segunda-feira, 31 de maio de 2010

Americano cria "termômetro" para examinar animal extinto

Tiranossauro no Museu de Chicago


Uma charge do cartunista americano Gary Larson mostra um cientista se aproximando de um dinossauro com um termômetro retal gigante nas mãos.

A legenda: "Um instante mais tarde, o professor Waxman e sua máquina do tempo são obliterados, deixando sem resolução o debate sobre se os dinossauros tinham sangue quente ou frio".

Um grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia apresentou no periódico "PNAS" um método real -e mais seguro- para tentar resolver o debate.

Eles descobriram que é possível inferir a temperatura corporal de uma criatura extinta olhando a composição química de seus dentes.

"Não é como voltar no tempo e enfiar um termômetro no traseiro de um animal, mas é quase", brincou o geoquímico John Eiler, líder do grupo de pesquisa.

Eiler e seus colegas mostraram que os cristais de apatita (um mineral de cálcio) nos ossos e dentes podem guardar essa informação, na forma de uma ligação química entre um tipo de carbono e um tipo de oxigênio pesados.

A ligação entre esses isótopos, como são chamados (o O18 e o C13) é a chave. Quanto mais frio, mais facilmente ela acontece, formando "agregados" moleculares.

Um aluno de Eiler, Robert Eagle, criou um método para contar a proporção de agregados de O18 e o C13 na apatita.


TESTE


O "paleotermômetro", então, foi testado em amostras de dentes de elefantes, rinocerontes, crocodilos e tubarões. Em todos os casos, foi possível inferir com precisão a temperatura corporal (a dos mamíferos, por volta de 37 ºC, e a dos répteis, de "sangue frio", cerca de 26 ºC).

Em seguida, o grupo testou fósseis de mamute, de milhares de anos, e de parentes extintos do rinoceronte e do aligátor, de 12 milhões de anos - para saber se o método poderia ser aplicado também a fósseis. Pode.

O grupo já está analisando fósseis de dinossauro. E quer ir além. Como a apatita existe desde o Pré-Cambriano, eles acham que a técnica pode ser usada para reconstituir a temperatura em que viveram os primeiros animais.


Fonte: Folha.com


Abandonado, cemitério indígena de mais de 700 anos acaba destruído em Manaus

A erosão abriu grandes vossorocas na área do cemitério e praticamente arruinou o sítio arqueológico. (Foto: Dennis Barbosa/ Globo Amazônia)


Sítio foi descoberto por causa de obra para conjunto habitacional. Local possuía mais de 200 vasos funerários, mas erosão levou a maioria.

Um cemitério indígena de mais de 700 anos, no norte de Manaus, no Amazonas, está praticamente destruído após ter sido desenterrado por máquinas durante a construção de um conjunto habitacional.

O sítio arqueológico se encontra no bairro Nova Cidade. Urnas funerárias de cerâmica apareceram durante trabalhos de terraplanagem em 2001, e a área foi interditada.

Na época, cerca de 200 vasos funerários foram mapeados, e 13 deles exumados, segundo informações do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Como a camada superior de terra foi removida do local, a erosão e o acesso de curiosos tratou de destruir a maioria das peças ainda enterradas.

“Entre 2001 e 2004, 140 recipientes foram perdidos pela erosão”, cita Francisco Pugliese, arqueólogo do Iphan.

Proprietária da área e responsável pela obra, a Superintendência Estadual de Habitação (Suhab) do Amazonas informa que o caso está parado na Justiça desde 2004.


Borda de urna funerária indica que o terreno já foi um cemitério indígena. (Foto: Dennis Barbosa/ Globo Amazônia)


A arqueóloga Helena Lima, que explorou o cemitério no contexto do Projeto Amazônia Central, um programa de estudo da região, só não dá o local como totalmente perdido porque ainda poderia servir para que os cientistas estudem os efeitos que a retirada da camada superior de terra pode causar a sítios como este.

“Temos que pensar em como compensar a população de Manaus, trazer informações sobre a história, a cultura”, lamenta. Existe a proposta de criar um centro comunitário no local.

A pesquisadora nota que o sítio é único porque se encontra em terra firme: “É muito relevante porque normalmente os grandes sítios se encontram em lugares adjacentes aos grandes cursos d’água”.

O sítio do bairro Nova Cidade não passou por datação absoluta com a técnica do carbono 14, mas sabe-se que ele existe há mais de 700 anos porque as cerâmicas ali encontradas são de estilo conhecido pelos historiadores como “Paredão”, que corresponde ao período entre os séculos 7 e 13. Ou seja, antes da chegada dos europeus ao Brasil, que se iniciou no século 16.

Abandonado, o cemitério causa preocupação aos moradores das cercanias, mas não por qualquer razão mística ou sobrenatural.

Segundo relatos de vizinhos, o local serve de esconderijo para ladrões que agem no bairro e para usuários de drogas. “Outro dia até morreu um homem aí”, comenta uma moradora.


Fonte: Globo.com

Cientistas desvendam antigo mistério da calota polar marciana

O polo norte de Marte, com o o cânion e os sulcos espirais causados pelo vento. Nasa


Ventos moldam as estruturas que aparecem no gelo, mostram dados de radar.

Imagens de radar de alta resolução revelaram a geologia abaixo da superfície da calota polar norte de Marte permitiram que cientistas desvendassem um mistério de quase 40 anos: a origem dos sulcos espiralados que aparecem no gelo, descobertos em 1972.

As descobertas, baseadas em imagens geradas pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO), são descritas na edição desta semana da revista Nature, em dois artigos.

O grupo responsável pelo estudo de um cânion chamado Chasma Boreale inclui Shane Byrne, da Universidade do Arizona.

"A capa de gelo na região polar norte de Marte tem o tamanho e a espessura da capa de gelo da Groenlândia", disse Byrne, em nota.

