segunda-feira, 30 de abril de 2012

Morador da Flórida alega ter visto ET de 2,10 metros de altura



Um morador da Flórida, nos EUA, reportou ter visto um alienígena de 2,10 metros de altura no dia 21 de março de 2012, de acordo com seu testemunho no site da MUFON.


A testemunha disse que estava indo pegar seu filho próximo à escola: “Eu [nome removido] e dois de meus amigos estacionamos perto de uma ponte próxima da Osceola High School e estávamos esperando por outro aluno aparecer“.


A testemunha então relatou algum tipo de descontinuidade dimensional de tempo-espaço: “E uma vez mais, por volta das 11h00, meu amigo [nome removido] e eu notamos que tudo estava estranhamente quieto. Então, as luzes da rua começaram a piscar, mas pensamos que isso era normal. Mas então elas começaram a ficar todas convulsivas“.


As testemunhas então relataram ter visto uma entidade alienígena: “Um ruído então veio da direção da margem do rio e eu dei de cara com um ser que tinha de 2,10m a 2,70m de altura, magro e estava arrastando uma enorme sacola… mas o que me assustou foram seus olhos brancos brilhantes fluorescentes… …Lágrimas ainda vem aos meus olhos quando eu falo a respeito disso”.


Fonte: Ovni Hoje

Testemunhas afirmam ter visto jatos militares perseguindo um OVNI na Costa do Sol, Espanha



Testemunhas, moradores da Costa do Sol na Espanha, se manifestaram para reportar que uma série de jatos militares, sobrevoaram aquela região à baixa altitude, em perseguição a um OVNI no dia 15 de abril de 2012. A mesma situação teria ocorrido apenas três dias antes em Somerset, na Inglaterra.



Os moradores de Benahavis e Estepona — onde os três jatos militares sobrevoaram às 5hoomin no domingo de Páscoa– acreditam que as aeronaves poderiam estar no encalço de uma ‘nave alienígena’.


Apesar das autoridades terem se recusado a comentar sobre o incidente, o jornal The Olive Press foi inundado com chamadas telefônicas e e-mails de moradores preocupados.


Uma leitora britânica, que pediu anonimato, disse ao jornal que “foi assustador. Eles estavam claramente perseguindo uma aeronave de aparência estranha. Eu não posso descrever o que era, mas era longo e fino e tinha luzes piscantes. Definitivamente, não era um avião ou helicóptero. Emitia um som muito estranho e se movia lentamente antes de desaparecer em alta velocidade“.

Sua vizinha, Alison Woods, que é casada com um ex-engenheiro da RAF, disse: “Era um zumbido assustador; nada que eu já tenha testemunhado antes. Já moramos em várias bases da RAF nos Reino Unido e no exterior. Este foi o som mais bizarro, não fácil de explicar“.

Uma outra testemunha revelou que quando relatou os estranhos acontecimentos à polícia, eles agiram de forma “suspeita“.

O incidente ocorreu somente dias após um outro estranho ocorrido em Bath, no Reino Unido, onde os moradores locais viram uma aeronave de formato delgado ser perseguida por jatos militares.




Fonte: Ovni Hoje

Tubarão bocão é encontrado em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, no Rio




Uma espécie de tubarão extremamente rara, de formas e hábitos alimentares incomuns, foi encontrada por pesquisadores da Fiocruz em Arraial do Cabo. 



Conhecido como tubarão-de-boca-grande, ele estava encalhado nas areias da Praia Grande. Descrito pela primeira vez apenas nos anos 80, o animal foi o 43º representante da espécie encontrado no mundo, o terceiro achado no Oceano Atlântico e o segundo no Brasil. 



Curiosamente, apesar do bocão e do tamanho (chega a medir quase seis metros), o Megachasma pelagios não faz o tipo sanguinário: ele só se alimenta de plâncton.



- É realmente um achado fantástico, já que se trata de um animal muito raro, do qual só tivemos conhecimento há poucos anos - afirma Salvatore Siciliano, pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública/Fiocruz e coordenador da equipe responsável pela descoberta.



O tubarão foi encontrado durante um dos monitoramentos regulares de praias feito pelo Projeto Habitats - Heterogeneidade Ambiental da Bacia de Campos, coordenado pelo Centro de Pesquisas (Cenpes) da Petrobras. Ele não apresentava marcas de que pudesse ter sido ferido por alguma embarcação ou ficado preso em redes.



- Acreditamos que ele tenha morrido de causas naturais já que a necropsia que fizemos no local, mostrou que ele estava com o estômago vazio - conta o biólogo Luciano Lima, integrante da equipe que achou o animal.



Cientes da importância da descoberta, os pesquisadores tentaram rebocar a carcaça do animal, mas não conseguiram.
- Tentamos colocar o bicho no carro, mas ele era muito pesado. Mas recolhemos partes, como dentes, nadadeiras e amostras de músculo e tecido - diz Luciano.



O tubarão-de-boca-grande foi encontrado, pela primeira vez, em 1976, por acaso, quando um exemplar ficou preso nas hélices de um navio da marinha americana, no Havaí. 



