terça-feira, 30 de novembro de 2010

ARQUIVOS INSÓLITOS 20


Descoberta em Vênus dá alerta à Terra, diz agência espacial

Imagem mostra a estrutura das nuvens de dióxido sulfúrico em Vênus

Uma misteriosa camada de dióxido sulfúrico de grande altitude descoberta pelo satélite Venus Express, da ESA - a agência espacial européia -, em Vênus, foi finalmente explicada, após dois anos de sua descoberta. Segunda a ESA, a descoberta serve como um aviso contra a ejeção de gases na nossa atmosfera.

Vênus é coberto por ácido sulfúrico que bloqueia a visão de sua superfície. As nuvens são formadas entre 50 e 70 km de altura, quando o dióxido sulfúrico dos vulcões se junta ao vapor de água, formando o ácido sulfúrico.

O dióxido que sobra do processo deveria ser destruído pela intensa radiação solar. Portanto, quando, em 2008, o satélite Venus Express detectou a existência dessa camada, criou-se um mistério.

De onde esse dióxido sulfúrico sai para formara a camada que fica entre 90 km e 110 km da superfície do planeta?

Simulações de computador feitas por Xi Zhang, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Estados Unidos, e outros cientistas do país, da França e de Taiwan, mostram que gotas de ácido sulfúrico podem evaporar em grandes altitudes, liberando gases de ácido que se quebram na luz do Sol e que se transformam em dióxido sulfúrico.

Com essa nova descoberta, a preocupação sobre as mudanças climáticas da Terra aumentam. As experiências para a diminuição das mudanças, segundo os cientistas, podem não estar funcionando, como pensado originalmente.

"As novas descobertas também significam que o ciclo atmosférico do enxofre é mais complicado do que pensávamos", diz Håkan Svedhem, cientista do projeto Venus Express.

O vencedor do prêmio Nobel, Paul Crutzen, defendeu recentemente que ejetar artificialmente grandes quantidades de dióxido sulfúrico na atmosfera da Terra a 20 km de altura para conter o aquecimento global resulta no aumento de gases que causam o efeito estufa.

Esse gás forma pequenas gotas de ácido sulfúrico, iguais aos encontrados em Vênus. Essas gotas formam uma camada que reflete os raios do Sol, gelando o planeta em aproximadamente 0,5 °C.

Contudo, o estudo indica que a evaporação de ácido sulfúrico em Vênus sugere que esse projeto pode não dar certo, já que não sabemos quanto tempo essa camada protetora levará para se transformar em dióxido sulfúrico.

E o pior, uma camada desse gás pioraria o efeito estufa, já que permite a passagem de todos os raios solares.

"Nós precisamos estudar detalhadamente as potenciais consequências de uma camada artificial de enxofre na atmosfera da Terra", diz Jean-Loup Bertaux, da Universidade de Versailles-Saint-Quentin, na França, que também participa do projeto.

Para esse estudo, o satélite venus Express passa a ser de fundamental importância, pois como a natureza causa, também, a existência da camada de gases, os cientistas ainda não precisam realizar experimentos mais detalhados, podem apenas examinar os efeitos pelo satélite.


Fonte: Terra

Sucuri com cerca de cinco metros é encontrada em fazenda, em Minas

Cobra sucuri foi capturada após ser vista tentando pegar uma capivara (Foto: Divulgação \ Polícia Militar do Meio Ambiente)

De acordo com polícia, réptil foi visto após atacar uma capivara. Cobra foi devolvida à natureza no município de Iturama.

A Polícia Militar do Meio Ambiente devolveu à natureza uma cobra sucuri com aproximadamente cinco metros.

De acordo com a polícia, o réptil foi capturado com uma armadilha, após ser vista tentando pegar uma capivara, em uma fazenda no município de Iturama, no Triângulo Mineiro.


Sucuri capturada em fazenda do Triângulo Mineiro mede cerca de cinco metros (Foto: Divulgação \ Polícia Militar do Meio Ambiente)


Segundo a corporação, a cobra foi solta em um córrego, dentro de uma fazenda. A ocorrência foi divulgada pela PM na sexta-feira (26). A polícia informou que a captura e a soltura da sucuri foram feitas na última semana.


Fonte: G1

Cientista diz que dentes de réptil pré-histórico explicam evolução de presas das cobras


Um conjunto de dentes pertencente a um réptil pré-histórico indica uma possibilidade sobre como as presas venenosas das cobras evoluíram.

O réptil triássico Uatchitodon é conhecido apenas a partir de seus dentes que possuem características tanto de dinossauros quanto de crocodilos.

Vários dentes já foram achados, mas dois conjuntos mais jovens que datam de 220 milhões de anos atrás possuem o que parecem ser canais de veneno.

Nos f'ósseis mais antigos esses canais simplesmente não existem, o que alimentava dúvidas se essas variações refletiam mudanças evolutivas ou estágios diferentes de desenvolvimento dentário.

O pesquisador Jon Mitchell, da Universidade de Chicago, nos EUA, diz que tem uma pista sobre a resposta. Mitchell e colegas descobriram 26 dentes do Uatchitodon no Estado norte-americano da Carolina do Norte.

Com idade equivalente aos dois conjuntos de dentes encontrados anteriormente, e alinhados um a um, o grupo acredita que as ranhuras encontradas na superfície dos dentes dos animais se ampliaram e se aprofundaram até se tornarem presas venenosas.


