sábado, 27 de fevereiro de 2010

Chuva de peixes na Austrália

Christine Balmer tirou estas fotos dos peixes em um balde


Enquanto chuvas torrenciais castigam o extremo norte e a Austrália Central, uma cidade do Território do Norte teve uma chuva de peixes.

O fenômeno anormal aconteceu não uma, mas duas vezes, na quinta e sexta-feira à tarde, aproximadamente as 18 hs em Lajamanu, a 550 quilômetros a sudoeste de Katherine.

Christine Balmer, que tirou as fotos dos peixes no chão e em um balde, teve que se beliscar quando "centenas e centenas" de pequenos peixes brancos caíram do céu.

"Choveu peixe em Lajamanu na quinta e na sexta à noite". "Eles caíram do céu por toda parte". "Os moradores recolhiam do chão, em todos os lugares."

"Estes peixes estavam vivos quando bateram no chão", disse Balmer, coordenadora de assistência aos idosos no Lajamanu Aged Care Centre. "Minha família achou que eu tinha perdido o juízo, quando disse a eles sobre o que aconteceu".

"Eu não perdi o juízo", disse ela, reafirmando. "Obrigado Deus por não ter chovido crocodilos ". Lajamanu está na extremidade do deserto de Tanami, a centenas de quilômetros do Lago Argyle e Lago Elliott e ainda mais longe da costa.

Mas não é a primeira vez que a remota comunidade é bombardeada por peixes. Em 2004, os moradores relataram que peixes caíram do céu, e em 1974, um incidente semelhante ocupou as manchetes internacionais.

Acredita-se que os pequenos peixes brancos são percas brilhantes, muito comuns em boa parte do norte da Austrália.

O meteorologista Ashley Patterson disse que as condições geológicas eram perfeitas na sexta-feira para um tornado na região de Douglas Daly.

Ele também disse que havia uma condição meteorológica ideal para permitir que o fenômeno ocorre-se - mas tornados não foram relatados às autoridades.

"É um evento muito incomum ", disse." Uma corrente ascendente de ar, poderia erguer (peixes e água) - até 18.000 ou 21.000 metros. "Ou, possivelmente um tornado sobre um corpo de água grande - mas nós não tivemos nenhum relatório ".


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: NT News


Grande felino é visto perto de Norton Priory, Manor Park, Runcorn, Inglaterra


Um grande felino rasgou e deixou manchas de sangue em uma rede de pesca perto de Norton Priory, de acordo com um adolescente que testemunhou.

Will Hayes, de Runcorn, disse que ele e os amigos estavam em uma viagem de pesca quando ouviram movimentação nos arbustos, nas primeiras horas da noite.

Ele disse que viu os olhos amarelos de um gato, muito maiores do que os de um gato doméstico. Will seguiu a criatura, que passou sobre a sua rede de pesca antes de se afastar.

Quando ele voltou de manhã viu que a rede foi rasgada, estava manchada de sangue e sem peixes. Ele também afirma que encontrou pegadas.

Will disse: "Primeiro nós ouvimos ruídos nos arbustos perto da nossa barraca. Eu olhei com uma lanterna pequena e pude ver dois olhos brilhantes olhando na minha direção, semelhantes aos de um gato, mas muito maiores.

"Segui a forma negra até a beira da água, mas parecia não ter interesse em mim, mas na nossa rede. Eu ouvi sussurros e espirros, mas deixei-o sozinho e voltei para a barraca.

"De manhã eu fui à beira da água e percebi marcas de patas na lama como as dos grandes felinos. Minha rede tinha sangue na parte superior, um rasgo na lateral e todos os peixes desapareceram. O que eu vi se encaixa com todos os outros avistamentos da região ".

O incidente não é o primeiro relato de um grande felino em Halton.

Em maio de 2007, Wez Farrington avistou uma um gato parecido com pantera "maior que um Labrador" no Parque da Cidade.

Quatro anos antes, avistamentos de uma pantera que ganhou o apelido de Fera do Campo de Golfe de São Miguel, foram publicados pelo Weekly News.

Moradores especulam que a criatura era um gato doméstico transformado em um monstro pela poluição química do município nos anos anteriores!

Nos últimos 20 anos, tem havido dezenas de avistamentos pelo Reino Unido de animais, batizados pelos criptozoólogos de Alien Big Cats (ABCs).

Uma teoria é que os animais foram abandonados na década de 1970 quando as leis proibiram uma série de animais perigosos, que foram previamente autorizados a ser mantidos como animais de estimação.

Alega-se que um grande número de animais selvagens foram abandonados em Pennine moors, e que algumas espécies criaram colônias e vivem isoladas.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Weekly News



Grande felino é visto recentemente por 30 vezes em Dorset, Inglaterra

Alan McNamee


O que parece ser um grande felino foi visto mais de 30 vezes em West Dorset desde o Natal, de acordo com um homem que está tentando descobrir a verdade sobre o lendário grande felino de
Dorset.

O fotógrafo Alan McNamee, de Bridport, está convencido da existência do animal.

Ele já montou uma equipe que está pronta para responder aos avistamentos quando eles forem relatados. Alan viu o animal de perto em 2004 - uma experiência que ele disse, foi "assustadora".

"Eu estava trabalhando até tarde uma noite em casa e ouvi um barulho. Desci e olhei para fora, para os campos, na parte de trás da minha casa, e eu vi que a cerca viva estava balançando.

"Então eu vi um gato grande, com um texugo em sua boca." "Ele pulou sobre um banco e desapareceu. Fiquei completamente abalado."

Alan chamou a polícia, que visitou o local imediatamente. "A polícia voltou no dia seguinte e examinou a área [de dia], e eles confirmaram que tinham encontrado pegadas".