Ao ser analisado, foi revelado, num estudo publicado em 1983, que se tratava de um tipo totalmente novo: família (Megachasmidae), gênero e espécie eram inéditos.



O animal tem anatomia e hábitos alimen$singulares. Além do bocão (são 50 fileiras de dentes pontiagudos e curvados para trás), esse tubarão possui nadadeira pequena e cauda alongada, o que dá a ele um aspecto desproporcional.



- O que mais chama a atenção é a forma como ele se alimenta - conta Salvatore. - O tubarão baleia, por exemplo, também se alimenta de placton, mas é um filtrador, que abre a boca e vai varrendo a água, aleatoriamente. 



O tubarão-de-boca-grande parece mais uma baleia jubarte: ele vive a 200 metros de profundidade e faz uma migração vertical, à noite, quando localiza o plâncton e vai até ele se alimentar. Sua boca funciona como um coador gigante, já que o plancton fica retido nas suas guelras.



A descoberta vai ser descrita pelos pesquisadores em um estudo, a ser publicado, em breve, na revista "Fish and biology".



- Além disso, estamos em contato com outros pesquisadores para que seja feita o sequenciamento genético do animal, para que possamos compará-lo com os outros achados até agora - diz Luciano.





Governo peruano investiga morte de mais de 500 pelicanos em sua costa





O governo do Peru está investigando a morte de mais de 500 pelicanos ao longo de 70 quilômetros de sua costa norte, entre as cidades de Piura e Lambayeque.



Os animais foram encontrados no final da semana passada, na mesma região peruana onde cerca de setecentos golfinhos apareceram mortos no início do ano.



Uma ONG ambientalista local disse à BBC que suspeita que os animais estejam sendo afetados por uma epidemia viral.



Análises preliminares indicam que os animais morreram nos últimos dias na praia - e não em alto-mar.



Além de golfinhos e pelicanos, foram encontradas ali as carcaças de atobás, leões marinhos e uma tartaruga.



O governo peruano se declarou "profundamente preocupado" com o problema.




Fonte: BBC

Caranguejo gigante vira atração de aquário na Inglaterra



Por pouco, Claude, um caranguejo gigante, não terminou na cozinha de algum restaurante chique na Austrália. 


Mas o seu tamanho acabou chamando a atenção de um aquário da Inglaterra, e o caranguejo da espécie Monstro da Tasmânia foi comprado pra virar a principal atração do local. Com sete quilos e quase 40 centímetros de largura, Claude pode dobrar de peso, quando chegar à fase adulta.


- Eles são criaturas tão impressionantes que nós pensamos que valeu a pena comprá-lo - disse Rob Hicks, biólogo marinho do Parque Sea Life, em Weymouth, na Inglaterra.


Nos primeiros dias em sua nova casa, Claude sentiu a diferença de fuso horário entre a Austrália e a Inglaterra, além do cansaço da viagem de avião. Ele se alimentava pouco, mas agora, segundo os funcionários do Sea Life, Claude está "feliz".


- Levou alguns dias para superar o jet-lag, mas agora ele está se alimentando e feliz - contou o biólogo.




Descobertas 24 novas espécies de lagartos nas Caraíbas

 Tipo de lagarto nativo da Jamaica (Foto: Joseph Burgess, Penn State University)

 Tipo de lagarto nativo de Antigua (Foto: Karl Questel, Penn State University)


Foram descobertas 24 novas espécies de lagartos nas Caraíbas. Há 200 anos que não eram descritas tantas de uma só vez.



As espécies descritas nesta segunda-feira, na revista Zootaxa, pertencem à família Scincidae, uma das que tem mais lagartos, com cerca de 1200 espécies conhecidas. 



Os lagartos desta família terão chegado há 18 milhões de anos às ilhas das Caraíbas, vindos do continente africano, em cima de bocados de vegetação à deriva no oceano, conta Blair Hedges, biólogo da Universidade de Penn State, na Pensilvânia, e coordenador desta equipe.



As novas espécies foram identificadas através do estudo de espécimes de museus, de análises genéticas e da observação atenta dos próprios animais recolhidos na natureza. 


“Agora, um dos grupos mais pequenos de lagartos desta região do planeta tornou-se um dos maiores”, disse Blair Hedges, em comunicado.



Na verdade, todos os anos cerca de 130 espécies de répteis de todo o mundo são acrescentadas à lista de espécies conhecidas, através de dezenas de artigos científicos. 



Mas já desde o início do século XIX que não eram descritas mais de 20 espécies de uma só vez. “Ficámos completamente surpreendidos.”


Estes répteis do Novo Mundo são únicos entre os lagartos, porque produzem uma placenta semelhante à dos humanos, ou seja, um órgão que liga directamente a cria aos tecidos da progenitora que lhe fornece os nutrientes. 



“Existem outros lagartos que também dão à luz, mas apenas uma pequena fracção dos lagartos da família Scincidae produz uma placenta e tem um período de gestação que pode ir até um ano”, acrescentou Blair Hedges. 



Este período gestacional tão longo pode dar uma vantagem competitiva a predadores, uma vez que as fêmeas dos lagartos são, durante esse tempo, mais lentas e mais vulneráveis.