Fonte: Folha.com

Cobra coral é capturada em condomínio de luxo na zona sul de São Paulo


Bombeiros suspeitam que animal possa ter vindo de clube próximo à casa.

O Corpo de Bombeiros capturou uma cobra coral em uma casa dentro de um condomínio fechado no Morumbi, zona sul de São Paulo. Os bombeiros foram alertados após os moradores da residência encontrarem o animal no quarto do filho.

O motivo do aparecimento da cobra ainda não foi esclarecido. Os bombeiros suspeitam que o animal possa ter vindo de um clube próximo ao condomínio.

A cobra foi enviada para o Instituto Butantan.


Fonte: R7


Robôs: a mais nova arma das forças militares dos Estados Unidos

Robô Maars faz treinamento em Forte Benning, no Estado americano da Geórgia


Máquinas são projetadas para lidar com tarefas que vão da eliminação de atiradores a servir como sentinelas noturnas.

As guerras seriam muito mais seguras, segundo o Exército americano, se fossem travadas por mais robôs.

Embora as máquinas inteligentes já sejam uma parte muito importante das guerras modernas, o Exército e seus representantes estão ansiosos para aumentar seu envolvimento.

Novos robôs - nenhum deles de aparência humana - estão sendo projetados para lidar com uma ampla gama de tarefas, desde eliminar atiradores a servir de sentinelas noturnos.

Em uma cidade simulada utilizada pelo Exército para treinamento de combate urbano, um robô de 15 polegadas com uma câmera de vídeo acoplada observa o entorno de uma fábrica de bombas em uma missão de espionagem.

Sobre a região, uma aeronave quase silenciosa com uma envergadura de 4 metros transmite imagens dos prédios abaixo.

Entra em cena um veículo de aparência sinistra que se locomove sobre esteiras de tanque, do tamanho de um cortador de grama, equipado com uma metralhadora e um lança-granadas.

Três técnicos carregando mochilas, fora da linha de fogo, operam os três robôs com controles sem fio no melhor estilo videogame.

Um gira a câmera de vídeo do robô armado até visualizar um atirador no telhado. A metralhadora se mexe, aponta e dispara duas rajadas. Se as balas fossem reais, o alvo teria sido destruído.

As máquinas vistas no Rodeio de Robótica no mês passado, na escola de treinamento do Exército, não apenas protegem os soldados, como nunca são distraídas porque usam um olho digital que não pisca, ou "olhar persistente", que detecta automaticamente até o menor movimento. Elas também não entram em pânico sob ataque.


Veículo se locomove sobre esteiras de tanque e é equipado com uma metralhadora e um lança-granadas

"Um dos grandes argumentos para o uso de robôs armados é que eles podem atirar em segundo", disse Joseph W. Dyer, ex-vice-almirante e chefe de operações da iRobot, que fabrica robôs que removem explosivos, bem como o aspirador de pó robotizado Roomba.

Quando um robô olha ao seu redor em um campo de batalha, ele disse, o técnico remoto que está vendo através dos seus olhos pode levar algum tempo para avaliar o cenário sem disparar com pressa contra uma pessoa inocente.

No entanto, a ideia de que os robôs com rodas ou pernas, com sensores e armas, um dia poderão substituir ou complementar os soldados humanos ainda é uma fonte de extrema controvérsia.


Riscos


Como os robôs podem realizar ataques com pouco risco imediato para as pessoas que os operam, os críticos dizem que essas máquinas reduzem as barreiras a uma guerra, o que poderia tornar as nações mais rápidas no gatilho e levar a uma nova corrida armamentista tecnológica.

"As guerras serão iniciadas de forma muito fácil e com custo mínimo" conforme aumente a automação, previu Wendell Wallach, um estudioso do centro Interdisciplinar de Bioética de Yale e presidente de seu grupo de pesquisa de tecnologia e ética.

Os civis estarão em maior risco, argumentam as pessoas do lado de Wallach, por causa dos desafios na distinção entre combatentes e inocentes.

Esse trabalho é irritantemente difícil para os humanos em campo. Ele se torna mais difícil quando um dispositivo é operado remotamente.


Predator


Esse problema já havia surgido com aviões Predator, que encontram seus alvos com o auxílio de soldados no chão, mas são operados a partir dos Estados Unidos.

Uma vez que civis no Iraque e no Afeganistão morreram como resultado de danos colaterais ou confusão de identidades, os Predators têm causado oposição internacional e motivado acusações de crimes de guerra.

Mas os combatentes robôs são apoiados por uma ampla gama de estrategistas militares, oficiais e criadores de armas – e até mesmo alguns defensores dos direitos humanos.


Ainda em fase de testes, máquinas foram planejadas para agir sem consentimento humano


"Muitas pessoas têm medo da inteligência artificial", disse John Arquilla, diretor executivo do Centro Operações de Informação na Escola Naval.

"Vou defender a minha inteligência artificial contra a humana e dizer que a minha vai prestar mais atenção às regras de engajamento e criar menos lapsos éticos que uma força humana".

Arquilla argumenta que os sistemas de armas controladas por programas não agiriam por raiva e malícia e, em certos casos, podem tomar melhores decisões no campo de batalha que os humanos.

Sua fé em máquinas já está sendo testada. "Alguns de nós pensam que a estrutura organizacional correta para o futuro é uma habilidade que misture humanos e máquinas inteligentes", disse Arquilla. "Achamos que essa é a chave para o domínio das artes militares no século 21".


