quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Argentina: Continua sem explicação o desastre em Monte Grande


Dois dias após a explosão que demoliu duas casas e uma loja em Monte Grande, os moradores continuam a insistir que uma bola de fogo caiu do céu e exigem a libertação do jovem que publicou fotos do "meteoro".

A explicação do botijão que explodiu não convence ninguém e se somam os testemunhos e especulações de que as investigações estão escondendo o que realmente aconteceu na madrugada de segunda-feira.

48 horas após a explosão que destruiu duas casas e uma loja em Monte Grande, as investigações não mostram qualquer indicação sobre o que poderia ter causado o desastre.

Enquanto se investiga a hipótese de uma explosão causada por um vazamento de gás, algumas questões ainda não encontraram explicação para o que aconteceu: não foram detectados focos de fogo no lugar ou cheiro do gás.

Mais de 30 moradores insistem que havia indicação de que algo estava para acontecer antes do evento. Alguns garantem ter sentido que caíram "pedras" no telhado de suas casas e outros afirmam que seus animais de estimação estavam inquietos.

Moradores insistem que não poderia ser um escapamento de gás que causou a explosão. O incidente deixou um morto e nove feridos e no local dizem que a causa da tragédia foi um meteorito ou um objeto voador não identificado (OVNI).

Em Monte Grande pedem ainda a liberação de um jovem que tirou fotos com seu celular da "bola de fogo" que caiu do céu.

A razão para a prisão foi baseada em um alegado "falso testemunho" quando dezenas de pessoas afirmam ter visto alguma coisa cair do céu.


Na ausência de maiores explicações e com o testemunho dos moradores, diferentes usuários da Internet que vivem no sul da província de Buenos Aires fizeram eco da situação: todos concordam que ouviram um forte ruído no céu, o som de granizo ou pedras caindo sobre os telhados de suas casas, e perceberam a inquietação de seus animais de estimação.

Por enquanto, oficialmente, se procura explicar o fato como uma explosão de um forno de pizza ou uma falha em uma linha de tensão que teria causado a explosão. No entanto, ambas as hipóteses parecem inverossímeis.

As chances de que algo tenha caído do céu não são poucas.

A queda do satélite UARS (ou algum fragmento dele) foi rejeitada imediatamente pelo CONAE, Comissão Nacional de Atividades Espaciais, com base em dados da NASA, que seria a principal responsável pelos destroços, se a tragédia tivesse a ver com o artefato norte-americano. O satélite UARS caiu na terra na semana passada, mas não se conseguiu especificar o local exato da queda.

Em outras palavras, o satélite caiu, os responsáveis ​​por esta queda (e responsável por possíveis tragédias) negam que o que aconteceu em Monte Grande tenha a ver com o satélite, e um organismo nacional faz eco da versão, mesmo que não tenha ferramentas para confirmar os dados.

Enquanto isso, é investigada uma ridícula e improvável " implosão de um forno de pizza."

Além disso, alguns dados sustentam as teorias dos moradores de que algo caiu do céu.

No início de setembro, um relatório da Nasa, e Agência Espacial Europeia, indicava que cerca de 22 mil objetos estão orbitando o planeta e são suscetíveis de cair na Terra.

Adicionado a esse fato, explosões solares em 25 e 26 de setembro provocadas pela mancha 1302, liberaram uma grande quantidade de plasma solar que poderia ter afetado o funcionamento dos artefatos.


Nesse sentido, a NASA emitiu numerosos comunicados de que o sol pode causar danos ao funcionamento de satélites e linhas de energia em todo o globo.

Por outro lado, a órbita da Terra está prestes a entrar numa nuvem de partículas conhecida como Draconidas, que, apesar de nunca representarem mais perigo do que uma chuva de meteoros inofensivos, poderia contar entre os seus fragmentos, com pedaços de pedra que cairiam na Terra como balas de canhão.

Neste contexto cheio de dúvidas e probabilidades, a explicação oficial após dois dias da explosão ainda é prender um jovem por "falso testemunho" e uma risível investigação da explosão de um botijão. E a pergunta continua: O que realmente se esconde por trás da explosão em Monte Grande?


Tradução: Carlos de Castro




Fonte:
Urgente 24

A Ilha dos Gatos


A Ilha do Gato, também conhecida como Tashirojima, é um lugar do Japão onde os gatos são os melhores amigos do homem, e não os cães.

Os moradores da ilha acreditam que eles trazem sorte e proteção e, como o local não foi completamente devastado pelo recente terremoto, mais pessoas passaram a concordar com a lenda.

Os gatos foram trazidos para a Ilha há muito tempo atrás para caçar os ratos que estavam acabando com a produção de seda do local, exterminando os bichos-da-seda.

Os felinos cumpriram sua missão, se multiplicaram e se alojaram perto das casas dos pescadores para aproveitar as sobras.

Após um tempo, as pessoas se afeiçoaram tanto pelos bichos que passaram a estudar seu comportamento para previsão do tempo e das condições de pesca.

Eles até construíram um santuário para os gatos no meio da ilha, que acabou se transformando em atração turística.

Na Ilha, os gatos são mais numerosos que os humanos, há milhares deles. Desde 1950 a população foi caindo e, hoje em dia, o lugar tem cerca de 100 moradores permanentes.

Já os gatos dominam o ambiente e são protegidos pelos locais, que não deixam nenhum animal predador entrar.

A maioria dos gatos é “vira-lata”, mas, ainda assim, os homens e mulheres veneram os bichanos por sua beleza, sorte e capacidade de caçar os ratos.

Mesmo com tanta crença de boa fortuna, os moradores da Ilha (humanos e felinos) estão precisando de mantimentos.

Os barcos não conseguem chegar até lá por causa da quantidade de escombros na água. As equipes de ajuda têm tentado abastecer a ilha usando um helicóptero.



Fonte: Hypescience

O maior gato do mundo, segundo o livro dos recordes


Comparado a um leão, o gato mais comprido do mundo não passa de um filhote, mas, perto da maioria dos gatos domésticos, ele é um gigante.

Além dos 123 centímetros que mede do focinho a ponta da cauda, o felino também tem um nome grande: Mymains Stewart Gilligan. A dona, orgulhosa, diz que apelidou o gatão de Stewie para facilitar.

