduzirem rapidamente em extensas áreas dos pântanos de Everglades.

Não há ainda mecanismos de controle que pareçam adequados para erradir essas cobras que representam um grande risco para espécies nativas e ecossistemas nas regiões cálidas do sul dos Estados Unidos, segundo o estudo.

O cientista Gordon Rodda, da USGS e um dos autores do estudo, afirma que a maior parte dessas serpentes pode se adaptar a uma variedade de habitats e é bastante tolerante à vida nas áreas urbanas. Jiboias e pítons africanas, por exemplo, já vivem de maneira silvestre em áreas metropolitanas de Miami, acrescentou.

Segundo a Comissão de Conservação de Pesca e Vida Silvestre da Flórida (FWC), muitas das serpetentes eram mascotes que foram abandonadas por seus donos pelos mais variados motivos no Everglades, a imensa reserva natural de pântanos no extremo sul do Estado.

Os especialistas assinalam que se trata de um problema que provavelmente começou há 20 anos com o furacão Andrew (1992), que fez com que muitas serpentes escapassem de pet shops e serpentários.

O perigo que representam essas cobras é similar aos dos caimãns (jacarés) que habitam em grande número o Everglades e cidades do sul da Flórida.

Em julho passado, uma menina de dois anos morreu estrangulada por uma píton birmanesa de 3,60 metros numa casa do condado de Sumter, na Flórida.


Fonte: Folha Online



Cão de quase 21 anos é coroado o mais velho do mundo

Cão 'Otto' foi coroado como o mais velho do mundo (Foto: Reprodução/Daily Mail)



Dono disse que tem 'Otto' desde que ele tinha seis semanas. 'Chanel', que era o cão mais velho do mundo, morreu em agosto.

O cão "Otto" foi coroado pelo Guinness, livro dos recordes, como o mais velho do mundo. Ele tem 20 anos e oito meses --a idade equivale a 145 anos humanos, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".

"Otto" ficou com o título após a morte de "Chanel", de 21 anos, que morreu em agosto deste ano. Além dele, outros dois cachorros reivindicam o título vago. Um teria 25 anos e o outro, 23. No entanto as idades não foram confirmadas.

O proprietário Peter Jones, de 68 anos, que mora em Shrewsbury (Reino Unido), disse que tem "Otto", que nasceu do cruzamento das raças dachshund e terrier, desde que ele tinha seis semanas. Sua mulher Lynn, de 53, guarda um certificado que comprova a idade do animal.

Jones afirmou que, quando descobriu que "Chanel" tinha morrido e era o mais velho do mundo, pensou que "Otto" poderia ficar com o título de cão vivo mais velho do mundo.

Os proprietários Lynn e Peter Jones atribuem a longevidade de seu animal de estimação a três fatores: muito amor, comida boa e check-ups regulares em clínicas veterinárias.


Fonte: G1



Nasa lança com sucesso foguete experimental Ares 1-X


A Nasa, agência espacial americana, lançou com sucesso o protótipo do foguete experimental Ares 1-X às 13h30 (hora de Brasília) do Centro Espacial Kennedy, no sul da Flórida, Estados Unidos. O foguete é crucial para os planos de prospecção espacial da Nasa porque substituirá os ônibus espaciais que serão retirados de serviço no próximo ano.

O voo de apenas dois minutos e meio permitirá aos cientistas ter uma primeira ideia sobre a estabilidade e a segurança do lançador.

Apenas o primeiro módulo do Ares 1-X (X significa experimental), derivado dos dois foguetes de apoio, será testado; o segundo módulo e a carga útil são réplicas que cairão no oceano Atlântico após o lançamento.

Os dados que interessam à Nasa serão coletados por mais de 700 captores espalhados por todo o Ares 1-X, que tem 99,6 m de altura. Serão necessários meses de análises para chegar a uma conclusão concreta.


Fonte: Terra



Rússia desenvolverá naves espaciais movidas a energia nuclear


A Roscosmos, agência espacial russa, anunciou nesta quarta que planeja desenvolver naves espaciais movidas a energia nuclear a fim de manter a liderança na conquista do espaço.

"O projeto ajudará a impulsionar a indústria astronáutica nacional e a tecnologia espacial a um nível completamente novo, ultrapassando as descobertas de outros países", afirmou Anatoli Perminov, chefe da Roscosmos, segundo a agência Interfax.

Perminov explicou que as novas naves tripuladas permitirão pôr em prática ambiciosos programas espaciais, agora considerados inalcançáveis, como a prospecção da Lua e de Marte.

O desenho do novo foguete equipado com reatores de geração de energia atômica ficará pronto em 2012, previu Perminov, ao estimar em US$ 580 milhões o investimento necessário para o financiamento do projeto durante os próximos nove anos.

"É um projeto único", ressaltou Perminov, explicando que os reatores utilizados serão muito mais potentes do que os dos satélites soviéticos, que tinham autonomia de um ano.

Especialistas russos em cosmonáutica sustentam que a prospecção de Marte e a instalação de uma base permanente na Lua não será possível para a indústria espacial russa até que esta desenvolva um novo sistema de propulsão e de fornecimento de energia.

O presidente russo, Dmitri Medvedev, disse hoje que "o projeto é muito sério" e pediu para que o Governo "encontre fundos" para financiá-lo.

A partir do momento em que os Estados Unidos aposentarem sua última nave espacial, o que está previsto para 2010, as naves russas Soyuz serão as únicas nas quais será possível viajar para a Estação Espacial Internacional.

Em princípio, a Nasa, agência espacial americana, deve concluir o desenvolvimento de sua nova nave para o final da próxima década.


Fonte: Terra



Fóssil raro é posto à venda em feira na Alemanha

Este raro fóssil da espécie Archeopteryx simensii foi exibido na 46ª Feira Internacional de Minerais, Fósseis, Pedras Preciosas e Jóias, em Munique


Um raro fóssil da espécie de pássaro pré-histórico Archeopteryx simensii foi exibido nesta quinta-feira na 46ª Feira Internacional de Minerais, Fósseis, Pedras Preciosas e Jóias, que acontece anualmente na cidade de Munique, na Alemanha. A feira vai até o dia 1 de novembro.