Novos avistamentos


O interesse de Alan foi agora renovado após uma série de novos avistamentos, e ele entrou em contato com uma equipe de especialistas, incluindo um especialista em felinos e um veterinário, para ajudar a estabelecer a verdade.

"Eu estou ouvindo sobre avistamentos a semanas, de pessoas que levam normalmente suas vidas. "O último aparecimento foi sexta-feira à noite [19 de fevereiro de 2010]". "Uma mulher estava dirigindo na A35 [entre Bridport e Dorchester], e ele corria em um campo".

"Eu também estive com proprietários de terras que disseram te-lo visto. "E todas as observações são similares.

"Os fazendeiros acharam pegadas incomuns em suas terras, ou ovelhas e bovinos atacados.
"Os animais tinham dois furos no pescoço e suas vísceras sumiram. "Eles tinham as costas quebradas, não havia sangue, e alguns foram arrastados para o alto de uma árvore".


"Mas arrastar uma ovelha pesada através de um campo de 100 jardas, sobre uma cerca e subir numa árvore - não é o trabalho de um cachorro ou uma raposa."


Evidência


Alan agora está esperando o próximo avistamento, com a esperança de que possa chegar à cena imediatamente e encontrar provas suficientes ou restos que possam ser gravados e analisados.

Isso precisa ser realizado o mais rapidamente possível após um ataque do animal, pois esta é a chave para se conseguir elementos de prova que possam determinar o que é a criatura.



"É vital chegar lá, dentro de poucas horas após a matança, para tirar fotos, recolher DNA e olhar ao redor."

"Todo mundo diz a mesma coisa [sobre a criatura] - é preta, a cauda é tão longa como o seu corpo, é maior que um labrador e tem 1,80 metros de comprimento".

"Há coisas importantes que as pessoas veem, e aquilo que dizem é pessoal, e são fundamentais para cada observação."

Alan tem um conselho para as pessoas que pensam que possam te-lo visto:

"A primeira coisa a fazer é tomar nota de onde você viu, e depois relatar imediatamente à polícia."

John Snellin, Diretor da Policia Ambiental de Dorset, diz que todas as observações relatadas são levadas a sério.

Ele disse: "Nós recebemos os avistamentos com bastante regularidade e a maioria deles vem de pessoas sensatas.

"É um assunto fascinante, mas não é uma prioridade da policia, todos os relatos são registrados, mas, pelos meus cálculos, não houve nada parecido com 30 aparições". "Mas se você o ver, não se aproxime - chame a polícia. É muito provável que ele apenas fuja."

Snellin acredita que o animal poderia ser uma onça preta, e uma teoria é que ela foi solta na natureza depois da lei de Animais Perigosos de 1976, que proibiu a posse de animais perigosos como animais de estimação - mas Snellin tambem pensa que é muito improvável que um animal tenha sobrevivido por tanto tempo, ou se reproduzido.

Alan McNamee teoriza que ele poderia ser um animal de estimação que não é oficialmente registrado, e ocasionalmente é "deixado solto" para caçar, mas Snellin acredita que isto é muito improvável, pois seria difícil de controlar. Snellin disse: "Não é como chamar um labrador preto".

Qualquer que seja a verdade, Alan McNamee está indo fundo nisto.

Ele disse: "A maioria dos avistamentos foram em uma área triangular entre Weymouth, Dorchester e Winterbourne Abbas".

"Mas há algo lá fora, causando dano [aos animais] e não é um cachorro ou uma raposa. "É um predador."


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: BBC



Dois objetos desconhecidos caem sobre a Mongólia


Dois objetos de origem desconhecida, caíram perto de Ullan Bator, capital da Mongólia, em 19 de fevereiro. O primeiro, de acordo com o relatório da Mutual UFO Network (MUFON) pesava dez quilos, enquanto o segundo, muito maior, pesava duas toneladas.

Além destes dados e uma fotografia, não há muito mais informação sobre o caso, embora o objeto da imagem assemelha-se a um fragmento de foguete ou um avião, talvez uma ogiva de foguete.

Esses fragmentos, que aparentemente não causaram feridos, pode entusiasmar os fãs do fenômeno OVNI, mas o fato é que, em geral, e independentemente de asteróides e meteoros, objetos que caem na Terra tem uma origem bem terrestre.

Na realidade, o acontecimento pode apontar para um outro problema encontrado, o do lixo espacial, que cada vez é mais preocupante.



Lixo Espacial


Mais de 10.000 objetos espaciais inúteis orbitam ao redor da Terra e podem ser muito perigosos para os equipamentos espaciais e equipes lançadas ao espaço.


Estes resíduos, a maioria de partes de satélites e de foguetes, já provocaram pelo menos três choques
documentados com satélites, e o possível choque com um quarto satélite, e alguns impactos em zonas escassamente povoadas do planeta.

As a
utoridades dos E.U.
A. se encarregam de detectar este perigo e alertar o resto do mundo, mas a Agência Espacial Europeia (ESA) não considera isso suficiente e quer criar seu próprio observatório para evitar novas colisões.

Felizmente, a atmosfera serve como o melhor reciclador de lixo. Alguns pedaços de velhos satélites entram na atmosfera e queimam, sem chegar na Terra.

No caso de objetos maiores, como quando chegou à desativação da estação espacial MIR, os técnicos causaram sua queda em uma área segura.


A MIR terminou em uma área desabitada do Pacífico sul. Em outras ocasiões, os satélites são movidos para outra órbita em que não há interesse econômico ou perigo, mas nem sempre podem ser controlados.

