quarta-feira, 29 de abril de 2009

Astrônomos descobrem planeta do tamanho de Júpiter


Um grupo de astrônomos descobriu um planeta do tamanho de Júpiter e que realiza a órbita ao redor de uma estrela similar ao Sol, segundo a "BBC".

O planeta batizado de HD80606b se movimenta por uma incomum órbita elíptica ao redor dessa estrela, segundo explicaram os especialistas do University College de Londres.

Quando o astro atinge o ponto mais distante em relação a esta estrela, alcança uma distância semelhante à que separa a Terra do Sol (123 milhões de km).

Já quando o HD80606b chega ao ponto mais próximo, a distância é dez vezes menor que os 5 milhões de km que separam Mercúrio do Sol.

Os astrônomos disseram que sua temperatura apresenta uma variação entre três e 1.200 graus. Com isso, há uma grande mudança na quantidade de calor, segundo o pesquisador David Kipping.


Fonte: Terra

Disneylândia ET


O Mystery Park, inspirado pelo "caçador de extraterrestres" Erich von Däniken, reabre suas portas para a temporada de verão europeu e espera atrair até 90 mil visitantes.

Há algumas ideias para ressuscitar o parque temático, inaugurado em 2003 e que faliu em 2006, mas seu futuro financiamento continua escrito nas estrelas.

O Mystery Park, em Interlaken (centro-oeste da Suíça), vai reabrir suas portas de 15 de maio a 1° de novembro e procurar o sucesso com um "conceito levemente aguado", como diz o diretor executivo Marcel Meier.



Especialmente a parte destinada a atividades de lazer para crianças e famílias será complementada com novidades e deve se tornar mais atraente. A reabertura para uma temporada de verão vai gerar 35 a 40 empregos.

Meier espera poder apresentar um balanço equilibrado no final da temporada. Mas, com certeza, não sobrará dinheiro para investimentos no futuro do parque, acrescentou durante entrevista coletiva à imprensa, na quinta-feira (16/4).


New Inspiration AG arca com o risco



Ele não quis revelar números concretos do orçamento. O risco financeiro será arcado completamente pela empresa New Inspiration AG, que construiu e administrou o parque até a sua falência.

Apesar das dificuldades financeiras, na opinião de Meier, o parque teve sucesso parcial nos três anos de funcionamento. Ele recebeu um milhão de visitantes no período de 2003 a 2006. Seu plano financeiro previa, porém, meio milhão de visitantes por ano.



Segundo Meier, com a reabertura para uma temporada se pretende reunir idéias para uma nova concepção do parque. Além de uma renovação total, ele pensa em projetos complementares, como "Jungfrau Miniature" e "Swisspower", bem como a construção de um hotel e um pavilhão de feiras e eventos.


Tentativas de salvamento



Desde o fechamento do parque em dezembro de 2006, várias tentativas de salvamento fracassaram por serem demasiadamente "aventureiras" ou por falta de investidores.

Erich von Däniken mostrou-se "feliz pelo reinício da aventura". Ele disse que, nos últimos três anos, durante palestras no exterior, foi perguntado muitas vezes quando o parque reabriria.

O "caçador de extraterrestres" fará durante este verão europeu uma série de palestras sobre o retorno dos deuses em 23 de dezembro de 2012, supostamente profetizado pelo calendário Maya.


"Ressurreição em etapas"



Em entrevista ao jornal Tagesanzeiger.ch, Von Däniken manifestou a esperança de que a reabertura seja o início de uma "ressurreição em etapas". Ele disse que o parque "nunca deveria ter sido fechado. Para fazer um nome na Europa, ele teria de funcionar pelo menos por cinco anos."


Perguntado se a Suíça precisa de um Mystery Park, Erich von Däniken não deixa dúvidas. "O mundo precisa de um Mystery Park. As perguntas não respondidas ocupam as pessoas. Em Interlaken, mostramos enigmas e levantamos questões. Nunca se tratou de dar respostas. (...) Nós ensinamos as pessoas a novamente ficarem perplexas."


Fonte: Swiss Info

Estátuas de pedra guardam múmias no norte do Peru


Quando se pensa em um povo milenar do Peru e nas ruínas de sua civilização, a primeira coisa que vem à cabeça são os incas e Machu Picchu.

A força desse monumento é tanta que ofusca outras jóias, como Ayachaqui, um conjunto de sarcófagos deixados pelo povo chachapoya no nordeste do país, na Amazônia peruana.


Os soberanos chachapoya ficavam em lugares onde pudessem ter uma visão digna dos deuses


Os chachapoyas formavam uma nação pré-colombiana que construiu fortalezas em meio à selva. Após uma série de conflitos no século XV, ela acabou subjugada pelos inimigos incas, que ganharam não apenas o controle, mas também a fama.

A mais notável das fortalezas chachapoyas restantes é Kuélap, conhecida no jargão turístico como "Machu Picchu do norte", embora muito menos visitada do que a irmã inca por ser de difícil acesso.



Ayachaqui, ao norte da cidade de Lamud, é outro bom destino para quem quer se aprofundar na cultura desse povo, mas a viagem requer muito preparo físico.

Localizado 1.200 quilômetros a nordeste de Lima (capital do País), o sítio arqueológico foi descoberto só no final de 2005. Desde então, passou a receber alguns corajosos visitantes, que, para chegar lá, vencem dois dias de caminhadas por entre abismos, vales e montes.

O momento mais instigante da travessia é cruzar a cachoeira de Gocta, a terceira mais alta do mundo, com 771 metros.

O esforço compensa pela visão dos sarcófagos, que datam entre os anos 0 e 500 d.C. Medindo mais de dois metros cada, os túmulos são feitos de argila e decorados com pintura avermelhada.

São como estátuas encravadas na montanha, modeladas com traços quase infantis. A diferença é que cada uma preserva uma múmia em seu interior.



A tradição mortuária chachapoya previa que os seus reis fossem sepultados em lugares especialmente bonitos, como nessas colinas rochosas cobertas de vegetação.

O cuidado com a escolha do local permitiu que os túmulos fossem poupados dos ataques de caçadores de tesouros.

Com a preservação, os olhares hoje se cruzam: enquanto os visitantes levantam o queixo para admirar as esculturas, lá no alto, os soberanos continuam mirando imponentes a paisagem digna dos deuses.