Até hoje, foram encontrados apenas 10 exemplares de Archaeopteryx no mundo. De acordo com a agência AP, seis desses dez vão estar em exibição e à venda na feira em Munique. O valor de cada um dos fósseis raros chega a 'alguns' milhões de euros, segundo a agência.


Fonte: Terra



Nasa divulga imagem com mapeamento da energia do universo

Mapa mostra detecção de raios gama do universo extremo feita pelo satélite espacial Glast


A Nasa, agência espacial americana, divulgou nesta quarta-feira um mapa do universo distante construído a partir de um ano de observações de raios gama realizadas pelo satélite Glast (também conhecido como Fermi), que explora a energia que compõe o espaço.

O mapa mostra a taxa na qual o observatório detecta os raios gama com energia acima dos 300 milhões de elétrons-volts - que equivalem a 120 milhões de vezes a energia da luz visível - em diferentes direções do céu.

Segundo a Nasa, durante seu primeiro ano de operações, o telescópio mapeou o céu distante com resolução sem precedentes e alta sensibilidade.

O Glast identificou mais de mil fontes de raios gama, ajudando os cientistas a compreender melhor a estrutura de espaço e de tempo do universo.

As medições feitas pelo satélite levaram a Nasa a continuar acreditando nas previsões de Albert Einstein em que a radiação eletromagnética viaja no vácuo com a mesma velocidade. Por enquanto, a agência descartou a criação de novas teorias para o espaço-tempo.

O Glast foi lançado em 11 de Junho de 2008 em uma missão para estudar fenômenos astrofísicos e cosmológicos nos núcleos das galáxias, pulsares, matéria escura, além de outras fontes de alta energia.


Fonte: Terra



sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Descoberta uma nova espécie de escorpião na Colômbia


Uma equipe de biólogos colombianos e mexicanos descobriu uma nova espécie de escorpião que habita as florestas enevoadas do sudoeste da Colômbia e que por processos evolutivos perdeu os seus olhos principais, o que até agora era uma característica dos escorpiões cavernícolas.

A descoberta foi "acidental ", disse em Bogotá, Colômbia, o biólogo e pesquisador colombiano Ricardo Botero Trujillo, que se interessou por este animal, com apenas dois centímetros de comprimento, alaranjado e sem olhos médios e principais.

O espécime foi coletado em 2000 na Reserva Natural La Planada, área de proteção particular de 3.300 hectares, localizada em Ricaurte, uma cidade do departamento de Nariño, na fronteira com o Equador.

Botero entrou em contato com seu colega mexicano Oscar Francke, curador da Coleção Nacional de Aracnídeos da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), especialista em escorpiões troglomórficos, ou seja, "com adaptações à vida em ambientes subterrâneos."

"Juntos, nós olhamos para a morfologia, analizamos os grupos troglomórficos e concluimos que coincidia com esta espécie de escorpiões", disse o biólogo colombiano, vinculado como pesquisador de apoio do Departamento de Biologia da Pontificia Universidade Javeriana, de Bogotá.

Os biólogos comprovaram que esse escorpião pertence ao gênero "Troglotayosicus Lourenço", grupo do qual se conhecia apenas uma única espécie, a "Troglotayosicus vachoni Lourenço", descoberta em 1981 a partir de um espécime encontrado em uma caverna no sul do Equador .

A tarefa seguinte dos dois pesquisadores foi diferenciar o exemplar encontrado na Colômbia do já documentado na região amazônica equatoriana.

Assim como o do Equador, o colombiano não tem olhos medios que, em geral, os escorpiões tem na parte mediana do dorso, disse Botero, afirmando que a nova espécie tem os olhos (que podem ser até cinco) característicos deste animal nas margens laterais.

"A da Colômbia não é uma espécie que vive em cavernas, mas evoluiu de uma que vivia em cavernas. A perda dos olhos principais se apresentou em seus ancestrais, não nesta espécie", acrescentou o cientista, que observou que a evolução deste gênero é muito discutida e ninguém sabe quais são os seus parentes próximos.

Botero e Francke batizaram a nova espécie com o nome 'Troglotayosicus humiculum', pelo ambiente em que vive, sob a floresta enevoada da Cordilheira Ocidental, uma das três cordilheiras andinas da Colômbia.

Os biólogos observaram que a descoberta significa que este gênero tem uma ampla distribuição geográfica, maior do que se acreditava, mas enfatizou que é necessário agora orientar as metodologias e capturar mais exemplares para estudos, inclusive de DNA , comportamento, anatomia interna, venenos e ecologia.

Tradução Carlos de Castro


Fonte: Terra Espanha





Imagens surpreendentes de um cachalote devorando uma lula gigante




As raras imagens de uma baleia cachalote devorando uma lula gigante de aproximadamente 10 metros de comprimento foram feitas nas ilhas Ogasawara no Japão, no inicio deste mês, pelos fotógrafos submarinos Tony Wu, Eric Cheng e Douglas Seifert.



Um dos tentáculos da lula media assombrosos 3,50 metros de comprimento.



Fonte: Daily Mail

Tartarugas-verdes são encontradas na Praia do Cassino

Maior das tartarugas encontradas mede 60 centímetros e pesa 20 quilos/Foto:Guilherme Mazui


Dois dos sete animais morreram, e os outros cinco recebem tratamento para reabilitação.

Sete tartarugas-verde apareceram nesta quinta-feira na Praia do Cassino, litoral sul gaúcho. Os animais foram encontrados por uma equipe da Universidade Federal do Rio Grande (Furg) que costuma fazer o monitoramento da praia.

As tartarugas foram levadas para o Centro de Reabilitação de Animais Marinhos (Cram) da Furg. Das sete, uma estava morta e outra morreu à noite.

As sobreviventes são hidratadas com soro e alimentadas com papinha e pedaços de peixe. Assim que estiverem reabilitadas, serão devolvidas ao mar.

Segundo técnicos da Furg, os animais encontrados têm cerca de três anos. Sua espécie pode viver até os cem.

A maior das sete tartarugas mede cerca de 60 centímetros e pesa 20 quilos — na idade adulta, uma tartaruga-verde pode chegar ao 300 quilos e 1,5 metro.

A espécie, de água salgada, é comum do litoral brasileiro. Por estarem debilitadas, foram levadas pela maré à costa, principalmente por causa da mudança brusca no tempo.