Stewie entrou para a nova edição do Guinness, o livro dos recordes. O animal, hoje com cinco anos, era um filhote normal, conta a dona, nada indicava que ele seria maior que seus semelhantes. O gato é da raça maine coon, originária do Maine, um estado norte-americano.




Fonte:
Revista Galileu

Contratada para afastar mau tempo no Rock in Rio, entidade espírita diz que choveu porque foi barrada


A Fundação Cacique Cobra Coral, contratada para impedir que chovesse durante os shows do Rock in Rio, alegou que teve a equipe barrada pela organização do evento, no final da tarde de sábado.

De acordo com Osmar Santos, assessor da entidade, o carro do grupo não possuía o credenciamento necessário para acesso às áreas interditadas pela Prefeitura do Rio.

- Desde os boletins do dia 14, já sabíamos que a previsão era de chuva para esses dias de shows. Mas, se conseguíssemos entrar (na Cidade do Rock), faríamos o isolamento do local e poderia ser fácil canalizar essa chuva para Minas, por exemplo, que está seco. Mas, infelizmente, não tínhamos o adesivo - lamentou.

Segundo Osmar, a equipe tinha 40 minutos para entrar no evento e “fazer o que tinha que fazer”.

O assessor contou também que, na sexta e no domingo, a equipe entrou na Cidade do Rock com a produção do festival e por isso, apesar do mal tempo, não choveu nesses dias.

Nos próximos dias de evento, a Fundação Cacique Cobra Coral continua com uma base no Hotel Sheraton, na Barra da Tijuca, próximo do Rock in Rio.


Fonte: Extra Online

Mais de 150 pessoas já desapareceram misteriosamente de navios

165 pessoas já desapareceram em navios


No último dia à bordo de um cruzeiro pelo Egito, o inglês John Halford fez sua mala e mandou uma mensagem de texto para sua mulher, dizendo que eles se veriam no aeroporto no dia seguinte.

O encontro nunca aconteceu. Depois da mensagem, Halford saiu para jantar, foi visto por outros passageiros tomando drinques do bar do deck e desapareceu, informou uma reportagem publicada pelo jornal "Daily Mail".

Seu caso não é isolado. Segundo a Associação de Vítimas em Cruzeiros Internacionais, 165 pessoas desapareceram em navios desde 1995, pelo menos 13 em 2011.

Câmeras de segurança dos navios e investigadores não sabem dizer se trata-se de uma onde de crimes, se os passageiros escorregaram e caíram no mar ou decidiram tirar a própria vida.

Segundo Ruth Halford, ela chegou a pensar que seu marido tivesse ficado em algum dos portos que o navio atracou, mas isso seria impossível, já que a equipe no navio realiza uma verificação.

Ruth disse ainda que o marido não estava deprimido e em sua bagagem foram encontrados presentes para ela e para as filhas, afastando a hipótese de suicídio.

Caso parecido aconteceu com a jovem Rebecca Coriam, 24, que foi trabalhar em um cruzeiro da Disney em março, que desapareceu entre o México e Los Angeles.


Mistério: Rebecca estava a bordo do Disney Wonder, que tinha 2.400 passageiros e 945 funcionários


Um único policial nas Bahamas está investigando o caso. Rebecca foi vista pela última vez às 5h45 por um colega que a descreveu como chateada.

Ela foi vista pelas câmeras de segurança em direção a seu quarto e desde então, não houve mais notícias de Rebecca. Seu cartão de crédito também sumiu, mas não há registro de gastos.

Para seu tio, John Jennings, algum ruim aconteceu com ela. "Pessoalmente, eu acho que alguém fez algo ruim com Becky. O policial que foi à bordo disse que não havia sinais de algo assim, mas eu não concordo. A hipótese é de ela ter se suicidado, mas ela não estava deprimida. Ela até comprou ingressos para a Disney em Paris para fazer uma surpresa para seu pai e irmã."

Na maioria dos casos, os passageiros desapareceram em noites escuras, em alto mar. O que aconteceu com eles são mistérios improváveis de serem resolvidos.


Fonte: Folha.com via Sobrenatural.org

Tubarão arranca perna de banhista na África do Sul


Homem de 42 anos desobedeceu advertência de presença de tubarão em praia da Cidade do Cabo.

Um tubarão branco arrancou uma perna e meia de um banhista de 42 anos que desobedeceu as advertências das autoridades da Cidade do Cabo, na África do Sul, na quarta-feira, segundo noticiou o município.

O homem entrou na água da praia de Fish Hoek por volta do meio-dia (07h15 de Brasília), mesmo com o alerta de tubarão lançado uma hora e meia antes.

Segundo um comunicado, a praia estava fechada, uma bandeira de advertência foi içada e sirenes de alerta tocaram.

O banhista, um britânico que mora na África do Sul, foi socorrido sem a perna direita e com a esquerda decepada abaixo do joelho, informou o Instituto Nacional Sul-africano de Socorro Marítimo.

Para proteger as pessoas nas praias da Cidade do Cabo, uma rede de observadores vigia as águas com binóculos em postos de vigilância.




Fonte:
IG

Encontrada a sepultura de uma "bruxa" de 800 anos na Itália



Um grupo de arqueólogos descobriu na região central italiana da Toscana, o esqueleto de uma suposta bruxa de 800 anos com sete pregos na boca.

Os restos mortais da mulher estavam sem mortalha ou caixão. Mais pregos foram encontrados enterrados no chão em torno dela, provavelmente incrustados em sua roupa, de acordo com o jornal Daily Mail .

Os pesquisadores observaram que a presença dos pregos têm a ver com a crença de que impediriam que a mulher fosse ressuscitada.

O esqueleto de uma outra mulher foi encontrado perto do local, cercado por 17 dados. Os arqueólogos acreditam que os enterros das mulheres podem estar relacionados com algum tipo de ritual de exorcismo.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Terra Espanha

Os esqueletos zumbis da Irlanda


Estamos vivenciando uma febre zumbi: os mortos-vivos são personagens principais desde vários filmes e séries até eventos especialmente dedicados a eles, como o Zombie Walk. Mas a fama e o temor por essas criaturas não é de hoje.