Na Terra, as grandes coberturas de glaciais são moldadas principalmente pelo fluxo do gelo. Mas em Marte, outras forças definem a forma da calota polar.


Chasma Boreale é um cânion largo e profundo. Alguns cientistas haviam sugerido que ele poderia ter sido criado quando calor vulcânico do subsolo derreteu o fundo da capa de gelo, desencadeando uma enchente catastrófica. Outros apontaram fortes ventos como os responsáveis por escavar o cânion no gelo.

Outra característica enigmática do polo norte marciano são sulcos que espiralam para fora do centro da calota de gelo.

Diversas hipóteses já foram propostas para explicá-los. Uma elas sugere que, à medida que o planeta gira, o gelo mais perto do polo se desloca mais devagar que o mais distante, fazendo o gelo rachar.

Os novos dados, porém, mostram que tanto Chasma Boreale quanto as espirais foram criados primordialmente pelo vento.

Antes da pesquisa, acreditava-se que a calota polar fosse formada por camadas planas de gelo, mas as imagens de radar mostram uma estrutura complexa, incluindo camadas que mudam de espessura e orientação, e até desaparecem em alguns lugares, o que mostra uma intensa interação com o clima.

"No passado, acreditava-se que o cânion de Chasma Boreale tinha sido aberto pelo derretimento do gelo, com a água escavando o vale, os talvez com os ventos erodindo o gelo de cima para baixo", disse Byrne.

"Neste estudo, descobrimos que o cânion sempre esteve lá, e que a capa de gelo cresceu dos dois lados dele".

Já as espirais surgem quando ventos densos e frios descem do polo norte e são desviados em suas trajetórias pela rotação do planeta.


Fonte: Estadão

'Mulher selvagem' abandona família e retorna à floresta no Camboja


Uma mulher que tinha sido levada para morar com sua família no Camboja depois de passar 18 anos vivendo em uma floresta fugiu de casa e retornou à selva, em um caso que causou grande comoção no país.

Rochom P'ngieng, de 29 anos, desapareceu em 1989, aos oito anos, quando tocava uma manada de búfalos perto de uma floresta virgem na província de Rattanakiri, na fronteira norte do Camboja,

Ela foi descoberta na floresta em 2007 e levada de volta à família, depois de ser identificada através de uma cicatriz.

No entanto, segundo informações do jornal cambojano The Phnom Penh Post, Rochom fugiu na semana passada.

“Ela tirou toda a roupa e fugiu de casa sem dizer nenhuma palavra a nenhum membro da família”, disse seu pai, Sal Lou, ao jornal.


Em casa


Desde que voltou para casa em 2007, Rochom aprendeu algumas palavras nos idiomas khmer e phnang, passou a se vestir normalmente e a ajudar em tarefas domésticas, segundo seu pai.

“Mesmo no dia antes de fugir de casa, ela ajudou a família a colher vegetais para cozinhar”, disse Lou ao jornal.

“Ela deve ter voltado à floresta, porque desde que saiu de casa nós a procuramos por toda parte (...) e não conseguimos encontrá-la.”

O pai pediu ajuda para o governo e de organizações não-governamentais na busca por sua filha.

A polícia disse estar à procura de Rochom.

Quando foi descoberta, em 2007, Rochom estava nua e "andava curvada para a frente como um macaco”, segundo um policial. “Ela era pele e osso."

Ele afirmou ainda que a moça tremia e catava grãos de arroz do chão para se alimentar.


Fonte: BBC


Imagem da sonda Cassini mostra anéis de Saturno entre duas luas

Os anéis aparecem separando as luas em foto tirada em abril deste ano. Nasa

Jano estava a 1,1 milhão de quilômetros da Cassini quando a imagem foi feita.

Os anéis de Saturno aparecem em primeiro plano nesta imagem obtida pela sonda Cassini, da Nasa, que mostra ainda a pequena lua Jano, acima, e a grande lua Reia, a segunda maior do planeta gigante, abaixo.

Jano estava a 1,1 milhão de quilômetros da Cassini quando a imagem foi feita e Reia, a 1,6 milhão. Jano tem 179 quilômetros de diâmetro e Reia, 1.528 quilômetros.

A foto foi tirada em 8 de abril, e em luz visível. A escala é de 7 km por pixel para Jano e 10 km por pixel para Reia.


Fonte: Estadão

Descoberto um túmulo com mais de 3.000 anos no Egito


Arqueólogos egípcios descobriram perto do Cairo um grande túmulo com mais de 3.000 anos e pertencente a um alto dignitário da era faraônica.

O túmulo de Betah Mes, que foi chefe militar, escrita real, chefe do tesouro e administrador dos celeiros reais, pertence à 19ª dinastia, que reinou no Egito entre 1.320 e 1.200 antes de Cristo, especialmente com o lendário Ramsés II.



Este túmulo, de 70 metros de extensão, foi descoberto no sítio da necrópole de Saqqara, sul do Cairo.


Os arqueólogos descobriram baixos-relevos que representam oferendas às divindidades e o falecido e sua família orando ao deus Amon.



A busca prossegue na câmara principal do túmulo, onde os arqueólogos esperam achar a múmia de Mes e talvez de sua mulher.


Fonte: UOL

Na UnB, disco voador e astrologia têm status de ciência

Professor Álvaro Luiz Tronconi


Na pequena sala do professor Álvaro Luiz Tronconi, no prédio principal da Universidade de Brasília, misturam-se livros-texto de suas duas especialidades: física da matéria condensada e percepção extrassensorial.

Doutor em física pela Universidade de Oxford, Reino Unido, Tronconi coordena um grupo de uma dezena de docentes que se reúnem para estudar fenômenos que supostamente existem, mas que estão fora do alcance da ciência "tradicional".