Fonte: Terra

terça-feira, 28 de abril de 2009

Enigmas da Morte - A Gripe Espanhola

Documentário da National Geographic sobre a gripe espanhola. A epidemia assolou o mundo em 1918, deixando 50 milhões de mortos em poucos meses. Até hoje os cientistas buscam explicações para o letal vírus influenza da espanhola. Nesse link os efeitos da gripe espanhola sobre a população do Rio de janeiro vista pelos jornais da época.



Parte 1



Parte 2




Parte 3




Parte 4





Fonte: Terra TV

Planetas 'caem' dentro de sóis e desaparecem, diz estudo


Um estudo realizado nos Estados Unidos indica que alguns planetas descobertos fora do nosso sistema solar "caem" dentro de seus próprios sóis e desaparecem.

Segundo o astrônomo Rory Barnes, da Universidade de Washington, trata-se da primeira prova de um fenômeno já previsto por modelos computacionais no ano passado, que mostravam que a força da gravidade é capaz de "puxar" um planeta para dentro de seu sol.

"Quando examinamos as propriedades de planetas extra-solares, podemos ver que esse fenômeno já ocorreu com alguns deles", afirmou Barnes.

Os modelos computacionais apontam a localização dos planetas em um determinado sistema solar, mas a observação direta mostrou que, em alguns desses sistemas, os planetas que deveriam estar mais próximos de seu sol não existem mais.

Segundo os cientistas, a proximidade entre esses astros faz com que um "puxe" o outro com uma força gravitacional cada vez mais intensa, que causa uma deformação na superfície do sol, provocando ondas na sua superfície gasosa.

"As ondas distorcem a forma dessas estrelas, e quanto maior essa distorção, mais rapidamente as ondas 'puxam' o planeta para dentro", explicou Brian Jackson, do Laboratório Lunar e Planetário da Universidade do Arizona, e chefe da equipe de pesquisadores.


Massas gasosas


A maioria dos planetas descobertos fora do nosso sistema solar são gigantes massas gasosas, como Júpiter, mas ainda maiores que este planeta.

Entretanto, no início deste ano, astrônomos detectaram um planeta extra-solar mais parecido com a Terra do que qualquer outro encontrado até o momento.

Batizado de CoRoT-7 B, o astro tem uma órbita a cerca de 2,4 milhões de quilômetros de seu sol - uma distância menor do que Mercúrio está do nosso Sol. Com isso, o planeta estaria em vias de ser 'absorvido'.

"A destruição deste planeta é lenta, mas inevitável", decretou Jackson.

"As órbitas desses planetas mudam em uma ordem de dezenas de milhões de anos. Em um certo momento, o planeta fica tão perto de seu sol que, começa a ser desmantelado por ele", disse o cientista.

"Ou o planeta é destruído antes de atingir a superfície do sol, ou, no processo de destruição, sua órbita acaba entrando em intersecção com a atmosfera desse sol e o calor dele faz o planeta desaparecer."

Os cientistas esperam que o estudo, a ser publicado no Astrophysical Journal, facilite a compreensão de como as estrelas destroem planetas e como esse processo afeta as órbitas planetárias.


Fonte: BBC

Cientistas fotografam o evento cósmico mais distante já descoberto


Astrônomos americanos anunciaram nesta terça-feira ter fotografado o incidente cósmico mais distante já descoberto.

A fotografia mostra o resultado da colossal explosão de uma estrela gigante a uma distância de mais de 13 bilhões de anos-luz. O evento foi batizado pelos cientistas de GRB 090423.

Segundo os cientistas, a explosão, que teria resultado na criação de um buraco negro, foi descoberta em 23 de abril por um observatório espacial da Nasa, o Swift, que tem a capacidade de captar emissões de raios gama de incidentes cósmicos distantes.

Depois da descoberta, outros telescópios foram usados para analisar a mesma região do céu, confirmando a fonte das emissões.

"Isto nos leva a domínios que nunca vimos antes", disse o cientista Nial Tanvir, da Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha.

"Este é a mais distante erupção de raios gama já detectada, e também o evento mais distante já descoberto."

Até agora, o evento mais distante que já havia sido observado também pelo Swift, em setembro do ano passado, havia ocorrido há 190 milhões de anos luz mais próximo da Terra do que o GRB 090423.

Segundo o professor Gerry Gilmore, da Universidade de Cambridge, a estrela que explodiu no evento foi "provavelmente uma das primeiras estrelas a se formar no universo".


Fonte: BBC

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Equipe faz descobertas sobre maior vírus conhecido


Uma equipe internacional de pesquisadores determinou algumas características estruturais do mimivírus, o maior vírus conhecido, o que poderia ajudar a estudar como as formas mais simples de vida evoluíram.

Com um diâmetro de meio micrômetro (0,0005 milímetro) e dez vezes mais longo que o vírus do resfriado comum, o mimivírus é suficientemente grande que permita que seja visto com um microscópio de luz.

Uma equipe de cientistas determinou algumas características estruturais chaves do mimivírus, o que poderia ajudar a estudar como evoluíram as formas mais simples de vida e se este "vírus pouco comum" causa alguma doença humana, publicou a revista científica PLos Biology.

O mimivírus infecta as amebas, mas acredita-se que possa atuar como patógeno humano, pois anticorpos do vírus foram achados em pessoas com pneumonia.

No entanto, muitos detalhes sobre o vírus seguem desconhecidos, afirmou Michael Rossmann, da Purdue University, que, com uma equipe de pesquisadores americanos e franceses, determinou o desenho básico da estrutura externa (capsídeo) do vírus, assim como de centenas de unidades menores (capsômeros).

As novas descobertas "são importantes" para estudar a evolução das células, bactérias e vírus, informou um dos pesquisadores, que explicou que o mimivírus é "como um nível intermediário entre uma célula e um vírus".

O mimivírus está a meio caminho entre os vírus e as células vivas, "talvez redefinindo o que é um vírus", acrescentou o cientista.

A equipe confirmou a existência de uma estrutura com forma de estrela de mar que cobre um "vértice especial", uma abertura no capsídeo pela qual o material genético permite que o vírus infecte o organismo no qual se encontra.