Foram descobertos dois esqueletos da época medieval na Irlanda com grandes pedras encravadas em suas bocas – prova de que se temia que esses indivíduos sairiam de seus túmulos como zumbis.

Os esqueletos foram exumados como parte de uma grande exploração que fez escavações pela Irlanda.

De acordo com pesquisadores, a boca era vista como o portal principal para a alma sair do corpo após a morte.
Link
Às vezes, a alma poderia voltar ao corpo pela boca e reanimá-lo, ou um espírito maligno poderia fazer isso, trazendo a pessoa de volta à vida.




Fonte:
Hypescience

Nasa confirma oficialmente que satélite caiu no Oceano Pacífico


Local da reentrada na atmosfera fica perto da Samoa Americana. Uars foi lançado em 1991 e caiu na Terra no sábado (24).

A Nasa divulgou oficialmente na terça-feira (27) o ponto em que o satélite Uars caiu na Terra no último sábado.

Os novos dados confirmam o anúncio inicial de que o lixo espacial tinha caído no Oceano Pacífico. Local da reentrada fica na latitude 14,1º sul e na longitude 170,2º oeste, perto da Samoa Americana.

Ainda segundo a Nasa, os destroços caíram entre 480 km e 1280 km a nordeste desse ponto. Até o momento, a agência espacial norte-americana não tem notícias de que destroços tenham sido vistos na região.

“Não era uma reentrada fácil de prever por causa das forças naturais agindo sobre o satélite à medida que sua órbita decaía”, afirmou Nick Johnson, cientista-chefe da Nasa para escombros orbitais.

O satélite tinha 3 m de largura e 10 m de comprimento, tamanho parecido ao de um ônibus. Na reentrada na atmosfera, a maior parte do material se desintegrou.

No entanto, 26 peças, com um peso total de cerca de 550 kg podem ter resistido e caído na Terra.

O Uars (satélite de pesquisas da atmosfera superior, na sigla em inglês) foi lançado em 1991 para estudar a composição química da atmosfera.

Os dados obtidos ajudaram a determinar a quantidade de luz que nosso planeta recebe do Sol. O satélite parou de funcionar em 2005.


Fonte: G1

Antiga civilização do Peru praticava sacrifícios humanos, dizem arqueólogos



Múmias encontradas no Peru trazem indícios de sacrifícios humanos e de animais praticados pelo antigo povo chimu, uma civilização que viveu antes dos incas.

Os corpos de 40 crianças e 74 lhamas foram encontrados na localidade de Huanchaquito, no norte do país.

Segundo os arqueólogos, há indícios que as crianças tiveram o coração arrancado, em um ritual ocorrido há cerca de 800 anos.

Até agora, não havia maiores indícios de sacrifícios humanos em civilizações andinas. A descoberta também sugere uma possível ligação entre o povo chimu e os astecas mexicanos, que também praticavam sacrifícios.



Fonte: BBC

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Gado é novamente mutilado na Argentina


O proprietário de uma chácara em Paraje Solitario, Apóstoles, Argentina, na divisa com a província de Corrientes, relatou novos ataques de “uma grande criatura” de origem desconhecida, que já está sendo chamada de ‘chupacabras” pelos moradores da região, mas que tem sido descrita por algumas testemunhas como um cão de grande porte.

O proprietário, que mora no Lote 348, saiu para fazer seus trabalhos habituais e inspecionar os animais, quando encontrou vários deles mortos, sem olhos e línguas, e com suas mandíbulas e genitais arrancados, disse uma fonte policial.

Os moradores da região alertaram as autoridades que eventos similares já haviam ocorrido antes nas fazendas adjacentes.

A maneira como o gado foi morto é incompreensível para os fazendeiros. Os residentes estão agora em alerta.

Como foi evidenciado nos boletins de ocorrência, peritos dos serviços de criminalistica daquele município chegaram até o local e notaram que um dos animais estava sem os olhos, língua e partes da mandíbula.

Os policiais também ficaram espantados quando descobriram que o ânus e a vagina também haviam sido removidos, sem que houvesse sequer qualquer traço de sangue.

Um dos boletins de ocorrência diz: “Ontem pela manhã (segunda-feira passada) um cidadão que mora perto de Paraje ‘El Solitario’ requisitou a presença da polícia após ter encontrado um de seus animais morto, com partes faltando. Imediatamente uma equipe da estação policial, Seção 2, no distrito de Lomas del Mirador, foi até a cena do crime. Após sua chegada a equipe entrevistou o proprietário, Sr. Bilinski, que disse à polícia que dias atrás já havia encontrado outro animal morto com características similares a este último animal…

Ao encontrar o animal morto, a polícia decidiu chamar membros da secretaria de Bromatologia do Município de Apóstoles, que após examinarem o animal, não foram capazes de identificar a causa de sua morte.

De acordo com Biliski, “tais episódios com bovinos já ocorreram há dois anos…

Os relatos coletados na região falam do retorno do ‘chupacabras’, a lenda contemporânea de seres que atacam animais de várias espécies em fazendas e áreas rurais.

De acordo com as descrições de populares, o ‘chupacabras’ seria uma criatura pequena (1 metro de altura, ou menos) com pele esverdeada ou escamosa, olhos grande e cabeça ovalada. Esta vaga descrição lembra um outro ser, conhecido como ‘Grey’.

Os animais mortos não mostram nenhum sinal de estresse e provavelmente não oferecem resistência alguma ao predador.

Geralmente os proprietários dos animais dizem que não escutam ruído anormal algum, e nem mesmo os cães de guarda latem.

Além disso, durante observações subsequentes, os cães agem de forma estranha após o evento, e algumas vezes se mostram muito amedrontados.

Muitas vezes não há resquício de pegadas do predador, e quando presentes, elas lembram as de um grande cão, e algumas delas parecem ter esporas.



Fonte: Ovni Hoje

Mancha solar mostra mais sinais de atividade enquanto se volta para a Terra


A enorme mancha solar designada 1302 continua a mostrar sinais de grande atividade enquanto se volta para a Terra.

No sábado houve nova erupção de categoria X, a mais forte e capaz de provocar tempestades eletromagnéticas, com danos para satélites e a infraestrutura elétrica.

Ela se seguiu a outra da mesma categoria registrada pelo Observatório de Dinâmica Solar (SDO) da Nasa, que gravou um intenso flash de luz ultravioleta na região na última quinta-feira.