 As 24 espécies só agora foram descobertas, porque já quase tinham desaparecido das ilhas no início do século XX, explica Hedges. “Desde essa altura que as pessoas quase nunca as viam e, por isso, era pouco provável que as estudassem.”


Metade das novas espécies agora identificadas já estará extinta ou à beira da extinção, alertam os investigadores. 



Mais do que o abate das florestas, a principal razão parece ser um pequeno carnívoro predador, da família dos sacarrabos, introduzido nas ilhas em 1872, vindo da Índia, para acabar com a praga que eram os ratos nas plantações de cana-de-açúcar.


Agora, os cientistas esperam utilizar estas informações para definir planos de conservação e estudar melhor as capacidades de adaptação dos lagartos da família Scincidae aos diferentes habitats.





 Fonte: Público

Restos duma criatura misteriosa encontrados nos EUA



Cientistas norte-americanos encontraram nas proximidades da cidade de Cincinnati (Estado de Ohio) uma misteriosa criatura fóssil. Os peritos nem conseguem definir se a criatura era um animal ou uma planta, informa o canal Discovery.



Os restos fósseis compreendem numerosos elementos de forma arredondada que, na opinião dos cientistas, eram partes dum organismo vivo. Reunidos, provam que o monstro misterioso tinha 2,1 m de comprimento e 1 metro de lar gura. 



Ainda não se conseguiu definir a espécie da criatura. Há versões de que era uma alga gigante, uma medusa ou um organismo unicelular.




Hipóteses de existência de vida extraterrestre não passam de suposições



Todas as hipóteses de existência de vida extraterrestre fora do nosso sistema solar baseiam-se somente no otimismo de seus autores, afirma o professor Edwin Turner, astrofísico da Universidade de Princeton. 



“Considerando inicialmente que a possibilidade de existência de vida extraterrestre é alta, os pesquisadores apresentam seus resultados de forma a confirmar sua hipótese,” declara Turner.



O cientista acredita que há muito poucas provas da existência de civilizações extraterrestres e a maioria delas são apenas suposições que em outros planetas recém-descobertos, cujas caraterísticas são semelhantes às da Terra, ocorreram ou estão ocorrendo os processos de origem da vida.




Música ativa região do cérebro ligada ao raciocínio e concentração



A música acompanha a humanidade desde seus primórdios como elemento que envolve e emociona as pessoas.


Nos últimos anos, estudos científicos têm mostrado que a musicalização e o aprendizado de um instrumento também podem ajudar na assimilação de conteúdos trabalhados em disciplinas que exigem raciocínio lógico e concentração. 


A razão disso é a estimulação de regiões do cérebro ativadas especialmente no estudo de matérias como matemática e línguas, que também atuam no processamento e produção de sentido e emoção da música. 


De acordo com Aurilene Guerra, mestre em neuropsicologia e professora de Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a escuta ativa exige o desenvolvimento da capacidade de concentração, além de promover a criatividade por meio da sensibilização do aluno.



"Na última década, houve uma grande expansão nos conhecimentos das bases neurobiológicas do processamento da música, favorecida pelas novas tecnologias de neuroimagem", conta Aurilene. 



Os estudos científicos comprovaram que o cérebro não dispõe de um "centro musical", mas coloca em atividade uma ampla gama de áreas para interpretar as diferentes alturas, timbres, ritmos e realizar a decodificação métrica, melódico-harmônica e modulação do sistema de prazer e recompensa envolvido na experiência musical.



"O processo mental de sequencialização e espacialização envolve altas funções cerebrais, como na resolução de equações matemáticas avançadas, e que também são utilizadas por músicos na performance de tarefas musicais", explica Aurilene.



Aurilene explica que o processamento da música começa com a penetração das vibrações sonoras no ouvido interno, provocando movimentos nas células ciliares que variam de acordo com a frequência das ondas. Os estímulos sonoros seguem pelo nervo auditivo até o lobo temporal, onde se dá a senso-percepção musical: é nesse estágio que são decodificados altura, timbre, contorno e ritmo do som. 



O lobo temporal conecta-se em circuitos de ida e volta com o hipocampo, uma das áreas ligadas à memória, o cerebelo e a amígdala, áreas que integram o chamado cérebro primitivo e são responsáveis pela regulação motora e emocional, e ainda um pequeno núcleo de massa cinzenta, relacionado à sensação de bem-estar gerada por uma boa música. 


 
"Enquanto as áreas temporais do cérebro são aquelas que recebem e processam os sons, algumas áreas específicas do lobo frontal são responsáveis pela decodificação da estrutura e ordem temporal, isto é, do comportamento musical mais planejado", acrescenta Aurilene.



Segundo a professora, estudos científicos apontaram uma correspondência significativa entre a instrução musical nos primeiros anos de vida e o desenvolvimento da inteligência espacial, responsável por estabelecer relações entre itens e que favorece as habilidades matemáticas, necessárias ao fazer musical no processo de divisão de ritmos e contagem de tempo.