Fundado em 1989, o Núcleo de Estudos de Fenômenos Paranormais da UnB promove pesquisas e cursos em quatro áreas: astrologia, ufologia, conscienciologia (relacionada aos potenciais do cérebro humano) e terapias integrativas (propondo novas abordagens na medicina).

Um curso de percepção extrassensorial, por exemplo, envolvia "acessar o mundo extrafísico". Um exercício ajudava a "ver assombração, acessar algo do passado, olhar algo do futuro".


"PRECONCEITO"


Tronconi diz que o núcleo já passou por vacas magras e gordas, dependendo do reitor. "Na atual administração o pessoal é menos radical", alegra-se o pesquisador.

Ele reclama de preconceito contra a área. Com frequência os comitês da UnB negam dinheiro para seu grupo. "Mas eles negaram sem julgar o mérito.

Sempre falaram que era bobagem, que a UnB não podia permitir aquilo porque ia colocar a universidade em descrédito."

Os órgãos de fomento federais também negam verba, fazendo com que o núcleo procure fundações estrangeiras interessadas na área.

Uma pena, diz. Esses conhecimentos poderiam ser úteis para a sociedade.

"Existe a astrologia médica, por exemplo. Aqui em Brasília você até encontra um ou outro médico que, quando você vai lá fazer o exame, ele pega seus dados e diz qual parte do seu corpo é mais vulnerável, o que pode ajudar no diagnóstico."

Ele diz que sensitivos poderiam também ajudar a polícia. Suas opiniões não deveriam servir como palavra em tribunais, diz, mas eles deveriam fazer parte das equipes de investigações.

"Algumas pessoas dizem que é charlatanismo, que é feitiçaria, que é coisa de quem tem distúrbio mental", diz. Mas, segundo ele, os alunos se interessam profundamente pelo assunto.

Entre as atividades de pesquisa recentes está a busca pela compreensão dos episódios de supostos aparecimentos de extraterrestres na Terra.

Uma outra pesquisa tenta mostrar que sensitivos podem dar diagnósticos precisos da doença de alguém.


PERSISTÊNCIA


O último trabalho de Tronconi envolveu levar seis deles para o hospital da UnB para adivinhar o que os pacientes tinham.

A conclusão foi que os sensitivos não conseguiam acertar mais do que um computador chutando doenças aleatórias.

Isso não é motivo para desistir das pesquisas, porém, diz Tronconi.

"Quando há um grande médium, um paranormal, a gente vê que ele é capaz de realizar certos fenômenos", diz.

"Mas chega uma hora que ele está cansado ou estressado e vai fazer uma demonstração. Então percebe que não vai dar conta e arruma um jeito de fazer usando um truque. Isso pode acabar com toda a reputação dele."

Álvaro Tronconi já era professor de física da UnB quando resolveu deixar o magnetismo de lado para estudar paranormalidades.

A mudança foi causada por uma entidade bem deste mundo: uma vértebra. Ela doía muito, e não havia médico que resolvesse.

Foi quando visitou, "a contragosto", uma feira mística em Brasília, e conheceu "bruxos que diziam fazer curas". Descobriu que técnicas pouco ortodoxas eram capazes de reduzir a sua dor.

Segundo ele, só se convenceu que tudo aquilo funcionava quando, com a ajuda de uma massagista, utilizou técnicas de energização contra o seu problema na vértebra.

A sessão durou "uns 30 ou 40 minutos, com ela descrevendo o que estava vendo. Dizendo que sua mão tinha gelado, que estava vendo um extraterrestre jogando uma luz na minha hérnia. Até que disse que eu estava curado."

Os médicos fizeram uma ressonância magnética e confirmaram que ele, por algum motivo, estava melhor.

Ele, então, se interessou em fazer pesquisa na área.


FOTO DA AURA


"Como explicar quando você pensa em uma tia que não vê há dez anos, sonha com ela, e de repente alguém bate na porta e é ela?"

Fez, então, vários cursos. Participou de um workshop de regressão e de um de terapia vibracional (nível 1 e 2 de método Reiki, "um sistema natural de harmonização e reposição energética que recupera a saúde", segundo um site especializado).

Fez ainda uma oficina de autossuficiência energética, e estudou interpretação de fotos Kirlian, que permitiriam ver a aura humana. Apesar de não ser sua especialidade, estudou também astrologia (só o nível básico).

Agora, além do trabalho como pesquisador, atua também como terapeuta. "Já conduzi 260 regressões a vidas passadas", diz. "É um baita de um processo terapêutico."


Fonte: Folha.com

Sapos se comunicam por vibrações, dizem cientistas



Muitos cientistas estudam como os animais se comunicam entre si usando sinais acústicos e visuais, além da interação física. Mas o efeito das vibrações geralmente é subestimado.

Agora, pesquisadores descobriram que as rãs de olhos vermelhos se comunicam entre si através de vibrações, causadas pela agitação de galhos de plantas.

Quando uma rã macho sente que outro macho pode estar transgredindo seu território, ela começa a se mover de maneira agressiva, contraindo e estendendo seus pequenos membros a cerca de 12 vezes por segundo, o que envia vibrações pela planta até a outra rã. Geralmente, o outro macho envia o mesmo sinal como resposta.

“Eles estão essencialmente fazendo flexões com suas pernas traseiras, mas flexões realmente rápidas”, disse Michael Caldwell, cientista de pós-doutorado no Instituto Smithsonian de Pesquisa Tropical e principal autor do estudo.

O ato é um sinal de agressividade masculina, testemunhado durante a estação de acasalamento das rãs.

Os machos podem também enviar sinais acústicos uns aos outros, ou se envolverem em lutas físicas até que a rã mais fraca deixe o local, segundo Caldwell.

Após observar a agitação, ou tremulação, ele testou sua hipótese nas rãs simulando disputas territoriais, com o uso de uma rã robótica e um sacudidor mecânico.