Por sorte, no entanto, a mancha ainda não mira a Terra e a ejeção de massa coronal associada à última erupção deve apenas raspar o campo magnético do planeta.




Fonte:
Extra Online

Restos de satélite são suspeitos de causar explosão na Argentina


Uma misteriosa explosão na última segunda-feira (26) causou a morte de uma mulher peruana e feriu outras oito pessoas, além de destruir duas casas e três carros nos arredores de Buenos Aires, levantando suspeitas sobre ser os restos do satélite da Nasa (agência espacial americana) que caiu na terra no sábado e não foram encontrados os destroços.

As autoridades investigam a possibilidade enquanto um porta-voz da Nasa, consultado na segunda-feira pela Efe, descartou que a explosão tenha sido provocada pelo satélite UARS, já que segundo seus cálculos quase todos os restos do engenho afundaram no Oceano Pacífico neste sábado em áreas do noroeste da América do Norte.

"A probabilidade que seja um meteorito é baixa, mas existe", disse à televisão local a diretora do Planetário de Buenos Aires, Lucía Sendón.

"A maior parte (dos meteoritos) cai em outros lugares da superfície do planeta, que tem três quartos cobertos por água, ou em áreas desabitadas que facilitam a entrada de corpos (espaciais), ao contrário das cidades onde há muitas partículas em suspensão", explicou a especialista.

Segundo Lucía, é necessário uma evidência física entre os escombros para que se determine o que aconteceu.

A especialista também ressaltou a possibilidade da explosão ter sido causada por um dos muitos corpos espaciais que entram na atmosfera, como asteróides e minicometas.

Uma outra hipótese levantada pelos peritos foi um vazamento de gás. "Encontramos no lugar um bujão de gás de 45 quilos, encanamento de gás e um forno de pizza destruído", disse Guillermo Pérez, chefe dos Bombeiros de Esteban Echeverría.

A vítima fatal foi identificada como a peruana Silvia Espinoza, de 43 anos, que visitava parentes que residiam em uma das casas destruídas pela explosão. Os feridos, a maioria deles com queimaduras, foram transferidos para um hospital próximo e dois já receberam alta.


Fonte: UOL

Encontros de terceiro grau à maneira suíça


Como seria a vida extraterrestre e como podemos encontrá-la. Uma exposição no Museu de Zoologia da Universidade de Zurique apresenta anos de pesquisa científica sobre o assunto.

"Não existem homenzinhos verdes! A Astrofísica e a biologia procuram a vida no espaço" é nome da exposição, aberta até 11 de março.

A exposição mostra os esforços científicos para encontrar traços de vida inteligente – ou não tão inteligente – fora de nosso planeta.


"Eu acho que todos gostaríamos de saber se estamos sozinhos e somos únicos. A curiosidade humana faz com que façamos perguntas e que queiramos respostas”, explica Jonathan Coles, do Instituto de física teórica da Universidade de Zurique, um dos organizadores da exposição (a íntegra da entrevista, em inglês, está disponível na página “Sci & Tech” do site em inglês de swissinfo.ch)

A busca começa não muito longe de nós, na Terra, com imagens de "extremophiles", criaturas que sobrevivem em condições extremas como nas profundezas marinhas, nas rochas desérticas ou na periferia de Londres.

As águas termais de Loèche-les-Bains no Valais (sudoeste), por exemplo, são as mais quentes da Suíça: 48° e abrigam cianobactérias.

Os endolitos, por sua vez, vivem nas rochas alpinas. Muito raras, essas colônias de bactérias, de cogumelos e de organismos pluricelulares são muito interessantes para os astro-biologistas, que pensam sistemas similares de Marte ou de outros planetas poderiam abrigar micróbios.

"A vida tende encontrar seu caminho em condições extremas", explica Jonathan Coles. "Na realidade é o nós consideramos como extremo. Para esses organismos, nós é que vivemos em um meio ambiente extremo. Assim, o oxigênio, sem o qual não podemos viver, é fatal para a maioria deles."


Interativo



Organizada ao longo de uma espiral, a exposição leva os visitantes através do universo e dos planetas que poderiam ter alguma forma de vida.

A ideia é procurar zonas habitáveis que não estejam muito próximas de uma estrela (portanto muito quente), nem muito distante (portanto muito frias), mas "na distância certa".

Por isso que elas também são denominadas "Zonas Círculo de Ouro", do nome da menina personagem de um conto que escolhe, entre os pertences de três ursos, os que lhe são melhor adaptados.

A exposição é cheia de elementos interativos. Um deles é a "fábrica de planetas", em que os visitante pode criar seu próprio sistema solar utilizando dados astrofísicos registrados em um supercomputador da Universidade de Zurique. Aí se vê quantos planetas poderiam ser potencialmente habitáveis.

"Não foi simples reunir todas as informações em uma exposição com todo o saber, de maneira não muito extenuante”, diz Jonathan Coles.

"Além disso, também não podíamos exigir enormes conhecimentos básicos. Não queríamos nivelar por baixo, mas apresentar as cosas de maneira clara."

Ele acrescenta que "também não queríamos nos concentrar sobre a vida inteligente – E.T. e outros – como pensa a maioria das pessoas acerca da vida extraterrestre. Queríamos resumir a pesquisa: o que fazem os cientistas? Onde estão os planetas?"


Meteorito marciano



O público-alvo são "pessoas que lêem jornal", mas a exposição propõe visitas específicas para crianças de 8 a 12 anos. "As crianças adoram e gostam de aprender sobre o espaço. Na verdade, a exposição é feita para todos os curiosos."

Contudo, muita gente tem pouca informação do sistema solar. "Por vezes, fico um pouco decepcionado que a escola não inclua a cosmologia. Por exemplo, muitas pessoas não sabem que o sol é uma estrela."

Jonathan Coles mostra o único objeto extraterrestre da exposição, um pedregulho ligeiramente frustrante.

É um pedaço do meteorito de Zagami, de 18 quilos que caiu de Marte em uma roça na Nigéria, em 1962, a três metros de um camponês, espantado com o choque que fez um buraco no chão.

No entanto, a pedra se parece com qualquer outra em qualquer jardim. Como Jonathan Coles sabia que a pedra não era falsa?