Fonte: IG

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Descoberta uma espécie de morcego pescador


Um grupo de biólogos da UPV/EHU (Universidade Pública Basca) descobriu uma espécie de morcego pescador.

É uma espécie mediterrânica chamada Myotis capaccini que joga por terra a noção generalizada de que na Europa todos os morcegos
são insetívoros.

"Ao fazer a análise da dieta deste morcego, encontramos vértebras e escamas de peixes em suas fezes", explica o grupo liderado pelo biólogo Joxerra Aihartza.

A equipe também controlou os morcegos por alguns dias, colocando peixes ao alcance, e observaram que eram "capturados vivos".

Eles disseram que a base de sua dieta são insetos da superfície da água, "mas há uma razão ecológica que explica o comportamento piscívoro: quando os charcos secam e os peixes se concentram na superfície, este recurso está ao alcance, e o exploram. "

O grupo também foi capaz de identificar fatores de risco que ameaçam a sua existência. Por exemplo, sabem que entre as 27 espécies de morcegos identificadas no País Basco, no mínimo duas estão em perigo.

Também observaram que no caso de espécies que habitam cavernas, um dos principais fatores de risco é a perda de abrigo.

"Os morcegos necessitam de lugares com um microclima muito especial. Alguns escolhem uma caverna para dormir devido às suas características, mas usam outra para hibernar.

Alguns morcegos são muito exigentes com essas condições, criando grandes colônias nestas cavernas. Esses lugares devem ser protegidos, porque eles são insubstituíveis ", diz Aihartza.

O habitat é um fator-chave, ressalta o biólogo, já que os morcegos precisam de uma grande variedade e quantidade de insetos.

Neste sentido, observa que a gestão dos pinheiros e o uso de pesticidas, como Dimilin causam um grande prejuízo que não afeta somente a conservação dos morcegos.

"Os morcegos são muito bons indicadores da saúde dos habitats. Um habitat próspero oferece refúgio para uma próspera comunidade de morcegos. A proteção dos morcegos é garantia de proteção do habitat", explica ele.

O grupo de pesquisa também está estudando com outros grupos a virologia dos morcegos. "De acordo com dados que apareceram nos últimos anos, têm aparecido nos morcegos algumas doenças que afetam sobretudo os seres humanos. Por exemplo, os morcegos são portadores do vírus Ebola Africano", alertaram.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: El Mundo

Extinção dos dinossauros abriu caminho para mamíferos gigantes

Escala compara maiores mamíferos pré-históricos com um elefante e um ser humano. Divulgação


Maior mamífero herbívoro pesava mais de três elefantes juntos e media mais de cinco metros.

Eles só precisavam de um pouco de espaço: uma nova pesquisa mostra que a extinção dos dinossauros abriu caminho para que os mamíferos tivessem uma explosão de tamanho - alguns chegando a ser maiores que vários elefantes juntos.

O maior mamífero terrestre de todos os tempos era uma criatura semelhante ao rinoceronte, mas sem o chifre, que tinha 5,5 metros de altura, pesava cerca de 17 toneladas e pastava nas florestas do quer hoje são Europa e Ásia. Ele faz com que o mais conhecido mamute lanudo pareça um nanico.

Descobrir e rastrear esses titãs pré-históricos é mais do que mera curiosidade: o feito lança nova luz sobre a evolução e a diversificação dos mamíferos, enquanto ocupavam os nichos deixados livres pelos dinossauros.

Passados 25 milhões de anos da extinção dos dinossauros - bem depressa, em termos geológicos - os mamíferos terrestres haviam atingido o tamanho máximo e começavam a estabilizar, escreve uma equipe internacional de cientistas na revista Science.

E embora diferentes espécies tenham atingido o tamanho máximo em diferentes momentos em diferentes continentes, o padrão evolutivo foi bastante similar em escala global.

"A evolução pode acontecer bem depressa quando a ecologia permite", disse a paleoecóloga Felisa Smith, da Universidade do Novo México, que encabeçou o estudo. "Isso realmente se resume à ecologia deixando acontecer".

Que o fim da era dos dinossauros, há 65 milhões de anos, abriu as portas para a era dos mamíferos, e que alguns mamíferos atingiram proporções gigantescas, já era sabido.

Mas o novo estudo é o primeiro mapeamento completo dos titãs de um modo a ajudar na compreensão de como e porquê atingiram proporções descomunais.

"Não tínhamos uma ideia clara de como a história se desenrolou após a extinção dos dinossauros", explica Nick Pyenson, curador do Museu Nacional de História Natural do Instituto Smithsoniano, e que não tomou parte na pesquisa.

Teorias anteriores sugeriam que a diversidade de espécies levou ao aumento de tamanho, mas o novo trabalho não encontrou essa conexão.

"Isso sugere que há uma explicação mais profunda sobre como o grande tamanho corporal evolui em mamíferos", disse ele.

Mamíferos coexistiram com dinossauros, mas eram pequenos, não ultrapassando o tamanho de um pequeno cão. "Nós éramos basicamente os ratos correndo aos pés dos dinossauros", define Felisa Smith.

Para entender como isso mudou, pesquisadores reuniram dados de fósseis sobre o tamanho máximo atingido por todos os principais grupos de mamíferos em cada continente, ao longo da história evolutiva.