Fonte: Terra

Histórias Extraordinárias 2007 - Mistério no Céu de Pelotas



Documentário sobre o aparecimento de um gigantesco OVNI na região de Pelotas, Rio Grande do Sul em 1996.


Fonte: RBS TV

Histórias Extraordinárias 2008 - O Monstro do Jacuí



Diferentes versões narram a existência de um animal feroz e assustador, com cabeça de cavalo e corpo de cobra, que vive nas águas da Barragem Passo Real em Salto do Jacuí (RS). O episódio conta com a participação especial do ator Miguel Ramos (“Concerto Campestre”, “Netto perde sua alma” e ”Cerro do Jarau”) que vive um velho contador de histórias. Roteiro de Tailor Diniz e fotografia de Eduardo Izquerdo. Música original de Jean Presser. Direção de Marcio Schoenardie.



Fonte: Brasil Imprensa Livre/RBS TV

Egito mostra múmias recém-encontradas


Arqueólogos no Egito mostraram novas imagens de sarcófagos descobertos nas últimas semanas em escavações em uma colina ao sul da capital, Cairo. O chefe da equipe de arqueólogos egípcios, Abdel-Rahman Al-Ayedi,disse: "Nós descobrimos 53 tumbas de pedra. As tumbas continham caixões de madeira e, dentro deles, encontramos vários sarcófagos de múmias coloridos."


Segundo ele, as múmias datam de milhares de anos, incluindo vários períodos da Antiguidade egípcia.Algumas das tumbas foram construídas encima de cemitérios de eras anteriores. Os arqueólogos dizem que as escavações perto do oásis de Fayoum mostram que o ritual da morte foi ficando cada vez mais elaborado a cada dinastia.Nos últimos meses foram descobertas várias múmias no Egito. Os arqueólogos esperam começar em breve escavações na costa norte do país. Eles procuram a tumba de Cleópatra.

Fonte: BBC

Dinossauros não foram extintos por asteroide, segundo estudo



A conhecida teoria de que os dinossauros teriam sido extintos pelas consequências da queda de um asteroide há 65 milhões de anos acaba de levar um importante golpe.

Segundo um novo estudo, o impacto que formou a cratera de Chicxulub, no México, com 180 quilômetros de diâmetro, não levou à extinção em massa no fim do período Cretáceo, quando desapareceu uma enorme quantidade de espécies de animais e plantas.

Em artigo publicado na edição desta segunda do Journal of the Geological Society, um grupo internacional de pesquisadores descreve que a queda do asteroide teria ocorrido pelo menos 300 mil anos antes da extinção.



O estudo, feito a partir de análises em cortes de sedimentos rochosos, foi coordenado por uma das principais opositoras da teoria de que a extinção teria sido provocada pelo impacto, Gerta Keller, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos.

- Keller e colegas continuam a reunir informações estratigráficas [ramo da geologia que estuda a sucessão das camadas ou estratos que aparecem em um corte geológico] detalhadas que confirmam uma nova compreensão a respeito do impacto de Chicxulub e a extinção no fim do Cretáceo. Os dois eventos podem não ter qualquer relação - disse Richard Lane, diretor da Divisão de Ciências da Terra da National Science Foundation (NSF), que apoiou o estudo.

- Verificamos que entre 4 e 9 metros de sedimentos foram depositados a cerca de 2 ou 3 centímetros a cada mil anos após o impacto. O nível da extinção em massa pode ser observado em sedimentos bem acima desse intervalo - disse Gerta.

Defensores da teoria de Chicxulub apontam que a cratera e o evento de extinção aparecem distantes no registro sedimentar por conta de distúrbios provocados pelo terremoto ou por um tsunami resultante do impacto do asteroide.

- O problema com essa ideia é que o complexo de arenito não foi depositado por horas e dias, como seria o caso em um tsunami, mas sim por um período muito longo - disse Keller. O estudo verificou que os sedimentos que separam os dois eventos são característicos de sedimentação normal, sem evidência de distúrbios estruturais.

Os cientistas também encontraram evidências de que o impacto de Chicxulub não teve o efeito dramático na diversidade de espécies tal qual se estimava. Em escavação na região de El Penon, o grupo encontrou registros de 52 espécies em sedimentos abaixo da camada do período do impacto e as mesmas 52 em sedimentos acima, ou mais recentes.

- Não encontramos sinal de uma única espécie que foi extinta como resultado do impacto de Chicxulub - afirmou Gerta.

A pesquisadora sugere que a extinção poderia ter sido causada por erupções vulcânicas massivas ocorridas na atual Índia. Os eventos teriam liberado enormes quantidades de gases e poeira que poderiam ter bloqueado grande parte da luz solar e causado efeito estufa de grande dimensão.


Fonte: JB

Curador no rastro de serpentes e monstros do mar

Andrew Hebda, curador de zoologia no Museu de História Natural, diz que estes dois ossos de peixes mostram quão intimidante pode ser o desconhecido. O osso pequeno veio de uma pescada. O maior veio de um monstro qualquer. É o mesmo osso, só que de um atum.


Olhos injetados de sangue, tão grandes quanto pires, um corpo revestido de pelo musgoso, protuberâncias nas costas e corpos ondulantes cobertos de escamas de 15 centímetros de comprimento.

Estas são apenas algumas das características dos "habitantes das profundezas", vistos na costa da Nova Escócia
há alguns anos e mesmo atualmente.

Foram vistos por capitães do mar e militares. Andrew Hebda, curador de zoologia do Museu da Nova Escócia, diz que não há dúvida alguma sobre estes avistamentos de monstros e serpentes do mar.

"Não há dúvida de que algumas criaturas foram vistas através do fundo de uma garrafa de rum", mas a questão é que eles viram alguma coisa", disse o Dr. Hebda.

Em 2003, Wallace Cartwright estava no seu barco de pesca de lagosta em Alder Point, Cape Breton, quando viu uma serpente do mar com cerca de oito metros de comprimento. Era do diâmetro de um tambor de óleo, e ele a seguiu, até que mergulhou e desapareceu.

Duzentos anos antes, uma mulher com o nome de Sra. W. Lee viu um monstro do mar de 30 metros na costa de Cape Breton. "Sua parte de trás era verde escura e se levantou na água em montes sinuosos, se afastando ruidosamente", disse sobre sua observação.