"Dentro dela tem cristais de vidro que conservaram moléculas de gás. Estas têm a mesma composição das moléculas que encontramos em Marte."


Água em Marte



Nunca foi encontrada uma prova de vida extraterrestre, até agora. As recentes descobertas de água salgada em Marte suscitaram esperanças.

Para Jonathan Coles, dada a dimensão aparentemente infinita do universo – "A Terra é insignificante, nessa perspectiva", as chances são reais de que não sejamos sós.

"Os cientistas trabalham com probabilidades. É improvável que exista alguma coisa, em algum lugar, o que não quer dizer que seja uma vida inteligente. Pode ser a vida na forma bacteriana."

Para o cosmologista inglês Stephen Hawking, a raça humana é somente "uma espuma química boiando sobre um planeta de tamanho médio, girando em torno de uma estrela bastante média na periferia de centenas de bilhões de galáxias."

Para Jonathan Coles, "essa é uma visão muito pessimista, mas com certo sentido, é verdade. Por vezes em penso que meus maiores problemas não têm nenhuma importância em relação ao universo."


Debate ético



Além do desafio técnico da pesquisa acerca da inteligência terrestre, o debate ético também é intenso entre os cientistas: deveríamos realmente tentar chamar a atenção de seres que poderiam se revelar menos gentis que o E.T.?

Stephen Hawking faz um paralelo entre essa busca e a chegada de Cristóvão Colombo à América, "que não foi muito benéfica para as populações locais."

Jonathan Coles: "suponho que haja um risco, mas tenho vontade de corrê-lo."



Fonte: Swissinfo

Onça parda é resgatada de alto de árvore em Franco da Rocha, SP




Felino foi sedado com disparos de dardos com tranquilizante. Segundo bióloga, animal está bem e será levado para zoo em Guarulhos.


A onça que estava presa no alto de uma árvore em Franco da Rocha, na Grande São Paulo, foi resgatada por volta das 16h45 desta terça-feira (27) pelo Corpo de Bombeiros. Dois homens da corporação utilizaram uma escada para alcançá-la.

O animal havia sido sedado minutos antes. Biólogos, veterinários, homens do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar, da Polícia Militar Ambiental e da Guarda Civil Municipal participaram do resgate.

A onça foi encontrada em cima de uma árvore na Avenida Tonico Lenci, no bairro Lago Azul, na manhã desta terça-feira. Policiais militares ambientais e bombeiros foram acionados entre 10h e 11h para o resgate.

Mais de dez tiros de dardos com tranquilizantes foram disparados na direção da onça com o intuito de sedá-la, segundo a bióloga Cristina Adania. O tiro certeiro foi dado por volta das 16h30.

Havia a expectativa de que o felino pudesse cair sobre uma rede preparada para evitar o impacto com o chão. No entanto, a onça parda ficou presa no alto da árvore depois de ser sedada. Segundo a bióloga, o resgate foi um sucesso, pois o animal não se feriu e passa bem. Ela será levada para o zoológico de Guarulhos, na Grande São Paulo, e ficará em observação. Após avaliação, a onça será reinserida em seu habitat natural.

Logo que foi trazida ao solo, o animal recebeu os primeiros socorros, sendo medicada e colocada em uma jaula ainda desacordada.

Foram feitas diversas tentativas de resgate. Em uma delas, um carro dos bombeiros chegou a atolar metros antes de alcançar a árvore onde o animal se refugiou. Foi necessário um trator para retirar o carro do local.


Fonte: G1

Menina de 13 anos morre durante sessão de exorcismo no Japão



O templo onde ocorreu o exorcismo

A Polícia prendeu nesta terça-feira em Kumamoto (sul do Japão) um sacerdote e o pai de uma adolescente de 13 anos que morreu afogada enquanto era submetida a um ritual de exorcismo, informou a imprensa local.

Durante o ritual, que aconteceu há um mês, mas somente foi revelado nesta terça-feira, a adolescente Tomomi Maishigi foi amarrada em uma cadeira e teve água jogada sobre sua cabeça diversas vezes como parte do ritual budista para espantar os maus espíritos, informou o jornal "Yomiuri" em sua edição digital.

A Polícia prendeu o pai, Atsushi Maishigi, de 50 anos, e o sacerdote Kazuaki Kinoshita, de 56, pela morte da adolescente.

Os dois negaram as acusações e garantem que queriam somente "exorcizar os maus espíritos" e não cometer um abuso físico.

Segundo policiais citados pelo "Yomiuri", Tomomi perdeu a consciência na sessão de afogamento, na noite de 27 de agosto e, apesar de ter sido transferida para um hospital próximo, morreu na madrugada seguinte.


O local do ritual

Os dois homens submeteram a menina ao ritual da "cascata" de água por mais de 100 vezes desde março, para o qual inclusive tinham solicitado a estadia da adolescente em um templo budista.

Os pais de Tomomi pediram ajuda do sacerdote porque estavam preocupados com uma doença física e mental que a filha sofria, e este recomendou o ritual que supostamente a curaria depois de expulsar seus "demônios".




Fonte:
UOL

Descoberto no fundo do Atlântico tesouro da Segunda Guerra

SS Gairsoppa


O navio está a uma profundidade maior que a do Titanic

Ele jaz submerso a 4.700 metros


Caçadores de naufrágio americanos anunciaram a descoberta de um tesouro avaliado em cerca de R$ 440 milhões. São 200 toneladas de prata.

Trata-se do maior tesouro de metais preciosos já descoberto em naufrágios. Os destroços do SS Gairsoppa foram encontrados no fundo Atlântico pela empresa americana Odyssey Marine.

O Gairsoppa era um navio mercante inglês afundado por um U-boat alemão, em 1941, na costa da Irlanda.

Estima-se que a empresa ficará com 80% do tesouro e o governo britânico com o restante. Somente um dos 85 tripulantes sobreviveu ao trágico fim do Gairsoppa.

Movido a vapor, o Gairsoppa foi atingido por um torpedo lançado pelo submarino alemão quando tentava chegar à Irlanda. Seu destino final era a Inglaterra, onde entregaria uma carga de prata embarcada da Índia.