Outros estudos mostraram que insetos enviam sinais através de plantas e árvores, mas esta foi a primeira demonstração de sinalizações com vibração em plantas em vertebrados.

Ocorrências de macacos balançando galhos para outros, por exemplo, sempre foram interpretadas como uma forma visual de comunicação, explicou Caldwell.

O estudo é um resultado de sua pesquisa doutoral na Universidade de Boston e foi publicado na edição de 20 de maio da “Current Biology”.


Fonte: UOL

Lady Gaga acredita que está sendo perseguida por espíritos


Segundo o tabloide britânico Daily Mirror, a cantora Lady Gaga gastou 3 mil euros (cerca de R$ 6.700) na contratação de caçadores de fantasmas.

Gaga acredita que está sendo perseguida e assombrada por espíritos do mal. Não contente, a cantora comprou kits individuais, que contêm leitores de campo magnético.

Alegando ser perseguida por más energias durante sua turnê em Londres, a cantora exigiu uma busca por espíritos em seu camarim e arredores dos bastidores.


Fonte: Terra

sábado, 29 de maio de 2010

Dinossauros chifrudos também viveram na Europa

Triceratops


Paleontólogos descobriram no oeste da Hungria fósseis de crânio de dinossauros chifrudos, classe que inclui o Triceratops, espécie popular entre as crianças devido à difusão de brinquedos do animal.

Os cientistas encontraram três ossos fossilizados de crânio do grupo que, acreditava-se, havia vivido apenas na Ásia e América do Norte.

A descoberta, publicada na revista "Nature", coloca os animas na Europa. O novo animal, batizados de Ajkaceratops, era pequeno. Tinha apenas um metro de comprimento, contra os 9 metros do Triceratops.

O animal viveu no Cretácio Superior, entre 100 milhões e 65 milhões de anos atrás, quando os dinossauros foram extintos.

Ainda não se sabe como o Ajkaceratops foi parar na Europa. Na época, a Europa era um arquipélago, separado dos outros continentes por um mar chamado oceano de Tethys. Cogita-se que animais do grupo saíram da Ásia e atingiram a Europa cruzando o mar de ilha em ilha.


Fonte: Folha.com

Argentino dado como morto diz ter ficado dias em necrotério


Um homem de 67 anos, morador de uma cidade no norte da Argentina, alega que foi dado como morto e que passou pelo menos dois dias em um necrotério antes de acordar.

O caso de José Omar Suárez ganhou destaque no país e foi parar na edição online do jornal La Nación, um dos maiores do país, e também em um canal de TV local.

Suárez sofre de epilepsia e teria desmaiado na rua quando foi socorrido por populares na cidade de Posadas, na província de Misiones (fronteira com o Brasil).

Atendido pelo Serviço Provincial de Saúde, ele foi considerado morto e levado para o Instituto Médico de Legal de Posadas.

"Devo ter passado dois ou três dias ali (com os mortos)", afirmou Suárez em uma entrevista. Ele também revelou que, ao acordar, se levantou e simplesmente voltou para casa caminhando.

O jornalista Marcelo Jimenez entrevistou Suárez e disse à BBC Brasil que ele teve um novo ataque esta semana e foi socorrido outra vez, na rua.

"O homem sofre de epilepsia e passou mal, e nós estávamos na rua e paramos quando vimos que estava sendo atendido por médicos de emergência. Ele, então, contou que tinha medo que acontecesse de novo o que ocorreu poucos dias antes, quando lhe deram por morto e o levaram para o IML", disse.


Fonte: BBC

Descoberta mensagem secreta de Michelangelo na capela Sistina



Pesquisadores da Universidade de Medicina John Hopkins, nos Estados Unidos, afirmam ter descoberto desenhos secretos de uma parte do cérebro, da medula e dos nervos óticos nas pinturas da capela Sistina, no Vaticano.

Segundo os pesquisadores, Michelangelo escondeu os desenhos em uma das representações de Deus enquanto pintava a capela entre 1508 e 1512. As informações são da Scientific American.


De acordo com os pesquisadores, Michelangelo além de pintor, escultor e arquiteto era também um anatomista - um segredo que ele ocultou destruindo a maior parte dos seus esquemas e notas.

Contudo, 500 anos depois, os cientistas descobriram ilustrações anatômicas escondidas nas pinturas da capela, um segredo que não foi percebido pelo papa Júlio II, nem diversos religiosos, historiadores e admiradores.

Não é a primeira vez que são encontrados desenhos secretos na famosa capela. Em 1990, o físico Frank Meshberger publicou um artigo no qual descrevia que a cena "Deus cria Adão", no painel central, continha a perfeita ilustração de um cérebro humano.

Na época, ele sugeriu que Michelangelo afirmava que Deus dotava Adão não apenas com vida, mas também com a suprema inteligência humana.






Contudo, agora os pesquisadores Ian Suk e Rafael Tamargo, da John Hopkins, encontraram no painel "Separação da luz da escuridão" desenhos precisos da medula humana, do pedúnculo cerebral e de nervos óticos.

Segundo a reportagem, críticos de arte sempre se perguntaram o motivo de a iluminação do pescoço de Deus neste painel ser diferente das demais pinturas.

Segundo os pesquisadores, não foi um engano do pintor, e sim uma mensagem escondida. Os dois afirmam que as linhas do pescoço traçam precisamente um cérebro humano visto por baixo.

Na roupa do dorso de Deus vista na imagem, os cientistas reconheceram a medula humana, que ascende ao pedúnculo cerebral.

Na cintura, a roupa se dobra de maneira estranha. Segundo os pesquisadores, ali podem ser vistos dois nervos óticos de dois olhos, exatamente como Leonardo Da Vinci registrou em um ilustração de 1487. Os dois artistas eram contemporâneos e familiares do trabalho um do outro.