Porém, para aproveitar os benefícios da aprendizagem, é necessário que a motivação parta do próprio estudante. Aurilene cita estudos que colocam que as diferenças individuais entre crianças são imensas e não parecem ser reduzidas por meio do treinamento, já que a habilidade musical envolve uma grande predisposição genética. 



Mesmo que nem todos os alunos estejam destinados a se tornar profissionais, o processo de interpretação musical desenvolve em certo nível a coordenação motora, concentração e raciocínio lógico, além de ser uma atividade que proporciona bem-estar, otimizando a fixação de conteúdos. 



"No contexto escolar, a música tem a finalidade de ampliar e facilitar a aprendizagem do aluno", diz Aurilene. "Ela favorece muito o desenvolvimento cognitivo e sensitivo, envolvendo o aluno de tal forma que ele realmente cristalize na memória uma situação."




Os benefícios na prática


O reconhecimento da importância do estudo da música para o desenvolvimento e formação pessoal dos alunos já foi formalizado pelo governo em 2008, com a sanção da Lei nº 11.769. A medida torna obrigatório, mas não exclusivo, o ensino da música na educação básica - o que significa que a atividade pode ser integrada a disciplinas como artes, sem constituir uma matéria específica. 



Isso contribuiu para o veto do artigo que determinava que as aulas fossem ministradas por profissionais da área, alegando-se ainda que muitos músicos em atividade no país não tinham formação especializada para exercer a profissão.



Questões como a concepção de música como conteúdo, em vez de disciplina, e a falta de profissionais capacitados para o ensino da atividade devem entrar na pauta de discussões do Conselho Nacional de Educação (CNE). 



Por fim, a lei estabelecia um limite de três anos letivos para que as instituições de ensino implantassem a atividade na grade curricular.



Com o encerramento do prazo em 2011, ainda não existem dados estatísticos sobre a implantação da atividade nas escolas, mas o Ministério da Educação pretende desenvolver uma pesquisa para levantar experiências que tiveram sucesso e possam ser replicadas. 



Um dos exemplos bem-sucedidos que ampliou suas atividades com o advento da lei é o projeto Música nas Escolas, desenvolvido desde 2003 em Barra Mansa, região sul do Rio de Janeiro. 



A iniciativa atua em escolas da rede municipal desde a educação infantil até o nono ano do ensino fundamental e é mantida por recursos da Secretaria Municipal de Educação, recebendo apoio de empresas privadas como a Light e a Votorantim. 



A ideia surgiu como uma tentativa de reestruturar as atividades de iniciação musical já existentes em colégios e creches do município, cuja oferta era limitada e pouco qualificada. Atualmente, o projeto atende 22 mil jovens e dispõe de uma orquestra sinfônica que já trabalhou com renomados solistas nacionais e estrangeiros.



Vantoil de Souza, coordenador do Música nas Escolas e diretor artístico da orquestra sinfônica conta que o projeto oferece atividades obrigatórias e optativas aos estudantes. 



O trabalho de musicalização realizado em classe por monitores qualificados inclui matérias como percepção musical, desenvolvimento rítmico e prática de canto e canto coral; a partir da 6ª série, as aulas são inseridas na disciplina de Educação Artística.



Como atividade facultativa, está a prática instrumental, cujas aulas são ministradas nas escolas que servem como polos musicais e abrigam os instrumentos que compõem a orquestra. "Embora a lei não determine a prática instrumental, ela é necessária para que o aprendizado teórico se verifique na prática", diz Souza.



O maestro ressalta que a aprendizagem teórica isolada não provoca o desenvolvimento do raciocínio lógico e da sensibilidade atribuída ao estudo da música. 



"Sem a prática, o conhecimento do aluno fica privado de tudo o que é desenvolvido em contato com a acústica, sonoridades e interpretação das obras, além dele não receber a carga emocional que norteia a música enquanto prática", observa Souza. 



No entanto, tanto a lei quanto o projeto não visam a transformar os estudantes em músicos à força, mas oferecer a oportunidade de especialização àqueles que se interessarem pela prática, podendo inclusive facilitar o ingresso em cursos de graduação na área por meio de um convênio com a universidade local. 



"A obrigatoriedade implementada pela lei diz respeito aquele conteúdo que pode ser aproveitado por qualquer aluno, pois a música é parte do cotidiano das pessoas. Não se pode obrigar ninguém a tocar um instrumento, isso já é uma questão vocacional", completa Souza.



O acompanhamento dos alunos participantes do projeto verificou de fato o desenvolvimento do raciocínio lógico e da capacidade de concentração, o que pode atuar como um grande ganho no aprendizado de outras disciplinas. 



Souza acrescenta que houve redução no índice de reprovações, e diz que o sistema de prática instrumental, realizado no turno contrário, também promove indiretamente um benefício social. 



"O aluno passa a ter praticamente educação em período integral. Depois do horário de aula, ele volta para o colégio ou vai para algum dos polos participar de ensaios. Como 87% do nosso atendimento é feito em escolas da periferia, isso o afasta de problemas sociais que ele poderia ser exposto", explica o maestro. 