Nada da viagem do Gairsoppa, porém, correu bem. Ele fugia do mau tempo e buscava abrigo no porto irlandês de Galway quando foi detectado e afundado pelo submarino alemão. Os U-boats alemães patrulhavam o Atlântico em busca de navios britânicos para afundar.

Dos 85 tripulantes, três conseguiram escapar num bote salva-vidas e chegaram à costa da Cornualha, na Inglaterra, duas semanas depois. Mas, devido à exaustão, dois homens morreram antes de o pequeno bote alcançar a terra firme.

O navio está a uma profundidade maior que a do Titanic. Ele jaz submerso a 4.700 metros, a cerca de 500 quilômetros da costa irlandesa.

Os destroços foram localizados há alguns meses, mas só na semana passada houve a confirmação de que se tratava mesmo do Gairsoppa. A operação para resgatar a preciosa carga só deverá começar em 2012. Devido à profundidade, toda a operação será realizada por submarinos robôs.



Fonte: O Globo Online

Encontrado corpo quase intacto de soldado da Guerra Civil espanhola


Soldado morreu ferido por estilhaços; perto do corpo foram encontrados diversos utensílios.

O corpo quase intacto de um soldado republicano que participou da decisiva batalha do Ebro, a mais longa e cruel da Guerra Civil espanhola (1936-39), foi encontrado durante escavações arqueológicas em Tarragona, no nordeste da Espanha.

Os trabalhos começaram no último dia 21 de setembro, informou em comunicado um professor da Universidade de Barcelona, que participa das escavações.

O soldado morreu ferido por estilhaços, possivelmente de uma granada que explodiu a curta distância, e um dos fragmentos partiu em dois o fêmur direito e até nove pedaços entraram em sua caixa torácica.

Perto do corpo foram encontrados utensílios de barbear, uma garrafa de vidro verde e outros objetos que não puderam ser identificados, além de fragmentos do uniforme.

As evidências indicam que o homem disparou freneticamente contra os inimigos que atacavam sua posição e permaneceu em seu lugar de combate até a morte, protegendo a retirada de seus companheiros.

O objetivo das escavações é recuperar dois bunkers de concreto e identificar diferentes linhas de trincheiras relacionados com a batalha do Ebro.

De acordo com o pesquisador da Universidade de Barcelona, Francesc Xavier Hernández Cardona, a descoberta mexeu com os trabalhadores porque "o sacrifício deste soldado e de outros salvaram milhares de vidas".


Fonte: Estadão

Pegadas de 25 mil anos são encontradas no México


Pegadas humanas feitas a cerca de 25 mil anos atrás foram encontradas por especialistas do Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah) do México na região da Serra Tarahumara, no estado de Chihuahua, onde atualmente habita a etnia indígena homônima.

Para os estudiosos, estes rastros podem pertencer aos primeiros homens que povoaram a região, que são considerados por alguns como representantes dos mais antigos assentamentos humanos no continente americano.

Segundo um comunicado publicado pelo instituto, este achado faz parte das "poucas impressões dos primeiros colonos do continente americano que foram conservadas no México".

As pegadas foram feitas pelos pés de três adultos e de uma criança. "Somente um par de marcas correspondem aos pés de uma mesma pessoa, que tinha seis dedos em cada um, o que pode ter ocorrido devido a uma má formação", acrescentou o Inah.

Acredita-se que estas pessoas viveram nas cavernas localizadas na região do Valle de Ahuatos, onde atualmente reside em condições precárias a população Tarahumara por causa da extrema pobreza.

Segundo o antropólogo José Jiménez, a descoberta foi possível a partir de um e-mail enviado por uma pessoa natural de Chihuahua sobre as marcas humanas. Os especialistas, no entanto, demoraram a encontrar os vestígios.




Fonte:
UOL

Descoberto dinossauro com garras “desenhadas para ferir”


De tempos em tempos, paleontólogos investigam fósseis de dinossauros com marcas de acontecimentos em vida.

Não faltam exemplos, em alguns dinossauros, de evidências de ferimentos graves, aparentemente sofridos devido à agressão de outro réptil.

Cientistas canadenses descobriram uma forte razão para danos tão grandes: um dinossauro com garras especialmente confeccionadas para machucar.

Esse novo agressor do mundo Jurássico, que foi achado no interior do estado de Utah (EUA), já recebeu nome: Talos sampsoni.

Esse nome, por si próprio, não sugere nenhuma característica agressiva. Foi dado em homenagem a Talos, um personagem mitológico da Grécia (que é feito de bronze e corre em uma velocidade fantástica até sucumbir a uma dor no tornozelo), e a Scott Sampson, um famoso paleontólogo que aparece em um programa de TV americano sobre o assunto.

Mas é a função de ataque o diferencial desse réptil, parente do Velociraptor e que viveu há 75 milhões de anos.

Não era um grande dinossauro, pois não passava de dois metros de comprimento e 38 quilos.

Ele tem três dedos em cada pé, sedo o do meio mais comprido que os outros dois. A grande surpresa dos cientistas foi encontrar uma lesão – algo incomum nessa parte do corpo – no dedo maior, do meio.

Os traços sugerem que a lesão na garra foi devido a um ataque, possivelmente não muito bem sucedido.

A garra, que aparece em forma de canivete, não era um auxílio para o dinossauro andar ou fazer qualquer atividade exceto causar dor a um predador ou inimigo.

Isso dá, aos cientistas, pistas mais avançadas sobre como os dinossauros podiam ter certas partes do corpo especificamente adaptadas para um fim.

E o futuro promete: na área onde encontraram o Talos sampsoni, mais de 15 fósseis já foram descobertos, e já há previsão de novas escavações.




Fonte:
Hypescience

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Nasa mostra em foto sequência com cinco luas de Saturno

Foto feita pela sonda Cassini mostra cinco luas de Saturno; o planeta não está no enquadramento


A Nasa (agência espacial americana) divulgou na quarta-feira em seu site uma foto que enquadra de uma só vez cinco das várias luas de Saturno.

A primeira da esquerda é Janus, seguida de Pandora. Enceladus, a mais brilhante, aparece bem no centro. A segunda maior lua do planeta, Rhea, está segmentada na imagem. Uma menor, Mimas, se encontra ao lado dela.