Fonte: Terra

Criaturas das profundezas do mar são destaque em mostra em Londres

Uma exposição em Londres mostra as criaturas das profundezas dos oceanos. O peixe-víbora é uma das espécies que se adaptaram à vida a até 11 mil metros de profundidade (Copyright: Senckenberg Frankfurt)


Uma exposição aberta nesta sexta-feira pelo Museu de História Natural de Londres mostra ao público as pouco conhecidas criaturas das profundezas dos oceanos, que vivem em um ambiente menos explorado pelo homem do que a superfície da Lua.


Entre as adaptações de criaturas como o tamboril (nome vulgar dos peixes lophiiformes) estão a capacidade de produzir a própria luz ou mesmo a aparente invisibilidade. (Copyright: Senckenberg Frankfurt)


O tamboril vive nas profundezas dos oceanos, em ambientes menos explorados pelo homem do que a superfície da Lua. (Copyright: Senckenberg Frankfurt)


O peixe-ogro (Anoplogaster cornuta) vive em profundidades de 500 metros a 5 mil metros e atinge no máximo 15 centímetros de comprimento. (Copyright: Senckenberg Frankfurt)



O caranguejo-aranha gigante (Macrocheira kaempferi) é considerado o maior artrópode conhecido, chegando a atingir um tamanho, com as patas esticadas, de quatro metros e 20 kg. (Copyright: Creative Commons)



O peixe-glutão é conhecido por sua capacidade de engolir animais maiores do que ele, desencaixando a mandíbula. (Copyright: Getty Images)



A maquete de baleia cachalote de 7 metros é uma das atrações da exposição; restos do animal podem alimentar seres das profundezas por até 50 anos. (Copyright: Getty Images)

As criaturas bizarras da exposição The Deep se adaptaram à vida a até 11 mil metros de profundidade, na escuridão, com temperaturas abaixo de zero e com uma pressão até mil vezes superior à pressão atmosférica.

Acredita-se que, apesar de todas essas dificuldades, a biodiversidade existente no fundo dos oceanos possa ser tão rica quanto a existente nas florestas tropicais ou nos recifes de coral.

Para viver nas profundezas, algumas das criaturas mostradas na exposição desenvolveram habilidades incomuns - como a de produzir a própria luz ou mesmo aparentar invisibilidade.

Um dos destaques da exposição são uma carcaça e uma maquete de uma baleia cachalote. Os restos de uma baleia morta no fundo do oceano podem servir para alimentar outras criaturas por até 50 anos.

A exposição The Deep, que fica em cartaz até setembro em Londres, faz parte das comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade e tem a intenção de destacar as ameaças à sobrevivência das criaturas do fundo do mar e a necessidade de preservá-las.


Fonte: BBC

Com chifre de 1,2 m, novo dinossauro não temia nem tiranossauro

Coahuilaceratops magnacuerna


Uma nova espécie descoberta por paleontólogos de universidades dos Estados Unidos, México e Canadá tinha os maiores chifres entre os dinossauros.

Segundo os cientistas, os chifres do Coahuilaceratops magnacuerna, que viveu há cerca de 72 milhões de anos, chegavam a 1,2 m.

Os pesquisadores afirmam ainda que o animal era um gigante de 6,7 m de comprimento e entre 1,8 m e 2,1 m de altura nos ombros e na bacia.

"Coahuilaceratops adultos não tinham medo dos grandes predadores tiranossauros", diz Andrew Farke, que participou da pesquisa.

Apesar do tamanho, os pesquisadores não têm certeza de qual era a função dos chifres. Contudo, eles acreditam que o principal propósito era reprodutivo, para atrair fêmeas e também para brigas com rivais da mesma espécie.

O fóssil do animal foi encontrado no Estado mexicano de Coahuila (referido no nome da espécie). "Nós sabemos muito pouco sobre os dinossauros do México e esse achado aumenta imensuravelmente nosso conhecimento sobre os dinossauros que viveram no país durante o Cretáceo tardio", diz Mark Loewen, da Universidade de Utah, que liderou a pesquisa.

A universidade explica que parte da América do Norte, durante o período do Cretáceo tardio (de 97 milhões a 65 milhões atrás), teve um aumento do nível dos oceanos, o que resultou em um mar quente e raso que se estendia do Golfo do México até o oceano Ártico, dividindo em duas partes a região.

Este dinossauro vivia em uma península conhecida como Laramidia, que era espremida entre as montanhas no oeste e o mar no leste. A América Central ainda não havia sido formada.

Baseados no desenvolvimento do crânio e do esqueleto encontrados, os cientistas acreditam que o espécime era um adulto e estava velho.

O fóssil de um animal jovem da mesma espécie também foi encontrado no local. Segundo os pesquisadores, o comprimento e a altura indicam que ele era um dos maiores herbívoros do ecossistema da época.


Fonte: Terra

Cientistas questionam posição de 'Ardi' na evolução humana


Debate reavalia interpretação de fóssil que foi a 'descoberta do ano' de 2009.

No ano passado, um esqueleto fossilizado chamado "Ardi" abalou o campo da evolução humana. Agora, alguns cientistas levantam dúvidas sobre o que essa criatura da Etiópia realmente era, e em que tipo de paisagem vivia.

Novas críticas questionam se Ardi realmente pertence ao ramo humano da árvore evolutiva, e se ele realmente vivia em florestas.

A segunda questão tem implicações para as teorias sobre o tipo de ambiente que desencadeou a evolução humana.

O novo trabalho aparece na revista Science, que em 2009 declarou a apresentação original do fóssil de 4,4 milhões de anos a principal descoberta do ano.

Ardi, abreviação de Ardipithecus ramidus, é um milhão de anos mais velho que o fóssil Lucy. Ano passado, foi saudado como uma janela para os primórdios da evolução humana.