Em uma granja sul africana caiu um tanque de combustível de dois metros de diâmetro. Ele não causou nenhum prejuízo, mas se pode imaginar o choque. Os fragmentos da Mongólia podem ser um caso parecido.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: ABC.es



Arqueólogos encontram 120 ossadas de quase 1.900 anos em lagoa do México


Arqueólogos mexicanos encontraram 120 esqueletos de até 1.885 anos de antiguidade em uma lagoa de uma caverna maia (que são conhecidas como cenotes), no estado de Quintana Roo, no caribe mexicano, informou hoje o Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH).

A fonte disse que a lagoa, chamada de Las Calaveras ("As Caveiras"), com 30 metros de diâmetro, "poderia ser o depósito funerário melhor conservado da época pré-hispânica, e o de maior concentração de esqueletos humanos da área maia".

Até o momento foram encontradas 120 ossadas, e os arqueólogos que trabalham no local acreditam que o número deve chegar pelo menos a 150 com o prosseguimento das investigações.

A arqueóloga Carmen Rojas informou que os esqueletos são de pessoas que morreram entre os anos 125 e 236, mais antigos que os encontrados em uma lagoa semelhante em Chichén Itzá, no estado de Iucatã.

Rojas disse que até antes da descoberta, o cenote de Iucatã era o que tinha maior número de ossadas. Os antigos maias usavam esses lagos como depósitos funerários.

"Pelas características do lugar e o número de esqueletos encontrados, é provável que haja pelo menos outros 30, mas é possível haver até 200, ultrapassando o número de restos mortais localizados em uma das maiores cidades maias do período Clássico (125-236 d.C.): Tikal, na Guatemala", disse a especialista.

Desde 2007, o INAH realiza o registro das ossadas do cenote Las Calaveras, trabalho que conta com a participação da "National Geographic".

O local foi encontrado em 2002, quando uma mergulhadora avistou partes das ossadas.

Os restos mortais no cenote de Las Calaveras estão "em um perfeito estado de conservação, o que permitirá o desenvolvimento de estudos de genética e antropologia para conhecer mais a fundo a antiga população maia que viveu nesta região", comentou Rojas.

A arqueóloga explicou que estes espaços aquáticos tiveram a função de cemitérios. Algumas das ossadas encontradas apresentam tratamentos funerários, pois estão acompanhadas de vasilhas e animais, usados como oferendas.

Para os antigos povos maias, os cenotes, assim como as cavernas, representavam entradas ao mundo dos mortos, chamado Xibalbá, e por isso eram usadas como câmaras funerárias naturais.



Fonte: BOL



EUA usam laser para destruir míssil em teste



Avião Boeing 747 modificado carrega laser em seu "nariz" capaz de destruir mísseis balísticos; governo dos EUA anunciou sucesso em teste


Arma futurística instalada em avião atingiu alvo em campo de provas da marinha.

Uma arma aérea a laser abateu um míssil balístico no primeiro teste bem sucedido de um futurístico dispositivo de energia dirigida, informou na sexta-feira (12) a Agência de Defesa de Mísseis dos Estados Unidos.

Em nota, a agência informou que o teste aconteceu às 20h44 de quinta-feira (2h44 de sexta-feira em Brasília) em um campo de provas militares marítimas, na costa de Ventura, na Califórnia central.

"A Agência de Defesa de Mísseis demonstrou o uso potencial da energia dirigida para a defesa contras mísseis balísticos, quando a plataforma de testes aerotransportada a laser destruiu com sucesso um míssil balístico em ascensão", disse a nota.

O sistema a laser está sendo desenvolvido por empresas privadas (principalmente a Boeing) e pela própria Agência de Defesa de Mísseis.

O equipamento fica instalado em um Boeing 747 adaptado, enquanto a Northrop Grumman fornece o laser de alta energia e a Lockheed Martin desenvolve os sistemas de feixe e disparo.


O momento em que o míssil foi atingido pelo laser


"Esta foi a primeira interceptação letal com energia dirigida e de uma plataforma aérea contra um alvo de míssil balístico de combustível líquido em ascensão", disse a agência.

A arma a laser já havia sido testada com sucesso em seu primeiro teste, em agosto, quando um Boeing 747-400F modificado decolou da Base Aérea Edwards e usou seus sensores de infravermelho para localizar um míssil lançado da ilha San Nicolas, também na Califórnia. Os sistemas da aeronave orientaram o laser a atingir o alvo, e depois confirmaram o acerto.

A arma a laser tem o objetivo de deter mísseis inimigos, permitindo que os militares dos Estados Unidos interceptem projéteis de todos os tipos enquanto estiverem em ascensão.

"O uso revolucionário da energia dirigida é muito atraente para a defesa de mísseis, com o potencial de atacar vários alvos à velocidade da luz, a um alcance de centenas de quilômetros, e a um custo baixo por tentativa de interceptação em comparação às atuais tecnologias", disse a Agência de Defesa de Mísseis dos EUA.


Fonte: R7

Sonha em ter um jet-pack? Em breve vai ser possível


Uma empresa na Nova Zelândia vai começar a produzir o primeiro modelo de jet-pack comercial. Pode vir a custar mais que €55 mil e em muitos países pode ser operado sem qualquer licença.

A empresa neozelandesa Martin Aircraft Company vai começar a produzir o primeiro modelo comercial de jet-pack.

A empresa tenciona produzir 500 destes aparelhos por ano, e alega que o seu jet-pack seria ideal para as necessidades dos serviços de emergência, assim como também seria útil para o meio militar e até utilizadores comuns.