Material particularmente interessante para o Dr. Hebda, que está escrevendo um livro sobre essas misteriosas criaturas das profundezas. Ele falou no centro comunitário no domingo (19), em um evento organizado pela Sociedade Ateneu da Nova Escócia. "Vocês estão na central de monstros do mar da Nova Escócia", disse.

Em 1833, cinco rapazes pescavam em Mahone Bay, quando viram um monstro com cerca de 180 metros do seu barco. O viram detalhadamente, apesar de terem bebido rum.

Estava a cerca de 31 metros. "Vimos a cabeça e o pescoço de algum habitante das profundezas, era como os de uma serpente comum, quando nadava, a cabeça ficava elevada e jogada para a frente até a curva do pescoço, de forma que permitia que a água passasse sob e além dela. "

Alguns desses avistamentos aconteceram em torno da província, muitos deles bastante semelhantes, apesar de décadas, se não mesmo séculos de distância entre eles. E eles tendem a ser em águas mais quentes, em canais de transportes marítimos e áreas de pesca. Muitos deles foram na costa sul, bem como na área de Pictou e Cape Breton.

Em 1975, Keith Ross estava em seu barco em Cape Sable Island com o seu filho Rodney quando a visão de repente passou diante deles. "Tinha os olhos tão grandes como pires, de um vermelho brilhante".

"Quero dizer, você poderia ver o vermelho em seus olhos como se estivessem injetados de sangue. Tinha a boca bem aberta com duas grandes presas - Eu chamo de presas - na mandíbula superior. "Ross levou seu barco para longe do corpo cinzento, parecido com uma cobra, que ficou para trás. Os Mi'kmaq gravaram serpentes similares nos petróglifos encontrados no parque nacional de Kejimkujik.

O primeiro relato documentado do avistamento de um Tritão foi feito por Nicolas Denys no Porto de Canso em 1656. O primeiro avistamento relatado no porto de Halifax foi o de uma serpente com 18 metros, em 1825.

O mundo dos pescadores gira em torno de coisas que eles vêem diariamente. O Dr. Hebda diz que quando vêem algo incomum, eles querem saber o que é. Às vezes a resposta é bastante inócua. Frequentemente a verdade nunca será conhecida.

Por exemplo, o Sr. Cartwright pode muito bem ter visto um regaleco, também conhecido como rei do arenque, ou peixe-remo, quando ele estava trabalhando em Cape Breton seis anos atrás.

"Nós sabemos tudo o que há lá fora? Não, não, não. Vemos tudo o que existe por aí? Não, não vemos", mas o Sr. Hebda suspeita que há uma explicação para muitos desses casos - um peixe tropical raro levado por correntes quentes ou a visão distorcida produzida pela espessura do vidro, no fundo de uma garrafa de aguardente.

O Sr. Ross não tinha bebido quando viu o animal com os olhos injetados de sangue. Mas oficiais confirmaram que naquele ano fotografaram uma morsa na área.

"As pessoas vêem coisas, e tentam descobrir o que viram", disse ele.
"Sim, eles viram alguma coisa. O que é? É aí que está o desafio. É uma viagem de exploração para ver o que é isso." Acrescentou.


Fonte: The Chronicle Herald

Cientistas desvendam segredo de teias do Homem-Aranha


As teias que ajudam o Homem-Aranha a saltar pelos prédios de Nova York poderiam ter uma explicação científica, segundo disse um estudo elaborado por cientistas alemães e publicado pela revista "Science".

De acordo com a pesquisa realizada por institutos alemães, a aplicação de pequenas quantidades de alguns metais nas teias - que já são mais resistentes que o aço - fez com que elas ficassem mais fortes, como as utilizadas pelo super-herói das histórias em quadrinhos.

Os pesquisadores afirmaram que este processo pode ser útil na elaboração de tecidos artificiais de ossos e tendões.

"Observamos que quando pequenas quantidades de metais e outras impurezas se incorporam às estruturas de proteínas de várias partes do corpo, como mandíbulas e unhas, estas se tornam materiais surpreendentemente rígidos", disse Seung-Mo Lee, que liderou a equipe de pesquisa.

A "Science" informou que Lee e sua equipe utilizaram um processo conhecido como "deposição de camadas atômicas" para simular o que já ocorre na natureza, cobrindo teias de aranha - baseadas em proteínas - com metais como zinco, titânio ou alumínio.

Os metais formaram uma camada que se ajustou à superfície das fibras e houve uma reação com a estrutura da proteína. Segundo a revista, este processo aumentou consideravelmente a quantidade de esforço necessária para romper as teias.


Fonte: O Globo

Descoberto um menir neolítico com inscrições em Mollet del Vallès, Catalunha



Com cinco metros de comprimento e seis toneladas, foi reconhecido como uma das mais importantes descobertas dos últimos anos na Catalunha.

A construção de uma garagem em Mollet del Vallès, revelou um menir da era Neolítica, descrito por especialistas como um dos mais importantes achados arqueológicos dos últimos anos na Catalunha.



O menir tem cerca de cinco metros de comprimento, com um peso de seis toneladas e inscrições neolíticas gravadas, o que também o torna "excepcional" dentro do patrimônio arqueológico catalão.

A peça, cuja descoberta foi comunicada no dia 24, foi achada na Páscoa, durante a construção e urbanização da área de Las Pruneras, de Mollet del Vallès, e desde então, a pedido dos técnicos do Patrimônio Cultural da Catalunha, a área foi protegida e as obras foram interrompidas enquanto se aguarda o relatório final dos técnicos.

O vice diretor geral do Patrimônio Arqueológico do Departamento de Cultura, Josep Manuel Rueda, afirmou que ainda falta o relatório final dos técnicos, mas o achado é o "mais importante dos últimos anos" e pode, eventualmente, ultrapassar o "âmbito catalão ", pela sua importância arqueológica.

Rueda disse que todos os indícios sugerem que "é um elemento isolado, sem outros elementos no entorno, algo muito habitual neste tipo de vestígios arqueológicos".

Josep Manuel Rueda acrescentou que a singularidade da peça corresponde ao seu tamanho, porque "um menir com essas caracteristicas na Catalunha não é normal" e se espera que as inscrições Neolíticas, forneçam dados significativos.