Pesquisadores tinham concluído que Ardi andava ereto e não sobre os nós dos dedos das mãos, como os chimpanzés, e que vivia em florestas, não em campos gramados.

Ela não se parece muito com os chimpanzés atuais, nossos parentes mais próximos ainda vivos, embora estivesse ainda mais perto que Lucy do ancestral comum entre humanos e chimpanzés.

Esses questionamentos são comuns; grandes descobertas científicas costumam ser saudadas dessa maneira. Até que mais cientistas possam estudar o fóssil, um amplo consenso sobre seu papel na evolução humana pode continuar indefinido.

A descoberta em 2003 dos pequenos "hobbits" na Indonésia, por exemplo, desencadeou um longo debate sobre eles seriam uma espéci à parte da humanidade ou não.

Tim White, um dos cientistas que descreveram Ardi no ano passado, disse que não se surpreende com o debate atual. "Era totalmente esperado", disse ele. "Sempre que se tem algo tão diferente quanto Ardi, provavelmente haverá isso".


Esteban Sarmiento, da Fundação de Evolução Humana, escreve na nova análise que não está convencido de que Ardi pertence ao ramo da árvore da vida que conduz à espécie humana.

Em vez disso, argumenta, ele pode ter vindo mais cedo, antes que o ramo humano se separasse dos ancestrais de gorilas e chimpanzés.

As características anatômicas específicas de dentes, o crânio e outras partes citadas pelos descobridores simplesmente não são indício suficiente de participação no ramo humano, diz ele.

Algumas, como certas peculiaridades do pulso e da conexão da mandíbula indicam que Ardi surgiu antes que os humanos se separassem dos macacos africanos.

Em uma réplica por escrito na Science e em entrevista, White discorda de Sarmiento. "A evidência é muito clara de que no Ardipithecus há características encontradas apenas nos hominídeos posteriores e em humanos", disse ele.

Se Ardi ainda fosse um ancestral dos chimpanzés, várias características teriam tido de" evoluir de volta" para uma forma mais simiesca, o que White considera "altamente improvável".


Outros especialistas, no entanto, disseram em entrevistas que acham que é muito cedo para dizer onde Ardi se encaixa.

Will Harcourt-Smith, do Museu Americano de História Natural e do Lehman College, disse que não poderia afirmar se Sarmiento está certo ou errado. "Estamos no início" da análise de Ardi, disse ele.

"Até que haja uma descrição mais completa do esqueleto, é preciso ser cauteloso ao interpretar a análise inicial de um jeito ou de outro". Mas ele disse discordar da avaliação de que Ardi seria velho demais para fazer parte do ramo humano.


Fonte: Estadão

Tubarão baleia ressurge nas Filipinas graças a programas


O tubarão baleia, um pacífico e gigantesco animal em perigo de extinção, está ressurgindo nas Filipinas graças a projetos que conscientizam a população sobre a necessidade de conservação das espécies marinhas.

Depois do sucesso dos programas de recuperação na região oriental de Bicol, vários exemplares desta espécie foram avistados mais ao sul, concretamente na ilha de Bantayan no Mar de Visayas, uma das áreas com maior concentração de espécies marinhas do mundo.

"Alguns pescadores viram recentemente tubarões baleia próximos a Bantayan. Estamos documentando estes relatos", afirma Bonar Laureto, diretor da organização ambientalista local Batis Kalikasan.

O animal, acostumado a viver sem inimigos devido a seu tamanho, é tão dócil que com frequência termina transformado em sopa e servido como um manjar de luxo nos restaurantes de Hong Kong e Taiwan, embora sua pesca seja proibida nas Filipinas.

Os programas de recuperação reduziram as capturas ilegais e agora se concentram na regeneração do ecossistema para que os populares "butandings", como são conhecidos pelos moradores da região, possam ressurgir nas águas do arquipélago.

A Batis Kalisan, com o apoio da empresa mexicana Cemex, que adotou o tubarão em 2007, iniciou uma Escola Móvel dos Mares para conscientizar os pescadores da necessidade de conservar o mar, entre outros motivos porque é seu meio de vida.

"Começamos o programa há três anos e os bons resultados nos encorajam a seguir com ações deste tipo", explica o diretor da Fundação Cemex, Darwin Morato.

Os "professores" desta escola começaram a percorrer as ilhas próximas a Bantayan em um navio que foi confiscado pelo Governo de madeireiros ilegais.

Eles tratam de persuadir os pescadores a deixarem os peixes mais jovens livres e a não empregarem métodos destrutivos como a dinamite.

"Alguns utilizam jaulas iluminadas para atrair peixes à noite, mas desse modo pescam os grandes e os pequenos. Devemos os ensinar que o mar é seu modo de vida e que se o destroem se prejudicam também", explica Antonio Oposa, fundador da Batas Kalisan.

Este advogado de renome internacional em assuntos do meio ambiente transformou a luta pela regeneração do Mar de Visayas em uma cruzada pessoal.

Desde 2002, conseguiu eliminar quase totalmente a pesca com explosivos nas comunidades próximas a Bantayan, onde instalou a Escola dos Mares, e reconverteu os pescadores ilegais em uma espécie de guarda-costeira.

Entre 1945 e 2007, o uso generalizado de dinamite para pescar na área provocou a perda de entre 30% e 50% dos recifes, incluindo valiosas espécies de coral que estão à beira da extinção.

"Há 500 tipos de corais no mundo, e 488 estão nas Filipinas. A metade deles só é encontrada em Bantayan. Nos dois hectares em frente a esta ilha temos mais espécies de corais que em todo o Mar do Caribe, portanto devemos salvá-los", afirma Oposa.

Um desses corais endêmicos das Filipinas é o coral azul, que corre sério risco de desaparecer para sempre e que a Batas Kalisan começou a replantar nos fundos marítimos dos arredores, protegendo-o dos predadores com uma rede.