Apesar de o site da empresa não adiantar qualquer preço, dizendo apenas que seria equivalente a "um automóvel topo de gama", o jornal britânico Daily Mail avençou a informação de que o aparelho irá custar 50 mil libras (mais de €55 mil).


Aviação ultraleve de consumo pesado


O aparelho pesa pouco mais de 113 quilos, o que significa que em muitos países será qualificado de aeronave ultraleve, não sendo necessária qualquer tipo de licença para o operar.

No entanto a Martin Aircraft já anunciou que vai disponibilizar cursos para ensinar os compradores a conduzirem o seu jet-pack com segurança.



O dispositivo da Martin Aircraft tem uma potência de 200 cavalos divididos entre duas turbinas cujo funcionamento se aproxima mais de um helicóptero do que dos jet-packs tradicionais. Atinge velocidades de 96,5 km por hora e tem uma autonomia de pouco mais de 48 kms.

Não é no entanto um dispositivo verde, visto que consome 37,85 litros de combustível por hora, cerca de cinco vezes o que consome um automóvel comum.


Um sonho de 90 anos


Vem equipado com sistemas avançados de segurança, incluindo uma protecção interna desenhada para proteger o piloto assim como um para-quedas balístico que funciona a baixas altitudes.

A ideia do jet-pack nasceu na década de 1920, no meio da ficção científica, mas o exército americano começou a desenvolver os primeiros protótipos nos anos 50.

A ideia era criar um veículo que permitisse aos oficiais e comandantes movimentarem-se sem problemas em qualquer tipo de terreno.

O mais bem sucedido dos protótipos foi o Bell Rocket Belt, que voou pela primeira vez em 1961, se bem que por apenas 26 segundos.

Esta aposta da Martin Aircraft vai ser a primeira grande tentativa de rentabilizar uma versão comercial de jet-pack.


Fonte: Expresso


Cadela de 21 anos busca recorde como o cão mais velho do mundo



'Otto', que detinha o recorde, morreu em janeiro deste ano. Britânico diz que deu a cadela ainda filhote para sua filha em 1989.

Após a morte de "Otto", que tinha 20 anos e 11 meses, em janeiro deste ano, a cadela "Lulu", de 21 anos, pode entrar para o Guinness, livro dos recordes, como o cachorro mais velho do mundo, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Telegraph".

"Lulu" mora com o casal britânico Travis Buckly, de 60 anos, e Susan Parybus, de 54, em Coventry (Reino Unido). Ele contou para o periódico que deu a cadela ainda filhote para sua filha, Emma, em 1989.



Buckly credita a longevidade de "Lulu" --a idade equivale a 147 anos humanos-- à dieta baseada em filé mignon, vitela e salsichas. De acordo com ele, a cadela termina suas refeições com queijo, biscoitos e chocolate.

Segundo o porta-voz do Guinness, a categoria para o cão mais velho do mundo está vaga desde a morte de "Otto". Ele destacou que leva cerca de seis semanas para verificar as informações e confirmar o possível recorde de "Lulu".


Fonte: G1

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Cães pequenos descendem de lobos cinzentos que viveram no oriente médio


Todos os cães de pequeno porte podem descender de alcatéias de lobos cinzentos que perambulavam pelas planícies do Oriente Médio, há mais de 12.000 anos atrás.

Um novo estudo genético, traçou um gene chamado IGF1, que determina o tamanho pequeno dos cães, e remete aos primeiros lobos cinzentos domésticados, que viveram nesta área.

Melissa Gray e Robert Wayne, da Universidade da Califórnia, lideraram uma equipe de pesquisadores que examinaram uma grande amostra de populações de lobos cinzentos.

Ela disse: "A mutação para o corpo de tamanho pequeno é posterior a domesticação dos cães". "No entanto, porque todos os cães pequenos possuem esta variante do IGF1, provavelmente ela surgiu no início de sua história".

"Nossos resultados mostram que a versão do gene IGF1 encontrada em cães de pequeno porte está intimamente relacionada com a encontrada em lobos do Oriente Médio e é consistente com uma origem antiga dos pequenos cães domésticos na região ".

Seus resultados foram publicados no open-source jornal BMC Biology.

Anteriormente o trabalho arqueológico no Oriente Médio, desenterrou os restos mortais de pequenos cães domésticos que datavam de 12.000 anos atrás.

Sítios na Bélgica, Alemanha e Rússia ocidental continham restos mais antigos, de 13.000 a 31.000 anos atrás, mas eram de cães maiores.

Estes resultados apoiam a hipótese apresentada por Gray e seus colegas de que o tamanho pequeno do corpo evoluiu no Oriente Médio. A redução no tamanho do corpo é uma característica comum de domesticação, e tem sido vista em outros animais domésticos, incluindo bovinos, suínos e cabras.

De acordo com Gray, "o pequeno porte poderia ter sido mais desejável em sociedades agrícolas mais densamente povoadas, nas quais os cães podem ter vivido em parte no interior das casas ou em espaços confinados ao ar livre".

Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Daily Mail


Encontram nos E.U.A. o fóssil de um tubarão gigante




Uma equipe de paleontólogos descobriu no Kansas, E.U.A., os restos fossilizados de um tubarão gigante de dez metros de comprimento que viveu há 89 milhões anos. Estima-se que possa ser o maior predador de crustáceos que jamais existiu.

O Dr. Kenshu Shimada, da DePaul University, em Chicago, Illinois, e sua equipe descobriram os restos do Ptychodus mortoni em um precipício em Kansas chamado Fort Hays Limestone.

Os especialistas já sabiam da existência da espécie, mas o novo exemplar sugere que foi muito maior do que se pensava anteriormente.

Os detalhes da descoberta foram publicados na última edição da revista Cretaceous Research.