Fonte: Terra

Cientistas sugerem plano mundial para combater extraterrestres violentos

Assumindo de uma hora para outra as ideias de Hawking sobre os perigos do contato de terceiro grau, a revista Philosophical Transactions da Royal Society, publicou uma matéria na qual insta os governos de todo o mundo a tomar medidas defensivas para enfrentar uma invasão hostil que poderia ser iminente e inclusive a criação de um comité de Unificação Planetária. Subitamente passaram do ceticismo total ao posicionamento da inteligência extraterrestre como ameaça.

Curiosamente, aplica como hipótese do raciocínio, que se forem aplicáveis as mesmas leis da seleção natural e as teorias de Darwin em todos os planetas do Universo, isso implicaria que todos os seres inteligentes são predadores e portanto explorariam ao máximo e devastariam cada um dos planetas que encontrassem a sua frente, e acrescenta, tal e qual nós faríamos se conquistássemos outros planetas...

Difícil acreditar que uma revista conceituada escreva um artigo baseado em teses de manipulação da opinião pública mediante o medo, especialmente quando se trata de generalizações baseadas em julgamentos de valores axiomáticos, para o benefício dos poucos que controlam o poder de fato.

Não quero ser vulgar e nem criar uma teoria conspiranóica, a qual tanto critico, mas ao que parece estão tentando justificar a possível hostilidade de toda inteligência extraterrestre que por ventura chegue à Terra para constituir uma Comissão de assuntos Planetários, no seio da ONU, para perpetuar um sistema baseado na contínua exploração do débil, no engano e no abuso de poder. 

Este é um dos claros exemplos de por que a Ciência e a Consciência não devem andar separadas.



sábado, 28 de abril de 2012

Aranha ignora cadeia alimentar e devora cobra



As cobras, normalmente, estão um degrau acima das aranhas na cadeia alimentar. Mas o aracnídeo registrado pela câmera do surfista australiano Ant Hadleigh complicou as aulas de biologia. O animal tentou devorar uma cobra inteira, de uma vez. Guloso, não?


- Eu achei incrível! A cobra ainda tentou sair das garras da aranha e atacá-la, algumas vezes, mas sem sucesso. Eu apostaria todo meu dinheiro na cobra, com certeza, especialmente porque ela era bem grande - contou Ant.


Segundo o site da cidade de Cairns, na Austrália, o surfista estima que a cobra tivesse 1,5 metro de comprimento. Ele disse que o animal permaneceu vivo por uma hora ou mais, na teia.


- Eu conseguia ver a aranha mastigando a cobra. E tudo o que ela mastigava ficava preto, borbulhando por dentro. Foi muito louco - afirmou ele.


De acordo com Ant, essa não foi a primeira vez que ele presenciou um ataques da aranha assassina. Um dia antes da cobra, o aracnídeo que vive no quintal de um amigo, se atracou com uma vespa. E venceu a batalha, é claro.




OVNI ou farsa? Imagem mostra objeto orbitando próximo ao sol



Fotografia capturada pela sonda espacial SOHO despertou o interesse dos caçadores de extraterrestres.


De acordo com o site Live Science, a sonda espacial SOHO da NASA capturou uma imagem que pôs em alerta a comunidade caçadora de OVNIs. A fotografia em questão mostra um objeto metálico com um braço gigantesco, que se parece a uma nave espacial e está orbitando próximo ao sol.


Embora o avistamento tenha rapidamente se transformado em um dos principais tópicos em blogs e fóruns de discussão sobre o tema, cientistas do Laboratório de Pesquisas Navais dos Estados Unidos (NRL) analisaram as imagens e negaram a possibilidade de que se trate de uma nave alienígena.


Segundo os cientistas, a espaçonave não passa de uma coleção de listras luminosas produzidas por raios cósmicos que passaram rapidamente pelo sensor da câmera no momento em que a imagem estava sendo registrada.


“Eu quero acreditar”

 

De acordo com Nathan Rich, do NRL, conforme um raio cósmico passa pelos sensores da câmera, este deposita uma grande quantidade de sua carga elétrica sobre o pixel atingido por ele e, dependendo o ângulo com o qual o raio incide sobre o sensor, vários pixels acabam afetados, criando imagens como a publicada pela NASA.


A probabilidade de que as câmeras aqui da Terra registrem imagens desse tipo é muito pequena, já que estamos protegidos dos raios cósmicos pela magnetosfera, que impede que esses raios cheguem à superfície do nosso planeta.




Fonte: Tecmundo

OVNIs aparecem nos céus do estado de Illinois – EUA

OVNIs acima das luzes da cidade, em Matteson, Illinois, EUA.



Domingo passado (22/4), possivelmente por quase uma hora quatro OVNIs se mostraram nos céus de Matteson, estado de Illinois, nos EUA.


De acordo com as testemunhas, primeiramente as luzes estavam em uma configuração linear, mas gradualmente mudaram para uma formação triangular.


Aproximadamente 5 minutos do evento foi filmado por dois homens que estavam viajando na direção leste da Lincoln Highway.


A pessoa que filmou diz que as estradas estavam esburacadas, assim o vídeo está tremido.  Ele alega que as luzes apareceram repentinamente e ambos, ele e seu colega, estão certos de que não eram aviões, nem helicópteros, porque apareceram de um segundo para o outro, pairando no mesmo local por muito tempo.  Assim, ele pegou a câmera e começou a filmar.