Oposa está convencido de que esta regeneração ecológica, com a recuperação do tubarão baleia como elemento mais visível, permitirá o desenvolvimento econômico da área através do turismo.

"É um paradoxo que as comunidades mais pobres das Filipinas estejam no litoral, junto às águas mais ricas do planeta. Temos que mudar isto", afirma.


Fonte: Terra

Um leão está solto no Texas?



Em Marshall, no Texas, moradores juram que viram um leão africano andando pelas ruas na quinta-feira. Muitos se assustaram, e a polícia foi obrigada a tomar medidas incomuns nesse caso.


Passageiros que esperavam o trem das 8 horas em Marshall dizem que vislumbraram algo inacreditável passeando na grama perto do museu do depósito.
"Nós viemos trabalhar e havia policiais e pessoas que se deslocavam", disse Shawn Hagerty. "Um dos passageiros do trem viu um leão."

"Um cavalheiro disse que trabalhava aqui no depósito e que havia um leão no quintal lá fora", disse Hal Emmons, diretor do museu do depósito.

A testemunha foi categórica, dizendo que tinha certeza de que era um leão. "Ele disse que sabia a diferença entre um leão da montanha e um leão africano e disse que este era um leão africano", disse Emmons.


A área em que o animal foi visto, ao fundo o museu


A polícia e o controle animal ocuparam a área - alguns até carregando rifles de alta potência. Os moradores de Oh-Connors foram avisados para ficar em casa.

"Eles nos disseram para ficar longe do prédio e ficar em casa porque esta possível ameaça realmente existe", disse Hagerty.
"Enquanto houver uma possibilidade remota de algo, ela precisa ser verificada."

"Uma grande confusão foi criada por isso", disse Emmons.
"Muita gente veio ver o leão ou quem viu." Uma testemunha relatou que esse animal tinha uma cor castanho avermelhada, e os leões africanos têm uma cor de areia que os torna praticamente invisíveis na grama marrom alta.

Após várias horas de busca, não havia sinal do
grande felino, mas uma lenda urbana já começou. "Temos que conseguir um leão empalhado e andar com ele por aí", disse Emmons.

Especialistas da vida selvagem dizem que provavelmente era um gato selvagem grande ou até mesmo um puma, e que se ele realmente estava lá, é uma aposta certa que vai aparecer novamente.

A polícia de Marshall confirmou que houve várias aparições de um grande felino.
Mas, até agora, ninguém relatou o desaparecimento de um leão africano.


Tradução: Carlos de Castro



Fonte: KLTV

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Vizinhos filmam crocodilo que invadiu casa na Geórgia, EUA





Animal de 2 metros de comprimento tentou entrar na piscina de uma residência e causou alvoroço em um condomínio da Geórgia.


Fonte: Terra

Tubarões atacam mais nos domingos de agosto e com lua nova



O maior número de ataques de tubarões ocorre em águas pouco profundas, durante a lua nova, em agosto e especialmente aos domingos, indica uma pesquisa de especialistas em comportamento destes temidos animais divulgada nesta quinta-feira pela Universidade da Flórida (UF).

Jovens surfistas, com trajes de banho brancos e pretos, são mais propensos a serem atacados ou mordidos por tubarões, informou o estudo baseado em dados de observações e estatísticas dos últimos 50 anos em praias do condado de Volusia (Flórida), considerada a "capital mundial dos ataques de tubarão".

"Humanos, tubarões e fatores ambientais combinam-se no condado de Volusia de tal forma que criam uma 'combinação perfeita', com condições muito favoráveis para estes ataques", disse George Burgess, diretor do Arquivo Internacional de Ataques de Tubarão, da UF.

O centro dos incidentes fica na praia da enseada de Ponce, entre Daytona Beach e New Smyrna Beach, no centro da Flórida, segundo o estudo. Entre 1996 e 2008, um em cada cinco incidentes com tubarão no mundo ocorreu nesta região.

Os investigadores observaram durante um ano as ocorrências nestas costas de areias brancas, onde as grandes ondas propiciam excelentes condições para o surfe, mas também para tubarões e outros predadores que se concentram ali atraídos pelo alimento que encontram nas águas revoltas da arrebentação.

Os cientistas analisaram "basicamente: por que, onde e quando se produzem os ataques", em uma área que tradicionalmente existe maior interação humanos-tubarões como nenhuma outra no mundo, indicou a análise.

"A maior quantidade de ataques ocorre em dias de lua nova, mas também durante o período de lua cheia.

Os extremos das fases lunares têm forte incidência nas marés, e, além disso, influem nos movimentos e padrões reprodutivos dos peixes, que são fonte de alimento para os tubarões", destacou Burguess.

O mês de agosto representa o pico de incidentes com os animais, pela grande quantidade de gente que há nas águas do hemisfério norte, especialmente aos domingos.

Braçadas e pernadas de surfistas ou nadadores provocam os tubarões que, entre as águas agitadas, se lançam sobre os membros acreditando serem uma presa, afirmaram os especialistas.

No último mês de fevereiro, um homem de 38 anos que praticava kitesurf morreu atacado por um grupo de tubarões no centro da Flórida, espalhando o pânico entre banhistas da área enquanto os especialistas tentavam acalmar a todos.

Embora a crença predominante de que a maioria dos ataques de tubarões nas águas da Flórida seja mortal, 90% deles só resultam em ferimentos leves, segundo o Arquivo Internacional da UF.

As feridas são, em boa parte dos casos, não muito maiores do que uma forte mordida de cão e não geram consequências graves e muito menos fatais, por não se tratar de tubarões grandes - eles alcançam uns 2 m de largura.

"Não é o tipo de ferida que pode deixar um tubarão branco, de entre 3 a 6 m, como os que existem na Califórnia", disse Burguess.