O maior foi o Indricotherium de 17 toneladas, seguido de perto por uma criatura semelhante ao elefante, o Deinotherium africano. Os elefantes atuais pesam de 3 a 5 toneladas.

Os herbívoros se agigantaram primeiro, talvez porque tivessem a vantagem de comer a vegetação que os grandes dinossauros herbívoros, uma vez extintos, não comiam mais.

Da mesma forma que acontece hoje com leões e elefantes, os grandes predadores que se seguiram ficaram com cerca de 10% do tamanho dos maiores herbívoros.

Por que o tamanho dos mamíferos primeiro estabilizou e depois diminuiu? Disponibilidade de área e temperatura, diz Felisa.

Noventa por cento do alimento que os mamíferos consomem vai para manter a temperatura interna do corpo, e a quantidade de comida relaciona-se á área total que sustenta a população.

Os maiores mamíferos evoluíram quando um clima mais frio gerava um nível do mar mais baixo, e mais terra disponível.

Além disso, animais maiores têm mais dificuldade em perder calor, um problema com o aquecimento do clima.

Cientistas debatem que foi a mudança climática ou o advento do ser humano o que pôs fim à era dos mamíferos titânicos.


Fonte: Estadão

Argentina: Um suposto OVNI teria caído em Cafayate, mas nada foi encontrado


Na manhã de quarta-feira (24) alguns moradores da área conhecida como Las Mesadas, localizada a dezenas de quilômetros de El Divisadero de Cafayate, perceberam a queda de um objeto voador não identificado (OVNI) nas montanhas.

As forças de segurança e os bombeiros foram mobilizados, e organizaram imediatamente uma patrulha para inspecionar o local.

O chefe de operações da aviação civil na província, Gabriel Muñoz, informou que as 15:00 hs enviaram um avião para investigar a área, e 40 minutos depois tinham um relatório da situação, constatando que as pastagens foram queimadas por causas naturais.

Da cidade surgiram dezenas de versões. Algumas indicam que uma queimada não autorizada, lançou a fumaça que foi vista no centro da localidade.


Tradução: Carlos de Castro

Fonte: El Tribuno

Cientistas analisam tipos de alga que teriam um bilhão de anos

Verigellas (foto) teriam origem em organismos de milhões de anos


Cientistas que estudavam duas espécies de algas que crescem em regiões profundas dos oceanos concluíram que elas podem ter surgido há cerca de um bilhão de anos e seriam verdadeiros “fósseis vivos”.

A descoberta, feita por uma equipe de pesquisadores nos Estados Unidos e da Bélgica, pode transformar as teorias sobre quais plantas seriam as precursoras de todas as plantas verdes existentes hoje.

Os estudiosos recolheram amostras de algas que já eram conhecidas e pertenciam a dois gêneros, Palmophyllum e Verdigellas.

Elas foram encontradas a cerca de 200 metros no fundo do mar e, segundo os estudiosos, possuem pigmentos especiais que permitem aproveitar a luz que chega a essa profundidade para fazer a fotossíntese.

Os cientistas foram os primeiros a analisar o genoma dos dois organismos. E foi esta análise que revelou a impressionante origem dessas algas.

As conclusões da equipe foram publicadas na revista científica Journal of Phycology.


Diferentes


As plantas verdes até hoje foram classificadas em dois grandes grupos, ou clados - grupos de espécies com um ancestral comum.

Um deles inclui todas as plantas terrestres e as algas verdes com estruturas mais complexas, conhecidas como carófitas. O outro clado, o das clorófitas, abrange todas as algas verdes restantes.

A maioria dos estudos feitos anteriormente tentou determinar quais plantas antigas deram origem às carófitas, mas houve poucas pesquisas sobre a origem das outras algas verdes.

O cientista Frederick Zechman, da California State University, em Fresno, e sua equipe coletaram e estudaram amostras de Palmophyllum encontradas na região da Nova Zelândia (Oceano Pacífico), e Verdigellas da região oeste do Atlântico.

Elas são bastante peculiares, porque embora sejam multicelulares, cada uma de suas células não parece interagir com as outras de forma significativa.

Cada célula está acomodada sobre uma base gelatinosa que pode dar origem a formas complexas, como caules.

Os cientistas analisaram o DNA nas células das algas e concluíram que, em vez de pertencer ao clado das clorófitas, as duas espécies pertenceriam, na verdade, a um grupo novo e distinto de plantas verdes, que é incrivelmente antigo.

Os cientistas acham que elas são tão diferentes, que deveriam ser classificadas em uma ordem própria.

"Ao compararmos essas sequências genéticas aos mesmos genes em outras plantas verdes, descobrimos que essas algas verdes estão entre as primeiras plantas verdes divergentes, ou seriam talvez a primeira linhagem divergente de plantas verdes", disse Zechman à BBC.

Se este for o caso, segundo o cientista, essas algas poderiam ter surgido há um bilhão de anos.


Progenitoras das Plantas


Para ele, a descoberta poderia "transformar" nossa visão sobre que planta verde foi o ancestral de todas as que existem hoje.

Até o presente, os cientistas acreditavam que a progenitora das plantas verdes seria uma planta unicelular com uma estrutura em forma de cauda chamada flagelo, que permitia que a planta se movesse na água.

Mas a equipe de Zechman não encontrou flagelos nas algas observadas, o que pode ser uma indicação de que as plantas verdes mais antigas do planeta podem não ter tido flagelos.