O prefeito de Mollet, Josep Monràs, salientou que sem a construção do estacionamento subterrâneo a peça nunca seria encontrada porque "estava a cerca de dez ou onze metros de profundidade."

Monràs acrescentou que na próxima semana os técnicos do Departamento de Cultura levarão o menir para um lugar onde se possa terminar de estuda-lo com mais precisão e que as obras serão retomadas no momento que os técnicos considerem apropriado.


Fonte: La Vanguardia

CIENTISTAS DESCOBREM QUE AURORA BOREAL É CAUSADA POR TORNADOS ELÉTRICOS


O segredo da Aurora Boreal, um dos maiores espetáculos do mundo natural, foi descoberto pelos cientistas. As fantasmagóricas luzes que iluminam o céu do Ártico inspiraram mitos, e cativaram espectadores por séculos, mas agora investigadores descobriram como elas são criadas.

As luzes do norte, também conhecidas como Aurora Borealis, são geradas quando tornados elétricos entram em contato com a ionosfera, uma das camadas superiores da atmosfera.

Estes tornados, rodando a mais de um milhão de milhas por hora, são produzidos por vastas nuvens de partículas solares.

Elas se juntam a 40.000 milhas acima da superfície do planeta, liberando redemoinhos de vento quando se desestabilizam pela força da sua própria carga elétrica.

Os astrônomos já sabiam que as luzes são criadas quando os fluxos de partículas solares - conhecidos como ventos solares - entram em contato com o campo magnético da Terra.

Mas uma equipe, incluindo o professor Karl-Heinz Glassmeier do Instituto de Geofísica e Física extraterrestre em Braunschweig, Alemanha, agora estabeleceu como as partículas solares são capturadas sobre o planeta.

Os pesquisadores usaram cinco satélites da NASA, como parte do programa Themis de controle das Luzes do Norte - e seu equivalente no pólo sul - para produzir as primeiras imagens destes tornados, e debateram as suas conclusões na última reunião de Geociências da União Europeia em Viena na semana passada.

"Os satélites Themis nos deram a primeira oportunidade de ver o processo que gera a Aurora em três dimensões, e mostra que o evento é espetacularmente poderoso", disse o Prof. Glassmeier.


Fonte: Telegraph

sábado, 25 de abril de 2009

O Pé-Grande está no norte de Nova Iorque e Vermont?


Será que uma criatura pesada, com mais de 2 metros, parecida com um macaco caminha pelas acidentadas montanhas e florestas do norte de Nova Iorque e Vermont?

Pode parecer inverossímil, mas seus sinais podem ser rastreados nas histórias indígenas e até mesmo nos diários de Samuel de Champlain.

Embora Champ, a criatura do lago, continue a ser o "monstro" mais conhecido da região, nos últimos anos, dois documentários televisivos nacionais - dos canais History e Discovery - apresentaram avistamentos do Pé-grande no interior de Nova Iorque e Vermont.

O mais recente,"Monster Quest", em 2008, apresentou numerosos avistamentos de uma grande criatura peluda, semelhante a um macaco em ambos os lados do Lago Champlain.


"Homem canibal"


No Noroeste do Pacífico, há o lendário Pé-grande ou Sasquatch, nos Himalaias, o Yeti ou abominável homem das neves.

Os Algonquinos na costa ocidental do Lago Champlain falam do Windigo, ou "gigantesco homem canibal", que segundo a lenda, ronda a área rural. Um nativo americano dos dias atuais descreve o Windigo como "uma coisa rápida e gigantesca, coberta de pelos, com olhos como duas piscinas de sangue. "E há este cheiro, como o de carne podre." Esta descrição é semelhante aos atuais relatos do Pé-grande.

Os Iroquois têm uma história oral semelhante, de gigantes de pedra comedores de carne humana que possuíam poderes psíquicos. Atravessando a fronteira, em Quebec, os Algonquinos falantes da língua Attikamekw, chamam essas criaturas de Kokotshe.

Em seu diário de bordo sobre as descobertas feitas no Rio São Lourenço em 1604, Champlain escreveu como numerosas tribos da região haviam falado de um misterioso gigante peludo, um homem-monstro, que era conhecido pelos nativos como "Gougou".

Champlain escreveu que eram tantas tribos recontando essas histórias, que ele acreditava que deveria haver alguma verdade nas lendas.

"E o que me faz acreditar no que eles dizem, é o fato de que todos os selvagens em geral tem medo dele, e contam essas estranhas histórias."

No norte de Vermont, as tradições Abenaki falam de uma criatura enorme e peluda, parecida com o homem, e conhecida como o Viajante da Floresta, que deixaria pegadas gigantecas similares as humanas.

No século 18 e inicio do 19, os primeiros colonos de Vermont, nos condados de Essex e Orleans encontraram um misterioso urso que se movia rapidamente através dos bosques sobre duas pernas, sempre conseguindo fugir a captura.

A historiadora de Vermont, Marion Daley, descreve esta criatura em seu livro, "História de Lemington", observando a sua capacidade de mover-se rapidamente como um fantasma, beirando o sobrenatural.


Um estratagema inteligente?



Mais de 100 avistamentos foram registrados no norte do estado de Nova Iorque.

Em Agosto de 1869, um "homem-selvagem" apareceu em um lugar chamado Sucker Brook, próximo de Ogdensburg. A criatura nunca foi encontrada.

Em 1883, o jornal Plattsburgh Sentinel informou sobre o "grande susto em Port Henry" envolvendo um "homem selvagem que assusta as mulheres e as crianças."

Algumas testemunhas disseram que ele parecia estar vestindo "um sobretudo." Poderia ter sido pele ou cabelo na verdade, confundido com roupas, para explicar racionalmente aquilo que eles estavam vendo? Mais uma vez, a criatura iludiu as equipes de busca.

Outro avistamento ocorreu durante o outono de 1921, quando moradores próximos de Malone organizaram um grupo de caça para rastrear um "homem selvagem". A maioria dos relatos ficaram centrados próximos da vila de Skerry, 12 milhas a sudoeste.

Um repórter do Dunkerke Evening Observer descreveu a tensão na região: "As mulheres dormem mal a noite, as crianças são levadas a escola protegidas por adultos em seu caminho de ida e volta, mulheres sozinhas encolhem-se atrás de portas fechadas, e homens ponderam sobre o enigma do homem selvagem ".