Nas praias do condado de Volusia, especialmente na área de New Smyrna Beach (400 km ao norte de Miami), foi registrado em 2008 um recorde com um total de 23 ataques desses temidos peixes.


Fonte: Terra

Avião experimental bate recorde de voo hipersônico nos EUA

O X-51A aparece preso á asa do B-52 da onde foi lançado no teste. Divulgação/USAF

O recorde anterior de um motor scramjet hipersônico era de 12 segundos.

Um avião experimental bateu o recorde de voo hipersônico, mantendo-se por mais de três minutos em Mach 6, ou seis vezes a velocidade do som.

O X-51A Waverider foi lançado de um avião B-52 na costa da Califórnia na manhã de quarta-feira, 26, informa a Força Aérea dos EUA em seu website.




Seu motor "scramjet" acelerou o veículo a Mach 6 e o manteve em voo autônomo por 200 segundos, antes de perder aceleração.

O recorde anterior de um motor scramjet hipersônico era de 12 segundos, de acordo com os militares americanos.

Nesse tipo de motor, o oxigênio necessário para sustentar a combustão no foguete é retirado do ar que passa por dentro do veículo, durante o voo a velocidades supersônicas.




"Estamos extasiados por termos conseguido tanto durante a primeira missão hipersônica", disse Charles Brink, gerente do programa X-51A.

"Nós consideramos este salto tecnológico equivalente ao dado depois da 2ª Guerra Mundial, das hélices para os jatos".

O diretor de hipersônicos da Boeing, Joe Vogel, disse que o recorde "lança a fundação de diversas aplicações, incluindo acesso ao espaço, reconhecimento, ataque, alcance global e transporte comercial".


Fonte: Estadão

Coliseu abrirá corredores subterrâneos fechados por 15 séculos


Um dos principais marcos turísticos da Itália, o Coliseu, vai abrir seus corredores subterrâneos para o público pela primeira vez.



A rede de celas e túneis abrigava na Antiguidade, animais, gladiadores, escravos e pessoas que eram jogadas aos leões e tigres para entretenimento do público, que chegava a 50 mil pessoas.

Milhões de turistas visitam o Coliseu todos os anos, mas as áreas subterrâneas eram consideradas muito frágeis e por isso estavam fechadas.

O custo do projeto foi de US$ 28 milhões e agora o minucioso trabalho de proteger as frágeis estruturas está quase no fim.

O Coliseu, um dos símbolos do Império Romano, deixou de ser utilizado como espaço para entretenimento no século 6.


Fonte: BBC

Moluscos são mais antigos do que se pensava, diz estudo


Os ancestrais de lulas e polvos modernos podem ter vivido há 500 milhões de anos, segundo um novo estudo publicado na revista "Nature".

A descoberta é baseada em um fóssil conhecido desde 1976, mas não classificado. O fóssil possui características ambíguas; para muitos cientistas, tratava-se de um ancestral da família dos camarões e lagostas.

Agora pesquisadores canadenses conseguiram classificar o animal, conhecido como Nectocaris pteryx, como sendo um molusco, grupo que inclui lulas e polvos.



O fóssil indica que o animal possuia dois tentáculos, olhos bem desenvolvidos com lentes internas e um nariz em forma de funil para propulsão, o que o coloca mais próximo do grupo dos moluscos.

A nova classificação foi possível por meio da comparação entre o fóssil original e 91 novos fósseis encontrados no depósito Burgess Shale, em uma montanha no Parque Nacional Yoho, no oeste do Canadá.

Burgess Shale é um dos mais famosos depósitos de fósseis do mundo. Os fósseis foram analisados pelo estudante de doutorado Martin Smith, primeiro autor do estudo.

A descoberta indica que os ancestrais de lulas e polvos são 30 milhões de anos mais antigos do que anteriormente estimado e sugere que, nesse curto espaço de tempo, houve uma rápida evolução no grupo dos moluscos.

Esse tipo de estudo é importante porque ajuda a entender como os grupos de animais modernos evoluíram e como a biodiversidade se originou no passado.


Fonte: Folha.com

Gloucestershire: Estudante é seguida por pantera


Kim Howells disse que estava comemorando seu aniversário com sua prima Sophie Gwynne, oito anos, quando viu o animal deitado sob uma árvore.

Ela afirma ter visto a criatura, que descreveu como preta e do tamanho de um cachorro Braco Dinamarquês com patas e olhos grandes, e uma cauda longa, na Floresta de Dean, Gloucestershire, as 20 horas de segunda-feira.

Ela teria se levantado e seguido a dupla por uma área arborizada antes de desaparecer.


Kim Howells, esquerda, disse que estava celebrando o aniversário com a prima Sophie Gwynne, direita, quando viram o animal deitado sob uma árvore.


Ela disse:''Eu vi algo pelo canto do olho e no começo eu pensei que era um tronco ou algo assim".

''Continuamos andando, mas depois olhei para trás e ela estava sentada olhando para mim".

''Sophie perguntou o que era e, em seguida, nós olhamos para trás e ela estava a uns cinco metros de distância, nos seguindo. ''Eu não sabia o que fazer, então atravessamos os arbustos e começamos a correr.''

Sua mãe, Cathy, disse:''Elas estavam realmente assustadas, seus pés estavam cortados e Sophie estava em lágrimas.

''Kim é uma menina muito sensível e se isso é o que ela diz que viu, é o que viu.''

Cathy mais tarde mostrou a Kim a foto de uma pantera na internet, e ela confirmou que era o que tinha visto.

A observação não é a primeira na área. Em junho de 2007, o leiteiro Robert Brinton relatou ter visto um gato grande na linha férrea.

No começo daquele ano, o bombeiro Peter Bishop disse que viu um em Cinderford e um motorista de caminhão de Lydney também afirmou ter visto um em Valley Road.


Tradução: Carlos de Castro


Fonte: Telegraph

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