Junto com um pedaço de mandíbula, os paleontólogos encontraram dentes e escamas, o que é relevante, pois é comum encontrar apenas dentes isolados.

"Embora isso represente apenas uma fração do corpo completo do tubarão, o fragmento da mandíbula é enorme. O tamanho total estimado da mandíbula é um metro, o que sugere que o tubarão provavelmente media dez metros", disse Shimada.


Dr. Kenshu Shimada



"Há muitos dentes e alguns esqueletos incompletos de P. Mortoni em coleções de museus, mas este novo exemplar contém um dos maiores dentes encontrados até agora com um fragmento gigante de mandíbula", acrescentou.

O perito explicou que na época em que o animal viveu, o atual "Kansas estava no meio daquilo que é conhecido como o Mar Ocidental Interior, que se estendia do norte ao sul da América do Norte.

O Ptychodus Mortoni habitou os mares pré-históricos por mais de cem milhões de anos.

Devido à falta de peças que componham um esqueleto completo, é difícil imaginar a aparência física do tubarão.

No entanto, Shimada disse que o P. mortoni poderia ter tido uma forma semelhante ao tubarão enfermeira (Ginglymostoma cirratum), embora, naturalmente, mais robusto e com dimensões muito maiores.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: BBC


Nova arraia é descoberta em Ningaloo, Austrália


Cientistas descobriram uma nova espécie de arraia no Ningaloo Marine Park, indicado como Patrimônio Mundial no mês passado.

Donna Faragher, Ministra do Meio Ambiente, disse que a nova arraia é parte da família das arraias mascaradas e tem uma envergadura de 30 centímetros, muito menor do que a maioria das raias encontradas em Ningaloo.

Faragher disse que o achado destaca a importância do Ningaloo Marine Park.

"É uma zona de rara beleza, riqueza biológica e com significância geológica internacional", disse. "Nós precisamos garantir sua proteção e conservação."

O Ningaloo Marine Park faz parte de uma área de 710.000ha de terra e mar, incluindo o Recife Ningaloo, Cabo Range e as ilhas Muiron de Exmouth, incluídos na lista do Patrimônio Mundial no mês passado.

Com sede em Paris o Comitê das Nações Unidas para o Patrimônio Mundial vai passar 18 meses avaliando a indicação, antes de decidir se concede a Ningaloo o status de Patrimônio Mundial.

Se for bem sucedido, Ningaloo se juntará a 17 outros locais australianos que já estão na lista, incluindo Shark Bay, Uluru-Kata Tjuta e o Kakadu National Parks.

A descoberta da nova arraia em Ningaloo foi feita durante uma série de pesquisas de mergulho realizadas pela CSIRO, em colaboração com o Departamento de Ambiente e Conservação (DEC) e a WA Marine Science Institution.

O cientista da CSIRO, Will White, disse que a descoberta mostrou que ainda há muito a aprender sobre tubarões e arraias que vivem na área.

"Desde que a encontramos em Ningaloo,fomos capazes de determinar que esta espécie também existe a 400 quilômetros ao sul, em Shark Bay", disse White.

"O habitat muito específico ocupado por esta arraia significa que o monitoramento e administração cuidadosa são necessários. Elas também vivem perto da costa, e as pessoas podem ver a criatura de perto".

A oceanógrafa Waples Kelly do DEC disse que as pesquisas de mergulho também documentaram 47 espécies de tubarões e arraias, embora possam viver no parque marinho até 118 espécies de tubarões e arraias.

Ela disse que a pesquisa no Ningaloo Marine Park será utilizada pelo DEC no desenvolvimento de um programa de monitoramento marinho na costa oeste australiana.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Discoveryon




Chile: Nove detidos por sacrificar gatos em rituais satânicos


A polícia chilena prendeu nesta quarta-feira nove pessoas acusadas de sacrificar cinco gatos, como parte de um culto satânico.

Segundo os Carabineros (polícia militar), a prisão aconteceu no meio de um patrulhamento preventivo na rua Bernardo Leyton e com los Almendros na Villa Alemana, uma cidade a cerca de 100 quilômetros a noroeste de Santiago.

A polícia percebeu a presença de um carro suspeito, onde encontraram nove pessoas, homens e mulheres, todos vestidos de preto, entre 18 e 24 anos, que escondiam facas ensanguentadas no veículo. No local tinha um pentagrama no chão, desenhado com sal e sangue, e com cinco gatos degolados.

Segundo o site da Radio Cooperativa, as pessoas não puderam justificar a polícia sua presença no local do ritual, mas disseram que os elementos utilizados e os símbolos desenhados tinham um caráter satânico.

O grupo ficou preso no Tribunal de Detenção de Villa Alemana pelo crime de maus tratos a animais e posse ilegal de armas, mas foi liberado a espera de julgamento.

As nove pessoas podem cumprir uma pena de 61 a 541 dias de prisão, mais uma multa. Enquanto isso o Ministério Público investiga a possível existência de uma seita por trás do incidente.

Perante os fatos, o especialista em seitas Hugo Zepeda explicou que os símbolos encontrados, pertencem a uma seita satânica. "Se nove pessoas são responsáveis por esses atos, estaríamos diante de um grupo muito perigoso e as autoridades devem ficar atentas".


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: La Nacion/publimetro



Estrela "engorda" planeta e está prestes a devorá-lo dizem astrônomos


Um planeta fora de nosso Sistema Solar, ou seja, um exoplaneta, está sendo "engordado" por sua estrela, que parece pronta para devorá-lo.

O WASP-12b é um planeta gigante gasoso que tem massa equivalente a 1,4 vezes a de Júpiter --o maior do sistema planetário em que fica a Terra.