A imagem foi feita pela sonda Cassini em 29 de julho, que orbita Saturno, a uma distância aproximada de 1,1 milhão de km de Rhea e a 1,8 milhão de km de Enceladus.


Fonte: Folha.com

Jiboia é presa dentro de máquina de lavar no Espírito Santo

Uma jiboia foi encontrada no quintal da casa de morador de Vila Bethânia (Foto: Átila Duarte/ VC no ESTV)

O animal foi encontrado no bairro Vila Bethânia, em Viana. Ele prendeu o bicho dentro de um tanque e ligou para o IBAMA.

Um morador do bairro Nova Bethânia, em Viana, Grande Vitória, encontrou uma jiboia perto de casa e prendeu o animal dentro de uma máquina de lavar.

Átila Duarte viu a cobra quando estava saindo para trabalhar na quarta-feira (14). Ele ligou para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e um funcionário orientou que ele soltasse a serpente em um terreno baldio, mas o morador está preocupado, porque, tem muita casa no bairro.

O G1 tentou contato com a instituto na tarde da quinta-feira (15), mas as ligações não foram atendidas. Até às 20h, o animal continuava no mesmo local.



Fonte: G1

Idoso que morreu queimado na Irlanda 'foi vítima de combustão humana espontânea'


Um médico legista da Irlanda afirmou que um homem que morreu queimado dentro de casa foi vítima de uma combustão espontânea - possivelmente o primeiro caso deste tipo na Irlanda.

Michael Faherty, de 76 anos, morreu em sua casa em Galway no dia 22 de dezembro de 2010. O corpo carbonizado foi encontrado com a cabeça virada para a lareira.

Contra as suspeitas, o legista de West Galway, Ciaran McLoughlin, disse em uma audiência na Justiça do país, que o incêndio não foi a causa do fogo que matou Faherty.

McLoughlin disse também que não há indícios de incêndio criminoso.

O fogo ficou restrito à sala de Faherty e os únicos danos ocorreram no corpo da vítima - que ficou totalmente queimado -, no teto logo acima de onde ele estava e o chão onde o corpo estava.


Parecer raro


O legista afirmou que foi a primeira vez em 25 anos de carreira que deu um parecer de combustão espontânea.

McLoughlin disse ter consultado livros sobre o assunto e feito pesquisas para esclarecer a causa da morte.

O especialista forense afirmou ter encontrado informações sobre combustão espontânea em um livro, e notou que estes casos quase sempre ocorrem perto de uma lareira ou de uma chaminé.

"O incêndio foi totalmente investigado e minha conclusão é de que se encaixa na categoria de combustão humana espontânea, para o qual não há uma explicação adequada", afirmou.



Fonte: BBC

México: descoberta de ossada do século XVI pode ser prejudicada


A descoberta de uma ossada humana dos séculos XVI e XVII no Centro Histórico de Mérida, na península mexicana de Yucatán, anunciada na quinta-feira pode ser prejudicada por uma construtora. As informações são da Agência Ansa.

Os investigadores do Instituto Nacional de Antropologia e História localizaram os restos "de maneira fortuita" durante uma escavação do solo que tinha como objetivo, a princípio, implantar estruturas para a recuperação de um trecho da chamada Passagem Revolução.

O sítio arqueológico, localizado entre a Catedral de Mérida e o Ateneo Peninsular, é atualmente ocupado pelo Museu de Arte Contemporânea de Yucatán e, na época colonial, uma capela foi erguida no local.

Os arqueólogos afirmaram que, apesar da importância da descoberta, a empresa construtora encarregada pela obra se negou a informar oficialmente ao governo sobre os achados, o que poderia provocar danos às ossadas pelos efeitos dos raios solares e das intensas chuvas prognosticadas para as próximas horas.

"É lamentável que a construtora Proser se negue a informar sobre a descoberta registrada nesta semana, entre a Catedral e o Museu de Arte Contemporâneo, ao efetuar escavações que, sabemos, precisam da autorização oficial de Yucatán", indicaram os cientistas.

A agência mexicana de notícias Notimex informou que um dos arqueólogos, que preferiu ficar no anonimato, afirmou que os vestígios poderiam ter até 400 anos de idade.

"Pessoas sem conhecimento sobre arqueologia e antropologia vão se encarregar de retirar as ossadas", o que, segundo ele, pode levar à perda de "informação valiosa que pode se obter delas", lamentou.

A península de Yucatán é conhecida por seu vasto acervo arqueológico herdado de construções e vestígios da civilização maia.


Fonte: Terra

Outro satélite desativado pode cair na Terra em 2011 com risco maior

Satélite Rosat pode cair na Terra entre outubro e novembro. (Crédito:Instituto Max Planck/Divulgação)

Alemão 'ROSAT' pode causar 'chuva' de pedaços de até 1,6 tonelada. Serviço dos EUA para monitorar objetos espaciais ainda não lista ameaça.

Depois do anúncio da queda do satélite Uars, da agência espacial norte-americana (Nasa), o satélite alemão desativado Rosat pode ser outro "defunto" espacial a atingir a Terra entre outubro e novembro de 2011.

Lançado ao espaço em 1990, o satélite da agência aeroespacial alemã (DLR, na sigla em alemão) foi usado durante oito anos para observações de estrelas, nebulosas e galáxias com raios X.

Segundo a Nasa, a chance de algum pedaço do Uars causar dano ou machucar alguém é de uma em 3.200. No caso do Rosat, esta probabilidade seria de uma em 2.000.

O risco está nos painéis que equipam o aparelho, produzidos para suportar as altas temperaturas que poderiam danificar as operações dos cientistas durante a década de 1990, quando o equipamento funcionou.

A agência espacial alemã estima que cerca de 30 pedaços do satélite podem atingir o solo terrestre, com um total de 1,6 tonelada. Outros 800 quilos devem ser "queimados" durante o retorno do satélite à atmosfera do planeta.

No caso da Uars, apenas 532 quilos devem escapar da "fornalha" atmosférica, produzindo 26 fragmentos do instrumento desativado em 2005 - um dos pedaços pode chegar a pesar até 150 quilos.

Apesar do alerta, o serviço norte-americano de monitoramento de objetos espaciais (em inglês) que entram novamente na atmosfera terrestre ainda não lista a data possível da chegada do ROSAT, já que ainda não está claro quando o satélite deverá penetrar novamente no planeta.