Autoridades céticas do Condado de Franklin consideraram a história improvável, optando em acreditar que era "um ardil inteligente efetuado por contrabandistas para tirar proveito da ausência de funcionários," para que pudessem contrabandear bebidas alcoólicas em toda a fronteira canadense com facilidade.


"Assustador como o inferno"


No verão de 1969, uma criatura parecida com um macaco foi vista perto de uma cabana em um acampamento em Pumphouse em Long Lake.

O encontro aconteceu as 11 da noite, quando uma pequena lanterna de óleo iluminou o interior da cabana. Um dos homens relatou que sua esposa lhe disse que podia ver um guaxinim olhando para eles através da janela na parte de trás da cabana.

Rolando por cima da cama, ele olhou para a janela e viu uma cabeça grande em forma de cone, e uma face escura e achatada com uma pele acastanhada envolvendo a face.

Na manhã seguinte, em um riacho nas proximidades, o casal encontrou o que parecia ser a impressão de um calcanhar com 8 polegadas de largura.

Outra observação ocorreu perto de Saranac Lake, numa noite tranquila de verão em Agosto de 1996. Dois homens em um barco de pesca em Pine Lake perto do crepúsculo, avistaram o que parecia ser um urso negro. De repente o "urso" se levantou, deixando os homens abalados. Uma das testemunhas disse que tinha 7 metros de altura e pelagem castanho-escura.

"Seu rosto era muito peludo e carnudo ao redor das bochechas. Seus olhos eram de cor escura, mas claramente visíveis e brilhantes."

A criatura encarou a dupla por 10 segundos antes de inclinar a cabeça, e em seguida, fugir para dentro da floresta com a agilidade de um gato.

Disse um dos homens: "Toda a experiência foi muito, muito perturbadora. Embora eu possa dizer honestamente que não nos ameaçou, foi assustador como o inferno". "Naquela noite eu não dormi ".


Fonte: The Press Republican


AUSTRÁLIA: PESQUISADOR DIZ QUE YOWIE MATOU UM CACHORRO

Fotografia de uma suposta pegada do Yowie tirada por Katrina Tucker em Acacia Hills em 1997


Primeiro foram os OVNIS, agora se teme que o Yowie possa estar na área rural de Darwin. Um investigador de Yowie do Território do Norte, acredita que o animal é responsável pela recente morte de um cachorro no sul de Darwin.

Os donos do cachorro acreditam que o filhote de sete meses, que teve a cabeça arrancada do corpo, foi atacado por dingos.

Mas Andrew McGinn que pesquisa Yowies há mais de uma década disse que é possível que a besta seja responsável pelo ataque.

"O modo que o cachorro foi morto é típico de um Yowie", disse. "Eu sei que soa fantástico, mas durante os últimos 100 anos, cachorros foram mortos e decapitados, cabras foram roubadas, enquanto nos dias anteriores as pessoas diziam ter visto uma criatura alta e peluda ."


Recentemente, nos anos 1990, ocorreram vários relatos de avistamentos do Yowie em torno de Acácia Hills. Em agosto de 1997 a fazendeiro Katrina Tucker informou que viu o ser a poucos metros, em sua propriedade, e o descreveu como uma criatura humanóide peluda.

Foram tiradas fotografias das pegadas da criatura no dia seguinte, examinadas pelo Museu do Território do Norte. Concluíram que era uma fraude.

Mas McGinn disse que depois de falar com Katrina Tucker, não teve nenhuma dúvida que a história dela era verdadeira. "Depois que eu conheci essa senhora eu acredito que ela estava claramente apavorada", disse. O carpinteiro Darryl Campbell relatou que viu uma criatura semelhante perto do Rio Adelaide em 1998.

McGinn contatou o Northern Territory News após ler uma noticia de que Alan Ferguson, um morador de Acácia Hills, tinha visto OVNIS voando ao redor de sua casa. Ele disse que a área parece abrigar uma enorme quantidade de atividades incomuns.

"Eu estou aqui há 16 anos e ouço o tempo todo novos relatos dessas coisas estranhas em Acácia Hills", disse. Mas Alan Ferguson nunca viu um yowie.

"Eu só vejo essas coisas no céu, eu não vejo monstros peludos". "Mas se isso for realmente verdade, em seguida dinossauros estarão correndo nas ruas?" concluiu.


Fonte: Northern Territory News

BÚFALO ALBINO É VISTO NO QUÊNIA


Um búfalo albino foi visto no Quênia pela primeira vez, disse o Serviço da Vida Selvagem do Quênia (KWS).

O animal de seis meses de idade foi avistado em Hellsgate, no Parque Nacional do país no vale do Rift.

Ao contrário dos búfalos normais que são castanho escuro, o búfalo albino é quase bege e facilmente se destaca do resto do rebanho.

Existem preocupações sobre a vulnerabilidade do animal aos predadores e em alguns locais as pessoas vêem-no como um mau presságio.

O diretor do parque, Palmeris Nelly, disse à BBC que a coloração do búfalo o deixa mais vulnerável a ataques de predadores na natureza.

Também disse que algumas comunidades ao redor do parque consideram o albinismo como um mau presságio, o que poderia comprometer ainda mais o bezerro.

"Estamos vindo de uma seca ruim e os Masai podem associar a fome com a preseça do búfalo e matá-lo", ele disse à agência de notícias AFP.

Para proteger o búfalo, o KWS está implementando uma campanha de conscientização entre os moradores e também está monitorando o raro animal.

O bezerro não foi notado a princípio quando nasceu, porque o rebanho estava em uma parte de floresta densa do parque.

O Dr. Charles Musyoki, um funcionário da KWS, disse à BBC que os animais albinos são muito raros, e no passado apenas uma zebra albina tinha sido vista em um parque queniano.


Fonte: BBC

Raro canguru albino é exibido em parque da Dinamarca


Um raro exemplar albino de uma espécie de canguru de árvore foi exibido nesta sexta-feira pelo Parque Zoológico de Enghave, em Broerup, a 256 km de Copenhague, Dinamarca.

Niels Christensen, um dos proprietários da instituição, informou que o filhote nasceu há apenas duas semanas. As informações são da agência AP.