Zechman disse que as algas estudadas por sua equipe podem ser qualificadas como "fósseis vivos", embora não se tenha conhecimento da existência de fósseis reais dessas algas.

Sua habilidade de utilizar luz de intensidade baixa permite que cresçam em águas profundas - o que pode ser a chave de sua impressionante longevidade.

Em profundezas como essas, as plantas sofrem menos perturbações provocadas por ondas, variações de temperatura e por predadores herbívoros que poderiam se alimentar delas.


Fonte: BBC

Homem fica onze meses com pedaço de faca dentro do corpo

Trabalhador rural Cloves Magalhães foi atingido por sete golpes de faca (Foto: Reprodução/ TVBA)


Um trabalhador rural passou 11 meses com um pedaço de faca nas costas. E o pior: sem saber que o objeto estava lá. Cloves levou várias facadas durante uma briga.

Ferido, foi atendido no hospital, mas os médicos não teriam percebido que a faca estava no corpo dele. Como ele ficou sentindo dores, procurou o hospital novamente. Foi aí que tudo foi descoberto. Agora ele está bem.

O documento mostra que o paciente foi atendido no Hospital de Traumas de Petrolina. Cloves Magalhães tinha sito atingido por sete golpes de faca.

Os ferimentos foram fechados pelo médico que o atendeu, mas logo depois ele passou a sentir fortes dores nas costas.

O sofrimento durou quase um ano até o trabalhador rural fazer um raio-x no início de novembro e descobrir que tinha um pedaço de faca no corpo dele.

'Eu comecei a trabalhar pegando no pesado e senti nas costas. Fui lá novamente, tirei o raio-x e constou o pedaço de faca em minhas costas', conta o trabalhador rural Cloves Magalhães.

Depois do exame, um outro médico do Hospital de Traumas encaminhou o paciente, que é de Petrolina, para fazer a cirurgia no Hospital Regional de Juazeiro. Na guia, o médico confirma a existência de um corpo estranho no abdômen.

Cloves foi atendido no Hospital Regional de Juazeiro no dia 12 deste mês. Segundo o cirurgião que fez a retirada do objeto, o procedimento foi simples, durou cerca de 15 minutos.

Já as dores que ele estava sentindo eram causadas pelo contato da faca com a coluna e a musculatura das costas.

'Não atingia nenhum órgão vital', explica o cirurgião Fredy Luiz Coelho de Castro.

O local da cirurgia já está cicatrizando. Cloves vai recorrer à Justiça. 'Vou batalhar para correr atrás do prejuízo', afirma.

A direção do Hospital de Traumas de Petrolina disse que só vai falar sobre o assunto depois que analisar o prontuário do paciente e conversar com o médico que atendeu Cloves.


Fonte: BATV

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Chineses de olhos verdes seriam descendentes de romanos


Moradores de uma remota vila no noroeste da China sempre acreditaram serem especiais, já que apresentavam características incomuns para outras pessoas da região, como olhos verdes e cabelos claros.

Agora um teste de DNA indica que eles são dois terços caucasianos e pesquisadores acreditam que eles são descendentes de uma legião romana que se perdeu há cerca de 2 mil anos durante uma guerra. As informações são do site do jornal Daily Mail.

O professor Homer Dubs, de Oxford, já havia sugerido nos anos 50 que os moradores da vila de Liqian poderiam ser descendentes de um grupo de soldados que se perdeu após a derrota do romano Crasso para os partos, na região onde hoje fica o Irã, em 53 a.C..



Os legionários teriam se unido aos hunos, que lutavam contra a China. Documentos oficiais chineses dizem que a vila foi fundada por soldados capturados em uma guerra contra os hunos em 36 a.C.. O resultado dos exames de DNA reforça a teoria de Dubs.



A teoria, contudo, recebe críticas. Yang Gongle, professor da Universidade de Pequim, afirma que a vila foi formada em 104 a.C., quase 50 anos antes do proposto pelo professor de Oxford.

Maurizio Bettini, da Universidade de Siena, na Itália, diz que enquanto não forem encontrados itens que liguem o local a Roma, como armas ou dinheiro romano, objetos comuns a legionários da época, não se pode fazer uma ligação com a legião romana.


Fonte: Terra

Pterossauro voava bem em brisas tropicais e mal com vento forte


Os pterossauros, os primeiros e maiores vertebrados com capacidade de voar conhecidos, se adaptaram muito bem às brisas tropicais, mas caíam em caso de tempestade forte, segundo um estudo britânico publicado na "Biological Letters" da Royal Society na quarta-feira.

Os biólogos especializados na evolução estudam há muito tempo as capacidades aerodinâmicas dessas criaturas gigantes, que viveram na Terra ao mesmo tempo em que os dinossauros durante a era mesozoica (de 220 milhões a 65 milhões de anos)

Alguns cientistas mencionaram inclusive a hipótese de que os pterossauros, entre eles o mais conhecido, o pterodáctilo ("dedo voador" em grego antigo), simplesmente não podiam voar.

Com sua envergadura que podia alcançar os 12 metros e pesando cerca de 200 kg, decolar não devia ser coisa fácil para os pterossauros.



Colin Palmer, engenheiro e paleontólogo da Universidade de Bristol (Reino Unido), demonstrou, no entanto, através de experimentos com vento artificial, que esses animais pré-históricos na realidade se adaptaram muito bem a certos tipos voo.

Com base no estudo de fósseis, Palmer criou modelos de asas de pterossauro com resina e fibra de vidro de carbono.