Matteson fica logo ao sul da cidade de Chicago, cujo aeroporto O’Hare foi palco de um espetacular avistamento de um OVNI que deixou um buraco numa nuvem em novembro de 2006.  Obviamente aquele incidente ainda não foi explicado pelo governo, contudo as testemunhas do evento abrangiam desde funcionários do aeroporto até a tripulação de jatos comerciais.




Fonte: Ovni Hoje

Agentes usam tranquilizante para tirar urso de árvore em universidade


 
 

 
Agentes florestais usaram uma arma com tranquilizante para retirar um urso de árvore.


Cena ocorreu no campus de universidade em Boulder.  Animal foi solto em floresta pelo departamento de vida selvagem.

Agentes florestais usaram uma arma com tranquilizante para retirar um urso que havia subido em uma árvore perto de um dormitório estudantil no campus da Universidade do Colorado, em Boulder, na manhã de quinta-feira, segundo a emissora de TV "ABC".


Após ser atingido pelo tranquilizante, o animal despencou de uma altura de 4,5 metros. Os agentes usaram uma espécie de colchão para aliviar a queda do urso de cerca de 90 quilos.



O animal foi solto depois em uma floresta pelos agentes do departamento de vida selvagem do estado do Colorado.




 Fonte: G1 

Cientistas identificam microorganismos que podem esclarecer vida primitiva



Cientistas da Universidade de Oslo identificaram, em um pequeno lago ao sul da capital da Noruega, um microrganismo pouco comum que, segundo eles, pode dar uma nova percepção de como era a vida na Terra centenas de milhões de anos atrás.


"Descobrimos neste lago um ramo desconhecido da árvore da vida. É único", assegurou na última quinta-feira (26), em um comunicado, o encarregado do Grupo de Investigação sobre a Evolução Microbiana (MERG) da Universidade de Oslo.


"Para nós, nenhum outro grupo de organismos descende de tão perto das raízes da árvore da vida", acrescentou Kamran Shalchian-Tabrizi.


Este microorganismo "se desenvolveu há cerca de um bilhão de anos, com margem de erro de cem milhões de anos", afirmou.


Para o pesquisador, este organismo microscópico "pode servir de telescópio para observar o microcosmo original" e assim conseguir "entender melhor como foi a vida primitiva na Terra".


Este microrganismo foi descoberto há 20 anos por cientistas da Universidade de Oslo que, "naquela ocasião não sabiam quão importante era", afirmou Kamran Shalchian-Tabrizi.




Fonte: UOL

Radiotelescópio gigante procura por matéria escura e até ETs

Prato do GBT possui diâmetro do tamanho de um campo de futebol (Fonte da imagem: NRAO)


Localizado nos Estados Unidos, o equipamento analisa ondas de rádio em busca de pulsares, matéria escura, moléculas perdidas no espaço e até vida extraterrestre.


O Green Bank Telescope (GBT) foi construído no ano de 2000 e fica localizado no National Radio Astronomy Observatory (NRAO), na Virgínia Ocidental, Estados Unidos.


Com proporções que chegam a causar espanto, o GBT é considerado o radiotelescópio mais avançado do mundo e a maior estrutura móvel do planeta.


De acordo com o Gizmodo, o prato do GBT possui medida de 100 por 110 metros, o que é praticamente o comprimento de um campo de futebol, que costuma ter de 90 a 120 metros.


Além disso, ele é composto por 2.004 painéis de alumínio e pesa mais de 8,5 milhões de toneladas, além de possuir 147 metros de altura. Mesmo com esse tamanho todo, ele pode se locomover por trilhos que formam um círculo de 64 metros de diâmetro.


O “monstro” já foi responsável por algumas descobertas intrigantes, como três pulsares que habitam o aglomerado de estrelas M62, o campo magnético em forma de espiral na nuvem molecular de Órion e uma superbolha de hidrogênio na constelação de Ofiúco.


Em operação durante cerca de 6,5 mil horas por ano, o GBT procura por pulsares, átomos e moléculas no espaço profundo. Além disso, cientistas também têm usado esse telescópio como ferramenta no projeto SETI, para encontrar civilizações extraterrestres.


A National Science Foundation também já usou o “grandão” para analisar grandes porções do universo e descobrir como elas se modificaram com o passar do tempo, procurando também por pistas da existência de matéria escura.




Fonte: Tecmundo

Corvos conseguem se lembrar dos velhos amigos, e dos inimigos também

Assim como os seres humanos, os corvos reagem negativamente quando encontram um inimigo


Os corvos têm a capacidade de reconhecer os velhos amigos, relata um novo estudo. Além disso, assim como os seres humanos, eles reagem negativamente quando encontram um inimigo.


Os pássaros vivem em grupos e sem uma parceira até os dez primeiros anos de vida, por isso a capacidade de reconhecer os amigos e os inimigos é muito importante. Liderados por Marcus Bockle, zoólogo da Universidade de Viena, os pesquisadores descreveram no periódico Current Biology um grupo de 12 corvos jovens que foram mantidos juntos por 3 anos, até atingirem a maturidade sexual e acasalarem.