Fonte: Zero Hora



Tartaruga-de-couro é encontrada morta em Cidreira

Tartaruga-de-couro media 146,5 cm e pesava mais de 200 kg



No último domingo, dia 25, o Centro de Reabilitação de Animais Marinhos do Ceclimar recebeu um exemplar de tartaruga-de-couro. Ela foi encontrada morta na praia de Cidreira, media 146,5 cm e pesava mais de 200 kg.

A tartaruga-de-couro ocorre em todos os oceanos, de regiões subpolares a tropicais, vivendo principalmente em alto-mar. Das tartarugas-marinhas, é a espécie que frequenta mais usualmente regiões com águas frias.

É a maior de todas as tartarugas, podendo atingir até 2 m de comprimento de carapaça e pesando 500 kg em média, podendo atingir 650 kg ou mais.

Possui um casco (carapaça) diferente das demais tartarugas, pois é composto por uma camada de pele lisa, fina e resistente, com aparência de couro (daí seu nome popular) e milhares de placas minúsculas de osso, formando sete quilhas ao longo do comprimento.

A coloração é predominantemente negra no dorso, com uma quantidade variável de manchas claras ou brancas. Seus membros anteriores são extremamente longos.

Alimenta-se essencialmente de medusas ou águas-vivas. Por causa desta alimentação, elas confundem sacos plásticos lançados ao mar com as águas-vivas, correndo o risco de morrerem por indigestão.

No Brasil a espécie desova apenas no estado do Espírito Santo, sendo bem pequena a quantidade de fêmeas que desovam anualmente.

A tartaruga-de-couro é relativamente frequente no sul do Brasil, mas por habitar geralmente águas profundas e afastadas da costa é de difícil observação.

Dermochelys coriacea representa a terceira espécie em número de registros para o Rio Grande do Sul, atrás da tartaruga-cabeçuda Caretta caretta (1ª) e da tartaruga-verde Chelonia mydas (2ª).

* Texto e fotos: bióloga do Ceclimar Cariane Campos Trigo.



Fonte: Zero Hora







Moradora encontra desenho em lavoura de trigo em Ipuaçu, no Oeste de Santa Catarina


Desenho em forma de seta apareceu nesta quinta-feira na cidade.

Um desenho em forma de seta em uma plantação de trigo levou muitos curiosos a uma fazenda em Ipuaçu, no Oeste de Santa Catarina, nesta quinta-feira. O desenho formado a partir do rebaixamento da lavoura foi encontrado após o meio-dia.

A Polícia Militar da cidade informou que uma moradora estava na frente de sua lanchonete quando, ao olhar em direção à fazenda, percebeu o desenho no meio dos trigais. Logo, uma multidão de pessoas se formou em volta da figura, chamada de agroglifo.

A PM isolou a área. De acordo com a polícia, o local permanecerá assim até esta sexta-feira. A prefeitura da cidade deve acionar um ufólogo, profissional que estuda fenômenos extraterrestres, para verificar o local.

O funcionário público Jorge Dal Zot fotografou o local por volta das 15h desta quinta. Ele conversou com funcionários da fazenda.

Eles teriam comentado que até o meio-dia trabalharam passando veneno na plantação e não havia nada de estranho.

A figura foi percebida logo após o horário do almoço. Segundo Zot, a espécie de seta tem 44 metros de comprimento, da base à ponta.

No ano passado, figuras como a registrada nesta quinta-feira apareceram em plantações na região Oeste.

Os agroglifos, na época em formas de círculos, surgiram no mês de novembro em Faxinal dos Guedes, Ipuaçu e Formosa do Sul.



Fonte: Diário Catarinense

Manada de elefantes aterroriza aldeias na Indonésia


Uma manada de elefantes selvagens tem aterrorizado várias aldeias do norte da ilha de Sumatra, na Indonésia, onde já destruiu casas e colheitas, noticia nesta quinta a imprensa indonésia.

O chefe de uma das povoações, M. Sabi, contou que cerca de 30 elefantes rondam a aldeia há uma semana, e já derrubaram três casas e destruíram arrozais.

Segundo ele, os animais caminham tranquilamente e perseguem qualquer aldeão que esteja a seu alcance, embora por enquanto não haja vítimas em nenhuma das povoações locais.

Perante a falta de resposta das autoridades regionais e nacionais, os próprios habitantes da região formaram grupos que a cada noite tentam espantar os animais com barulho.

O desmatamento descontrolado e a proliferação das plantações de óleo de palma, componente básico para biocombustíveis, destroem as selvas de Sumatra e o habitat natural de elefantes, tigres e orangotangos.

Segundo o Fundo Mundial para a Natureza, a população de elefantes em Sumatra diminuiu 75% em apenas duas décadas. Hoje há entre três e quatro mil desses animais na ilha.


Fonte: Terra



Cantora canadense é morta por coiotes


Dois coiotes mataram uma jovem de 19 anos em um parque no leste do Canadá, segundo informações da polícia.

A jovem, a cantora Taylor Mitchell, da cidade de Toronto, morreu depois de ser levada ao hospital. Ela foi atacada pelos animais enquanto fazia uma trilha sozinha no parque de Cape Breton, no Estado de Nova Scotia.

Os guardas florestais que cuidam do parque foram alertados por pessoas que ouviram Taylor berrar. Os guardas mataram um dos coiotes, mas ainda estão procurando pelo outro.

Taylor foi levada de helicóptero a um hospital na cidade de Halifax, mas morreu na manhã de quarta-feira. Ela tinha ferimentos graves em todo o corpo.


Ataques raros


Segundo os guardas, os coiotes estavam extremamente agressivos quando eles chegaram à cena.

Mitchell era vista como uma estrela em ascensão na cena folk canadense. No começo do ano, ela foi indicada na categoria de jovem talento no prêmio Canadian Folk Music Award.

A agente de Mitchell disse ao jornal canadense The Chronicle Herald que a cantora havia recém retirado sua carteira de motorista e planejava viajar de carro.

Formada em música e teatro, a cantora havia lançado este ano o seu primeiro disco, For Your Consideration.

Mitchell havia interrompido suas apresentações para escrever novas músicas para seu disco. Esse foi o motivo pelo qual ela foi fazer a trilha no parque de Cape Breton.

"Ela amava os bosques e tinha uma afinidade profunda com a sua beleza e serenidade", disse a agente Lisa Weitz ao jornal.