Karina Christensen, a outra dona do zôo, explicou que cangurus albinos são extremamente raros, nascendo brancos apenas 1 em cada 10 mil exemplares.

Segundo ela, o marsupial não recebeu um nome porque o seu sexo ainda é desconhecido. A mãe do animal também não foi batizada, mas a avó é conhecida como Snow White, disse Karina.


Fonte: Terra

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Encontrados fósseis de répteis marinhos pré-históricos no sul do Chile


Os fósseis são de ictiossauros, grandes répteis marinhos com um aspecto de golfinhos, que viveram entre 245 e 90 milhões de anos atrás no que é agora a América, a Europa e a Ásia.

Trinta fósseis de répteis marinhos pré-históricos que viveram no sul do Chile foram encontrados por uma equipe de cientistas chilenos e alemães numa rocha abaixo da geleira Tyndall no Parque Nacional Torres del Paine.

Os ossos encontrados na superfície da rocha ficaram expostos devido à fusão gradual da geleira Tyndall, no Parque Nacional Torres del Paine, localizado na Patagônia chilena, no extremo sul do continente americano.

O cientista chileno Marcelo Leppe e o alemão Wolfgang Stinnesbeck participam deste projeto, que envolve o Instituto Antártico (INACH), a Corporação Nacional Florestal do Chile, o Museu Nacional de Karlshure e a Universidade de Heidelberg, na Alemanha.


90 milhões de anos atrás, houve o afundamento de uma parede submarina cuja profundidade abruptamente passou de cem a dois mil metros, mas pouco a pouco os movimentos tectônicos levantaram essa superfície acima do nível do mar.

"Estes ictiossauros mergulhavam nas profundezas em busca de suas presas sem perceber que poderiam morrer por falta de oxigênio. Eram então arrastados por uma nuvem de sedimentos depositados no fundo do oceano", explicou Stinnesbeck.

No início deste ano, os paleontólogos extrairam o primeiro esqueleto, que permanece embalado a espera de que as autoridades chilenas aprovem a fase final para levá-lo à Alemanha, onde será analisado, limpo e farão algumas réplicas.

O material voltará dentro de quatro anos para o Chile, como garantiu Marcelo Leppe, que explicou que existem poucos lugares tão ricos em fósseis, como este sitio, onde também encontraram restos de vegetação, árvores e grãos de pólen.


Fonte: Terra Chile/ El Mercurio

DESCOBREM NO VALE DO INDO UMA LÍNGUA AINDA INDECIFRÁVEL


Para decifrá-la, seria necessário o equivalente à famosa Pedra de Roseta, o elemento-chave que permitiu que os estudiosos compreendessem os hieróglifos egípcios.

Os símbolos encontrados em azulejos e objetos da civilização que habitava o vale há mais de 4.000 anos, é o código de uma língua indecifrável, sugere um estudo de matemática e informática feito por cientistas indianos e americanos.

Estes símbolos encontrados em pequenos selos (pedras planas), amuletos, e placas de cerâmica, permanecem um mistério, e muitos especialistas têm questionado que se trate de uma linguagem e alegam que são simples pictogramas religiosos ou políticos.

"Para decifrá-los, teríamos que ter o equivalente à famosa Pedra de Roseta, o elemento-chave que permitiu aos estudiosos a compreensão dos hieróglifos egípcios", disse o cientista da Universidade de Washington Rajesh Rao, o autor principal de um estudo publicado na revista Science.

A equipe Indo-Americana realizou um estudo estatístico no computador que comparou a sequência de símbolos conhecidos como "Escrita Indo " - com diversas expressões linguísticas, desde o inglês moderno até o antigo sânscrito, e sistemas não linguísticos .

"Neste ponto, podemos dizer que a Escrita do Indo parece estar em concomitância estatística com a linguagem natural", disse Rajesh Rao, cientista da Universidade de Washington e autor do estudo.

A Escrita do Indo é conhecida há quase 130 anos ", mas apesar das mais de 100 tentativas ainda não foi decifrada, no entanto, se assumiu sempre que codifica uma linguagem", disse Rao.

Os povos do Indo foram contemporâneos das civilizações mesopotâmica e egípcia, habitaram o vale do rio Indo no que é hoje o noroeste da Índia e o Paquistão Oriental, há cerca de 2.600 a 1.900 a.C. Agora, Rao tem esperanças de chegar ainda mais longe no estudo da escrita para decifrar o código.

"No momento queremos analisar a estrutura e a sintaxe da escrita para deduzir suas regras gramaticais", disse ele.

O cientista espera que esta informação ajude a decifrar a linguagem, se surgir um equivalente da Pedra de Roseta.


Fonte: Terra Chile

GAROTA "RESSUSCITA" DURANTE O VELÓRIO NA NICARÁGUA


Erro ou milagre? É a pergunta feita por médicos e familiares, depois que uma garota incapacitada e declarada morta em um hospital nicaraguense, começou a mover as mãos no seu caixão, durante o velório.

O episódio ocorreu em Los Cerros, quando os familiares de Yerenia Lández observaram que se movia e "respirava com dificuldade", informou sua irmã Elízabeth ao Nuevo Diário.

A "ressuscitada", de 23 anos, padece de uma enfermidade cerebral congênita, e a uma semana deixou repentinamente de se mover em sua cadeira de rodas.

Seus parentes a levaram a um hospital público de Masaya, onde horas depois os médicos declararam o óbito.

"Entregaram a menina com o nariz, os ouvidos e as partes íntimas tamponadas." "Nos disseram que se a colocássemos no necrotério, os custos seriam mais altos, mas se conseguíssemos um carro nos dariam o corpo, disse Elízabeth.


Sua cunhada Lillian disse que quando foi pegar o corpo teve a impressão de que Yerenia estava viva, mas que os médicos ficaram incomodados quando fez a observação.

Alguns acreditam que o que aconteceu com a garota foi um milagre, enquanto os médicos ficaram surpresos quando viram que ela "ressuscitou."


Fonte: Terra Espanha

Estudo desvenda mistério sobre domesticação de ovelhas


Um estudo genético que analisou a presença de seis retrovirus endógenos no genoma de 1.362 ovelhas de 133 raças domésticas de Europa, Ásia e África e seus parentes selvagens mais próximos confirmou que a domesticação da espécie aconteceu em duas fases diferentes.