No entanto, ele já foi inflado para um tamanho de aproximadamente 1,8 vezes o tamanho de Júpiter.

Shu-lin Li, do Instituto Kavli para Astronomia e Astrofísica em Beijing, China, e seus colegas, dizem que este fenômeno é causado pela gravidade da estrela.

A gravidade estelar agita o interior do planeta, gerando calor e expandindo seus gases. Com isso, o Wasp-12b em estado expandido mal consegue segurar sua atmosfera mais exterior.

Isto deve permitir que a estrela roube matéria do planeta, consumindo-a completamente em cerca de 10 milhões de anos, estima o grupo.

"Isto pode parecer um longo tempo, mas para astrônomos não é nada", diz Li. Como referência, a terra já tem uma história estimada em mais de 4,5 bilhões de anos.

O WASP-12b orbita sua estrela em um ciclo de 26 horas. O estudo a respeito foi publicado na revista "Nature".


Fonte: Folha Online

Dano na área do cérebro que toma decisões encoraja riscos


Pessoas com problemas na amídala têm mais possibilidade de fazer apostas arriscadas.

Imagine que você perdeu o emprego. Mas tem algum dinheiro guardado e a chance de duplicá-lo com uma aposta. Mas, se perder a aposta, perde tudo. O que faria?

A maioria das pessoas não arriscaria suas economias, de acordo com Benedetto De Martino, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, autor de um estudo publicado em 8 de fevereiro em Normas da Academia Nacional de Ciências.

Pessoas tendem a preferir evitar perdas em vez de tentar ganhar – comportamento conhecido como aversão à perda.


Mas pessoas com danos na amídala – parte do cérebro com forma de uma amêndoa, envolvida com emoções e tomada de decisões – são mais propícias a encarar grandes riscos, mesmo com pequenos potenciais de ganhos, segundo descobriu o estudo de De Martino.

Duas mulheres com danos bilaterais na amídala mostraram redução dramática na aversão à perda quando comparadas com um grupo da mesma idade em uma série de apostas experimentais, apesar de entenderem totalmente valores e riscos envolvidos.


De Martino já suspeitava que a amídala era crucial para a aversão à perda, baseado em estudos anteriores com imagens de ressonância magnética funcional (FMRI – Functional Magnetic Resonance Imaging).

Mas esses dois casos raros com danos na estrutura em questão permitiram a De Martino testar diretamente sua hipótese.

“Nas imagens da ressonância magnética funcional, você nunca sabe se a resposta está refletindo alguma outra coisa. Com a lesão na amídala, você tem uma resposta direta”, diz De Martino.


Enquanto sujeitos equilibrados que ganhassem US$ 20, mas perdessem US$ 15, apresentam menos tendência a apostar do que se ganhassem US$ 50, mas perdessem US$ 10, as duas pacientes com danos na amídala se afetavam muito menos por grandes diferenças entre potenciais de ganhos e perdas.

Em alguns casos, elas optam por apostar mesmo quando o potencial de perdas supera o potencial de ganhos.


O conceito de aversão à perda pode ser aplicado a muitas coisas. Considere, por exemplo, alguém avaliando se submeter a uma cirurgia eletiva.

Quanto mais sérias as possíveis complicações – não importando a probabilidade – é menos provável que a pessoa aceite fazê-la.

Mas De Martino é especialmente interessado em determinar como a aversão à perda se aplica ao dinheiro.

“Meu sonho seria formular uma teoria econômica que pudesse capturar as complexidades do comportamento humano, baseada em pessoas reais e cérebros reais em vez de suposições”, explica.

O campo de estudos de De Martino é adequadamente nomeada neuroeconômia. “É uma visão mais biológica das ciências sociais”, diz ele. “Muitos teóricos da economia pensam nos humanos como máquinas e esquecem do processo emocional.”


Em trabalho anterior, De Martino mostrou que danos na amídala fazem as pessoas se comportarem mais como essas máquinas teóricas.

“É estranho, mas pessoas com dano no sistema emocional são, paradoxalmente, mais racionais ao tomar certos tipos de decisões. Não levam em consideração nenhum processo emocional.”


De forma interessante, a mais velha das duas mulheres não só não manifestou aversão à perda, como estava até com perda de procura.

Essa diferença entre as duas mulheres foi espelhada pelas diferenças entre os grupos de mesma idade. “Conforme você fica mais velho, tem menos aversão à perda”, diz De Martino, explicando que mesmo os sujeitos do grupo de controle mais velhos receavam menos a perda.

“Sua perspectiva de vida muda, porque você tem menos anos para viver.” Esse efeito poderia ser consequência das reduções no volume da amídala relacionadas ao envelhecimento – conforme a idade, nosso cérebro diminui. De Martino diz que, somados à idade, outros fatores como renda e educação também estão em jogo.


O dano na amídala não pareceu afetar a aversão ao risco – comportamento similar com uma importante diferença. Pessoas com aversão ao risco têm menos probabilidade de arriscar, mesmo quando não há nada a perder.

Considerando que aversão à perda pode soar abstrata para um economista, segundo De Martino isso provavelmente reflete um mecanismo muito antigo no cérebro.

“Pense em um animal. Ele precisa obter comida, mas ao mesmo tempo tem de se proteger dos predadores. Seria muito sábio para um animal avaliar ganhos e perdas em uma perspectiva de evolução.”

Embora tenha se passado um longo tempo desde que humanos tinham que se preocupar com predadores, o bem-estar financeiro ainda é necessário para sobrevivência no mundo moderno, ainda que de forma mais abstrata.