Os coiotes são típicos da América do Norte e Central. Um biólogo disse ao jornal que ataques de coiotes são extremamente raros.


Fonte: BBC



Grupo acha objeto mais antigo do Universo

Estrela que estava explodindo (e morrendo) na infância do cosmo, meros 630 milhões de anos após o Big Bang


O objeto mais antigo do Universo foi observado por um grupo internacional de astrônomos. Trata-se de uma estrela que estava explodindo (e morrendo) na infância do cosmo, meros 630 milhões de anos após o Big Bang.

Se os 13,7 bilhões de anos de história do Universo fossem resumidos em um ano, essa explosão teria acontecido por volta do dia 15 de janeiro --a Terra surgiu só quase em agosto, e os humanos modernos, nos últimos 10 minutos do dia 31 de dezembro.

A morte desse corpo celeste primordial foi violenta: sua luz foi emitida na forma de raios gama, a radiação mais energética que existe.

Ela viajou esse tempo todo e só chega à Terra agora. A descoberta, dizem seus autores, pode mudar a compreensão do primeiro bilhão de anos do cosmo.

"É a última era do Universo que ainda é desconhecida pela ciência", disse à Folha Nial Tanvir, astrônomo da Universidade de Leicester (Inglaterra), um dos autores do estudo, publicado na revista "Nature".


Era das trevas


Os cientistas sabem que, na sua infância, o Universo atravessou uma "Idade das Trevas", na qual a matéria se aglomerava, mas as primeiras estrelas ainda não haviam surgido.

Não se sabe, porém, quando acabou a escuridão e se fez a luz: a detecção de objetos muito antigos é difícil. Até agora, os corpos celestes mais antigos datavam de 800 milhões a 900 milhões de anos após o Big Bang.

O novo objeto, que levou o nome pouco inspirado de GRB 090423 (sigla para Disparo de Raios Gama 090423), recua essa idade e deve permitir o estudo das estrelas pioneiras.


Reconstrução artística da explosão gerada pela estrela gigante; ela morreu há 13 milhões de anos, mas seu último raio de luz chegou à Terra há seis meses


"Sabemos como era o Universo logo após o Big Bang. Temos também uma boa noção do Universo quando ele tinha 1 bilhão de anos, já vimos várias galáxias de então.

A descoberta de agora preenche esse buraco inexplorado", diz Ruben Salvaterra, do Instituto Nacional de Astronomia da Itália, outro autor da descoberta.


Pálido ponto vermelho


As observações foram feitas com o satélite Swift, da Nasa. Depois, por telescópios.

Para entender como os cientistas sabem a distância de um objeto, imagine o som de um carro se aproximando rápido. Ele é diferente do som do mesmo carro se afastando.

A luz de um objeto que se aproxima também é diferente da luz de um que se afasta --mas é preciso estar muito rápido para que se perceba.


Se a luz de uma estrela apresenta um desvio para o vermelho no espectro luminoso, é sinal de que está se afastando.

Se o desvio é para o azul, está se aproximando. O GRB 090423 tem o maior desvio para o vermelho já observado.

A ideia dos cientistas, agora, é procurar conhecer quais eram os vizinhos da GRB 090423.

"Vamos tentar conhecer a pequena galáxia na qual a estrela viveu. Pretendemos olhar profundamente para lá com o Hubble em 2010", diz Tanvir.


Fonte: Folha Online



A mulher que engoliu 78 garfos e colheres



Durante refeição, paciente ignorava comida e ingeria os talheres, segundo relato médico na Holanda.

A história de uma operação realizada há 30 anos e publicada nesta semana em um periódico médico da Holanda está sendo bastante comentada nos sites dos tabloides ingleses.

Trata-se da cirurgia para a retirada de 78 garfos e colheres do estômago de uma mulher de 52 anos.

A revista especializada havia solicitado para que fossem enviadas descrições de estranhos casos médicos. E a história da secretária Margaret Daalman e sua obsessão por itens de cutelaria foi uma das mais surpreendentes.

O relato diz que Margaret chegou ao hospital de Roterdã se queixando de fortes dores estomacais. Quando os médicos analisaram o raio-X dela tomaram um susto. Havia dezenas de garfos e colheres no estômago da paciente.



A mulher foi levada imediatamente para a mesa de cirurgia para a retirada de cada um dos objetos.

De acordo com o jornal britânico Daily Mail, um médico afirmou: "Ela parecia sofrer de um tipo de transtorno obsessivo e, toda vez que ela se sentava à mesa para uma refeição, podia ignorar os alimentos e ingerir os talheres".



Segundo o profissional, Margaret disse que não sabia por que sentia uma necessidade de comer os talheres.

Os médicos constataram que a paciente sofria de um transtorno de personalidade que a deixava com vontade de comer garfos e colheres. O detalhe curioso é que ela jamais havia ingerido facas.

Acompanhada por psiquiatras e outros especialistas, Margaret conseguiu controlar sua doença.



Fonte: Época/Daily Mail




Estudo mostra crueldade de rituais na antiga Mesopotâmia

Em Ur, as mulheres eram enterradas com adornos na cabeça. A análise, feita em crânios do cemitério real, parece apoiar uma interpretação mais terrível dos sacrifícios humanos na antiga Mesopotâmia


Uma nova análise de crânios do cemitério real de Ur, descoberto no Iraque há quase um século, parece sustentar uma interpretação mais terrível do que a anterior sobre os sacrifícios humanos associados a enterros da elite da antiga Mesopotâmia, afirmam arqueólogos.

Os servos do palácio, como parte do ritual de enterro real, não tomavam veneno para morrer serenamente. Ao invés disso, um instrumento pontiagudo, talvez uma lança, furava suas cabeças.

Arqueólogos da Universidade da Pensilvânia chegaram a essa conclusão após conduzir as primeiras tomografias de dois crânios do cemitério de 4,5 mil anos.

O cemitério, com 16 tumbas grandiosas e ricas em ouro e jóias, foi descoberto na década de 1920. Uma sensação na arqueologia do século 20, ele revelou o esplendor do ápice da civilização mesopotâmica.

A recuperação de cerca de dois mil corpos atestou a prática do sacrifício humano em larga escala. No momento do falecimento de um rei ou rainha, ou mesmo antes, membros da corte - criadas, guerreiros e outros - também eram mortos.