Depois, inspirando-se em experiências realizadas com pás de hélices e cascos de veleiros, testou a resistência e a aerodinâmica destas asas num túnel de vento, como qualquer engenheiro aeronáutico testando a asa de um avião.

Segundo ele, os pterossauros se adaptaram a um voo tranquilo, transportado pelas correntes cálidas ascendentes, principalmente nas ladeiras de colinas e nas zonas costeiras.

Este voo lento e de geometria variável também lhes permitia pousar suavemente, reduzindo o risco de quebrar os ossos, relativamente frágeis, ao tocar o solo.

"Os ossos dos pterossauros eram ocos e, portanto, muito vulneráveis em caso de choque, porque uma baixa velocidade na aterrissagem era um elemento importante para evitar lesões", indica Colin Palmer.

Suas experiências também mostraram, no entanto, que o menor vento de tempestade certamente precipitava essas criaturas ao solo.

"Em contrapartida, os pterossauros sofriam de uma alta vulnerabilidade a ventos fortes e turbulências, tanto em voo como em terra, como os planadores modernos", resume o pesquisador.


Fonte: Folha.com

Oceanógrafos divulgam foto de ‘lula-verme’ do sudeste asiático




Foto divulgada nesta quinta-feira (25) pela Woods Hole Oceanographic Institution mostra uma ‘lula-verme’ (Teuthidodrilus samae) localizada no Mar de Celebes, entre Indonésia e Filipinas, no sudeste asiático.

A delgada e fantasmagórica criatura tem cerca de 9 centímetros. A lula-verme se desloca com elegância, por meio de finas protuberâncias que funcionam como remos ondulantes. (Foto: Laurence Madin / Woods Hole Oceanographic Institution via AFP)


Fonte: G1

Listra escura que havia "desaparecido" de Júpiter deve voltar


Novas imagens obtidas pela Nasa (agência espacial americana) mostram que uma das faixas de Júpiter, que havia "desaparecido" na última primavera, começa a mostrar sinais de um retorno.

As novas observações vão ajudar os cientistas a compreender melhor a interação entre os ventos de Júpiter e da química das nuvens.


No início deste ano, astrônomos amadores notaram que uma longa listra marrom-escura, conhecida como Cinturão Equatorial Sul, ao sul do equador de Júpiter, virou branco.

Porém, no início de novembro, o astrônomo amador Christopher Go, das Filipinas, viu um ponto extraordinariamente brilhante na área branca do que já foi a linha escura.

O fenômeno despertou o interesse de cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato, da Nasa, na Califórnia.

Após observações de acompanhamento no Havaí, os cientistas agora acreditam que a listra escura está prestes a retornar.

A plataforma da nuvem branca que parecia cobrir a listra é composta de gelo de amônia branco. Quando as nuvens brancas flutuam em uma altitude maior, elas obscurecem o material marrom, que flutua em uma menor altitude.

Essa mudança extrema na aparência do planeta, que acontece de tempos em tempos, só tem sido vista com o Cinturão Equatorial Sul, tornando-o único com Júpiter e todo o sistema solar.


Fonte: UOL


Desvendado um mistério estelar de décadas


Ao descobrir a primeira estrela dupla onde uma Cefeida (estrela variável pulsante de curto período) e outra estrela passam em frente uma da outra, uma equipe internacional de astrônomos do Observatório Europeu do Sul desvendou um mistério de décadas.

O alinhamento raro das órbitas das duas estrelas no sistema estelar duplo permitiu fazer uma medição da massa da Cefeida, que se expande e contrai de forma regular, confirmando uma das duas teorias existentes para o cálculo.


Fonte: UOL

Tailândia possui fóssil de nova espécie de crocodilo com 100 milhões de anos


Khoratosuchus jintasakuli


Uma nova espécie de crocodilo que viveu há cem milhões de anos atrás se encontra na Tailândia.

Segundo o pesquisador Komsorn Lauprasert, da Universidade de Mahasarakham, o animal tinha pernas mais compridas que as dos crocodilos atuais e se alimentava de peixes.

"Eles viviam na terra e podiam correr muito rápido", especula Komsorn, que viu o fóssil do crânio do animal em 2006, durante uma visita ao museu local.

A cabeça com cerca de 15 centímetros foi retirada de um sítio arqueológico da província de Nakhon Rathchasima --também conhecida como Korat --e não havia sido identificada cientificamente.

A nova espécie recebeu o nome de "Khoratosuchus jintasakuli", uma combinação de nomes do local onde foi encontrada e do diretor Pratueng Jintasakul que administra um instituto de pesquisa.

O nordeste tailandês se tornou um local importante para paleontólogos nas últimas décadas por ter inúmeros fósseis da era Mesozoica.

A pesquisa será publicada pela Sociedade Geológica de Londres.


Fonte: Folha.com

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Rastros de um supercroc encontrados na Austrália

Krys, o crocodilo de Normanton, é supostamente um modelo construído no tamanho do maior crocodilo visto na Austrália, morto em 1950 e que teria medido 8.6m / AAP Fonte: AAP


Um pastor diz ter provas de que um crocodilo de 8 metros espreita no Golfo de Queensland.


O pastor Elton Thompson disse que tirou fotos dos rastros do crocodilo no rio Norman em Normanton na quarta-feira passada.

"Eu realmente não vi o crocodilo, mas os rastros que foram deixados para trás'', disse Thompson.