O estudo de De Martino sugere que a amídala – conhecida por estar envolvida em processar o medo – pode nos deixar com medo do risco de perder dinheiro.

“Pode ser que a amídala controle um mecanismo biológico muito geral para inibição do comportamento arriscado quando resultados são potencialmente negativos”, sugere De Martino.


Fonte: Scientific American



Igreja desconfia, mas Jesus que chora mel atrai romarias à Zona Leste de SP


Na garagem, um Ford Del Rey transformado em utilitário está com a caçamba cheia de garrafas vazias de refrigerante.

Atrás dele, os degraus de uma escada estão decorados com esses vasilhames cheios de detergentes e desinfetantes, que a família da casa fabrica e revende pelo bairro. Nada disso leva a crer que estamos na entrada da mais recente experiência mística de São Paulo.

Mas, no corredor todo azulejado, a surpresa: uma fila de pessoas espera para entrar no quarto dos fundos.

Lá, sobre a cama com colcha de dinossauros, uma imagem de Jesus Cristo está pendurada na parede, lambuzada e pingando. Embaixo dela, uma forma de bolo quase transborda de um líquido amarelado e viscoso. “É mel.

É a doçura do coração de Jesus”, anuncia Doralice Carvalho, da porta da cozinha, com um adesivo “Eu Não Deixo a Dengue Entrar” colado na janela.

Para ela, quem entrou em sua casa foi o próprio Espírito Santo. “Todo mundo sai daqui muito espiritualizado.

E quem não acredita não precisa nem vir”, decreta a dona da casa que virou santuário de peregrinação, com mais de 500 visitações desde a última quinta-feira, quando teria começado a manifestação divina, com uma nova imagem vertendo mel no mundo.

Estamos no Jardim Grimaldi, um emaranhado de ruas na Zona Leste paulistana. Tanto é assim que o maior desafio dos romeiros que vêm de outros bairros e cidades é encontrar a rua saindo da mais conhecida avenida Sapopemba. “Um senhor do Butantã que é cego, surdo e mudo conseguiu chegar aqui. Foi uma obra divina. Ele passou o mel nos olhos, orelhas e boca para tentar um milagre”, conta Anderson Freitas, o primeiro a ver o Cristo chorando mel.

Anderson está hospedado na casa desde 16 de janeiro. Desde 2005, ele diz ver aparições de Nossa Senhora de Lourdes.

Coroinha em Pindobaçu, cidade do sertão baiano, ele passou os últimos cinco anos a peregrinar pelo Brasil para divulgar as profecias que teria ouvido da santa.

“Ela me revelou que surgiria a gripe suína no México e que morreria muita gente nas enchentes de Santa Catarina [em 2008]”, afirma esse hóspede frequente de casas de sacristãos e fiéis. No ano passado, ele presenciou outra imagem que vertia mel em Sorocaba, interior paulista.

Freitas, 22, conta que descobriu a manifestação quando ia ao banheiro e viu no quarto um brilho maior na escultura na parede. Chamou a dona da casa, e ela experimentou o que tinha gosto de mel.

A igreja católica vê com muito cuidado o caso. Responsável pela paróquia, o padre Cláudio Silva esteve na casa na segunda-feira.

Ouviu Doralice dizer que não queria levassem a imagem de 20 centímetros de diâmetro para uma perícia. Por outro lado, o religioso pediu para que não distribuir o mel para os visitantes.

“Temos que chamar um perito, algum professor universitário de química para analisar a imagem e o líquido.

Só depois poderíamos descartar um fenômeno natural, como uma condensação, ou uma fraude”, diz padre Juarez de Castro, o secretário geral de comunicação da Arquidiocese de São Paulo.

Padre Juarez declarou ao UOL Notícias estar ainda mais desconfiado que em outras situações. “Na maioria dos casos não há nada de sobrenatural.

O cuidado agora é maior porque quem descobriu o fenômeno é alguém que se auto-intitula missionário católico sem ser, já esteve envolvido em caso semelhante e diz receber profecias”, afirma o porta-voz da Igreja na cidade.

Um caso célebre aconteceu em 2002 em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo. O vidro de uma casa apresentou uma mancha que logo foi interpretada como a silhueta de uma santa. Os peregrinos e os supostos milagres não demoraram a aparecer.

Até a cantora Elba Ramalho foi para lá e o padre Oscar Quevedo decretou que coisas como aquela “no existem”. Um exame técnico verificou que um defeito de fabricação gerou a mancha.

magens vertendo sangue, azeite ou mel são uma constante na história recente do catolicismo, com exemplos na Itália, Coréia do Sul, Japão e México.

No Brasil, a onda de estátuas “apicultoras” ressurgiu em 2007, quando apareceu uma Nossa Senhora de Fátima melíflua em Campo Grande (MS). A partir daí, pulularam santas com lágrimas doces em cidades interioranas.

A mania provocou uma série de sátiras. O programa “Pânico na TV” inventou até uma santa que vertia cachaça.

Uma cena polêmica foi criada para a comédia norte-americana Curb Your Enthusiasm, veiculada pelo canal HBO, em que um respingo da privada em um retrato de Cristo vira um milagre no banheiro de uma casa.

Desta vez, o mel sobrenatural do Jardim Grimaldi se espalhou em jornais, rádios e programas de TV populares.

E gerou comoção. Só na quarta-feira, 200 pessoas entraram pela casa de Doralice. Jovens puxavam os celulares para fotografar e ligar para convencer novos visitantes. “Isso é santo, mano. Vem aí”, gritava um garoto ao telefone antes de rezar e chorar no local.