Seus corpos costumavam ser cuidadosamente arrumados, as mulheres com adornos na cabeça, os guerreiros com armas ao seu lado.

C. Leonard Woolley, o arqueólogo inglês que dirigiu as escavações, uma colaboração do Museu Penn com o British Museum, chegou à conclusão de que os servos desciam até as câmaras mortuárias, bebiam veneno e se deitavam para morrer. A hipótese gerou polêmica.

Entre os muitos restos mortais, poucos crânios estavam preservados, os quais foram esmagados em fragmentos - não na morte, mas pelo peso da terra ao longo de séculos pressionando os crânios até que ficassem chatos como panquecas. Isso havia frustrado esforços anteriores de reconstituí-los.

Ao planejar uma nova exposição de artefatos de Ur, que abriu no domingo no Museu Penn de Arqueologia e Antropologia, Richard L. Zettler, co-curador e especialista em arqueologia mesopotâmica, conta que os pesquisadores fizeram tomografias dos ossos dos crânios de uma mulher e de um homem.

Com isso, obtiveram imagens em três dimensões de cada fragmento e, assim, determinaram onde as peças se encaixavam.

Os pesquisadores, liderados por Janet M. Monge, uma antropóloga física do museu, usaram técnicas forenses para chegar à causa provável de morte em ambos os casos.

Havia dois furos redondos no crânio do soldado e um no da mulher, cada um com cerca de 2,5 cm de diâmetro.

Porém, a prova mais contundente, afirmou Monge em entrevista, foram as rachaduras irradiando a partir dos furos. Apenas se feitos em uma pessoa viva os buracos produziriam o padrão de fraturas ao longo das linhas de tensão.

Os ossos mais quebradiços de uma pessoa há muito tempo morta se estilhaçariam como vidro, explicou ela.

Monge supôs que os furos foram feitos por um instrumento penetrante e que a morte "pelo trauma da força da ponta era quase imediata".

Extermínios ritualísticos associados à morte real, segundo os arqueólogos, eram praticados por outras culturas antigas, o que levanta a questão: por que alguém, sabendo de seu provável destino, escolheria uma vida como servo da corte?

"Era quase um assassinato em massa e é algo difícil para nós entendermos", disse Monge. "Mas na cultura aquelas eram posições de grande honra, e você vivia bem na corte, portanto havia um equilíbrio. Além disso, a partida para o outro mundo não era necessariamente algo que eles temiam."

Zettler disse que a nova pesquisa também resultou em evidências de que os corpos de algumas vítimas haviam sido aquecidos - assados, não queimados - e tratados com um componente de mercúrio.

Era um processo primitivo de mumificação, não tão avançado quanto as técnicas contemporâneas no Egito. "Isso era apenas para impedir que os corpos se decompusessem durante as extensas cerimônias funerárias", disse ele.

Em uma boa notícia, Zettler disse que o sítio arqueológico da antiga cidade-estado de Ur, próxima à atual Nassíria no Iraque, havia sido poupado nos recentes conflitos que causaram danos e saques a outras antigas escavações. Ur está protegida pelo perímetro de uma base aérea recentemente devolvida aos iraquianos.


Fonte: Terra



quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Crocodilo de 4,7 metros é capturado a 1 km da praia na Austrália

Cinco funcionários foram necessários para retirar o crocodilo da armadilha. (Foto: Reprodução/The Australian)



Foi o maior réptil capturado na região nos últimos quatro anos. Crocodilo deve ter mais de 50 anos e será levado para uma fazenda.

Um crocodilo de 4,7 metros foi capturado na semana passada perto de uma praia em Berry Springs, cerca de 50 quilômetros de Darwin, segundo reportagem do jornal "The Australian".

"Este é o maior crocodilo que removemos da área nos últimos quatro anos", disse Tom Nichols, do departamento de parques e vida selvagem da Austrália, destacando ainda que é o maior réptil que eles capturaram em suas armadilhas em 2009.

De acordo com o órgão, cinco funcionários foram necessários para retirar o crocodilo de uma armadilha em Berry Springs, a um quilômetro da praia.

Charlie Manolis, cientista-chefe do Parque Crocodylus, em Darwin, disse que o crocodilo deve ter mais de 50 anos. Ele será levado para uma fazenda.



Fonte: G1




Bispo católico pede que fieis não esperem aparição da Virgem da Irlanda



Um arcebispo católico irlandês pediu aos fieis que não esperem milagres por parte da chamada "Lourdes irlandesa" em Knock, onde um autoproclamado vidente atrai milhares de pessoas prevendo novas aparições da Virgem.

Cerca de 5.000 pessoas se congregaram desde o dia 11 de outubro nesse centro de peregrinação católico no qual a Virgem Maria teria aparecido em 21 de agosto de 1879, perto da pequena paróquia local.

Joe Coleman, que se declara vidente e curandeiro espiritual, havia anunciado uma nova aparição para esse dia. Apesar de não virem a Virgem, alguns presentes declararam ter observado um 'bailar' no céu.

"Estes acontecimentos são mais para lamentar do que para incentivar", comentou o arcebispo Michael Neary, sugerindo aos fieis que não esperassem por visões ou outras aparições.

Monsenhor Neary afirma que não é sadio buscar fenômenos extraordinários nessas reuniões que "correm o risco de induzir ao erro o povo de Deus e fragilizar sua fé".

Joe Coleman, por sua parte, se declarou "escandalizado" com os comentários do arcebispo, afirmando ter visto a Virgem em várias ocasiões este ano e predizendo novas aparições.

A basílica de Knock é um dos sítios religiosos e turísticos mais populares da Irlanda, com 1,5 milhão de visitantes anuais. O Papa João Paulo II visitou Knock em 1979.



Fonte: Yahoo



Lugarejo mais assombrado da Grã-Bretanha cancela o Halloween

O pub Black Horse seria o refúgio de um poltergeist/ Foto: Francesca Hoyles


Os
moradores de Pluckley estão fartos de serem invadidos por centenas de caçadores de fantasmas, fazendo vandalismo e caos no trânsito.

Dizem que o lugarejo tem pelo menos 12 fantasmas, inclusive um salteador, um monge fantasma, o corpo enforcado de um professor e um poltergeist no pub local.