Fonte: G1

Cientistas conseguem reproduzir imagens armazenadas no cérebro


Cientistas utilizaram um scanner e um computador para decodificar e reconstruir imagens de um filme assistido previamente por três indivíduos, em um procedimento que poderá, no futuro, ajudar pessoas com dificuldades de comunicação. O estudo foi publicado na revista americana Current Biology na quinta-feira.

Até o momento, a técnica que combina imagens por ressonância magnética (IRM) e padrões informáticos pôde apenas reconstituir extratos dos filmes assistidos pelos voluntários da experiência, mas o método abre caminho para uma tecnologia capaz de ler imagens no cérebro - como sonhos ou "filmes" da memória -, destacaram os cientistas da Universidade da Califórnia em Berkeley.

"É um passo importante para a reconstrução de imagens no cérebro", disse o professor Jack Gallant, neurologista da Universidade e um dos autores do estudo. "Abrimos uma janela aos "filmes" projetados em nossa mente".

No futuro, esta tecnologia poderá permitir uma melhor compreensão do que se passa na mente das vítimas de ataques cerebrais, de pessoas em coma ou de vítimas de doenças neurodegenerativas incapazes de se comunicar.

Também poderá facilitar a criação de uma máquina capaz de se comunicar diretamente com o cérebro, permitindo a pessoas sem capacidade motora comandar instrumentos apenas com a mente, segundo o professor Gallant.



Fonte: Terra

Cobra de 7,6 metros é exibida nos EUA e pode entrar para o Guinness





Píton gigante é atração de uma casa de horror em Kansas City. Foram necessárias 15 pessoas para segurar o 'monstro' de 136 kg.

Uma píton de 7,62 metros de comprimento pode entrar para o Guinness, livro dos recordes, como a maior do mundo.

Foram necessárias 15 pessoas para segurar o "monstro" de 136 quilos durante exibição em Kansas City, no estado do Missouri (EUA), segundo a emissora "NBC News Action".

Segundo o treinador da cobra, Larry Elgar, ela devora um animal de 18 quilos por semana, mas poderia facilmente comer algo com mais de 45 quilos.

A píton chamada "Medusa" é atração de uma casa de horror de Kansas City chamada "Edge of Hell".


Fonte: G1

Mecha de cabelo pode desvendar mistério de imigração humana a partir da Austrália


Uma mecha de cabelos ajudou uma equipe internacional de pesquisadores a desvendar o genoma de aborígenes australianos e reescrever a história da imigração dos humanos pelo mundo.

O DNA retirado dos cabelos doados por um jovem aborígene a um antropólogo britânico em 1923 demonstrou que aborígenes australianos foram o primeiro grupo a se separar de outros grupos humanos modernos, há cerca de 70 mil anos. E isto desafia a teoria que afirma que houve uma única fase de diáspora, vinda da África.

Enquanto as populações de aborígenes cruzavam a Ásia e a Austrália, o restante dos humanos permaneceu na região do norte da África e no Oriente Médio até 24 mil anos atrás, saindo apenas depois disto para colonizar a Europa e Ásia.

Mas, os aborígenes tinham se estabelecido na Austrália há 25 mil anos e, portanto, estavam há mais tempo no local onde vivem atualmente do que qualquer outra população conhecida.

A pesquisa, publicada na revista Science, também destaca as novas possibilidades de, no futuro, comparar os genomas de vários indivíduos para rastrear a imigração de pequenos grupos.


Diferenças


Restos arqueológicos encontrados na Austrália tiveram a idade calculada em cerca de 50 mil anos, o que determinava a idade máxima dos assentamentos de aborígenes no continente.

Mas a história da jornada deste grupo e sua relação com povos da Ásia e Europa ainda não tinha sido desvendada.

Anteriormente se pensava que os grupos humanos modernos tinham se dispersado em apenas uma onda a partir da África e do Oriente Médio e, devido às distâncias envolvidas, os europeus modernos teriam se separado dos asiáticos e dos australianos em primeiro lugar.

Mas, estas informações do DNA retiradas da mecha de cabelo aborígene mostravam que os australianos iniciaram sua jornada bem antes.

Ao examinar as pequenas diferenças entre o DNA de aborígenes e de outros humanos antigos, os cientistas mostraram que os indígenas australianos ficaram isolados pela primeira vez há 70 mil anos.

François Balloux, do Imperial College de Londres e que participou da pesquisa, descreveu como "uma população se expandiu pela costa devido à fartura de recursos na região. Eles podiam andar quase pelo caminho todo, pois o nível do mar era bem mais baixo". Apenas uma pequena viagem pelo mar era necessária para alcançar a Austrália a partir da Ásia.



Mas, qualquer vestígio arqueológico desta jornada, que durou cerca de 25 mil anos, deve estar perdido no fundo do mar, devido ao aumento do nível das águas.


Parque dos Dinossauros


Técnicas de análise de DNA como as que foram usadas neste estudo poderão ser usadas de forma mais ampla para analisar as imigrações humanas.

A equipe internacional de cientistas agora planeja examinar mais profundamente a imigração dos humanos modernos a partir da África além de tentar descobrir como e quando as Américas foram colonizadas.

Balloux afirmou que está animado com o potencial desta técnica, descrevendo-a como um tipo de ciência que é "quase (como a mostrada no filme) Parque dos Dinossauros".

A pesquisa foi feita a partir de uma mecha de cabelo doada por um jovem aborígene a um antropólogo britânico em 1923.

Os pesquisadores decidiram examinar a mecha de cabelo e não outro tipo de resto por razões legais, já que cabelo não é classificado como tecido humano.

"O mais importante para nós é que a pesquisa fosse aceitável de um ponto de vista social e moral", disse François Balloux.

Para surpresa dos cientistas, todos os consultados apoiaram a pesquisa. Balloux afirmou que, no passado, grupos indígenas sempre foram "extremamente sensíveis a respeito das motivações de cientistas ocidentais" neste tipo de pesquisa.

Mas, o último estudo foi publicado com "forte apoio" do Conselho de Terra e Mar de Goldfields, a organização que representa os proprietários tradicionais de partes da Austrália ocidental, aborígenes.



Fonte: BBC

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