Iraci Luiz passou o líquido no braço e disse que passou uma dor insistente. “Foi um milagre. Pedi outros, mas ainda não aconteceram”, disse a dona de casa.

No portão, três garotas visitantes montam uma teoria. “Jesus está chorando mel para mostrar que as abelhas estão sumindo do planeta, o que é um prenúncio do fim do mundo”, filosofa a estudante Érica Barbosa.

Já a gestante Marina Souza foi conferir a comoção, mas saiu sem muita fé: “A gente confia desconfiando. Pede um milagre aqui e outro lá para ver se ele acontece mesmo.”

Na frente da casa, um templo da Congregação Cristã no Brasil parece testemunhar a concorrência católica na vizinhança.

Alguns de seus seguidores já foram fazer uma visitinha à outra fé. “Sou evangélica, mas quero ver todos os mistérios de Jesus. Eu acredito em tudo isso”, sentenciou a doméstica Maria do Carmo, com o neto no colo.


Fonte: UOL


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Pesquisadores suecos descobrem nova espécie de pássaro


Pesquisadores suecos, juntamente com seus colegas do Laos, descobriram uma espécie de ave até então desconhecida no Sudeste Asiático.

A nova espécie, denominada Phylloscopus calciatilis , está relacionada com a toutinegra do salgueiro, mas vive apenas em áreas de rocha calcária.

"Kalkstenssångare (passarinho cantor do calcário) seria um nome muito apropriado em sueco. É muito apegado a esse ambiente", disse Per Alström, pesquisador do Artdatabanken da Universidade Sueca de Ciências Agrícolas.

Com a descoberta, que foi detalhada na revista científica Ibis, Alström é agora um dos principais especialistas no seu campo.

Um total de 18 espécies de novas aves foram descritas na Ásia nos últimos 20 anos. Cinco delas, quatro toutinegras e uma alvéola, foram descobertas por Alström e seu colega Urban Olsson da Universidade de Gotemburg.

A nova espécie é verde claro em sua parte superior e amarelo claro em sua barriga. Não é incomum no Laos e Vietnã, e provavelmente é encontrada no sul da China.

Permaneceu desconhecida para a ciência até agora devido a sua impressionante semelhança com outras espécies estreitamente relacionadas, da mesma região. Seu canto no entanto é diferente, e estudos de DNA confirmaram que ela é de uma espécie distinta.

Alström e Olsson, trabalharam em conjunto com a Wildlife Conservation Society Lao Program em Vientiane.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: The Local

Treinadora é morta por orca no parque SeaWorld, na Flórida



Tillikum, a orca que atacou a treinadora Dawn Brancheau


Uma funcionária do parque SeaWorld, em Orlando, na Flórida, foi morta nesta quarta-feira por uma orca.

Segundo uma testemunha ouvida pela emissora americana WKMG-TV, a treinadora veterana Dawn Brancheau, de 40 anos, tinha acabado de explicar ao público como seria a apresentação quando a orca saiu da água, a agarrou pela cintura e a chacoalhou no ar.

A porta-voz do SeaWorld, porém, negou que o incidente tenha acontecido durante uma apresentação.


Dawn Brancheau em foto de 2005



John Mulhall, porta-voz do Corpo de Bombeiros de Orange County, informou que quando os paramédicos encontraram a funcionária ela já não podia ser reanimada. Todos os visitantes foram retirados e o parque foi fechado.

Conhecidas também como baleias assassinas, as orcas na verdade são mais próximas da família dos golfinhos. Elas receberam o apelido de "assassinas" por serem grandes predadoras.


Fonte: Último Segundo/Times Online


Polêmica sobre a homeopatia

Produtos homeopáticos e placebos foram comparados em estudos | Foto: Divulgação


Parlamentares britânicos dizem que tratamento não faz efeito e ‘engana pacientes’. Especialistas contestam.

Um debate sobre a eficiência da homeopatia na Inglaterra cruzou o Atlântico e chamou a atenção de especialistas brasileiros.

A polêmica foi causada porque, esta semana, a comissão de Ciência e Tecnologia do Parlamento Britânico emitiu um relatório afirmando que remédios homeopáticos não têm eficácia.

O órgão recomenda, inclusive, que o governo britânico pare de oferecer esse tipo de remédio na saúde pública.


A comissão compara a eficiência das pílulas homeopáticas ao placebo — cápsulas sem princípio ativo, receitadas por médicos para criar efeito psicológico em pacientes, ou para comparações de eficiência com outros remédios.

O governo britânico gasta apenas R$ 500 mil de seu orçamento de R$ 300 bilhões para a homeopatia, mas autores do relatório chegaram a defender que os pacientes estão “sendo enganados”.

O deputado Phil Willis, presidente da comissão, exagerou: para ele, nenhum estudo jamais comprovou a eficácia da homeopatia.

RECONHECIMENTO DA OMS


A afirmação é contestada por vários especialistas que trabalham com este tipo de tratamento no Brasil. “A homeopatia é uma terapia que está fazendo 214 anos, tem reconhecimento da Organização Mundial de Saúde e de publicações científicas importantes.

Se a homeopatia é placebo, está enganando muita gente e estes órgãos há muito tempo”, observa a farmacêutica homeopata Carla Holandino, professora adjunta da Faculdade de Farmácia da UFRJ, coordenadora do Laboratório Multidisciplinar de Ciências Farmacêuticas.

“Os métodos usados para gerar este relatório não são claros, enquanto há muitos estudos que atestam a eficácia da homeopatia, inclusive comparando pacientes que recebem o medicamento com placebo”, lembra Francisco José de Freitas, chefe do Departamento de Homeopatia e Terapêutica Complementar da Unirio.


Fonte: O Dia


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