Em anos anteriores, os moradores do tranqüilo lugarejo de Kent tentaram transformar a noite de perturbação em um divertimento da família, instituído pelo comitê do "Dia das Bruxas" do conselho paroquial.

Mas, embora as festividades levantem milhares de libras para boas causas, o tumulto causado por centenas de foliões que chegam à aldeia alarmou os moradores.

Agora o Halloween foi proibido e o Conselho chamou a polícia para manter os visitantes sob controle.

"Não haverá entretenimento para os visitantes", disse uma nota no site do Conselho da paróquia.

"Não haverá churrasco, nenhum porco assado, nem barraca de cerveja, nenhum divertimento e não haverá turismo fantasmagórico".

"Na verdade, a menos que você venha para uma bebida, nós sugerimos que você visite uma das atrações nos muitos outros Halloweens de Kent. "

Jackie Grebby do Conselho paroquial disse que eventos organizados anteriormente tinham causado problemas.

"Quando nós tentamos colocar ordem em alguma coisa antes o tiro saiu pela culatra. A vila inteira ficou engarrafada", disse ela.

"Há, de fato, muito pouco a fazer em Pluckley além de uma bebida. As pessoas são muito bem-vindas se elas vierem apenas para uma bebida."

Os moradores foram aconselhados a manter as portas trancadas e as luzes exteriores ligadas até pelo menos as 2 horas da manhã para dissuadir os desordeiros.


Tradução Carlos de Castro


Fonte: Telegraph



Pantera negra é vista em Luxemburgo


Uma pantera negra avistada a algumas semanas no nordeste da França, e vista pela última vez na Bélgica, em setembro, possivelmente foi vista no vizinho Luxemburgo no fim de semana, informou hoje a polícia do país.

"A polícia foi alertada domingo às 3:30 hs por uma senhora que viu uma pantera negra em uma zona industrial em Bascharage ", uma pequena comunidade no Luxemburgo, a sudoeste, disse o porta-voz Vic Reuter."

Enviamos várias patrulhas com cães farejadores, e um helicóptero da polícia com uma câmera térmica, procuramos por várias horas, mas não encontramos nada ", disse, acrescentando que a caçada foi abandonada no final da tarde.

Ele afirmou que a polícia está levando o avistamento "muito a sério", uma vez que um animal semelhante foi visto na região das Ardennes não muito longe dali, na Bélgica.

A caçada teve início em 24 de agosto, quando um grande gato selvagem foi avistado por caminhantes nos bosques de Meurthe-et-Moselle região nordeste da França.

Pegadas de um grande gato foram encontradas no local, provavelmente uma pantera negra", de acordo com o escritório francês de caça e fauna selvagem (ONCFS).

Cerca de uma dúzia de novos avistamentos ocorreram na França, incluindo um de muita credibilidade de um professor de ciências naturais.

Circos e jardins zoológicos não relataram a falta de nenhum animal, e as autoridades acreditam que o felino poderia ser de uma pessoa que vive na área.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: The Australian News




O segredo do Mestre Kuo


As primeiras tentativas de Kuo Chang-hsi para fabricar uma espada foram um fracasso, e ele não tem medo de dizer por quê: Ele se esqueceu de "lançar um homem no forno."

Kuo não diz isso num sentido literal, mas também não é uma mera figura de linguagem. Como praticante da última arte tradicional chinesa em Taiwan, a milenar fabricação de espadas, ele emprega a antiga técnica de adição de ossos humanos no forno em que forja as suas espadas.

Kuo aproxima-se do método científico e de um ponto de vista sobrenatural. Por um lado, os ossos ardentes adicionam fósforo ao fogo do forno de 2,300ºF, o que resulta numa melhor qualidade de aço.

Ao mesmo tempo, ele diz, adicionando restos de um ser humano, a espada adquiri um espírito. É a combinação dos dois que faz uma arma superior. De onde vem os seus ossos?

Ele diz que frequentemente vêm de coletores que realojam túmulos. Mas eles às vezes são doados por pessoas que desejam comemorar um parente morto com uma espada.

Como tributo isso é um pouco mais másculo que a grinalda normal de flores! Além de ser fabricante de espadas, Kuo é também conhecedor delas.

A própria coleção dele é tão grande que ele criou um museu para guarda-las. Exibida ao lado das muitas armas antigas está a "Longa Espada Verde do Destino" que Kuo fez sob encomenda para o filme "O Tigre e o Dragão".


Tradução: Carlos de Castro



Fonte: Weird Asia News

"Demônios Marcianos"

Uma foto da câmera HiRISE da Mars Reconnaissance Orbiter mostra rastros de areia causados por vórtices de vento em miniatura, ou "demônios da areia" marcianos, que ocorrem no planeta vermelho . Foto: NASA


Descoberta mosca pré-histórica preservada em âmbar



Animal tinha chifre na cabeça com três olhos extras; é o único exemplar conhecido da espécie.

Pesquisadores dos Estados Unidos anunciaram a descoberta de uma espécie ainda desconhecida de mosca, dotada de um "chifre" na testa, que viveu há 100 milhões de anos.

Um único espécime foi encontrado, preservado em âmbar. O "chifre" na cabeça termina em três olhos que deviam permitir um amplo ângulo de visão - uma vantagem que não ajudou a espécie a escapar da extinção.

"Nenhum outro inseto já descoberto tinha um chifre assim, e não há animal nenhum com um chifre com olhos em cima", disse o cientista da Universidade Estadual do Oregon, George Poinar, Jr., que anunciou a descoberta na publicação Cretaceous Research.

Segundo nota distribuída pela universidade, Poinar acredita que a mosca era um inseto dócil, que se alimentava do pólen de flores tropicais.

Esse inseto vivia nas selvas de Mianmar e foi encontrado em âmbar que tinha de 97 milhões a 110 milhões de anos.



Fonte: Estadão



terça-feira, 27 de outubro de 2009

Tubarão monstro assusta a costa de Queensland, Austrália

Um tubarão branco de três metros e meio, que quase foi partido por um grande tubarão branco em Brisbane, Austrália. Apelidado Jaws por moradores e visitantes, com base no tamanho das enormes mordidas acredita-se que o grande branco tem mais de seis metros de comprimento.



Um grande tubarão branco "monstro" medindo mais de 6 metros de comprimento está à espreita em uma popular praia de Queensland, segundo funcionários.