Ele disse que pegou sua fita métrica e a pegada media 25 cm, e algumas marcas de garras tinham 2,5 centímetros de profundidade. Ele mede 1 m entre as duas patas traseiras.




"Nós estamos prevendo um crocodilo com 1.5 m a 2m em toda sua circunferência,''disse. "Há uma possibilidade de que o crocodilo tenha 8 m.''

Normanton é famosa por sua relação com os crocodilos.

A réplica de 8.64 m de um crocodilo, alegadamente morto a tiros na área na década de 1950, encontra-se orgulhosamente na principal rua da cidade.

Thompson disse que a mais recente descoberta é tão grande quanto. "É um croc grande,'' disse.

"Poucas pessoas o viram na água. Estão todos dizendo que é do mesmo tamanho, se não maior. É muito bonito, o maior crocodilo que já vi.''

Os crocodilos são vistos regularmente no condado do Golfo e Thompson disse que os moradores não estão assustados.

"Isso não incomoda ninguém. Existem crocodilos nos rios aqui, por toda parte. Faz parte do condado.''


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Daily Telegraph

Cachorro chihuahua vira policial no Japão


Um cachorro chihuahua passou no teste para se tornar um cão policial em Nara, oeste do Japão.

Momo, que tem sete anos e pesa somente 3 kg, competiu com cães de raças maiores pela vaga na polícia.

Mas o tamanho pequeno pode ser sua grande vantagem no novo trabalho.

O cachorrinho fará parte de um time de busca e resgate em desastres naturais, como terremotos.

Segundo oficiais da polícia, ele será treinado para localizar pessoas em lugares estreitos onde cachorros maiores não conseguem ir. Os cachorros da raça chihuahua estão entre os menores do mundo.

Segundo uma porta-voz da polícia de Nara, é raro vê-los como cães policiais. Momo começará a trabalhar em janeiro.


Fonte: BBC

Rara epidemia de ratos destrói colheitas no sudeste asiático


De acordo com pesquisadores, explosão populacional de roedores está associada à abundância de alimentos, como semente de bambu.


Uma peste de ratos que ocorre uma vez a cada 50 anos está devastando plantações no sudeste da Ásia, provocando fome em muitas regiões.

Pesquisas confirmaram que a explosão da população de roedores é causada pela abundância de alimentos, em particular de uma semente de bambu.

Segundo cientistas, o fenômeno é um exemplo de como a simples relação entre duas espécies – uma vegetal e um pequeno roedor – pode virar toda a ecologia de pernas para o ar e destruir a agricultura.

Os pesquisadores também advertiram que as mudanças climáticas poderão propiciar o surgimento de uma população de ratos ainda maior no futuro, agravando o problema.


Rara ocasião


Florestas da espécie de bambu Melcocanna baccifera cobrem mais de 26 mil quilômetros quadrados no nordeste da Índia, se estendendo até Mianmar e Bangladesh.

Delas, os agricultores extraem material usado na construção, no vestuário e até na alimentação das populações locais.

Em Mianmar, governo paga por cada cauda de rato

A espécie, inestimável para os humanos, aniquilou outras espécies “competidoras” na região e transformou toda a área em uma espécie de “carpete” de florestas.

A questão é que, aproximadamente a cada de 50 anos, o ciclo de vida do bambu chega ao fim e esse carpete morre.

Independentemente das condições ambientais da época, algo no relógio biológico da espécie avisa à planta que é hora de florescer, lançar sementes e morrer.

"Quando as sementes de bambu caem, o que sobra são 80 toneladas de sementes por hectare", explica o ecologista da Universidade de Greenwich, em Londres, Steve Belmain. "Ou seja, são 80 toneladas de alimentos no chão, esperando para serem consumidas."


Belmain diz que a mais recente fase de florescimento das plantas, que começou em 2004 e deve continuar até 2011, é uma oportunidade única de estudar um evento que ocorre geralmente uma vez em cada século.

"Antes disso, tudo o que tínhamos eram os relatos de 50 anos atrás", disse o pesquisador à BBC.

"Eles tinham se tornado lenda, porque muita gente que hoje vive na região nem estava viva na última ocasião. São muitas as histórias fantásticas que dificultam a separação entre realidade e ficção."


Prejuízos


Para os fazendeiros da região, o maior problema é que as de arroz ficam especialmente vulneráveis às pestes durante este período.

Belmain diz que, quando os ratos chegam, muitos agricultores nem se dão ao trabalho de fazer o plantio. Apenas aceitam a realidade.


Fonte: IG

Pesquisa identifica 5 novas espécies de lagartos no Pará

Espécie do grupo Anolis encontrada na Colômbia, Brasil, Equador e Peru. (Foto: Goeldi/ Divulgação)



Estudo elevou ao status de espécie animais antes tidos como subespécies. Pesquisadora avaliou morfologia e cor dos lagartos para concluir o estudo.

A conclusão de um estudo no Pará levou à descoberta de 5 novas espécies de lagartos do grupo Anolis chrysolepis.

A partir da análise da pesquisadora Annelise D'Angiolella, feita em parceria pelo Museus Paraense Emílio Goeldi e pela Universidade Federal do Pará, os animais deixaram de ser considerados como subespécies e foram elevados ao status de espécies.

A pesquisadora avaliou dados moleculares e morfológicos dos animais para chegar à conclusão.