Durante esse tempo, os pesquisadores observaram e registraram as interações entre os pássaros. Alguns eram amigáveis uns com os outros enquanto que outros não.


"Quando o individuo é amigável, ele emprega um som amigável", afirmou Bockle. "Quando não gostam do pássaro, eles tentam prolongar o sinal vocal e o som emitido parece mais grave."


Em seguida, os pássaros foram colocados em pares em locais diferentes, na Áustria e na Alemanha. Três anos depois, Bockle gravou os sons dos pássaros agora separados e fez com que ouvissem os sons uns dos outros. "Após três anos separados, os sons gravados foram o estímulo, e quando eles ouviam um amigo, emitiam sons amigáveis", afirmou.


Curiosamente, as gravações foram feitas apenas seis meses antes de os pássaros as escutarem. Nos anos afastados, os sons emitidos pelos pássaros podem ter se modificado um pouco, afirmou Bockle. "Por isso, eles precisam reconhecer o indivíduo e não um som específico", afirmou.




Fonte: UOL

Bússola cerebral orienta pombos durante voo




Cientistas descobrem que certos neurônios dos pássaros conseguem ler campo magnético da Terra.

O sistema de posicionamento global (GPS) tão utilizado atualmente para guiar pessoas e máquinas não é uma novidade no mundo animal. 


Cientistas descobriram que o voo dos pombos é literalmente guiado por neurônios que leem a direção e intensidade do campo magnético da Terra. Em outras palavras: um GPS cerebral interno.


“Suspeitávamos que esses neurônios responderiam a estímulos magnéticos baseados em um artigo anterior que fizemos. Ficamos surpresos, no entanto, de descobrir que essas células cerebrais são ajustadas para [ler] a direção do campo magnético e que consequentemente podiam dar [aos pombos]
a direção e o ângulo deste campo. 


As células também responderam à intensidade do campo. Esses parâmetros são necessários para fazer os cálculos de posicionamento em uma mapa ‘magnético’ espacial”, explicou ao iG David Dickman, principal autor do artigo publicado na quinta-feira (26) no periódico científico Science.


Dickman e Le-Qing Wu, do Baylor College of Medicine, nos Estados Unidos, chegaram à esta conclusão ao fazer um experimento com sete pombos em laboratório. Nele, usaram um sistema para cancelar o campo magnético da Terra e criar um outro artificial. 


Ao mesmo tempo, mediram as ondas cerebrais deles, identificaram 53 neurônios na região do tronco encefálico que mais responderam ao campo magnético artificial e perceberam que eles foram também os mais sensíveis ao campo magnético natural da Terra.


A escolha de pombos para fazer o estudo não foi por acaso. Em 2001, uma pesquisa feita por Yasuo Harada encontrou partículas de ferro no ouvido interno de pombos, patos e alguns peixes. 


“Fizemos a hipótese de que essas partículas de ferro poderiam ser usadas como receptores magnéticos. Como já estudávamos pombos, decidimos tentar primeiro com eles”, comentou Dickman.

Neurônios semelhantes podem existir em outros pássaros. “Não sabemos ainda, mas muitos pássaros usam o campo magnético para se orientar, para ir para casa e navegar como mostram diversos estudos de comportamento. É razoável presumir que muitos deles tenham neurônios que possuam um senso do campo magnético”, afirmou o cientista.

Foi a primeira vez que se achou esse tipo de célula no sistema nervoso -- células semelhantes já haviam sido descobertas em olhos, ouvidos e bico de algumas aves.

Agora os cientistas querem identificar os receptores das células que enviam os sinais para o cérebro. 




Fonte: IG

Torres de telecomunicações matam 7 milhões de pássaros por ano



Cerca de 7 milhões de pássaros morrem anualmente na América do Norte devido à torres de telecomunicações, sobretudo as mais altas, durante sua migração para América Central e América do Sul, segundo um estudo publicado na quarta-feira. 


Estas aves são vítimas das 84 mil torres instaladas nos Estados Unidos e Canadá, algumas das quais alcançam 600 m de altura, ou seja, duas vezes a altura da Torre Eiffel. 


"Tal tragédia poderia ser evitada", disse Travis Longcore, um ornitólogo da Universidade da Califórnia do Sul, principal autor do estudo publicado na revista americana PLoS ONE (Public Library of Science). Quanto maior a torre, maior a ameaça para os pássaros. 


Os pássaros não morrem por se chocar contra a torre, mas por atingir os numerosos cabos metálicos que rodeiam essas estruturas para mantê-las firmes em seu lugar. 


Em caso de mau tempo, as nuvens obrigam as aves a voar mais baixo, impedindo os animais de contar com elementos de navegação como as estrelas, e deixando como única referência visual os focos vermelhos dessas antenas enormes. 


"Os pássaros não podem se desprender destas lâmpadas vermelhas fixas que têm como referência, o que os obriga a voar em círculos ao redor das torres e acabam atingindo estes cabos", explica Travis Longcore. 