Nadadores e surfistas foram advertidos a não mergulhar nas águas ao norte da Ilha Stradbroke a leste de Brisbane após um tubarão branco de três metros que havia sido enganchado em uma linha ter sido quase partido ao meio. O tubarão fictício do filme Jaws de Steven Spielberg era apenas 1,50 metros maior.


Tradução Carlos de Castro


Fonte: Courier Mail


Asteroide explode sobre a Indonésia com potência de 3 bombas atômicas



Um asteroide de cinco a 10 metros de diâmetro explodiu na atmosfera sobre o território da Indonésia com uma potência de 50 quilotons, três vezes maior que a da bomba atômica lançada sobre Hiroshima, informou hoje a Nasa (agência espacial americana).

O asteroide impactou a atmosfera com uma velocidade de 65 mil km/h e a uma altura de 15 a 20 quilômetros. A explosão, que aconteceu no dia 8 de outubro, causou pânico na população da região indonésia de Bone, em Sulawesi do Sul, acrescentou a Nasa.

"A geolocalização por infrassom não é suficientemente precisa para determinar se o corpo explodiu sobre água ou terra, mas foi relativamente perto do litoral", segundo a agência.

A imprensa indonésia informou no dia 8 de outubro sobre "um poderoso estampido perto das 11h locais", e outros relatórios posteriores sugeriram que poderia se tratar de um meteorito.

Os meios de comunicação locais identificaram com mais detalhe o meteoro ígneo brilhante, acompanhado por uma explosão e uma nuvem de pó, e "finalmente apareceu no YouTube um vídeo que mostra uma grande nuvem que corresponde a um corpo brilhante", continuou o relatório da Nasa.

Posteriormente, todas as estações de infrassom do Sistema Internacional de Vigilância (IMS, na sigla em inglês), que fazem parte do Tratado para a Proibição Completa dos Testes Nucleares, examinaram a informação científica disponível.

Onze estações mostraram "sinais prováveis de uma poderosa explosão perto da latitude 4,5 sul, 120 leste, com uma hora de origem aproximadamente às 01h (no horário de Brasília) de 8 de outubro".

A Nasa apontou que era notável que muitas estações do IMS, incluindo cinco que estão a mais de 10 mil quilômetros do local e uma a quase 18 mil quilômetros, tenham detectado o fenômeno. Estas observações "indicam que a fonte da explosão foi de uma energia total muito alta", acrescentou.

Os especialistas calcularam depois que a potência da explosão foi de cerca de 50 quilotons, ou seja, três vezes maior que a energia liberada pela bomba atômica lançada sobre Hiroshima (Japão), em 1945.

Argentina: Esfera misteriosa emergiu do Rio da Prata e fugiu em alta velocidade


Os ufólogos os chamam de "alertas", e se trata de reuniões realizadas em pontos distintos do país onde são realizados estudos do céu e de pontos "quentes". O objetivo principal sempre é a experiência direta com objetos voadores não identificados.

Na localidade de Punta Piedras, em frente ao Rio da Prata, aconteceu um episódio impressionante, quando vários ufólogos tiveram a possibilidade de observar uma esfera vermelha sair da água, subir vários metros, quando mudou para a cor laranja, e finalmente fugir a toda velocidade em direção ao Uruguai.

Esse caso incrível aconteceu em 25 de julho em Punta Piedras, ao norte da Baía de San Borombón, e teve como protagonistas os ufólogos do Grupo Gabie, que além de estudarem fenômenos ufológicos, também empreendem trabalhos na área de astronomia e outras ciências. Nesse episódio estavam presentes Pablo Lasa, Ariel Coppola, Martín Costes, Fernando Lisardo, Nicolás Lisardo e Catriel Lisardo.


Segundo contam os envolvidos, isso aconteceu durante um "alerta" no camping "El Descanso", em Punta Piedras. "A vigília OVNI e a observação astronômica foi planejada para o fim de semana anterior, mas por causa do tempo, foi adiada por uma semana.


"Saiu da água"


Entre os integrantes do grupo, quem observou o fenômeno com maiores detalhes foi Martín Costes. "Estávamos Pablo, Ariel, Fernando e seus dois filhos no fogão, falando de vários temas relacionados a astronomia, quando a conversa tomou outro rumo e começamos a falar sobre a realidade OVNI", disse.

"Depois de alguns minutos de conversa, me levantei para colocar os dados meteorológicos provenientes da estação meteorológica no notebook; voltei para o fogão que estava a poucos metros.

Fiquei ali parado quando alguma coisa me disse para ir no rio. Dei importância a isso e me dirigi ao rio", afirmou.

Nesse momento aconteceu o episódio que jamais esquecerá. "Quando cheguei, a poucos segundos de observar o rio, de repente vi sair da água uma esfera vermelho vivo, que subia aproximadamente uns 15 ou 20 metros, que mudou bruscamente para a cor laranja, subindo novamente 15 ou 20 metros, se movendo paralelamente ao rio da esquerda para a direita várias vezes".

No entanto isso não foi tudo. "Ficou parada e subiu novamente 15 ou 20 metros. Assustado, chamei muitas vezes o acampamento; depois de cinco chamados, Ariel se levantou e veio observar junto com o grupo.

Nesse momento o objeto partiu em diagonal na direção do Uruguai, mudando da cor laranja para a violeta. Movia-se de modo estranho em zig zag, para cima e para baixo, diante dos nossos olhos.



Um acontecimento estranho



De acordo com o relato da testemunha, "gradualmente foi desaparecendo, até que não o vimos mais. Cabe destacar que foi estranho não terem escutado meus chamados no acampamento, que estava a uns cinco metros de onde me encontrava. Eu não escutava as conversas no fogão e eles não escutavam meus chamados".

"E tem mais, os telescópios estavam apontando exatamente para o lugar do avistamento. E outra coisa a salientar, no momento eu fiquei uns 15 minutos em estado de choque. Tudo aconteceu a 1 da madrugada", disse o ufólogo.

Finalmente, Costes explicou que "todo o episódio durou aproximadamente 3 minutos. Os rapazes chegaram a ver uns 30 segundos, quem sabe um minuto do fenômeno".