Estudou, por exemplo, a quantidade de escamas, a cor do papo e o tamanho do corpo dos lagartos para determinar as novas espécies.

No total, foram analisadas 359 exemplares de animais, entre répteis e anfíbios, para identificar diferenças e semelhanças na classificação taxonômica.

De acordo com a pesquisadora, a Amazônia é o "berço" desse tipo de lagarto, cujo grupo é reconhecido por ter cabeça curta e papo pequeno ou médio.

Dependendo da espécie, os animais se distribuem na Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela, além do Amazonas, do Mato Grosso, do Acre, do Amapá e do Pará, no Brasil. Fora do bioma amazônico, também podem ocorrer em estados do Nordeste e do Centro-Oeste.


Fonte: Globo.com

Serpentes voadoras encontradas na Ásia



Cinco espécies de serpentes voadoras foram encontradas nas regiões Sudeste e no Sul da Ásia.

Para entender este feito, o biólogo da universidade Virginia Tech, Jake Socha, e um grupo de pesquisadores estudaram recentemente cobras Chrysopelea paradisi e como elas se lançaram de um galho no alto de uma torre de 15 metros de altura.

Quatro câmeras gravaram as cobras, o que permitiu criar e analisar as reconstruções 3-D do corpo dos répteis durante o vôo.

As análises revelaram que, apesar de viajarem até 24 metros da plataforma de lançamento, as serpentes não conseguiram um "estado de equilíbrio de deslizamento".

Em vez de cair no chão, a cobra é empurrada para cima, mesmo que esteja se movendo para baixo porque o componente ascendente da força aerodinâmica é maior que seu peso, mas no fim acaba no chão.

- Hipoteticamente significa que se a serpente continuasse assim, acabaria por se mover para cima no ar, um feito bastante impressionante para uma cobra.

Mas nosso modelo sugere que o efeito é apenas temporário já que a cobra bate no chão para terminar o deslize - diz o pesquisador.


Fonte: O Globo Online

Piscina usada por saqueadores romanos é encontrada em Jerusalém


Ao escavar o terreno onde será construído um novo local para banhos judeus em Jerusalem (Israel), arqueólogos descobriram uma piscina que já pertenceu à legião romana. A mesma legião que saqueou Jerusalém cerca de 1.800 anos atrás.

A descoberta lança uma nova visão sobre a cidade de Aelia Capitolina que os romanos construíram em Jerusalém depois de expulsar os judeus da região e tomar-lhes o poder.


Homem trabalha em sítio arqueológico em Jerusalém, onde foi encontrada piscina usada por soldados de legião romana


O diretor da escavação, Ofer Sion, disse que o local ajuda a provar que Aelia Capitolina era maior do que se pensava anteriormente.

Jerusalém é uma das cidades mais escavadas no mundo devido a sua riqueza histórica, e rotineiramente arqueólogos são enviados para examinar locais próximos a projetos de construções atuais.

Durante a fiscalização que revelou a piscina, na parte antiga de Jerusalém, eles encontraram degraus que levavam a uma ala com mosaicos brancos no chão e centenas de telhas de terracota dispostas no telhado.

As telhas estavam gravadas com o nome da unidade romana -- a Décima Legião-- que construiu o lugar.

Sion acha que a piscina fazia parte de um complexo muito maior, onde milhares de soldados já se banharam.

Depois do achado arqueológico, a administração de Jerusalém disse que vai dar continuidade à construção do banho judaico onde será realizado o mikveh, um ritual de purificação segundo a religião judaica.

Segundo o órgão Autoridade de Antiguidades de Israel, os restos do balneário romano serão incorporados ao projeto atual.


Fonte: Folha.com

Arqueólogos mapeiam túneis históricos de Nottingham em 3D





Uma equipe de arqueólogos da cidade de Nottingham, no centro da Inglaterra, está usando um scanner a laser para produzir imagens tridimensionais de uma famosa rede de túneis da cidade.

Até agora eles documentaram 35 das 140 túneis acessíveis, escavados a partir da Idade Média.

O projeto começou em março de 2010. “Nós registramos um grande número de túneis nesse período, com diferentes idades e usos”, diz o arqueólogo David Walker.

Os cerca de 450 túneis de Nottingham foram explorados de diferentes formas ao longo dos anos, sendo usados como calabouços, depósitos de cerveja, fossas e abrigos antiaéreos.

O mapeamento, que deve durar dois anos e custar 250 mil libras (cerca de R$ 688 mil), está sendo financiado pela Universidade de Nottingham e pelo English Heritage, um órgão público responsável pelo patrimônio histórico inglês.

“Os túneis se revelaram uma parte importante da história de Nottingham por cerca de mil anos”, disse Walker.

A equipe de dois arqueólogos em tempo integral pode escanear um túnel simples em um dia, e as informações levam dois dias para serem processadas. Túneis maiores levam mais tempo.

O trabalho deve ser concluído em 2011. Todas as informações e imagens serão publicadas na internet no endereço www.nottinghamcavessurvey.org.uk.


Fonte: BBC

Jacaré é encontrado na zona oeste do Rio


Jadson Marques/AE


Bombeiros resgataram um jacaré, de aproximadamente 1,5 metro e cerca de 50 Kg, em uma residência na estrada Visconde de Sinimbu, em Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro, no sábado (20). Cansado dos ataques do réptil às suas galinhas, um morador pediu a ajuda do Corpo de Bombeiros para retirar o animal do local.

Fonte: R7
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