Ele completou que as torres com luzes intermitentes são por esta razão menos perigosas para as aves. Substituir luzes fixas por luzes intermitentes tornaria as torres menos perigosas para as aves.




Fonte: Terra

DNA revela miscigenação entre agricultores e caçadores da Idade da Pedra



Uma análise de DNA de quatro humanos da Idade da Pedra, publicada na última quinta-feira (26), revela como fazendeiros provavelmente migraram para o norte da Europa a partir do Mediterrâneo e acabaram se misturando com caçadores-coletores.



O estudo, realizado por uma equipe sueco-dinamarquesa e publicado na revista científica americana Science, lança luz sobre um capítulo muito discutido da história humana: Como a agricultura se disseminou do Oriente Médio para a Europa?



Os cientistas acreditam que a agricultura tenha se originado no Oriente Médio por volta de 11.000 anos atrás e alcançou a maior parte da Europa continental há cerca de 5.000 anos.


As últimas descobertas sugerem que técnicas de plantio foram introduzidas por populações do sul que viviam na região do Mediterrâneo e levaram seu conhecimento para os caçadores-coletores do norte.


Os cientistas chegaram a esta conclusão após o uso de análise avançada de DNA em quatro restos mortais da Idade da Pedra na Suécia - um fazendeiro e três caçadores-coletores - de cinco mil anos atrás.


Os estudiosos conseguiram diferenciá-los, em parte, pela forma como os restos foram sepultados: o fazendeiro em uma tumba elevada de pedra megalítica e os caçadores coletores, em covas rasas.


"Nós analisamos dados genéticos de duas diferentes culturas, uma de caçadores-coletores e outra de fazendeiros, que coexistiram mais ou menos na mesma época, a menos de 400 km de distância uma da outra", explicou o autor do estudo, Pontus Skoglund.



A imagem divulgada pela Universidade de Uppsala, na Suécia, mostra um esqueleto pertencente a uma jovem com 20 anos datado de 4.700 anos atrás. Uma análise de DNA de quatro humanos da Idade da Pedra revelou como fazendeiros provavelmente migraram para o norte da Europa a partir do Mediterrâneo e acabaram se misturando com caçadores-coletores. O resultado dessa miscigenação é a população europeia moderna, que mostra fortes influências genéticas dos fazendeiros imigrantes da Idade da Pedra, embora alguns genes de caçadores-coletores tenham permanecido Goran Burenhult/AFP





"Após comparar nossos dados com os de populações de humanos modernos da Europa, nós descobrimos que os caçadores-coletores da Idade da Pedra estavam fora da variação genética das populações modernas, porém mais próximos dos indivíduos finlandeses, e que o fazendeiro que analisamos combinava estreitamente com as populações mediterrâneas", acrescentou.



Este dado produz a imagem de uma migração de culturas de fazendeiros que levaram seus plantios e expertise de semeadura e acabaram se misturando aos locais, ensinando-os como cultivar a própria comida.



"O perfil genético do fazendeiro da Idade da Pedra combinava com o de pessoas que atualmente vivem nas adjacências do Mediterrâneo, em Chipre, por exemplo", explicou Skoglund, estudante da Universidade de Uppsala, na Suécia.



"Os resultados sugerem que a agricultura se espalhou pela Europa, em conjunto com uma migração das pessoas", acrescentou Skoglund.



"Se a agricultura tivesse se disseminado exclusivamente como processo cultural, não esperaríamos ver um fazendeiro no norte com tal afinidade genética com as populações do sul", emendou.



O co-autor da pesquisa, Mattias Jakobsson, também da Universidade de Uppsala, disse que os dois grupos "tinham heranças genéticas totalmente diferentes e viveram lado a lado por mais de mil anos até finalmente se miscigenarem".



O resultado é a população europeia moderna, que mostra fortes influências genéticas dos fazendeiros imigrantes da Idade da Pedra, embora alguns genes de caçadores-coletores tenham permanecido, afirmaram os cientistas.



O estudo foi financiado pelo Conselho Nacional Dinamarquês de Pesquisa, pela Academia Real de Ciências Sueca e pelo Conselho de Pesquisas Sueco, assim como por instituições privadas.




Fonte: UOL

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Tribo brasileira é a ‘mais ameaçada do mundo’, diz entidade




O grupo de defesa dos direitos indígenas Survival International afirma que os índios Awá, do Maranhão, formam a tribo mais ameaçada do mundo. Calcula-se que de 60 a 100 de seus cerca de 450 membros nunca tenham tido contato com o mundo exterior.


A Survival diz que a tribo vem perdendo território de todos os lados. Queimadas feitas por madeireiros acabam com seu habitat e o de seus animais. O território Awá está limitado pelas linhas brancas, com as atividades de exploradores claramente visíveis. A entidade espera conseguir pressionar o governo para que este dê mais atenção ao problema dos Awá, classificado pelo juiz José Carlos do Vale Madeira em 2009 como "genocídio".



Os Awá são caçadores/coletores e viajam em grupos grandes de cerca de 30 pessoas. Caçadas podem durar semanas. Mas os grupos são vulneráveis a ataques de pistoleiros contratados por cortadores de madeira e criadores de gado.



Fonte: BBC
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