"Era perfeitamente redonda"


Ariel Coppola foi outro dos ufólogos que teve a possibilidade de presenciar o fenômeno em Punta Piedras. "Se observou uma esfera perfeitamente redonda de cor alaranjada forte.

Duas luzes, uma de cada lado, a esquerda vermelha e a direita verde. Piscavam como as de um avião, parecidas com um flash, mas coloridas", observou no relato da experiência.


Tradução Carlos de Castro



Fonte: Diario Popular





HUMOR



Memórias estocadas na medula?



Na semana passada terminou um dos maiores congressos científicos mundiais, o congresso da sociedade americana de neurociências em Chicago.

Reunindo cerca de 32 mil neurocientistas e afins, é nessa Meca científica que diversas novidades na área são anunciadas. Este ano não foi diferente.

Dentre os diversos assuntos tratados no congresso, resolvi relatar aqui algumas novidades sobre tratamentos em lesões físicas diretas na medula.

Esse tipo de lesão pode afetar diretamente os feixes nervosos que levam a informação do cérebro às outras regiões do corpo.

O trauma também pode afetar regiões que circulam esses nervos, como ossos e vasos nervosos, atingindo indiretamente o funcionamento da medula.

Obviamente, dependendo da região lesionada, os efeitos causados podem ser mais ou menos pronunciados.

Ou seja, quanto mais próximo do pescoço (cervical), maior será a área atingida, pois os efeitos são sentidos, geralmente, em regiões abaixo da lesão. A gravidade dos sintomas também dependem da natureza da lesão nos nervos, completa ou apenas parcial.

É interessante notar que, por razões éticas e morais, não existe experimentação em humanos. A maior parte do que sabemos vem de modelos animais.

No entanto, fomos aprendendo com o tempo que diferentes espécies têm diferentes capacidades de recuperação.

Por exemplo, camundongos conseguem se recuperar mais rapidamente de uma lesão do que ratos. Ratos têm melhores índices de recuperação do que porcos.

Suínos já não se recuperam tão facilmente e são, provavelmente, os animais experimentais que mais se assemelham aos humanos.

Mesmo assim, roedores são as espécies mais utilizadas, principalmente por uma questão financeira e de espaço.

Estudos apresentados no congresso de neurociência sugerem que a dieta rica em gordura e baixa em carboidratos afeta a taxa de recuperação de ratos lesionados.

Outro estudo demonstrou boa resolução em novas técnicas para o isolamento de células-tronco indiferenciadas antes do transplante, como forma de evitar o surgimento de um indesejado tumor, agravando o quadro clínico.

O estudo aponta para melhores práticas num futuro tratamento com células-tronco em humanos, o que será imprescindível.

Avanços na indução da recuperação pela própria plasticidade neural da medula, por meio da adição de fatores de crescimento, também foram relatados.

Apesar de tantas novidades na área, o melhor tratamento em humanos continua sendo a terapia física. Interessante notar que novos dados estão confirmando isso nos modelos animais.

Em um experimento interessante, roedores foram treinados a usar o sistema locomotor de formas diferentes, por exemplo, andando para trás ou para os lados. Note que roedores só costumam andar para frente.

Para treiná-los a andar em outras direções, o animal foi suspenso numa “maca” que deixa suas patas de fora.

As patas encostam numa esteira que se move em diversas direções. Assim, ao girar a esteira para frente, o animal, intuitivamente, começa a andar para trás, como que tentando compensar sua posição. O mesmo tipo de exercício é feito para os lados.

Depois de algum treino, os animais já se sentem mais confortáveis e executam os movimentos compensatórios naturalmente.

Como se tivessem “aprendido” a andar em outras direções. Pois bem, após o treinamento, os animais foram submetidos a uma cirurgia para causar um tipo de lesão medular controlada - todos os animais tiveram o mesmo tipo de lesão.

Como grupo controle, foram utilizados indivíduos que não tinham passado pelo treinamento anteriormente.

A comparação entre os dois grupos sugere que os animais que aprenderam a usar os movimentos inconscientes da esteira conseguiram se recuperar significativamente mais rápido das lesões do que os sedentários.

O resultado pode ser parcialmente validado em humanos, para os quais existem dados mostrando que atletas têm um nível de recuperação melhor do que não atletas. Mas não me parece exatamente a mesma coisa.

A explicação dos resultados pelo grupo de pesquisa responsável é interessante. Não se baseia nas explicações tradicionais de plasticidade neural (capacidade que o cérebro tem de reorganizar as redes neuronais após um ferimento, por exemplo).

De acordo com as observações feitas, os animais que tiveram o treinamento prévio utilizaram-se dos truques aprendidos na esteira para acelerar sua recuperação.

Obviamente, a lesão impediria que a memória cerebral e consciente desse aprendizado auxiliasse nesse processo, pois a comunicação com o cérebro fora interrompida.

Como explicar então o uso dos conhecimentos adquiridos pelos roedores na recuperação? O grupo sugere que existem “memórias” estocadas na medula espinhal e os animais que receberam o treino conseguem se lembrar de usá-las durante o período de recuperação.

O conceito é novo e arrojado em neurociência. Jamais ninguém ousou propor que a medula também serviria como estoque de memória, mesmo que seja física.

Se isso for realmente verdade, vai revolucionar a forma como vemos a integração do cérebro com o resto do sistema nervoso.

Em geral, existe essa tradicional “separação” em neurociência: os que estudam o cérebro (grande responsável pelas emoções, memórias e cognição) e os que estudam a medula, responsável por movimentos inconscientes e motores.

Talvez essa visão compartimentada e tradicional do sistema nervoso esteja ficando ultrapassada. Vou ainda mais longe: caso isso se comprove, podemos aprender a usar esse tipo de memória física para estocar outros tipos de memória, fazendo um backup de informações importantes na medula ou simplesmente liberando espaço no cérebro para atividades de execução.

Em geral, o estudo da ciência básica acaba fornecendo substrato para pesquisas mais aplicadas. Aqui parece que aconteceu o contrário.

Ao tentar desenvolver protocolos para tratar da lesão da medula espinhal, potencialmente novos conceitos fundamentais do sistema nervoso estão sendo revelados.

PS: A ausência de referências no texto é proposital. Os trabalhos relatados nessa coluna não foram ainda publicados em revistas com avaliação por pares. Portanto, devem ser encarados como preliminares, apenas.


Fonte: G1 Espiral



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