Com o trabalho, foi possível "desvendar o questionamento da história da domesticação da ovelha" ao se confirmar geneticamente as hipóteses tidas até agora por historiadores e arqueólogos a respeito. A pesquisa foi realizada por um consórcio internacional e publicada na revista "Science".

De acordo com o veterinário geneticista Félix Goyache, do Serviço Regional de Pesquisa e Desenvolvimento Agroalimentar de Astúrias (Serida), um dos envolvidos no estudo, até agora "não se sabia onde se iniciou a domesticação da ovelha para obter produtos inovadores como a lã e também não existiam marcadores genéticos apropriados para distinguir as raças de ovelhas primitivas de outras mais modernas".

Estas são algumas das conclusões da pesquisa, financiada fundamentalmente pelo Conselho de Pesquisas de Ciências Biológicas e Biotecnologia do Reino Unido (BBSRC) e Wellcome Truste.

Para Goyache, o estudo "é de grande relevância já que une disciplinas aparentemente afastadas como a virologia, a genética, a evolução, a história e a arqueologia".

"Os retrovirus endógenos podem ser comparados com fósseis genéticos, relíquias de antigas infecções que ocorreram na ovelha e seus ancestrais há milhares de anos, integrando seu DNA no código genético dos animais infectados, e transmitindo às gerações posteriores", diz Goyache.

Com o estudo, foi confirmado que grande parte das ovelhas produtoras de lã ou de leite existentes hoje são resultado de uma segunda domesticação da espécie, posterior à uma outra, que inicialmente estava centrada em aproveitar a carne dos exemplares domesticados pelas povoações humanas do período Neolítico.

O pesquisador conta que, historicamente, a domesticação desses animais é "um fato fundamental da humanidade", ocorrido há aproximadamente 11 mil anos no Sudoeste da Ásia, para expandir-se depois para a Europa e o resto do mundo.


Fonte: Folha Online

'Bolha espacial' no Universo antigo intriga astrônomos


Uma estranha e gigantesca "bolha", avistada numa época em que o Universo era relativamente jovem, está intrigando os astrônomos.

Usando telescópios baseados no solo e no espaço, cientistas olharam para quando o Universo tinha apenas 800 milhões de anos, e descobriram algo desproporcional e anacrônico. era gasoso, enorme e emitia um tipo de radiação, explica o principal autor do estudo, Masami Ouchi, dos Observatórios Carnegie (EUA).

Os cientistas não sabem exatamente como se referir ao objeto, então o estão chamando de "bolha" que emite radiação. Eles usam a palavra - em inglês, "blob", uma forma consagrada em filmes de terror como A Bolha Assassina - 34 vezes no artigo científico que descreve a descoberta, e que será publicado no Astrophysical Journal. Formalmente, o nome dado é Himiko, uma rainha mitológica do Japão.

"A questão é: o que é?", diz Richard Ellis, do Instituto de Astronomia da Califórnia, que não tomou parte na descoberta. "Frequentemente, um enigma leva a um grande avanço. Meu instinto me diz que esse objeto é muito especial".

Ouchi e Ellis dizem que uma possibilidade é de que, por pura sorte, os astrônomos tenham captado o momento exato da formação de uma galáxia no Universo primitivo, algo que jamais tinha sido visto antes.

À medida que olham para mais longe no espaço, cientistas também estão olhando cada vez mais para o passado. O que Ouchi descobriu aconteceu há 12,9 bilhões de anos. Apenas três outros objetos mais antigos já foram avistados.

O mais impressionante na "bolha" é seu tamanho, quase tão grande quanto a Via-Láctea. De acordo com muitas teorias sobre a história do Universo, nada tão grande deveria existir num tempo tão remoto. Outras explicações possíveis para a natureza de Himiko seriam uma colisão entre galáxias ou um fenômeno provocado por um buraco negro.


Fonte: Estadão


Ex-astronauta americano reafirma que extraterrestres existem



O astronauta aposentado Edgar Mitchell - que fez parte da missão com destino à Lua Apollo 14, em 1971 - reafirmou que existe vida extraterrestre e que o governo americano esconde informações sobre o assunto. Segundo o site do jornal britânico Telegraph, as afirmações foram feitas durante a quinta X-Conference - um encontro anual que reúne ufólogos e outras pessoas que acreditam na existência de discos voadores e formas de vida alienígena - que aconteceu do dia 17 ao dia 19 de Abril.

De acordo com o jornal, o ex-astronauta, hoje com 78 anos, disse: "não estamos sozinhos. Nosso destino é tornar-nos parte de uma comunidade planetária. Nós devemos estar prontos para ir além do nosso planeta e além do nosso sistema solar para descobrir o que está realmente acontecendo lá fora."

Mitchell, que foi piloto do módulo lunar na Apollo 14, também disse que em 1947 tentou investigar o chamado "Incidente Roswell" - um suposto disco voador que teria caído na localidade de Roswell, no Novo México - , mas que foi dissuadido por autoridades militares. O astronauta, que cresceu na cidade de Roswell, afirmou que na época os moradores "foram silenciados pelas autoridades militares que ordenaram que não se falasse sobre essa experiência."

Ele alegou que tentou buscar as provas que foram colhidas com moradores locais pelo Pentágono. Segundo ele, um oficial do governo - cujo nome não foi citado - havia prometido que descobriria mais informações, mas seu acesso foi negado quando ele "tentou entrar no trabalho interno desse processo". Michell afirma que o oficial nega a história.

"Convido a todos aqueles que duvidam: leiam os livros, comecem a compreender o que realmente aconteceu. Porque realmente não há nenhuma dúvida de que estamos sendo visitados", disse Mitchell. "O universo em que vivemos é muito mais maravilhoso, emocionante, complexo e abrangente do que jamais fomos capazes de entender."

Em resposta às afirmações de Michell, pela rede americana CNN, um porta-voz da Nasa afirmou que "a Nasa não acompanha discos voadores e não está envolvida em qualquer tipo de encobrimento sobre vida extraterrestre neste planeta ou em qualquer outro lugar."

Stephen Bassett, chefe da Paradigm Research Group (PRG), que sediou a X-Conference este ano, disse à CNN que "há um terceiro trilho (na política americana), que é a questão dos extraterrestres."


Fonte: Terra

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